Pastor ex-muçulmano diz que sonhos com Jesus estão levando milhões de islâmicos a Cristo


O pastor M El Masih disse que mais de 6 milhões de muçulmanos a cada ano se tornam cristãos em países islâmicos. (Foto: Reprodução).





M El Masih disse que apesar da forte perseguição, muitos muçulmanos estão sendo visitados por Jesus por meio de sonhos.
Um pastor que plantou centenas de igrejas no Paquistão, lugar onde sofreu perseguição por sua fé, afirma que curas divinas e sonhos proféticos estão levando muitos muçulmanos a Jesus Cristo. Hoje, M El Masih vive com sua família nos Estados Unidos. Ele compartilhou em uma entrevista com o site The Christian Post sobre alguns de seus desafios no Paquistão, onde estudou e seguiu o Islã por anos.

Masih, que fundou a “Cry of the Persecuted Church” (O choro da igreja perseguida, em tradução livre), já testemunhou para milhares de igrejas e universidades e explica que ele cresceu em uma família nominalmente cristã, mas abraçou o Islã em determinado momento de sua vida, tornando-se professor em uma escola secundária islâmica.

Apesar disso, o desespero e a falta de paz o assombraram e foi com a ajuda de outros crentes e de um pastor que compartilhou o Evangelho de Jesus com ele que Masih decidiu se tornar um cristão, em 1993.

Ele enfrentou uma forte perseguição por sua nova fé, e foi tratado como um cidadão de segunda classe pela maioria muçulmana, uma situação que continua até hoje para os cristãos e as minorias religiosas no Paquistão.

Impacto
Masih disse que o Evangelho está atingindo muitos no mundo muçulmano. Ele acrescentou que, mesmo que o Islã esteja crescendo em todo o mundo devido às altas taxas de natalidade, mais de 6 milhões de muçulmanos a cada ano se tornam cristãos em países islâmicos.

Masih ainda observou que muitos muçulmanos estão tomando decisões para se converter, e não necessariamente por causa da Bíblia ou de um pregador que os alcançou, mas porque o próprio Jesus os visitou em sonhos e visões. Este é um testemunho que tem sido repetido por outros cristãos em regiões perseguidas pelo mundo.

Em um livro que escreveu, Masih fala sobre a ascensão de seu ministério e seus esforços em estabelecer igrejas. Ele também diz que através do poder de Deus, testemunhou e participou de vários milagres e curas.

Ele compartilha casos em que, através da oração em nome de Jesus, viu mulheres paralisadas se levantarem e começarem a andar. Em outro caso, para um homem quase cego, Jesus restaurou sua visão imediatamente.

O pastor também advertiu sobre vários perigos que os cristãos enfrentam em todo o mundo, incluindo a perseguição nas mãos de islamitas, a quem ele diz ter falsamente convencido muitos no Ocidente que o Islã não é uma ameaça. Masih diz que as ameaças espirituais vêm de demônios, bruxaria e forças satânicas, e que isso não é fantasia, mas real.

Guiame

Feiticeiros morrem após fogo “cair do céu” em sacrifício de crianças, em Uganda


Imagem ilustrativa. Foto exibe corpos queimados diante de centenas de pessoas, em região da África. (Foto: Reprodução)





Os rituais que envolvem o sacrifício de crianças têm sido uma prática constante no país.
Nos últimos anos, investigações vêm revelando que rituais envolvendo o sacrifício de crianças em Uganda têm se tornado uma prática cada vez mais frequente. Combater esse tipo de atividade se tornou uma das missões do Projeto Daniel, idealizado pelo pastor brasileiro Joel Engel.

Uma equipe de missionários liderados por Engel esteve no ano passado em Uganda, acompanhados pela reportagem do Guiame, e se deparou com a realidade dos sacrifícios de crianças em algumas tribos da cidade africana de Kasese, a oeste do país.

Na região que hoje abrange o Reino de Bahiira, próximo da fronteira entre Uganda e a República Democrática do Congo, os missionários enfrentaram uma verdadeira batalha espiritual.

“Quando eu peguei a palavra, eu percebi que estávamos cercados de feiticeiros. Eles estavam fazendo encantamentos contra nós. A sensação era que nós seríamos servidos no jantar [pelos canibais]”, disse Engel ao Guiame.

