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Evangelista faz um alerta para quem pensa em suicídio

"A Bíblia deixa bem claro pra gente que a vida e a morte estão no poder da língua", diz apresentador.
O evangelista americano Chad Daniel, através de seu programa Youth Bytes, preparou um vídeo específico sobre o suicídio, num lugar chamado “mar de árvores”, no Japão, conhecido por ser o “melhor local” para se despedir da vida. Chad é conhecido por pregar o Evangelho a jovens e adolescentes de forma radical.

Segundo ele, existem dois lugares mais famosos onde as pessoas tiram a própria vida: a Ponte Golden Gate, em São Francisco, EUA e o Mar de Árvores, floresta Aokigahara, no monte Fuji, Japão.

Quando Chad escolheu a floresta japonesa para gravar seu programa, ele tinha em mente mostrar um livro popular no Japão que é vendido como um “manual completo de suicídio” e que tem inspirado muitos japoneses a cometer o ato.
O livro da morte

O apresentador explica que é muito comum encontrar no Japão manuais para quase tudo. “Este livro, satanicamente inspirado, sem dúvida, tem plantado sementes no coração de jovens e velhos, de que o ‘mar de árvores’ é o local ideal para se enforcar, se envenenar”, disse ele com o livro em mãos.

Com a ajuda de jovens locais, ele conheceu o lugar e a história do livro. De acordo com as informações recebidas, o evangelista conta que quando o livro começou a circular, um número muito maior de suicídios começou a acontecer.

Depois disso, a imprensa passou a divulgar as mortes em proporções epidêmicas, fortalecendo ainda mais o ‘fenômeno mar de árvores’ que foi uma sequência de suicídios no Japão, como explica Chad.

Na maioria dos casos de suicídio cometidos na floresta, havia o livro no local do incidente. O evangelista coloca em questão como algo tão pequeno e aparentemente inofensivo como um livro, pode infectar milhares de pessoas, ensinando que o suicídio é algo bom, além de ensinar como fazê-lo.

Índice de suicídios no Japão
Até hoje, os japoneses enxergam o local como assombrado e há muitas lendas acerca da floresta e algumas a relacionam com demônios, fantasmas e espíritos malignos. O “mar de árvores” também é um local conhecido como “floresta da morte”.

Em 2002, 78 pessoas se suicidaram por lá e em 2003, esse número chegou a 1008, quando deixou de ser divulgado pelo governo, na tentativa de diminuir a relação da floresta com o suicídio. Placas de alerta em japonês e em inglês foram colocadas ao longo das trilhas, para que as pessoas reconsiderassem suas decisões.

A maioria das mortes eram casos de asfixia ou enforcamento, como o próprio livro ensina. Mas, para Chad, o livro não é responsável pelos suicídios. “Ele é só um catalizador para aqueles que já consideraram dar esse passo definitivo”, explica.

“A publicidade que os suicídios ganharam em todo país, transformaram esse lindo lugar num local de muito terror e tensão, principalmente à noite”, lamentou e continuou: “Este é o paralelo que existe aqui, vida e morte andam juntas. Alguns decidem desfrutar o que está à disposição, outros escolhem se esconder e correr para a floresta, para nunca mais serem vistos”.
O poder das palavras

“Cuidado com o que você leva ao seu coração, todos os dias. A Bíblia deixa bem claro pra gente que a vida e a morte estão no poder da língua. As palavras têm poder, quer sejam faladas, quer sejam escritas”, Chad alerta.

Segundo ele, se uma pessoa estiver “perdendo seu tempo com livros como este manual de suicídio” e estiver sempre envolvida com aspectos que promovem a depressão e a morte, esse será o resultado final.

“Estamos sempre batendo na mesma tecla: é o princípio da semente! Uma vez que você planta a semente na terra, vai haver uma colheita”, ele disse.

Na opinião do apresentador “o inimigo usa livros como esse para fisgar aqueles que não tem relacionamento com Deus”.
O livro da vida

“Se isso acontece com esse livro, então imagine a magnitude do que acontece com a palavra de Deus”, compara. Chad, em suas palavras, entende a Bíblia como um futuro de esperança.

“Você começa a entender que a vida é mais do que a dor temporária que você está sentindo […]. Ainda que esteja considerando cometer suicídio, no fundo do seu coração, você quer ser achado”.

“Você não planejou isso sozinho, não mesmo. Você teve uma força maior atuando nisso. Esses pensamentos que tem te atormentado, eles não são seus. Essas emoções que parecem te envolver como um cobertor molhado também não são suas”, continua.

E depois explica que, quando alguém chega nesse ponto “é só você, sua mente, sua alma e seu Deus. Você vai ter que encará-lo. Você vai ter que dar uma explicação a Ele sobre o motivo de ter escolhido desistir do maior presente que você já recebeu, que é a vida”. E finaliza: “O céu nunca vai desistir de você!”


GospelPrime

Pastor da Assembléia de Deus é encontrado morto por enforcamento e parentes suspeitam de suicídio

Infelizmente, mais uma tragédia se abateu no meio evangélico contra um líder pastoral. Se trata do pastor Gilson Genário Rodrigues, da Igreja Assembleia de Deus Ministério Rio Comprido, na cidade de Espera Feliz em Minas Gerais.

O ministro foi encontrado morto em sua própria marcenaria, com uma corda enrolada em seu pescoço, o que levantou a suspeita de suicídio por enforcamento.

Em dezembro do ano passado houveram quatro casos de suicídio entre líderes evangélicos. Foram eles, Pastora Lucimari Alves Barro, Pastor Júlio Cesar, Pastor Ricardo Moisés e o Presbítero João Luiz Tavares. O fato do pastor Rodrigues ser o quinto caso em menos de dois meses chamou atenção de outro pastor, Gilmar Fiuza.

Fiuza ministrou a Palavra na igreja evangélica Assembleia de Deus, Madureira no Brás, e um vídeo com trechos da sua pregação foi publicado no Youtube. Nele, o líder chama atenção para alguns fatos que podem influenciar uma pessoa cometer o suicídio, sendo um deles a “mente presa”.

“Quando você vê alguém chegar ao suicídio, é porque a mente dele tá presa, quando você vê alguém se alto flagelar, se auto defraudar é porque ele tá preso….”, disse ele.

Ainda segundo Fiuza, a estratégia de satanás é contar mentiras e induzir a pessoa para a autodestruição:

“Ele vai contando mentira dizendo que você é feio, você é fraco, você é frustrado, você é arrebentado, tua família está falida. E a mente presa vai aceitando, aceitando, aceitando, e depois as tragédias sai no noticiário”, alertou o ministro.

No caso do pastor Rodrigues, ao que parece, nem a família compreende o que pode ter motivado o suposto suicídio. Além de ministro do evangelho, o pastor Rodrigues também era dono de uma fábrica de móveis na cidade onde morava. Alguns levantaram a suspeita de que problemas financeiros e dívidas poderiam ter influenciado o pastor, mas a família não confirmou a informação.

GospelMais

“Deus falou comigo esta tarde”, declara esposa do pastor que tirou a própria vida

Maria das Graças Silva, esposa do pastor Gilson Genário Rodrigues, da Igreja Assembleia de Deus Ministério Rio Comprido, na cidade de Espera Feliz em Minas Gerais, gravou um vídeo em sua página no Facebook para comentar a morte do marido, que no último dia 29 foi encontrado sem vida com uma corda em seu pescoço. A suspeita da família é de suicídio.

