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Um milhão de evangélicos argentinos nas ruas contra o aborto

“Desafiamos a igreja evangélica a ser protagonista nesta luta”, destaca líder do Parlamento e Fé.
Durante final de semana, centenas milhares de evangélicos protestaram contra o aborto na Argentina. O senado do país votará dia 8 a lei que legaliza a prática, podendo mudar a decisão da Câmara dos Deputados que a aprovou em junho.

O ato organizado diante do Obelisco da avenida 9 de Julio, um tradicional ponto de protesto no país, foi o maior dos últimos anos. Durante da marcha, que teve como lema “Salvemos as duas vidas”, os participantes usaram lenços azuis, que caracteriza o movimento pró-vida no país.

Além da marcha, pastores evangélicos organizaram vigílias e promoveram campanhas de orações para que a lei não passe. O presidente Maurício Macri disse que não pretende vetá-la, caso passe no Senado.

Os organizadores acreditam que havia 650 mil em Buenos Aires. Entre os muitos discursos, os líderes do movimento lembraram aos evangélicos que, nos períodos eleitorais, muitos candidatos visitam seus templos para obter votos. Os pastores avisaram que farão um alerta nacional para que os fiéis não votem naqueles que se mostrarem a favor da legalização do aborto.

No domingo, outras cidades argentinas também tiveram manifestações do tipo. Em Tucuman foram cerca de 150 mil e, em Córdoba, a movimentação atraiu um número similar. Não existe uma contagem oficial, mas estima-se que elas mobilizaram mais de um milhão em todo o país. Jornais argentinos dão conta que havia muitos católicos e pessoas sem religião participando também.
Parlamento e FéLuciano Bongarrá, presidente do Parlamento e Fé. (Foto: Claudia Werhli da Silva)

Em entrevista ao Gospel Prime, o pastor Luciano Bongarrá, líder do ministério “Parlamento e Fé” diz que, quando a Câmara debatia a legalização do aborto, a Igreja no início não estava atenta à gravidade da situação. Porém, passou a se manifestar fortemente após ela ser aprovada.

“Hoje, em cada província há um grande ativismo das igrejas. Os pastores estão mobilizando suas igrejas e cremos que isso vai ser revertido no Senado”, explica.

Bongarrá destaca que há uma influência estrangeira, pois houve um forte lobby pela legalização, a exemplo do que ocorreu na Irlanda, que também é um país majoritariamente católico. “Organizações multinacionais como a OEA e a ONU têm sua agenda mundial e ela chegou até nós”, denuncia.

Além disso, o pastor entende que “o populismo dos partidos de esquerda insistia fortemente na questão do ‘Estado laico’, mas nunca foi só uma questão religiosa, há fortes argumentos à luz da biologia e da legislação atual do país que protegem a vida”.

O Parlamento e Fé é um ministério paraeclesiástico que atua junto a autoridades, focado na evangelização de políticos e na conscientização que a igreja possui valores inegociáveis. O pastor Bongarrá acredita que “se tivéssemos mais políticos cristãos, a tentativa de legalização não chegaria tão longe”.

Nas últimas semanas, vários senadores foram procurados para ouvirem a posição da igreja. “Nosso ministério está lutando junto às igrejas e junto aos políticos pró-vida para que, apesar da decisão da Câmara, a lei não seja posta em prática. Desafiamos a igreja evangélica a ser protagonista nesta luta e começar um despertamento sobre a gravidade dessa agenda política anticristã”, ressalta.

GospelPrime

Deputados da Argentina aprovam legalização do aborto e feministas comemoram

Agora o projeto de lei segue para votação no Senado, que pode acontecer já em setembro.
Na última quinta-feira (14), a Câmara de Deputados da Argentina aprovou um projeto de lei que propõe a legalização do aborto. Agora, o texto segue para o Senado.

Para ser aprovado, o projeto precisava de no mínimo 128 votos e passou em uma votação de 129 contra 125 e uma abstenção.

O projeto de lei visa legalizar o aborto livre - sem necessidade de autorização judicial - até a 14ª semana de gestação. Atualmente, na Argentina o aborto é permitido apenas em casos de estupro ou risco para a vida da mulher.

O debate no plenário da Câmara durou mais de 20 horas em um ambiente de nervosismo, devido à imprevisibilidade do resultado. Os deputados estavam divididos.

Manifestantes pró e contra a legalização do aborto também fizeram vigília do lado de fora do prédio do Congresso em Buenos Aires.

Ainda não se sabe quando o projeto será debatido no Senado. Segundo o jornal argentino "Clarín", deve demorar apenas uma semana até que o projeto ganhe status parlamentar no Senado. A expectativa é que a votação no Senado aconteça já em setembro deste ano.

O resultado foi recebido com euforia pelas manifestantes pró-aborto, como grupos feministas e outros simpatizantes.

Em uma publicação do Facebook, o escritor, jornalista e pedagogo cristão, Magno Paganelli comentou a aprovação do projeto e a reação eufórica das feministas.

"Dezenas de mulheres literalmente a pular, sorrir e gritar, felizes, na porta da câmara dos deputados na Argentina. 
O que leva essas mulheres a um comportamento assim pela aprovação parcial (o projeto de lei irá para o Senado) da LEGALIZAÇÃO DO ABORTO?", relatou. "Isso é doentio, mórbido".

Guiame

Cristãos compram clínica de aborto e transformam em posto de saúde

Campanha de oração e arrecadação financeira foram fundamentais
Uma clínica de aborto localizada no estado da Virgínia, nos Estados Unidos da América (EUA) foi fechada há dois anos e foi reformada para se tornar uma clínica de saúde gratuita.

O caso se deu depois de que, em muitos anos, cristãos faziam orações e protestos do lado de fora da clínica. Foram realizadas quatro campanhas cujo título era 40 Dias pela Vida.

O mais curioso é que, entre os protestantes, existiu a história de uma mulher que orou por 15 anos para que o local fechasse. Era Kelly McGinn que, por mais de uma década, esteve do lado de fora da clínica a clamar pela ação divina.

“Estou impressionada com o poder de Deus. O fechamento desta clínica, sem dúvida, tem a ação do Espírito Santo por toda parte”, celebra a mulher cujas orações foram respondidas depois de anos.

“Alguns nos retratam como pessoas que ferem os direitos das mulheres. Mas trata-se de almas alcançando as mulheres necessitadas, desenvolvendo uma fonte de amizade. Esta não foi uma batalha, mas sim uma campanha de amor”, acrescentou Kelly.

Depois de dois anos fechada, a instituição foi comprada por empresários e ativistas cristãos pró-vida e, agora, o Centro de Saúde para Mulheres Amethyst se chamará Clínica Médica da Mãe da Misericórdia e terá seus atendimentos gratuitos.

Um jornal local chegou a fazer cobertura das manifestações na época. “Mães carregavam seus bebês enquanto oravam, e os aposentados se levantavam cedo para carregar placas que diziam: ‘Deus ama você e seu filho’ e ‘A adoção é uma escolha com a qual todos podem viver”, afirmou.

A antiga dona da clínica já considerava fechar a clínica. Com os cristãos e ativistas pró-vida a ter uma amizade com ela e seu filho, acabaram por comprar a clínica e conseguiram um emprego para o jovem.

O dinheiro foi arrecadado pelos cristãos e ativistas. Mas empresários também se uniram a ideia e, por fim, conseguiram o valor financeiro para adquirir o local, hoje reformado. 

