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Pesquisa revela que 90% dos animais surgiram “ao mesmo tempo”

Criacionista afirma: "isso só reafirma o que sempre falamos na cosmovisão bíblica"
Um novo estudo genético abrangente aponta que 90% dos animais da terra surgiram “ao mesmo tempo” e na mesma época dos primeiros seres humanos.

O relatório, publicado na revista científica Human Evolution, examinou milhões de “códigos de barra de DNA”, coletados de 100.000 espécies de animais e descobriu que “9 em cada 10 espécies de animais no planeta surgiram ao mesmo tempo que os humanos, cerca de 100.000 a 200.000 anos atrás”.

A conclusão do estudo vai contra as bases da Teoria da Evolução, de Charles Darwin.

Segundo geneticista David Thaler da Universidade de Basel (Suíça): “Essa conclusão é muito surpreendente e eu lutei contra ela o máximo que pude”.

Especialistas acreditam que essa descoberta tem o potencial de forçar uma ampla revisão na ideia sedimentada na comunidade científica sobre a “evolução das espécies”. Outro dado levantado é a possibilidade de que um evento catastrófico tenha eliminado a maior parte da vida na terra entre 100 e 200.000 anos atrás.
Código de barra de DNA

Ao longo da última década, centenas de cientistas coletaram cerca de 5 milhões de códigos de barra de DNA de 100.000 espécies de animais em diferentes partes do globo.

Na verdade, existem dois tipos de DNA. O mais conhecido é o DNA nuclear, que contém o ‘esquema genético’ de cada indivíduo único, sendo passado dos pais para os filhos.

Já o outro tipo de DNA, encontrado na mitocôndria das células. Trata-se da mitocôndria que gera energia para a célula e contém 37 genes. Um desses é chamado de “gene COI”, usado para criar os códigos de barra de DNA. Embora todas as espécies tenham um DNA mitocondrial bastante similar, seu DNA é também suficientemente diferente para distinguir entre as espécies.

Ao analisar o COI de 100.000 espécies, os pesquisadores chegaram à conclusão de que a maioria dos animais apareceu ‘simultaneamente’. Isso pôde ser verificado porque a mutação neutra entre espécies não era tão variada quanto se esperava. Essa mutação revela pequenas mudanças no DNA que ocorrem ao longo das gerações. Seria algo similar aos anéis das árvores, que servem para estabelecer qual a sua idade.
Criação e dilúvio

O apologeta Ken Ham, do ministério Respostas em Gênesis, conhecido pela defesa científica do Criacionismo, disse que essa pesquisa apenas reafirma o que as Escrituras dizem sobre as origens da vida. Esse ‘evento catastrófico’ que alterou a vida no planeta foi o dilúvio.

“A [teoria da] evolução não estabelece que a grande maioria das espécies tenha surgido ao mesmo tempo, nem espera que elas tenham esses limites genéticos claros”, explica. “Mas isso é o que sempre falamos na cosmovisão bíblica. Na verdade, é o que os criacionistas têm dito o tempo todo, embora essa estimativa de 100.000 a 200.000 anos ainda seja exagerada, devido as arraigadas suposições evolucionárias”. 

Com informações Christian Headlines

Ateus não existem, concluem cientistas

Cresce o número de estudiosos defendendo que a fé é inata ao ser humano
A crença em Deus está enraizada em todas as pessoas. Portanto, ninguém nasce ateu. Essa é a conclusão de um número cada vez maior de cientistas nos últimos anos. Obviamente os ateus não acreditam nisso, mas na semana passada, Nury Vittachi publicou uma reportagem intitulada “Cientistas descobrem que ateus podem não existir, e isso não é uma piada”.

Em seu artigo, Vittachi cita as obras de vários pesquisadores, como Graham Lawton e Pascal Boyer, que argumentam que a crença em Deus está, naturalmente, enraizada em cada pessoa.

“Os cientistas cognitivos estão cada vez mais conscientes de que uma perspectiva metafísica pode estar tão profundamente enraizada nos processos de pensamento humano que não pode ser expurgado,” explica Vittachi.

