Evangelho, muito mais que religião

Uma igreja em Joinvile expõe a sua opinião sobre o  polêmico assunto: a Religião.
Pastores explicam que seguir o evangelho é muito mais que ter uma religião
Religião é uma palavra que causa um certo incômodo aos pastores Neemias Cecílio, Sebastião André e José Matias de Oliveira. Para eles, o conceito de religiosidade enquadra os fiéis em doutrinas e regimentos que muitas vezes prejudicam o desenvolvimento espiritual deles. Por isso, dizem que o que é pregado na Igreja Resgatte são ensinamentos oferecidos pela palavra de Deus na Bíblia.
“Somos uma igreja cristocêntrica e não uma religião. Jesus Cristo é a referência de todas as nossas ações. Aqui, não vale o que eu penso ou o que meu colega pensa. Vale o que está nas escrituras sagradas”, ressalta o pastor José Matias, vice-presidente da Resgatte. Ele diz ter recebido um chamado divino para iniciar a mobilização de amigos e conhecidos para a formação da igreja.
Em 20 de maio de 2007, um grupo de 88 pessoas iniciou o primeiro culto no templo-sede da igreja, na rua João Colin. Seguindo a mensagem do próprio nome da instituição, os pastores focalizaram na missão de resgatar as pessoas que buscavam conforto e força para solucionar problemas familiares, emocionais, recuperar a autoestima e valorizar o fortalecimento espiritual pela Bíblia.
“Somos uma igreja pentecostal porque cremos na força do Espírito Santo. Não pregamos nenhuma promessa de sucesso. Ajudamos as pessoas a se valorizarem pela comunhão com Deus. Recebemos membros de outras religiões que buscam a gente para encontrar um conforto para o espírito. Cerca de 80 passaram por aqui, se sentiram melhor e voltaram a seguir o caminho de fé nas igrejas que faziam parte”, diz o presidente da Resgatte, pastor Sebastião André.
A igreja sobrevive com a contribuição dos 700 integrantes. Nos cultos realizados nas quartas-feiras e domingos, chegam a reunir mais de mil pessoas na grandiosa área do bairro América. A Resgatte tem seis pastores-pregadores. Eles são remunerados com parte da receita das doações dos fiéis. “Cada um tem a sua profissão, mas abrimos mão disso para atender as pessoas. Estamos sempre à disposição”, explica o pastor auxiliar Neemias.
O presidente da Resgatte usa a própria Bíblia para justificar a contribuição espontânea dos membros. “Está em 2 Coríntios, capítulo 9, versículos 6 a 15: ‘Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria. E Deus é poderoso para fazer abundar em vós toda a graça, a fim de que tendo sempre, em tudo, toda a suficiência, abundeis em toda a boa obra’”, prega o pastor Sebastião.
A confusão religiosa é causada por uma confiança nas filosofias e doutrinas humanas. O caminho para a verdade é Jesus e sua palavra. "Cristo é tudo em todos". Tudo o mais é imitação barata. Por Gary Fisher


Por Rodrigo Ribeiro Rodrigues
Foto: Resgatte Jovem
O GalileO







“Pastor” imagem de Super Homem?

"Então Deus me disse: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo." (Apóstolo Paulo - II Coríntios 12:9)
Assim como toda criança tem seu super herói, muitos crentes vêem a figura do Pastor como alguém imbatível, imaculado, forte, sobrenatural, perfeito. Isso gera uma certa expectativa em algumas ovelhas e elas começam a seguir o “homem”. Na ótica humana é até natural, pois algumas pessoas necessitam de um líder para seguir, criam até um “fã” clube.

Muitas ovelhas não conseguem entender que o pastor é um homem natural, sujeito às mesmas paixões do que as ovelhas.

A primeira demonstração da parte do pastor de fraqueza, ou irritação já é motivo de desconfiança de suas ovelhas e começam as críticas.De fãs passam a serem oposição, tudo que o pastor faz é motivo para críticas e falatórios.