Com informações Faithwire

Cristãos convencem mães a desistirem de aborto e bebês são apresentados a Deus


Doze bebês foram consagrados a Deus durante um evento especial. (Foto: Lagoinha).



As mulheres que se achegam ao projeto são acompanhadas e recebem orações, além da ministração da Palavra de Deus antes e depois da gestação.

Muitas pessoas questionam se o aborto deve ser evitado até mesmo quando a mulher é violentada ou de alguma forma tem uma gravidez indesejada. De fato, há uma luta para que o bebê sobreviva, apesar dos conflitos e desafios da mamãe. Mas, se ela não tem nenhum apoio, seja da família ou da igreja, ela pode acabar tirando a vida daquele pequeno ser dentro dela. Pensando nisso, foi criado um grupo de ajuda a essas mulheres que estão em um momento tão conflituoso.

O ministério Apoio a Mulheres Numa Gravidez Indesejada (AMGI), coordenado por Katilene Silva, tem ajudado mulheres que passam por esse desafio. “Quando as mães chegam ao AMGI, elas estão rejeitando seus filhos que estão no ventre. Durante toda a gestação, acompanhamos essas mulheres orando e ministrando a Palavra de Deus sobre suas vidas, ensinando a importância de se consagrar os filhos ao Senhor e de criá-los no caminho Dele”, disse Katilene.

E no dia 6 de junho, durante a Escola de Intercessão, com a pastora Ezenete Rodrigues, da Igreja Batista da Lagoinha, foi realizada a consagração a Deus de 12 crianças de mães acompanhadas pelo ministério Apoio a Mulheres Numa Gravidez Indesejada. “Nosso objetivo com a consagração é dizer que essas crianças pertencem ao Senhor. Quando consagramos nosso filho a Deus, afirmamos, liberamos, oficializamos, concretizamos e profetizamos que o Senhor tem toda liberdade sobre ele para usá-lo como desejar”, pontuou Katilene.

Consagração
O evento aconteceu na sede da Lagoinha, em Belo Horizonte (MG) e foi um momento de muita emoção, onde mulheres que atuam como conselheiras do AMGI, entre psicólogas e enfermeiras, estavam presentes. A pastora Ezenete, presidente responsável pelo projeto, se mostrou com muita alegria ao impor suas mãos sobre cada criança. Ela profetizou que cada bebê estava sendo consagrado ao Senhor como futuros presidentes, pastores, apóstolos e mestres para a honra e glória de Deus.

O ministério de Apoio a Mulheres numa Gravidez Indesejada (AMGI) realiza o atendimento de gestantes, onde elas são acompanhadas antes e após o nascimento da criança. Diversas outras mamães e bebês já receberam uma nova oportunidade de vida, tratando de problemas físicos e psicológicos.

Através de aconselhamentos com psicólogas, conselheiras e enfermeiras, o AMGI orienta as mães, mesmo em situações difíceis, a não abortarem seus filhos. Várias comemorações e atividades são realizadas durante o ano, como o “Chá da Unidade”, a “Festa da Primavera”, o “Dia das Mães”, a “Festa de Natal”, treinamentos e cursos para cuidados com o bebê, culto da família, entre outros eventos.

Guiame

Mulher se arrepende de aborto e clama a Deus durante procedimento: “Pedi perdão e cura”


Finley nasceu no dia 5 de janeiro e transformou a vida do casal. (Foto: Reprodução)


Depois de tomar as primeiras pílulas abortivas, a mãe se arrependeu e clamou a Deus para seu bebê continuar vivo. Meses depois, sua filha nasceu milagrosamente saudável.

Summer tinha acabado de terminar o ensino médio quando engravidou de seu namorado, Jason. No início o casal se alegrou com a novidade, mas acabaram considerando o aborto para que pudessem viver seus planos.

“Como vou conseguir fazer faculdade agora? O que as pessoas vão pensar de mim? Meus pais vão me matar! Eu ainda não estou pronta para ser mãe”, pensava a garota, na época.

Com sete semanas de gravidez e muito medo no coração, Summer visitou uma clínica da rede de abortos Planned Parenthood, nos Estados Unidos. “Eu não queria fazer isso, mas eu achava que não tinha outra escolha”, disse ela.

O médico explicou à Summer sobre os conjuntos de pílulas que ela teria que tomar para abortar seu feto. “Eu fui ficando mais pensativa, me perguntando se eu estava fazendo a coisa certa. Eu me convenci de que não havia nenhuma outra opção, então balancei a cabeça enquanto ouvia as instruções do médico”.

A jovem tomou a primeira pílula, que começaria a quebrar a placenta, cortando o fornecimento de nutrientes ao bebê. Ela tomaria mais duas pílulas no dia seguinte e foi avisada que deveria esperar um sangramento pesado e a possibilidade até mesmo de ver seu bebê sendo expelido.

Summer conta que ela e seu namorado tentaram se convencer de que haviam feito a escolha certa, mas a angústia tomou conta de seu coração. “O arrependimento cresceu tanto que tivemos que encostar o carro. A gente sabia que tínhamos cometido o maior erro de nossas vidas”, disse ela.

Arrependimento
Chegando em casa, Summer e Jason encontraram o contato de um conselheiro pró-vida que direcionou o casal a um médico que poderia fazer a reversão do aborto. O profissional confirmou que caso a jovem tomasse uma dose dupla de progesterona com vitaminas pré-natais, o bebê poderia ser salvo a tempo.

“Nós clamamos a Deus por perdão e cura. Nós imploramos por uma segunda chance, para que a gente pudesse ter tudo de volta”, lembra Summer. Nove semanas depois, um ultra-som revelou que dentro dela estava sendo gerado um bebê saudável.

Além de ter livrado milagrosamente a vida do bebê, Deus trouxe a reconciliação entre os membros da família dos jovens. Summer e Jason se casaram e se tornaram pais da pequena Finley, que nasceu no dia 5 de janeiro, completamente saudável.

“Desde que a Finley nasceu, meu pai e eu ficamos mais próximos do que nunca”, disse Summer. “Ele e Jason estão finalmente desenvolvendo uma amizade. Todo mundo está tão feliz e louco de amor pela nossa filha. Ela mudou todas as nossas vidas para melhor, e seremos para sempre gratos”.

A reversão do aborto é possível para as mulheres que tomaram a primeira dose da pílula abortiva. Médicos já salvaram mais de 175 bebês com o procedimento de reversão do aborto.

Guiame

As mulheres que pensam em abortar precisam do amor de Jesus, diz atleta cristão

O jogador de futebol Chris Maragos está tomando uma posição mais forte contra o aborto e usando seu reconhecimento para alertar as mulheres.

O jogador Chris Maragos, do time de futebol americano Philadelphia Eagles, está tomando uma posição contra o aborto, e usando seu reconhecimento para espalhar o amor de Cristo. Chris é um cristão comprometido e disse que ele e sua esposa foram atraídos para integrarem o time da AlphaCare por causa de sua abordagem centrada em Cristo. O objetivo é atender às necessidades das mulheres que acreditam que o aborto é a única opção viável. As informações são do site LifeNews.

A AlphaCare é um centro de ajuda à gravidez, pró-vida, que opera em uma unidade médica móvel. A empresa começou a servir mulheres que buscavam solução para sua gestação em clínicas de aborto. Com o apoio da comunidade desde 1981, a organização está angariando fundos para atingir a meta de 25 mil dólares (equivalente a 77 mil reais) para sustentar a unidade móvel, que oferece testes de gravidez, ultrasons e serviços sociais gratuitos para mulheres em necessidade.