“É claro que essas descobertas não provam que é impossível parar de acreditar em Deus”, ressalta Vittachi. Para ele, a questão é que o ateísmo não é algo “natural” e a espiritualidade apenas “aprendida”, revertendo a lógica usada pela maioria dos ateístas militantes. “Somos todos um pouco mais espirituais do que pensamos”, concluiu.

Para quem alega que o raciocínio de Vittachi é exceção, outros cientistas chegaram a conclusões similares. Ara Norenzayan, psicólogo da Universidade de British Columbia, em Vancouver, Canadá, escreveu em um artigo para New Scientist nos mesmos termos.

“Quando as pessoas não acreditam em deus, isso não significa que elas não têm sensações que estão fortemente ligados ao sobrenatural… Mesmo em sociedades que se declaram de maioria ateísta, é possível encontrar um monte de crença no que chamamos de paranormal.”

De modo semelhante, Pascal Boyer na Universidade de Washington em St. Louis, argumentou que “uma série de traços cognitivos nos predispõe à fé”. Argumenta ainda que “dados confirmam que pensamentos religiosos parecem ser uma propriedade emergente de nossas capacidades cognitivas normais.” Para Boyer, a descrença é geralmente resultado de um esforço deliberado, que vai contra nossas “disposições cognitivas”, sendo “antinatural”.

O astrônomo Christian Dr. Jason Lisle argumenta que todos, incluindo os “ateus”, sabem intuitivamente que Deus existe. Em seu artigo recente “Existe uma prova inequívoca da Criação’?”, o cientista cristão usa a Bíblia para fechar seu argumento: “Muitos cristãos têm a impressão equivocada de que os críticos da Bíblia acreditariam se tivessem mais ‘provas’ da existência do Deus bíblico. 
 
Mas não é bem assim. Romanos 1:18-20, nos lembra que todo mundo tem um conhecimento inato de Deus da criação… portanto, os ateus apenas tentam negar para si mesmos o que sabem no fundo de seus corações”.

Com informações Christian News.

Ciência e religião andam juntas nos EUA

A Universidade de Rice, no Texas, publicou um estudo sobre o assunto
No último domingo (16), a Universidade de Rice, no Texas (Estados unidos da América) publicou um estudo que mostra que a ciência e a religião andam juntas no país.

10 mil americanos entre religiosos e não religiosos foram entrevistados e apenas 27% deles não concordam com essa afirmação, dando mais crédito para a religião do que para a ciência.

A socióloga Elaine Howard Ecklund apresentou os resultados dessa pesquisa no encontro anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS – sigla em inglês) que aconteceu em Chicago, destacando alguns pontos interessantes.

Entre eles o fato de 38% dos entrevistados sentirem que a ciência e a religião podem trabalhar juntas. Entre os evangélicos esse número sobe para 50%.

A pesquisa constatou que 18% dos cientistas que participaram do estudo assistem a cultos religiosos semanalmente, enquanto que a população geral tem margem de 20% de fiéis assíduos.

A diferença entre cientistas e a população em geral também é pouca quando foram questionados sobre ser muito religioso. Entre os cientistas, 15% se consideram muito religiosos, entre a população 19%.

Outro dado importante foi que 36% dos cientistas afirmaram não ter dúvidas sobre a existência de Deus.

FéEmDeus

Religião afeta crença na teoria da evolução

Pesquisa comprova como religião e política influenciam opinião sobre assunto
A teoria da evolução é questão que sempre gera polêmica entre os religiosos. Nos Estados Unidos, o conteúdo das aulas de ciência há anos são tópico de uma acirrada disputa. De um lado, os cristãos conservadores, os quais desejam que o governo inclua no currículo a visão do criacionismo, do outro os que desejam banir de vez qualquer ensino religioso nas escolas públicas.

Uma nova pesquisa sobre o tema, realizada pelo Pew Research Center, indica que apenas 32% das pessoas acreditam que a evolução ocorre por causa de “processos naturais, entre eles a seleção natural”. Por outro lado, 24% aceitam que os seres humanos evoluíram, mas esse processo foi direcionado por Deus. No total, 60% dos entrevistados declaram acreditar em “alguma forma de evolução”, enquanto 33% defendem que os humanos “possuem a forma atual desde o início dos tempos”.

