Minissérie épica Rei Davi supera reality show

Fato que se repete há anos na época do acalorado verão carioca, a programação da televisão tem como novidade os percentuais. A Record superou a Globo de 19 a 14 pontos de audiência na medição das 23horas e 16 minutos à 0 horas e 8 minutos do dia 26 de janeiro na cidade da segunda. Já na cidade de São Paulo, os dados do Instituto Brasileiro de Pesquisa e Opinião (Ibope), foram de 15 pontos percentuais para a Record e de apenas 12 para a emissora do Jardim Botânico, com menor margem, mas igualmente superiores.
Na publicidade veiculada nos jornais O Dia e Lance!, a Rede Record festejou os bons resultados da minissérie sobre o mais famoso Rei de Israel, lembrando a superação da trama narrada nos episódios da saga. A chamada evoca o ápice da narrativa épica, quando o pequeno Davi obtém expressiva vitória contra o gigante Golias.
Ao se colocar na posição do herói que supera o vilão, a Record busca explorar as vantagens da temática bíblica, especialmente para o público judaico, avançando sobre a perda de público decorrente dos escândalos do reality show, além da falta de novidades desta décima segunda edição e da continuidade do mesmo enredo, das provas às tramas baseadas em condição física, agilidade mental e tensões neurotizantes.

Notícias Cristãs com informações da ALC

'Comportadas', grifes evangélicas lucram com público segmentado

Peças 'direcionadas' evitam decotes, transparências e saias curtas.'É preciso conhecer o público alvo', aconselha especialista.
Em meio ao competitivo mercado da moda, a confecção de Fabrício Guimarães Pais tem visto sua produção crescer cerca de 20% a cada ano. O segredo do empresário foi encontrar o público certo.
“Depois que mudamos para moda evangélica, nosso faturamento aumentou de forma considerável”, diz Pais, diretor da Kauly Moda Evangélica, instalada no Brás, tradicional centro de compras da capital paulista, e que hoje fabrica 30 mil peças por mês e lança de 100 a 200 modelos diferentes em cada coleção.


Assim como Pais, empresários do ramo de confecção têm investido cada vez mais na moda evangélica, atendendo à mulher que antes tinha de procurar em lojas não especializadas roupas que correspondessem ao estilo exigido pela maioria das igrejas: mais comportado, porém, não menos sofisticado.

"A gente conseguiu achar esse mercado, que é um mercado inovador, que muita gente procurava essa moda, mas que quase ninguém fabricava. Um pouco, acho, por medo. (...) Todo mundo tem um pouco de medo de fazer um foco só, direcionado, e a roupa não vender. No nosso caso, poderia ter dado tudo errado”, conta Pais.

Nas mãos dessas confecções brasileiras, o que poderia ser encarado como limitação se transforma em estímulo para criar peças cada vez mais modernas, sem deixar de obedecer às regras de vestimenta dos evangélicos, que, embora tenham algumas variações, dependendo da igreja, vetam calças, decotes e transparências. De acordo com os dados mais recentes do IBGE, com base no Censo de 2000, a população de evangélicos do país era de 26,18 milhões.
 