"Cada mãe com dúvida em seu coração precisa de todos nós", disse o jogador Chris. "Ela precisa de nós, ela precisa do amor de Jesus para aliviar sua dor e levantar o seu espírito. Ela precisa saber que não está sozinha”, ressaltou. “Mesmo que você esteja feliz com sua gravidez, há perguntas e dúvidas. Agora, imagine uma pessoa que tomou todos esses encargos sobre si e mantém sua gravidez em segredo do pai e de seus amigos?”, questiona o atleta.

Ajuda a quem precisa
“Se você não acredita, você carrega todos esses fardos você mesmo. Isso deve estar esmagando você. Não é de se admirar que muitas mulheres decidem que não podem suportar uma gravidez. Não é de admirar que elas pensam que a solução para se livrar de seu ‘problema’ é matando sua criança", alerta.

"Hoje, mais do que nunca, a AlphaCare vai para onde uma mulher precisa do amor de Jesus, assim como os serviços que AlphaCare oferece". Chris é um cristão convicto e já havia afirmado sua fé publicamente. Ele falou sobre sua crença em Deus, dizendo: "Ele é o Alfa, Ele é o Ômega, Ele é o começo e o fim de tudo".

“Tendo Jesus em minha vida, vejo o quão Ele é importante. Ele é tudo para mim. Incrível como Jesus, que é perfeito, foi tão humilde ao vir para a terra como um mero homem e viveu a vida que Ele viveu, apesar de conhecer o meu pecado, ir na cruz e morrer pelo meu pecado e pelo pecado de todos. Para mim, isso é tudo, isso é alegria, isso é paz, é o amor. Pensar que Ele em sua perfeição faria isso, apesar de saber realmente as profundezas de quem eu sou”, disse.

Guiame

Médico diz que 'Jesus apoia o aborto' e pastor responde: "Isso é tentar redefinir Deus"


Médico Willie Parker (esquerda) e teólogo Russell Moore (direita). (Imagem: Guiame)


O médico Willie Parker afirmou que é cristão e sente que está "exercendo sua compaixão" ao realizar abortos. Porém o pastor Russell Moore respondeu a tais afirmações.

O teólogo evangélico Russell Moore desafiou um médico abortista que afirma que matar bebês é parte de sua fé cristã, dizendo que o que ele está fazendo é tentar redefinir o cristianismo e "desumanizar" Jesus Cristo.

"Willie Parker também diz que é um 'seguidor de Jesus Cristo', o que é ainda mais complicado", disse Moore, que é o presidente da Comissão de Ética e Liberdade Religiosa da Convenção Batista do Sul. O teólogo escreveu um post em seu blog na última segunda-feira, intitulado "Quem Jesus Abortaria? Confissões de um Médico abortista 'Cristão".

O pastor comentou sobre o novo livro do médico, no qual o abortista disse que ele "está trabalhando na obra de Deus" quando mata bebês e criticou a afirmação de Parker.

"Seu novo livro sobre o porquê de Jesus apoiar sua prática do aborto nos mostra o resultado final de um cristianismo cultural no qual o eu posso redefinir qualquer coisa: Jesus, o Evangelho, a moralidade, a justiça e até a própria vida", acrescentou Moore.

O livro em questão, intitulado "Trabalho da vida: um argumento moral para a escolha" ("Life's Work: A Moral Argument for Choice"), foi divulgado na segunda-feira pela revista 'Rolling Stone'.

Nele, Parker descreve como ele se recusou a fazer abortos inicialmente, mas em menos de dois anos de prática mudou sua postura, depois de trabalhar em uma clínica ambulatorial para pessoas indigentes no Havaí, e viu o que aconteceu quando os abortos deixaram de ser prestados.

Parker afirma ter sido inspirado pelo sermão final de Martin Luther King, "Eu Estive no Topo da Montanha" ("I've Been to the Mountaintop"), quando ele tomou a decisão de apenas realizar abortos.

"Naquele dia, decidi exercer a compaixão cristã não por procuração, mas com minhas próprias mãos capazes", argumenta o abortista, tentando justificar sua decisão a favor do aborto.

Ao rever o livro de Parker, Moore disse que se assustou com a forma como o médico se gabava de ter aprendido a realizar abortos rapidamente e ter energia para fazer isso repetidamente, "como um atleta".

"Ele aprendeu, não somente a fazer esses abortos, mas também a acalmar sua própria consciência ao longo do caminho. Parker não esconde a mecânica espantosa do aborto. Ele escreve, passo a passo, o que ele faz em um desses procedimentos e depois dele", Moore descreveu.

O etiologista observou que Parker adota uma postura de "indiferença" ao aborto, encorajando suas pacientes a fazê-lo e elogiando aquelas que não se comovem durante o ultrassom de seu bebê.

"Você talvez se pergunte: 'Como alguém poderia se vangloriar de uma prática condenada pela Igreja Cristã desde o início no Império Romano e ao mesmo tempo assegurar que é um seguidor de Jesus Cristo?", Moore continuou.

"Bem, ele faz isso, primeiramente, desprezando a autoridade das Escrituras. Parker, em alguns lugares, tentará argumentar que a 'Bíblia não proíbe realmente o aborto", alertou o teólogo.

Moore afirma que Parker pinta a Bíblia como "misógina e patriarcal", desafiando qualquer concepção de que um bebê poderia ser considerado uma vida humana antes de nascer.

Russell Moore também explicou que a tentativa de Parker de desumanizar os bebês não-nascidos é muito parecida com a tentativa de "desumanizar Jesus".

"Em Cristo, afinal de contas, Deus se 'antropomorfizou' a si mesmo e somos apresentados a Jesus na história bíblica, assim como João Batista também era, como um filho não nascido (Lucas 1:44). Para continuar fazendo seu trabalho, Parker tenta despersonalizar as mulheres e crianças que ele encontra, tenta despersonalizar Deus numa abstração cósmica", escreveu Moore.

"A boa notícia é que Deus já lidou com consciências ainda mais culpadas que a do Dr. Parker, e Ele tem feito isso em misericórdia. A boa notícia é que Willie Parker pode um dia ter uma visão diferente sobre si mesmo e sobre Deus", disse ele . "Ele pode um dia se encontrar em Cristo Jesus como uma nova criação, o que aconteceu muitas vezes antes, com muitos de nós, e este novo nascimento não é apenas um processo, mas um milagre".

Guiame

Se o STF legalizar o aborto, estará legalizando o assassinato


Aborto. (Foto: Conexão Eclésia)


A legalização do aborto no Brasil poderá trazer maldições imensuráveis à nossa nação. É a quebra do sexto mandamento dado por Deus a Moisés: "Não Matarás".

O Brasil está prestes a aprovar uma lei que contraria um dos mais importantes mandamentos que Deus deu a Moisés no Monte Sinai: Não matarás (Êxodo 20:13).

O sexto mandamento defende a vida e afirma que todos têm direito a ela. A vida é um dom de Deus. O "não matarás" é um mandamento para proteger a vida.

Caso seja sancionada, esta permissão poderá trazer maldições terríveis sobre a nossa nação. Estou me referindo à ação protocolada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) na última semana, pedindo a ampliação da legalização dos casos de aborto até 12 semanas. A ação foi movida pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL).

