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Rejeitados por mesquitas, refugiados muçulmanos voltam para Cristo na Inglaterra

Em apenas uma tarde de sábado, um grupo de 15 refugiados foram
batizados na igreja da cidade de Stoke-on-Trent, na Inglaterra.
Três a quatro migrantes muçulmanos aceitam a Cristo por cada semana na igreja St. Mark’s, na cidade de Stoke-on-Trent, na Inglaterra. Segundo o jornal britânico The Guardian, muitos deles foram afastados de mesquitas locais, e estavam desabrigados.

Em apenas uma tarde de sábado, um grupo de 15 refugiados foram batizados na igreja. A líder da congregação, a Rev. Sally Smith, permite que os requerentes de asilo fiquem em sua própria casa. Ela fornece a eles refeições, roupas, sapatos para as crianças filhos, e supre suas necessidades médicas.

A igreja está repleta de doações para iniciar a construção de uma nova casa. Membros fornecem pacotes de comida para os refugiados duas vezes por semana. Os migrantes muçulmanos recebem aulas de língua e, se necessário, passagem de ônibus de volta para casa.

"Somos parte de um reino onde não há funcionários da agência de fronteiras, onde não existem passaportes necessários, onde não existem centros de detenção de imigrantes", avalia Smith.

Refugiados que fazem travessias perigosas em vários continentes, acabam sendo deixados em Stoke-on-Trent. Para Smith, a igreja acaba se tornando uma família para aqueles que se encontram sozinhos.

"Com o movimento de massas em todo o mundo, temos pessoas de fé vindo da sociedade secular, e a fé realmente importa para elas", disse Smith. "Eles não estão muito incomodados sobre como sua fé é expressa."


Fonte: GuiaMe

Billy Graham escreve carta ao presidente do Irã sobre pastor preso

"Temo, porém, que a publicidade atual em torno da prisão do Pastor Abedini, um cidadão americano, possa prejudicar ainda mais a já frágil relação que atualmente existe entre as nossas duas nações"

Após o discurso do presidente do Irã Hassan Rohani, na Assembleia Geral da ONU, o pastor Billy Graham escreveu uma carta pedindo a libertação do Saeed Abedini.

No final de setembro completou um ano que o pastor está preso injustamente no Irã por defender sua fé em Cristo.

Confira a carta de Billy Graham na íntegra:

Billy Graham
Motreat, Carolina do Norte 26157
23 de setembro de 2013
Presidente Hassan Rouhani, da República Islâmica do Irã

Caro Sr. Presidente Rouhani,
Tenho assistido com grande preocupação sobre o caso do Pastor Saeed Abedini, um cidadão americano que está preso em seu país. Ele estava no Irã trabalhando para construir um orfanato, quando foi preso e mais tarde condenado a oito anos de prisão.
 
A sua situação tem recebido um nível cada vez mais elevado de atenção nos Estados Unidos. Infelizmente essa publicidade foi totalmente negativa para o Irã, com a crença de que a principal razão para a prisão de Pastor Abedini foi por causa de sua fé cristã.

O senhor como líder religioso muitas vezes tem falado (de maneira pública e também privada, com a nossa liderança nacional) sobre a necessidade de uma maior compreensão e paz entre as nações do mundo.
 
O senhor chegou aos Estados Unidos esta semana para a Assembleia Geral da ONU em Nova York, e minha sincera esperança é de que possam ser encontradas formas de reduzir as atuais tensões entre os Estados Unidos e a República Islâmica do Irã.

O anúncio nesta segunda-feira de que seu país libertou oitenta presos políticos é muito encorajador. Temo, porém, que a publicidade atual em torno da prisão do Pastor Abedini, um cidadão americano, possa prejudicar ainda mais a já frágil relação que atualmente existe entre as nossas duas nações.

Em 26 de setembro, o aniversário de um ano de prisão do pastor Abedini, milhares assistirão a uma vigília de oração em mais de setenta cidades dos EUA, em favor desse marido, pai e servo de Deus.
 
Eu me junto a eles e respeitosamente peço que liberte o Pastor Saeed Abedini da prisão. Tal ação, creio eu, teria um impacto positivo em nossa nação, e pode muito bem ser percebida por nossa liderança como um passo significativo na redução de tensões.

Respeitosamente,
Billy Graham.

via Verdade Gospel

Mulher cristã no Paquistão condenada à morte por estar com sede

Uma mulher cristã no Paquistão afirmou que ela recebeu uma sentença de morte simplesmente porque ela teve “sede”. A mãe de cinco, que está atualmente na prisão, no corredor da morte, foi condenada à morte por enforcamento em 2009, após ser acusada de blasfêmia – uma acusação que ela nega veementemente. Ela já lançou o seu livro de memórias, “blasfêmia”, da prisão onde ela diz a seu lado chocante da história.

O caso de Asia Bibi ganhou atenção da mídia internacional desde que foi presa há quatro anos, sob a acusação de blasfêmia, enquanto trabalhava como uma apanhadora de fruta na região nordeste do Paquistão. Bibi escreveu juntamente com a jornalista de televisão francesa Anee-Isabelle Tollet. 
 
O livro detalha suas lutas como cristã em uma terra predominantemente muçulmana, incluindo sua prisão e a sentença de morte. Apesar do livro ter sido lançado na França em 2011, os meios de comunicação recentemente lançaram trechos do livro para manter a memória do sofrimento de Bibi vivo, e provocou uma nova onda de atenção da mídia para o caso de Bibi.

A prisão de Bibi começou logo após julho de 2009; ela estava colhendo frutas na região nordeste do Paquistão para trazer renda extra para o marido e cinco filhos quando sua vida mudou para sempre. As temperaturas no campo de frutas atingiam acima de 100 graus sufocantes (cerca de 37 graus Celsius), e Bibi, com sede, optou por beber água do poço comunitário compartilhado com outras catadoras de fruta, todas muçulmanas. As mulheres muçulmanas se opuseram à Bibi, uma cristã, bebendo água do mesmo copo que elas, argumentando que isso era “haram”, ou o termpo para qualquer coisa proibida por Deus.

