MP proíbe Pai Nosso em escolas de Campo Grande

A determinação do Ministério Público exigiu o fim das orações realizadas antes das aulas
As escolas municipais de Campo Grande que normalmente iniciavam as aulas orando o Pai Nosso, não poderão mais seguir essa rotina por recomendação do Ministério Público Estadual em Mato Grosso do Sul (MPE-MS).

Segundo a Secretaria Municipal de Educação, o MP, através da Promotoria de Direitos Humanos, ameaçou entrar com ação civil pública para impedir que as orações continuem acontecendo, assim como as demais manifestações de cunho religioso.

“A recomendação tem dois fundamentos: pela Constituição Federal o estado é laico, ou seja, um estado que não tem religião e o segundo é pela liberdade de religião. Não foi uma decisão imposta às escolas católicas ou evangélicas, mas uma decisão para escolas públicas que são pagas pelos impostos de todos”, comentou o promotor de Justiça Luciano Loubet em entrevista ao Bom Dia MS, da Rede Globo.

Já para o promotor da Infância, Juventude e Educação, Sérgio Harfouche, resolveu contestar a recomendação do MPE dizendo que os alunos que não quiserem participar, podem recusar orar o Pai Nosso.

“Se é interesse de alguém não participar, que assim o faça. Mas, eu tenho uma esmagadora maioria de pais nas escolas querendo que seus filhos tenham essa liberdade de expressão”, disse.

Para ele a oração não obriga os alunos a crerem em uma determinada religião. “Ninguém vai ser obrigado a crer ou não crer. Ninguém vai ser beneficiado por crer e nem punido por não crer. Impedir que as pessoas, assim tenham, como se tradicionalmente se tem na escola, me parece que isso é uma violação maior do que a que se pretende proteger”, afirma.

Alguns pais de alunos não gostaram da decisão, para a agente de saúde Elaine Martinez Brito, a oração não deve ser proibida por oferecer uma palavra boa para as crianças. “A oração não deve ser proibida”, diz Elaine ao G1.

"Os Dez Mandamentos - Nova temporada" vai causar rebuliço, aposta autora

Moisés (Guilherme Winter) e Arão (Petrônio Gontijo) em cena de "Os Dez Mandamentos - Nova Temporada"
Vivian de Oliveira teve apenas cinco dias de descanso antes de mergulhar novamente no Velho Testamento e trabalhar a sinopse do que viria a se tornar "Os Dez Mandamentos - Nova Temporada", que estreia nesta segunda-feira (4), às 20h30. 

Com a encomenda de uma simples continuação para o fenômeno que alavancou a audiência da Record em 2015, a autora não se deu por satisfeita até depois de vários ajustes na ideia inicial, que demorou a engrenar. A receita certa, segundo ela, continua a ter drama, humor, ação e efeitos especiais, mas vem renovada com novos personagens, como a temporada de uma série. Outro evento grandioso também está previsto: a rebelião de Corá (Victor Hugo).

"Desde a primeira temporada, esse personagem aparece com inveja, falso, fazendo jogo com Moisés (Guilherme Winter). Vai ter um determinado momento em que ele vai duvidar dessa autoridade. Quando acontece a rebelião, a terra se abre e os revoltosos são engolidos. Pode se tornar o Mar Vermelho, mas este era bem mais conhecido. A gente vai trabalhar para criar essa expectativa", conta a autora.

Mesmo enfrentando o "Jornal Nacional" em plena crise política e "Velho Chico", a novela pode repetir o sucesso da temporada anterior? "Acredito que vai causar um rebuliço sim", afirma Vivian, que diz não sentir pressão para repetir os números nem a sensação de "já ganhou". "Uma coisa muito legal que aconteceu foi que a novela conquistou um público muito fiel. Se fosse só uma continuação talvez frustrasse o público. Eu me guio por mim. É também uma novela novela, quero que achem interessantes os novos personagens", diz a novelista, que já entregou metade dos 60 capítulos à emissora. 

Vários empecilhos na travessia do deserto

O foco principal de Moisés e seu povo continua o mesmo: chegar a Canaã. Agora que os egípcios ficaram para trás, novos conflitos surgirão. O primeiro acontece entre os próprios hebreus, já que a travessia pelo deserto se estende mais do que o esperado - 40 anos.

"Para que alcançassem a promessa de Deus, eles precisariam de muita fé, de persistência. Mas, depois de um tempo, eles começam a esmorecer. Muitos reclamam, não acreditam, sentem falta do Egito, querem voltar. O maior empecilho é a incredulidade. Mas eles também vão encontrar outros povos no caminho", adianta.

O reino de Moabe é governado pelos cruéis Balaque (Daniel Alvim) e Elda (Francisca Queiroz), que contam com a ajuda do feiticeiro Balaão (Leonardo Vieira) para impedir a passagem dos hebreus. A mesma postura terá o general Oren (Alexandre Barros), do reino dos Amorreus.

"O Egito era uma potência, um reino poderosíssimo. Depois do Mar Vermelho, correu a fama dos hebreus, e esses povos agora estão preocupados, com medo. Quem é essa gente que está vindo pra cá?", diz a autora, acrescentando que Balaque e Balaão, por exemplo, são personagens bíblicos, apenas citados depois da passagem do deserto. Na trama, eles ganham história própria desde o primeiro capítulo.

Uol

O motivo legal e constitucional para o impeachment de Dilma. Os 7 crimes cometidos por Dilma


Por Dep Ronaldo Caiado 

Você já tem seu 'Quarto de Guerra'?