Faço uma pergunta ao querido irmão: Em nossa visão humana o que o pastor tem de diferente das suas ovelhas? Talvez a resposta seja única; Teologia, liderança e chamado.

Faço a segunda pergunta: E diante de Deus, como Deus vê a figura do pastor? Respondo: Alguém responsável pelas ovelhas, que dará conta a Deus de cada uma. Perceba que a responsabilidade aumenta, e isto gera uma carga sobre os seus ombros que cada dia se não tiver ajuda ,o pastor desmorona, pois ele é de carne e osso.

O pastor erra, o pastor se irrita, o pastor tem momentos de fraqueza e se não vigiar, também cai como qualquer ovelha. O pastor adoece, o pastor chora, o pastor sofre, o pastor tem problemas familiares, em fim: Pastor, é um homem carente de cobertura espiritual.

Quanto mais influente o pastor seja, conhecido na mídia e nos meios de comunicação, mas é frágil a sua situação, pois o diabo o tem como “alvo” constantemente, pois o inimigo sabe que se derrubá-lo, muitos caíram também, justamente aqueles que o segue.

O pastor não é Super Homem
Conhecemos várias histórias de Pastores, líderes que caíram por acharem ser realmente digno de toda glória e honra, se achando imbatíveis. E o pior que todos os seus seguidores se dispersaram juntamente a ele esvaziando a comunidade que faziam parte.

Tal foi à decepção por verem aquele homem “ícone” evangélico desabar por um simples detalhe: “adultério”. Até hoje, conheço histórias de alguns irmãos que estão em casa e não vão mais à igreja e dizem: Eu não confio mais em pastor.
Cristo é o Herói, Ele é forte, Ele é a Estrela. Ele é o nosso Deus, devemos a Ele toda honra e glória.
Todo o sucesso do pastor está em reconhecer a sua dependência do Espírito Santo e saber que sem a presença de Deus, ele não é nada apenas mais um entre a multidão. Todo o pastor deve estar escondido à sombra da cruz.

Sabemos que o pastor não agrada a todas as ovelhas, existem diversidades de opiniões e de incredulidade. Quando você vê algumas ovelhas falando mal de seu pastor, pergunte para ela: Você tem orado por seu pastor?

Em vez de Super homem, o apóstolo Paulo no texto base desta mensagem diz: Deus escolheu as coisas fracas e loucas deste mundo, para confundir as sábias e as fortes I Coríntios 1:27.

E o resultado final, que ninguém se glorie nele mesmo e sim em saber que a força vem de Deus.

As ovelhas e a cobertura espiritual aos seus líderes.
Sabemos que os pastores dependem das nossas orações para uma cobertura espiritual. Lembra de Moisés? Veja abaixo:

Êxodo 17:11 “Quando Moisés levantava a mão, Israel prevalecia; quando, porém, ele abaixava a mão, prevalecia Amaleque”.

O que aprendemos com esta historia? Que cobertura espiritual é um assunto muito sério na Bíblia.

Deus estabeleceu guias para o seu rebanho, não Super Homens. Colocou sobre eles uma unção, deu-lhes autoridade sobre o inimigo e ordenou que as ovelhas andassem obedientes debaixo de sua direção:

“Obedecei aos vossos guias e sede submissos para com eles; pois velam por vossa alma, como quem deve prestar contas, para que façam isto com alegria e não gemendo; porque isto não aproveita a vós outros” (Hebreus 13.17).

Este é o lugar que elas têm de segurança, prosperidade e frutificação abundante. Moisés é um dos mais completos pastores que encontramos na Bíblia, um verdadeiro modelo de líder. Sua intimidade com Deus, seu coração de intercessor e sua autoridade espiritual são uma inspiração irrefutável.

Então concluímos a nossa mensagem conclamando as ovelhas segurarem os braços de seu pastor.

Assim seremos vencedores, faça esta cobertura espiritual ao seu pastor e verás que quando ele pensar ser “fraco”, aí ele é forte. II Co 12:9, 10, pois estás orando, intercedendo a Deus por seu Pastor.