“Quando as mulheres confrontaram Bibi, ela se defendeu de suas ações, argumentando que ela estava com sede e que as mulheres deveriam permití-la beber a água. Vendo que os argumentos continuavam ela disse, “Eu acho que Jesus iria ver isso de maneira diferente de Muhammad”.

Bibi foi então chamada de “cristã imunda” e as coisas se tornaram mais agressivas; ela fugiu para casa temendo mais assédio de suas colegas de trabalho muçulmanas.

Cinco dias depois, contudo, Bibi foi violentamente atacada e espancada por uma multidão enfurecida que a arrastou para a casa do imam local. Lá, o líder muçulmano local ordenou Bibi, que se convertesse ao Islã ou encarasse a pena de morte. 
 
Bibi se recusou a se converter e negar Jesus, e ela foi acusada de blasfêmia e levada perante um tribunal pasquitanês. Surpreendemente, ela foi considerada culpada e sentenciada à morte por enforcamento, e ela permaneceu na prisão desde então. Bibi continua a afirmar que, contrariamente às alegações das mulheres muçulmanas, ela não insultou o profeta Maomé nos campos em julho de 2009, e estava simplesmente com sede.

“Eu sou vítima de uma injustiça coletiva e cruel,” Bibi escreve na sua biografia, de acordo com os trechos publicados recentemente pelo New York Post.

“Eu fui presa, algemada e acorrentada, banida do mundo e esperando para morrer. Eu não sei quanto tempo me resta para viver. Toda vez que a porta da minha cela abre meu coração dispara mais forte. Minha vida está nas mãos de Deus e eu não sei o que vai acontecer comigo. É uma existência cruel e brutal. Mas eu sou inocente. Eu sou culpada somente de por ser presumidamente considerada culpada”, acrescenta ela.

“Eu, Asia Bibi, fui sentenciada à morte porque eu estava com sede. Eu sou uma prisioneira porque eu usei o mesmo copo que aquelas mulheres muçulmanas usaram, porque a água servida por uma mulher cristã foi considerada impura pelas minhas companheiras estúpidas catadoras de fruta”, disse Bibi.

De acordo com o National Catholic Reporter, a vasta maioria dos paquistaneses, 97 por cento da população, pertence à religião muçulmana, enquanto que há também cerca de 3 milhões de cristãos e 3 milhões de hindus na nação.

Bibi, 46, foi inicialmente presa na Prisão do Distrito de Seikhupura, próxima à cidade de Lahore, mas ela foi desde então transferida para uma prisão mais remota. Segundo relatos, ela está constantemente preocupada que sua comida na prisão irá ser envenenada por guardas ou clérigos muçulmanos com a esperança de matá-la por sua suposta blasfêmia contra Maomé.

Bibi conseguiu escrever seu livro de memórias, Blasfêmia, ditando todo o trabalho para o seu marido, desde a prisão; seu marido então lançou o trabalho para Tollet, que teve o livro de memórias publicado em francês em 2011. O livro foi então lançado no Reino Unido, um ano depois, e já está disponível nos EUA. Metade dos lucros do livro irá ajudar a apoiar a libertação de Bibi da prisão e sua família – o livro será lançado nos Estados Unidos em 1° de setembro de 2013 e pode ser comprado aqui.

Christian Post

Jovem saudita recupera a `visão espiritual´

Ela era obrigada a orar a Maomé
"Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, único Deus, amém. Sou uma jovem saudita de 27 anos e moro na Arábia Saudita. Fui criada em uma família muçulmana que praticava todos os costumes da religião. Comecei a orar por volta dos meus 13 anos, mas depois parei de orar.

Meu pai costumava me bater para me fazer orar, pois dizia: ‘O Mensageiro de Deus, Maomé, disse: "Obriguem os seus filhos a orar quando tiverem 7 anos de idade e batam neles se não o fizerem aos 10 anos".’

Um dia decidi assistir a uma série chamada A tormenta da sepultura, o que foi um grande choque para mim. A série quebrou minha barreira do medo e me confirmou que o Islã não era a religião de Deus. Sem hesitação, entreguei a minha vida ao Senhor Jesus, porque ele é o Deus do amor e da paz. O verdadeiro Deus olhou para a minha fraqueza, respondeu à minha oração e me levou para o seu caminho.

Eu sabia que era a sua voz. Sabia que ele estava me chamando e respondi ao seu apelo. Agradeço ao Senhor, que me livrou".

Fonte: Portas Abertas

Muçulmanos encontram Jesus durante o Ramadã

As celebrações do mês sagrado do Ramadã começaram oficialmente. Muçulmanos ao redor do mundo estão envolvidos nas festividades. Apesar de algumas pequenas diferenças culturais, muçulmanos de todas as nações estarão observando o jejum que é um dos 5 pilares do Islamismo.
 
Durante o Ramadã, os seguidores do Islamismo estão mais abertos para o mundo espiritual. Muitos buscam sinceramente refletir na sua fé e na vida que tem levado. buscam perdão, reconciliação e as bençãos de Allah. Por isto, missionários consideram esta a época mais propícia para a intercessão e evangelização.

Apesar do desconhecimento de alguns, o Islamismo é uma religião cercada de mística e do sobrenatural. É durante o mês do Jejum que celebra-se a Noite do Poder (Laylatul Qadyr) quando acredita-se que o profeta Maomé recebeu a revelação do Alcorão. É uma noite de orações ritualísticas e vigílias. Muitos estão espiritualmente vulneráveis. É nesta noite ainda que muitos recebem sonhos e visões.