Noticiamos o caso na tarde de ontem, quando a família ainda não havia se pronunciado sobre o que possivelmente teria motivado o pastor Rodrigues, supostamente, a cometer o ato de suicídio.

Em um vídeo gravado pela esposa do pastor, ela comentou o que parece terem sido comentários maldosos acerca da maneira como o marido faleceu.

“Essas questões todas não importa, o que importa é o Deus que fala e que me conforta e Deus falou comigo esta tarde”, disse ela. Apesar de engajado no ministério, dona Maria explicou que seu marido estava muito debilitado, ao que parece, devido um tratamento contra diabetes. Em seguida, ela conta que pediu resposta a Deus sobre o acontecimento.

“Eu pedi para Deus falar comigo e Ele me respondeu”, disse ela. Ainda segundo ela, Deus teria lhe respondido dizendo que “assim como a forca é vergonhosa, a cruz também é e hoje a cruz está estampada em camisetas, pingentes… e ninguém tem coragem de fazer isso com uma forca”.

Em dezembro do ano passado houveram quatro casos de suicídio entre líderes evangélicos. Com a morte do pastor Rodrigues, somam cinco casos em menos de dois meses.

Apesar de muitos cristãos darem ênfase ao que deve acontecer após a morte nesses casos, precisamos lembrar que há famílias, entes queridos e amigos que perderam tais pessoas, de forma que é importante o cristão saber diferenciar a conveniência de algumas entendimentos, tendo em vista que o sofrimento do luto já é, por demais, doloroso.

Para assistir o vídeo gravado por dona Maria, clique aqui.



GospelMais

Bruna Karla tentou se matar duas vezes após morte da mãe: "Aprendi a depender de Deus"


Durante ministração, a cantora testemunhou a fase difícil. (Foto: Reprodução).



A cantora Bruna Karla testemunhou sua luta pessoal quando sua mãe morreu. O fato aconteceu em 2003 e na época a artista cristã estava no início de sua carreira musical. Em uma ministração registrada e publicada por um fã, Bruna revela que até tentou tirar sua vida por sentir falta de sua genitora.

“Em novembro de 2001 minha mãe descobriu que tinha um tumor no cérebro. A minha casa estava em festa, mas de repente aquela alegria acabou e eu fiquei assim: ‘Não, Deus vai curar, amém. Seja feita a minha vontade’. Vou abrir um parêntese aqui para vocês, o nosso Deus pode todas as coisas. Ele faz o morto ressuscitar. Meu marido foi curado de leucemia há vinte e poucos anos. E está de pé hoje, totalmente curado”, relembrou.

“O nosso Deus pode sim todas as coisas, mas às vezes essa não é a vontade Dele. Às vezes a própria pessoa que está doente já sabe que Deus vai levar. Minha mãe dizia: ‘Bruna, eu vou para o hospital, mas eu não vou mais voltar’. Eu dizia: ‘Tá repreendido em nomes de Jesus’, porque eu não queria que isso acontecesse. Ela era a minha melhor amiga, que orou comigo, e eu não imaginava jamais que isso ia acontecer na minha vida”, disse.

Quando a morte vem
“Eu achava que se um dia isso acontecesse eu morria junto com ela. E no dia 24 de janeiro de 2002 a minha mãe faleceu. O Senhor a levou. E foi um momento mais difícil para mim. Aquela pessoa que eu tanto amei, que eu amava, posso dizer hoje com todo meu coração, eu amava mais ela do que a Deus, porque eu não conhecia a Deus como está escrito em Jó, o que eu mais temia sobreveio sobre a minha vida. E era o que eu mais temia , que um dia ela morresse. Porque eu era tão apegada que dizia: ‘Eu não vou conseguir suportar essa dor”, ressaltou.

“Só quem já perdeu aqui alguém sabe a dor que é, sabe o quanto é difícil você sonhar para frente e ver uma solução. Parece que naquele momento tudo acaba para você, porque foi assim que aconteceu comigo. Eu tinha 13 anos e eu tentei me jogar do oitavo andar, eu tentei cortar os meus pulsos, eu tentei tirar a minha própria vida, porque eu achava que nada mais fazia sentido para mim. Olhava para o meu pai, via o meu pai emagrecendo diante de tanto sofrimento. Olhava para o lado, via uma irmã de sete anos e eu me perguntava quem ia cuidar dela agora? E do meu pai?”, relembrou.

“Foi um momento muito difícil para mim, mas foi naquela época que eu comecei a conhecer a Deus verdadeiramente e comecei a entender que aquela era a vontade de Deus e que a minha mãe já sabia que ia morar com o Senhor. 

E eu não poderia parar. E como disse Jó também, antes eu Te conhecia de Te ouvir falar e hoje eu Te conheço de falar contigo. Antes eu conhecia o Deus da minha mãe, e quando o Senhor a levou eu tive que aprender a depender de Deus. Eu tive que aprender a viver dependendo completamente do meu Senhor e mais uma vez Deus foi fiel”, pontuou.

Guiame

Augustus Nicodemus diz que suicídio não é um pecado sem perdão: “Não anula a graça”


Augustus Nicodemus ministrou na Conferência Fiel de Jovens 2017. (Foto: Reprodução).



Para o pastor, muito do que se acredita sobre o suicídio é herança dos credos da Igreja Católica.
O pastor Augustus Nicodemus tratou de um assunto pouco falado nas igrejas em recente vídeo publicado por seu parceiro de conferências Franklin Ferreira. Presentes em um debate na Conferência Fiel para Jovens o líder cristão respondeu a pergunta de uma jovem sobre a relação entre o cristianismo e o suicídio. Prontamente ele respondeu.

“Eu acho que todos nós temos que concordar que o suicídio nunca deveria ser a saída. É um dos pecados proibidos no mandamento 'Não matarás'. Interpretado pela comissão de fé de Westminster, ele diz que esse pecado não só proíbe que a gente tire a vida dos outros, mas que tire a nossa própria. Então, o suicídio é pecado”, iniciou.

“Todavia ele não é um pecado sem perdão. O único pecado sem perdão, que tem na Bíblia é a blasfêmia contra o Espírito Santo. E provavelmente esse pecado não é cometido por alguém que é crente. Então pode acontecer com todos esses fatores, como presões externas, problemas psicológicos, problemas existenciais que um crente em um momento de fraqueza ele ceda e ele então veja o tirar a sua própria vida como a única forma de escapar da angústia, da depressão e das trevas em que ele está passando naquele momento. E ele vai cometer esse ato”, continuou.

É pela graça
“É pecaminoso? De fato é. Mas, não será isso que irá separá-lo da graça de Deus e do perdão que é dado em Cristo Jesus. Se a nossa salvação vai depender de na hora da nossa morte a gente ter colocado em dia todos os nossos pecados, então pouca gente vai escapar, não é? Então, a pessoa que cometeu o suicídio e atentou contra a própria vida, de fato pecou contra o mandamento 'Não maratás', mas isso isso não a impedirá de entrar no gozo da vida eterna porque a salvação é dada pela graça de Deus e nada pode nos separar disso”, colocou o pastor.

