Apenas 66% da população reconhece que Jesus é a figura mais importante da história

Estudo mostra que a maioria desconhece
seu impacto na cultura
O pastor John Ortberg, da Igreja Presbiteriana de Menlo Park, na Califórnia, utilizou um estudo realizado pela Harris Interactive para a editora Zondervan para alertar as igrejas que as pessoas, em geral, “não conhecem a verdade sobre Jesus”.

Mesmo que 66% dos entrevistados digam acreditar que Jesus é a figura mais importante da história, o estudo mostra que poucos realmente entendem quem Ele é.

“Muita gente não sabe do papel de Jesus na criação de uma sociedade onde todos os seres humanos são reconhecidos, têm direito, devem ser incluídos e considerados iguais”, diz o pastor.

“Essa realmente era a ideia que começou em Israel e se espalhou pelo mundo, através dos seguidores de Jesus: todo ser humano foi criado à imagem de Deus, é amado por Deus, e consequentemente, deveríamos ter compaixão por todos”, acrescenta Ortberg.

Ele afirma que instituições como orfanatos e hospitais originaram-se com os seguidores de Jesus, que lembravam de Seus ensinamentos e compaixão e decidiram cuidar dos outros.

Ele também lembra que havia um desequilíbrio entre os sexos durante os tempos de Jesus, cerca de 1 milhão de mulheres para 1,4 milhões de homens. Uma grande quantidade de meninas morria durante o parto ou eram mortas ao nascer, por causa de seu sexo, considerado menos valioso.

“Foi realmente através dos ensinamentos de Jesus, e o caminho que Ele ensinou a mulheres, bem como a homens, que se reconheceu que elas também traziam a imagem de Deus em si. Elas foram as primeiras testemunhas da ressurreição e foram líderes na igreja primitiva, onde muito antes da sociedade ensinava-se sobre a grande dignidade, o valor, e a igualdade das mulheres se espalhou”, explica o pastor. “Então, os ensinamentos de Jesus melhoraram em muito a condição das mulheres.”
Ortberg reuniu vários dados da pesquisa promovida pela Harris/Zondervan em seu novo livro, lançado para ‘aquecer o Natal’: Who Is This Man?: The Unpredictable Impact of the Inescapable Jesus [Quem é este homem? O impacto imprevisível do inescapável Jesus].

Ele revela, por exemplo, que 89% das pessoas desconhecem que os seguidores de Jesus foram os pioneiros nos conceitos de alfabetização universal e educação. O pastor acha que é uma vergonha as pessoas não saberem mais sobre quem eles admitem ser a figura mais importante da história.

Após a divulgação recente de um fragmento de papiro onde Jesus supostamente diz que teria uma esposa, muitos historiadores e teólogos questionam o que as pessoas realmente sabem sobre a vida de Jesus.

A pesquisa da Harris/Zondervan revela que a maioria das pessoas não compreende a influência de Jesus na cultura, apesar de reconhecer sua imagem 2.000 anos depois de sua morte. A maioria dos entrevistados não foi capaz de responder corretamente a perguntas a respeito de sua influência e ensinamentos. Menos da metade (47%) reconhece que Jesus foi o primeiro homem a defender a ideia de uma sociedade inclusiva e igualitária.

“Do ponto de vista puramente humano, a maior surpresa é que Jesus conseguiu exercer alguma influência. Normalmente, o legado de alguém fica evidente no momento em que se morre. No dia em que Alexandre, o Grande, César Augusto, Napoleão, Sócrates e Maomé morreram, suas reputações já eram enormes. Quando Jesus morreu, seu movimento pequeno e frágil não dava indícios que resistiria ao tempo”, afirma Ortberg.

“Vivemos em um mundo onde o impacto de Jesus é imenso, mesmo assim seu nome não pode ser mencionado em vários países”, lembra.

A pesquisa foi realizada online entre 13 e 17 de setembro e entrevistou 2.339 adultos, entre os quais 1.062 afirmavam ser cristãos.

Com informações de Christianity Today, One New Snow e Harris Interactive
GP

Pesquisa mostra que cristãos preferem evangelizar amigos

A maioria dos cristãos acreditam que compartilhar sua fé com os amigos é uma forma eficaz de evangelismo. É o que mostra uma pesquisa realizada pela Aliança Evangélica para determinar se os cristãos ainda estão evangelizando no século 21.