De acordo com o Pew, a margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos. Um dos aspectos que mais chama atenção nesse levantamento é como as visões políticas e religiosas influenciam a opinião das pessoas sobre o assunto.

Os cristãos evangélicos (64%) são mais propensos a defender o criacionismo e rejeitar frontalmente a teoria da evolução. Apenas 15% dos protestantes concordam com evolucionismo. Entre os católicos, o quadro muda, com 60% deles afirmando crer no processo evolutivo do homem. Três quartos dos “sem religião” (76%) declararam ser evolucionistas.

Essa nova pesquisa apresenta pouca diferença em relação a outras similar do Instituto Pew, realizada em 2009. A maior mudança foi em relação a opinião política dos entrevistados. Segundo os dados mais atuais, 43% dos politicamente liberais dizem acreditar na evolução, contra 67% dos que são politicamente mais conservadores. Na comparação por faixa etária, fica provado que a faixa entre 18 e 29 anos (68%) é evolucionista, com os grupo dos maiores de 65 anos (49%) defendendo mais o criacionismo. 

Com informações Pew Forum.

"Não viemos dos macacos. Não somos produtos do acaso"

O cientista russo George Gamow e o padre e astrônomo belga Georges Lemaître, anunciaram, em 1948, que o universo teria surgido de uma grande explosão cósmica, a famosa 'teoria do Big Bang'.

Já o cientista inglês Charles Robert Darwin, deixou um legado que defende a 'teoria da evolução', na qual a ideia é que o homem pode ter vindo do macaco.

Embora existam diversas teorias, a perfeição da natureza e do homem é inquestionável, a não ser pelo fato de que é difícil acreditar que essas obras não tenham um 'autor'.

"Deus criou o universo e nos fez de forma assombrosamente maravilhosa", afirma Hernandes Dias Lopes.

No facebook, o reverendo presbiteriano escreveu um breve texto sobre a existência do homem. Confira:

"Dizem alguns evolucionistas que o homem veio do macaco. Que os símios são nossos parentes mais achegados. Será isso verdade? A evolução tem a evidência das provas? Isso é fato científico ou apenas uma teoria?

Hoje, sabemos que somos um ser programado geneticamente. Isso está em total consonância com o que escreveu Davi no Salmo 139.13-16 há três mil anos.

O criacionismo é científico, pois sabemos que o universo é formado de matéria e energia. Matéria e energia não dão à luz à si mesmas. Mas, o universo é governado por leis e matéria e energia não produzem leis. Logo, alguém fora do universo criou a matéria e a energia e estabeleceu essas leis. Entendemos, portanto, que Deus criou o universo e nos fez de forma assombrosamente maravilhosa.

Não somos produtos de uma geração espontânea. Não somos fruto de uma mega explosão cósmica. Não somos resultado de uma evolução de milhões e milhões de anos. Deus nos criou à sua imagem e semelhança. Não viemos dos macacos; viemos de Deus. Não somos produtos do acaso, fomos feitos para o louvor da glória de Deus!"
 
Hernandes Dias Lopes
Guiame

Globo Ciência discute o ensino do Darwinismo e Criacionismo nas escolas


Os entrevistados acreditam que não há base científica 
que ateste a teoria de que Deus teria criado tudo 
o que há no Universo
Para tentar explicar se é válido ou não ensinar o criacionismo nas escolas do Brasil o programa Globo Ciência entrevistou alguns professores universitários que concordam que a teoria de Charles Darwin sobre a evolução das espécies explica melhor a origem da vida do que a crença de que Deus teria criado separadamente cada coisa existente no Universo.

As duas teorias têm gerado debates infinitos em diversas partes do mundo, enquanto pessoas religiosas acreditam na Criação, descrita na Bíblia nos primeiros capítulos de Gênesis, os mais céticos preferem encontrar no Darwinismo a explicação de como os humanos e animais evoluíram ao longo de milhões de anos.