Uma estatística diz que 98% das conversões que acontecem no Mundo Islâmico, dão-se a partir de encontros sobrenaturais, sendo estes em sua maioria sonhos e visões. Conta-se o caso de um convertido Norte Africano que encontrou a força necessária para enfrentar a prisão através de um sonho. 
 
No sonho viu milhares de crentes nas ruas de sua cidade (ele vinha de um país de perseguição), proclamando abertamente sua fé em Jesus. Enquanto estava na prisão, foi torturado, suspenso de cabeça para baixo, nu durante horas, açoitado com varas eletrificadas e repetidamente ameaçado de execução. Porém, seu sonho de um dia ver pessoas proclamando abertamente Jesus nas ruas lhe deu forças para perseverar no momento mais difícil de sua vida.

Outro fator que mais tem atraído muçulmanos a Cristo é o poder do amor. Assim como Paulo, muitos crentes de origem muçulmana descobriram que “o maior destes é o amor.” Quase metade de todos os muçulmanos que mudaram de fé, afirmam que o amor de Deus foi chave fundamental para a sua decisão.

Conta-se a história de Mahmud (nome fictício), um jovem palestino, soldado da Jihad. Como muitos outros nasceu em meio ao ódio. Viu entes queridos morrerem e teve que mudar de casa várias vezes. Quando cresceu foi entregue ao exército de resistência e preparado para se tornar um homem bomba. 
 
Um dia, durante as preparações finais para a sua missão, estava com o coração muito triste e pesado. Naquela noite teve um sonho. Um homem de barba vestido de branco lhe tomou pela mão e lhe disse: “Não faça isso! Eu vou lutar suas batalhas”. Mahmud acordou chorando e nunca mais foi o mesmo. 
 
Ele sabia que tinha visto Jesus. Não descansou até que encontrasse um cristão. Sua história real quase virou uma lenda no Oriente. E o mais importante é que ela representa dezenas e dezenas de outras histórias em todos em toda a região.

Ore pelo Ramadã:
Lembre-se dos países em conflito e da Igreja nestes lugares
Lembre-se dos pobres e famintos e dos que não tem o que celebrar
Ore por uma grande revelação do Espírito Santo enquanto buscam a Deus

Para saber como orar pelo Mundo Muçulmano durante o Ramadã, acesse o site e baixe gratuitamente o livro: http://www.30-dias.org.

Fonte: 30 Days e Voz dos Martires.
Gospel Mais
Tradução e Edição: Raquel Elana

Cem mil cristãos morrem por ano por causa da sua fé em Jesus

Dados mostram que 100 mil cristãos são mortos por ano, por assuntos relacionados à sua fé. As informações foram divulgadas pela Rádio Vaticano, na última terça-feira (28).

A denúncia foi feita pelo observador permanente da Santa Sé nas Nações Unidas, monsenhor Silvano Maria Tomasi. “Investigações confiáveis levaram à conclusão chocante de que mais de 100 mil pessoas são mortas por ano, por motivos que têm alguma relação com sua fé”, disse ele.

Tomasi também ressaltou a constante perseguição religiosa em alguns países. Ele observou que há países onde os cristãos são forçados a renunciar sua fé e assistir a destruição dos seus locais de culto. Os casos de sequestros de líderes religiosos também foram lembrados, como o recente na Síria, onde dois padres ortodoxos foram levados por homens armados.

As violações contra a liberdade religiosa são “fruto do sectarismo, da intolerância, do terrorismo e de leis que excluem”, explicou. “A Santa Sé manifesta ‘profunda preocupação’ pelas violações da liberdade religiosa e pelos sistemáticos ataques perpetrados contra as comunidades cristãs em algumas áreas do planeta, como África, Ásia e Oriente Médio”, foi publicado no site do Vaticano.

O secretário do Conselho Pontifício para a Justiça e a Paz, o arcebispo Mario Toso, disse ainda que apesar das conferências da Igreja Católica, as situações de discriminação contra cristãos aumentaram na região entre a Europa e a Ásia Central.

“Lamentamos o fato de terem traçado uma linha entre o credo religioso e a prática religiosa, o que faz com que alertemos aos cristãos, cada vez mais numerosos ante os tribunais, que há a liberdade privada de crer e praticar em suas igrejas, mas fica proibido agir publicamente em nome da fé”, acrescentou Toso.

A perseguição contra os cristãos “deve ser combatida assim como o antissemitismo e a islamofobia”, falou Toso, em declaração citada pelo Vaticano.

Christian Post

Irã afirma que o evangelho de Barnabé mostra que o islã é a verdadeira religião

O texto datado do século 5 diz que Jesus não foi crucificado e que ele profetizou a vinda de Maomé 
A agência de notícias iraniana Basij Press noticiou que o achado chamado de “Evangelho de Barnabé” vai colocar o cristianismo em colapso e provar que o islã é a verdadeira religião, pois seus escritos afirmam que Jesus não foi crucificado e que ele profetizou a vinda de Maomé.

Descoberto há apenas 13 anos, o texto encadernado em couro foi supostamente escrito entre os séculos 5 e 6 na língua siríaco, um dialeto aramaico falado na época.

As origens desse texto são desconhecidas, mas pelo que foi noticiado pela imprensa internacional o livro foi encontrado em 2000 por autoridades turcas que realizavam um trabalho de repressão a gangues acusadas de contrabando de antiguidades, escavações ilegais e posse de explosivos.

O Vaticano solicitou o livro para realizar uma inspeção, foi só então que o mundo cristão tomou conhecimento desse livro, mas muitas fontes dizem que se trata de uma propaganda meramente anticristã, descartando que haja veracidade no que está escrito no livro.