Ele ainda usou uma história hipotética para ilustrar o que quis dizer: “Se eu estiver em uma rodovia, brigando com a minha mulher e discutindo com ela, brigando feio com ela e de repente nós temos um acidente e morremos ali naquele momento sem termos tido a oportunidade de nos reconciliar, não vai ser isso que vai impedir de entrar na vida eterna. Porque é pela graça e misericórdia de Deus”, ressaltou.
Confira o vídeo na íntegra:

Guiame

Está doendo? Não se mate


Jogo da 'Baleia Azul' envolve automutilação e suicídio. (Foto: Facebook)


Você não quer dizer que as dores que sente no peito são a causa de tudo. Mas saiba que viver é sempre melhor que morrer.

No seu guarda-roupa existe lugar apenas para roupas de mangas longas. E você as veste sempre, mesmo que a hora e o lugar peçam algo mais leve e solto. Quem está ao seu redor até não liga mais para essa sua mania de mangas longas, nem para outros sinais que apontam que você mudou em muitas coisas nas últimas semanas.

Assim, não liga para o seu isolamento, agressividade, queda do rendimento escolar, mudança no padrão do sono, alteração do apetite, post com frases tristes na linha do tempo da sua rede social. Não se liga porque não quer se ligar, pois tudo é muito óbvio. Mas vamos voltar ao seu apego às roupas de mangas longas. Todo mundo pensa que tudo não passa de uma questão de gosto.

Você, porém, sabe - e como sabe - que a questão é outra. Veste-se assim para ocultar as marcas dos cortes nos seus pulsos. Se forem vistos, todo mundo vai querer saber a razão de se cortar assim. E você não quer dizer que as dores que sente no peito são a causa de tudo. Teme muito que os outros o julguem por se sentir assim. Melhor, então, é se fechar em si mesmo.

Ainda mais agora, depois de ter feito a baleia no seu braço com a ponta da faca. Se virem essa baleia, você não vai chegar ao final do jogo. Para você, chegar ao final do jogo não é apenas uma questão de honra. É um questão de alivio. Já faz algum tempo que você se fere. E quanto mais você se fere, mais você quer se ferir. Tentou parar algumas vezes, mas não teve êxito. Virou um vício.

Você, porém, não se fere porque queira morrer. Fere-se porque quer o alívio - o alívio para a legião de dores que tomam de conta da sua alma: medo, culpa, tédio, rancor, raiva, tensão e assim por diante. Mas, agora, alguém lhe mostrou uma outra saída, a morte. Quem o chamou para entrar no jogo disse para você que se matar é melhor do que se ferir, porque o alívio de quem se mata é para sempre. Desde, então, você flerta com a morte!

A saída não é se ferir nem se matar - é se tratar. Isso mesmo. Você está assim porque está doente da alma. Existe cura para a sua alma. Quer saber como? Então, peço que faça uma coisa bem simples: livre-se das roupas de mangas longas agora mesmo. Mostre os braços. Deixe a baleia vir à tona. Que todas a vejam, sobretudo, quem o ama. O que virá depois disso? Ajuda de todo tipo que, pouco a pouco, fará você voltar a acreditar que viver é melhor do que morrer.

Guiame

“Baleia Azul” é mais um passo do diabo na sociedade, adverte teólogo

Morte de adolescentes causou alertas policiais e de saúde em oito estados brasileiros
Nas últimas semanas, o Brasil tem testemunhado a disseminação de um “jogo” chamado Baleia Azul, que propõe uma série de desafios aos participantes que, em alguns casos, inclui a automutilação e pode estimular o suicídio.

Em 2015, ele surgiu na Rússia e logo dezenas de casos foram sendo relatados. As autoridades interviram e seus supostos inventores interrogados. Ao todo, foram registrados 130 suicídios no país que estariam ligados ao desafio final: tirar a própria vida.

Diversos países, como a Inglaterra, França e Romênia noticiaram casos de adolescentes envolvidos, mas com número reduzido de mortes confirmadas.

Quando chegou por aqui, no início do ano, foi tratado como uma modinha estudantil, que chamava atenção, como ocorreu com o “Charlie, Charlie”. A grande repercussão na mídia mostrou que a coisa se espalhou rapidamente.

O problema é que começaram a surgir muitos boatos na internet, o que torna difícil identificar o que é verdade nesse “fenômeno”.

O fato é que existem pelo menos 5 mortes confirmadas no Brasil em consequência do jogo. Por isso, já causou alertas policiais e de saúde em oito estados (SP, PR, MG, MT, PE, PB, RJ e SC).

Para especialistas, o último desafio – suicídio – só é apelativo para pessoas que já tem essa tendência. Rafael Moreno Ferro Araújo, coordenador do Comitê de Prevenção do Suicídio da Associação de Psiquiatria do Rio Grande do Sul (APRS), explica: “Em geral, antes de acontecer o suicídio de forma letal, são necessários alguns requisitos. Se a pessoa tem medo de sofrer dor, a tendência é não tentar, por exemplo. Mas no momento em que ela vai fazendo pequenos testes de autodestruição, que vai acostumando o corpo a sofrer, pode-se chegar a uma tentativa de suicídio. Quem inventou isso é muito perverso”.

Contudo, existe um aspecto espiritual por trás. A conclusão é do sacerdote católico José Eduardo de Oliveira da Diocese de Osasco (SP). Ele é doutor em Teologia Moral pela Pontifícia Universidade da Santa Cruz (Roma) e acredita que o suicídio de jovens representa “mais um passo” do diabo na sociedade.

Ele lembra que “o século XX foi o século da ‘cultura da morte’: começamos com duas guerras e o comunismo, genocídio e democídio incomparáveis; depois, começou-se a difundir o aborto (matar os filhos); em seguida, puseram-se a praticar a eutanásia (matar os pais); por fim, criaram clínicas para o suicídio assistido (matar-se a si mesmo). Agora o diabo deu mais um passo: está fazendo os adolescentes e jovens flertarem com o suicídio disfarçado de jogo: ‘A Baleia Azul’”.

Para o religioso, “a exclusão de Deus da sociedade laicista só produzirá estes frutos amargos e letais”.

Toda essa repercussão tem oferecido uma boa oportunidade de debate sobre o que acontece com a juventude brasileira. No Brasil, 1 em cada 10 adolescentes de 11 a 17 anos acessa conteúdo na internet sobre formas de se ferir – e 1 em cada 20, de se suicidar, segundo o Centro de Estudos Sobre Tecnologias da Informação e Comunicação (Cetic).

GospelPrime

Baleia Azul, um suicídio digital, viral e real


Jogo da Baleia com desafios. (Foto: Flagrou)


O jogo já é uma febre digital entre milhões de jovens, um viral extremamente sedutor para aqueles que estão precisando apenas de um empurrão para o suicídio.

Blue Whale, é um jogo que já pode ter matado mais de cem jovens na Rússia. São pessoas que estão colocando um fim em suas vidas após decidirem participar ativamente de 50 desafios reais. Basicamente esta é a regra do Baleia Azul, um jogo que já se tornou um viral na internet no mundo inteiro, e já está chegando no Brasil.

Por trás da tela existe uma pessoa que no jogo é identificada como “curador”, ele comanda o desafio convidando o jovem a participar, uma vez aceitando, o mesmo começa a receber 50 missões todas as madrugadas, sempre às 4h20. As missões começam pequenas, coisas aparentemente simples e inofensivas, coisas como assistir tantas vezes um mesmo filme de terror, ouvir músicas com ritmos e temáticas que colocam a pessoa pra baixo. Ao todo o jogo dura 50 dias e após seguir passo a passo todas as determinações e postar nas redes sociais uma declaração de que cumpriu os desafios, é chegada a missão final: literalmente se matar.