Outros empresários viram na necessidade da própria família uma oportunidade de negócio. Sabendo que a principal queixa das mulheres era encontrar roupas adequadas às exigências, mas com estilo, Laerte de Oliveira Tolentino entrou no ramo de moda evangélica e viu sua equipe crescer de 20 para 250 funcionários diretos e indiretos em dez anos. Dono das grifes de moda evangélica Applausos e Via Toletino, de Maringá, no interior do Paraná, o empresário agora tem planos de expandir seus negócios, melhorando seus pontos de venda, que hoje estão mais concentrados nas regiões Sul e Sudeste, e na qualidade dos produtos.
"A necessidade de segmentação vem se intensificando nos últimos anos. As mulheres evangélicas tinham muita dificuldade para conseguir roupas no estilo que precisavam e desejavam, porque a mulher evangélica também quer ficar bonita, na moda, quer frequentar os cultos bem vestidas. Ser vaidosa não é negativo”, diz Selma Felerico, coordenadora da pós-graduação na área de Comunicação da ESPM, especializada em estudos sobre o público feminino.
Cantora Damares (Foto: Divulgação)
Cantora Damares (Foto: Divulgação)
A cantora Damares é um exemplo de evangélica que gosta de se vestir bem e estar na moda. "Meu estilo é clássico, mas diferente, com um toque pessoal. No meu caso, compro as roupas prontas ou mando fazer, dependendo da ocasião. Já até recebi umas propostas para lançar uma marca de roupas evangélicas e sapatos", conta.
Diante da dificuldade de encontrar roupas em Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, a auxiliar de SAC Leila Silva Fonseca, 28 anos, se desloca para São Paulo atrás de roupas que atendam a seu gosto. “Por ser pastora de uma igreja evangélica, tenho que estar sempre bem vestida e elegante, e as lojas que existem hoje em dia não estão adequadas a este perfil. Por isso, quando vou comprar, vou até São Paulo para comprar roupas de grife. Já comprei roupas de outros tipos de marca, mas há aproximadamente um ano, só compro roupas e sapatos de marca [evangélica]”. Para Leila, a vantagem dessas roupas está na confecção e no acabamento, “deixando a roupa mais confortável e elegante".

Pensando nisso, Ivone Pizani Gonçalves abriu uma das primeiras confecções especializadas em moda evangélica, a Raje, que também fica na região do Brás. Evangélica, Ivone sempre trabalhou no ramo, costurando ou revendendo roupas, até decidir se especializar em moda feita especialmente para esse público.
“Hoje a gente tem equipe trabalhando, mas naquela época [perto dos anos 2000], era só eu que fazia tudo: criava, desenvolvia. Eu e meu filho. Nós começamos cortando uma quantidade bem pequena, sempre com um pouco de medo, mas depois ficamos muito surpresos. Foi espantosa a procura”, relata Ivone, que, no início, contava apenas com seus dois filhos e hoje, entre as equipes de venda, de criação, de corte e acabamento final emprega 30 pessoas diretamente.
Ivove Gonçalves é dona da Raje, uma das mais antigas confecções de moda evangélica em São Paulo (Foto: Anay Cury/G1)
Ivove Gonçalves é dona da Raje, uma das mais antigas confecções
 de moda evangélica em São Paulo
(Foto: Anay Cury/G1)
Na Raje Jeans, o carro chefe são as saias, que custam de R$ 39 a R$ 45 e recebem no tecido aplicações de muitos detalhes. “A moda evangélica não proíbe nada de acabamento que não seja escandaloso. Hoje, as moças evangélicas querem sempre estar dentro da moda. Podem estar discretas, mas com a cor da moda, por exemplo. Qualquer tipo de roupa que esteja sendo usada, que é lançado por estilista famoso, que está na mídia, pode ser usada, sem problema nenhum. Tudo é permitido desde que [ela] não esteja usando uma roupa muito curta, uma calça comprida, uma roupa sem manga e decotada”.
Na busca por estampas e cores que estarão nas lojas nas próximas estações, as equipes de estilistas das confecções viajam a feiras de moda em outros países e participam de todas as semanas de moda realizadas no Brasil.
Jonhson Cavalcanti, que traz o design de moda festa em experiências anteriores (Foto: Anay Cury/G1)
Jonhson Cavalcanti, que traz o design de moda
festa em experiências anteriores
(Foto: Anay Cury/G1)
“A gente faz uma pesquisa ampla de estamparia, de tecido para adaptar à moda evangélica. Buscamos inspiração em Fashion Week, em feiras do setor. Eu ando muito, então, vou vendo o que está acontecendo no dia a dia, nos filmes, nas músicas, até nos jornais”, disse o estilista Jonhson Cavalcanti, que traz o design de moda festa em suas experiências anteriores.
Hoje, os três principais canais de venda das confecções evangélicas são lojas físicas, revenda e internet, cuja procura tem sido cada vez maior. “Pela internet, economizo tempo e adquiro peças que geralmente não encontro por aqui. Nem sempre os tamanhos dão certo, mas, no meu caso, sempre encontro alguém em que caiba e nunca devolvi nenhuma peça”, disse a policial civil Maria de Fátima Costa da Silva, 51 anos, de Natal (RN).
Isabel dos Santos Ramos, 35 anos, veio pela segunda vez a São Paulo para comprar roupas evangélicas e revendê-las no interior do Acre. “Compensou muito na primeira vez. Fiz um teste e agora voltei cheia de encomendas”, disse a revendedora, acompanhada da amiga Maria Aparecida Gusmão da Silva, 55 anos, que mora na capital paulista e a levou para “os melhores lugares”. “Me sinto muito mais à vontade”, diz.
Maria Aparecida Gusmão da Silva só compra suas roupas em lojas especializadas em moda evangélica (Foto: Anay Cury/G1)
Maria Aparecida Gusmão da Silva só compra suas
roupas em lojas
 especializadas em moda evangélica
(Foto: Anay Cury/G1)
Thais Cristina Barbosa, 26 anos, é de Osasco, região metropolitana de São Paulo, trabalha com moda evangélica há quatro anos e meio e revende roupas de oito marcas. No início, trabalhava sozinha. Porém, teve de pedir ajuda para o marido e para a irmã. No primeiro mês em que começou a vender, tinha cinco clientes e, um ano depois, esse número já tinha subido para 180.