Cena do filme “Quarto de Guerra”, lançado nos cinemas brasileiros em dezembro do ano passado. (Foto: Divulgação)
Grandes guerras eu já travei e já ganhei em meu quarto de oração.
Aconselho a todos os irmãos que assistam ao filme “Quarto de Guerra”. Sucesso nos cinemas em todo o mundo, essa superprodução dos irmãos Kendrick já pode ser adquirida em DVD e mostra mostra a experiência de uma viúva cujo marido fora militar.

Com isso ela aprendeu muito sobre estratégias no campo de batalha, fazendo uma analogia entre as guerras que seu esposo travava no exército, com a guerra espiritual. Tudo resulta em um Quarto de Guerra, local onde a viúva costuma travar batalhas e vencê-las com a ajuda do maior general de todos os tempos, Jesus. Através da venda da casa ela conhece Elizabeth, uma jovem corretora de imóveis que vive um casamento em crise. 

Ao perceber que Elizabeth passava por problemas sérios, seu objetivo passa a ser ensinar a jovem de classe alta a vencer essa guerra em seu casamento, assim lhe apresenta o local preferido da casa: o Quarto de Guerra. Era ali, em meio às anotações, versículos bíblicos, oração e jejum, que a senhora Clara expulsava demônios, repreendendo satanás, fazendo atos proféticos, ordenando ao inimigo a sair de sua casa.

Baseado no Evangelho de Mateus, capítulo 6, versículo 6, que diz “Mas quando você orar vá para o seu quarto, feche a porta e ore à seu pai que está em secreto, então, seu pai que vê no secreto o recompensará”, esse filme muito edificante nos ensina uma série de lições: A primeira é que nós precisamos de uma estratégia para vencer as nossas batalhas internas e/ou externas; a segunda é que precisamos saber com quem estamos lidando e quem é de fato o nosso inimigo; os nossos olhos se abrem para o importante fato de que precisamos passar mais tempo com o Senhor, pois só Ele é capaz de vencer as nossas lutas. 

O poder do quarto 
Muito de nós testemunhamos experiências ao cumprirmos Mateus 6:6, uma vez que o quarto é o lugar mais íntimo de cada lar, pois é lá que choramos, descansamos e falamos com Deus.

O quarto também é considerado um local de milagres espantosos. Em 1 Reis 17:19, vemos o profeta Elias orando e ressuscitando o filho da viúva que lhe hospedou. 

Tenha o seu Quarto de Guerra 

Grandes guerras eu já travei e já ganhei em meu quarto de oração. Aprendi com meu Pastor e mentor Morris Cerullo,que nós devemos ganhar a batalha antes de sairmos de nosso quarto e é isso que eu quero passar para cada um de vocês. 

Estaremos lançando, nesse sábado (2), o propósito do “Quarto de Guerra”: um desafio para cada pessoa da igreja ter em sua casa um local de oração. A primeira tarefa será passar pelo menos uma hora por dia neste local. Para ajudar e incentivar os que participarem desse projeto, vamos também lançar um Manual de Oração, ensinando o que fazer em diversas situações. Por exemplo, quando a guerra for familiar, como orar por um filho perdido nas drogas, como orar por um casamento em crise, entre outros.

Orientações 

Nossa primeira oração nessa nova etapa das nossas vidas será pelo o Brasil, de acordo com Êxodo 12. Deus manda Moisés chamar os hebreus para que cada um sacrificasse um Cordeiro dentro da sua casa, assim foi instituída a Páscoa. Através dessa oferta, Deus mandou o livramento e o anjo da morte não atingiu as famílias cujas casas estavam com a marca do sangue do cordeiro. No dia seguinte, eles saíram do Egito e foram livres daquele principado. 

Nosso objetivo é que cada casa tenha um local de oração. 

“No Quarto de Guerra”, onde cada um irá erguer o Tabernáculo em sua casa, para que aconteça em nosso país o mesmo o que aconteceu no Egito quando eles foram libertos da opressão de faraó. Estamos escravizados por esse sistema de governo corrupto e precisamos dessa vitória, por isso iremos inaugurar o nosso Quarto de Guerra orando pelo Brasil, depois pela família, igreja, pelo Tabernáculo de Davi e pela volta de Jesus. Esses serão os nossos principais tópicos. 

Quero convidar você para reunir sua família, amigos, vizinhos, companheiros de oração e vamos juntos pelejar nas nossas casas, chamar a Presença de Deus para cada lar. Iremos fazer com que a Glória de Deus venha e traga paz. Cada família se fortalecerá, orando e vai fazer com que as igrejas sejam fortes, e que nossa nação também seja forte e sarada. Deus abençoe cada família que esta se reunindo agora para orar.

Guiame

Soldado é batizado em um trator no Iraque e vídeo emociona na internet; assista

Soldado dos EUA é batizado no carregador frontal de um trator, no Iraque. (Foto: Reprodução/Facebook)

O emocionante vídeo do batismo de um soldado norte-americano no Iraque começou a circular nas redes sociais na última sexta-feira (1º) e impactou milhares de pessoas no Facebook.

As imagens registram o carregador frontal de um trator cheio de água, tornando-se um tanque improvisado para que o soldado fosse batizado. Um outro soldado conduziu a cerimônia, levando seu companheiro às águas.

O som de um grande “amém” após o batismo mostra que muitos outros militares acompanharam o emocionante momento. Não há informações sobre a identidade de nenhum dos homens.

O batismo nas águas é uma declaração pública do compromisso de seguir a Jesus Cristo. “Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado”. (Marcos 16:16)

Em abril do ano passado, um vídeo semelhante gerou grande comoção nas redes sociais. Stephen Stromberg estava em missão com seus companheiros de unidade militar no Iraque e teve a oportunidade de ser batizado no rio Eufrates pelo capelão do exército, que estava junto ao grupo.

Assista: 

Assista:

Guiame
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