As comprovações referentes aos desafios cumpridos podem ser enviadas para o curador ou publicadas subliminarmente na web. Esta foi a conduta da russa Yulia Konstantinova de apenas 15 anos, que diariamente ia postando pistas que vinha participando do Blue Whale, Baleia Azul, porém as pessoas só perceberam a gravidade das pistas publicadas em sua time line depois que a jovem se suicidou.

O jogo em vários lugares do planeta já é uma febre digital entre milhões de jovens, um viral extremamente sedutor para aqueles que estão precisando apenas de um empurrão para o suicídio. Segundo alguns psicólogos, toda a sequência dos desafios, desde o início com filmes de terror e músicas com letras e ritmos que colocam pra baixo, pessoas depressivas vão simplesmente piorando em seus quadros e consumindo cada desafio obstinadamente.

Por exemplo, dizem os especialistas, que até o horário no qual as missões-desafios chegam, sempre às 4h20 é, comprovadamente, o horário que mais acontecem suicídios no mundo, pois na solidão da madrugada, quando os pais dormem, a cidade silencia e o vazio depressivo se impõe, o suicida fica mais vulnerável.

Se é assim tão grave, por que os jovens que participam não saem do jogo? Alguns dizem que quem entra é proibido de sair, que sofre ameaças. Mas existem históricos de jovens que decidiram sair e saíram. O problema é que a maioria não consegue sair. Segundo as autoridades russas, os curadores são certamente pessoas maduras e experientes, pois sempre que um jogador quer parar eles usam os mais variados argumentos de pressão psicológica, colocando no debate itens como covardia, honra, caráter, coragem, independência, liberdade. Aí, como é próprio de jovens que vivem a fase das contestações, dos confrontos, das inquietações e das afirmações, a maioria continua, pois não querem “fugir” dos desafios.

Mesmo com todas as evidências, não existem ainda provas consideradas oficiais na Rússia em relação as mortes confirmadas. Por outro lado, não se pode negar a existência de jogos digitais, virais e bem reais que estimulam o suicídio. Se existem - e existem – é dever nosso, dos jovens, dos pais, dos líderes, dos pastores, dos amigos, enfim, quando digo nosso, me refiro a todo aquele que foi um dia liberto das trevas e foi colocado debaixo da maravilhosa luz de Jesus, é nosso dever estarmos atentos, orientar e prevenir qualquer aparência do mal. Se desconfiarmos de uma mínima possibilidade que alguém do nosso convívio possa estar envolvido com tais jogos é vital ajudarmos rapidamente, afinal, 50 dias passam muito rápido e nossa resposta pode representar a vida ou a morte para alguém.

Irônica e tragicamente, esta geração vai pagando o preço das armadilhas que não consegue evitar. De tão conectada e antenada com todos os avanços que a ciência e a tecnologia oferecem, esta geração na sua maioria se deixou hipnotizar pelas facilidades e seduções da super exposição que os meios de comunicação oferecem. Somos uma geração de cabeças baixas, sempre olhando para a tela de um celular qualquer, queremos postar, conversar, mandar mensagens, vídeos, receber mensagens.

Nem que seja apenas para uma centena de pessoas, fotos são produzidas para satisfazer a ilusão de ser uma celebridade. A caça por likes vale qualquer coisa. É uma geração que depende desesperadamente destas mídias para não se sentir rejeitada, ignorada, maldita. Então, fragilmente e indefesa, parte desta geração se expõe para experimentar qualquer coisa, qualquer jogo, qualquer desafio.

A baleia azul está na lista dos animais ameaçados de extinção desde 1960. Também somos animais, porém os únicos que carregam o selo de “racionais”. Mas a cada dia mais irracionalidade é o que se vê entre os homens que foram criados a imagem e semelhança do Criador. O pecado do homem é a grande praga que quer causar a extinção do próprio homem.

Não entre em caminhos difíceis de sair. Existe para todos nós um desafio melhor e diário: tomarmos a nossa cruz, negarmos a nós mesmos e seguirmos a Jesus. No dia final deste desafio não terá morte, o que terá é vida. Nunca se esqueça: Deus CURTE tanto você que COMENTOU na Sua palavra todas as promessas que você precisa para uma vida longa e boa ainda aqui e, na expressão máxima do seu amor COMPARTILHOU seu próprio Filho, dando-o ao mundo inteiro, a fim de que todo o que nEle crer não venha a perecer em seus desafios pessoais, mas tenha a vitória definitiva na vida eterna.

Guiame

Pastor se suicida após enviar fotos íntimas para grupo da igreja no WhatsApp

Um pastor cometeu suicídio ao tornar público, por engano, seu caso de adultério. Ele reuniu algumas fotos íntimas – os populares nudes – e enviou para um grupo de sua igreja, ao invés de selecionar apenas o contato de sua amante no WhatsApp.

O caso foi registrado na cidade de Limpopo, na África do Sul, e segundo as informações iniciais obtidas por portais cristãos internacionais, a amante do pastor seria membro da mesma igreja, a Christ Embassy.

O pastor, identificado apenas como Letsego, suicidou-se através de enforcamento, quando percebeu que as fotos de seus órgãos genitais haviam sido enviadas para os membros da igreja.

Na mensagem que acompanhava as fotos íntimas, o pastor convidou a amante para uma noite juntos: “A esposa está longe, é toda sua essa noite”, disse ele.

O erro, no entanto, só foi percebido após ele apertar o botão de envio. Os membros da igreja receberam as fotos e reagiram com choque e indignação. Diversos deles tentaram ligar para o pastor, que não atendeu aos chamados e, instantes depois, saiu do grupo.

Segundo informações do Live Monitor, o pastor foi encontrado enforcado na casa pastoral: “A conduta do pastor sempre foi motivo de preocupação. Ele sempre era visto na companhia da diaconisa Miriam, e nós suspeitamos que havia mais que a amizade”, disse um dos membros, que preferiu o anonimato.

“Questionado por sua esposa e os fiéis, ele minimizava as alegações dizendo que, como um pastor, era um pai para todos e Miriam era sua filha favorita”, acrescentou o fiel.

Não foram divulgadas informações sobre como a esposa e os filhos do pastor reagiram ao escândalo.


Padre preso em MG por suspeita de pedofilia é encontrado morto na cela

Imagem: Google
O padre Bonifácio Buzzi, 56, foi encontrado morto na manhã deste domingo (7) no presídio de Três Corações, em Minas Gerais. O religioso, que já havia sido condenado por casos de pedofilia citados no filme "Spotlight", foi preso novamente na sexta-feira pela Polícia Civil suspeito de ter abusado sexualmente de dois meninos, de 9 e 13 anos, no ano passado na cidade mineira.

Segundo a polícia, Buzzi estava sozinho em sua cela e teria cometido suicídio. No local, foi encontrado um lençol amarrado na janela. Será aberta uma investigação para apurar a causa da morte.

O padre foi detido na última sexta-feira no município de Barra Velha (SC), a cerca de 50 km de Joinville, para onde havia fugido desde que teve a prisão preventiva decretada em Minas Gerais. Em nota divulgada pela polícia, o delegado Pedro Paulo Marques disse que Buzzi confessou os crimes ao ser preso.

