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Estas 'freiras' que plantam e comercializam maconha na Califórnia são um barato

Quando Shaughn Crawford e John DuBois ouviram falar de duas freiras feministas que plantam maconha, sabiam que tinham de fotografá-las. Eles encontraram as “irmãs”, que graciosamente os convidaram para conhecer o “convento” que elas fundaram na região central do Estado da Califórnia.

Antes de continuarmos com a história, um esclarecimento: Kate e Darcy são freiras auto-ordenadas e criaram sua própria ordem. Portanto, apesar dos hábitos brancos e da espiritualidade, elas não são católicas, não praticam a abstinência nem são subordinadas a um padre.

Em vez disso, elas são veganas, apoiam o pré-candidato Bernie Sanders (que é socialista) e acreditam que todo ser humano tem o direito divino de consumir maconha.


Mas as Irmãs do Vale, nome que elas mesmo se deram, não estão interessadas apenas em providenciar um barato para seus clientes. O objetivo delas é tratar e aliviar o sofrimento das pessoas, seja por causa de câncer, artrite ou ressaca.

Seus unguentos, tônicos e tinturas medicinais contém altos volumes de CBD, um dos ingredientes da maconha, mas quase nada de THC, o elemento psicoativo da planta. Todos os produtos são orgânicos, testados em laboratórios e livres de pesticidas. Além disso, as irmãs só envasam suas tinturas durante a lua cheia, dizendo uma oração a cada vidro vendido.


O que motiva as freiras é um desejo de aliviar a dor. “Não acreditamos na ideia de que o sofrimento é normal e faz parte da vida”, explicou Kate em entrevista ao The Daily Beast.

“Achamos que isso é bobagem. Sofrimento não é parte da vida; sofrimento é criminalizar remédios à base de plantas.”

Em sua busca por curas naturais, as irmãs receberam apoio, mas também encontraram forte resistência. A conta delas no site de comércio eletrônico Etsy, que costumava vender toda a produção de unguentos, foi fechada.


“É frustrante porque tem muita gente com atitudes negativas em relação a uma coisa que é realmente uma dádiva de Deus”, disse Darcy ao site Merry Jane.


Na série de fotos, Crawford e DuBois capturaram um dia na vida da dupla de “freiras”, documentando o processo inteiro, da plantação à colheita e produção. A imagem das duas, vestindo branco e lidando com maconha, é uma prova de que a vida pode ser uma viagem, mesmo sem a ajuda do THC.

Embora as Irmãs do Vale não sejam freiras católicas de fato, elas se inspiram nos conventos reais. “Sempre quis ser freira”, diz Kate. “Mas não poderia fazer parte de uma irmandade que não fosse empoderada. Tento emular os padrões de excelência das irmãs católicas. Elas representavam algo importante. Estou tentando trazer isso de volta.”


Shaughn and John



Shaughn and John

Shaughn and John

Shaughn and John

Shaughn and John




Shaughn and John








Shaughn and John





“Maconheiros de Jesus” usam droga para estudar a Bíblia

Mídia tenta colocar questão como avanço, mas o que diz a Bíblia?
Um grupo de cristãos da cidade Centennial, Colorado (EUA), está chamando atenção por defender que a maconha os aproxima de Deus. Como o nome de “Stoner Jesus”, algo como “Maconheiros de Jesus”, convida “os estudantes da Palavra” para usar marijuana como uma maneira de lhes ajudar a entender os textos bíblicos.

Tudo começou quando Deb Button, 40 anos, casada e com dois filhos, precisou lidar com o divórcio. Ela diz que nunca havia usado drogas, mas aceitou o convite de um amigo. No Colorado, a venda do entorpecente é legalizada.

“Quando eu comecei a fumar me senti tão ligado a Deus”, conta ela. Entusiasmada, começou a divulgar os encontros do grupo na internet e rapidamente atraiu interessados. Aos poucos, a ideia foi se espalhando e hoje reúne além de evangélicos, mórmons, católicos, um ortodoxo grego e até um ateu! “Acho que essa planta é sagrada”, dispara Joye.

Os outros participantes têm suas próprias experiências. “Quando eu estou drogado, não consigo ler rápido, então olho para cada palavra”, disse Cindy Joye, uma das participantes.

“Penso no que cada uma delas significa”, explica. “Jesus não saia com os fariseus, mas com pecadores”, insiste Joye. “Se alguém lhe oferecesse um baseado, ele não diria que não.”

Já Mia Williams, que também participa dos encontros, faz uma defesa enfática.

“A Bíblia não diz que você não pode fumar maconha”, dispara. Ela afirma que foi criada em uma igreja batista conservadora, mas hoje não vê problema no consumo da droga. Cita Gênesis 1:29: “Eis que dou a vocês todas as plantas que nascem em toda a terra e produzem sementes'”, convenientemente deixado de fora a parte do versículo que explica que eram para alimento, não para fumo.

O que chama mais atenção nessa situação é o destaque que a mídia deu ao caso, celebrando como se fosse uma espécie de evolução ou tendência entre os jovens.

Nos Estados Unidos já existe até uma igreja que tem como sacramento a maconha. A Primeira Igreja dos Cannabis, no estado de Indiana é reconhecida pelo governo, mas não se define como uma igreja cristã, tendo sua própria filosofia.

Embora a Bíblia de fato não fale sobre a maconha ou outras drogas de maneira específica, existem muitas recomendações no Novo Testamento sobre a suficiência em Jesus. Ou seja, qual benefício uma droga que altera os sentidos poderia trazer a vida de uma pessoa?

A colunista Jennifer Leclaire, da revista Charisma, comentou a situação esta semana. Ela lembra que em contraponto aos frutos do Espírito Santo, as Escrituras falam sobre os frutos da carne: “Porque as obras da carne são manifestas, as quais são […] feitiçaria” (Gl 5.19-20).

O termo grego que aparece como “feitiçaria” na maioria das traduções, no original grego é pharmakeia e pode significa “o uso de drogas de envenenamento ou intoxicação, feitiçaria, artes mágicas”. É a mesma raiz da palavra “farmácia” também chamada de “drogaria”.

Obviamente os tempos são outros e existem muitos medicamentos benéficos, mas o uso de substâncias que alteram a consciência na busca do sagrado tem suas origens em cultos pagãos antigos.

