Será que Deus responde as orações para o seu time de futebol favorito?

Futebol - A maioria dos americanos acreditam que sim, ainda que 18% dos entrevistados prefiram assistir os jogos do que ir à igreja.

Será que Deus interfere nas faltas, lances, e resultados do placar? Isso é o que dizem os americanos.

53% dos americanos acham que Deus "premia atletas que têm fé com boa saúde e sucesso", de acordo com uma pesquisa do Religion News divulgada hoje, 22/01. O levantamento foi feito com 1.012 adultos norte-americanos, para medir o quanto as pessoas entrelaçam a fé e o esporte.

Por outro lado, 18% dos americanos cristãos afirmaram que são mais propensos a ver futebol do que ir à igreja no domingo.

Opinião

O teólogo Yago Martins tem a mesma visão que a maioria dos americanos. “Eu creio em um Deus que é soberano sobre cada detalhe do universo. Então, creio em um Deus que determina o resultado de cada jogo de futebol. Cada gol, cada falta, cada impedimento e cada frango estavam debaixo da atuação majestosa de Deus”, disse Martins. 

No entanto, o teólogo esclarece que “isso não significa, porém, que o time vencedor será necessariamente o time com mais cristãos, ou com mais intercessores. Como um objeto de entretenimento, o futebol não deveria ser alvo de intensas orações ou de busca por atuação do divino, com exceção de orações de agradecimento por parte dos que se divertem com o espetáculo, de orações por segurança e cuidado por parte dos jogadores e, quem sabe, oração para que a subsistência das famílias que sobrevivem das rendas dos jogos (como jogadores, membros da equipe técnica, etc) possa continuar existindo”.

“Deus não é vascaíno, flamenguista ou corintiano, mas Ele é o Deus soberano sobre todo esporte”, concluiu Martins.

Fonte: Guiame, com informações de The Christian Post e Blog Batistas no Lago

Nem tudo feito em nome de Deus tem Seu selo de aprovação

Igreja Pentecostal - “O pastor não pode ser um palestrante motivacional”, critica o Pastor Shane Idleman.
Ainda que as ações de Deus não sejam padronizadas, nossas experiências com Ele devem ser alinhadas com as Escrituras e Seu caráter. Como disse o pastor David Martyn Lloyd-Jones, "nós não devemos interpretar as Escrituras à luz de nossas experiências, mas sim, interpretar nossas experiências à luz das Escrituras".

O Pastor Shane Idleman, fundador da Igreja Westside Christian Fellowship, em Lancaster, Califórnia, falou sobre o assunto para o The Christian Post. Para ele, sentimentos são bons e foram dados por Deus, porém “não podemos esquecer as palavras do profeta Jeremias 17:9, que diz: ‘O coração é mais enganoso que qualquer outra coisa e sua doença é incurável. Quem é capaz de compreendê-lo?’”.
“Infelizmente, vemos alguns comportamentos perturbadores nas igrejas pentecostais, e os líderes raramente são confrontados. Eles podem se divorciar de seu cônjuge e permanecer na liderança, usando o famoso versículo de 1 Crônicas 16:22 como escudo: ‘Não toqueis os meus ungidos, e aos meus profetas não façais mal’. Isso é um abuso da graça ao mais alto nível e uma distorção da Palavra”, critica o Pastor Idleman. “Em nosso cuidado de perdoar estes pecados, acabamos correndo o risco de defender o comportamento errado”.

Idleman conta que alguns cristãos bem intencionados estão realmente ansiosos para ouvir a voz de Deus, mas muitos procuram sinais e maravilhas, em vez de buscar o Senhor. “Nós podemos nos tornar instáveis, confusos e enganados quando a nossa espiritualidade depende apenas dos sinais, prodígios e manifestações”.

“Tenho visto muitos cristãos, incluindo pastores, em manifestações falsas que nunca acabam. Os ‘sinais e maravilhas’ não são o verdadeiro evangelho, nem o ‘evangelho da prosperidade’. Deus pode nos prosperar, e milagres acontecerem, mas isso é secundário – Cristo é primário”, disse Idleman.

O Pastor esclarece que não é contra manifestações exageradas do Espírito Santo, porque Deus também age assim. “A presença e o poder do Espírito Santo podem provocar sentimentos avassaladores, e com razão. Quando a verdade penetra no coração, a emoção, a paixão e o entusiasmo muitas vezes vem junto. Essas emoções são boas e dadas por Deus. Meu objetivo não é limitar o poder e a presença do Espírito, mas buscar equilíbrio e discernimento”, explica Idleman. “Deus exige a nossa obediência mesmo se estivermos sentindo ou não”, observa.

“O pastor não pode ser um palestrante motivacional. Os portais do céu nem sempre irão descer, e você nem sempre pode ‘sentir algo’ em todos os cultos, mas isso não quer dizer que Deus não está se movendo”, diz.