Entre os que não acreditam que este Evangelho de Barnabé seja verdadeiro está o analista de terrorismo Erick Stakebeck, que acusa os iranianos de quererem erradicar o cristianismo. “O regime iraniano está empenhado em erradicar o cristianismo por qualquer meio necessário, ainda que isso signifique executar cristãos convertidos, queimar Bíblias ou invadir igrejas”.

Quem também refutou a veracidade do livro encontrado foi o jornalista católico Phil Lawler, que notou que o livro foi escrito mais de 400 anos depois da morte de Barnabé. “Se o documento foi escrito no século 5 ou 6, não pode muito bem ter sido escrito por alguém que estava viajando com São Paulo cerca de 400 anos antes.”

“Deve ter sido escrito por alguém reivindicando representar São Barnabé. Devemos aceitar essa alegação?”, questiona ele.

GP

Especialistas aconselham como traduzir a Bíblia em contexto islâmico

A questão causou um grande reboliço há pouco mais de um ano, quando muitas pessoas criticaram o trabalho de tradução da Wycliffe e SIL, duas agencias especializada em traduzir a Bíblia para diferentes contextos culturais

Depois de envolver-se com a Aliança Evangélica Mundial (WEA), foi criado um painel 12 por especialistas de diferentes origens que fizeram conhecer as suas conclusões.

“Recomendamos que quando as palavras ‘pai’ e ‘filho’ se referem a ‘Deus o Pai’ e o ‘Filho de Deus’, se traduzam estas palavras sempre com palavras familiares equivalentes mais diretas no contexto cultural dos que estão recebendo“, diz o primeiro ponto do texto elaborado pelos especialistas.

O documento reconhece que “existe um potencial significativo de engano para as palavras ‘pai’ e ‘filho’ quando se aplicam a Deus em línguas marcadas por culturas islâmicas. Assim propomos acrescentar às palavras diretas ‘pai’ ou ‘filho’ a adjetivos explicativos como ‘Pai Celestial’, quando se refere a Deus Pai ou ‘Filho divino’, ‘Filho eterno’, ao definir Jesus.

O objetivo deve ser de ‘esclarecer’ o que a Bíblia esta dizendo e evitar confusões que danificam a ‘compreensão do evangelho por parte do leitor’ de origem muçulmana”.

Também é importante traduzir os textos tendo em conta ao conceito ‘Filho de Deus’, que toma diferentes tons ao longo do Novo Testamento. Os especialistas pedem que os tradutores ajudem ao leitor do contexto islâmico a discernir o significado profundo da expressão com esclarecimentos como ‘o Filho Ungido de Deus’ ou ‘o Real [da realeza] Filho de Deus’.

O grupo acredita que algumas polêmicas podem ter chegado porque em algumas versões da Bíblia foi ‘sobrecarregada a tradução para tentar resolver muitos significados e possíveis mal-entendidos. ’

Neste sentido e em referencia a metodologia, o painel propõe que se ‘exponha’ os materiais no processo da tradução a provas com pessoas de um contexto islâmico, com o objetivo de analisar sua reação aos textos de difíceis traduções.

Assim propomos diferentes abordagens para traduzir os termos ‘pai’ e ‘filho’ dependendo se o texto se dirige a crentes e convertidos (e com maior compreensão de conceitos como a Trindade), ou leitores que entram em contato com a mensagem pela primeira vez.

O painel tem participação de linguistas, teólogos, missiologistas e especialistas em Bíblias de diferentes partes do mundo, incluindo pessoas que vivem em contextos islâmicos. O grupo trabalhou independentemente e com o acordo prévio de que seus resultados não teriam que representar as opiniões da WEA.

Fonte: Portal Padom
Fé em Jesus

Cristão é detido em Aceh por pregar aos muçulmanos

Andy foi detido por 24 horas sob acusação
de propagar falsos ensinamentos
45ª nação na Classificação de países por perseguição, na Indonésia a Constituição reconhece a liberdade religiosa e o governo geralmente a respeita. Com a maior população islâmica do mundo, as autoridades se veem obrigadas a atender aos desejos das entidades e líderes islâmicos.

Terça-feira (14), Andy * um obreiro cristão em Sumatra, Indonésia, foi detido por 24 horas, pela polícia da província de Aceh, sob a acusação de propagar falsos ensinamentos entre os muçulmanos. O advogado de Andy levou a situação a um oficial cristão da mesma província que conseguiu sua soltura, porém, as acusações só seriam retiradas sob a condição de que ele deixasse a cidade. Por razões de segurança, Andy transferiu-se de Aceh. A organização missionária com a qual ele está vinculado o ajudou nesse processo.

A região onde Andy trabalhava é conhecida por ser a base de um movimento de independência da província, que quer romper relações com a Indonésia. Embora a influência da ideologia tenha diminuído, ainda existem fragmentos do movimento. A Sharia (lei islâmica) é rigorosamente aplicada em Aceh; por isso, a evangelização e a conversão ao cristianismo é legalmente punível.

*Nome alterado para a segurança do cristão.

Fonte: Portas Abertas

Intolerância religiosa. Radicais Sunitas queimam cristãos


Cristãos queimados vivos por
muçulmanos sunitas da Nigéria. 
Notícias como esta, que deveriam estampar a primeira página dos jornais, são solenemente ignoradas p...ela grande mídia.

Nós vivemos em um país que nem se compara as perseguições que muitos povos sofrem por causa do nome de JESUS. Pois se você é cristão pense nisso ao invés de murmurar da sua vida e do cristianismo que leva. Morra por amor a CRISTO se precisar!

...
Vamos divulgar!!!

Merece a atenção e divulgação de todo aquele que professa a fé em Jesus Cristo!!!

