Não tenha medo, Deus está no controle


Não tenha medo, Deus está no controle.

Um dos maiores temores do ser humano é enfrentar o desconhecido; é não poder enxergar o que está à sua frente. Quando entramos em uma zona de turbulência, onde olhamos para os lados e não vemos nada, nenhuma solução, pensamos estar sozinhos. Isso nos causa temor, uma sensação de solidão. Nos sentimos, verdadeiramente, assombrados, por nunca termos enfrentado situação semelhante.

Quem sabe você, hoje, se identifique com esta reflexão. Quem sabe, nesse exato momento, você esteja acuado, assombrado, se sentindo sozinho por achar que está dando tudo errado em sua vida. Na sua percepção, o mundo acaba de desabar em cima de você, pois o que você mais temia aconteceu. Quem sabe você acabou de receber o resultado do exame médico e parece ser algo terrível.  *E desesperado falou: "E agora o que vou fazer? Socorro!!”

Olhando, mais detalhadamente para o texto de Isaías, descobrimos seis frases que nos fará sair dessa situação.

👇Ouça a voz de Deus através do profeta Isaías. Guarde bem essas palavras em seu coração 👇

"Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça." Isaías 41: 10

Destaco, então, as seis palavras profética para sua vida, veja:
A primeira é: "Não temas”. Não tenha medo, Ele está no controle, a última palavra é de Deus. Em toda Bíblia existe 365 vezes a expressão: "Não temas".  Parece coincidência, mas afirmo que seja um incentivo para cada dia do ano.

Segunda: "Eu sou contigo". Você não está sozinho nesse vale, nesse problema. Deus está contigo! Creia que o sobrenatural está bem do teu lado. O nosso Senhor garantiu que estaria todos os dias conosco. "E eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém.” Mateus 28:20b

Terceira: "Não te assombres". Parece feia a tua situação? Pode ser terrível o que estás enfrentando, a ponto de te causar pânico, mas Deus diz: “Não fique assombrado!”

Quarta: "Eu sou o teu Deus". Isso por si só, já nos garante a vitória, pois Deus é fiel, único e vitorioso. Isso indica o grau de comprometimento dEle em amor a nós.

Quinta: "Eu te fortaleço".  É o Senhor que vai te dar força. Ele mesmo está afirmando isto. Quando você pensa não ter mais nenhuma força, é nesse momento que Deus te fortalece, pois, a força está Nele. “Ele dá força ao cansado, e aumenta as forças ao que não tem nenhum vigor.” Isaías 40:10
“Os jovens se cansarão e se fatigarão, e os mancebos cairão, mas os que esperam no Senhor renovarão as suas forças; subirão com asas como águias; correrão, e não se cansarão; andarão, e não se fatigarão.” Isaías 40:29-31

Sexta e última palavra para sua vida: Ele te diz: “Te ajudo e sustento”. A ajuda que você vai ter para seu problema não é humana. Deus garante que Ele mesmo vai te ajudar e, ainda mais, vai te sustentar. Fique tranquilo, a ajuda vem do alto, do Pai das luzes.

Levante sua cabeça, olhe para o alto. Deus age ao seu favor.  Agindo Deus quem pode impedir??

Fique na Paz
Josiel Dias

“Brasil” e “Deus” foram as palavras mais citadas por Bolsonaro nos discursos

Presidente Jair Bolsonaro, saúda o público depois de receber a faixa presidencial de Michel Temer, no parlatório do Palácio do Planalto. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Os dois primeiros discursos de Jair Bolsonaro como presidente do Brasil nesta terça-feira (1º) foram marcados por temas como família, economia e segurança. No entanto, uma das palavras mais utilizadas por ele faz menção à sua fé.

“Brasil” e “Deus” foram as palavras mais usadas por Bolsonaro nos discursos, segundo um levantamento feito pelo UOL. A palavra “Brasil”, a mais pronunciada pelo presidente, teve 20 citações. “Deus” foi a segunda mais citada, com 10 menções nos discursos.

Foram 37 menções ao conjunto formado por “Brasil”, “brasileiras” e “brasileiros”, tirando pronomes, artigos e conjunções da contagem. Foram citadas 8 vezes a palavra “nação”, 7 vezes “país” e 6 vezes “nacional”.

Também chamou a atenção o uso da palavra “ideologia” e variações como ideológico, ideológicas e ideologização — este conjunto de palavras foi mencionado nove vezes pelo presidente nos discursos.

A posse de Jair Bolsonaro como o 38º presidente do Brasil foi marcada por dois discursos: o primeiro foi feito no Congresso Nacional, diante de parlamentares; e o segundo, no parlatório do Palácio do Planalto, a uma multidão de apoiadores presentes na praça dos Três Poderes, em Brasília. 

Além do presidente, a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, fez um discurso em libras com tradução simultânea, quebrando o protocolo da tradicional cerimônia de posse. Após pedidos da plateia, ela ainda fez uma pausa na mensagem para beijar o marido.

