Cuidado com o laço do passarinheiro

Pois ele me livrará do laço do passarinheiro, E da peste perniciosa. Salmos 91:3

Certa vez eu ouvi de meu Avô como ele conseguia pegar alguns dos passarinhos cantadores. Ele me contou com riqueza de detalhes como fazia as armadilhas, arapucas, visgos e laços para prendê-los. Ele até me ensinou fazer algumas das armadilhas. Segundo meu Avô, primeiramente devemos estudar onde eles costumam pousar e ficar, depois devemos alimentá-los por um período até que se acostumem com as ofertas de alimentos. Quando estiverem bem familiarizados com as iscas, arma-se, então o laço, as armadilhas para que o pássaro caia facilmente. Eu então perguntei: Mas Vô, não pode colocar direto o laço ou a armadilha? Ele me respondeu: Não meu filho, o pássaro é esperto, ele certamente não chegará perto e fugirá. Primeiro a gente engana os passarinhos todos os dias, colocando sua comida preferida e saborosa, isso por um determinado tempo, depois não teremos dificuldades em pegá-los. Eles caminharam para a armadilha sem problemas.

O pecado é gostoso porém doloso. Prende, escraviza, e mata o homem

 "Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo". João 2:16

É dessa forma que o diabo faz com o ser humano, coloca a sua disposição coisas atraentes, manjares gostosos, iscas que realmente são agradáveis aos olhos e, que muitas vezes, não se encontra em lugar algum, apenas para atrair sua presa, de uma forma silenciosa e imperceptível e com isso satisfazer os seus desejos. Essas iscas são oferecidas diariamente aos homens, e muitos nem percebem a armadilha do diabo para pegá-los.  Caminhamos com os nossos próprios pés para as armadilha e, quando percebermos, já é tarde, já caímos e estamos presos, viciados,  escravizados, acorrentados. Certamente se não forem quebradas as armadilhas, as gaiolas, caminharemos para morte eterna.

Assim como a história acima, quando os passarinhos eram capturados, eram colocados em gaiolas e ficavam por tempo indeterminado até que alguém os libertassem. Muitos morriam sem ter a liberdade.

Jesus veio nos libertar do julgo do pecado

"Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres" João 8:36. Jesus veio nos libertar das armadilhas do diabo, veio quebrar o julgo, cortar as correntes que nos aprisionavam, só Ele pode libertar verdadeiramente o homem dessa armadilha, só Jesus nos mostra o caminho, pois Ele é o caminho. "E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” João 8:32. Disse-lhe Jesus: "Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim" João 14:6. Só Jesus tem o poder de quebrar as gaiolas que nos aprisionam e nos pôr em liberdade.

Após liberto a advertência continua,  "Cuidado com as armadilhas" 

Foi para a liberdade que Cristo nos libertou! Portanto, permanecei firmes e não vos sujeiteis outra vez a um jugo de escravidão. Gálatas 5:1

"Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo" Efésios 6:11.

O Senhor é o Espírito; e onde quer que o Espírito esteja, ali há liberdade. 2 Coríntios 3:17

Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres. João 8:36

Pois ele me livrará do laço do passarinheiro, E da peste perniciosa. Salmos 91:3


…Bendito seja o SENHOR, que não nos entregou para sermos dilacerados pelas presas e garras ferinas do inimigo. Como um pássaro, escapamos da cilada do caçador; a armadilha foi destruída e ficamos livres! O nosso socorro está em o Nome do Eterno criador do céu e da terra. Salmos 124:6-8

Reflexão

Quem sabe você se identifique com o passarinho desta reflexão, foi com seus próprios pés e não percebeu a armadilha e hoje está aprisionado, acorrentado e sem forças para ser liberto. Eu te convido a clamar por aquele que pode te libertar desse julgo. Ore comigo dessa forma:

Senhor Jesus! me ajude nesse momento, não tenho forças para libertar-me sozinho desse cativeiro, olha pra mim Senhor! Acuda-me, socorre-me, eu me arrependo de tudo que fiz, de minhas maldades, de meus pecados, reconheço que sou pecador, reconheço minha fragilidade diante desse problema. Creio que tens o poder de quebrar essas amarras que me prendem. Creio que És poderoso para libertar os cativos e oprimidos. Então nesse momento reconheço o Senhor como  meu libertador e Salvador e a partir de hoje "Serei livre" serei teu servo.  Amém!

Por Pb. Josiel Dias

Previsões sobre fim do mundo geram rejeição ao evangelho, alerta pastor

Russel Moore acredita que falta ensino nas igrejas sobre o assunto
As previsões sobre 23 de setembro ser o dia do arrebatamento ou do fim do mundo atraíram a atenção dos órgãos de imprensa do mundo todo. A opinião de teólogos e estudiosos foi ouvida, embora a maioria dissesse não acreditar que era a isso que a Bíblia se refere em Apocalipse 12.