Uma olhada rápida nas ferramentas de busca na internet mostra que existem vários sites brasileiros lidando com a questão se é permitido um evangélico fumar maconha.

Embora o foco da política atual seja a possibilidade de impeachment da presidente Dilma, o Supremo Tribunal Federal (STF) está prestes a descriminalizar o consumo de drogas no Brasil.

Assim como ocorreu com o casamento homossexual, uma eventual aprovação do STF fará com que a questão das drogas seja imposta sobre a sociedade como o “natural” e a igreja precisará lidar com isso.

Não é por acaso que a maioria dos centros de tratamento de usuários de droga é mantido por igrejas. Segundo diferentes pesquisas, o uso da maconha é geralmente um primeiro passo, que conduz ao uso de substâncias cada vez mais fortes, como cocaína ou crack.

GP

Sou CONTRA a #LegalizaçãoDaMaconha!

A legalização desta droga nunca trará solução para diminuir o tráfico nem a dependência química no Brasil, pelo contrário, essa medida causaria um dano enorme à saúde pública e à segurança em todo o País.

Qual a sua opinião? ‪#‎comente‬

Supremo Tribunal Federal inicia julgamento sobre drogas e deverá liberar o uso, diz jornalista



A descriminalização da posse e uso de drogas deverá ser aprovada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O julgamento do caso que deverá abrir precedente jurídico nesse sentido começou na última quinta-feira, 13 de agosto.

Analistas jurídicos apontam que os ministros do STF deverão votar pela descriminalização. O processo é referente ao caso de um homem preso portando maconha em Diadema (SP).

O jornalista Lauro Jardim apurou que, entre os ministros, a sensação também é de que a maioria votará à favor da liberação: “Ao longo da semana, em conversas privadas, ministros do STF apontaram que devem descriminalizar o porte de drogas para consumo. 

Mas a tendência é que o STF deixe para o Congresso a missão de definir os critérios pelos quais se possa distinguir traficante do usuário”, escreveu Jardim, em sua coluna no site da revista Veja.

A sessão de julgamento iniciada ontem foi suspensa e deverá ser retomada na próxima semana: “Muito provavelmente isso vai tomar todo o julgamento de quarta-feira. Talvez até avance sobre quinta. Se não tiver pedido de vista certamente vai tomar pelo menos uma sessão. Temos muitas sustentações orais”, afirmou o ministro Gilmar Mendes, relator do caso, segundo informações do R7.

Segundo o ministro Marco Aurélio Mello, o uso de drogas é uma não é uma questão penal, mas de saúde, e o STF não terá meios para estabelecer o critério que diferencia a quantidade de droga que caracteriza usuário e traficante:

“É o tipo de situação em que não dá para definirmos, neste julgamento, quem é usuário e quem é traficante. Até mesmo para evocar quem é usuário ou traficante e não porta grande quantidade de droga”, afirmou, de acordo com informações da rádio Jovem Pan.

Gospel +

Maconha virou FÉ: Estados Unidos legalizam " Primeira Igreja do Cannabis"

Religião foi reconhecida por Indiana e tem até isenção fiscal, resultado de polêmica lei assinada pelo governador Mike Pence

Foi inaugurada no estado de Indiana, nos Estados Unidos, aPrimeira Igreja do Cannabis – sim, maconha virou fé. A religião foi fundada por Bill Levin, é baseada em “amor e compreensão com compaixão por todos” e tem na erva seu “sacramento”. 

Parece piada? Não para a Secretaria do Estado de Indiana, que aprovou o registro e lhe deu até isenção fiscal, bem como uma religião convencional.

A legitimidade da igreja da maconha foi justificada por uma lei assinada na terça-feira passada (26) pelo governador de Indiana,Mike Pence. O Ato de Restauração da Liberdade Religiosa assegura aos cidadãos o direito de exercer crenças religiosas sem que sejam vítimas de processos na Justiça. 

A princípio, a briga se deu entre gays e conservadores, pois esta lei dá direito de discriminar homossexuais com base na fé sem que se arque com consequências jurídicas. 

Enquanto o governador levava adiante a polêmica com Tim Cook, CEO da Apple assumidamente gay, e Arnold Schwarzenegger, ex-governador da Califórnia, entre tantos outras figuras contrárias ao ato, Levin agilizou a criação de sua nova religião.

Na primeira semana, Levin, autointitulado "ministro do Amor",divulgou por meio de página no Facebook – que já tem 33 mil fãs – a lista de 12 mandamentos da Primeira Igreja do Cannabis. “Ria mais, compartilhe humor”, “Não seja um troll na internet” e “Gaste pelo menos dez minutos por dia contemplando a vida em um espaço silencioso” são algumas das regras desta fé alternativa.

Apesar do registro da religião, compra e venda de maconhacontinuam proibidas no estado de Indiana. Por isso a igreja prega que a erva seja plantada e compartilhada. 

Ela também tem seu “dízimo”, e até esta segunda (1º) já tinham sido levantados US$ 10,8 mil por meio de 634 doações. O dinheiro será usado para alugar um espaço físico para os rituais, de acordo com Levin, e duas opções de prédios já estão sendo estudadas: uma menor, com 200 lugares, outra maior, porém sem parte do telhado. 

“Estamos fazendo o melhor para oferecer à nossa congregação o melhor lugar possível”,escreveu o "ministro do Amor" no Facebook. “Eu amo todos vocês”.

O caso, como era de se esperar, repertuciu em vários dos principais veículos do mundo: Forbes, Time, Washington Post, USA Today.Todos veem na Primeira Igreja do Cannabis o desafio real para os planos do governador de Indiana. Até segunda ordem, nada muda: a religião terá seu primeiro dia oficial de atividade em 1º de julho, daqui a um mês, exatamente no mesmo dia em que o Ato de Restauração da Liberdade Religiosa começa a valer.

com informações ÉPOCA

Imagem chocante mostra detento colocando cigarro de maconha na boca de sua filha

Uma menina de cinco anos de idade apareceu em fotos em uma rede social onde colocava um cigarro de maconha na boca.

A menina, que não foi identificada, apareceu em uma foto onde estava sentada no colo de Danilo Mercado, de 20 anos, detento de uma prisão em Mendoza, Argentina.

Na imagem postada em uma falsa conta do homem no Facebook, a criança pareceu estar lambendo um cigarro de maconha.