Do total de clientes que Thais atende hoje – ela não revelou o número – 10% não são evangélicas. E é esse filão que muitas empresas também querem atingir. “São mulheres que trabalham em banco, escritório, por exemplo, e que querem roupas bonitas, mas mais discretas, na altura do joelho.” “É muito difícil achar coisas que sejam discretas, mas de bom gosto. Eu mesmo passei por isso no início. Agora não, uso as roupas que gosto e faço até marketing”, conta.
Como as roupas costumam cobrir ombros e pernas, muitas mulheres que usam tamanhos grandes e que, independentemente de serem evangélicas ou não, não gostam de mostrar os braços, por exemplo, têm recorrido aos modelos desse tipo de moda. “Às vezes, as clientes entram aqui, se apaixonam por um vestido e só quando vão pagar é que veem que a loja é de moda evangélica”, afirmou Fabrício Pais.
Leila Fonseca, consumidora de Guarulhos, e Thais Barbosa, revendedora de oito marcas evangélicas  (Foto: Arquivo pessoal)
Leila Fonseca, consumidora de Guarulhos, e Thais
Barbosa, revendedora de oito marcas evangélicas
(Foto: Arquivo pessoal)
Tamanho aumento da quantidade de confecções que estão sendo abertas – ainda não há dados oficiais -, muitas empresas chegam a se queixar e até começam a reduzir a produção neste início de ano. É o caso da Clara Rosa Moda Evangélica, de Cianorte, no interior do Paraná. “A procura é grande no setor, mas nós não crescemos de 2010 para 2011. Mantivemos o faturamento, porque houve um reajuste de preços, mas não crescemos”, afirma o diretor Aparecido Martins de Lima.
Riscos
Antes de abrir um negócios, por mais interessante que possa parecer, é preciso antes de tudo estudar o público alvo e desenvolver um plano de negócios, principalmente em moda, de acordo com Ivan Bismara, coordenador do curso de Moda da Fundação Armando Alvares Penteado (Faap).

“Segmentação é, sem dúvida, uma tendência, como vem sendo desde os anos 1980, na época em que surgiram as surf shops. O risco que se corre é quanto à administração dos negócios, saber onde você está investindo. Onde eu me comunico com meu público? Nesse caso das lojas de surf, a maioria quebrou por não ter sido bem administrada.”
Consumidora observa modelos de moda evangélica na região do Brás, em São Paulo (Foto: Anay Cury/G1)
Consumidora observa modelos de moda evangélica na região
do Brás, em São Paulo
(Foto: Anay Cury/G1)
Para os próximos anos, a coordenadora da pós em Comunicação da ESPM afirma que o universo infantil deverá ganhar mais atenção da moda evangélica. “Era uma coisa muito necessária [a moda evangélica]. Cresceu e vai continuar crescendo”, diz Selma.