Lembre-se seu pastor não é super homem.

Por Josiel Dias

A única razão para se fazer missões

A única razão para se fazer missões

Certos alimentos nos dão água na boca só de pensarmos neles. Comer é um verdadeiro prazer pelo efeito que os diversos sabores causam em nosso paladar. Sejam alimentos naturais como as frutas, ou preparados como tortas e pudins, trazem sensações que podem até mesmo viciar, tal seu impacto em nós. Ninguém despreza uma boa cozinha, seja qual for a sua nacionalidade. Doce, salgado, azedo e até amargo – os alimentos nos cativam de tal forma que boa parte de nossa vida gira em torno de uma mesa, de jantares a breakfasts. É um dos grandes prazeres que Deus concedeu ao homem.
Ainda assim, não comemos porque os alimentos são gostosos. Comemos porque não temos opção. Se não comermos, morremos. Há uma grande diferença em fazer algo porque é bom e fazer algo porque é necessário. Comeríamos e as vezes até comemos, apesar de um alimento não ser tão gostoso. A necessidade nos impulsiona. Não há alternativa. Ou melhor, a alternativa é a morte. Os prazeres gustativos podem facilmente nos levar a esquecer que comer não é apenas bom ou importante, é vital. Até o frescor da água e a pureza do ar não são os verdadeiros motivos para sorvê-los. Precisamos indispensavelmente deles. Eles também não são opcionais. São vitais.
Dentro desse contexto, fico chocado quando leio declarações como esta:
Sob hipótese alguma podemos analisar a diferença entre o cristianismo e as religiões por meio da fórmula “salvo ou não”, como era feito cem anos atrás. Não mais podemos raciocinar como, por exemplo, Hudson Taylor, cuja vida foi dominada por um pensamento que muitas vezes usou para chamar obreiros para o campo missionário: na China, morrem um milhão de pessoas a cada mês; todas elas estão perdidas porque nós não lhes anunciamos as boas novas. Não podemos mais usar este tipo de argumentação.
Não podemos? Que quer dizer isso? Que preguemos ou não o Evangelho, as pessoas não se perderão necessariamente? Existem outras opções? Ele é “um caminho” e não “o Caminho”?



O autor acima não nega a necessidade de fazer missões, mas nega a necessidade de missões. Não diz não se deve pregar o Evangelho, todavia, retira sua única motivação. Não pregamos o Evangelho porque ele é bom. Pregamos porque é necessário. Não é um remédio entre muitos para o problema humano. É a única cura.
Por que sair de nossa terra, de nossa família, de nosso conforto e habitar no meio de um povo estranho, em condições difíceis, correndo o risco de ser descoberto e morto? Para fornecer um medicamento que pode ser facilmente encontrado em nosso local de destino? Temos apenas um bom produto (ou o melhor) em meio a tantos outros produtos? Não me parece motivador.
O Evangelho não é primeiramente paz, amor, alegria, cura. Não é um culto terapêutico e sentimentos pessoais. É o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê (Rm 1.16). Na verdade é a única salvação unicamente para quem crê. Os benefícios do Evangelho não são a razão para pregá-lo e levá-lo ao mundo. Restauração física, psicológica, social e familiar pode resultar da aceitação da mensagem, mas não é esta a razão de sua proclamação. Ele deve ser proclamado porque é vital, porque não há escolha, porque sem ele o ser humano está eternamente perdido. Não importa se ele é doce, salgado, azedo ou amargo. O importante é que somente nele o homem pode encontrar a salvação. Sem isso o homem está perdido. Como disse um apologista, ou o Cristianismo é TUDO para a humanidade, ou ele não é NADA. Ou é a maior das certezas ou a maior das ilusões..
Esta verdade criou mártires e heróis. Mobilizou milhões que semearam a verdade nas ilhas e continentes. Se hoje há uma multidão de adoradores entre as nações, reconhecendo que o nome do Senhor é tremendo desde o nascer do sol até o seu poente foi porque as gerações anteriores entenderam que o Evangelho era uma necessidade, não uma boa opção. Não valeria a pena arriscar-se tanto, por maiores que fossem os benefícios, mas valia a pena renunciar tudo pelo tudo.
Podemos aceitar que existe sinceridade e sinceros em todas as religiões. Podemos até mesmo admirar princípios éticos nas grandes religiões universais. Entretanto, a verdade salvadora só existe em Jesus. Sem isso o Evangelho não passa de uma alternativa entre outras, um alimento ingerido apenas pela curiosidade e não pela necessidade, um produto descartável e dispensável, ao invés de ser a porta pelo qual o homem precisa passar para ser salvo.