Além desse caso, o religioso já havia sido condenado outras duas vezes por abuso sexual de crianças: em 1995, acusado de abuso de garotos em um hospital psiquiátrico; em 2004, acusado pela prática de sexo oral em um menino. Os casos foram citados no filme "Spotlight" (2015), que recebeu o Oscar de melhor filme ao reconstituir as investigações do jornal "The Boston Globe" sobre casos de pedofilia cometidos por membros da Igreja nos Estados Unidos.


RENÚNCIA

Em outro caso relacionado à pedofilia, o papa Francisco aceitou no início de julho a renúncia do arcebispo da Paraíba Aldo Pagotto, 66, suspeito de ter abrigado em sua diocese padres e seminaristas acusados de abusar sexualmente de crianças e adolescentes.

Em 2002, quando era bispo de Sobral (CE), ele foi acusado pelo Ministério Público de coagir vítimas para que mudassem seus depoimentos a fim de proteger um frei que as teria estuprado.

Em entrevista à Folha, o agora arcebispo emérito confirmou que foram descobertos cinco casos de padres suspeitos de pedofilia na Paraíba desde 2004, quando assumiu a Arquidiocese. Ele disse ter encaminhado as suspeitas ao Ministério Público e ao Vaticano: "Não me omiti".



Fonte: Folha de São Paulo

Michael Phelps conta como Deus o ajudou a se livrar do suicídio: "Há um poder maior que eu"

Um amigo cristão e o livro "Uma Vida com Propósitos" foram algumas das
'ferramentas' usadas por Deus para tirar o campeão olímpico do que
ele mesmo chamou de 'fundo do poço'.
Nos dias atuais, o nadador Michael Phelps é citado como o atleta olímpico mais condecorado de todos os tempos, com 22 medalhas conquistadas, sendo 18 delas de ouro, em quatro Olimpíadas. Mas em setembro 2014, ele chegou a pensar em suicídio, segundo revelou a Revista norte-americana 'ESPN', em sua edição de 18 de julho.

"Eu era um trem desgovernado", disse Phelps à ESPN. "Eu era como uma bomba-relógio, esperando para explodir. Eu não tinha auto-estima. Houve momentos em que eu não queria estar aqui. Aquilo não era bom. Eu me sentia perdido".

Foi nessa mesma época que os jornais e sites publicaram uma foto sua consumindo drogas. Ele também havia sido preso duas vezes em 10 anos por dirigir alcoolizado - a última, em 30 de setembro de 2014, quando sua vida "chegou ao fundo do poço".

Os dias que se seguiram foram vividos por Phelps, principalmente em seu quarto, em sua casa de Baltimore (EUA), pensando em suicídio.

Naquela época, Phelps disse que estava pensando: "Este é o fim da minha vida ... Quantas vezes eu fiz besteiras? Talvez o mundo seria melhor sem mim".

Phelps disse que se isolou, não comia, e quase não dormiu durante pelo menos uma semana, enquanto ele continuava mantendo a ideia de se matar.

Mas então seu amigo cristão, de longa data, o astro da Liga de Futebol Americano, Ray Lewis o ajudou sair daquela situação depressiva. Lewis chamou seu amigo Phelps e lhe disse: "Este é o momento em que lutamos. É o momento em que nosso verdadeiro caráter se mostra. Não desista. Se você desistir, todos nós perdemos".

Lewis convenceu Phelps a procurar ajuda no 'Meadows', uma clínica de reabilitação comportamental, próximo de Phoenix.

Phelps atendeu o conselho de seu amigo e deu entrada na clínica de reabilitação, carregando um livro que ganhou de Lewis, "Uma Vida com Propósitos", escrito pelo pastor Rick Warren.

Depois de ler o livro por alguns dias no Meadows, Phelps chamou Lewis para conversar.

"Cara, este livro é muito louco!", exclamou o nadador. "A coisa que está acontecendo... oh meu Deus... meu cérebro, eu não posso agradecê-lo o suficiente. Estou 'pirando', cara. Você salvou a minha vida".

Phelps disse à ESPN que o livro o ajudou a acreditar que há um poder maior que ele e que há um propósito para ele neste planeta.

Após sofrer com o sucídio do próprio filho, o pastor e
escritor Rick Warren e sua esposa Kay, passaram
a alertar a igreja sobre questões, como esquizofrenia
e suicídio. (Foto: Saddleback)
O livro de Warren também convenceu Phelps se reconciliar com seu pai distante, Fred, que se divorciou de sua esposa, quando Phelps tinha apenas 9 anos de idade.

Quando pai e filho se viram pela primeira vez, depois de tantos anos de separação, eles se reconciliaram em um grande abraço.

Depois que ele saiu do Meadows em novembro de 2014, Phelps voltou a treinar para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.

Três meses depois, ele pediu à sua namorada de longa data, Nicole Johnson, para ser sua esposa. Em 5 de maio do ano passado, Nicole deu à luz Boomer Robert, seu primogênito com Phelps.

A lenda americana mostrou que ele ainda tem o que é preciso para ser um campeão em vários eventos, se mostrando o mais rápido nos 200m, 100m borboleta e 200m borboleta no Campeonato Norte-americano de 2015.

Enquanto ele estava comemorando seu 31º aniversário em 30 de junho, Phelps qualificou-se em três distâncias individuais e também se classificou para a equipe olímpica de natação dos Estados Unidos, nos jogos do Rio de Janeiro.

Phelps disse que os jogos do Rio 2016 serão sua quinta e última Olimpíada.



Fonte: GuiaMe

Padre Pedófilo se suicída dentro de igreja... Veja isso

Um padre confessou que era pedófilo e havia “cometido ações graves” contra uma menina de 13 anos de idade, e antes de ser expulso da paróquia, suicidou-se na sacristia.

Dom Max Suard, 48 anos, era o responsável pela paróquia de Santa Cruz, no Carso, nordeste da Itália. De acordo com informações do jornal Corriere Della Sera, o pároco procurou o bispo da diocese de Trieste no último sábado para confessar seu pecado.

Na conversa com o monsenhor Giampaolo Crepaldi, o padre Max Suard admitiu ter cometido abusos contra uma criança de 13 anos e afirmou que se manifestaria publicamente. 

O padre solicitou um prazo de dois dias para redigir sua carta de pedido de perdão a Deus, à Igreja e à vítima.

Na terça-feira, 28 de outubro, o bispo foi até a paróquia para anunciar oficialmente a expulsão do padre e a abertura de um processo canônico contra ele. 

Ao entrar no templo, encontrou Max Suard enforcado na sacristia, local onde os sacerdotes católicos guardam os assessórios ritualísticos da missa.

Escândalos
Os casos de pedofilia envolvendo padres católicos se tornaram um dos principais problemas da denominação romana, e o papa Francisco tem se posicionado de maneira firme sobre o assunto, assumindo um compromisso ao combate à pedofilia e a punição aos sacerdotes que estiverem envolvidos nesses escândalos. 

FONTE: Gospel Mais

"Germanwings" Segunda caixa-preta confirma ação deliberada do copiloto na queda do avião

Primeira análise da segunda caixa-preta do avião A320 da Germanwings confirma ação deliberada do copiloto no acidente. EFE/Bea
O Escritório Investigações e Análise (BEA) da França revelou nesta sexta-feira que uma primeira análise da segunda caixa-preta do avião A320 da Germanwings que caiu nos Alpes franceses aponta para uma ação deliberada do copiloto.

A primeira leitura dessa segunda caixa, que registra os parâmetros técnicos do voo, indica que o copiloto recorreu ao piloto automático para iniciar a descida e que o modificou posteriormente em várias ocasiões para aumentar a velocidade da aeronave.