Mesmo a atenção daquele que não acredita em Jesus Cristo.
Fonte e-mail

Matar Judeus é uma forma de adoração

Campanha tenta mostrar como pensam
os extremistas muçulmanos 
A campanha que visa “alertar a população do que significa a jihad” foi relançada esta semana nos EUA. O material usa 10 frases sobre a jihad [guerra santa] muçulmana que os terroristas dizem já estar em andamento e muitas vezes usam como justificativa para seus atos.

Os anúncios foram colocados em ônibus. “O objetivo dessa campanha é mostrar a realidade da jihad, as causas do terrorismo. Mostramos as citações exatas que eles dizem”, explicou Pamela Geller, do Instituto de Defesa da Liberdade, que está por trás da iniciativa.

Entre as frases há dizeres como “Matar judeus é uma forma de adoração que nos aproxima de Deus”. Outra diz “Atirar, recarregar, atirar de novo enquanto se grita Allah akbar [Deus é grande]”.

Obviamente, a polêmica está formada, retomando-se a antiga discussão sobre onde fica a linha entre a “liberdade de expressão” e o “discurso de ódio”.

Vários líderes religiosos condenaram a campanha, classificando-a de “intolerância islamofóbica”. Geller se defende, lembrando de uma campanha publicitária recente, também feita em ônibus pelo Conselho de Relações Americano-Islâmicas, tentando mostrar que a palavra “jihad” não incitava a violência, mas lembrava da “luta pela defesa da fé”, um princípio central do Islã.


Com informações CBS.
Gospel Prime

O fim do cristianismo na Europa?

Igrejas cristãs são substituídas por
mesquitas no Velho Continente
Por força da lei, o exterior da antiga igreja luterana Kapernaumkirche continua igual. Mas por dentro em breve o espaço abrigará a mesquita do Centro Islâmico Al-Nour. Foram gastos um milhão de euros na reforma do templo, que exemplifica uma tendência cada vez mais comum na Europa.

A associação Al-Nour, fundada em 1993, reúne a maior parte dos muçulmanos que moram em Hamburgo, Alemanha, berço da Reforma Protestante. Os moradores da área aceitaram sem problemas esta nova utilização do prédio. Os líderes da Igreja Luterana dizem que tiveram de vender a igreja por problemas financeiros, já que restavam apenas alguns fieis indo aos cultos.

O porta-voz da comunidade muçulmana, Daniel Adbin, comemora que após 20 anos os muçulmanos da cidade terão uma mesquita reconhecida. Até recentemente eles se reuniam em um prédio comum, já que não podiam construir um templo.

Somente na Alemanha, mais de oitocentos igrejas católicas e protestantes foram fechadas desde o início da década de 1990. No entanto, este fenômeno que é chamado de “Euroislãmização” tem se espalhado por todo o continente.

Os representantes da Igreja Católica na França há décadas alertam sobre as pessoas que estão abandonando a fé cristã e, com isso, abrindo espaço para o crescimento do Islã.

Um estudo realizado pelo Instituto Hudson em 2011 mostrou que na França o Islã deverá ser a religião dominante em dez anos, deixando o domínio católico para trás. Ao mesmo tempo, a Holanda, onde surgiu a Igreja Reformada, tinha mais de 4200 igrejas cristãs em 2011. Estima-se que 1400 delas não existirão mais até 2020. Mais de 900 igrejas foram fechadas no país desde 1970. Muitas hoje abrigam mesquitas.

Segundo Silantiev Romano, professor da Universidade Estatal de Moscovo e estudioso do Islã, esses dados mostram uma tendência do cristianismo ser extinto na Europa como parte da rápida mudança no mundo. Para o estudioso, essa é uma derrota real para o Ocidente, que está perdendo inegavelmente espaço para o Islã, em um fenômeno de “ocupação cultural”.

De acordo com Romano, a negação dos valores cristãos europeus, mostra que em algumas décadas o Velho Continente poderá estar dividido entre ateus (ou sem-religião) e os muçulmanos.

Gospel Prime

Pastor da Assembleia de Deus é degolado na Tanzânia

Um pastor da igreja Assembleia de Deus, em Buseresere, na Tanzânia, África, foi degolado durante conflitos religiosos entre cristãos e muçulmanos.
 
O homem foi identificado como Mathayo Kachili, informou o porta-voz do Escritório de Polícia Regional da região de Geita, Denis Stephano.
 
De acordo com Denis, diversos conflitos se iniciaram em Geita quando líderes muçulmanos exigiram o fechamento de açougues de cristãos na reigão.
 
Em um ataque a um açougue, os muçulmanos atacaram os cristãos com paus e facões. O pastor Kachili foi atingido e decapitado durante o ataque.
Stephano diz que muitos saíram feridos e foram levados ao hospital em estado grave.
 
O Chato Comissário do Distrito (DC), Rodrigo Mpogolo, clamou por tolerância religiosa entre os crentes das duas religiões.
 
No ano passado, o Ministro de Estado, Stephen Wassira, também pediu por tolerância.
O corpo do pastor Kachili é mantido dentro do necrotério do hospital de Buseresere.
 
A Tanzania é um país tradicionalmente tolerante com relação à religião, mas tem mudado o seu quadro em algumas regiões, principalmente de maioria muçulmana.
 
Não há um relatório preciso sobre a população religiosa por ordem do governo desde de 1967. Entretanto, segundo a United States Bureau of Democracy, Human Rights, and Labor, a população cristã é de aproximadamente 62%, enquanto que a muçulmana é de 35%.
Com informações Christian Post

Anticristo terá origem muçulmana, afirma escritor; Estudiosos dizem que interpretação do Apocalipse “é muito sensível a eventos atuais”

O contexto histórico pode influenciar na análise de estudiosos da Bíblia a respeito da origem do anticristo, afirmou Joel Richardson, um escritor e artista plástico norte-americano que se propôs a estudar o tema.
Ao longo da história, as pessoas sempre associaram a figura do anticristo a personagens públicos polêmicos, como por exemplo, adeptos da Reforma Protestante que viam no Papa uma figura satânica; ou cristãos da época da Guerra Fria, que enxergavam na União Soviética uma concentração do mal.