Por Eguinaldo Hélio de Souza



Eguinaldo H. de Souza
Eguinaldo é coordenador Teológico no Seminário Vale da Bênção. Formado em teologia pela faculdade Teológica e Apologética Cristã Dr. Walter Martim. Autor de livros como: "Epopéia Vicentina", "Novas lições de amor", "Israel Povo Escolhido" entre outros. Editor do site: www.ultimascoisas.com.br

Instrumentos Próximos Da Perfeição

"E disse-lhes: Ide por todo o mundo, e pregai o evangelho a toda criatura" (Marcos 16:15).
Séculos atrás, vivia na Itália um fabricante de violinos chamado Antônio Stradivari. Quando ele conseguiu ter sua própria oficina, determinou que nenhum violino poderia deixar a oficina sem que estivesse próximo da perfeição máxima que a capacidade humana fosse capaz de produzir. Ele disse, "Deus necessita de violinos para levar Sua música ao mundo. E, se meus violinos forem defeituosos, a música de Deus não será boa".

Usando a frase de Stradivari, poderíamos dizer que Deus necessita de instrumentos ungidos e obedientes para levar a Sua Palavra até os confins da terra. Esse é o Seu plano e foi por isso que Cristo se sacrificou na cruz, oferecendo-se para pagar o preço do pecado de todos os homens. Aceitando o amor sacrificial do Senhor, todos podem novamente voltar à presença do Pai, ter o nome escrito no Livro da Vida e viver para sempre a Seu lado nos Céus.

E se somos os instrumentos de Deus para comunicar isso ao mundo, não podemos ser "defeituosos". Precisamos nos apresentar diante de todos como representantes celestiais, com as mãos limpas, com o coração puro, com o rosto iluminado pelo poder e pela glória do Senhor.

Cristo nos mandou levar a palavra de salvação a todos os perdidos. E não podemos caminhar pelas veredas do mundo de qualquer maneira. Devemos demonstrar o nosso amor, a nossa fé, a nossa obediência, o prazer de estar servindo a um Deus que é tudo para nós. Nossos pés devem ser firmes, nossa confiança inabalável, nossas palavras penetrantes, nossa luz contagiante.

Não somos instrumentos musicais, mas devemos viver como uma orquestra afinada, determinada, disciplinada, harmoniosa e capaz de, sob a regência do Maestro Jesus, conduzir muitos à verdadeira felicidade que só Deus pode dar.

Por Paulo Roberto Barbosa

DIP. Um dia inesquecível

Domingo 13 Junho, Foi um dia inesquecível para nossa igreja.

Uma programação toda voltada aos irmãos da igreja perseguida. Pela manhã tivemos um representante de Portas Abertas, que nos deixou informado sobre os nossos irmãos que sofrem por Cristo.
Foi também apresentado um filme" Alem do Sol" que emocionou a todos.
A igreja toda caracterizada com bandeiras dos Países, onde há perseguição.
O culto à noite teve a participação da Igreja Evangélica Congregacional do Barreto Niterói.
Que apresentou uma cantata, onde os componentes estavam caracterizados pelos trajes dos países em questão. Muita realidade nos componentes desta equipe.
Toda  igreja foi conclamada a orar por estes Países. O tema deste "DIP"

Se fosse Você?

Parabenizamos a equipe do Conselho Missionário de Nossa Igreja. Igreja Congregacional do Alcântara
em São Gonçalo. RJ.
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