"Jesus pode transformar qualquer terrorista", dizem missionários após sequestro de colegas


Atualmente, o Estado Islâmico é um dos grupos que mais têm aterrorizado cristãos no Oriente Médio. Seus crimes de guerra já foram reconhecidos como genocídio. (Foto: Newscom)


organização 'Bíblias para o Oriente Médio' lançou uma campanha de oração e jejum por que foram sequestrados dias depois de terem sobrevivido a um ataque brutal de terroristas islâmicos. O grupo também ora pela conversão dos extremistas.

Três missionários cristãos desapareceram no Oriente Médio, depois da sua saída de um hospital no início desta semana.

Os membros do grupo 'Bíblias para o Oriente Médio' - que distribui Bíblias para as igrejas domésticas subterrâneas em 17 países no Oriente Médio - anunciou nesta terça-feira que três de seus jovens missionários foram seqeestrados por "terroristas islâmicos".

O site do ministério explica que Samuel, de 29 anos, James, 30, e Stephan, 32 - todos ex muçulmanos convertidos ao cristianismo - foram hospitalizados no último, depois de sobreviverem a uma emboscada, armada por extremistas muçulmanos.

Como o evangelismo e a 'apostasia' (do islamismo) são ambos puníveis com a morte em algumas regiões do Oriente Médio, o ministério informou que os militantes gritavam frases, como "Allahu Akbar" ("Alá é grande") e "vamos matá-los", enquanto eles espancavam os pregadores com tubos de ferro e profanavam a Bíblia.

Felizmente, os transeuntes em um ônibus pararam, perseguiram os radicais e depois transportaram os homens para um hospital próximo. Segundo relatos, o evangelista James encontrava-se em estado crítico.

Mesmo estando no hospital, os três missionários disseram que sentiram que estavam sendo observados no local "com uma intenção cruel" e pediram que os médicos os liberassem.

De acordo com o ministério, os missionários tinham telefonado para o diretor do ministério, Pastor Paul Ciniraj, falando sobre sua liberação do hospital e disseram-lhe que estavam contratando um táxi não autorizado para voltar para casa. Os evangelistas disseram ao diretor que estariam em casa dentro de 45 minutos.

"Mas nossos pastores não chegaram em casa", disse Ciniraj à WND. "Nós tentamos localizá-los por celulares várias vezes, mas não obtivemos resposta".

"Nós suspeitamos que eles tenham sido sequestrados pelo motorista e outros dois homens que já estavam no carro quando pegaram o 'táxi' no hospital" Ciniraj acrescentou. "Nós suspeitamos que eles também sejam terroristas. Mas só Deus sabe".

Por razões de segurança, o local onde os homens foram hospitalizados e sequestrados não foi revelado.

Em resposta ao desaparecimento dos homens, a Missão Bíblias para o Oriente Médio lançou uma campanha de 100 horas de jejum. Durante o jejum, os missionários vão orar para que a vontade de Deus seja feita com relação aos missionários sequestrados.

"Ninguém vai comer ou beber qualquer coisa, exceto água pura até o fim desta campanha de oração e jejum", explicou o site do ministério. "Aqui é muito quente e temperatura atual está em torno de 42°C. Essa é a razão decidirmos beber água quando ela for necessária. Caso contrário, queríamos nos abster da água também".

Este não é o primeiro caso em que missionários da 'Bíblias para o Oriente Médio' desaparecem. Em abril, um evangelista indiano de 43 anos, chamado Reji Joseph, que voluntariamente trabalhava para a Missão, desapareceu junto com três colegas de trabalho em Tripoli, no Quênia.

Segundo a família de Joseph, acredita-se que os homens foram raptados em seus próprio local de trabalho.

Embora o ministério esteja preocupado com seus missionários sequestrados, a organização diz aos cristãos que a morte não é algo que deva ser temido.

"Porque para mim o viver é Cristo e o morrer é lucro", disse a equipe em seu site, citando a epístola do apóstolo Paulo aos Filipenses, capítulo 1, versículo 21.

Em uma demonstração de amor cristão, o ministério também convida as pessoas a orarem pelos missionários e também para que os sequestradores possam "confessar os seus pecados e experimentar a salvação em Jesus Cristo".


Guiame

Estado Islâmico decapita menina de 4 anos e força mãe a mergulhar as mãos no sangue da filha


Vários relatórios sobre atrocidades cometidas pelo Estado Islâmico têm surgido nos últimos dois anos, desde que o EI assumiu vastos territórios no Iraque e na Síria. (Imagem: Youtube / Captura de tela)


A atrocidade foi relatada por uma mulher síria à agência iraniana de notícias 'Al Alam'. A testemunha pediu que seu nome seja mantido em sigilo.