“O verdadeiro avivamentos a Palavra de Deus é pregada, expondo o pecado, gerando correção e santidade, e não histeria”, afirma Idleman. “Se não estivermos na Palavra, a Palavra não estará em nós, e poderemos ser facilmente enganados. A busca por realização espiritual não é errada, mas onde buscamos pode ser”, finaliza.

informações de The Christian Post

Depois de oito anos caminhando, fiel está próximo de cumprir promessa

Pedro Albuquerque também é conhecido como 'O Pagador de Promessas'. Há oito anos ele saiu de Pernambuco com destino à Trindade, em Goiás.

O aposentado Pedro Albuquerque caminha pelo acostamento da GO-010, em Luziânia. Há oito anos, essa tem sido a rotina do peregrino. Com uma cruz que pesa cerca de 50 quilos, ele segue pelas estradas do país.

A cena lembra a minissérie ‘O Pagador de Promessas’, exibida pela Globo em 1988. Na trama escrita por Dias Gomes, um lavrador carrega uma cruz para cumprir a promessa que fez pela recuperação de seu burro de estimação.

Pedro anda cinco quilômetros por dia e faltam ainda quase 300 para ele cumprir a promessa que fez. "Eu fiz a promessa porque sofria de trombose, hoje estou curado e faço essa caminhada”, diz. O aposentado saiu de Caruaru, em Pernambuco, e já passou por mais de 300 cidades de 11 estados.

Ele caminhou, até agora, mais de 13 mil quilômetros e ainda pretende passar por Brasília antes de chegar ao destino: o Santuário Basílica do Divino Pai Eterno, em Trindade. Quem conhece a história do 'pagador de promessa' de Caruaru fica admirado. "De um certo modo, me envolveu e eu gostaria de conhecer um pouco mais a história dele", diz o advogado Itamar Bueno".

Com informações G1

O Acre está deixando de ser um Estado laico para ser religioso? Será?

Nesta sexta-feira, 23, comemora-se o Dia do Evangélico no Acre. O feriado foi um projeto do deputado estadual Elder Paiva (PEN) sancionado durante o governo de Binho Marques (PT).

Acho justo, que diante de tantos feriados católicos, os evangélicos também tenham o seu Dia. No entanto, a questão religiosa no Acre está ultrapassando os limites das comemorações e das manifestações naturais de fé.

Nesses dias um amigo precisava retirar um documento urgente da CCPL (área de licitação) da prefeitura de Rio Branco. Já era horário de expediente, mas teve que aguardar os funcionários que “oravam” fervorosamente. E parece que a prática de “orar” espalhou-se por outros órgãos públicos do Estado.

Então fica a pergunta: o lugar de trabalho é adequado para o funcionário manifestar a sua fé, seja ela qual for? Num Estado laico manifestar a religiosidade dentro de uma repartição pública é normal?

Pelas redes sociais me enviaram a foto do Pastor Rodson Souza, ligado ao PSDC, que é o diretor do Hospital HUERB, em Rio Branco, num momento de oração com os funcionários. Será que na estrutura da HUERB quem não professar o evangelismo terá as mesmas oportunidades que os que professam?

Na minha avaliação pode estar acontecendo uma perigosa mistura entre a religiosidade e a “coisa pública”. Isso pode descambar para preconceitos e perseguições típicas de estados fundamentalistas. A religiosidade de cada um, seja qual for, é sagrada. Mas que ela seja exercida nos templos e dentro do espaço intimo de cada um.

AC24horas

Itamaraty afirma ter plano para evacuar missionários brasileiros no Níger

Ao todo são 33 brasileiros que realizam missões no país africano, um dos mais pobres do mundo
O Itamaraty se pronunciou a respeito dos ataques contra igrejas brasileiras no Níger dizendo que tem planos para tirar os missionários do país.

A evacuação só irá acontecer em caso extremo, para isso o governo pediu que os brasileiros se concentrassem em poucas casas. “Pedimos que eles se reunissem em poucas casas para facilitar uma eventual evacuação. Mas esse seria um caso extremo. A expectativa é de que não cheguemos a esse nível”, disse João Carlos Zanini, encarregado de negócios da embaixada brasileira em Benim.

Os 33 brasileiros que estão na capital Niamey e na cidade de Maradi são assistidos pela Embaixada Brasileira em Benin, um país vizinho ao Níger. Diversas igrejas cristãs coordenadas por eles foram atacadas e destruídas, mas por sorte nenhum deles ficou ferido.

Não há informações de novos ataques, porém o governo brasileiro decidiu esperar até o sábado para ver como os muçulmanos irão se comportar. “Vamos aguardar até sábado, que é o dia de culto islâmico, para dizer que a situação está normalizada”, afirmou Zanini.

Os ataques foram motivados por um protesto dos muçulmanos do Níger contra a revista francesa Charlie Hebdo, além das dezenas de igrejas, escolas e restaurantes também foram saqueados e queimados. Dez pessoas morreram nos atentados. 


por Leiliane Roberta Lopes
Com informações Terra.
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