A esperança bíblica não está ligada ao velhinho de barbas brancas

Cristo Jesus, a nossa esperança (1Tm 1.1).
Estava caminhando num shopping center e ouvi músicas de Natal cantadas por um coro de crianças de uma escola local. Chamou minha atenção que, embora as melodias me fossem familiares - eram de hinos cantados nas igrejas para comemorar a vinda do Senhor Jesus ao mundo - as letras tinham sido mudadas para dar ênfase a Papai Noel.

Neste tempo em que tudo deve ser politicamente correto, aquele coro expressava o pensamento de muitos de que não se deve falar apenas de Jesus no Natal. E, então, o personagem gordinho de vestes vermelhas e barbas brancas tornou-se a figura central. Confesso que me senti profundamente triste ao ouvir que aqueles cânticos lindos que falam de Jesus nascido em Belém da Judéia, a revelação de Deus na terra, tinham sido mudados e Jesus excluído em muitas celebrações do Natal.

Qual é então o significado do Natal? Para nós cristãos não há duvida nenhuma de que no dia de Natal Deus veio ao mundo para nos dar esperança de vida eterna no céu para todos aqueles que crêem. Na língua grega em que foi escrito o Novo Testamento, a palavra esperança é diferente daquela em português. Em português, esperança sempre embute um elemento de dúvida. Ao dizermos que esperamos realizar um projeto, queremos também dizer que talvez ele não se realize.

Na linguagem bíblica, entretanto, esperança é uma realidade que não admite nenhuma probabilidade de dúvida. O que Paulo expressou escrevendo ao seu companheiro Tito é a realidade na esperança da vida eterna, que não pode ser mentira pois está fundamentada na Palavra de Deus.

A esperança bíblica é tão somente espiritual. Ela não está ligada a comidas e bebidas ou a presentes, e muito menos ao velhinho de barbas brancas. Essas coisas têm algum valor relativo nas celebrações do fim do ano, mas só há esperança verdadeira quando Cristo domina no coração das pessoas. - JG

Guiame

‘Esqueceram de mim’, o Natal em que Jesus foi esquecido, pastor Ciro comenta

Esta semana o pastor Ciro Sanches Zibordi publicou no seu blog um texto abordando o Natal vivido atualmente pela sociedade em que Jesus é esquecido.

O pastor faz uma comparação com o filme "Esqueceram de mim" estrelado por Macaulay Culkin nos anos 1990. No filme um "indefeso" garotinho Kevin é esquecido em casa sozinho por seus pais, tendo que se defender de dois bandidos atrapalhados.

Ciro faz uma alusão em que Jesus se torna este menino esquecido pela família humana. Nas decorações de Natal espalhadas pela cidade, diz ele, é possível ver diversos personagem e enfeites, menos o menino Jesus.

“Vê luzes, estrelas, neve, ursos polares, duendes e gnomos coloridos, Papais Noéis de todos os tipos, danças, apresentações teatrais... Mas, e o Menino?”

De acordo com o pastor, a humanidade se esqueceu da história do Natal de Cristo, substituiu-a por fábulas “sem graça” e “sem vida”.

“Se pudéssemos entrevistar o Senhor Jesus, nessa época do ano, e perguntar-lhe a respeito do Natal, creio que Ele responderia: ‘Esqueceram de mim’”, comenta o pastor.
Apesar de saber que Jesus não nasceu em 25 de dezembro, o pastor enfatiza que “não podemos deixar de aproveitar essa data para lembrar o mundo daquela sublime noite em Belém!”

Para ele as pessoas têm liberdade de admirar as invenções humanas dessa época natalina, mas ressalta que os servos do Senhor não devem ser influenciados pelo espírito do Anticristo, esquecendo-se do verdadeiro sentido do Natal.

O pastor ainda aponta como negativo alguns pastores dizendo que não vão comemorar o Natal, pois trata-se de uma festa pagã.

“Onde eles aprenderam isso? O Natal de Cristo precede e transcende o paganismo! E, se tem um povo que deve fazer questão de celebrar o Natal, esse é a Igreja de Cristo!”

Ciro convoca aos cristãos a não esquecerem que Jesus é Salvador, Cristo e também Senhor, recomendando aos crentes a não agirem como os cristãos de Laodiceia, que deixaram Jesus do lado de fora (Ap 3.20).

“Ele continua batendo à porta dos corações e dizendo: ‘Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e meu Pai o amará, e viremos para ele e faremos nele morada’ (Jo 14.23)".