Junto da foto havia uma descrição em que o preso fazia referência ao amor que sente pela filha, além do fato de ela estar fazendo aniversário. Ele ainda mencionava o cigarro.

Menina de cinco anos de idade, filha de Danilo Mercado, detento em uma prisão na Argentina, apareceu em foto colocando cigarro de maconha na boca.

A mãe de Danilo alegou que sua neta estava lambendo um papel de cigarro e que alguém teria feito uma “piada de mau gosto”.

Ela frisou: “Não temos provas de que era maconha”, dizendo que seu filho ama a garota mais que qualquer outra coisa no mundo.

Depois que a imagem chegou ao conhecimento dos chefes da prisão, o homem foi transferido e uma investigação foi lançada.

Fonte: Mirror

Foi aprovado no Senado Federal liberação de derivado da maconha.

Comissão do Senado aprova liberação de 
derivado da maconha

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira (29), duas novidades na Lei de Drogas: a importação legal de produtos derivados de maconha para uso medicinal e a definição de uma quantidade mínima para diferenciar usuário e traficante. 






As mudanças foram apresentadas pelo senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE) e ainda dependem da aprovação de outras quatro comissões de senadores para serem colocadas em votação no plenário da Casa para virar lei nacional.

O senador defendeu a liberação de derivados de Cannabis – o princípio ativo da maconha – para fins terapêuticos como uma tendência médica já reconhecida pelo Poder Judiciário, que tem dado ganho de causa a pacientes que processam o Estado para tratamento de doenças. 

“Optamos por seguir a tendência que já vem sendo encampada pelo Judiciário, que é de permitir a importação de ‘canabinoides’ para uso medicinal, em casos específicos de certas doenças graves”, disse.

A importação de remédio à base de maconha foi discutido em uma série de seminários promovidos pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) do Senado. 

A regulamentação dos medicamentos, contudo, caso aprovada a importação pelo plenário, deverá ser regulamentada pelo Ministério da Saúde. A abertura legal também vai permitir que os medicamentos possam ser produzidos no País.

Usuário e traficante

A definição de uma quantidade mínima para diferenciar usuário e traficante ainda será debatida. O critério adotado foi de cinco dias de consumo por pessoa, sem definir valores. Os senadores concordaram que a proposta era importante para diferenciar juridicamente consumidor e traficante. 

O tema foi incluído por Valadares para acompanhar sugestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. O ex-presidente sugeriu dez dias de consumo individual, conforme prevê a legislação de Portugal.

Fonte: Verdade Gospel

Maioria dos brasileiros é contra casamento gay, aborto e legalização da maconha

A pesquisa feita pelo Ibope fala de temas recorrentes nos debates eleitorais

Segundo a pesquisa Ibope divulgada nesta semana, a maioria dos brasileiros é contra o casamento gay, a descriminalização da maconha e o aborto.

Os temas são atuais e estão em discussão por conta das eleições presidenciais. O estudo feito a pedido do jornal O Estado de São Paulo e pela TV Globo mostra que os brasileiros não querem tais alterações.

Entre os entrevistados, 53% se mostraram contra o casamento gay e 40% a favor. Apesar da norma do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que obriga os cartórios a unir pessoas do mesmo sexo, a Constituição Federal reconhece como casamento apenas a união de um homem com uma mulher.

Outro assunto recorrente nos debates eleitorais é a aprovação do aborto, para 79% dos brasileiros a prática não deve ser legalizada. Apenas 16% concordam com a interrupção da gravidez.

Em relação a descriminalização das drogas os números são iguais: 79% é contra, 16% são a favor. A mesma pesquisa do Ibope ainda ouviu o que pensam os brasileiros sobre a pena de morte e a maioridade penal. Sobre o primeiro tema, 49% rejeitam e 46% são a favor da pena de morte. Já a maioridade penal é apoiada por 80% dos eleitores.

GospelPrime

Marcha Contra o Crack reúne milhares de pessoas em Sena

Centenas de pessoas participaram na tarde deste sábado, em Sena Madureira da 13ª Marcha Contra o Crack e outras drogas. O evento foi promovido pela Comunidade terapêutica Lucimar Lucena Ramos, com apoio da RBN.

Membros de igrejas evangélicas, católicos, representantes da sociedade civil organizada e de centros de recuperação caminharam pelas principais ruas de Sena Madureira dizendo não às drogas.

Sena Madureira figura entre as cidades do Acre com alto índice de consumo de drogas ilícitas. A Marcha Contra o Crack é realizada há dois anos no Estado e já foi promovida em alguns municípios do Acre. A Marcha é uma idéia da deputada federal Antonia Lucia (PSC).

AC24Horas

Após mostrar a Virgem Maria abortando e consumindo maconha, fan page é removida

O nome da fan page dizia que a "Virgem Maria Deveria Ser Abortada"
Em um novo embate entre um órgão abortista e um grupo cristão pró-vida, a controversa fan page "Virgin Mary Should've Aborted" (Virgem Maria Deveria Ser Abortada, em tradução livre) foi retirada do Facebook depois de vários protestos promomivos para removê-la. A página tinha cerca de 12 mil seguidores.

Responsável pela iniciativa, o grupo pró-vida Project Wildfire argumentou que não se trata apenas de um debate de crenças, mas de uma questão de "normas próprias do Facebook, que não permite atacar indivíduos ou grupos com base em sua raça, etnia, nacionalidade, religião, sexo, gênero, orientação sexual, deficiência ou condição médica", segundo Cary Bogue, CEO do Wildfire.

O porta-voz ainda acrescenta que não visa censurar ninguém, mas que não pode permitir nenhum discurso com apologia ao ódio. "Uma coisa é dizer que são ateus e que estão orgulhosos disso. E outra coisa é falar que sua mãe deveria ser abortada", afirma ele.

A página que já chocou muitos cristãos ao exibir a representação de um Menino Jesus abortado com uma coroa de espinhos e sangue correndo de lado, enquanto a Virgem Maria era mostrada segurando um charuto de maconha.

Ao comentar sobre a montagem vista na página, Bogue tarjou a imagem de agressiva e destacou que se "isso não é uma definição exata do discurso de ódio dirigido a uma religião", ele não sabe mais o que pode ser categorizado desta forma.

Bogue ainda lembra que o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, é ateu declarado e pró-aborto, mas que ele desafia Zuckerberg ou qualquer outra pessoa da rede social a explicar aos cristãos em toda a América que a fan page apagada não se tratava de um discurso de ódio contra o cristianismo.

