Bíblia mais antiga da Inglaterra revela 'segredos' da Reforma Protestante


Anotações ocultas se misturam ao texto bíblico em uma Bíblia Latina de 1535. Imagem: Biblioteca Lambeth Palace


Segundo o historiador Dr. Eyal Poleg, anotações na primeira Bíblia da Inglaterra - impressa em latim e publicada em 1535 - são "provas singulares de um momento em que o conservador Latim e o Inglês reformista foram usados ​​em conjunto, mostrando que a Reforma foi um processo lento, complexo e gradual".

Historiadores descobriram segredos da Reforma que estavam escondidos na Bíblia considerada a mais mais antiga da Inglaterra.

Dr. Eyal Poleg, historiador, descobriu anotações na primeira Bíblia da Inglaterra, impressa em latim e publicada em 1535 sob o comando do rei Henrique VIII. Sendo uma das sete cópias restantes dessa época, o exemplar está atualmente guardado na Biblioteca Lambeth Palace, em Londres.

"No começo, a cópia Lambeth aparentou estar completamente 'limpa'. Mas após uma inspeção mais detalhada, notei que um papel mais grosso havia sido colado sobre partes em branco do livro. O desafio foi descobrir como as anotações foram colocadas ali sem danificar o livro", disse Poleg ao site Phys.org.

Poleg descobriu que as anotações foram copiadas da famosa "Grande Bíblia" de Thomas Cromwell, que é visto como um ícone da Reforma Protestante na Inglaterra.

Poleg diz que a presença das anotações apoiam a ideia de que a Reforma foi um processo gradual, em vez de um único evento de transformação.

"O livro é um testemunho exclusivo para o curso da Reforma de Henry", disse ele.

Poleg explicou que a Bíblia em Latim foi alterada para adaptar à reforma inglesa e agora serve como um testemunho para o período de 10 anos, 1539-1549, no qual a Inglaterra começou a afastar-se da Igreja de Roma.

"Até recentemente, foi amplamente assumido que a Reforma provocou uma ruptura completa, um momento no qual muitas pessoas deixaram de ser católicas e aceitaram o protestantismo, rejeitaram as imagens de santos e substituíram o latim pelo inglês [língua nativa]", explicou.

"Esta Bíblia é um testemunho singular de um momento em que o conservador Latim e o Inglês reformista foram usados ​​em conjunto, mostrando que a Reforma foi um processo lento, complexo e gradual", disse ele.

A Bíblia Latina lentamente deixou de circular, mas Poleg conseguiu rastrear a viagem posterior do livro.

Na última página, ele descobriu um 'diálogo' escondido, escrito à mão entre dois homens, o Sr. William Cheffyn, de Calais e Sr. James Elys Cutpurse, de Londres.

Cutpurse - que é uma gíria medieval inglesa para batedor de carteiras ou gatuno - prometeu pagar ao Sr. Cheffyn, 20 xelins para não ser preso.

Dr. Poleg descobriu que o Sr. Cutpurse foi enforcado em Tybourn, em julho 1552 - uma informação que ele considerou significativo.

"Isso nos permite datar e traçar o percurso do livro com uma precisão notável", disse Poleg. "Nossa Bíblia encontrou o seu caminho para chegar às nossas mãos, completando uma corrida extremamente rápida em destaque a partir do texto real para os registros sobre o gatuno".

Retorno às escrituras
Segundo o pastor e escritor presbiteriano Hernandes Dias Lopes, a reforma protestante significou um resgate dos princípios bíblicos.

"A Reforma não foi uma inovação na igreja, mas uma volta à doutrina dos apóstolos. Não foi um desvio de rota, mas uma volta às Escrituras. A Reforma colocou a igreja de volta nos trilhos da verdade", destacou o teólogo em um de seus artigos.

Rev. Hernandes também lembrou que a Reforma se baseou em pontos principais e um deles a singularidade das Escrituras.

"O conhecido Sola Scriptura, acentua que as Escrituras são a nossa única regra de fé e prática e que devemos rejeitar, peremptoriamente, qualquer doutrina que não esteja fundamentada na Palavra de Deus", lembrou.

Guiame

Evangélicos acreditam que sua fé ainda tem um papel positivo na sociedade


Cristãos participam do evento interdenominacional "America For Jesus 2012" (Foto: JOSEPH KACZMAREK / ASSOCIATED PRESS PHOTOS)


A pesquisa do Grupo Barna descobriu que muitos cristãos norte-americanos acreditam ser mal interpretados, perseguidos e marginalizados. No entanto, ao mesmo tempo, a maioria acredita que sua fé não é apenas fundamental, mas também "uma força para o bem no mundo de hoje".

