"Estou feliz por Deus me considerar digno de compartilhar Sua dor", diz pastor perseguido


O pastor foi espancado na cabeça e diz que ainda sente dores agudas. (Foto: Reprodução).



O pastor Harjot Sethi afirmou que não precisa ser tratado de forma especial, pois a perseguição contra cristãos não é novidade.
Um pastor indiano, que foi vítima de um ataque brutal realizado por extremistas hindus, disse em entrevista ao Morning Star News que não precisa ser tratado de forma especial pelo fato sofrer perseguição. Ele e os membros de sua igreja foram atacados com bastões de metal por uma organização fundamentalista enquanto evangelizavam no estado de Rajasthan.

"Eu nem consegui gritar de dor. Minha boca estava fechada enquanto eles me batiam", disse o pastor Harjot Singh Sethi. Ele sofreu graves lesões nas pernas e na cabeça durante o ataque que aconteceu no dia 16 de agosto. "Estou feliz pois o Senhor me considerou digno de compartilhar Sua dor. Eu não tenho que ser tratado especialmente porque eu sou perseguido. Meu Senhor foi crucificado, seus discípulos foram perseguidos, e a violência contra os seguidores de Cristo não é uma coisa nova. Isso aconteceria em algum momento mesmo", disse ele.

O jovem pastor e outros oito cristãos foram atacados no terraço da casa de Madan Lal Arora, onde 20 pessoas se reuniam para um culto. O agente da Casa da Polícia Jagdish Prasad disse que os assaltantes eram membros do grupo extremista hindu Bajrang Dal.

"Enquanto o pastor e os cristãos estavam orando, os ativistas nos acusaram de conversões forçadas", disse Prasad à Morning Star News. "Nós pudemos deter seis dos acusados, e a investigação está indo em frente".

O pastor Sethi, do distrito de Jalandar, no estado de Punjab, estava visitando Arora, uma professora no Rajasthan. "Primeiro foi planejado que nós fizéssemos as orações em nossa casa, mas na noite em que os crentes de outras aldeias já haviam chegado, deixamos o portão de entrada aberto para mais pessoas se juntarem a nós", disse a filha de Arora, Shikha Arora. "Foram apenas 40 minutos de adoração. Eu cantei hinos com meus amigos na frente da reunião, e notei dois homens sentados bem antes de mim. Não sabia que eles iriam nos atacar. Eles estavam sentados e quietos quando cantamos".

O momento do ataque
Segundo ela, o pastor Sethi se levantou para falar e iniciou uma oração, quando dois homens começaram a empurrar a congregação e o atacaram. "Quando os dois começaram a bater no pastor, havia um grupo esperando fora da casa que subiu as escadas e eles trouxeram varas de aço e bastões de madeira", disse Shikha Arora. "Nós pedimos a eles: ‘Por favor, não bata em nosso pastor. O que ele fez? O que nós fizemos para vocês? Ele falou contra qualquer líder ou qualquer religião? Por que você está batendo nele?’. Então, eles também bateram em nós", ressaltou.

O pastor disse à Morning Star News: “Um homem bateu em minha esposa e a empurrou, e ela caiu. As mulheres da reunião vieram nos cercar para nos proteger dos extremistas, mas os ele venceram. Já se foram duas semanas, mas ainda há uma dor aguda na minha cabeça. Como cristão, não tomarei isso como uma derrota. Meu Senhor é um rei sempre vencedor. Seu Evangelho será pregado", disse ele. "Nós vamos compartilhar o Evangelho nessa região com a permissão do governo em breve. Estamos fazendo arranjos para isso", finalizou.

Guiame

Jovem cristão é espancado até a morte em sala de aula por colegas muçulmanos


Sharoon Masih havia sofrido abusos de seus colegas de sala, anteriormente. (Foto: BCPA).









Um adolescente cristão paquistanês foi espancado até a morte por seus colegas de classe muçulmanos. Ele estava em seu quarto dia de aula após ter trocado de escola, no distrito de Vehari, em Punjab (Paquistão). Sharoon Masih, de 17 anos, era um estudante promissor que se juntou ao MC Model Boys Government High School. Masih era o único cristão em sua sala de aula, onde a maioria era muçulmana.