A política do Facebook afirma que não permite que qualquer discurso de ódio seja propagado, mas deixa bem claro que distingue um discurso bem-humorado de situações apelativas ou que estejam atreladas ao preconceito.

Christian Post

Pesquisa atesta que 69% rejeitam liberação da maconha, diz jornal

Se depender da maioria da população do Rio de Janeiro, a maconha continuará sendo uma erva proibida. Pesquisa realizada pelo Instituto GERP, encomendada pelo jornal ‘O Dia’, aplicada em 870 pessoas do estado, entre os dias 18 e 23 de abril, revela que 69% dos entrevistados são contra a legalização da droga. Já os que defendem a liberação para qualquer finalidade somam 17% e, apenas para uso medicinal, 10%.

De acordo com a pesquisa, 56% dos que não aceitam a legalização apontam o aumento da violência como principal motivo da rejeição. Um grande contingente (42%) é contra por acreditar que a droga faz mal à saúde. Porém, a questão divide especialistas da área médica.

O coordenador da Câmara Técnica de Psiquiatria e Saúde Mental do Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (Cremerj), Miguel Chalub, afirma que a erva “é inofensiva” e não contém componentes químicos que causam dependência.

Já o presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria, Antônio Geraldo da Silva, defende que a maconha pode causar doenças mentais graves. “A droga desencadeia quadros de esquizofrenia, bipolaridade, transtornos depressivos e quadros psicóticos, como alucinações. Não se pode brincar com isso”, afirmou.

Para a juíza Maria Lúcia Karam, presidente da LEAP Brasil (Law Enforcement Against Prohibition), uma entidade internacional com sede nos EUA que combate a proibição de drogas, a questão deve ser pensada em torno da violência. Segundo Maria Lúcia, se a maconha fosse legalizada, quebraria o ciclo vicioso da indústria do tráfico.

Maconha como remédio no Brasil
Na última quinta-feira (15), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou que estuda alterar, até o fim de junho, a importação de medicamentos pelo Brasil que levam canabidiol, substância presente na maconha, e que trata doenças neurológicas. Países como Canadá, Estados Unidos, Israel e Holanda já permitem o uso terapêutico da erva.

O diretor do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas da Universidade Federal de São Paulo, Elisaldo Carlini, que não defende a legalização da droga para uso recreativo, é a favor do uso medicinal da substância. Segundo Carlini, o canabidiol é o melhor tratamento que existe atualmente para esclerose múltipla, mais que a própria morfina.

“O efeito analgésico dela é bem melhor. Também funciona para epilepsia e enjoos de quimioterapia. O país está atrasado em não legalizar para uso medicinal. Só pode haver perda de memória no momento do consumo, assim como outros medicamentos também podem produzir efeitos colaterais”, explica.

Fonte: O Dia
Verdade Gospel

Participe da campanha contra a descriminalização das drogas no Brasil

Não é de hoje que tramita tanto no Senado Federal como na Câmara dos Deputados embates e propostas sobre a descriminalização das drogas no Brasil.

Atualmente, o país conta com 3 milhões e meio de usuários de maconha, dos quais meio milhão são adolescentes, segundo dados apresentados pelo diretor do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Políticas Públicas do Álcool e Outras Drogas do CNPq, Ronaldo Laranjeira, um dos pesquisadores que falaram na Comissão de Legislação Participativa, sobre os riscos e impactos da legalização da maconha no Brasil.

Ainda segundo um relatório anual do Conselho Internacional de Controle de Narcóticos, órgão ligado à Organização das Nações Unidas (ONU), o consumo de cocaína no Brasil mais do que dobrou entre 2005 e 2011 e é superior à média mundial.

O vício de drogas atinge quase seis entre cada 100 brasileiros, sendo 8 milhões de pessoas que provocam problemas em suas famílias. Num resultado total de cerca de 28 milhões de brasileiros atingidos indiretamente pelo vício de drogas.
Consequências desastrosas
“A maconha causa perda cognitiva, ao invés de redução de ansiedade. Causa indiferença ao invés de relaxamento. Causa desmotivação ao invés de paz interior. Todos muito mais próximos da psicopatologia do que do bem-estar”, afirma a psiquiatra Analice Giglioti, da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP). 

Estudos apontam a diminuição de 8 pontos no quociente de inteligência em quem começa a usar a droga a partir dos 14 anos de idade. Ou seja, quanto menor a idade, maior o risco de o usuário ter surtos de psicose. Além disso, quanto mais jovem, maior o risco de ficar viciado na droga.

Assim, o que nosso país precisa é de um sério trabalho e investimento na prevenção! A prevenção no sentido de educar, conscientizar o jovem para assumir atitudes responsáveis na identificação e no manejo de situações de risco que a droga pode causar e que possam ameaçar a sua dignidade.

Participe da enquete
Dessa forma, não deixe de contribuir na discussão deste tema tão importante para a sociedade brasileira, participando da enquete promovida pelo Portal da Câmara dos Deputados, respondendo NÃO ao questionamento: “Você é a favor da descriminalização das drogas para consumo próprio?”. Clique aqui para votar.

Ao votar o participante só poderá fazer isso uma única vez de um mesmo computador. Por isso convoque amigos e familiares a também participarem, pois seu voto pode fazer toda a diferença. Qualquer problema na votação ligue para o Disque-Câmara: 0800 619 619.

Fonte: Agência Câmara Notícias
Via Verdade Gospel

Comissão discute os riscos e impactos da legalização da maconha, nesta terça (6)

Nesta programação da Câmara, é permitida a participação popular.
Na tarde desta terça-feira, a Comissão de Legislação Participativa da Câmara realizará um seminário, abordando o tema "Riscos e Impactos Associados à Legalização da Maconha".

Nesta programação da Câmara, é permitida a participação popular.

O evento foi proposto pelo deputado Zequinha Marinho (PSC-PA) a pedido da psicóloga e coordenadora nacional do projeto "Maconha Não", Marisa Lobo. Segundo ela informou, "tem ocorrido grande manipulação de ideias, falas e até mesmo artigos sobre o tema".

Em depoimento exclusivo ao Guiame, Marisa ainda destacou a aceitação que o projeto por ela liderado tem alcançado em pelo país.