A legislação atual estabelece que o aborto é permitido em caso de estupro, gravidez que coloque risco à vida da mulher ou casos de feto anencéfalo (sem cérebro). Com a ação, o PSOL pretende permitir que qualquer gestação seja interrompida. Consequentemente, as clínicas clandestinas que atuam como verdadeiras indústrias da morte, poderão agir legalmente, tirando o direito à vida de crianças inocentes, com total consentimento e amparo legais. Ou seja, o aborto deixará de ser um crime.

A ministra Rosa Weber, relatora da ação no STF, deu prazo de cinco dias para que Advocacia-Geral da União, Procuradoria-Geral da República, Presidência da República, Câmara dos Deputados e Senado Federal se manifestem sobre o tema.

O aborto à luz da Bíblia
O aborto premeditado é considerado um pecado grave, pois atenta contra a vida humana (Êxodo 21.22-23). A Palavra de Deus declara que o poder da vida e da morte só pertencem ao Senhor.

O Senhor é o que tira a vida e a dá; faz descer à sepultura e faz tornar a subir dela. (1 Samuel 2:6)

A alma e o espírito são colocados por Deus no embrião (Zacarias 12.1), por isso temos que ser defensores da vida e não atentarmos contra ela. Com oito semanas os órgãos já estão formados, o sexo pode ser descoberto. Com 12 semanas, (período proposto para autorização do aborto), a criança já está formada, com espirito, alma e corpo.

"Os meus ossos não te foram encobertos, quando no oculto fui feito, e entretecido nas profundezas da terra. Os teus olhos viram o meu corpo ainda informe; e no teu livro todas estas coisas foram escritas; as quais em continuação foram formadas, quando nem ainda uma delas havia" (Salmos 139:15-16)

Consequências
No artigo anterior que eu escrevi sobre a crise eu falei que o mesmo espírito que atuava no Egito está atuando no Brasil. (http://guiame.com.br/colunistas/joel-engel/o-brasil-esta-em-crise-e-agora.html).

Os decretos que estão sendo propostos pelo governo atingem e afligem tanto os idosos como as crianças, assim como acontecia lá no Egito.

Aos adultos Faraó decretou que trabalhassem até a morte, além disso, decretou a morte de todos os meninos que nascessem naquela época e disse: "Quando ajudardes no parto as hebreias e as virdes sobre os assentos, se for filho, matai-o; mas, se for filha, então, viva" (Êx 1:16).

Por uma obra divina, apenas Moisés foi salvo, para depois ser justamente o libertador dos hebreus. Aquele decreto do Faraó poderia ter matado o maior profeta de todos os tempos.

A ira de Deus veio anos mais tarde contra Faraó e a nação do Egito exatamente nesta época em que comemoramos a Páscoa.

Faraó e os egípicios contrariaram a vontade do Senhor e Deus os castigou com dez pragas.

A última praga (a morte dos primogênitos) foi uma resposta do Senhor como forma de castigo à matança das criancinhas instituída pela lei da autoridade máxima daquele império. Deus estava mandando um recado para o Faraó:

"Você matou os meninos, filhos dos hebreus, pois agora seu filho vai morrer para você entender a gravidade do que você fez".

O Filho primogênito do Faraó morreu justamente na Páscoa e a nação Egípcia foi despojada.

Hoje próximo da Páscoa um decreto que pretende liberar o assassinato de milhares de crianças está em pauta novamente.

Assim é a lei do aborto: um assassinato legalizado. Da mesma forma como Deus castigou o Egito, Ele também castigará a nação e os déspotas que contribuírem para legalizar a matança de crianças. Assim como Deus feriu o Faraó, matando o seu primogênito, Ele também virá com Sua mão forte contra todo governo assassino que "autenticar" esse absurdo.

Nossa missão
Moisés, homem de Deus convocou todos os líderes religiosos da sua época para enfrentar e entregar a sentença ao rei da nação do Egito: "Deixe meu povo ir" (Êxodo 8:1).

Sua missão era libertar o povo escolhido da opressão do Faraó e lutar à favor das crianças e do seu povo, confrontando as leis de um líder tirano e sem temor à Deus.

Hoje precisamos reunir todos os líderes religiosos, os homens e mulheres de bem para liberar o povo da opressão destes algozes que querem matar inocentes indefesos. Precisamos levantar uma campanha de oração em nossa nação com a Palavra de Deus em resposta à esse projeto dizendo: "Não matarás!".

Amados servos de Deus, hoje a nossa missão é entregar esta mensagem aos faraós de nossa nação. Assim diz o Senhor, "Não matarás as minhas criancinhas"!

Se você é contra esta lei à favor do Aborto compartilhe este artigo. Vamos nos mobilizar à favor da vida e contra este decreto de morte de inocentes.

Que Deus abençoe e salve os filhos do Brasil.

Portal Guiame

Mãe com câncer se recusa abortar bebê e vê milagre: "Meu filho estava no livro da vida"


Eli nasceu com pouco mais de 1Kg e foi motivo de celebração para sua família. (Foto: LifeSiteNews)


Ao ser diagnosticada com câncer durante sua segunda gestação, Courtney Mitchell e seu marido encontraram na Bíblia, as forças para acreditar que Deus estava no controle de tudo.

Para Courtney Mitchell, ser contra o aborto sempre pareceu "fácil". Se posicionar a favor da vida e do direito dos nascituros era algo tão claro para ela como a luz do sol. Porém ela viu suas convicções tão fortes serem provadas, quando descobriu que sua segunda gravidez era uma gestação que colocava em risco a própria vida.

"Ser pró-vida sempre foi algo fácil para mim. Fui criada por uma mãe que fazia parte da geração que começou a protestar e orar do lado fora das clínicas de aborto. Quando era adolescente, escrevi cartas a meus senadores para acabar contra o aborto. Eu já trabalhei como voluntária em centros de apoio a gestantes em crise", contou.

"Não fiz tudo isso para ganhar elogios. Eu só fiz porque sempre achei que era a coisa certa a fazer. Estas questões eram muito claras para mim", acrescentou.

Courtney confessou que seu posicionamento sobre o aborto ainda era um tanto nebuloso quando se travada de questões, como estupro, incesto, ou para salvar a vida da mãe. Porém a necessidade de esclarecer esse posicionamento surgiu quando ela descobriu que estava com câncer durante sua segunda gestação e que seu filho também poderia morrer logo após o parto, devido à suspeita de uma anomalia cromossomial.

"Eu estava grávida de 20 semanas do meu filho, Eli, quando nós recebemos a notícia. Nós estávamos lá para um ultrassom de rotina para descobrir o sexo da criança. Em um momento nós estávamos eufóricos e nos abraçando, nos alegrando porque estávamos esperando o nosso segundo filho. Mas logo em seguida, o nosso mundo parou completamente", contou, lembrando que a médica foi enfática durante o exame de ultrassom. "Seu filho não vai conseguir', nos disse a doutora".

Os médicos disseram que o pequeno Eli tinha menos de 1% de chance de sobreviver e até ficaram surpresos por ele ainda estar vivo naquele momento.

"Mesmo se ele por algum milagre sobreviver, nascerá com uma síndrome chamada triploide [anomalia cromossomial]", informaram os médicos ao casal.

Os médicos explicaram que aquela síndrome era incompatível com a vida e a maioria dos bebês que nasceram com ela, morreram imediatamente depois do parto.

"Meu coração partiu em um milhão de pedaços. Meu marido Chris e eu apenas chorávamos abraçados. Queríamos esse bebê. Nós já tínhamos imaginado ele e seu irmão Rhett (que tinha 9 meses de idade na época) crescendo e sendo melhores amigos. Nós já amávamos este bebê", disse.