Apesar de viver em uma era de sentimentos anti-religiosos e laicismo, os cristãos norte-americanos ainda estão bem seguros sobre seu lugar na sociedade, de acordo com nova pesquisa do Grupo Barna.

Na pesquisa para o novo livro "Good Faith" ("Boa Fé"), de David Kinnaman, o instituto Barna analisou como as pessoas de fé estão sentindo na cultura de hoje.

A pesquisa descobriu que muitos acreditam que são mal interpretados, perseguidos e marginalizados. No entanto, ao mesmo tempo, a maioria acredita que sua fé não é apenas fundamental, mas também "uma força para o bem no mundo de hoje".

A pesquisa envolveu o segmento mais amplo de cristãos praticantes, incluindo católicos, evangélicos, e frequentadores da linha principal da igreja. 54% dizem que se sentem mal compreendidos quando se trata de viver a sua fé no mundo de hoje, enquanto 52% dizem que se sentem perseguidos.

O relatório sobre as pessoas de fé também descobriu que 44% dos entrevistados se sentem marginalizados; 38% se sentem silenciados, 31% têm medo de falar abertamente sobre sua fé e 23% têm medo de parecer estúpidos.

Propósito
No entanto, de acordo com o relatório, a maioria dos cristãos ainda acredita que sua fé ainda pode ser usada como "uma força para o bem", tendo "uma contribuição positiva para a sociedade."

Quase todos os evangélicos (98%) acreditam que podem usar sua fé como uma força para o bem, e mais que nove em cada 10 (93%) "acreditam que têm um importante papel na sociedade".

Os evangélicos também sentem que sua fé é distintiva a uma taxa muito mais elevada que a média dos outros grupos pesquisados (86% contra 60% entre toda as outras pessoas de fé entrevistas).

Assim, embora os evangélicos pareçam confiantes sobre sua fé e seu potencial como uma força para o bem no mundo, eles ainda se sentem mais marginalizados (com menos poderes, ou aceitação) que qualquer outro grupo. Ao que tudo indica, os evangélicos são mais propensos do que qualquer outro segmento de fé para perceber que estão perdendo capital cultural.


Interpretação
Analisando os resultados da pesquisa, o autor cristão e presidente do Grupo Barna, David Kinnaman destacou que os "cristãos estão sentindo uma significativa pressão da sociedade.

"Há um senso comum de que a maré cultural está se voltando contra a convicção religiosa, e as pessoas de fé estão começando a sentir os efeitos desse antagonismo crescendo de maneira tangível", destacou.

Apesar de reconhecer que os cristãos estão se sentindo pressionados pelo mundo, o escritor expressou sua satisfação em saber que a maioria deles não desanimou e ainda está ciente de seu propósito.

"É encorajador ver como muitos cristãos ainda se sentem otimista sobre o papel positivo que sua fé pode desempenhar na sociedade de hoje", continua Kinnaman. "Portanto, faz sentido que os cristãos sintam-se frustrados quando percebem que estão sendo marginalizados, mesmo possuindo algo que eles sentem é tão bom para o mundo".

O estudo em que se baseiam tais resultados foi realizado através de pesquisas on-line, no período de 17 agosto a 21 agosto de 2015. Foram entrevistadas no total, 1.000 pessoas. A margem de erro da amostra é de mais ou menos 3,0 pontos percentuais no nível de confiança de 95%.

Brasil
Recentemente, uma pesquisada realizada pelo 'Pew Research Center' fez um breve esboço do cristianismo em alguns países, como Brasil, Estados Unidos e México.

No Brasil, o catolicismo ainda é a religião predominante e configura a maior população católica do mundo. No entanto, as estatísticas mostram o número de evangélicos no país saltou de 26,2 milhões em 2000 para 42 milhões em 2010.

Gospelprime

World’s Largest Virtual #Hallelujah Chorus

Vídeo com maior coral gospel virtual do mundo faz sucesso
Iniciativa reuniu 2500 pessoas do mundo todo
Circula na internet um vídeo com um coral de 360 vozes apresentando em uma igreja a música “Messias”, de George Frideric Handel. O famoso refrão, que se resume à palavra “Aleluia”, mostra que os cantores presentes no templo foram acompanhados por um “coral gospel virtual”, formado por cerca de 2.500 vídeos com pessoas de todo o mundo, inclusive do Brasil.