"Ao todo, já são 17 audiências públicas realizadas pelo 'Maconha Não', as quais têm levado para todo o Brasil, informações sobre os riscos que a legalização da maconha pode trazer", destacou.

Seguindo esta agenda de realização de Comissões Participativas, o projeto "Maconha Não" estará também na Assembleia Legislativa de Fortaleza (CE), ao final deste mês (maio). Mais informações em breve.

Confira a lista de convidados para participar desta Comissão:

- o autor do PL 7187/14, deputado Eurico Júnior (PV-RJ), que legaliza a produção e a venda da maconha (Cannabis sativa), libera a plantação em residências, além do cultivo para uso medicinal e recreativo;

- o autor do PL 7270/14, deputado Jean Wyllys (Psol-RJ), que regula a produção, a industrialização e a comercialização de Cannabis, seus derivados e produtos, dispõe sobre o Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas, e cria o Conselho Nacional de Assessoria, Pesquisa e Avaliação para as Políticas sobre Drogas. Esse projeto tramita apensado ao PL 7187/14;

- o ex-presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP);

- o ex-secretário de Prevenção e Dependência Química do Rio de Janeiro, deputado Filipe Pereira (PSC-RJ);

- deputado Dr. Grilo (SD-MG), coordenador do seminário;

- o promotor de Justiça da Infância e da Juventude no Mato Grosso do Sul, Sérgio Harfouche;

- o diretor do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Políticas Públicas do Álcool e outras Drogas do Conselho Nacional de Pesquisa e Extensão (CNPq), Ronaldo Ramos Laranjeira;

- a psicóloga e coordenadora da campanha "Maconha não", Marisa Lobo Franco Ferreira Alves;

- o representante da Associação Brasileira de Psiquiatria, Analice de Paula Gigliotti;

- o pesquisador da Universidade de São Paulo (USP) de Ribeirão Preto José Alexandre Crippa; e

- o vice-presidente do Instituto Igor Carneiro (Ficar), Marcos Muccillo Daudt, autor da sugestão 131/14, para a realização do seminário.

O seminário se realizará, às 14h30, no plenário 3 da Câmara dos Deputados.

Serviço:
Seminário "Riscos e Impactos Associados à Legalização da Maconha"
Data: 06/05
Horário: 14h30
Local: Plenário 3 da Câmara dos Deputados (Palácio do Congresso Nacional)
Endereço: Praça dos Três Poderes - Brasília (DF)

Com informações da Camara.leg.br

Maconha é um presente de Deus, de acordo com depoimento polêmico de filha de pregador

A moça revela que recusou a droga na primeira vez que um amigo lhe ofereceu
Após dois estados norte-americanos liberarem o uso da maconha para fins recreativos, uma mulher cristã de 39 anos, filha de um pregador, afirmou em entrevista para a rede de notícias CNN que a droga de origem vegetal é um presente de Deus.

Apesar de seu pai ser contra o uso da droga, Aimee Curry acredita que Deus teria colocado a erva no mundo com a finalidade de curar, pois segundo ela a planta ainda que alucinógena, consegue aliviar espasmos dolorosos e duradouros que ela vive até hoje por conta de um acidente de carro vivido em 1992.

A moça revela que recusou a droga na primeira vez que um amigo lhe ofereceu. Contudo, logo que foi incentivada a tragá-la pela primeira vez, se convenceu que poderia se aproveitar de seu benefício moderadamente e apoiar o uso.

Ela acrescenta que respeita a vontade do pai e só usará novamente se suas dores voltarem, mas aponta que a Bíblia só diz para não abusar da droga e não veta de usá-la, decisão que gera controvérsia, já que alguns vários líderes evangélicos se posicionam contra o uso recreativo.

Já Greg Stier, do ministério Dare 2 Share, destacou três motivos para ignorar a droga: o efeito que a maconha pode causar sobre menores de 21 anos, o caminho que droga conduz para a libertinagem e a perda da ligação com o Espírito Santo, já que sob influência do alucinógeno não há mais controle sobre si mesmo.

Como exemplo, o teólogo John Piper, do ministério Desiring God, declarou no início do ano que a Bíblia oferece razões para impedir o uso da maconha, sobretudo ao indicar que o corpo é o templo do Espírito Santo, um tesouro que não pode ser banalizado.

"Somos chamados de peculiares, diferentes e até mesmo 'estranhos' quando nos entregamos à causa de Cristo. Esta peculiaridade brota das escolhas que fazemos ao nadar contra a maré de uma cultura comprometida. Estas escolhas fluem de uma cabeça clara e de um coração puro, o que resulta um peculiar [mas ainda convincente] estilo de vida", afirma Stier.

Christian Post

"A legalização não acabaria com o narcotráfico", diz Alexandre Zakir

Em entrevista exclusiva ao Guiame, o delegado cristão e apresentador do programa "Operação de Risco" na "Rede TV!", Alexandre Zakir falou sobre o seu posicionamento em relação à legalização da maconha.

Tema que ainda tem rendido grandes discussões, a legalização da maconha foi debatida mais uma vez na última quarta-feira, durante as gravações da próxima edição do Programa "SuperPop", que irá ao ar nesta segunda-feira, 24/02, às 23h, pela "RedeTV!".

Participaram do programa apresentado por Luciana Gimenez, a psicóloga paranaense Marisa Lobo, o apresentador e corregedor Geral da Administração do Governo de SP Alexandre Zakir, o Coronel da Reserva da Polícia Militar e deputado estadual Edson Ferrarini, a candidata do PPS à prefeitura de São Paulo Soninha Francine, o doutor em História pela USP Henrique Carneiro e a artista plástica Maria Antônia Goulart.

Em entrevista exclusiva ao Guiame, o delegado cristão e apresentador do programa "Operação de Risco" na "Rede TV!", Alexandre Zakir falou sobre o seu posicionamento em relação à legalização da maconha, apontou alguns questionamentos que devem ser considerados e destacou alguns problemas que devem ser combatidos com veemência neste contexto. 

Zakir destacou que existem sim, grandes problemas sociais, gerados pelo narcotráfico, mas lembrou que isto não justifica uma medida como a legalização.