A médica também continuou falando ao casal e expressou sua preocupação com a saúde de Courtney, pois descobriram um câncer em sua placenta. A enfermidade poderia se espalhar para outros órgãos vitais.

"Ela me disse que eu estava correndo sérios riscos. Eu estava com câncer em minha placenta e isto se espalharia a pelo meu corpo, chegando ao cérebro, pulmões e fígado enquanto eu estivesse grávida de Eli", relatou. "Eu estava correndo o risco de sofrer convulsões e acidentes vasculares cerebrais, cegueira e, finalmente, poderia morrer. Ela me avisou que meus sintomas poderiam aparecer rapidamente e sem aviso prévio".

Então, Courtney se viu diante de uma proposta que a deixou ainda mais impactada.

"Ela recomendou que eu abortasse o meu bebê imediatamente e começasse a quimioterapia, o mais rápido possível", disse. "Eu sentia que não tinha mais escolha. Fazia todo o sentido e parecia que aquela era a única decisão lógica. Dá para acreditar nisso? Eu considerando por meio segundo abortar o meu filho. Eu, a 'guru pró-vida".

Courtney Mitchell venceu o câncer e viu um milagre acontecer também na vida de seu filho Eli, que nasceu prematuro. (Foto: LifeSiteNews)

Deus no controle
Mas a mãe disse que a Palavra de Deus lhe trouxe conforto naquele momento difícil e a fez lembrar que Ele estava no comando de tudo.

"Então as palavras do Salmo 139:16 vieram à minha cabeça: 'Os teus olhos viram o meu corpo ainda informe; e no teu livro todas estas coisas foram escritas; as quais em continuação foram formadas, quando nem ainda uma delas havia", contou. "Eu sabia que o Senhor tinha os dias de Eli escritos em Seu livro da vida. Quem era eu para tentar mudar isso? Meus dias também estavam nesse livro e nada, nem mesmo o câncer ou uma gravidez de alto risco poderia acabar com eles, a menos que o Senhor permitisse".

Courtney disse que seu marido também não considerou o aborto como uma opção e ambos decidiram assumir os riscos da gestação.

"Olhei para o meu marido, ele tinha o mesmo olhar determinado. Disse à médica: 'Não. Isso [aborto] não é uma opção para nós", lemnbrou.

Então começou a luta pela sobrevivência de Eli e Courtney: mãe e filho superando obstáculos impostos pelas enfermidades.

"Cheguei a 24 semanas e eles me deram doses de esteróides para me ajudar a desenvolver os pulmões do bebê, preparando-o para sua chegada precoce. Eu quase chorei quando um dos médicos finalmente mencionou o bebê e como ele precisava ser monitorado de perto", contou a mãe. "Eles fizeram dois ultrassons por semana e em cada um deles ficaram espantados como Eli estava crescendo normalmente e ainda estava vivo".

Apesar dos avanços, o risco ainda era grande para mãe e filho.

"A médica se reuniu conosco naquela noite para discutir os riscos. Ainda não sabíamos se Eli tinha mesmo a síndrome triploide ou não, porque não queríamos testes invasivos para colocá-lo ainda mais em risco", relatou.

"Ela nos disse que tinha sangue pronto para uma transfusão, porque eles tinham que cortar a minha placenta para chegar a Eli e eu poderia sangrar. Minha placenta estava 5 vezes maior que o tamanho normal. Eu poderia ter que removê-la imediatamente, porque havia uma chance de a placenta ter invadido a minha parede uterina", acrescentou.

Mas o nascimento de Eli enfim aconteceu e o milagre se tornou evidente, quando mãe e filho foram finalmente diagnosticados pelos médicos.

"No dia 1 de abril, nosso pequeno Elijah Lewis Mitchell nasceu. Ele pesava pouco mais de um quilo e eu pude beijar sua pequena cabeça, que estava coberta de cabelo preto antes que eles o levassem para a UTI neo-natal", contou.

"Quando a nossa médica entrou na sala de recuperação, ela nos disse: 'Acho que podemos ter o seu diagnóstico'. Ela disse que eu estava livre do câncer e algumas semanas mais tarde, os testes genéticos de Eli não acusaram qualquer anomalia. Estávamos ambos limpos e curados completamente! Ficamos maravilhados em ver tudo o que o Senhor havia feito", celebrou.

Guiame

“Se uma única célula em Marte é ‘vida’, por que no útero não seria?”, questiona Pr. Ariovaldo

Diante da decisão do STF, uma nova discussão sobre o aborto tem ressurgido nas redes sociais.

Na noite da última terça-feira (29), o Brasil foi surpreendido com a decisão tomada pela maioria dos ministros da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal em soltar cinco médicos e funcionários de uma clínica clandestina de abortos.

Todos haviam sido presos em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, e agora foram beneficiados por uma decisão do STF, que julga não ser crime a interrupção voluntária da gravidez até o terceiro mês de gestação.

A decisão do STF cria um precedente para que juízes deem sentenças equivalentes em outros processos sobre o aborto, e pode abrir um precedente para o caminho da legalização do aborto cada vez mais ampla no Brasil.

Diante disso, uma nova discussão sobre o aborto tem ressurgido nas redes sociais. Uma das manifestações contra a prática partiu do pastor Ariovaldo Carlos Junior, idealizador da Bíblia Freestyle.

“Se uma única célula em Marte é "vida", por que no útero de uma mulher não seria?”, questionou o pastor, que é líder da Igreja Manifesto Missões Urbanas, em Uberlândia (MG).

A crítica de Ariovaldo ao aborto já foi compartilhada por mais de 3,6 mil pessoas e recebeu 6,3 mil curtidas no Facebook.

Outra figura cristã que tem usado as redes sociais como plataforma de protesto contra o aborto é a cantora Marcela Taís, que também alcançou milhares de internautas com seu posicionamento — 14 mil pessoas compartilharam a publicação e 6,4 curtiram.

“‘Não matarás’... E ainda tem político fazendo um minuto de silêncio pela tragédia de Chapecó para arquitetar em seguida uma matança, hipocrisia. Brasil matando ao invés de salvar”, disse ela nesta quarta (30) em sua página no Facebook.

“Daí me pergunto, quem anda decidindo isso por nós? Por que somos a maioria e não temos voz? Deus, tenha misericórdia do nosso País. Ou nos levantamos ou iremos pagar pelo sangue de inocentes”, acrescentou a cantora.

Guiame

Papa dá aos padres o poder de perdoar abortos

Carta apostólica é divulgada em meio a críticas de segmentos conservadores da Igreja
O papa Francisco fez mais um anúncio controverso nesta segunda-feira (21). Após ter permitido, no final de 2015, que os sacerdotes perdoassem mulheres que tenham abortado, estabeleceu como limite o final do Jubileu da Misericórdia, que se encerrou neste domingo (20).

No documento divulgado pelo Vaticano hoje, Francisco lembra que o “aborto é um pecado grave, uma vez que põe um fim a uma vida inocente”. Ao mesmo tempo, lembra que “Não há pecado ao qual a misericórdia de Deus não possa chegar e limpar um coração arrependido”.

Sendo assim, garantiu aos padres católicos o poder para perdoar abortos. Tal concessão era dada somente para bispos.

Sua “carta apostólica” diz: “de agora em diante concedo a todos os sacerdotes, em razão de seu ministério, a faculdade de absolver a quem tenha procurado o pecado do aborto”. O material parece ser outra uma tentativa de fazer da Igreja Católica uma instituição mais inclusiva.