O garoto sofreu abusos dos colegas desde o primeiro dia. As informações são de seus pais que contaram tudo para a Associação Cristã Paquistanesa Britânica. Sharoon foi chamado de "chura", um termo depreciativo usado para cristãos. Os relatos contam que um estudante havia dito: "Você é um cristão, não se atreva a se sentar conosco se quiser viver". Também se diz que houve várias tentativas de converter Sharoon ao Islã.

No dia 27 de agosto, Sharon foi atacado por muitos de seus alunos na sala de aula, chegando a morrer. Relatos contam sobre a postura do professor. Um relatório diz que ele ignorava o ataque. Já outra fonte afirma que o próprio professor disse que não tinha notado a cena violenta.

O diretor da escola disse mais tarde que a violência havia ocorrido entre o intervalo das aulas e que a sala estava sem professor no momento, de modo que ninguém estava de plantão. O chefe de direção foi demitido. O aluno Muhammad Ahmed Rana confessou o ataque e foi preso pela polícia local. Nenhum outro culpado foi nomeado, embora os relatórios sugerem que vários participaram.

A mãe de Sharoon, Razia Bibi, disse: "Meu filho era um menino amável, trabalhador e afável. Ele sempre foi amado pelos professores e alunos e compartilhou grande tristeza por estar sendo alvo de estudantes em sua nova escola por causa de sua fé. Sharoon e eu chorávamos todas as noites enquanto ele descrevia a tortura diária que estava passando. Ele compartilhava detalhes sobre a violência que enfrentava e não queria chatear seu pai porque tinha um coração tão carinhoso para os outros”, disse.

"Os meninos malvados que odiavam meu filho agora estão se recusando a revelar quem mais estava envolvido em seu assassinato. No entanto, um dia Deus fará seu julgamento”, ressaltou. Wilson Chowdhry, o presidente do BPCA, disse: "Sharoon era um menino brilhante e inteligente que teria um bom futuro se não tivesse sido morto. No entanto, mais uma vez, o debate não é sobre quem é culpado, mas quem não é culpado de um crime tão hediondo”.

Ele acrescentou: "Os cristãos são desprezados e detestados no Paquistão. Eles são um alvo constante de perseguição. Este assassinato de um jovem adolescente cristão na escola serve para nos lembrar que o ódio sobre as minorias religiosas é criado na população maioritária em uma idade jovem, através de normas culturais e um currículo nacional tendencioso”, finalizou.

Guiame

Marcelo Rezende afirma ter certeza da cura: “Deus está comigo”

Apresentador desmentiu boatos e disse que seu tratamento é de altos e baixos
O apresentador Marcelo Rezende foi a público em sua página no Facebook para dar novidades sobre o seu caso e desmentir boatos espalhados em rede os quais afirmaram sua morte.

Publicado neste domingo (3), o vídeo cujo título é “A montanha russa da cura. Deus no controle. Vamos orar” alcançou mais de 200 mil curtidas e mais de 50 mil compartilhamentos em menos de 24 horas.

“Olha, muita gente vive de boato e no meu caso até entendo. Não é toda hora que tem uma informação. Mas nós devemos esquecer o quadro”, alertou o apresentador Marcelo Rezende.

Ele continuou. “O câncer, que eu tenho, é de altos e baixos. É como uma montanha russa: Uma hora tô lá em cima, outra hora tô lá em baixo. Mas o importante é que eu tô firme”.

“E estar firme é onde a mente funciona. Eu tô firme para enfrentar os baixos até chegar o momento em que o alto vai deslizar. E aí a cura vai chegar. Eu tenho certeza dela, porque Deus está comigo, Deus está contigo”, afirmou, sorrindo.

O último vídeo gravado por Marcelo tinha sido publicado no meio do mês de agosto. Na ocasião, o apresentador disse que “tem horas que eu estou bem, tem horas que estou mal, mas quando estou mal eu coloco minha cabeça em Deus”.

Na época, também afirmou que “o Espírito Santo está sempre presente na nossa vida. E nosso pai há de cuidar de cada um e para isso é preciso ter fé. E é essa fé que eu carrego dentro de mim”.

O apresentador está afastado do programa Cidade Alerta desde o primeiro semestre deste ano por conta de um câncer no pâncreas. Durante a quimioterapia, Marcelo optou por ações alternativas, pela agressividade do tratamento médico.

Desde que iniciou seu tratamento contra o câncer, Rezende veio a público poucas vezes, com uma frequência média de um vídeo a cada mês. Todos publicados pelo apresentador, mesmo assim, alcançam forte popularidade nas mídias sociais.