Anay CuryDo G1, em São Paulo
Informações G1

Record comemora audiência de minissérie e se compara a Davi por derrotar a gigante Globo

No Rio de Janeiro o segundo capítulo de “Rei Davi” ficou com 19 pontos no Ibope enquanto a concorrente marcava 14 pontos
Em um anúncio que divulga a minissérie Rei Davi, a Rede Record se comparou ao personagem principal que mesmo sendo pequeno derrotou o gigante Golias. Nesse caso o gigante é a Globo.

Na peça publicitária que foi veiculada nos jornais “O Dia” e “Lance!” a trama era anunciada com essas palavras “A história se repete: Davi derrotou o Golias!”. No final do anúncio a comemoração dos índices do Ibope. “Rei Davi Líder isolado de audiência!”

A minissérie estreou na terça-feira, 24 de janeiro, e aumentou os pontos do Ibope da Record se comparado ao mesmo horário de semanas anteriores, mas na quinta-feira o segundo capítulo de Rei Davi deixou a emissora de Edir Macedo na liderança do Ibope no Rio de Janeiro, com 19 pontos de audiência (cada ponto represente 58 mil domicílios) contra 14 pontos da Globo.

Foi nessa batalha que a Record se comparou com a história bíblica e resolveu comemorar e anunciar a trama para os leitores desses jornais. Em São Paulo o segundo capítulo também foi um sucesso e chegou a passar a Globo, mas com uma diferença menor, 15 a 12.

Escrita por Vivian de Oliveira a trama tem 29 capítulos e está sendo transmitida todas as terças e quintas-feiras a partir das 23h para todo o Brasil. No site R7, ligado a Record, é possível encontrar um hotsite da minissérie com todos os personagens e informações referentes a gravação de o “Rei Davi” que custou cerca de R$25 milhões aos cofres da emissora.

Com informações Uol
Gospel Prime

Editoras eliminam palavras “Pai, filho e Filho de Deus”, da Bíblia para agradar muçulmanos

As prestigiosas organizações “Wycliffe Bible Translatores”, “Summer Institute of Linguistics (SIL” e ” Frontiers”, com sede nos Estados Unidos, se tornaram foco de uma controversia por “remover da Bíblia as palavras ‘Pai’, ‘Filho” e ‘Filho de Deus’. A razão para isso é tentar fazer uma Bíblia ‘Muslim-friendley’ (Amigável ao muçulmano) ou seja uma Bíblia que não usam ‘termos ofensivos’ para os muçulmanos.”

A controvérsia gira em torno de que em primeiro lugar, Wycliffe e SIL tem produzido “Historias dos Profetas”, uma Bíblia árabe que usa o equivalente árabe de “Senhor” em vez de “Pai” e “Messias” em vez de “Filho”.

Em segundo lugar, a Frontiers e SIL tem produzido “Meaning of the Gospel of Christ” (Significado do Evangelho de Cristo), sendo uma tradução árabe que elimina o “Pai”, em referencia a Deus e substitui por “Allah”, e elimina ou redefine a palavra “Filho”.

Por exemplo, no versículo que os cristãos usam para justificar e ir por todo o mundo e fazer discípulos, cumprindo assim a Grande Comissão (Mateus 28:19), diz: “Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;” eles mudaram para “os limpara com água em nome de Alá, o Messias e seu Espírito Santo”.

Esta tradução já foi publicada em um grande numero e distribuída em varias nações de maioria muçulmana, como Bangladesh, Indonésia e Malásia.

Em resposta a estas traduções, muitos dentro do movimento de missões evangélicas, como muitos muçulmanos convertidos, tradutores e cristãos e nativos dos países onde estas traduções estão sendo usados, estão indignados. Uma petição com mais de três mil assinaturas, exigem que as editoras ponham fim a estas traduções.

