Crianças terão aulas de satanismo em escolas públicas dos EUA

O objetivo dos satanistas é combater os ensinos cristãos nas escolas
americanas, dando aos pequenos estudantes a seguinte
escolha: Jesus ou Satanás.
Nos Estados Unidos, é comum ver escolas abrindo espaço para a atuação de “clubes” após o horário das aulas aulas, sejam eles voltados para o reforço escolar, prática de esportes ou ensino religioso. Dentro desses grupos, o Templo Satânico enxergou a oportunidade de injetar seus ensinamentos nos alunos do ensino fundamental público por todo o país.

Nesta segunda-feira (1), o grupo irá iniciar o programa “After School Satan Club” (“Clube Satânico Pós Aulas”, em tradução livre) no condado de Prince George, em Virgínia. O objetivo dos satanistas é combater os ensinos cristãos nas escolas americanas, dando aos pequenos estudantes a seguinte escolha: Jesus ou Satanás.

"É fundamental as crianças compreenderem que existem múltiplas perspectivas sobre todas as questões, e que elas têm uma escolha em como pensar", disse ao The Washington Post o co-fundador do Templo Satânico, Doug Mesner.

Antes de dar início à sua expansão pelos Estados Unidos, o grupo pretende focar nas escolas que recebem o programa evangélico “Clube Boas Novas”, que ensina os princípios cristãos para crianças a partir de 5 anos de idade.

Embora o Templo Satânico carregue consigo todas as simbologias do satanismo, seus líderes insistem em dizer que o programa nas escolas não irá promover um culto ao Diabo. Segundo a publicação, o grupo não defende a crença na existência de Satanás ou Lúcifer, e rejeita todas as formas de supernaturalismo.

De acordo com Mesner, que também é conhecido como Lucien Greaves, "Satanás" é apenas uma "construção metafórica" que representa a maldade humana.

Dentro dos clubes pós-escolares, o grupo alega que irá trabalhar no desenvolvimento do raciocínio e das habilidades sociais. Isso inclui lanches saudáveis, aulas de literatura,  ciências e arte. Cada criança receberá um cartão de membro e deverá ter uma autorização dos pais para participarem.


Fonte: GuiaMe

Gwen Stefani comove fãs com mensagens de suas músicas: “Resposta das minhas orações”

Gwen Stefani é uma das cantoras pop mais ouvidas e premiadas da atualidade, e em um recente show, ela recebeu um testemunho da mãe de um garoto que ouvia suas músicas para superar o bullying sofrido na escola.

Embora não mantenha uma carreira voltada à música gospel, Gwen Stefani tem falado sobre sua fé com certa frequência nos últimos anos. Em seu álbum mais recente, “This is What the Truth Feels Like”, lançado no começo desse ano, ela afirma ter colocado uma síntese de sua relação com Deus nas músicas.

“Meu filho foi vítima de bullying do 1º ao 5º ano”, leu a cantora, contando para o público presente no show a mensagem enviada por uma das fãs. “Ele voltava para casa todos os dias chateado, então ele ia para o quarto e ouvia a sua música e sorria”, completou.

“O quê? Levante-se agora!”, gritou a cantora. O menino que sofria bullying foi erguido pelos fãs e levado até o palco, onde ela o abraçou e conversou longamente, incentivando-o, para delírio dos presentes.

Depois do show, Gwen Stefani comentou o episódio e explicou porque a história do menino a havia tocado: “Cerca de três anos atrás, quando as coisas estavam difíceis na minha vida eu orava a Deus todos os dias para que eu pudesse ter a chance de usar o meu dom, que Deus me deu, e fazer a diferença de alguma forma neste mundo. Na noite passada, este menino foi a resposta das minhas orações”, afirmou.

Os momentos difíceis a que a cantora se referiu foi o divórcio enfrentado após 13 anos de casamento. Em dezembro de 2015 ela comentou essa situação e disse que o momento de dor a aproximou de Deus: “Tem um monte de pessoas ao meu redor que vieram para ajudar e me faz sentir como uma nova pessoa e me elevar […] Existem amigos incríveis que já passaram por coisas semelhantes ao mesmo tempo. É incrível como Deus trabalha e coloca as pessoas para ajudá-lo através de tempos difíceis”.

Confira o vídeo do momento:



Fonte: GospelMais

Ocidente deve se acostumar com o terrorismo cotidiano, alertam especialistas

Nice, França
Uma das poucas vozes sensatas a anunciar um prognóstico claro da situação da França é Patrick Calvar, Chefe do Departamento de Segurança Nacional (DGSI, na sigla original).

Desde o ano passado ele vem fazendo avaliações sombrias sobre o futuro do seu país por conta do radicalismo islâmico. “Estamos à beira de uma guerra civil”, afirmou ele em meados de julho à Comissão dos Membros do Parlamento, que fazia um levantamento dos ataques terroristas de 2015.

Seja pela invasão da redação da Charlie Hebdo, o atentado no clube noturno Bataclã – em Paris – ou os atropelamentos propositais em Nice, o quadro em solo francês aponta para incapacidade do governo em evitar o pior.