Seu discurso foi marcado por sua intenção de se dedicar à causa das pessoas com deficiência no seu novo posto, em especial à comunidade surda. “Gostaria de modo muito especial de dirigir-me à comunidade surda, às pessoas com deficiência e a todos aqueles que se sentem esquecidos. Vocês serão todos valorizados. Tenho esse chamado no meu coração”, destacou.

Confira o discurso de Michelle Bolsonaro na íntegra





Fonte  Guiame

Rabinos ortodoxos reconhecem o cristianismo como parte do “plano de Deus”

Judeus e cristãos têm mais em comum do que aquilo que os divide. (Foto: Chabad)
A declaração intitulada foi assinada pelos 25 principais rabinos ortodoxos de Israel, Estados Unidos e Europa, que apelaram pela cooperação entre judeus e cristãos diante dos desafios morais e religiosos deste tempo.

Pela primeira vez, desde que o Concílio Vaticano II alterou os ensinamentos cristãos em relação ao povo judeu há 50 anos, um grupo de rabinos ortodoxos fizeram uma declaração pública em defesa do cristianismo.

Publicada no site do Centro de Entendimento e Cooperação Judaico-Cristão (CJCUC), a declaração intitulada como "Para fazer a vontade do nosso Pai Celestial: Rumo a uma parceria entre judeus e cristãos" foi assinada pelos 25 principais rabinos ortodoxos de Israel, Estados Unidos e Europa, que apelaram pela cooperação entre judeus e cristãos diante dos desafios morais e religiosos deste tempo.

"Reconhecemos que o cristianismo não é um acidente ou um erro, mas é resultado da divina vontade e um presente para as nações. Ao separar o judaísmo e o cristianismo, Deus quis a separação entre parceiros com diferenças teológicas significativas, e não uma separação entre inimigos", diz o texto da declaração, emitida na última quinta-feira, 3 de dezembro.

"Nós, judeus e cristãos, temos mais em comum do que aquilo que nos divide: o monoteísmo ético de Abraão; a relação com O Único Criador do Céu e da Terra, que ama e cuida de todos nós; as Sagradas Escrituras judaicas; a crença em uma tradição que nos liga; e os valores da vida, da família, da justiça, da liberdade, do amor universal e da paz mundial final", relata outro trecho do texto. 

Dentre os signatários estão figuras ortodoxas que fazem parte de uma ala liberal no ramo mais tradicional do judaísmo e já haviam iniciado esforços para um diálogo inter-religioso. "Nós entendemos que há espaço no judaísmo tradicional para enxergar o cristianismo como parte do plano da aliança feita por Deus com a humanidade, como um desenvolvimento do judaísmo que foi desejado por Deus", disse o rabino Irving Greenberg, um dos signatários da declaração.

Resistência

Ainda assim, Greenberg admitiu que a maioria dos rabinos ortodoxos não irá assinar a declaração por rejeitarem a ideia de que é da vontade de Deus chegar aos gentios através do cristianismo.

Segundo o rabino Mark Dratch, vice-presidente do Conselho Rabínico da América, a relutância em se envolver com essa teologia está enraizada no ensino do rabino Joseph Soloveitchik, um líderes ortodoxos mais estimados do século 20, que proibiu o envolvimento com outras religiões nessas questões.

"Soloveitchik disse muito claramente que cada comunidade de fé é única e tem direito à integridade de suas próprias posições, que não são nem negociáveis, nem capazes de serem plenamente compreendidas por pessoas de outras tradições de fé", disse Dratch, acrescentando que Soloveitchik entendia que os judeus eram um grupo pequeno e vulnerável.

Perdão

A declaração rabínica começa com uma referência ao Holocausto como "o clímax de séculos de desrespeito, opressão e rejeição aos judeus, que trouxe a consequente inimizade que se desenvolveu entre judeus e cristãos". Em seguida, elogiou Nostra Aetate, uma declaração de 50 anos onde o Vaticano repudiou a comum idéia que existia entre os cristãos de que os judeus mataram Cristo e foram merecedores dos séculos de perseguição que sofreram.

"Hoje, os judeus têm sincero amor e respeito a muitos cristãos que se expressam em muitas iniciativas de diálogo, em reuniões e conferências por todo o mundo", prossegue o texto. "Agora que a Igreja Católica reconheceu a aliança eterna entre Deus e Israel, os judeus podem reconhecer a validade construtiva em curso do cristianismo como nosso parceiro na redenção do mundo, sem qualquer medo de que isso seja explorado para fins missionários".

A declaração ortodoxa não inclui qualquer referência ao islamismo que, assim como o judaísmo e o cristianismo, também tem origem no patriarca bíblico Abraão. Greenberg acredita que o Islã não está maduro para tal afirmação, porque muito da cultura islâmica atualmente é rica em anti-semitismo e uma "hostilidade quase genocida contra Israel."