Chama atenção da publicação ser divulgada em meio a cobranças que o pontífice está recebendo dos setores mais conservadores da Igreja. Quatro cardeais divulgaram recentemente críticas públicas a Francisco, acusando-o de gerar confusão nos temas morais referentes à família, como o próprio aborto.

Segundo O Globo, o papa não irá responder ao pedido dos cardeais de se retratar, preferindo dizer que isso parte daqueles dentro da Igreja que possuem uma visão em “preto ou branco”.

GospelPrime

Pastor Franklin Graham é presidente da Associação Evangelística Billy Graham e da Missão Internacional Bolsa do Samaritano. (Foto; Facebook)



O evangelista Franklin Graham alertou que Deus "não vai abençoar" uma nação que promove o assassinato de crianças inocentes (aborto) e destacou a importância de eleger líderes políticos que vão "se posicionar em defesa dos mais vulneráveis ​​e marginalizados".

Rev. Franklin — líder da Associação Evangelística Billy Graham e da Missão Internacional Bolsa do Samaritano — falou contra o aborto na semana passada para marcar o 40º aniversário da Emenda Hyde, uma medida que proíbe que grande parte do dinheiro público seja direcionada ao financiamento das interrupções de gestações. Estima-se que a lei já tenha salvo mais de 2 milhões de vidas que seriam abortadas nos últimos 40 anos.

"O aborto é assassinato, é infanticídio! Não deve ser pago com nossos impostos", escreveu ele. "Alguns políticos liberais que se dizem progressistas, estão tentando derrubar a Emenda Hyde. Precisamos de líderes políticos que, juntamente com os cidadãos que valorizam a vida, se levantem e defendam os mais vulneráveis ​​e marginalizados entre nós".

O site 'LifeNews' observa que, historicamente, a Emenda Hyde recebeu apoio bipartidário (de democratas e republicanos). No entanto, nos últimos meses, os ativistas pró-aborto, o Partido Democrata e a candidata à presidência dos EUA, Hillary Clinton colocaram como uma prioridade, revogar a lei — o que permitiria que o dinheiro público fosse utilizado para o financiamento direto dos procedimentos abortivos no país.

O site pró-vida observa que, se eles tiverem sucesso, mais de 33.000 bebês em gestação perderiam suas vidas para o aborto a cada ano nos Estados Unidos. A estatística citada pelo site foi coletada pelo Instituto Guttmacher, um grupo de pesquisa pró-aborto.

Graham encorajou os cristãos a pesquisarem minuciosamente quais são os pontos de vista dos candidatos presidenciais sobre o aborto e compará-los com os ensinamentos bíblicos antes de votar.

"Eu estou falando sobre questões que afetam a todos nós, como americanos. Deus não vai abençoar uma nação que promove o assassinato de crianças inocentes", escreveu ele. "Eu estou encorajando os cristãos a olharem para os fatos, alinhá-los com o que a Bíblia diz, para depois votar no dia 8 de novembro. Investigue os candidatos e as plataformas dos partidos... Veja o que eles representam. Os cristãos podem trazer mudanças para o bem neste país. Vamos nos levantar e deixar que a nossa voz seja ouvida".

Enquanto Graham disse que não vai apoiar qualquer candidato em particular, ele elogiou o governador Mike Pence, do estado de Indiana — companheiro de chapa de Trump — após o debate vice-presidencial, no qual confessou publicamente a sua fé cristã.

"Muitos políticos e figuras públicas hoje evitam mencionar sua fé", escreveu Graham. "É porque o secularismo tem permeado nossa sociedade... Na noite passada, durante o debate vice-presidencial, foi tão encorajador ouvir o governador Mike Pence falando sobre sua relação pessoal com Jesus Cristo. Alguns políticos podem falar sobre sua fé em generalidades, mas poucos são ousados ​​o suficiente para falar de Jesus Cristo. Como ministro do Evangelho de Jesus Cristo eu sou grato pelas vidas daqueles que não se envergonham de falar do Seu nome e viver a sua fé nEle".

Nos últimos meses, Graham está passando por todos os 50 estados, com a realização de reuniões de oração e encorajando os cristãos a votar e orar pelos Estados Unidos.

Guiame

Igreja lança campanha para proibir todos os tipos de aborto, incluindo a pílula do dia seguinte

O empenho dos cristãos na defesa da vida e na luta contra a prática de abortos é algo comum a todas as tradições, sejam elas católica, protestante ou ortodoxa. Nesse cenário, a Igreja Ortodoxa Russa está promovendo uma campanha para conseguir tornar ilegal todas as modalidades de aborto no país e a venda da pílula do dia seguinte.

O líder máximo da denominação, patriarca Kirill, assinou uma petição que será entregue ao presidente Vladimir Putin, segundo informações do Christian Today.

A campanha visa a proibição ao aborto realizado em clínicas privadas, prática que é permitida no país. Anteriormente, existiam clínicas estatais que também faziam os procedimentos, mas a denominação conseguiu o fim da prática após uma grande mobilização.

O patriarca Kirill, que descreveu o aborto como sendo “uma verdadeira catástrofe nacional levando embora as vidas de mais de um milhão dos nossos concidadãos a cada ano”, espera obter um milhão de pessoas para assinar a petição. Até o momento, 300 mil pessoas já aderiram ao abaixo-assinado.

A petição demanda a proibição de todas as formas de aborto, incluindo cirúrgica e induzida por drogas, além da proibição da comercialização da chamada pílula do dia seguinte.

Em 2014, eram realizados cerca de um milhão de abortos na Rússia, mas esses dados não incluem o número de abortos realizados em clínicas privadas. Em 2015, o patriarca visitou o parlamento e afirmou que se o país conseguir “reduzir o número de abortos em 50 por cento, teríamos crescimento populacional estável e poderoso”.

Alguns legisladores, no entanto, se opõem a uma proibição de aborto. Valentina Matvienko, a presidente da Câmara Alta do Parlamento russo, afirmou que considera um projeto de lei que proíba clínicas de aborto privadas como “extremista”.



Fonte: GospelMais

Ex-satanista revela que fazia rituais em clínicas de aborto: “Era terrível”

Para crescer dentro do satanismo, Zachary King realizou
mais de 145 rituais de aborto. Sua vida mudou após um
encontro com Jesus, em 2008.
Com apenas 10 anos de idade, Zachary King teve seu primeiro contato com a magia negra. Mesmo criado em um lar cristão, ele ficou instigado pelos espíritos malignos e passou a investigar os rituais satânicos com mais profundidade.

Aos 13 anos, o jovem se juntou a um grupo de satanistas e aos 15 já havia “quebrado todos os Dez Mandamentos de Deus”, relata o Life Site News.

Uma das experiências mais marcantes na vida de King como satanista foram nos rituais de aborto, disse ele em entrevista ao Instituto Lepanto.

"O primeiro [ritual de aborto] que fiz foi três meses antes de completar 15 anos. Aconteceu numa casa de fazenda que era mais ‘estéril’ que muitas clínicas de aborto que eu já fui. Havia um médico e uma enfermeira de aborto. Havia uma mulher desesperada, prestes a ter um bebê, que foi cercada pelos 13 maiores membros do nosso clã — todos eram sumos sacerdotes e sacerdotisas", ele conta.