Calvar enviou uma mensagem à comissão parlamentar encarregada da defesa nacional.  “A Europa corre perigo. O extremismo cresce em todos os cantos… mais um ou dois ataques terroristas e poderemos nos ver diante de uma guerra civil [contra muçulmanos]”, diz o comunicado.

A decisão das autoridades francesas foi surpreendente. Decidiram não mais divulgar informações sobre a origem dos terroristas, tentando desvincular todos os ataques de motivações religiosas, sob a justificativa que não desejam fazer publicidade dos radicais do Estado Islâmico, mesmo que seguidamente eles assumam a autoria das mortes.


Quadro semelhante na Alemanha

Ao mesmo tempo, na Alemanha, que capitaneia a campanha para absorção de refugiados, a imprensa evita relatar os sucessivos casos de estupros realizados pelos imigrantes. Segundo reportagem do jornal inglês Daily Mail, somente na virada do ano foram 1.200 casos de ataques sexuais.

O caso mais emblemático é o de Selin Gören, 24 anos, a porta-voz nacional do movimento jovem de esquerda Solid. Ela ajudava refugiados na cidade de Mannheim e foi abusada sexualmente por três homens. À polícia, mentiu, afirmou que seus violadores eram alemães, quando na verdade eram imigrantes muçulmanos. Dias depois, decidiu mudar a versão, justificando que não quis “incitar mais o ódio e o racismo”.

Willy Wimmer, ex-secretário de Estado para os assuntos da Defesa da Alemanha e um importante líder do Partido Democrata Cristão, fez duras críticas as políticas da chanceler Angela Merkel.

“Nossas fronteiras estão subprotegidas e não sabemos quantas pessoas entraram no país, nem quantos terroristas se juntaram a elas…  nós vamos para a guerra em todos os lugares, e enquanto continuarmos com essa política vamos enfrentar uma verdadeira tragédia mais cedo ou mais tarde”, disse ele em entrevista esta semana.

Para ele, a situação atual da Europa remete ao período que antecedeu a última guerra mundial, com a polarização de opiniões e o surgimento de radicais nacionalistas que desejam expulsar os muçulmanos da nação. “O que ela tem na cabeça para destruir o nosso país?… Estamos destruindo tudo que foi organizado depois da Segunda Guerra”, finalizou.


Continente americano pode ser o próximo

Philip Haney, ex-analista do Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos está lançando um livro onde denuncia que os governos europeus estão basicamente dizendo a seus cidadãos que simplesmente se acostumem a ver o terrorismo como algo cotidiano. A maior prova disso é qeu não fazem nada realmente eficaz para mudar isso.

“[Os europeus] estão sendo orientados a não apenas se acostumar com o terrorismo, mas também a aceitar que seus líderes nunca irão desistir de manter as fronteiras abertas, não importa o quão ruim fique a situação do terrorismo ou a crise migratória”, sentencia.

M. Davis, um PhD em ciências políticas, e autor de “House of War: islamic Jihad Against the World” [Casa de Guerra: A jihad islâmica conta o mundo], acredita que o Ocidente enfrenta uma escolha existencial.

“A violência terrorista já provou ser cíclica, e agora estamos em uma clara ascensão”, disse Davis. “O terrorismo tornou-se parte da paisagem social, assim como existem em outras partes do mundo, por exemplo, carteis de drogas nas américas, por exemplo”, sublinha.

Acredita ainda que “alguma forma de guerra civil não parece estar muito distante”, insistindo que, dependendo dos resultados das eleições no final do não, a situação dos Estados Unidos poderá seguir o mesmo caminho. Com informações de WND


Fonte: Gospel Prime

Desfile na Palestina mostra “crianças terroristas”

Festival da Família na verdade é uma demonstração de
força militar anti-Israel
O braço militar da Jihad Islâmica, conhecido como Brigadas Al-Quds, realizaram uma espécie de parada militar no dia 28 de julho na cidade de Gaza.
O evento oficialmente homenageava os jihadistas mortos durante a guerra promovida pelo Hamas em 2014 contra Israel. Contudo, era clara sua estratégia de usar a data para desfilar os novos armamentos da facção terrorista palestina.

O nome do evento é “Festival da Família: Laços de Sangue”, onde desfilaram centenas de soldados fortemente armadas e com os rostos cobertos. As imagens mais chocantes são das crianças treinadas a odiar os judeus praticamente desde que nascem. Muitas delas estavam vestidas como terroristas, carregando armas de verdade e até gritando palavras de ordem.

Essa tática é recorrente no Oriente Médio, onde a meninos e meninas são ensinadas táticas de guerra nas escolas. Dois meses atrás, um programa de televisão mostrou o “Festival Palestino para Crianças e pela Educação”, evento patrocinado por várias ONGs internacionais que dizem fazer investimentos na área educacional.

Ofir Gendelman, porta-voz do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu comparou a atitude aos vídeos de recrutamento do Estado islâmico. “Se eles fazem isso em peças da escola não é de admirar que seus filhos façam ataques reais quando forem mais velhos”, disparou.