"O piloto presente na cabine utilizou o piloto automático para que o avião descesse para uma altitude de 100 pés (cerca de 30 metros) e que, várias vezes ao longo da descida, modificou a regulagem para aumentar a velocidade do avião", afirmou o BEA em um comunicado.

A segunda caixa-preta do A320 foi encontrada ontem no local do impacto e levada durante a noite para a sede do BEA em Paris, que já tinha analisado os dados da primeira caixa-preta, com as conversas na cabine.

O organismo disse que a segunda caixa-preta começou a ser verificada assim que chegou no centro, e que os analistas do BEA continuam analisando o aparato para estabelecer o "desenvolvimento" do voo entre Barcelona e Düsseldorf, que caiu em 24 de março com 150 pessoas a bordo.

Este segundo dispositivo registra os parâmetros técnicos durante as últimas 25 horas do trajeto, tais como velocidade, altitude e modo de pilotagem.

A caixa-preta, enegrecida pelo fogo, foi encontrada por uma integrante do Pelotão de Alta montanha da Gendarmaria Nacional em uma zona já explorada anteriormente e estava, segundo a Promotoria de Marselha, "totalmente enterrada", o que dificultava sua localização.

Para o promotor Brice Robin, encarregado pelo caso, a caixa-preta fornece um complemento "indispensável" para esclarecer os fatos e completar a informação contida na primeira caixa-preta, na qual já era possível constatar uma ação voluntária do copiloto, o alemão Andreas Lubitz, de 27 anos de idade.

Agências Internacionais/EFE

Psiquiatra alerta para depressão no fim de ano

Doença pode levar até a morte
As noites de Natal e Ano Novo não são de alegria para todo mundo. Envolvidos com o consumismo e com o vazio do mundo, muitas pessoas mergulham em uma tristeza sem fim.

A psiquiatra Analice Gigliotti, do Espaço Clif, recebeu pedidos para deixar a clínica em Botafogo aberta aos dependentes de drogas e a quem sofre de depressão e ansiedade durante as festas de fim de ano.

Analice conversou com uma coluna do Jornal O Globo.

O período de festas mexe com as emoções de muita gente, não é?

Para alguns é um período fértil para a depressão. É quando voltam à mente a perda de pessoas queridas, frustrações cotidianas, e cai a ficha da ilusão das falsas expectativas. E o mundo lá fora vendendo felicidade... Há quem não suporte e se deixe abater.

Por que?

Além de todas essas lembranças, é um período maluco: na prática, entre Natal e réveillon há apenas uma semana. Mas, nesse pouco tempo, saímos de um ambiente cercado de vários excessos — comida, bebida, presentes, alegria, gastos — para outro de promessas de privações definitivas: nada de cigarro, nada de calorias, nada de preguiça. É muita pressão.

E como lidar com essa pressão?

O segredo é, no início do ano, limitar-se a escolher apenas aquilo que pode dar conta. Não adianta querer consertar a vida só porque o ano vai mudar. Priorize o que mais interessa para dar pequenos passos possíveis. No final do ano que vem, quando a fatídica música da Simone perguntar “Então é Natal, e o que você fez?”, você pode encher o peito e responder: fiz o que me prometi.

GpsGospel

Jesus aparece em sonho de suicida budista, oferecendo paz e esperança, além de evitar a morte

Criada por pais budistas, que viviam na Rússia, Yulia ficou por um triz de se suicidar
No sonho, Jesus olhou para o fundo de sua alma disse, "Acredite em mim e ore Yulia, e eu vou te salvar". Tomada de desespero, uma mulher budista na Rússia tentou tirar sua própria vida. Mas Jesus apareceu a ela em sonho oferecendo paz e esperança, e o começo de uma vida nova em Cristo.

De acordo com um informe da missão SEND International, Yulia foi criada por pais budistas que viviam na Rússia. Pelos padrões locais, eles iam bem. Sua família visitava o santuário local regularmente e prestava reverencias ao Buda. Apesar de o seu pai ser engenheiro e sua mãe bioquímica, Yulia não conseguiu estudar e não gostava do seu trabalho como faxineira.

Quando seu pai morreu de repente, sua mãe entrou em uma espiral de depressão, alcoolismo e maus tratos. Dia após dia, as brigas e discussões continuavam e os problemas aumentavam. Um dia, quando Yulia tinha 21 anos de idade, a sua mãe, com os ânimos alterados por causa da bebida, disse a ela para ir embora. As últimas palavras, raivosas de sua mãe foram "Vá embora. Eu não ligo. E se você morrer não vou nem chorar".

No auge de seu desespero, Yulia fez um balanço da sua vida. Sua mãe disse que não se importava, aqueles que ela considerava amigos a abandonaram quando ela mais precisava. Ela não tinha estudo e odiava seu trabalho. Então decidiu tirar a própria vida.

Yulia estava sozinha em um quarto pequeno e escuro. Com uma corda que havia encontrado, fez um nó rude, que ela pendurou em um caibro no teto. Ela empilhou uma mesinha em cima da cômoda e começou a subir para pegar o laço e amarrar no pescoço.

Ela lembrou de seus amigos que tinham lhe feito uma visita mais cedo. Seus rostos denunciavam que eles sabiam da sua dor, mas ao invés de ficar e conversar, eles a deixaram sozinha.

Ela estava mais solitária do que nunca, e agora sua mãe havia a expulsado de casa. As vozes em sua cabeça ficavam dizendo o quanto ela era inútil e desprezada e que aquela vida não valia a pena.

Yulia se equilibrou no alto da mesinha, com pensamentos de condenação, dúvida e depressão inundando sua mente. Subitamente, sua mãe entrou no quarto e viu os móveis e o laço. Ela então encarou Yulia e gritou pedindo a ela para parar.

A moça então compartilhou com a mãe toda a dor e desespero que estava sentindo. Explicou o quão abandonada e sozinha ela se viu por causa das palavras dela. "Até minha mãe me odeia, o que é que eu faço?"

Tocada, a mãe de Yulia ficou muito triste pela confissão de sua filha, e disse "Nós não podemos viver sem você. Vamos pra casa e começar do zero". Ela se lembra que a volta para casa foi um dos dias mais felizes da sua vida.

Alguns dias depois, um cristão local foi visitá-la em sua casa. "Yulia, você sabe que existe um Deus?", ele perguntou. "Sim", ela respondeu. "Esse Deus não é o Buda", completou. "Ele é Jesus Cristo, que te ama e deu sua vida por você". Essas palavras cortaram seu coração porque ela pensava que ninguém a amava.

Uma semana depois, Yulia teve "um sonho incrível" onde Jesus apareceu a ela. Ela então Lhe perguntou “Por quê meu pai morreu tão cedo?”, “Por quê minha mãe bebe?” e “Por quê eu tenho todos esses problemas?”

No sonho, Jesus olhou para o fundo de sua alma disse, "Acredite em mim e ore Yulia, e eu vou te salvar".

Um mês se passou e aquele cristão convidou Yulia para uma congregação local, onde Deus usou os cultos e leitura da Bíblia para tocar seu coração profundamente uma vez mais.

Depois de vários encontros, o líder a questionou, "Você acredita que Jesus é Deus de verdade?". "Sim, eu acredito", ela falou. "Você quer se arrepender dos seus pecados?", ele perguntou.

"Sim, eu quero", ela afirmou. Yulia então caiu de joelhos e fez uma prece de arrependimento, e nasceu de novo em Jesus Cristo".