São estudantes, profissionais, homens, mulheres, jovens, e até parte de outros corais. Eles se mobilizaram pela rede mundial de computadores para gravarem pelo menos uma das quatro partes (soprano, alto, tenor e baixo) do refrão.

De acordo com o Washington Post, o material serve para divulgar a transmissão via web do musical completo do “Messias de Handel” ao vivo nesta sexta-feira, 25 de março, às 22h30 (horário de Brasília).

O material vem sendo celebrado como o “maior coral virtual” do mundo. Um dos aspectos curiosos do material, que vem fazendo sucesso nas redes é o fato de ele ter sido gravado no Tabernáculo de Salt Lake, sede mundial da igreja mórmon.

Apesar da diferença teológica abissal, que faz o mormonismo ser considerado uma seita e não uma denominação cristã, os idealizadores do vídeo afirmam que receberam contribuições de cristãos de diferentes confissões.

Greg Droubay, diretor de mídia do Departamento Missionária da Igreja Mórmon afirma que a ideia faz parte da celebração da Páscoa e seu único objetivo é “espalhar a mensagem de Jesus Cristo.”

Assista:



GospelPrime

PF comprova ligação de Lula com federação muçulmana

Ex-presidente ganhou carro de luxo de órgão islâmico
Depois que foram revelados todos os “presentes” que o ex-presidente Lula levou do Palácio do Planalto e colocou em depósitos e cofres em seu nome, ficou evidenciado que isso seria um crime.

É uma violação do Código de Conduta Ética dos Agentes Públicos em exercício na Presidência e Vice-Presidência da República. Estabelecido pelo Decreto nº 4.081, de 11 de janeiro de 2002, proíbe o agente público:
receber presente, transporte, hospedagem, compensação ou quaisquer favores, assim como aceitar convites para almoços, jantares, festas e outros eventos sociais;
Os presentes que, por qualquer razão, não possam ser recusados ou devolvidos sem ônus para o agente público, serão incorporados ao patrimônio da Presidência da República ou destinados a entidade de caráter cultural.

De acordo com O Antagonista, nas buscas feitas pela Polícia Federal em um dos apartamentos de Lula, foi encontrado um documento que mostra a doação de um carro de luxo feita a ele. Ao custo de R$ 170 mil, o Omega Fittipaldi 3.6 foi dado pela Central Islâmica Brasileira de Alimentos Halal (Cibal-Halal).

Em 22 de março de 2011, o então presidente Lula foi homenageado com uma placa comemorativa pela Federação das Associações Muçulmanas do Brasil (Fambras), que comanda a Cibal-Halal e tem sede em São Paulo. Na ocasião, Lula fez um discurso criticando a ação militar da coalizão EUA, França e Grã-Bretanha contra o ditador líbio Muammar Khadafi.

Estavam presentes no local políticos como Fernando Haddad (hoje prefeito de São Paulo) e Gilberto Kassab (então governador do Estado). Também participou do evento Salim Taufic Schahin, dono do grupo Schahin, que foi preso recentemente pela Lava Jato.

Segundo o material divulgado pela Polícia Federal, a doação do Ômega ocorreu no dia seguinte. O autor da doação do veículo zero km a Lula foi o empresário libanês Youssef Bassila Chataqui. Até o momento os advogados do ex-presidente não se manifestaram sobre o assunto e nem foi tomada qualquer iniciativa pelo Ministério Público sobre a doação suspeita e ilegal.

Agora, a Lava Jato quer saber se o automóvel foi “pagamento” em troca de algum benefício concedido a grupos muçulmanos quando o petista era presidente da República. Há registros de Chataqui doando dinheiro para campanhas políticas de outros petistas, como Aloizio Mercadante.

Durante o período que Lula esteve à frente do país, o Brasil estreitou seus laços com os muçulmanos de vários países. Chama atenção a doação de 10 milhões de dólares ao grupo político-terrorista palestino Hamas, além de um terreno para que fosse construída a embaixada da Palestina, a primeira do tipo no Ocidente.

A revista Veja por diversas vezes alertou que existia uma “estreita ligação” entre o Partido dos Trabalhadores e os terroristas islâmicos que vivem no Brasil.

Documentos divulgados pela Polícia Federal.