Na ocasião, o pastor confrontou a prática realizada pelos feiticeiros e denunciou a matança de crianças e adolescentes. “Eu estava indignado com aquilo. Se nós fossemos naquele lugar e não mudássemos nada, não adiantaria a gente ir”, destacou.

Engel reuniu toda sua fé para profetizar o fim dos sacrifícios e a queda do antigo rei. “Naquela ministração que fizemos, nós lançamos um decreto para que o rei matador de crianças fosse retirado e Deus colocasse alguém em seu lugar. Deus me mostrou que Seus filhos seriam reis naquele lugar”, contou.

Semanas após a visita da equipe, o presidente de Uganda, Yoweri Museven, ordenou a prisão do antigo rei, liberando documentos para que o novo rei assumisse o governo.

Pastor Joel Engel durante ministração em uma tribo de Kasese, em Uganda. (Foto: Guiame/Marcos Paulo Corrêa)

Ação sobrenatural
No entanto, os antigos rituais foram retomados e provocaram no pastor um sentimento de indignação. Movido pelo Espírito Santo, Engel enviou uma mensagem aos feiticeiros — que foi traduzida para a língua local — alertando que Deus queimaria com fogo dos céus todo aquele que tentasse sacrificar crianças.

Imediatamente, líderes da Força Global de Oração foram convocados para iniciar uma corrente de intercessão em favor da África. Na mesma semana, treze pessoas envolvidas com um ritual morreram queimadas.

Mangeni (nome fictício por razões de segurança), um pastor local, relatou à equipe do Projeto Daniel que no momento do ritual “caiu fogo dos céus” e os feiticeiros foram mortos antes que pudessem matar três crianças, que não sofreram nenhum ferimento.

Ele também disse que o governo local ficou espantado com o que aconteceu e reconheceu como um ato divino, mas quer manter a causa das mortes em sigilo para proteger a cultura da região.

“O governo de Uganda aceitou o que aconteceu, mas eles disseram que têm que proteger a cultura de seu povo. Eles acreditam que a exibição de tais coisas na televisão e nas mídias sociais mostram a fraqueza do governo”, disse o pastor.

Mangeni também relatou que as pessoas que morreram não eram cidadãos comuns, mas autoridades locais que estavam diretamente envolvidas com rituais macabros de magia negra. Por isso, segundo a testemunha, a polícia local não quer divulgar que o acontecimento foi resultado de uma ação de Deus.

“As pessoas que morreram não são pessoas comuns, mas eram pessoas importantes. A polícia não pode dar um relatório dizendo que eles morreram por causa do fogo do céu, eles disseram que ainda estão investigando”, contou o pastor.

Crianças são frequentemente alvo de sacrifícios humanos, em Uganda. (Foto: Guiame/Marcos Paulo Corrêa)

Riscos envolvidos
Outra pessoa que testemunhou sobre o ocorrido foi Nakawa (nome fictício), que informou que um jornalista da região que cobriu o acontecimento está desaparecido e uma feiticeira envolvida no ritual teria sobrevivido, mas que está hospitalizada com queimaduras muito graves.

“As pessoas estão impactadas com o que aconteceu, muitas não querem falar sobre o assunto por causa das ameaças. Este acontecimento pode resultar em uma guerra interna, pois ainda existem pessoas que defendem estes rituais”, disse Nakawa.

Ele ainda observou que o presidente da Uganda é cristão e luta contra os sacrifícios humanos, mas as pessoas continuam fazendo os rituais secretamente. Essas pessoas estariam se utilizando das leis culturais para continuar praticando os rituais.

Guiame

Israel se declara um Estado exclusivamente judeu


Povo judeu celebra lei do parlamento com bandeiras em Israel. (Foto: United with Israel)





A decisão foi tomada após a aprovação de um projeto de lei em uma votação no parlamento israelense.
Nesta quinta-feira (19), o parlamento israelense aprovou um projeto de lei que define o país como um Estado-nação judeu, o que poderá ajudar a impulsionar o caráter judaico de Israel e até mesmo servir como uma resposta às recentes resoluções aprovadas contra a nação na ONU, que buscam cortar relações dos judeus com locais considerados sagrados em Jerusalém, como o Monte do Templo e o Muro das Lamentações.