"O modelo atual de combate ao tráfico não se mostrou eficiente, e, em razão dessa ineficiência, alguns argumentos como 'a liberação do uso da maconha acabará com o tráfico e com seu poder, diminuirá a criminalidade e a violência' aparentemente podem ser sedutores e sustentáveis. Assim acho que o pretexto de não termos obtido sucesso na repressão de um crime não deve ser argumento para legalizarmos esse comportamento", destacou.

Além disso, o delegado propôs alguns questionamentos que são válidos nesta discussão, rebatendo argumentos como diminuição da violência e narcotráfico ou também se perguntando se os traficantes não buscariam outras formas de agir com esta legalização.

"Precisamos ponderar e principalmente ver os resultados obtidos com experiências em outros países. Por isso devemos responder algumas questões como: 'O fato do modelo atual de combate ao tráfico ter falhado justifica abrirmos mão de proteger a sociedade contra comportamentos que a colocam em risco sem antes buscarmos outras formas de combater a ação dos traficantes?'; 'A liberação da maconha acabaria com a empreitada criminosa?'; 'Os traficantes abririam mão de comercializar outras drogas?'. 

Sob o pretexto da legalização, algumas pessoas argumentam que o estado controlaria melhor o comércio do entorpecente, mas será que os traficantes não tentariam utilizar as estruturas legalizadas de comércio para também colocar à disposição da sociedade outros entorpecentes com efeitos claramente devastadores? 

Os usuários que fazem uso de quantidades superiores às reguladas pelo Estado buscariam suprir as necessidades de consumo com os traficantes?'. Penso que o comércio das demais drogas não acabaria", alertou. 

Outro perigo citado por Zakir seria o aumento da dificuldade de se fiscalizar a comercialização de outras drogas - que continuariam sendo ilegais - próximo a lojas do produto supostamente legalizado.

"Também acho que a oportunidade de comercializá-las em locais frequentados por usuários de maconha seria uma grande oportunidade para esta prática - ressaltando que nesses casos a dificuldade de se fiscalizar seria até mesmo maior!", frisou.

Marisa Lobo
Quando questionado sobre trabalhos de combate à legalização da maconha, como os realizados pela psicóloga e palestrante Marisa Lobo ("Maconha Não"), Zakir reafirmou a importância destes projetos.

"O trabalho da psicóloga Marisa tem grande importância, pois desperta na sociedade a discussão sobre um tema delicado e que precisa de muita reflexão, para que decisões tomadas sob o calor das emoções não venham causar mais males sociais", disse.

Debate
Apesar de suas opiniões contrárias à legalização Alexandre não dispensou a importância de levar isto a debate em público, destacando os verdadeiros objetivos de um diálogo saudável.

"Acho que todo debate deve levar as pessoas a refletirem sobre o tema e se afastarem de interesses pessoais para assumirem posturas coletivas responsáveis, que beneficiem o coletivo e não apenas que atendam a interesses de pequenos grupos", finalizou.

Caso queira conferir, como se desenrolou este debate, é só assistir hoje (24/02), às 23h, no programa "SuperPop" (RedeTV!).

Para saber mais sobre o trabalho de Alexandre Zakir, curta a sua fanpage no Facebook:Facebook.com/alexandrezakir .

Por João Neto - www.guiame.com.br

Imagem: RedeTV.com.br

Marisa Lobo comenta acusações e a luta contra a legalização da maconha

O processo no Conselho de Psicologia, acusações de homofobia e a luta contra a legalização da maconha foram alguns dos assuntos abordados na entrevista ao jornalista Carlos Moraes.


Nesta terça-feira, 07/01, a psicóloga Marisa Lobo compartilhou em sua página oficial do Facebook, uma entrevista (vídeo), na qual fala sobre temas que a projetaram na mídia - muitas vezes, causando polêmica. 

O processo no Conselho de Psicologia, acusações de homofobia e a luta contra a legalização da maconha foram alguns dos assuntos abordados na entrevista ao jornalista Carlos Moraes.

Durante a entrevista, Marisa conta como se defendeu das acusações apresentadas no Conselho e como tem sido apoiada por diversos representantes cristãos na luta contra a legalização da maconha.

Recentemente, Marisa se uniu à advogada Damares Alves para propor um abaixo assinado contra o grupo / produtora "Porta dos Fundos" e tem sido apoiada por grandes representantes cristãos, como o pastor e deputado Marco Feliciano.

Clique no vídeo abaixo para conferir a entrevista:


Informações Guiame

Convenção batista luta contra uso da maconha para fins medicinais nos EUA

As igrejas do estado de Arkansas irão investir dinheiro para conscientizar os fiéis que o uso medicinal pode abrir brecha para o consumo recreativo

Uma campanha contra a proposta de legalizar a maconha para fins medicinais no estado de Arkansas está sendo promovida pela convenção batista da região que tem orientado seus membros a não aceitar a proposta do governo.

A campanha foi anunciada junto com a prestação de contas da igreja, quando as igrejas mostram onde será investido os valores arrecadados. Os 22 milhões de dólares da convenção serão aplicados em quatro resoluções e entre elas está o programa para rejeitar o uso da maconha como fins médicos.

No Arkansas a polêmica está sendo discutida pois há projetos de mudar as leis locais para autorizar que a maconha seja usada em tratamentos terapêuticos. Mas a Igreja Batista acredita que essa autorização pode abrir brechas para que a droga seja vista de forma positiva pela população, aumentando o consumo.

Nos Estados Unidos a questão da legalização da maconha é definida pelos estados e municípios. Dezenove estados americanos já permitem o uso medicinal da erva mediante a prescrição médica.

Já o uso recreativo é liberado apenas em dois estados: Washigton e Colorado, mas seguem condições especiais.

Gospel Prime

Depois de defender casamento gay, PSOL quer legalizar maconha

O PSOL está preparando projeto – nos mesmos moldes do aprovado no Uruguai – para regular a produção e a venda de maconha no Brasil. O mesmo será apresentado em 2014, segundo informações de Sonia Racy, em sua coluna no portal Estadão.

O referido partido é conhecido por defender ideias subversivas e lutar contra conceitos cristãos e da família tradicional. E tem como um dos maiores expoentes o ativista gay e deputado federal Jean Wyllys, que apesar de não ter tido votos suficiente para ser eleito, foi favorecido pela expressiva votação do deputado Chico Alencar.

Enquanto isso, o deputado peemedebista Osmar Terra, autor do projeto que altera a Lei das Drogas – permitindo internação involuntária e aumentando a pena mínima de 5 para 8 anos de cadeia a traficantes – decidiu apresentar ao governo pedido para que seja reforçado o policiamento na fronteira com o país.