Russell Moore, presidente da Comissão de Ética e Liberdade Religiosa da Convenção Batista do Sul, a maior denominação evangélica do mundo, escreveu um longo artigo no Washington Post chamando a atenção dos cristãos para que a verdade não seja confundida com mentiras e boatos.

Quando vários pastores e estudiosos começaram a falar sobre um “sinal nos céus” no último sábado e nenhuma mudança aparente no planeta ocorreu, logo caiu em descrédito os “alertas cristãos sobre o fim do mundo”. Para Moore, a mídia deu espaço demais para David Meade, que citava passagens bíblicas, mas se apoiava principalmente em teorias alheias à Bíblia como a existência do Planeta X ou Nibiru, algo seguidamente desmentido pela NASA.

A grande procura sobre o tema no Google durante as últimas semanas mostra que as pessoas, de uma maneira ou de outra, tiveram sua curiosidade sobre o tema despertada. O fato de o mundo testemunhar uma sequência de eclipse, furacões devastadores e grandes terremotos também contribuiu para essa “expectativa apocalíptica”.

Contudo, como argumenta o pastor Moore “o Dia do Julgamento pode ser qualquer dia”, mas, essas especulações que tentam marcar uma data “tem pouco a ver com a Bíblia e tudo a ver com o marketing”.

Para ele, previsões falsas podem fazer, por vezes, que as pessoas deixem de acreditar no cristianismo por que não conhecem toda a mensagem e associam os alertas bíblicos a “boatos” e “falsas profecias que não se cumprem”.

A principal reclamação de Moore é que a igreja não está ensinando de maneira contínua e consistente o que as Escrituras falam sobre o final dos tempos, por isso as pessoas acabam se deixando levar por “meias verdades” e anúncios infundados de datas.

O líder batista insiste que previsões do final do tempo não são algo novo e já ocorreram ao longo da história do cristianismo. “Jesus, e depois seus apóstolos, nos ensinaram que haverá o dia de julgamento final, mas sua chegada inesperada fazia parte da mensagem”, asseverou.

“Jesus disse que a vida continuaria seu curso, até que ele viesse, de repente – como um ladrão na noite”, escreveu Moore.

Citando versículos que falam sobre sinais visíveis como guerras, rumores de guerras, terremotos, e outas catástrofes, o pastor ressaltou as palavras de Jesus em Mateus 24:8, sobre essas coisas serem “o princípio das dores”

Finalizou recriminando aqueles que “usam o evangelho” para ter algum tipo de lucro e pediu que a igreja permaneça alerta. “Existe uma necessidade humana de sabermos o desfecho de tudo ou, para usar os termos psicológicos ‘encerrar o processo’. Isso é verdade não só para nós como indivíduos, mas faz parte da narrativa da própria história. Contudo, uma coisa é certa. Quando o dia do fim chegar, Jesus será visível e indiscutível”, pontuou. 

Com informações de Christian Post

Feliciano e Marisa Lobo debatem 'cura gay' no Superpop: "Homossexualidade não é doença"

O deputado pastor Marco Feliciano e a psicóloga Marisa Lobo foram ao programa desmentir a famigerada 'cura gay', assista.
Na última segunda-feira (25), a apresentadora Luciana Gimenez recebeu no programa Superpop, o deputado federal Pastor Marco Feliciano e a psicóloga paranaense Marisa Lobo para participar de um debate sobre a "cura gay", que voltou a ficar em evidência, após uma decisão judicial que reinterpretou uma resolução do Conselho de Psicologia sobre o atendimento a homossexuais egodistônicos.

Também participaram do debate, o médico e terapeuta sexual Celso Marzano, a transexual Thammy Miranda e o jornalista Felipe Campos, que também é homossexual assumido.

Logo no início do debate, Luciana perguntou a Marco Feliciano sobre como surgiu a polêmica "cura gay" e o parlamentar destacou que este termo é fruto de uma manipulação da mídia, afirmando que este tipo de "cura" não existe, porque a homossexualidade não é uma doença.

"Eu posso começar com três palavras: canalhice, mau caratismo e pessoas que mentem com muita vontade. Nunca houve projeto de 'cura gay', primeiro porque a homossexualidade não é doença. Segundo que psicólogos - com todo respeito aos psicólogos - não são médicos. Médico é que estuda Medicina. Então se o psicólogo não é médico e a homossexualidade não é doença, não existe a tal da 'cura gay', isso é uma fantasia, é uma coisa muito mal usada para dividir a população brasileira, jogar um contra o outro, pura mentira", afirmou.