Mas para o jornalista Michelson Borges, do site Criacionismo, a edição do programa tinha como objetivo defender o ensino do darwinismo. Ele teve informações de que o geólogo criacionista Dr. Nahor Neves de Souza Júnior foi procurado pela produção e chegou a gravar uma entrevista que ficou de fora do programa após a edição.

“Nahor falou sobre o criacionismo bíblico a apresentou evidências científicas que dão sustentação a esse modelo. Mas, na hora de editar o programa, os responsáveis simplesmente optaram por descartar a entrevista com um verdadeiro criacionista para colocar no lugar dela a fala de um clérigo católico que apenas apresenta argumentos diluídos advindos de uma visão darwinista teísta que mal compreende do que se trata o verdadeiro criacionismo bíblico”, opinou Michelson.

Para os professores entrevistados é possível que a ciência e a fé andem juntas, pois tratam de campos diferentes. Contudo eles são unânimes ao dizer que o ensino religioso deve ser evitado nas escolas públicas e se houver, que seja feito por antropólogos ou sociólogos que apresentarão uma compreensão mais ampla sobre todas as religiões.

 

O “ateu mais famoso do mundo” admite não ter certeza que Deus não existe

Richard Dawkins debateu numa universidade com o arcebispo anglicano sobre o papel da fé
Para muitas pessoas, o biólogo Richard Dawkins é o “ateu mais famoso do mundo”. Autor de best sellers como “Deus: um delírio” e “o Gene egoísta”, entre outros, ele surpreendeu a muitos com algumas declarações na última semana. Na quinta-feira (23), Dawkins participou de um debate com o arcebispo de Canterbury, Dr Rowan Williams, na universidade de Oxford.

Williams é a autoridade máxima da Igreja Episcopal Anglicana, a igreja oficial da Inglaterra. O tema do debate era o papel da religião na vida pública da Grã-Bretanha e foi transmitido pela internet. O filósofo Anthony Kenny serviu como moderador do debate, fez perguntas e interagiu com o público.

Durante o diálogo, que durou cerca de 100 minutos, muitas provocações, mas também respeito mútuo e bom humor. Dawkins reafirmou que para ele Deus é um delírio, mas que não poderia ter 100% de certeza que Deus não exista. Como cientista, ele acreditava que as probabilidades de existir um criador sobrenatural “seriam muito, muito baixas”.

Mencionou o conhecido “espectro de sete pontos de credibilidade teísta”. Nessa tabela, 1 seria a certeza completa e perfeita de que Deus existe. O 7 seria a completa certeza de que ele não existe.

Dawkins afirmou que nenhum cientista poderia saber com convicção absoluta que qualquer coisa não exista, seja Deus ou qualquer outra coisa. Por isso ele, se colocou como 6,9 na escala. Ou seja, não é totalmente ateu. O filósofo Anthony Kenny, interveio: “Por que então você não se chama de agnóstico”. Dawkins concordou que seria melhor.

A repercussão foi imediata na internet, sobretudo no Twitter. O jornal Washington Post deu como manchete “Richard Dawkins disse que não esta completamente seguro que Deus não existe”. Segundo o Post, Richard Dawkins “surpreendeu o público on-line e que estava no teatro ao fazer a concessão de uma brecha pessoal de dúvida sobre sua convicção de que não há um criador”. Disse ainda que Dawkins não teria mais “100% de certeza de que Deus não existe”.

O inglês Daily Telegraph esclarece que se alguém não tem certeza que Deus não existe poderia se denominar agnóstico. Isso mudaria a maneira como Dawkins passaria a ser visto pela comunidade ateísta mundial.

Durante grande parte da discussão, o arcebispo ouviu calmamente as explicações de Dawkins sobre a evolução humana. Em um determinado momento, o religioso disse que foi “inspirado” pela “elegância” das explicações do professor para as origens da vida. O Professor Dawkins então perguntou: “O que eu não consigo entender é por que você não pode ver a extraordinária beleza da ideia que a vida começou a partir do nada. Isso é algo tão incrível, elegante e bonito. Por que você quer estragá-lo com algo tão bagunçado como um Deus? ” O biólogo finalizou, dizendo acreditar ser altamente provável que haja vida em outros planetas.