“Eu entendo que eu vou ser visto como um estranho cristão apocalíptico. Mas estou plenamente certo de que o anticristo será um muçulmano e sairá do mundo muçulmano”, afirmou Richardson.

De acordo com informações do Huffington Post, além de Richardson, diversos outros cristãos conservadores levantam a ideia de que um anticristo de origem muçulmana levantará um exército para atacar Israel, e assim, cumprir as profecias bíblicas do apocalipse.

“Hoje, estamos vendo os sinais iniciais de que a profecia está para se cumprir”, diz o escritor, referindo-se às constantes ameaças de líderes islâmicos contra Israel.

Sobre a tese em torno da origem do anticristo no mundo muçulmano, o professor de religião Glenn Shuck diz que “a mudança para o Islã estava apenas esperando para acontecer”. Glenn leciona no Williams College entende que os anseios de cada época sempre refletem na interpretação do texto bíblico.

A visão do professor Glenn Shuck é compartilhada por Robert Fuller, professor de estudos religiosos na Universidade de Bradley, em Peoria, Illinois: A ideia do anticristo é muito sensível a mudanças em eventos atuais. É um símbolo para o que é mais inquietante ou preocupante”, observa.

Por Tiago Chagas
Gospel +

Mãe que matou filho por não decorar Corão pega prisão perpétua

O garoto de sete anos participava de um campeonato na escola, mas não estava tendo êxito por não conseguir decorar os textos do livro sagrado.

O tribunal de Cardiff, no País de Gales, condenou Sara Ege a prisão perpétua por ter matado seu próprio filho. A britânica de 33 anos assassinou Yaseen Ali Ege em julho de 2010 por ele não conseguir decorar trechos do Corão. O garoto tinha 7 anos de idade.

A justiça declarou Sara culpada por espancar o filho até a morte e depois atear fogo em seu corpo para tentar ocultar o cadáver.

“Por três meses você bateu nele com um bastão de madeira e tenho certeza de que estas surras causaram dor significativa a ele. Essa crueldade prolongada culminou com o dia de sua morte, no que foi um ataque selvagem. Então você ateou fogo ao corpo dele numa tentativa de se livrar da responsabilidade pelo que havia feito”, disse o juiz Wyn Williams ao ler a sentença.

Além de ser acusada da morte do menino, a britânica também responderá pelo crime de obstrução da Justiça, pois ela primeiramente confessou o crime e depois deu outra versão à polícia, dizendo que seu esposo, Yousuf Ege, seria o culpado da morte. O pai do garoto foi inocentado.

O crime aconteceu porque Yaseen estava participando de competições na escola onde trechos do Corão precisavam ser decorados. As dificuldades do garoto em se dedicar a este campeonato deixou a mãe irritada levando-a a cometer o crime. As informações são do Yahoo.


Gospel Prime

Muçulmano se torna pregador do Evangelho de Cristo.

muçulmano conhecido como Andi, não queria ouvir nada sobre Cristo, até que um dia experimentou um milagre. Andi cresceu como um muçulmano e se considerava um fiel devoto do Islã.

“Eu era diligente na pratica da fé muçulmana. Incentivava os amigos a orar e a construir a mesquita. Era fiel ao Islã e não pretendia ter amizade com os cristãos. Meu objetivo era ser rico. Também me envolvi com a bruxaria, as pessoas me procuravam para que as curasse e assim me pagavam. Eu tinha uma grande casa e muito dinheiro, mas me sentia vazio”, disse ele.

Andi, disse que tudo isso mudou quando um cristão chegou a sua casa e lhe falou sobre Jesus.

“Ele continuava vindo em casa, mas eu o evitava. Um dia minha família e eu ficamos enfermos com uma febre muito forte. Esse cristão nos levou ao hospital. Ele e seus amigos cuidaram de nós.”, explica.

Os cristãos também lhe deram uma Bíblia e o encorajou a lê-la. “Não queria ler a Bíblia, mas quando eu curei, senti uma vontade de lê-la. E quando a li queria saber mais sobre Jesus“.

Desde então, os amigos cristãos de Andi se reuniram em sua casa para estudar a Bíblia. Quando seus vizinhos muçulmanos ouviram cantando canções cristãs, os lideres muçulmanos vieram em sua casa para convencê lo a voltar ao islamismo.

No entanto, Andi se recusou e começou a pregar o Evangelho, deixando seus vizinhos muçulmanos revoltados, a ponto de mais de 30 deles atirarem pedra em sua casa.

Ele foi levado diante de uma multidão em uma praça. Eles questionaram sua nova identidade religiosa e confiscaram seus documentos.

Estes documentos continham importantes informações pessoais, incluindo sua religião. Sem estes documentos, uma pessoa não pode obter um passaporte, licença ou realizar transações comerciais.

Andi sofreu muita oposição depois de mudar sua filiação religiosa, deixando de ser muçulmano para se tornar um cristão. Agora está pagando corajosamente um alto preço mesmo que isso signifique viver em um lugar remoto.

A organização cristã, “Portas Abertas” arranjou-lhe um advogado. “O advogado apresentou uma carta ao líder do povo, dizendo que as leis da Indonésia incluem o direito de Andi escolher sua religião. O líder devolveu os documentos que mostra sua nova identidade em Cristo“, disse Boas Panggabean, coordenador do Portas Abertas.

Mas, como não havia segurança para sua família, Andi com sua esposa e cinco filhos, deixaram a aldeia, perdendo a sua casa e seu trabalho.