Constatou-se uma mudança na forma que os cristãos estão falando sobre sua fé, a partir da pregação ao ar livre que tipificava o evangelismo no século 19 e início e meados do século 20.

Enquanto apenas nove por cento disseram que a pregação na rua era uma forma eficaz de falar de Jesus, 80 por cento disseram que a intimidade de um grupo de amigos era um lugar mais seguro e eficaz para compartilhar suas crenças.

Cinquenta e sete por cento disseram que são suas ações que fazem com que as pessoas conheçam a Jesus, ao invés de suas palavras. Com 55 por cento está o grupo que diz ter visto pessoas chegarem à fé através da participação em projetos comunitários.

Pouco menos da metade (48 por cento) admitiram que estavam com muito medo de falar sobre sua fé aos não-cristãos.

Curiosamente, um maciço de 87 por cento dos entrevistados disseram que sentiram que a má imagem pública da Igreja e de seus líderes estava impedindo o evangelismo.

Dave Landrum, diretor de advocacia da Aliança Evangélica, disse: “Um homem em um palanque no meio de uma praça não é onde o evangelismo está sendo feito nos dias de hoje. Uma palestra é muito menos atraente do que uma conversa durante o café com os amigos. E aí reside o sucesso do cristianismo.

Segundo Dave Landrum, “esta pesquisa mostra que, embora a confiança para compartilhar nossa fé tenha tido sucesso nos últimos anos, é preciso que aconteça de maneiras diferentes”.

Fonte: Overbo
Fé em Jesus 

Estudo de emissora cristã convida ateus a orarem

Um apresentador de rádio de uma emissora cristã inglesa fez um desafio a ateus para que esses orassem por 40 dias e compartilhassem suas experiências ao final do período.

A proposta de Justin Brierley, da rádio Premier, se baseou no estudo “Praying to stop being an Atheist” (em tradução livre, “Orando para deixar de ser um ateu”), desenvolvido pelo filósofo Tim Mawson, da Universidade de Oxford.

O convite de Brierley durante o programa Unbelievable? (Inacreditável?) foi direcionado a 71 ateus ou agnósticos, que deveriam participar do desafio chamado “Atheist Prayer Experiment” (Experiência de Oração com Ateus, em tradução livre) durante o período estipulado.

As regras, segundo o blog O Contorno da Sombra, eram orar por alguns minutos durante o período, pedindo que Deus se revelasse a eles. Entre os que toparam o desafio, seis pessoas disseram que seus resultados não deveriam ser contabilizados, pois elas haviam falhado com o projeto; catorze não responderam; um se manifestou “indeciso”, afirmando estar “procurando ter fé”; e dois disseram ter terminado crendo em Deus.

Os demais, que se somam quarenta e oito, afirmaram que Deus não se revelou a eles. Entre esses, alguns disseram que não oraram todos os dias e outros só o fizeram no início do desafio.

Entre os participantes, dois casos específicos chamaram a atenção: um dos participantes perdeu o pai dois dias após se inscrever no projeto e o outro, escapou por pouco de um acidente automobilístico, mas viu uma mulher que estava próxima ser atropelada pelo carro que havia ultrapassado o semáforo.

Este último afirmou que ficou indignado com a frieza das pessoas, pois somente ele e uma enfermeira que passava pelo local se importaram em ajudar. Como forma de mudar a situação, ele chegou em casa e fez uma oração pedindo que Deus cuidasse da vítima e perdoasse os omissos, pois eles não sabiam o que estavam fazendo.

Por Tiago Chagas, para o
Gospel+

Igreja Católica oferece o perdão dos pecados

 
O polêmico e suposto dia em que ocorrerá o fim do mundo, 21 de Dezembro de 2012, está ainda causando que muitos se preparem para o acontecimento. Entre eles, uma igreja católica está oferecendo perdão dos pecados.

Segundo a Acontecer Cristiano, a Igreja Católica de Assis, na Umbria, Itália, organizou uma campanha de “perdão dos pecados” pela pequena quantia de 16 dólares (cerca 35 reais).

“De acordo com as previsões, o mundo está a chegar ao fim. Mas não tema, o perdão dos pecados tem a chancela da Igreja Católica de Assis (...)”. “(...) Neste período cinzento e deprimente que atravessa a Humanidade, oferecemos a todos um presente maravilhoso, uma oferta incrível de 50% nas indulgências.”