Terroristas do Estado Islâmico decapitaram uma menina de 4 anos de idade no reduto sírio do grupo, em Raqqa e depois obrigaram a mãe a mergulhar as mãos no sangue de sua própria filha, segundo relatos de uma agência de notícias iraniana.

Uma mulher síria que recentemente escapou dos domínios do grupo terrorista (também conhecido como ISIS, ISIL ou Daesh) relatou à 'Al Alam International News Channel', sediada em Teerã (Irã), sob a condição de anonimato, a respeito de um incidente brutal, que levou à decapitação de uma criança inocente.

"Uma mãe mandou que sua filha de 4 anos fosse para casa e a criança se recusou. Em seguida, a mãe disse á filha, sem querer: 'vá para casa ou eu juro por Deus que vou decapitá-la, se você não fizer isso", contou a testemunha. "Um dos membros do Estado Islâmico ouviu isso e disse a mãe: 'uma vez que você jurou a Deus (Alá), você deve decapitá-la', mas a mãe não concordou com o combatente".

Depois que a mãe se recusou a decapitar sua filha, a mulher síria disse que os militantes do Estado Islâmico 'assumiram o dever' de executar a criança.

"Mas eles decapitaram a menina e mergulharam as mãos daquela mãe no sangue de sua própria filha", disse ela.

Sequência de atrocidades
Vários relatórios sobre atrocidades cometidas pelo Estado Islâmico têm surgido nos últimos dois anos, desde que o EI assumiu vastos territórios no Iraque e na Síria. Os relatos contam sobre como o grupo terrorista tem maltratado, torturado e assassinado crianças.

No início deste ano, um alto funcionário de uma estatal iraquiana patrocinado pela milícia xiita afirmou que o Estado Islâmico tinha executado um menino de 4 anos de idade, em Al-Sharqat, Iraque, ao detonar - por meio de um controle remoto - um explosivo que foi anexado à criança.

O funcionário disse que o assassinato do menino veio depois que o grupo já havia executado o pai do menino por ele ter matado dois terroristas do EI.

Em outubro do ano passado (2015), foi noticiado que os militantes executaram 11 missionários cristãos e um menino de 12 anos de idade, perto de Aleppo.

O líder encarregado do ministério que apoiava os missionários contou à Missão internacional 'Christian Aid', com sede na Virgínia (EUA), que antes de matar o menino, os terroristas deceparam os dedos do garoto na frente de seu pai. Eles supostamente teriam dito ao pai que eles iriam parar de torturar seu filho se ele abraçasse o islamismo.

Em agosto de 2014, Andrew White, também conhecido como o 'Vigário de Bagdá', falou sobre como o filho de fiéis da igreja de St. George em Bagdá, de apenas 5 anos de idade foi cortado ao meio por militantes do EI.

Mais tarde, em Dezembro de 2014, White contou como os terroristas do EI decapitou quatro crianças que se recusaram a renunciar ao seu amor por Cristo.

"O EI virou-se e ordenou às crianças - todas com menos de 15 anos: 'digam que irão seguir a Maomé'. Quatro delas disseram: 'não, nós amamos Yasua [Jesus]. Sempre amamos Yasua. Sempre seguimos Yasua. Yasua sempre esteve conosco", Explicou White, citando as jovens vítimas. "[Os militantes] insistiram: 'digam as palavras!'. [As crianças] disseram: 'não, nós não podemos fazer isso'. Então eles cortaram as cabeças de todos os reféns".

O Observatório Sírio para os Direitos Humanos estimou em março, que mais de 2.100 civis teriam sido executados na Síria, desde que o grupo ganhou notoriedade em 2014. A mulher que deu seu relato à agência Al Alam explicou que o Estado Islâmico enfileirou nas ruas de Raqqa, as cabeças decapitadas de suas vítimas, com objetivo de intimidar os cidadãos locais e forçá-los a seguirem as "regra estrita da lei", intepretadas pelo EI.

Guiame

Confirmado: A Terra Prometida estreia em 5 de julho na Record

A novela vai mostrar a conquista de Canaã pelos hebreus
A Rede Record confirmou ao colunista Ricardo Feltrin, do blogOoops no UOL, que a novela “A Terra Prometida” estreia no dia 5 de julho, um dia depois do encerramento da segunda temporada de “Os Dez Mandamentos”.

A novela fará sequência à vida dos hebreus no deserto, mostrando a conquista de Canaã.

A trama terá como ator principal Sidney Sampaio que será Josué, o líder que assume essa trajetória do povo de Deus depois da morte de Moisés.

O elenco conta com a participação dos atores Nívea Stelmann, Bernardo Velasco, Milhem Cortaz, Giselle Itié, Rayanne Morais, Petrônio GOntijo, Larissa Maciel, Zeca Carvalho, Brendha Haddad, Marisol Ribeiro e outros.

Escrita por Renato Modesto, a novela bíblica deve seguir o sucesso de sua antecessora que foi um verdadeiro divisor de águas para a Rede Record.