A notícia foi celebrada pelo site Breaking Israel News com a citação da passagem bíblica de Gênesis 17:8, que diz: "Toda a terra de Canaã, onde agora você é estrangeiro, darei como propriedade perpétua a você e a seus descendentes; e serei o Deus deles".

Essa legislação vem logo após os Estados Unidos transferirem sua embaixada para Jerusalém, reconhecendo-a como capital da nação, que foram seguidos de perto pela Guatemala. Além disso, outros países que consideram a possibilidade de fazerem o mesmo com suas embaixadas incluem a Eslováquia, a Rússia e o Brasil. Talvez isso mostre, com a maioria dos judeus do mundo atualmente vivendo em Israel e agora um governo consagrando o caráter judaico do país, que esta nação vive dias muito importantes para a sua própria história.

Antes mesmo de ser aprovado, o projeto de lei recentemente fez manchetes em todo o mundo, enquanto o Comitê de Constituição, Lei e Justiça do Knesset, liderado pelo Likud MK Amir Ohana, se reunia para discutir a Lei do Estado-nação em 10 de julho, recebendo críticas generalizadas do presidente israelense Reuven Rivlin e Natan Sharansky, presidente da Agência Judaica de saída.

Depois de horas de debate, o projeto foi aprovado com 62 votos a favor, 55 contra e duas abstenções.

A aprovação também foi comemorada pelo primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu. "Ultimamente, há pessoas que estão tentando desestabilizar os fundamentos da nossa existência e dos nossos direitos. Então, hoje nós fizemos uma lei em pedra. Este é o nosso país. Esta é a nossa língua. Este é o nosso hino e esta é a nossa bandeira. Viva o estado de Israel", celebrou.

O texto da Lei
A Lei Básica informa o sistema legal de Israel, muito parecido com uma Constituição, e é mais difícil de revogar do que a lei ordinária. Até agora, as Leis Básicas de Israel se relacionam com instituições estatais e caráter democrático, em vez de sua identidade nacional judaica.

Seções já consagradas na lei ordinária incluem a Lei do Retorno (imigração judaica), o nome do estado, os símbolos do estado (a bandeira e o hino nacional), a Lei de Jerusalém, o calendário, feriados nacionais e o sábado.

Uma nova cláusula no projeto de lei permite que Israel “autorize uma comunidade composta de pessoas que tenham a mesma fé e nacionalidade para manter o caráter exclusivo daquela comunidade”.

O projeto Estado-nação foi apresentado pela primeira vez em 2009-2010 por vários membros do Knesset, incluindo Avi Dichter, do partido Kadima, que obteve a ideia do Instituto de Estratégias Sionistas, um instituto de pesquisa e política israelense com o objetivo de preservar Israel como “um Estado judeu democrático e viável”.

Benjamin Netanyahu tem alertado sobre os constantes ataques sofridos por Israel, com o aval da ONU. (Foto: Reuters)

Democracia ou Direitos Assegurados?
Os proponentes da legislação argumentam que Israel estava renunciando à sua natureza judaica por sua natureza democrática, e é hora de os dois se colocarem em pé de igualdade - ou com sua identidade judaica eclipsando sua identidade democrática.

Yishai Fleisher, radialista de uma emissora israelense e porta-voz internacional da comunidade judaica em Hebron, disse ao Breaking Israel News: “De muitas maneiras, essa lei é o que você pensaria que Israel é de qualquer maneira, que Israel é o Estado-nação de Israel, do povo judeu. O projeto do Estado-nação não é mais do que uma redefinição da Declaração de Independência de Israel, que define tão claramente qual é o objetivo de Israel”.

Fleisher vê a identidade judaica de Israel e a democracia como valores conflitantes, um da antiga Judeia e outro do império grego ocidental. Israel, como o único Estado judeu, deveria priorizar sua identidade judaica, disse Fleisher.

"Um dos grandes erros foi que nós promovemos Israel como judeu e democrático, como se esses dois valores fossem iguais", destacou.

Ele relatou que, embora a democracia possa ter valores belos, "a democracia é uma palavra grega - ela reflete os valores gregos e é muito difícil fazer com que esses dois sistemas muito diferentes de pensamento sejam iguais".