Os membros da Igreja Católica se oferecem para apagar os pecados dos interessados que adquirirem a oferta.

“As absolvições são o primeiro passo no caminho para Deus. O comprador já começará praticando o bem, pois o valor do produto será doado a instituições de caridade”, diz o anúncio.

De acordo com uma publicação, o anúncio ainda explica que, para obter o perdão, as pessoas devem ser mais gentis demonstrando preocupação com as dificuldades alheias. A oferta seria uma forma de tomar esta atitude - pois o valor arrecadado será doado a instituições de caridade.

A notícia causou polêmica e as opiniões sobre o assunto se dividiram. Muitos consideraram o anúncio uma piada, enquanto outros ficaram indignados por considerar que a questão do perdão deve ser tratada com seriedade.

Essa não foi a primeira ação polêmica de preparação para o fim do mundo. Segundo o jornal Russia Today, uma agência de turismo na Ucrânia começou recentemente a oferecer tickets para o céu e o inferno.

Além disso, outras lojas em cidades da Rússia começaram a vender kits de sobrevivência que incluem: velas, fósforos, sabonete, cereais e outros.

Informação Christian Post

NASA desmente “fim do mundo” e alerta sobre suicídios


Teorias que preveem catástrofe no dia 21 de dezembro se multiplicam
Após receber uma verdadeira enxurrada de cartas, e-mails e mensagens, enviadas por mais de 5 mil pessoas preocupadas com as teorias que anunciam o fim do mundo para o dia 21 deste mês, a Agência Espacial Norte-Americana (NASA) emitiu um “desmentido” oficial.

Através de uma conferência online, que contou com a participação de diversos cientistas, emitiu um parecer negando que haja indícios que o fim da planeta esteja próximo.

O astrobiologista David Morrison, do Centro de Pesquisa Ames, da NASA, demonstrou preocupação em “falar mais diretamente” às pessoas e publicou um vídeo no YouTube, explicando porque o mundo não vai acabar.

Veja aqui o vídeo:


“Fiz isso porque muitas pessoas escrevem para a NASA pedindo respostas sobre essas teorias do fim do mundo. Particularmente, estou preocupado com as crianças que me escreveram afirmando que estão com medo, que não conseguem dormir nem conseguem comer. Algumas dizem que estão até pensando em suicídio”, explica Morrison.

“Um professor chegou a dizer que alguns pais de seus alunos estariam planejando matar os filhos para escapar desse ‘apocalipse’. O que pode parecer uma piada para muitos, ou é um mistério para outros está realmente preocupando algumas pessoas. Por isso é importante que a NASA responda a essas perguntas enviadas”.

O principal problema é a enorme quantidade de rumores difundidos pela internet em relação ao que supostamente ocorrerá dia 21. A mais conhecida teoria está relacionado com a última data do calendário da antiga civilização maia.

Outro forte rumor envolve o planeta “Nibiru’ e tem origens nos textos do escritor Zecharia Sitchi, datados da década de 1970. Segundo suas teorias, documentos da civilização Suméria, que habitava a Mesopotâmia, preveriam que um planeta se chocaria com a Terra, causando sua destruição.

“A data para o suposto choque inicialmente apontava para maio de 2003. Como nada aconteceu, foi mudado para dezembro de 2012, que coincide com o fim de um ciclo no antigo calendário maia”, assevera o site da NASA que agora tem um espaço dedicado ao assunto.

A Agência Espacial Norte-Americana explica que não há evidências concretas de que os planetas do nosso sistema solar estejam “se alinhando”, como afirmam algumas teorias. Além disso, explica que mesmo que isso ocorra, seus efeitos sobre a Terra seriam mínimos.

O site com os desmentidos científicos esclarece ainda que não há qualquer indício de uma tempestade solar fora do normal no final do ano e nega veementemente que haja algum corpo celeste em rota de colisão com a Terra.

“Simplesmente, não há base para essas afirmações”, diz a NASA. “Se esse Nibiru, ou Planeta X, fosse real e estivesse vindo em direção à Terra, nossos astrônomos já estariam observando isso há pelo menos uma década e seria algo visível a olho nu”.
 
GP
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