Finalmente, o pastor exorta que os cristãos adorem a Cristo diariamente, e que aproveitem a oportunidade da data natalina para celebrar o nascimento de Jesus, a fim de que o mundo conheça o verdadeiro protagonista do Natal

Cristian Post

Que Natal você comemora?

Dois Natais acontecem todos os anos, no mesmo mês… Um é o natal de Jesus, O Filho de Deus.
O outro é o natal de um papai bonachão que não vem do céu, e que só dura um dia, e logo se desvanece. O Natal de Jesus é uma festa de abundante vida e alegria, que acontece na alma, oriunda do trono de Deus, onde sua vinda a este mundo é comemorada.

O outro é o natal de Noel, que também é chamado de papai e que “presenteia” as crianças. Diz: “ho ho ho” e está sempre acompanhado de nefastos seres elementais “duendes”.

Que irônica utopia!
Tão “bonzinho”, só é lembrado neste dia…. porém, nos outros dias do ano onde está ele?

Quer saber? Eu lhe digo! Materializa-se em objetos de consumo forçando seus seguidores a comprar, comprar e comprar, afinal, são todos dominados pela entidade… ops! desculpe! Espírito de natal.

Por outro lado o Natal de Cristo Jesus é real.
Não se conhecia ainda o velhinho bonachão, mas o Cristo já era adorado desde a eternidade, e continua sua eterna existência cumprindo sua missão de trazer salvação ao mundo.

Infelizmente muitos há que trocam o real pelo imaginário, a Verdade pela fantasiosa suposição infundada, preferem o glamour das árvores cintilantes, neves, chaminés, trenós, magias, etc, ao tosco e pesado peso da renúncia, chamada por Cristo de “Cruz”.

Que pena… o verdadeiro Natal foi esquecido; o menino que nasceu em Belém, numa manjedora, para trazer a resposta, morrer pelo homem,ressurgir dentre os mortos e garantir assim vida eterna com Deus nem se quer é mencionado, foi esquecido, foi abandonado.

Que tipo de natal você vai festejar? O natal de Jesus, que é eterno, ou… um falso natal que dura apenas um dia? Se durar!

Não espere presente neste final de ano, o maior de todos voce já ganhou, foi o Dom de Deus, Jesus.

Em meio às árvores, duendes, manjedouras, “bons velhinhos” , trenós e tudo o mais, prevalece a tosca Cruz. Não te iludas com meras lâmpadas se podes possuir a Vera Luz. Como? Trocando o falso natal pelo Natal de Jesus.

"Feliz Renascimento"
GP

A verdadeira história do Natal

Muitas vezes sou criticado por não comemorar ou melhor não idolatrar essa data como muitos fazem. O natal que todos comemoram não tem vinculo nenhum com o nascimento de Cristo, mas isso é tema para outro dia assim como idolatrar a São Nicolau na forma de bom velhinho que também quero abordar esse assunto aqui no blog.A humanidade comemora essa data desde bem antes do nascimento de Jesus. Conheça o bolo de tradições que deram origem à Noite Feliz

Espero que leiam e entendam e deixo alguns versículos que são o maior mandamento de Deus tanto para cristãos protestantes como católicos.

Roma, século 2, dia 25 de dezembro. A população está em festa, em homenagem ao nascimento daquele que veio para trazer benevolência, sabedoria e solidariedade aos homens.

Cultos religiosos celebram o ícone, nessa que é a data mais sagrada do ano. Enquanto isso, as famílias apreciam os presentes trocados dias antes e se recuperam de uma longa comilança.

Mas não. Essa comemoração não é o Natal. Trata-se de uma homenagem à data de "nascimento" do deus persa Mitra, que representa a luz e, ao longo do século 2, tornou-se uma das divindades mais respeitadas entre os romanos. Qualquer semelhança com o feriado cristão, no entanto, não é mera coincidência.

A história do Natal começa, na verdade, pelo menos 7 mil anos antes do nascimento de Jesus. É tão antiga quanto a civilização e tem um motivo bem prático: celebrar o solstício de inverno, a noite mais longa do ano no hemisfério norte, que acontece no final de dezembro. Dessa madrugada em diante, o sol fica cada vez mais tempo no céu, até o auge do verão.

É o ponto de virada das trevas para luz: o "renascimento" do Sol. Num tempo em que o homem deixava de ser um caçador errante e começava a dominar a agricultura, a volta dos dias mais longos significava a certeza de colheitas no ano seguinte.

