“Fernando Collor de Mello sofreu o impeachment por muito menos”. Essa é uma das argumentações do deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) que constam no pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT).
Ele informou em sua página no Facebook que protocolou o pedido nesta quinta-feira (12).
“Os fatos que levaram a cassação do ex-presidente Fernando Collor são bem menos graves e inconsistentes que os imputados à Sra. Dilma Rousseff”, escreveu na postagem na rede social.
Além das comparações com Collor, Bolsonaro justifica que a cassação de Dilma atenderia à ‘vontade popular’ e seria justificada por crimes de responsabilidade, notadamente por improbidade administrativa da presidente na condução do Brasil, tendo ela, segundo o deputado, ‘permitido a corrupção na Petrobras’.
Além disso, Bolsonaro aproveita para exaltar o regime militar, a qual, de acordo com ele, manteve o “livre exercício político dos representantes eleitos do povo” e questionar o passado de Dilma como ‘terrorista’. A petista ainda causaria prejuízos ao País com a “compra de apoios” e a “escravização dos brasileiros” com programas sociais.
O pedido, de 13 páginas, deve ser analisado pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). É ele quem tem o poder de abrir ou não um processo de impeachment contra Dilma. Desde 2011, outros 10 pedidos semelhantes foram arquivados contra a petista, em geral por falta de elementos probatórios.
Até às 9h desta sexta-feira (13), a postagem de Bolsonaro já possuía quase 73 mil curtidas e mais de 20 mil compartilhamentos.
Solidariedade coleta assinaturas pelo impeachment
Outro personagem do cenário político a querer o impeachment de Dilma é o Solidariedade, partido dirigido pelo deputado Paulinho da Força (SP). De acordo com o parlamentar, “nenhum brasileiro aguenta mais a corrupção, as mentiras e a incompetência do governo Dilma”.
informações BrasilPost
“Os fatos que levaram a cassação do ex-presidente Fernando Collor são bem menos graves e inconsistentes que os imputados à Sra. Dilma Rousseff”, escreveu na postagem na rede social.
Além das comparações com Collor, Bolsonaro justifica que a cassação de Dilma atenderia à ‘vontade popular’ e seria justificada por crimes de responsabilidade, notadamente por improbidade administrativa da presidente na condução do Brasil, tendo ela, segundo o deputado, ‘permitido a corrupção na Petrobras’.
Além disso, Bolsonaro aproveita para exaltar o regime militar, a qual, de acordo com ele, manteve o “livre exercício político dos representantes eleitos do povo” e questionar o passado de Dilma como ‘terrorista’. A petista ainda causaria prejuízos ao País com a “compra de apoios” e a “escravização dos brasileiros” com programas sociais.
O pedido, de 13 páginas, deve ser analisado pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). É ele quem tem o poder de abrir ou não um processo de impeachment contra Dilma. Desde 2011, outros 10 pedidos semelhantes foram arquivados contra a petista, em geral por falta de elementos probatórios.
Até às 9h desta sexta-feira (13), a postagem de Bolsonaro já possuía quase 73 mil curtidas e mais de 20 mil compartilhamentos.
Solidariedade coleta assinaturas pelo impeachment
Outro personagem do cenário político a querer o impeachment de Dilma é o Solidariedade, partido dirigido pelo deputado Paulinho da Força (SP). De acordo com o parlamentar, “nenhum brasileiro aguenta mais a corrupção, as mentiras e a incompetência do governo Dilma”.
informações BrasilPost
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