Sobre a posição do Uruguai, a Câmara dos Deputados enviará, na próxima semana, “moção de preocupação e contrariedade” ao presidente José Mujica, por causa da aprovação da lei de produção e venda da droga no país.
 
Verdade Gospel
Fonte: Estadão

Marisa Lobo é homenageada por combate à legalização da maconha

Ao comentar a homenagem, Marisa expressou a sua satisfação, não somente pelo reconhecimento, mas também pelas autoridades daquela cidade terem abraçado esta causa.

Nesta terça-feira, a psicóloga e palestrante Marisa Lobo postou em seu perfil oficial do Facebook, uma foto e comentou a homenagem que recebeu da câmara de vereadores de Manaus (AM) por sua ativa participação e representatividade na campanha "Maconha Não". O reconhecimento é direcionado a pessoas que se engajam em causas sociais relevantes para a capital.

O vereador Amauri Colares (PSC) foi o autor do pedido da homenagem e, em seu discurso, enalteceu as lutas impetuosas da psicóloga em defesa do equilíbrio das profissões, da fé e dos direitos humanos. 

Ele falou também sobre a importância da campanha "Maconha Não", que tem sido referência no Brasil, quando se fala em prevenção e luta pela não legalização da maconha e outras drogas. 

"Marisa Lobo hoje é um ícone nacional em defesa a família e contra a cultura de morte que se instalou em nosso pais, e temos que reconhecer os esforços de uma mulher brasileira que luta com conhecimento e amor ao próximo , contra esses ataques contra a família brasileira e Manaus tem sido presenteada com suas lutas e ao entregar esta medalha reconhece seu trabalho em todo brasil que tem sido referencial para nação e não poderíamos perder a chance de sua vinda e mostrar nosso agradecimento, pois tem sido nossa voz nessa Nação, e tem nos levado a lutar com conhecimento de causa e coragem em defesa da família Brasileira", disse.

Ao comentar a homenagem, Marisa expressou a sua satisfação, não somente pelo reconhecimento, mas também pelas autoridades daquela cidade terem abraçado esta causa.

"Fiquei muito feliz em ver que nossa lutra contra legalização da maconha e outras drogas. [ A campanha] #MaconhaNão tem sido reconhecida em todo Brasil. O reconhecimento também foi pelas lutas que travamos pelas causas da família", celebrou.

Em seu comentário, a psicóloga ainda lembrou de expressar sua gratidão à população da capital amazonense e também ao deputado Francisco Souza, que se posicionou a favor desta luta.

"Obrigada, Manaus pela homenagem! Obrigada também ao dep Francisco Souza, que teve a coragem de levar o #MaconhaNão para seu estado e nos apoiar incondicionalmente", disse.. 

Marisa ainda lembrou que a campanha tem surtido efeito positivo em Manaus. Segundo ela, a população também tem se posicionado contra a legalização da maconha e outras drogas.

"Por causa de nossa campanha de alerta contra a legalização de drogas, projetos e ações têm despontado naquela cidade e Manaus foi às ruas, mostrar que é contra a legalização de drogas, assumindo posições. Estou muito Feliz pelo reconhecimento de nossa lutas . Essa vitória é de todos nós", concluiu.

A psicóloga participou no mesmo dia como palestrante do Encontro Nacional Mulher do #PSC, falando sobre o perigo da desconstrução familiar, que contou com a presença do Vice-presidente do PSC, Everaldo Pereira; do deputado Estadual do estado do Amazonas, Francisco Souza; da secretária de Turismo de Manaus, Oneri Braga; do vereador e autor do pedido da homenagem, Amauri Colares e demais autoridade políticas e lideranças religiosas.

Informações Guiame

#MaconhaNão: Rede FALE faz apologia à descriminalização da Maconha. Saiba porque sou contra

Ao ouvir a notícia de que a Rede Fale foi até a presidenta Dilma e fez o vexame de encaminhar um documento assinado por mais de 100 pastores que são a favor da descriminalização da maconha, faço aqui um alerta como profissional de saúde mental e coordenadora de uma campanha nacional com mais de 18 audiências públicas oficiais realizadas e mais de 15 debates – fora entrevistas à CBN, Rádio Câmara , emissoras regionais da TV Globo, Record, entre outras – sobre os prejuízos físicos intelectuais da maconha.

Fico muito preocupada com a falta de conhecimento técnico de saúde pública de alguns “líderes” em negligenciar o quanto o organismo de um ser humano é afetado pelas drogas, não somente no aspecto físico e/ou psíquico, mas nas quatro dimensões onde a droga o afeta bio/psico/social e espiritualmente.

Não há conflito da ciência e sim de cientistas que seguem a linha humanista do relativismo social que propaga a cultura da morte em nosso pais, e que acredita que usar droga é um direito do cidadão, mesmo que essa droga o leve a morte e/ou a destruir seus vínculos afetivos com a família ou cônjuge, por exemplo. Me surpreendo ao ver pastores fazendo defesa da legalização, sem ter o conhecimento, por exemplo, de que pelo menos 20% dos adolescentes que usam maconha acaba com o sistema nervoso central afetado negativamente, trazendo transtornos psicológicos e psiquiátricos graves, inclusive alguns como esquizofrenia que é uma doença mental grave.

Creio que a falta de conhecimento e a competição entre lideranças está tomando um rumo sem volta. Não podemos de forma alguma seguir uma mídia que, por exemplo, negligencia a saúde mental e física da sociedade. Vergonha é o que senti com essas declarações dessa Rede FALE . 
Fomos chamados para ser luz e não trevas. As drogas tiram o poder de escolha do ser humano e para escolher Deus eu preciso desse poder. Como profissional, achei irresponsável essa ação, e como mulher de Deus só temo pelo futuro do Evangelho.

Abaixo segue algumas das tantas verdades sobre o porque não devemos descriminalizar e/ou legalizar a Maconha e outras drogas. Espero que com essa leitura os ignorantes no assunto percebam a gravidade de se legalizar drogas em nosso Brasil. A igreja deve apoiar cultura de vida e não de morte.
Resumo
Entendemos na prática clínica e em conhecimentos científicos, que a Maconha faz mal à saúde sim, e não é droga inocente, como tentam dizer os seguidores do senhor ex-presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, defensor fervoroso dessa erva canabis sativa. Pode sim causar dependência e é porta de entrada para outras drogas ilícitas. O que vemos hoje, não é uma preocupação honesta com a população que usa drogas ou com a violência gerada por ela, e sim uma preocupação egoísta com o vício pessoal de muitos e o interesse político por trás dessa disfarçada descriminalização.