E então era só festa. Na Mesopotâmia, a celebração durava 12 dias. Já os gregos aproveitavam o solstício para cultuar Dionísio, o deus do vinho e da vida mansa, enquanto os egípcios relembravam a passagem do deus Osíris para o mundo dos mortos.

Na China, as homenagens eram (e ainda são) para o símbolo do yin-yang, que representa a harmonia da natureza. Até povos antigos da Grã-Bretanha, mais primitivos que seus contemporâneos do Oriente, comemoravam: o forrobodó era em volta de Stonehenge, monumento que começou a ser erguido em 3100 a.C. para marcar a trajetória do Sol ao longo do ano.

A comemoração em Roma, então, era só mais um reflexo de tudo isso. Cultuar Mitra, o deus da luz, no 25 de dezembro era nada mais do que festejar o velho solstício de inverno - pelo calendário atual, diferente daquele dos romanos, o fenômeno na verdade acontece no dia 20 ou 21, dependendo do ano. Seja como for, esse culto é o que daria origem ao nosso Natal.

Ele chegou à Europa lá pelo século 4 a.C., quando Alexandre, o Grande, conquistou o Oriente Médio. Centenas de anos depois, soldados romanos viraram devotos da divindade. E ela foi parar no centro do Império.

Mitra, então, ganhou uma celebração exclusiva: o Festival do Sol Invicto. Esse evento passou a fechar outra farra dedicada ao solstício. Era a Saturnália, que durava uma semana e servia para homenagear Saturno, senhor da agricultura.

"O ponto inicial dessa comemoração eram os sacrifícios ao deus. Enquanto isso, dentro das casas, todos se felicitavam, comiam e trocavam presentes", dizem os historiadores Mary Beard e John North no livro Religions of Rome ("Religiões de Roma", sem tradução para o português).

Os mais animados se entregavam a orgias - mas isso os romanos faziam o tempo todo. Bom, enquanto isso, uma religião nanica que não dava bola para essas coisas crescia em Roma: o cristianismo.

Thiago Minami e Alexandre Versignassi
Adaptação Jean Krause

É Natal! É?

Mesmo que não se queira entrar no clima, o clima entra sem permissão. São as luzes piscando e enfeitando, os vários tronos de Papai Noel em cada shopping, as pilhas de panettones pelos supermercados, as cores verde e vermelha a tudo decorando e os inconfundíveis ho,ho,ho martelando em nossos ouvidos. Não dá para escapar, o clima está nas ruas, todos já sabem, é natal.

O dado que assusta no parágrafo acima é a proposital ausência da figura de Jesus. Os símbolos acima se bastam para que todos entrem no clima da festa. Jesus ficou totalmente descartável. A história do bebê que nasceu na manjedoura, para esta sociedade, é até bonitinha, mas só. O que se quer saber é sobre o quanto se gastará em presentes, comidas e roupas, e também o quanto se ganhará em presentes, comidas e roupas. Nú e cru, este é o natal desta geração.

O Jesus descartado da festa virou apenas desculpa. Sim, porque se natal é nascimento, precisamos de uma boa desculpa para a festa, e qual melhor desculpa do que o nascimento de Jesus? Mesmo que a massa e seus manipuladores não estejam nem aí para a história do evangelho, a história é boa e poderosa. Tão boa e tão poderosa que até hoje gera bilhões de faturamento em todo o mundo. E qual é o louco capitalista que desprezará um bebê com uma história assim? Nem o mais ateu dos comerciantes ateus.

O retrato, infelizmente, também se encontra no conteúdo de muitas comunidades cristãs. O que se quer, se busca e se adora são apenas luzes, brilhos, coreografias e festas que impressionem, causem impacto e mobilizem grandes públicos ávidos e ingênuos para darem suas ofertas em campanhas esquisitas que se sucedem uma após outra o ano inteiro, para muito além do natal.

Não permita que Jesus não tenha lugar para nascer e morar em seu coração. Não permita que as urgências e prioridades materiais da vida limite Jesus a um curral qualquer apenas num dia do ano. Isso não é natal. Se para você um dia Ele nasceu. E Ele nasceu! Viva em novidade de vida cada dia que Ele te dá, agradecendo, pregando e partilhando sua palavra e suas promessas. A estrela de Belém não parou de brilhar, afinal, foi em meio a trevas que bilhões de pessoas viram seu brilho e hoje vivem na luz, a maravilhosa luz de Jesus.

Paz!

Por Edmilson Mendes
e-mail:
mendeslongo@uol.com.br
blog: calicedevida.com.br
twitter: @Edmilson_Regina
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