Armamentos vindos do Irã

O site palestino de notícias Al Watan cobriu o desfile e mostrou que o grande destaque foi um novo foguete de longo alcance.

O míssil M-302, capaz de atingir alvos a até 150 quilômetros de distância, é o mesmo tipo que foi confiscado por Israel quando sua marinha interceptou o navio KLOS-C em 2014. De acordo com as autoridades israelenses, faziam parte de um carregamento de armas contrabandeadas do Irã para Gaza, através do Sudão.

Conforme relatado pelo site judeu Algemeiner não há muitos detalhes sobre as capacidades exatas do novo armamento dos palestinos, mas deixou claro que a Faixa de Gaza está em clima de guerra.

Mês passado, o embaixador de Israel nas Nações Unidas advertiu que a proliferação de mísseis apontados para Israel está fora de controle. Dez anos atrás, o Hezbollah tinha 7.000, hoje o total é de 120 mil.

O número é superior ao que possuem todos os aliados europeus da OTAN combinados. O vice-comandante da Guarda Revolucionária do Irã, general Hossein Salami, confirmou os números em discurso recente.

“Só no Líbano, há 100.000 mísseis prontos para serem disparados”, afirmou. Assegurou ainda que existem dezenas de milhares de mísseis de longo alcance que poderiam ser lançados de territórios islâmicos contra o “território ocupado” de Israel.

O fim das sanções econômicas contra o Irã, promovidas pelo acordo nuclear proposto pelo governo Obama possibilitou que bilhões fossem injetados na economia do país. Apesar de negarem, a multiplicação dos armamentos visto no desfile palestino e o financiamento de grupos terroristas como o Hezbollah mostra que Teerã está por trás dessas investidas contra Israel.

A ideia de um exército infantil também encontra inspiração na história iraniana, sobretudo durante a década de 1980 quando usaram dessa estratégia na guerra com o Iraque.


Fonte: GospelPrime

Missionários de todo o mundo estão no Rio para evangelizar durante Olimpíadas

Missão Lay Witnesses for Christ International
mobiliza igrejas no Rio de Janeiro
Grandes eventos esportivos sempre são um atrativo para turistas do mundo todo. 
As missões evangélicas tradicionalmente aproveitam essas oportunidades para fazer grandes esforços de evangelização. 
Além de tentar alcançar os atletas, eles têm a oportunidade de pregar para pessoas do mundo todo. Algumas delas vindas de países onde o nome de Jesus muitas vezes não pode ser anunciado livremente.

O fato é que missionários de todas as partes do mundo estão vindo para o Brasil, onde se juntarão a voluntários nativos para um grande esforço para alcançar o maior número de pessoas possível. Uma das missões que vem trabalhando a mais tempo para isso é a Lay Witnesses for Christ International. Fundada pelo norte-americano Sam Mings e sua esposa Sharon, a partir de 1984 eles já trabalharam em oito Olimpíadas consecutivas. Desde a fundação, diz ele, “Nosso foco sempre permaneceu o mesmo: Impactar o nosso mundo para Jesus Cristo!”.

O trabalho no Rio em 2016 será desenvolvido através de uma parceria com a Igreja Batista Atitude, que já mobilizou cerca de 150 membros para participar do “ReachOut”, projeto que está em andamento e durará até o final da Paraolimpíada, em setembro.

O portal Gospel Prime conversou com dois representantes do Lay Witnesses, o brasileiro Max Índio e a argentina Rebeca González.  Eles explicam que já está em curso uma campanha de oração, pois todos os cristãos deveriam se envolver de alguma forma com a obra missionária.

A mais importante é a oração, com a qual todos os cristãos podem se envolver, independentemente do quão longe morem do Rio de Janeiro.

Max conta que até agora são sete denominações envolvidas, reunindo mais de mil igrejas do estado do Rio de Janeiro. Para Rebeca, os voluntários estrangeiros que virão ao país irão se surpreender com o que irão encontrar. A expectativa da missão é que milhares de brasileiros e turistas serão atingidos com a mensagem.


Programação intensa em agosto

Durante os 17 dias das Olimpíadas, a Lay Witness promoverá eventos em diversas igrejas da cidade. O “Estrelas por Cristo” levará atletas cristãos para dar testemunhos e mobilizar os evangélicos para que se estejam ativamente envolvidos na evangelização.

Atletas de renome farão exibições esportivas para as crianças nas comunidades Cidade de Deus (11 de agosto) e Rocinha (16 de agosto), quando compartilharão a diferença que Jesus faz em suas vidas.

Em 17 de agosto, ocorre na Igreja Batista Atitude Central da Barra, a “Noite com os Atletas Olímpicos”. Já está confirmada a presença do ex-velocista norte-americano Carl Lewis, um dos maiores medalhistas de todos os tempos – foram 10 ao todo. O objetivo é promover a integração, comunhão e descontração entre os atletas, além de se anunciar o amor de Deus.


Maiores informações sobre a programação completa podem ser encontradas aqui: www.facebook.com/evangelismoriodejaneiro



Fonte: Gospel Prime
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