"Em primeiro lugar, para mim, sempre foi óbvio que Israel é um Estado cujo trabalho é proteger o povo judeu. Em segundo lugar, ser uma incubadora de valores e cultura judaica e em terceiro lugar ser um país que é uma luz para as nações", acrescentou.

Mas os dissidentes da legislação afirmam que Israel deveria estar comprometido com a igualdade total para todos os cidadãos, incluindo as minorias, e ver a Declaração de Independência de Israel como uma consagração da democracia.

Minorias
O Dr. Amir Fuchs, chefe do Programa Defensor dos Valores Democráticos do Israel Democracy Institute disse ao Breaking Israel News: “A cláusula inicial que determina que Israel é um Estado-nação e tem o direito à autodeterminação [é um novo princípio]. Isso está ancorado na Declaração da Independência, mas atualmente não está escrito em nenhuma Lei Básica, exceto pela definição de 'judeu e democrático".

Em contraste, disse ele, o projeto de lei afirma que Israel é o lar nacional do povo judeu sem garantir o princípio de igualdade para todos os seus cidadãos, conforme definido na Declaração de Independência.

"Isso cria um desequilíbrio entre os valores judaicos e democráticos", afirmou, acrescentando que "o árabe é rebaixado de uma língua oficial do estado para uma língua que goza de status especial".

Mas Fleisher afirmou que, embora Israel garanta os direitos civis das minorias, não deve garantir os direitos nacionais destas.

"Ninguém está tirando os direitos civis de outras pessoas. Israel está em uma região de 400 milhões de árabes, que vivem em 22 países árabes, para não mencionar milhões de muçulmanos no Irã e na Turquia. Eles têm esses estados estabelecidos principalmente como estados étnicos e religiosos e temos esse pequeno Estado que está aqui para ser um protetor dos judeus, uma fonte de autonomia em sua região", explicou.

Ele continuou: “Israel não está aqui para criar uma democracia árabe ou promover os valores de outras pessoas ou colocar todos em pé de igualdade. Está aqui para promover um grupo de pessoas que precisam de proteção neste mundo e precisam ter um lugar para que sua cultura cresça e tenha sucesso"

Guiame

Mais de 50 pessoas se entregam a Jesus após missionários pregarem em hospital do Vietnã


Pacientes enfrentam dificuldades no Hospital de Oncologia da cidade de Ho Chi Minh, no Vietnã. (Foto: Tuoi Tre)



Os hospitais do Vietnã, administrados pelo regime comunista, têm carências que dificultam o acesso a um tratamento de qualidade. No entanto, missionários estão aproveitando esse quadro para levar esperança aos pacientes através do Evangelho.

Desde o norte até o sul do país, pacientes com câncer se alimentam apenas do que as famílias levam para hospitais, que estão superlotados de doentes que são colocados em macas nos corredores. Frequentemente, dois pacientes tem que dividir o mesmo leito.

Diante da agonia física, emocional e espiritual dessas pessoas, missionários nativos do Vietnã estão levando a esperança de Cristo para os hospitais da cidade de Ho Chi Minh, oferecendo às pessoas leite, biscoitos e o amor de Deus.

“Também reunimos esses pacientes na igreja vizinha a cada mês para compartilhar o Evangelho”, disse o líder do ministério à organização Christian Aid.

Aproximadamente 60 vietnamitas aceitaram Jesus e, em vários casos, os pacientes foram curados pela oração. “Por testemunharem esses milagres, muitos de seus parentes também chegaram à fé em Cristo”, conta o missionário.

Para discipular os novos convertidos, o ministério enviou um pastor para suas casas a fim de ensinar a Bíblia e ajudá-los a crescer na fé. “Alguns desses pequenos grupos sofrem perseguição de não-crentes e autoridades nas aldeias, mas permanecem fortes em sua fé”, disse o líder.

Muitos pacientes vêm de aldeias tribais onde o Evangelho é desconhecido. Por serem analfabetos em sua maioria, eles conseguiram aprender mais sobre a Bíblia através de áudios disponibilizados em MP3 players em suas próprias línguas.

Recentemente, um missionário viu 50 pessoas se entregarem a Jesus em dois dias, conforme informou o líder. Os pacientes geralmente permanecem no hospital até duas semanas e os missionários nativos conseguem discipulá-los em suas casas.