"Havia várias mulheres ajoelhadas no chão, se balançando para frente e para trás e cantando repetidamente: 'Nosso corpo é nosso'. Ao lado estavam vários homens do nosso clã, cantando e rezando. O ritual começou às 23:45 e o feitiço começou à meia-noite, que é a hora das bruxas. A morte real da criança aconteceu às 3:00 da manhã, que é conhecida por ser a hora do diabo", continua.

King lembra que seu papel era inserir o bisturi na mulher. Ele não teria que realizar o assassinato do bebê, mas o clã indicou que era importante ele ter sangue nas mãos. King relata que o médico arrancou a criança para fora de sua mãe e a lançou no chão, em direção às mulheres que se balançavam e cantavam.

"As mulheres pareciam que estavam possuídas e, quando o médico jogou o bebê para elas, elas canibalizaram o bebê", King lembra.

Antes de evoluir para um alto grau no satanismo, King afirma que já havia realizado cinco abortos. Depois de tomar sua posição, ele fez mais de 141. O ex-satanista não revelou o nome das instalações onde realizava os rituais de aborto, mas disse que ele fez cerca de 20 rituais em renomadas clínicas de aborto nos Estados Unidos.

"Todas as clínicas que eu realizava abortos eram terrivelmente contaminadas. Elas pareciam uma casa de horrores, com sangue por todo o lugar, em alguns quartos e no teto", ele lembra.

Em janeiro de 2008, King teve um encontro com Jesus Cristo e renunciou seus últimos 26 anos de feitiçaria e rituais satânicos. Ele experimentou a paz e a satisfação que nunca havia sentido antes, e se tornou um pregador do Evangelho.



Fonte: Guiame

Vítimas de estupro do Estado Islâmico escolhem não abortar bebês


O aborto é visto como uma solução para o abuso, mesmo sendo algo ilegal no Iraque. (Foto: Reuters).



Embora a gravidez dessas mulheres tenha sido fruto da brutalidade dos terroristas, muitas escolheram manter os seus filhos.

Depois que os militantes do grupo terrorista Estado Islâmico levaram milhares de mulheres e meninas como suas escravas sexuais, elas voltaram grávidas para suas comunidades. O líder espiritual "Baba Sheikh" exortou as pessoas para que as recebessem de volta sem julgamentos, pelo fato delas terem sido obrigadas a ter relações com os agressores. Apesar disso, elas tiveram algumas complicações com a vida social.

"As vítimas são nossas filhas e irmãs, mas é inaceitável em nossa religião permitir o nascimento de qualquer criança se ambos os pais não são da mesma etnia", disse Baba Sheikh. “É também uma vergonha para as tribos", acrescentou. "Se essas crianças nascem, as pessoas vão perguntar quem são seus pais. São eles afegãos? São eles europeus?", ressaltou.

Devido a isso, o aborto é visto como uma solução, mesmo sendo algo ilegal no Iraque. Apesar disso, muitas mulheres não querem se submeter ao procedimento. Rezan Dler, uma parlamentar feminina do Conselho de Representantes do Iraque que tem trabalhado em colaboração com yazidis sequestradas, revelou que é comum que as vítimas de estupro queiram manter seus bebês.

"Uma mulher Yazidi que estava grávida de oito meses quando escapou do Estado Islâmico queria manter seu bebê, mas o marido insistiu em se divorciar dela caso ela se recusasse a fazer um aborto. O casal finalmente se separou. Hoje a mulher vive em um campo de refugiados com a criança de cinco meses", disse Dler.

Em alguns casos, a vítima de estupro opta por dar à luz e, em seguida, entregar seu bebê para adoção a casais inférteis. Algumas mulheres são tão determinadas a proteger seus bebês que "elas já indicaram que preferem permanecer sob a escravidão se caso voltar para casa signifique perder o bebê", pontuou.

Dler esperava que a lei protegesse estas mulheres e seus desejos, mas, infelizmente, a legislação não está do seu lado. Xamosh Omar, juiz e consultor jurídico do parlamento curdo-iraqueano, disse que a lei impõe que estas crianças sejam tratadas como se fossem nascidas de adultério. Dessa forma, suas mães não terão o direito de criá-las.

Como mulher, o coração de Dler está com essas vítimas de estupro. "Eu sou uma mulher e eu entendo que elas foram estupradas e o que elas devem passar. Mas para o parlamento iraquiano, este é um assunto vergonhoso de ser resolvido. Eu duvido que eles permitam que esta questão seja levada para discussão, e muito menos encontre uma resposta legal ", disse ela.

Guiame

“Não votem em PT, PSOL, REDE, PCdoB e PV”, pede Malafaia

Em meio a campanha eleitoral, que já começou em todo o Brasil, o pastor Silas Malafaia divulgou um novo vídeo onde faz um “alerta” aos cristãos, em especial aos evangélicos. O líder da Associação Vitória em Cristo lembrou que alguns partidos mudam completamente de postura antes das eleições e depois voltam a defender suas agendas de sempre.

O líder religioso cita nominalmente o Partido dos Trabalhadores (PT), o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), a Rede Sustentabilidade (REDE), o Partido Comunista do Brasil (PCdoB) e o Partido Verde (PV).

Além de classificá-los como “corruptos”, Malafaia diz que eles querem “destruir a família”. “Esse pessoal esconde a ideologia deles”.

Segundo ele, as “pessoas de bem em geral” deveriam ficar atentas pois há uma tentativa dessas siglas em se desassociar com as pautas defendidas por eles no Congresso, entre elas o aborto, o casamento gay e a ideologia de gênero.

“Não podemos cair na conversa fiada. Eles são bons de bico”, provoca. Em seguida, lança o desafio: “Quero ver eles abrirem a boca para defender o lixo moral que defendem durante os 4 anos”.

O pastor, que já havia feito campanha contra alguns desses partidos em 2014, não tem medo de classificar os membros dessas siglas de “cínicos e covardes”. Insiste ainda que os cristãos, evangélicos em especial, deveriam ficar alertas e votarem lembrando dessas questões.

Conforme tem sido amplamente divulgado pela imprensa, a maior parte das campanhas do Partido dos Trabalhadores e do Partido Comunista do Brasil estão evitando usar seus tradicionais símbolos e ‘trabalhado’ a imagem dos candidatos de maneira a desassociá-los, por exemplo, da estrela, da foice e do martelo, presentes em bandeiras de países de ideologia comunista como a China e a Antiga União Soviética, por exemplo.

Assista:






Clínica de aborto é fechada após campanha de oração feita por cristãos, nos EUA

O fato foi celebrado pelos participantes do projeto “40 dias pela vida”,
onde os membros tem orado de forma pacífica em vigílias para que
os centros sejam fechados.
Mais um centro de aborto foi fechado nos Estados Unidos. O fato foi celebrado pelos participantes do projeto “40 dias pela vida”, onde os membros tem orado de forma pacífica em vigílias para que os centros sejam fechados.

"Louvado seja Deus! Nossos voluntários de oração observaram que móveis foram transferidos, equipamentos e papeladas também foram pra fora do ‘Centro de Mulheres de Ocala’, na Flórida”, disse Steven Ertelt ao site LifeNews.

”Ao longo dos anos, a ‘40 dias pela vida’ fez várias vigílias na calçada em frente a este edifício", relatou. "Esta é a 74º clínica de aborto que fecha durante esses dias em que temos orado", continuou.

"Além disso, a Planned Parenthood anunciou que vai fechar um escritório de aborto de referência em Muncie, Indiana, no final dessa semana", informou.