Assista:

GospelPrime

Após denúncia da PGR, Malafaia quer distância de Temer

O pastor já defendeu presidente de boatos sobre satanismo
Silas Malafaia e o presidente Michel Temer já foram aliados. Logo que assumiu o comando do país, o vice de Dilma recebeu vários pastores em seu gabinete para orarem por ele, incluindo Malafaia. Na mesma época, o líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo tentava desmentir boatos de que o vice de Dilma seria satanista.

Com as denúncias da Procuradoria-Geral da República, que implicam Temer em um esquema de corrupção, capitaneado pela JBS de Joesley Batista, a relação dos dois ficou estremecida.

Em maio, o pastor disse que o peemedebista era “amador”. “Temer não tem condição de continuar. Ele não é nenhum inocente, alguém que começou ontem. Tem que renunciar!” , disparou.

Segundo a revista Época, Malafaia declarou agora que continua evitando essa proximidade: “Até a pessoa ser denunciada, eu a encontro publicamente. Depois, ela que responda por seus atos. Não vou me comprometer. Oro pelo Brasil. Não preciso nem vou lá [Palácio do Planalto]. Agora eu quero é distância.”

O líder religioso atualmente parece estar mais preocupado em fazer campanha para João Dória ser eleito presidente em 2018, enquanto arruma confusão pelas redes sociais com os seguidores de Jair Bolsonaro, de quem também já foi aliado.

GospelPrime

Maioria dos muçulmanos se entrega a Jesus após terem sonhos e visões, diz cristão perseguido


Ismail cresceu em uma devota família muçulmana. (Foto: Portas Abertas).



Ismail é um ex-muçulmano convertido e falou sobre o que tem visto acontecer na Cisjordânia
Um cristão da Cisjordânia, que perdeu tudo por causa de sua decisão de deixar a fé islâmica, disse que a maioria dos muçulmanos tem decidido recorrer a Jesus Cristo por visões e sonhos. "A maioria dos muçulmanos vem ao Senhor através de visões e sonhos, não através de evangelistas", disse o cristão, identificado como Ismail, em um artigo para o Ministério Portas Abertas dos Estados Unidos.

Ele observa que tem visto muitos muçulmanos chegarem a Cristo ao longo dos anos. Ismail disse que cresceu em uma devota família muçulmana, mas foi induzido quando adolescente a investigar questões sobre Jesus, depois que uma organização cristã no exterior enviou um material evangelístico para seu primo.

"Eu busquei conhecimento sobre o cristianismo apesar dos pontos de vista altamente negativos dos cristãos de minha comunidade. Alguns pais contam às crianças histórias de que os cristãos não são seres humanos, ou que eles têm caudas, como demônios. Era no tempo antes da internet e das mídias sociais. Vivíamos mais isolados", disse ele.

Ele se aprofundou
Sua pesquisa continuou, no entanto, levando-o a entrar em contato com estudantes cristãos e um pastor, que tentou responder suas perguntas sobre por que Deus enviaria Seu filho para a Terra. Ismail disse que estava fascinado com a maneira como os cristãos oravam diretamente a Deus.

"Eu disse ao Senhor que eu era um pecador e orei sobre o Seu amor. As palavras eram incríveis, mas no meu coração ainda havia dúvidas", expliquei. Isso mudou quando Deus apareceu em um sonho e falou com ele. "Eu vi o rosto branco e ouvi uma voz: 'Siga-me'. Eu tomei a decisão de segui-Lo", lembrou Ismail.

Perseguido
Sua decisão de se tornar um cristão foi vista com grande hostilidade na aldeia palestina em que morava. Ele foi expulso por sua família. "Eu perdi todo o meu status, toda a minha família. Fui forçado a sair da casa. Meu pai me disse para sair e nunca mais voltar", disse Ismail.

Ele tem se envolvido com a Bíblia ainda mais intensamente, declarando que sua fé enche sua "existência total". Houve várias histórias nos últimos anos de não-cristãos experimentando sonhos com Jesus que levaram à sua conversão. 

Um ex-xamã em uma aldeia no noroeste da China compartilhou em outro artigo para a Portas Abertas, em julho, que viu Cristo enquanto estava em seu leito de morte. Em 2015, um militante do grupo de terror Estado Islâmico, que matou cristãos, também se voltou para o Cristo depois de sonhar com "um homem de branco".

Guiame
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