Ele esta agradecido pelo “Portas Abertas” ter lhe ajudado a começar um novo negócio. Ele vende aparatos domésticos em sua nova comunidade. “O surpreendente é que junto a sua mercadoria, ele também ofereçe a salvação de Cristo aos seus clientes, incluindo os muçulmanos de sua cidade anterior.”.

“Quando eu era muçulmano minha vida estava cheia de ocultismo. Ganhei muito dinheiro com o ocultismo. Sim, era rico, mas minha riqueza vinha do mal. Meu coração era pobre. Agora, apesar de fisicamente ser pobre, tenho grande paz em meu coração. É Deus a quem busquei me fez tão rico. Quero compartilhar isso com todos. Meu desejo é ver as pessoas salvas“. – disse ele.

Fonte: Portal Padom

Número de cristãos em Israel continua crescendo

Mesmo assim, são apenas 2% da população.
O jornal Jerusalém Post, um dos mais importantes de Israel publicou uma matéria esta semana que chamou atenção da mídia do país.

O Escritório Central de Estatísticas israelense confirmou que existem atualmente 158.000 cristãos na terra onde tudo começou. Isso representa apenas 2% da população total. Um dos elementos mais surpreendentes do relatório é que cerca de 80% dos cristãos de Israel são árabes e imigrantes da antiga União Soviética que foram beneficiados pela Lei do Retorno, que oferecia cidadania israelense a toda pessoa que tivesse um avô judeu.

A maioria dos cristãos árabes vive no norte de Israel. As cidades com as maiores populações cristãs são Nazaré (22.400); Haifa (14.400); Jerusalém (11.700), e Shfaram (9.400).

O nível de escolaridade dos cristãos chama atenção, com 64% dos jovens cristãos completando o ensino médio, em comparação com 59% dos judeus e 48% para os muçulmanos de Israel.

O relatório também chama atenção para o alto índice de cristãos que possui diploma na área médica, com 10,2% do total. Na questão da idade, 30,1% de todos os cristãos em Israel tem 19 anos ou menos, contra os 33,5% de judeus, e os 48,7% de muçulmanos.

O número médio de filhos das mulheres cristãs é de 2,2, a mais baixa no país. As muçulmanas tem, em média, 3,5 e as mulheres judias 3.

A taxa de emprego dos cristãos é de 54% – 63,8% de homens e 45,3% das mulheres possuem emprego formal. A conclusão é que na terra de Jesus, onde o cristianismo começou, a população cristã continua em crescimento, numa taxa média de 1,3% ao ano. Em comparação, o crescimento de judeus é de 1,8% e o dos muçulmanos chega a 2,5%.

Gospel Prime

“Terceiro templo” de Salomão pode ser reconstruído em 2013

Partido de Benjamin Netanyahu
estaria por trás da iniciativa  
Caso o partido Likud, liderado pelo primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, vença as eleições no início do próximo ano, o mundo poderá ver surgir um “Terceiro templo” de Salomão.

Funcionários da Fundação Al Aqsa alertaram para essa possibilidade de que a atual mesquita seja demolida e seu terreno invadido pelo governo de Israel. A “denúncia” veio após as primárias para a eleição de 22 de janeiro apontar para o favoritismo da ala ortodoxa judaica liderada por Moshe Feiglin para o Knesset (Parlamento de Israel).

Os candidatos mais conservadores, especialmente os ligados ao lobby dos colonos, dizem acreditar em uma eleição sem dificuldades.

O líder do lobby dos colonos, Moshé Feiglin, aparece na 14ª posição da lista dos candidatos do Likud para as legislativas de janeiro, à frente da ministra da Cultura, Limor Livnat, 17ª.

Os candidatos mais moderados, como o vice-premier Dan Meridor e os ministros Benny Begin e Michael Eitan, mostraram estar enfraquecidos no partido.

Um dos motivos para isso é a posição os candidatos do Likud sobre a criação de um Estado palestino. A trégua concluída por Netanyahu na quarta-feira, após oito dias de bombardeio contra a Faixa de Gaza, certamente influenciou a decisão dos eleitores da direita.

Atualmente, a mídia mundo árabe continua denunciando o que chama de “invasões dos judeus” ao chamado Monte do Templo. Até hoje os muçulmanos proíbem os judeus de entrar no local para fazer orações ou carregar outros artigos sagrados.

A Autoridade Palestina e o ramo islâmico do chamado “Movimento da Galileia” alegam que Israel está cavando secretamente por baixo do Monte do Templo para causar o seu colapso.

A Fundação Al Aqsa, nome da mesquita que se encontra no local onde a Bíblia aponta que ficava o Templo de Salomão original, teme que um novo governo de direita contamine o Monte do Templo. Segundo o jornal online Israel National News, membros da Fundação dizem que às vésperas da eleição o primeiro-ministro Netanyahu irá anunciar os planos de construção do Terceiro Templo, que eles chamam de “falso”. Para a maioria dos muçulmanos, nunca houve naquele local o Primeiro e Segundo Templo sagrado para os judeus.

Eles agora fazem um apelo ao mundo muçulmano, alegando que “a mesquita de Al-Aqsa está em perigo e os muçulmanos fiéis devem assumir a responsabilidade de salvá-la”, invocando a tradição que considera o local sagrado para o Islã.

Feiglin é conhecido por seu desejo de retomar o Monte do Templo, e depois da operação Coluna de Nuvem, de combate ao terrorismo, escreveu: “Devemos expulsar os muçulmanos do Monte do Templo e restaurar a soberania israelense exclusiva. O Monte é o local mais sagrado do judaísmo. Devemos encorajar os judeus a subir o Monte do Templo, após os preparativos adequados de purificação e retomar sua soberania sobre o coração da nação judaica”.