Desde que ela começou a seguir Jesus, ela admite que ainda tem alguns problemas – mas ela não está mais sozinha para enfrentá-los. Ela tem um Senhor e Salvador a seu lado – que a abençoou com um novo emprego como cuidadora, um casamento e uma criança. Uma bela vida, que ela poderia ter perdido se tivesse realizado seu plano, ao invés dos planos de Deus.

Christian Post

"O suicídio é contrário à autoridade de Deus"

Há estudos que mostram que há mais suicídios do que homicídios no mundo. O suicídio é assassinato de si mesmo. O suicídio é antinatural, pois ninguém jamais odiou sua própria carne, antes a alimenta e dela cuida

O suicídio é contrário à lei de Deus, porque transgride o sexto mandamento: "Não matarás". O suicídio é contrário à autoridade de Deus, porque somente Deus tem autoridade para dar e tirar a vida.

O suicídio é contrário ao amor fraternal, pois ninguém é uma ilha existencial. Nossas ações afetam inevitavelmente nossa família e amigos. O suicídio é o naufrágio da esperança.

Precisamos, porém, entender que Cristo é a nossa esperança. Ele é a esperança dos aflitos. Ele tem resposta para os desesperançados. A solução não é fugir de Deus saltando nos braços da morte; mas correr para Deus e fazer uma opção pela vida!

Por- Hernandes Dias Lopes
Guiame

Argentina teme “suicídio espiritual” por causa do fim do mundo

O monte Uritorco é um sítio sagrado para os povos originários da região de Córdoba, Argentina. Hoje é uma tradicional área de meditação. Mas entre 20 e 22 de dezembro o acesso à montanha de 1.979 metros estará proibido.

Gustavo Sez, prefeito da cidade de Capilla del Monte, decidiu fechar todos os acessos ao monte. O motivo é prevenir o que foi divulgado pelo Facebook como “suicídio espiritual em massa”. Centenas de pessoas estão reproduzindo o convite por causa da profecia maia que anunciaria o fim do mundo na próxima sexta (21).

As autoridades temem que realmente ocorra um suicídio em massa. Já existem cerca de 15.000 reservas para pessoas se hospedarem em cabanas e hotéis próximos ao monte esta semana.

Todos os anos a cidade recebe milhares de turistas interessados em práticas esotéricas. Acredita-se que no local já foram registradas visitas de OVNIS.

“Foi uma decisão de consenso, prevenindo qualquer distorção da profecia maia”, explica Gustavo Sez. O prefeito também disse que essa data é “erroneamente interpretado como o fim do mundo”.

Por sua vez, Machenka Jacobella, um dos organizadores do encontro explica: “Fomos inspirados pelo grande chamada deste dia, que muitas pessoas ainda confundem com o apocalipse. Trata-se de uma alternativa para estabelecermos uma nova consciência e ordem.” Com informações do jornal Estado de Minas.

GP

Suicídio: A tentativa desesperada de aliviar a dor

Estava lendo recentemente uma reportagem que abordava os altos índices de suicídio no Uruguai. O índice de suicídio no Uruguai é de cerca de duas pessoas por dia, equivalente ao do Japão, Suécia, Alemanha, Canadá, Estados Unidos e Austrália, conforme o Ministro da Saúde Pública do Uruguai (MSP).

Problemas mentais são o principal responsável pelos índices, de acordo com o psiquiatra e neurologista Alvaro Lista, diretor do Pharma Research Group, empresa de consultoria em saúde localizada no sul do país.

As causas do suicídio sempre foram um enigma para médicos, psicólogos e pesquisadores. A auto-preservação é um dos maiores instintos humanos. O homem não aceita a morte. Quando corremos risco de morte, por qualquer motivo, reagimos contra a ameaça.

Entre as principais causas para o suicídio está algum transtorno mental, como depressão, transtorno bipolar, anorexia, esquizofrenia, transtorno de personalidade, psicose aguda, entre outros.

Entre os médicos legistas existe uma divergência quando trata o suicídio por causa psicológica, alguns não consideram suicídio, mas sim como morte por doença mental ou morte por transtorno mental.

As doenças mentais atuam no pensamento e o pensamento é algo involuntário. Pensar não é uma opção. É impossível conter a necessidade de construção de pensamentos. E é justamente esta necessidade que pode atuar de forma negativa na mente humana, seja através de crises existenciais, como também através da ansiedade.

A principal causa para o suicídio pode ser a falta de expectativas devido à má formação de pensamentos. A morte física faz parte do ciclo natural da vida, mas a morte da consciência humana não. A alma é responsável pela construção de pensamentos e essa é imortal em si mesma, e o entrosamento dela com o corpo opera a vida e seu contato se dá através do cérebro. Esta é uma teoria básica em Antropologia, a doutrina que estuda o homem.

A alma distingue o ser humano um do outro, quanto aos desejos, preferências, sonhos, etc. Desta forma a alma se divide em três grupos de ação quanto ao pensamento: intelectual, emotivo e volitivo.
No grupo do intelecto surge o entendimento. Já o fator emotivo designa o sentimento. Quando o intelecto diminui o fator emotivo surge, ou seja, fecha-se a janela da inteligência, a lucidez e a coerência retraem. Neste caso os instintos prevalecem sobre o pensamento.

O suicida, de acordo com pesquisadores, sente que é uma carga intolerável sobre os outros e não se sente parte de um grupo nem possuem alguém que possa lhes transmitir um sentimento de integração. Este não aceita sua condição de dependência e na luta pela sobrevivência tem seus instintos aguçados, o coração acelera e o homem intelectual diminui. Neste momento nasce a necessidade de tirar a própria vida em favor da sobrevivência.

Esta é a necessidade de continuidade da existência, mesmo um ateu procura diante da morte uma esperança de que existe vida. Esta é a procura do suicida, libertar-se desta vida para viver novamente.

A causa definitiva do suicídio é o abalo da alma, um cárcere interior que cativa às emoções, que tira a esperança do amanhã. É uma tentativa inadequada e desesperada de procurar transcender a dor da existência. A realidade é que a vida clama pela vida e não pela morte.

Em Mateus 6.25-34 Jesus fala exatamente sobre o sentido original da vida. As matérias e superficialidades não podem influenciar nosso pensamento pela vida, esta é uma tentativa explicita da ansiedade, uma miséria psicossocial que influencia a nossa maneira de ver a vida.

Este é o sentido de “vida abundante” que Cristo ofereceu, do prazer inesgotável que jorraria de quem acreditasse na sua Palavra, do “rio” que fluiria de dentro do ser, um rio de satisfação, de esperança — o que chamamos de força de vontade, determinação e empenho.

Recentemente descobriram que esta força é realmente um poder interior. É uma função psicológica primária, é um processo cognitivo pelo qual uma pessoa direciona, de forma consciente uma ação. Ela é deflagrada quando se deseja algo e a partir daí se adotam estratégias para chegar lá.

Por Abner Ferreira
GP

Suicídio é a segunda maior causa de morte entre jovens no mundo

Estudos mostram que mais de 1 milhão de
pessoas se suicidam a cada ano

O periódico especializado em medicina Lancet publicou uma série de três estudos que chamam a atenção para um assunto considerado tabu: o suicídio.

De acordo com um desses artigos, assinado por M R Phillips e H G Cheng, essa é a principal causa de morte entre garotas de 15 a 19 anos. Já entre os homens, o suicídio fica em terceiro lugar, após os acidentes de trânsito e a violência urbana.