Procurado pelo Gospel Prime, o deputado Marco Feliciano (PSC/SP), afirmou: “Denunciei a construção em Brasília do primeiro consulado palestino do mundo ocidental, mesmo a Palestina não sendo reconhecida como Estado, ao custo de 25 milhões de reais aos cofres do Brasil. Ver Lula agora abraçado com líderes muçulmanos, não me deixa surpreso. O conluio entre o PT e o Foro de São Paulo, ligados a facções islâmicas e governos ditatoriais mostram o porquê devemos pedir não só o impeachment de Dilma, mas também a extinção do PT”.
Plano de expansão islâmica prossegue no país

Embora os dados oficiais do IBGE (2010) digam que existem apenas 35 mil adeptos do Islã no país, líderes muçulmanos alegam ter de um milhão e meio a dois milhões de muçulmanos no país. Recentemente, foi anunciado que existe um projeto para “solidificar” o islamismo no Brasil como a terceira maior religião nos próximos 20 anos, chegando a 20 milhões de praticantes.

O número de muçulmanos no Brasil cresceu 29.1% entre 2000 e 2010, segundo o IBGE. Número bem maior que o crescimento médio da população, que foi de 12.3%. A taxa de crescimento é alta, mas não astronômica como garantem seus líderes.

Em 2014, o portal Gospel Prime, divulgou um plano internacional para o envio de mais imãs para a América Latina e a construção de mesquitas com dinheiro vindo da Turquia.

Mazen Mokhtar, presidente para as américas da Associação Muçulmana Internacional, comemorou a “alta taxa” de conversão ao Islã no continente. Entre os participantes havia emissários do Brasil.

No mês passado, o portal mostrou que como as fronteiras estão “abertas” por causa das Olimpíadas no Rio de Janeiro, o Brasil recebeu a visita do xeique saudita Muhammad al-Arifi, 45 anos, que veio divulgar o islamismo radical entre jovens e crianças.

Ele fez palestras em São Paulo, no Paraná e em Santa Catarina. Embora proibido de entrar em cerca de 30 países por causa de sua ligação com movimentos terroristas, sua estadia em solo brasileiro não teve problemas.

GospelPrime

Pai de santo diz que trabalho para parar impeachment falhou

Religioso diz que Dilma cai até dia 5 de abril
Duas semanas atrás, foi noticiado que o babalorixá Carlos de Xangô havia sido contratado pelo PT para realizar um trabalho espiritual visando parar o impeachment da presidente Dilma Rousseff. Ele revela agora que o sacrifício de vários animais e a entrega das oferendas não foram o suficiente.

Em entrevista ao site Diário do Poder, ele lamentou: “Joguei o futuro de Dilma na mão de Xangô. Ontem arriei o ebó e pedi que, se ela fosse inocente, ela ficasse. Mas a pressão está muito grande”.

Para o religioso a presidente “não está aguentando. Ela não vai chegar até o dia 5 ou 4 de abril no poder”. Embora diga que não a conhece pessoalmente, afirma que Dilma está muito depressiva. “O medo que eu tenho é que ela se mate após o impeachment”, sentenciou.

O babalorixá afirmou também que o vice Michel Temer não assumirá a presidência por que “problemas irão aparecer”. O próximo na linha sucessória, o presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ), acabará convocando novas eleições presidenciais.

Ao falar sobre o futuro do ex-presidente Lula, previu: “Com a saída de Dilma, a pressão nele vai ser muito forte e ele vai se entregar à polícia”.

Carlos de Xangô afirma não ter filiação partidária, mas conta que já fez “trabalhos” para derrubar o ex-presidente da Câmara Severino Cavalcanti e ajudar Eduardo Campos a vencer eleição para governador de Pernambuco.

Ele não é o único líder de religião afro a afirmar que o que acontece no país possui uma dimensão espiritual.

Em janeiro, o Pai Uzêda, um babalorixá que afirma ter vários “clientes” no Congresso Nacional e no Planalto anunciou que este seria um ano ruim para Dilma.

Já o ex-presidente Lula e o prefeito do Rio de Janeiro Eduardo Paes fizeram chacota dos evangélicosque atuam na Operação Lava Jato.

“Esses meninos da Polícia Federal e esses meninos do Ministério Público se sentem enviados de Deus”, diz Lula. “Os caras do ministério público são crentes. É uma coisa absurda”, responde Paes. “Pois é”, replica o agora ex-ministro da Casa Civil.

GospelPrime
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