Cristianismo no Vietnã

Um dos poucos estados comunistas remanescentes até hoje, os governantes do Vietnã consideram a Igreja como um grupo perigoso facilmente capaz de mobilizar massas de pessoas. Segundo a organização Portas Abertas, nos últimos anos, o governo comunista vem reforçando os controles sobre a liberdade de expressão, associação e culto.

Novos convertidos para algumas comunidades protestantes enfrentam discriminação, intimidação e pressão para renunciar à sua fé. Indivíduos (incluindo líderes e ativistas católicos) continuam presos ou detidos por atividades religiosas.

Os cristãos não podem imprimir suas próprias Bíblias no Vietnã, especialmente nas línguas minoritárias; e muitos não possuem conhecimentos bíblicos fundamentais, tornando-os vulneráveis a falsos ensinamentos. Muitos líderes da igreja veem esse desenvolvimento como mais ameaçador do que a perseguição em si.




Guiame

Mais de 50 pessoas se entregam a Jesus após missionários pregarem em hospital do Vietnã


Pacientes enfrentam dificuldades no Hospital de Oncologia da cidade de Ho Chi Minh, no Vietnã. (Foto: Tuoi Tre)





Mesmo com barreiras impostas pelo comunismo, missionários tem evangelizado pacientes de hospitais no Vietnã.
Os hospitais do Vietnã, administrados pelo regime comunista, têm carências que dificultam o acesso a um tratamento de qualidade. No entanto, missionários estão aproveitando esse quadro para levar esperança aos pacientes através do Evangelho.

Desde o norte até o sul do país, pacientes com câncer se alimentam apenas do que as famílias levam para hospitais, que estão superlotados de doentes que são colocados em macas nos corredores. Frequentemente, dois pacientes tem que dividir o mesmo leito.

Diante da agonia física, emocional e espiritual dessas pessoas, missionários nativos do Vietnã estão levando a esperança de Cristo para os hospitais da cidade de Ho Chi Minh, oferecendo às pessoas leite, biscoitos e o amor de Deus.

“Também reunimos esses pacientes na igreja vizinha a cada mês para compartilhar o Evangelho”, disse o líder do ministério à organização Christian Aid.

Aproximadamente 60 vietnamitas aceitaram Jesus e, em vários casos, os pacientes foram curados pela oração. “Por testemunharem esses milagres, muitos de seus parentes também chegaram à fé em Cristo”, conta o missionário.

Para discipular os novos convertidos, o ministério enviou um pastor para suas casas a fim de ensinar a Bíblia e ajudá-los a crescer na fé. “Alguns desses pequenos grupos sofrem perseguição de não-crentes e autoridades nas aldeias, mas permanecem fortes em sua fé”, disse o líder.

Muitos pacientes vêm de aldeias tribais onde o Evangelho é desconhecido. Por serem analfabetos em sua maioria, eles conseguiram aprender mais sobre a Bíblia através de áudios disponibilizados em MP3 players em suas próprias línguas.

Recentemente, um missionário viu 50 pessoas se entregarem a Jesus em dois dias, conforme informou o líder. Os pacientes geralmente permanecem no hospital até duas semanas e os missionários nativos conseguem discipulá-los em suas casas.

Cristianismo no Vietnã
Um dos poucos estados comunistas remanescentes até hoje, os governantes do Vietnã consideram a Igreja como um grupo perigoso facilmente capaz de mobilizar massas de pessoas. Segundo a organização Portas Abertas, nos últimos anos, o governo comunista vem reforçando os controles sobre a liberdade de expressão, associação e culto.

Novos convertidos para algumas comunidades protestantes enfrentam discriminação, intimidação e pressão para renunciar à sua fé. Indivíduos (incluindo líderes e ativistas católicos) continuam presos ou detidos por atividades religiosas.

Os cristãos não podem imprimir suas próprias Bíblias no Vietnã, especialmente nas línguas minoritárias; e muitos não possuem conhecimentos bíblicos fundamentais, tornando-os vulneráveis a falsos ensinamentos. Muitos líderes da igreja veem esse desenvolvimento como mais ameaçador do que a perseguição em si.

Guiame


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