Aqui no Brasil, estima-se que o suicídio é a terceira causa de morte entre jovens, logo atrás de acidentes e homicídios. Alexandrina Meleiro, psiquiatra do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP, afirma que “Antes as taxas eram maiores na terceira idade. Hoje a gente observa que, entre os jovens, elas sobem assustadoramente”. Estima-se que entre os jovens, a taxa multiplicou-se por dez de 1980 a 2000: de 0,4 para 4 a cada 100 mil pessoas.

O estudo conduzido por Keith Hawton mostra que os adolescentes geralmente evitam procurar ajuda por temerem a opinião dos outros uma vez que seus pensamentos suicidas se espalham pela escola. Também indica outra mudança no perfil dos suicidas. O risco, que sempre foi maior entre homens, está aumentando entre as meninas.

O doutor Howton diz que os efeitos da mídia também são importantes, mas que o assunto só parece ter relevância quando afeta uma celebridade. Ele afirma ainda que há poucas evidências de eficácia de qualquer tratamento psicossocial ou farmacológico, existindo uma grande controvérsia sobre o resultado e a utilidade de antidepressivos.

Já Meleiro acredita que isso se deve a gestações precoces e não desejadas, além de prostituição e abuso de drogas.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) revelam que os casos de suicídio aumentaram 60% nos últimos 45 anos e que mais de 1 milhão de pessoas no mundo morrem dessa forma todo ano. Mesmo assim, o problema, não é tratado abertamente.

Para a OMS, pouco é feito na área de prevenção. Pesquisadores da Universidade de Oxford, Inglaterra e da Universidade Stirling, na Escócia, dizem que mais pesquisas são necessárias para se compreender quais são os fatores de risco e melhorar a prevenção. Uma das estratégias apontada por eles seria limitar o acesso a meios que facilitem o suicídio, como armas.

Estima-se que no Brasil, ocorram 24 suicídios por dia. Por outro lado, o número de tentativas é até 20 vezes maior que isso. “O suicídio é uma epidemia silenciosa”, acrescenta Meleiro. Ela diz que as pessoas costumam dar sinais antes de uma tentativa.

Cerca de 90% dos suicídios estão ligados a transtornos mentais.”O preconceito em torno das doenças mentais faz com que as pessoas não procurem ajuda. Acredita-se que perguntar se a pessoa tem pensamentos suicidas vai estimulá-la, mas isso pode levá-la a procurar ajuda”, diz Meleiro.

Com informações de Folha de São Paulo e The Lancet
Via Gospel Prime

Suicídio é mais provável entre evangélicos que entre católicos

Estudo levanta hipóteses sociológicas
e teológicas
Um novo estudo mostra como a religião pode influenciar as taxas de suicídio. Embora os dados tenham mostrado que os evangélicos sejam mais propensos a cometer suicídio que os católicos, a motivação ainda é pouco compreendida. Um novo estudo realizado pelos professores Sascha Becker (Universidade de Warwick, Reino Unido) e Ludger Woessmann (Universidade de Munique, Alemanha) demonstra a relação de causalidade entre o protestantismo e o suicídio.

Becker e Woessmann buscaram descobrir se a maior taxa de suicídio entre os evangélicos foi devido a uma auto-seleção. Poderia haver alguns fatores que influenciam se uma pessoa escolhe ser evangélico ou católico que ao mesmo tempo influenciam a probabilidade de eles cometerem suicídio.

Os números mostram que os evangélicos têm taxas de suicídio maiores do que os católicos “mas, se isso é devido a uma perspectiva religiosa é uma outra história”, explicou Becker em entrevista recente. “As pessoas podem dizer que se tornaram evangélicas para não cometer suicídio, é claro, mas podem ter feito esta escolha por diversos outros motivos que estejam de alguma forma correlacionada com um comportamento suicida”.

Em outras palavras, Becker e Woessman queriam entender se a relação entre a conversão e as altas taxas de suicídio era causal, e agora eles podem afirmar isso.

Para saber se a religião tem uma influência independente, os pesquisadores analisaram dados da antiga Prússia em 1800, para evitar quaisquer efeitos de auto-seleção.

A república da Prússia foi dividida em regiões católicas e evangélicas na época, e as autoridades governamentais mantinham bons registros sobre as causas da morte, explicou Becker. Como a grande maioria dos prussianos aderiu à religião predominante em sua região, comparar as taxas de suicídio nessas diferentes regiões evitaria os efeitos de auto-seleção.

Alguém de outro país, por exemplo, pode optar entre uma ampla gama de religiões e denominações. As pessoas escolhem livremente mudar de religião sempre que desejar. Assim, os pesquisadores não podem saber se alguém hoje que escolhe ser evangélico tem características que se relacionam com as altas taxas de suicídio, ou se a visão evangélica de mundo influencia nas altas taxas de suicídio. Em 1800, porém, a religião dominante era mantida pela grande maioria dos prussianos ao longo de toda a vida.

Becker e Woessman observaram que as taxas de suicídio nas regiões predominantemente evangélica são três vezes maior que nas regiões católicas. O estudo conclui que a religião de fato influencia nas taxas de suicídio. Agora, os estudiosos oferecem três hipóteses para explicar isso.

As altas taxas de suicídio entre os evangélicos em comparação com os católicos foram notadas pela primeira vez por Émile Durkheim, um dos pais da sociologia, em seu texto clássico “O Suicídio”, de 1897. Durkheim acreditava que as diferenças estavam relacionadas com o fato de que os evangélicos são mais individualistas, ou colocam uma ênfase maior na autonomia individual. Os católicos, por sua vez, são mais comunitários, ou colocam uma ênfase maior sobre as comunidades eclesiais.

“A forma como chegamos a trabalhar sobre esta questão, é que lemos sobre a tese de Durkheim, que ressaltou como os evangélicos frequentemente têm uma religião mais individualista que os católicos, que por sua vez dependem mais da congregação como um grupo de apoio nos momentos de dificuldade. O fato é que os evangélicos são mais individualistas que os católicos”.

Além dessa hipótese, Becker e Woessman também sugerem que as diferentes taxas de suicídio podem ser devido às diferentes formas como católicos e evangélicos veem a doutrina da graça.

Os católicos enfatizam mais as recompensas de suas boas obras ou a punição por causa de seus pecados. Os evangélicos, por outro lado, enfatizam que a graça de Deus não pode ser conquistada pelas boas ações. Como resultado, os ensinamentos católicos sobre o suicídio são mais rigorosos e se tornam mais internalizados pelos fiéis.

Uma terceira hipótese tem a ver com a confissão católica, ou o ato de confessar regularmente seus pecados a um padre. Os evangélicos não reconhecem este sacramento. Já que o suicídio é o único pecado que nunca poderia ser confessado para se pedir o perdão de um sacerdote, os católicos acreditam que a absolvição é um elemento importante para fugir do inferno, podem ser menos inclinados a cometer suicídio.

Testar essas três hipóteses é o tema de pesquisas futuras, mas Becker assinala que é “extremamente difícil” encontrar maneiras de medir cada uma dessas variáveis, a não ser pela comparação de estatísticas.

A pesquisa de Becker e Woessman, que leva o título de “Batendo na Porta do Céu? Protestantismo e Suicídio” deverá ser publicado brevemente por uma revista acadêmica.

Traduzido e adaptado de Christian Post
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