Muitos argumentos seguros temos para contrapor essa legalização disfarçada de descriminalização, mas colocarei de forma clara e objetiva apenas alguns, enquanto profissional da área.

Dizer que a droga não faz mal a saúde ou minimizar esse poder destrutivo comparando-as com outras drogas é um delírio, pois cada droga tem sua significância e suas substâncias, que fazem mal de forma devastadora à saúde física e mental, aliado ao fato da Maconha ter uma ligação direta com aspectos que vão além de prejuízos físicos, ligados à zona de prazer emocional do cérebro, onde toda a motivação humana para o bem se concentra. Nesta zona de prazer emocional cerebral é onde ocorre a busca de motivos para viver em harmonia. O desequilíbrio dessa instância é que pode nos levar a uma dependência psicológica existencial muito grande.

Maconha faz mal sim à saúde física e mental, afeta o social, principalmente a família, pois quebra vínculos afetivos, destrói relacionamentos, desmotiva as uniões, e serve de modelo negativo para os filhos, que podem usar drogas em decorrência dessa influência.

Quando esses filhos ainda são muito jovens têm sua estrutura emocional e seu sistema nervoso central ainda em formação física e psicológica, devido a isso, podem desencadear transtornos psicológicos gravíssimos como esquizofrenia e surtos psicóticos, afetando a memória em várias instâncias, tais quais, o pensamento cognitivo, coordenação motora, a lentidão da percepção, prejuízos na memória a curto, médio e longo prazo, podendo causar uma crise amotivacional, que é facilmente constatada na escola, com notas baixas e perda de ano letivo. Enfim, nem apologistas e defensores da descriminalização conseguem negar o que a ciência e os profissionais que atuam no tratamento de abusadores de maconha e/ou dependentes de Maconha evidenciam e provam por pesquisas ou em atendimentos práticos em consultórios.
Saúde física e psicológica
A Maconha afeta a memória, pensamento lógico, percepção, coordenação motora, cognição, empobrece os neurônios, diminui a capacidade de raciocínio e pode desencadear a esquizofrenia, além dos problemas emocionas já citados, etc.
Crise amotivacional
A crise amotivacional provocada pela Maconha em adolescentes, crianças e jovens já seria motivo suficiente para a não regulamentação da descriminalização, pois impede o crescimento mental de nosso jovens e afeta diretamente desempenho escolar .
Uso medicinal
Existem medicamentos testados em laboratório e aprovados pelo Ministério da Saúde, com propriedades medicinais muito mais intensas e seguras que a Maconha, não havendo necessidade de colocar a população em tamanho risco. Além do que, os efeitos negativos cognitivos, físicos, motor não justificam seu uso.
Liberação do álcool e cigarro
O cigarro e o álcool são evidências que a legalização da droga não funciona. Hoje estamos encurralados com o vício do álcool. Financeiramente, nosso país está vivendo as consequências devastadoras desse vício. Fumantes custam 338 milhões somente no tratamento do Sistema Único de Saúde (SUS), gastos com a consequência do uso e abuso do cigarro, fora mortes, prevenção, etc.

Pensamento perverso
Quem financia o tráfico é o usuário de droga. Quem estimula o vício são essas campanhas da descriminalização que tratam a maconha como droga leve, sem levar em conta o poder do vício e as consequências de quem não sabe ainda se defender (crianças). Isso expõe inocentes ainda mais às drogas.
O tráfico não acabará
O tráfico não depende somente da Maconha para sobreviver. Ela é apenas uma das fontes de renda dos traficantes. Liberar a Maconha não abalará o tráfico, todavia, aumentará o tráfico e incentivará o uso de outras drogas mais pesadas. Nem a prisão do maior traficante dos últimos tempos pela Equipe do delegado federal Franscischini, hoje deputado, afetou o tráfico internacional. Ou seja, a Maconha é muito pequena perto do universo chamado drogas .
Potência da Maconha
A maconha de hoje é 10 vezes mais potente que a maconha de ontem , causando muito mais dependência.
Maconha causa câncer, sim
A maconha pode causar câncer, assim como o cigarro (que mata mais que qualquer doença ou acidente por ano), pois suas substâncias se assemelham em sua composição (nicotina, alcatrão, monóxido de carbono, benzeno e tolueno), que comprovadamente causam câncer.
Relação com acidentes
Pesquisadores da Experimental Psychopharmacology Unit, Department of Neurocognition, Faculty of Psychology, Maastricht University, Holanda, demonstram que usuários recentes de Maconha tem a responsabilidade demonstrada nas colisões de três a sete vezes maior do que os não usuários.
Modelo de liberação
A Holanda liberou as drogas e enfrenta o maior problema de saúde pública em decorrência de surtos psicóticos induzidos pela Maconha (que desencadeia a esquizofrenia), e está revendo a questão das drogas e voltando atrás em vários aspectos. Hoje o país é conhecido como destino turístico da droga da cannábis, e esse fato preocupa as autoridades daquele país.
 
Além de que as guerras entre usuários, preconceito, o tráfico diminuiu sim porque a legalização é para todas as drogas, porém os problemas de saúde, sociais, e políticos aumentaram, além de haver contrabando de fronteira estremecendo as relações internacionais. Não podemos ser ingênuos a ponto de comparar nosso país com Holanda, nem em extensão e/ou cultura. Seria improcedente e de uma infantilidade absurda.

Ou seja, não podemos, de forma alguma, enganar a população com inverdades, travestidas de verdade por decorrência do saudosismo de alguns usuários. A Maconha não é a droga mais usada no Brasil, não é a maior causa do tráfico, e não é somente a Maconha que alimenta o tráfico. 
 
A Maconha é, apenas, mais uma entre tantas drogas, existentes no mercado. Legalizar a Maconha não vai acabar com os traficantes, mas vai gerar outros crimes como contrabando, mercado paralelo, falsificação de receitas, etc.

Em Cristo, Marisa Lobo.
 
Gospel +
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