GospelPrime

Eyshila e familiares se emocionam no enterro de Matheus Oliveira: "A vontade de Deus é soberana"


Eyshila, acompanhada pelo marido, pastor Odilon e pelo filho, Lucas Oliveira. (Foto: Ego)


"Estou certa que nem a morte, nem a vida, nem a angústia, nada nos separa do amor de Deus e que, na eternidade, vou ver meu filho. Agradeço a Deus acima de todas as coisas, porque a vontade Dele é soberana", disse a cantora.

Nesta quarta-feira (15), aconteceu o enterro de Matheus Oliveira, filho de Eyshila e do pastor Odilon dos Santos, no cemitério Jardim da Saudade de Sulacap, Zona Oeste Rio de Janeiro, contando com a presença de familiares, amigos e fãs da cantora.

Matheus estava internado no hospital Samaritano, na Barra da Tijuca (RJ), com um quadro de meningite viral e faleceu na última terça-feira (14), aos 17 anos de idade.

Com uma cerimônia mais intimista o velório reuniu apenas os familiares, por volta de 14h15, na capela F do cemitério.

Apesar de estar abalada, Eyshila agradeceu a Deus por Seu cuidado durante esses momentos de dor.

"Estou certa que nem a morte, nem a vida, nem a angústia, nada nos separa do amor de Deus e que, na eternidade, vou ver meu filho. Agradeço a Deus acima de todas as coisas, porque a vontade Dele é soberana", disse Eyshila ao grupo de aproximadamente 400 pessoas presentes na ocasião. Eyshila também chegou a cantar a conhecida canção "Tu És fiel".

Amigos da cantora, outros grandes nomes da música gospel, como o pastor Arolde de Oliveira (MK Music) e as cantoras Cassiane, Bruna Karla e Flor de Lis também compareceram ao enterro para prestar solidariedade à família.

Colegas da escola de Matheus também fizeram questão de comparecer. Alguns até estavam ainda de uniforme.

Líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, o pastor Silas Malafaia fez uma oração, pela família e explicou o real sentido da cerimônia.

"Vamos orar e consolar a família, mas nós sabemos que Matheus já está bem e com Jesus", disse. "Onde quer que estejamos, Deus nos ama e Ele está vivo. Nada nos separa desse amor. Nós não falamos para o morto, mas para os vivos. A morte do Matheus está salvando vidas, muitas pessoas passaram a orar, estão crendo em Deus. Eu sei que essa é uma perplexidade que ultrapassa nosso entendimento. Perdas doem, nós temos que chorar, mas tenho certeza que Deus tem um propósito na vida dessa família".


Falecimento
Em uma postagem emocionada, Eyshila confirmou na noite da última terça-feira, a morte de seu filho.

"O Senhor deu, o Senhor tomou. Louvado seja o nome do Senhor. Obrigada a todos que nos cobriram com suas orações. Ele está com o Senhor! Não cabe a nós questionar. Deus é soberano e nós vamos seguir adorando e servindo a esse Deus perfeito em sua soberana vontade. 

Ele sabe o que faz! Salmos 116:15 - Preciosa é à vista do Senhor a morte dos seus santos. Um dia nos veremos Matheus. Na eternidade eu vou te ver. Deus no controle. O céu é de verdade. Jesus venceu a morte. Matheus está vivo. Jesus vive", escreveu em uma postagem no Instagram / Facebook.


Meningite 
Caracterizada por uma inflamação das membranas que revestem o cérebro e a medula espinhal (meninges), a meningite é geralmente causada por uma infecção. A doença pode ser bacteriana ou viral - como no caso do quadro diagnosticado em Matheus.

Guiame

Indo contra trabalho social de igrejas, prefeitura tira cobertas de moradores de rua em SP


Marlaine (de gorro) ao lado do colega Jair de Moura na Praça 14 Bis. (Foto: Almeida Rocha/Diário SP)


A GCM (Guarda Civil Metropolitana) e outros agentes ligados à Prefeitura estão retirando, por ordem de uma política “higienista”, seus cobertores, colchões e até pedaços de papelão que utilizam para se proteger do frio.

Cinco mortes de moradores de rua por causa do frio já foram registradas em São Paulo no mês de junho: uma no bairro do Belém, na zona leste, duas em Santana, na zona norte, uma na Avenida Paulista e outra no Bom Retiro, na região central.

Para piorar a situação das pessoas desabrigadas, denúncias apontam que GCM (Guarda Civil Metropolitana) e outros agentes ligados à Prefeitura estão retirando, por ordem de uma política “higienista”, seus cobertores, colchões e até pedaços de papelão que utilizam para se proteger do frio.