“Louvamos a Deus por essas vitórias. Todos os dias a gente se lembra de que a oração é necessária para acabar com o mal do aborto”, comenta. “Essa compreensão nos ajuda a lidar com a realidade de que a mentalidade do aborto é utilizada por algumas pessoas como um meio de justificar o infanticídio. Isso é um assunto que Robert Colquhoun, Matt Britton e eu discutimos no mais recente episódio do podcast do “40 dias pela vida”.

“É um tema sombrio, mas um que irá trazer informação sobre os graves perigos do aborto e da importância de que todos nós precisamos estar em guarda e contra essa crueldade”.


Caso Planned Parenthood

A Planned Parenthood tem se envolvido com polêmicas e por isso tem perdido o apoio do Estado americano de forma gradativa. Recentemente a ativista pró-vida e ex-diretora da organização no Texas, Abby Johnson disse que a clínica é responsável pela maioria dos procedimentos abortivos dos Estados Unidos e está lucrando cerca de 100 a 200 dólares com a venda de tecidos e órgãos que de cada bebê abortado.

"O transporte custa apenas de 4 a 10 dólares para cada clínica, mas eles estão cobrando cerca de 100 a 200 dólares por cada bebê", disse Johnson ao The Christian Post, quando questionado se há um lucro a partir da coleta de órgãos / tecidos de bebês abortados.

Também neste ano o governador da Flórida assinou um dos regulamentos mais abrangentes da indústria do aborto, privando a Planned Parenthood de obter fundos dos contribuintes, apertando os regulamentos de saúde, e punindo a venda de membros de bebês abortados e seus tecidos.


Fonte: Guia Me

Grupo pró-aborto picha porta da Basílica de Campinas

O caso é semelhante ao ocorrido no final do ano passado na Catedral da Sé
Fiéis da Basílica Nossa Senhora do Carmo, em Campinas (SP), que chegaram para a missa do domingo (26) pela manhã ficaram chocados ao verem que o templo foi atacado por vândalos.

Na porta principal da igreja foi pichado “aborto livre”, uma crítica à reprovação da Igreja em descriminalizar a interrupção da gravidez.

Uma das frequentadoras da igreja, a dona de casa Ana de Oliveira, afirmou ao G1 que ficou bastante triste com a cena que viu.

“Uma judiação o que fizeram. Ninguém sabe quem foi, pois foi pichada durante a madrugada. Eu frequento a missa todo domingo às 10h e ficou um ar de tristeza e falta de respeito com a casa de Deus. É um absurdo. Tem que ter respeito, né, com qualquer religião”, disse ela.

A catedral é tombada pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Cultural de Campinas (Condepacc) e atualmente passa por uma reforma. O estilo da igreja localizada no Centro da cidade é neogótico, uma construção datada do século XIX e que já passou por restauração.

Nenhum responsável pela igreja foi encontrado para comentar o ato de vandalismo.

O crime em Campinas é semelhante a outros de igrejas que foram vandalizadas por grupos que se posicionam contra os ensinamentos cristãos.

Em novembro do ano passado a Catedral da Sé, no Centro de São Paulo, foi pichada por grupos pró-aborto. Os vândalos escreveram as frases: “útero livre”, “tire seus rosários de meus ovários”, “ventre livre”, “Cunha não” e outras.

Nesse caso em específico, a pichação servia para protestar contra o projeto de lei 5069 que “tipifica como crime contra a vida o anúncio de meio abortivo e prevê penas específicas para quem induz a gestante à prática de aborto”.

Guiame

Mais de 160 clínicas de aborto fecharam suas portas em cinco anos, nos EUA


Manifestantes pró-vida participaram de ato contra o aborto, em Washington, D.C, na última segunda-feira. (Foto: Christian Post)


Esta queda tem se mostrado a mais acelerada, desde a decisão do Supremo Tribunal dos Estados Unidos, no caso Roe v. Wade, em 1973, que reconheceu o direito ao aborto ou interrupção voluntária da gravidez.

Cada vez mais clínicas de aborto estão fechando suas portas nos Estados Unidos. É o que que indica um relatório divulgado pela 'Bloomberg Businessweek', na última quarta-feira (24).

Segundo dados divulgados pela agência de notícias, desde 2011, 162 clínicas foram fechadas, enquanto 21 novas abriram. Esta queda tem se mostrado a mais acelerada, desde a decisão do Supremo Tribunal dos Estados Unidos, no caso Roe v. Wade, em 1973, que reconheceu o direito ao aborto ou interrupção voluntária da gravidez.

"A queda das provedoras de aborto - mais de uma a cada duas semanas - ocorreu em 35 estados, tanto em pequenas, como em grandes cidades, que são são o lar de mais de 30 milhões de mulheres em idade reprodutiva", de acordo com o repórter da Bloomberg para assuntos de Negócios, Esme Deprez. O jornalista está concorrendo ao Prêmio Livingston com a reportagem "Minha história sobre o avanço legislativo contra a indústria do aborto".

Enquanto observa que o fato da legislação pró-vida ter passado por legisladores republicanos em nível estadual é uma razão para alguns dos fechamentos de muitas clínicas, a Bloomberg relata que os declínios também foram encontrados nos estados onde predominam os que apoiam o "direito ao aborto".

"A perda de uma dúzia de provedoras de abortos na Califórnia mostra como a disponibilidade diminuiu, mesmo em estados liderados pelos democratas, que tendem a ser simpatizantes com o direito ao aborto", continuou o texto da Bloomberg.

"A consolidação da indústria, mudanças demográficas, e diminuição da procura estão também por trás dessa queda, junto com aposentadorias de médicos e repressão às clínicas clandestinas".

Já o site norte-americano 'Federalist' noticiou na última quinta-feira, que "Um olhar mais atento para os números divulgados pela Bloomberg parece mostrar que o aborto clínicas estão, na verdade, se consolidando. Cerca de 19% das clínicas que fecharam, estavam localizadas em áreas com menos de 100.000 pessoas. 

Olhando para o mapa, parece que todas as 21 clínicas que abriram nos últimos anos estão localizadas em áreas urbanas. A 'Planned Parenthood' é dona de três quartos destas. Em suma, clínicas de aborto estão se movendo para para as cidade grandes, e a maioria destas são operadas pela 'Planned Parenthood". Tal rede de clínicas se envolveu recentemente em um escândalo de comércio ilegal de tecidos de fetos abortados.

Nos últimos anos, os legisladores pró-vida permaneceram na ofensiva, com a representação de um grande número de ações pró-vida em níveis estadual e federal. Por exemplo, em 2013, legisladores de 48 estados consideraram aproximadamente 350 ações relacionadas ao aborto e promulgaram 69 delas.

Mailee Smith, da organização 'Americanos Unidos pela Vida', comentou em um texto escrito para o 'Christian Post', que em 2013, teve continuidade uma tendência que iniciou-se em 2011, quando 70 medidas contra o aborto foram promulgadas e, em 2012, quando foram aprovadas ​​38 dessas tais medidas. "Um grande número de aprovações para um ano", lembrou.

"À medida que as sessões de legislação em 2011, 2012 e 2013 demonstram, a natureza cada vez mais litigiosa da indústria do aborto não está desencorajando a promulgação da legislação pró-vida", escreveu Smith. "Mas a reação da indústria do aborto indica que temos atingido um nervo. Quanto mais o lobby pró-aborto luta contra a legislação do senso comum que visa proteger a saúde materna, mais sabemos que as leis que protegem a vida estão ganhando".

Guiame
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