Guiame

A Promessa da Presença de Deus


Respondeu o Senhor: “Eu mesmo o acompanharei e lhe darei descanso.”Êxodo 33:14
Ao dar os primeiros passos em 2019, não temos ideia de como vamos percorrer cada um dos seus dias. Começamos o ano novo querendo saber o que ele vai nos trazer. Temos planos, projetos... Mas, e a realização deles é certa?

Quantos colocaram em mente que 2019 será um ano diferente porque escolheram poucas resoluções com a determinação de que vão cumpri-las. O povo de Israel ia iniciar uma grande caminhada. Apesar de ser um caminho pelo qual nunca haviam passado, não deviam temer nenhuma experiência, por mais estranha que fosse. O pedido de Moisés não foi: “Senhor, mostra-nos o caminho.” Ele não pediu estradas abertas, caminhos aplainados, locais confortáveis de parada na rota do deserto. Não pediu milagres, nem sinais. Pediu a presença de Deus que seria vista numa nuvem de dia e numa coluna de fogo à noite.

Moisés reconheceu que em sua própria força não iria conseguir atravessar o deserto. Foi tão enfático que disse: “Se não fores conosco, não nos envies. [...] Que mais poderá distinguir a mim e a Teu povo de todos os demais povos da face da Terra?” (Êx 33:15, 16). “Melhor é morrermos aqui do que irmos a Canaã sem a Tua presença!”

Estamos iniciando um ano novo. Teremos oportunidades, desafios e lutas para enfrentar. Deus sabe por onde e como nos levar para a realização dos nossos sonhos e estará ao nosso lado.

Ele sabe o que temos que enfrentar e conhece nossas forças e limitações. Pode ser que nossa força e confiança não sejam suficientes. Ele não ignora cansaço, distância e imprevistos.

Ao encarar as realidades do novo ano, podemos ter certeza de que Deus está ao nosso lado, trazendo sentimento de paz e descanso.

Deus nos chama para o novo, mas o desconhecido só pode ser encarado com tranquilidade se Ele estiver ao nosso lado. Se temos certeza de que a presença de Deus está conosco, podemos, com confiança, enfrentar frio e calor, sol e chuva, vale ou montanha.

Há um Deus que não muda. Um Deus que conhece o caminho. Será que nosso pedido vai refletir o pedido de Moisés? A promessa é: “Estarei sempre com vocês. Minha presença os acompanhará.”


Extraído http://www.cpb.com.br/

O Ano-Novo pode vir a ser um novo ano

Não sejamos meros espectadores do virar do calendário do Ano-Novo, mas, em Cristo, construtores do novo ano

Toda a nossa vida se move no tempo. Há um passado com suas gratas memórias, que nos fazem bem à lembrança, cuja acumulação de experiências constrói o nosso ser e nos edifica; e memórias ingratas, que é melhor esquecer, especialmente as memórias das nossas falhas e das falhas dos outros em relação a nós. 

Quanto ao passado — aos "Anos Velhos" —, vivemos entre as memórias da graça e a memória das desgraças.

Nosso tempo de hoje é o resultado desse tempo de ontem, mas é também uma breve passagem em direção ao tempo do amanhã, com seus sonhos e seus temores, seus alvos e suas dúvidas, suas aspirações e suas inseguranças. 

Se não podemos fazer mais nada em relação ao passado, apesar do seu caráter de imponderável e da soberania de Deus, podemos fazer algo pelo futuro: pensar, planejar, decidir, comprometer. 

Na mera troca de calendário, se vai o “Ano Velho” e chega o Ano-Novo, em seu ciclo periódico, até a nossa morte. 

Porém, o Ano-Novo pode vir a ser um novo ano, um ano qualitativamente diferente, abençoado e abençoador, em nossas respostas à voz de Deus em nossa vida e nos relacionamentos e empreendimentos de que participarmos, como novos objetivos, novos valores, novas prioridades. 

Para os servos do Senhor as coisas velhas podem sempre se tornar em coisas novas. 

Como cidadãos do reino do céu, nossa presença no reino da terra pode contribuir para um mundo novo, menos violento, menos injusto, menos desonesto, menos mentiroso, menos hipócrita, menos opressor, menos discriminador. Podemos ser mais “sal” e mais “luz” para o mundo em 2011? 

Entre a avaliação do “Ano Velho” e a construção do novo ano, passamos pela consciência da finitude e do pecado, pela necessidade do arrependimento, pela busca da santificação. 

Mas como construir o novo em uma Igreja tão marcada pelo velho: o divisionismo, o isolacionismo, o caciquismo, o sectarismo, o moralismo, o legalismo, os cismas, as heresias? Um mundo novo e sadio a partir de uma Igreja enferma? 

Entre a pessoa nova e o mundo novo, há a Igreja nova, a família nova, a comunidade nova, o trabalho novo, o país novo, os hábitos novos e, tantas vezes, pessoas novas ou relacionamentos renovados (feitos novos outra vez!). 

Não sejamos meros espectadores do virar do calendário do Ano-Novo, mas, em Cristo, construtores do novo ano. 

Por- Robinson Cavalcanti
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