O arcebispo respondeu que acreditava que os seres humanos evoluíram de ancestrais não-humanos, no entanto, foram feitos “à imagem de Deus”. Também disse que a explicação para a criação do mundo no Livro de Gênesis não poderia ser vista literalmente, mas isso não muda sua fé.

Nas últimas semanas Richard Dawkins tem sido assunto constante na mídia britânica. Primeiro por ter se equivocado durante um debate com o pastor Giles Frase. Acusando os cristãos de sequer saber o nome dos livros da Bíblia, ele se atrapalhou ao ser perguntado pelo pastor qual seria o título completo do mais famoso livro do evolucionismo “A Origem das Espécies”. Dawkins não soube dizer o subtítulo da obra de Charles Darwin e foi motivo de piada.

Alguns dias depois, o jornal The Guardian publicou uma matéria mostrando que os antepassados paternos do cientista fizeram fortuna explorando a escravidão na Jamaica, em uma fazenda de plantação de cana de açúcar. Dawkins disse na ocasião que não poderia ser responsabilizado por isso e que a mídia está tentando fazer uma “campanha de difamação” contra ele.

Traduzido e adaptado de The Telegraph e Washington Post

Estudantes muçulmanos se unem a cristãos para boicotar palestras sobre evolução na Inglaterra

Alegação para o boicote é que a teoria de Darwin conflita com suas crenças religiosas
Um número crescente de estudantes muçulmanos está boicotando palestras sobre as teorias de Charles Darwin. A justificativa é que o conteúdo apresentado pelos professores “se choca com o Alcorão”.
 
Professores da Universidade London College expressaram sua preocupação com o grande número de alunos dos cursos de biologia e medicina que não foram assistir às aulas sobre a teoria da evolução, alegando motivos religiosos. Para os professores, eles estão perdendo uma parte importante do currículo.
 
Steve Jones, professor emérito de genética humana da Universidade, tem questionado por que esses alunos continuam querendo estudar biologia se é óbvio que mais cedo ou mais tarde entrarão em conflito com suas crenças.
Em uma entrevista recente, ele explicou: “Até uns dois anos atrás, tínhamos discussões na sala de aula com alunos que pertenciam a igrejas cristãs fundamentalistas. Mas agora a grande maioria parece ser seguidor da fé islâmica. Com eles não há chances de discutir”.
 
Os opositores ao darwinismo afirmam que foi Deus quem criou o mundo, a humanidade e tudo o que existe. A universidade diz que os alunos insatisfeitos não assistem às palestras ou eles reclamam disso. Muitos escreveram e-mails para o diretor acadêmico dizendo que não deveriam ser obrigados a aprender essas coisas.
 
O biólogo evolucionista Richard Dawkins, que foi durante muitos anos professor universitário, manifestou a sua preocupação com o boicote. Em algumas de suas palestras esse ano, um grande número de alunos, cristãos fundamentalistas e muçulmanos, simplesmente não compareceram ou saíram no início das palestras.
 
Mesmo parecendo improvável, parece haver um consenso entre cristãos e muçulmanos no tocante a essa teoria que conflita com os ensinamentos dos seus livros sagrados. Depois da posição clara dos islâmicos, muitos cristãos se uniram ao boicote.
 
A questão do conflito entre criacionismo X evolucionismo é tão “espinhosa” no Islã quanto em alguns círculos cristãos. No início deste ano, Usama Hasan, imã de uma mesquita na cidade de Leyton, recebeu ameaças de morte por sugerir que o darwinismo e o Islã podem ser compatíveis.
 
O grupo Muslims4UK atribui, em parte, a crescente popularidade da luta contra o ensino de crenças criacionistas dentro do Islã ao autor turco Harun Yahya. Influenciado pelo sucesso de criacionistas cristãos, ele já escreveu vários livros denunciando a teoria darwinista como demoníaca e que é associada ao nazismo.
 
Traduzido e adaptado por Gospel Prime de Daily Mail
 
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