Portal Padom




Irlanda do Norte ainda separa crianças católicas e protestantes nas escolas

As escolas mistas existem há mais de 20 anos, mas muitos pais não matriculam seus filhos nesses colégios
Apesar das escolas mistas terem sido criadas em 1989 na Irlanda do Norte as crianças protestantes ainda preferem frequentar escolas de suas comunidades e as famílias católicas optam pelo mesmo. A separação entre os cristãos daquele país já gerou muitas guerras e muitas mortes, talvez por isso a convivência ainda não foi estabelecida por completo.

Na escola primária católica da cidade de Derry “Star of the Sea”,  voltada para meninas, há 286 crianças entre 8 e 9 anos, nenhuma delas é protestante, o que confirma essa tese de que a separação histórica ainda não acabou.
 

O primeiro-ministro, Peter Robinson, diz que é difícil construir um país tendo que educar as crianças separadamente. “Dadas nossas divisões históricas, penso que será difícil construir um país unido se continuarmos a educar nossas jovens crianças separadamente”, afirmou ele em abril de 2011.

De acordo com estudos locais 94% das crianças protestantes ainda frequentam escolas de suas comunidades, contra 92% no caso dos jovens católicos. Para a diretora do “Star of the Sea”, Vonnie Hunter, o motivo desses números seria a tradição. “Os pais ainda dão preferência às escolas associadas a suas comunidades por tradição, mas também porque ainda existe na mentalidade norte-irlandesa a ideia de que sua religião traz os melhores valores para educar as crianças”, afirmou.

Todos os professores precisaram obter “certificado de educação religiosa” para poder lecionar nas escolas. “Uma prova de seriedade para muitos pais, uma vez que eles não conhecem as referências dos professores nas escolas mistas”, disse Hunter.
Mas apesar disso a diferença entre os alunos que estudam em escolas separatistas e os que estudam em colégios mistos podem ser percebidos na forma como esses alunos passam a enxergar a história e o futuro do país. “Certas coisas mudaram em como vejo as comunidades, aprendi muitas coisas desde que fiz verdadeiros amigos católicos”, diz Paul, um adolescente de 14 anos que estuda na “Royal Belfast Academic Institution”.

Um estudo realizado pela socióloga Bernadette Hayes mostra que  65%% dos protestantes que passaram por uma escola mista se dizem a favor de uma união com a Grã-Bretanha, contra 80% entre o resto da população protestante. Entre os católicos, 35% dos alunos ou ex-alunos de escolas mistas são a favor de uma República Unida da Irlanda, contra 51% no geral
Dilemas sobre escolas mistas
Mesmo depois de mais de 20 anos de implantação as escolas mistas são pouco frequentadas na Irlanda do Norte, mas alguns pais já possuem a consciência de que é importante educar seus filhos com crianças de outras comunidades. Quem pensa assim é William Fague, católico, pai de dois garotos de 6 e 12 anos. “Do ponto de vista simbólico, era um comprometimento forte para mim, pensar que meus filhos iam jogar bolinha de gude com crianças protestantes”, disse.

Mas ao contrário de William, outros pais são temerosos em relação ao ensino religioso que será oferecido aos seus filhos e como saída para essa situação o diretor da escola protestante “Belfast Model”, Johnny Gragam, sugere escolas neutras.

“Seriam necessárias escolas neutras do ponto de vista religioso, mas que lugar na Irlanda do Norte é neutro? Enquanto os próprios bairros não forem mistos, os pais não poderão ser forçados a mandar seus filhos para escolas mistas”.
Além de dividir a sociedade da Irlanda do Norte entre católicos e protestante também acontece uma segregação social. “De alguns anos para cá, estamos tendo um número crescente de crianças que precisam ser acompanhadas por assistentes sociais, ou de pais que se encontram em situações econômicas terríveis e têm dificuldades para cuidar de seus filhos”, conta Vonnie Hunter, diretora da escola “Star of the Sea”.

Com informações Le Monde
Gospel Prime
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