Em agosto deste ano, o deputado nacionalista Zevulun Orlev defendeu a aprovação de uma nova “Lei Básica” que garantiria o financiamento e a mão de obra necessária, para construção do Terceiro Templo. Ele publicou um artigo no semanário hebraico Olam Katan, com o título de “Reforma Interna e Legislativa”, defendendo que o Templo deve ser reconstruído em Jerusalém e que eram necessárias “mudanças fundamentais” na sociedade e no governo israelenses para que o projeto tenha sucesso.

O deputado reconheceu que para remover o ”impedimento religioso e político” de seu plano, ou seja, a presença da mesquita de Al-Aqsa e o Domo da Rocha no topo do chamado Monte do Templo, resultaria no enfrentamento dos cerca de um bilhão de muçulmanos do mundo certamente numa possível nova guerra mundial.

GP

“Prefiro morrer como cristã do que sair da prisão sendo muçulmana”, diz paquistanesa

A cristã Asia Bibi está há dois anos na prisão por discutir religião com suas amigas de trabalho
Condenada a morte desde 2010, a paquistanesa Asia Bibi continua aguardando a decisão final para saber se será ou não enforcada por cometer o crime de blasfêmia. A cristã de quase 40 anos se envolveu em uma discussão religiosa com mulheres muçulmanas quando saia do trabalho.

Suas colegas tentavam forçá-la a voltar a servir Ala, mas Asia rebateu usando frases que foram entendidas como ofensivas: “Jesus está vivo, mas Maomé morto. O nosso Cristo é o verdadeiro profeta de Deus. Maomé não é real. Jesus morreu na cruz pelos pecados da humanidade, e Maomé, o que fez por vocês?”.

A polícia foi chamada e em 8 de novembro de 2010 Asia Bibi se tornou a primeira mulher a ser condenada à pena de morte por enforcamento no Paquistão, um crime que já condenou 45 pessoas nos últimos anos sendo que 43 destes já foram executados.

Há poucas informações sobre Asia, também chamada de Aasiya Noreen, mas o Portas Abertas relembra que duas pessoas já morreram por tentar defendê-la da morte, entre elas o Salman Taseer, muçulmano liberal, ex-governador da província de Punjab, ele foi assassinado pelo seu guarda pessoal depois que se manifestou em defesa da mulher.

O site do Portas Abertas pede para que os cristãos enxerguem Asia Bibi não como uma mulher condenada, mas como uma esposa, mãe que está proibida de conviver com sua família. “Asia não é apenas uma pobre figura atrás das grades. Ela é uma mulher, uma esposa, uma mãe, uma irmã, e uma filha. A Igreja que ora por ela precisa se lembrar que ela é uma mulher real, e que tudo o que enfrenta no seu cotidiano é real”.

GP

Presidente do Egito pede que Deus “destrua os judeus e os seus aliados”

Após anunciar que deseja a paz com Israel,
Morsi aparece na TV dizendo o contrário.
O presidente do Egito, Mohammed Morsi, participou de períodos de oração em uma mesquita durante o último final de semana. Mesmo que seja normal para um muçulmano fazer suas orações, neste caso o pregador pede que Deus “destrua os judeus e os seus aliados”.

As imagens da reunião religiosa na Mesquita el-Tenaim, na cidade de Matrouh, foram exibidas pela televisão estatal egípcia. Morsi aparece em fervorosa oração, levantando as mãos enquanto o clérigo Futouh Abd Al-Nabi Mansour, líder religioso local, que pede: “Oh Deus, nos absolva de nossos pecados, para nos fortalecer, e concede-nos a vitória sobre os infiéis. Oh Deus, destrua os judeus e os seus aliados. Oh Deus, dispersai-os, rasgai-os em pedaços. Oh Deus, demonstre sua força e grandeza sobre eles. Mostre-nos sua onipotência, oh Senhor”.

Morsi estava fazendo sua primeira à zona costeira, no noroeste do país, desde que se tornou presidente. Em um discurso que fez após o período de orações, Morsi supostamente falou sobre a necessidade de unidade dos egípcios.

De acordo com o grupo judeu Liga Anti-Difamação (LAD), Morsi claramente concorda com a oração. O culto também mostra que estavam presentes o governador da região e autoridades locais. A filmagem foi gravada e transcrita para o inglês pelo MEMRI (Instituto de Pesquisa de Mídia do Oriente Médio). Uma tradução semelhante foi publicada pela Liga.

O Diretor da LAD, Abraham Foxman, queixou-se que “O tom do discurso de antissemitismo no ‘novo’ Egito está ficando mais alto e ainda ecoa no governo do presidente Morsi. Estamos cada vez mais preocupados com as expressões contínuas de ódio contra os judeus e Israel na sociedade egípcia e o silêncio presidente Morsi diante da maioria destas manifestações públicas de ódio”.

No início desta semana, a ADL escreveu a Morsi pedindo que ele rejeitasse publicamente as declarações feitas pela autoridade suprema da Irmandade Muçulmana, Mohammed Badie, que incitou a violência contra os judeus e Israel.

No mesmo final de semana, manifestantes se reuniram na Praça Tahrir, no Cairo, fazendo um protesto pacífico onde exigiam que o presidente, um ex-líder da Irmandade Muçulmana, assegure que a constituição do país, atualmente sendo reescrita, represente todos os grupos da sociedade egípcia.

O presidente egípcio já afirmou que pretende manter o tratado de paz do Egito com Israel assinado em 1979. O anúncio por escrito foi levado ao presidente de Israel pelo novo embaixador egípcio no país. Líderes da Irmandade Muçulmana, grupo político que ainda influencia Morsi, afirmou que a carta era uma “fabricação sionista”, mas o gabinete do presidente egípcio confirmou sua autenticidade. Grupos internacionais querem uma explicação de porquê o governo egípcio não tem contido as perseguições aos grupos religiosas minoritários do país, em especial contra os cristãos coptas.

Traduzido e adaptado Times of Israel
GP
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