Marisa fez coro com Feliciano e destacou que o homossexual não deve ser acolhido ou dispensado em um consultório de psicologia ou qualquer outro lugar, porque deve ser acolhido como ser humano.

"Não é doença e se não é doença, não há cura e não se cura alguém que não se quer curar. Quando o homossexual vem, eu acolho o homossexual... é a obrigação do psicólogo. Eu o acolho como ser humano", explicou.

A psicóloga, que é especializada em Direitos Humanos, destacou que a homossexualidade egodistônica precisa ser identificada com cautela.

"Já chegaram vários pacientes assim para mim, dizendo: 'Eu sinto desejo por pessoas do mesmo sexo e não quero sentir isso'. O psicólogo tem que avaliar junto com o paciente, por que é que ele tem essa angústia. É por falta de aceitação social? É porque os pais não aceitam? Então nós vamos fazer com que a família aceite essa pessoa, independente de religião, se gosta ou se não gosta", disse.

"Quando essa família aceita, a sociedade aceita e essa pessoa continua: 'Eu não quero ser homossexual. Não é porque a sociedade não me aceita. Eu não quero'. Então o psicólogo vai dar ouvidos a essa pessoa e ajudá-la a ressignificar a vida. Na psicologia tem inúmeras técnicas científicas para a ressignificação do sujeito, independente se é orientação sexual ou não, ressignificação de história, mas não tem a ver com terapia de reversão sexual", acrescentou.

Marisa também destacou que da mesma forma que alguém descobre sua homossexualidade, também tem o direito de deixar de sê-lo.

"Se o indivíduo tem algum problema com a sexualidade dele, pode ser homossexual, bissexual, transexual, ele tem esse direito. E se ele quiser mudar de trans homem, pra trans mulher, de hétero pra homo ou bi, a sexualidade é fluida. Hoje em dia se sabe", explicou. "O ser humano tem o direito de ser o que ele quiser e buscar a ajuda que ele quiser. Se ele quiser ele vai, se quiser volta, como ser humano".

Cassação anulada
Marisa Lobo lembrou que o Conselho de Psicologia chegou a tentar cassar seu registro profissional, porém sem sucesso, porque os próprios homossexuais que ela atendeu foram depor a favor dela, desmentindo as acusações de que ela aplicava terapias de reversão sexual em seus pacientes.

"Não existe 'cura gay' e o Conselho de Psicologia não pode impedir qualquer profissional de atender, de acolher o ser humano, seja qual for o motivo. Eu fui cassada pelo Conselho de Psicologia em 2014, porque eu 'curava gay'. Três homossexuais foram na audiência para provar: 'Ela nunca induziu convicções de orientação sexual'. [...] Eu os atendi e hoje eles vivem felizes com suas famílias e continuam sendo gays", contou.


Guiame

Extremista deixa de perseguir cristãos após sonhar com Jesus: “Hoje cuido dos perseguidos”


Imagem ilustrativa. Extremista deixou de perseguir cristãos após sonhar com Jesus. (Foto: Getty Images)

Vivendo como um extremista muçulmano, Zakkir* passou anos de sua vida perseguindo aqueles que não seguiam as práticas do islamismo. Seu pai servia no Mutaween, a polícia religiosa dos países árabes, e ele liderava uma gangue de jovens militantes.

Certo dia, ele notou alguns cristãos distribuindo materiais evangelísticos e ensinando sobre Jesus a alguns muçulmanos. “Nós atacamos seu escritório e matamos três deles”, lembra Zakkir.

De volta ao seu posto, Zakkir se posicionou em frente à sua mesquita para convocar todos que passavam na rua do local a fazerem parte da oração da sexta-feira, uma tradição do islamismo. Ele e seus amigos forçaram a entrada de um homem que estava a caminho do hospital com seu filho doente, mas Zakkir foi atingido por ele com três tiros no peito.

Entre a vida e a morte, Zakkir permaneceu em coma por vários dias. Enquanto isso, o pastor Paul, do ministério Bibles for Mideast, recebeu instruções de Deus através de uma visão para visitá-lo no hospital.

“O Senhor não só me pediu para visitá-lo, mas para trazê-lo de volta comigo. Nós confiamos plenamente no Senhor e fomos sem qualquer dúvida. Os meus amigos até sugeriram que eu levasse roupas para ele, pois ele poderia estar usando um vestido do hospital”, contou o pastor.

Paul foi ao hospital junto com outro missionário, o pastor Rahim* e orou por Zakkir, que continuava em estado de coma. “Neste momento, eu tive um sonho em que Jesus Cristo veio para mim e disse: ‘Eu sou seu Senhor e Salvador. Tenho sido ferido por vocês, mas pelas minhas feridas você será curado. Eu te escolhi para trazer muitos ao meu rebanho’”, lembra Zakkir.