Os moradores de rua da Praça 14 Bis, região central, já se organizam para evitar as operações conhecidas como “rapa”. Pouco antes das 7h, eles se levantam para desarmar seus abrigos feitos com caixas de papelão. Caso contrário, os GCMs jogam tudo fora. 

“Só esse ano já ocorreu três vezes. Em uma, levaram até meu RG, dentro de uma mochila”, disse Marlaine Regina Sposito, de 41 anos, que vive há um ano na Praça 14 Bis. “O rapa chega e manda a gente tirar tudo de debaixo da laje de onde dormimos”, acusou.

Marlaine, que está tratando uma pneumonia, fica sem proteção do frio durante o dia. “O rapa manda a gente e ir para o outro lado da praça. Se chove, paciência, a gente tem de ficar no frio, sem cobertura”, lamenta a mulher.

“Eles levam o pouco que a gente tem, e nesses dias tem feito muito frio. Venta demais e a gente quase congela. Aí acordamos com medo de perder nossas coisas na manhã seguinte”, acrescentou José Carlos Gomes, de 56 anos, há cinco morando na rua.

De acordo com João Clemente de Souza Neto, cientista social e professor do Mackenzie, esses depoimentos mostram que a assistência à população de rua na cidade de São Paulo tem praticamente um caráter de polícia, e não social.

“A GCM não deveria fazer as abordagens aos moradores de rua, ela não é preparada para isso. Seria diferente se houvesse alguma transgressão de lei, mas se a pessoa está sentada ou deitada em um local que o poder público considera não ser adequado, quem deveria fazer a abordagem e tentar o convencimento para que aquela pessoa saia, são os agentes da assistência social”, disse ele.

“A GCM tem mais o caráter de repreensão do que de pedagógico. E a partir do momento que alguém tira o cobertor de um morador de rua, que é sua posse, está tirando o que pertence à pessoa. E se ela não roubou aquilo, a atitude está completamente equivocada”, acrescenta o professor.

Agentes retiram seus cobertores, colchões e até pedaços de papelão. (Foto: Almeida Rocha/Diário SP)

A atuação da GCM vai contra os esforços de diversos grupos de assistência social ligados à igrejas, como o Pão da Vida. "Além de não trazer resultados, essa política da prefeitura para forçar moradores de rua a saírem das vias públicas é completamente cruel em dias de frio intensos, como os que estamos passando", avalia Luana Novaes, membro do grupo.

"Nós, como igreja, não queremos que essas pessoas permaneçam nas ruas e usamos nossos recursos para resgatá-las. Mas até que isso não aconteça, vamos permanecer levando uma palavra de esperança e um amor que aquece, através de alimentos e cobertores", complementa. 

“Desfavelização”

O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), anunciou nesta terça-feira (14) que deu "ordem expressa" para que o comandante da Guarda Civil Metropolitana abra procedimentos administrativos para investigar todas as denúncias.

Segundo Haddad, a única orientação dada aos guardas é que evitem que moradores de rua montem habitação em praças públicas. Isso significa que a GCM está autorizada a recolher o que o prefeito definiu como "material de cafofo", como barracas, sofás e armários. "A ordem é não deixar favelizar as praças públicas. É só esta a orientação".

"Nós fizemos a desfavelização de 17 praças públicas na cidade de SP, sem nenhum higienismo. Todo mundo que tava na praça foi acolhido pelos equipamentos da prefeitura. O que estamos tentando impedir é essa refavelização”, disse Haddad. "Os barracos foram removidos, não os moradores. É diferente".

Problemas no albergue

A maior parte dos moradores de rua admite que prefere passar suas noites na via pública do que em albergues públicos, segundo apuração feita pelo Diário de São Paulo. Entre os motivos, estão a impossibilidade de dormir no mesmo edifício do que o parceiro (no caso homens e mulheres), a distância dos equipamentos da Prefeitura e a insegurança desses equipamentos de proteção.

O malabarista e pirofagista Fabiano Ferreira de Sousa, de 30 anos, diz que prefere dormir debaixo do canteiro central da Avenida Cruzeiro do Sul e correr risco dentro de um albergue. No último dia 25, ele teve a mochila, dinheiro, documentos e roupas furtados dentro de prédio da Prefeitura.

“Fui dormir e deixei a minha mochila do lado da cama. No dia seguinte, eu acordei e não a vi mais. Perguntei para quem estava ao lado, mas ninguém tinha visto quem pegou. E o albergue é cheio de câmeras, que aparentemente não servem para nada. Fui na delegacia e fiz um boletim de ocorrência, mas continuo sem nada”, desabafou. “Por isso é melhor dormir na rua. Aqui, pelo menos, eu conheço as pessoas que dormem do meu lado.”

De acordo com a Prefeitura, o centro de acolhida de Santana conta com bagageiro justamente para que os moradores possam guardar seus pertences, e a equipe de segurança faz rondas frequentes.

Guiame
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...