Ainda em seu sonho, ele viu Jesus tocando suas feridas com as próprias mãos, marcadas pelos cravos. “De repente, a bala que estava alojada no meu corpo pulou do meu peito e senti um novo fluxo de sangue passar pelas minhas veias”, lembra Zakkir, que logo abriu os olhos e viu os pastores.

“Eu pensei que eles eram anjos do Senhor”, ele conta. Depois de uma conversa com os evangelistas, Zakkir se entregou a Jesus e vestiu as roupas trazidas pelos missionários. “Ninguém sabia sobre a minha fuga com os pastores”, disse.

Hoje Zakkir lidera uma igreja subterrânea no Oriente Médio e vive em meio aos cristãos, que antes ele perseguia. “Eu não sou digno de ser um pastor da Igreja do Senhor, pois eu a perseguia. Mas eu estou pastoreando uma igreja subterrânea. Estamos cuidando dos cristãos perseguidos que eram ex-muçulmanos”, ele conta.

* Nomes alterados por razões de segurança.

Guiame

Escola perde mais de 70 alunos após traumatizar crianças de 5 anos com "teatro transgênero"

Mais de 41 famílias tiraram seus filhos da Escola 'Rocklin', após uma professora impor uma atividade que mostrava a transição de gênero de outra criança. (Foto: ThinkStock)

Mais de 40 famílias decidiram tirar seus filhos de uma escola nos EUA, após uma professora obrigar crianças a assistirem a uma 'encenação transgênero'.
A Escola 'Rocklin Academy Gateway', na cidade de Sacramento (Califórnia, EUA) acabou perdendo 73 alunos, após forçar crianças de cinco anos a fazerem uma lição sobre identidade transgênero. Vários pais disseram que a atividade deixou seus filhos traumatizados e que não foram informados de antemão sobre a tarefa.

Uma mãe que tirou seus filhos - um filho do 6º ano e outra do 3º ano - da escola 'Rocklin', onde ocorreu o incidente, confirmou que dezenas de outros pais fizeram o mesmo.

"Foi apenas o ponto decisivo para a maioria das famílias", disse a mãe à agência LifeSiteNews, pedindo que seu nome não fosse publicado.

Alguns pais tiraram seus filhos da escola "exclusivamente por este motivo", enquanto outros tinham "diversas razões múltiplas para fazê-lo, mas de fato, isso foi parte dos motivos para todos", disse ela.

A controvérsia entrou em erupção após crianças do jardim de infância terem sido forçadas a assistir a uma encenação, na qual um menino foi inicialmente apresentado à sala com um nome masculino e, depois de ir ao banheiro, voltou com roupas de menina e foi apresentado novamente à sala de aula como tal.

Durante a atividade, a professora Kaelin Swaney também leu "I'm Jazz", dedicado a ensinar sobre a ideologia de gênero com uma linguagem infantil.

Alguns pais estão chateados porque não foram informados sobre a lição que deixou seus filhos perturbados e traumatizados. Muitas das crianças choravam enquanto perguntavam aos seus pais se elas também teriam que mudar de gênero.

Além disso, os pais ainda dizem que não sabem de tudo o que aconteceu na sala de aula, porque Swaney e a coordenação da escola se recusaram a contar aos pais, e o relato da coordenação difere do que vários pais dizem que seus filhos de cinco anos lhes contaram.

O que parecem ser "imprecisões" nos relatos da coordenação "nos fazem sentir traídos como pais", disse a mãe.

O conselho e a administração da escola "não conversaram com os pais das crianças antes de aplicarem a atividade".

O conselho escolar da Rocklin Academy respondeu que não precisava contar aos pais sobre lições que abordam identidade de gênero, porque isso não está incluído na área de educação sexual. A lei da Califórnia exige a notificação dos pais e permite que eles optem por não permitir que seus filhos tenham aula de educação sexual na escola.

Além disso, a coordenação afirmou que exibir a transição de gênero do menino de cinco anos não dará abertura para ações judiciais porque a Califórnia proíbe a discriminação com base na identidade e expressão de gênero.

Na segunda-feira da semana passada, o conselho da escola rejeitou por unanimidade a proposta formal de um grupo de pais, que pedia a exclusão de lições sobre identidade de gênero e revisão parental de material sensível em salas de aula.

O conselho aprovou uma política que sugere que os professores tentem informar aos pais de antemão sobre atividades que abordem temas como a ideologia de gênero, mas a medida é "muito fraca" de acordo com Greg Burt, do Conselho da Família da Califórnia.

Além disso, em "todas as reuniões do conselho, a administração parecia muito resistente às reivindicações dos pais", de acordo com a mãe que falou ao LifeSiteNews.

Guiame
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