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Yousef Nadarkhani é acusado novamente

Ele tem até o domingo para pagar fiança de 33 mil dólares
ou será preso novamente
No último dia 24 o pastor Yousef Nadarkhani foi convocado pelo Tribunal Revolucionário do Irã, na cidade de Rasht, para responder pelas acusações de atividades sionistas e por evangelizar muçulmanos.

Até o próximo domingo (31), Nadarkhani tem que pagar uma fiança de 33 mil dólares se não quiser ser preso.

Mas desde maio deste ano ele e sua esposa, Tina Pasandide Nadarkhani, estão sob acusações. Outros três cristãos também foram presos e liberados mediante o pagamento de fiança, mas Nadarkhani ainda precisa pagar a sua parte para não ser preso.

O pastor iraniano ficou preso por três anos, chegando a ser condenado à morte. Ele chegou a ser coagido a renunciar sua fé em Cristo, mas se negou dizendo que não poderia se arrepender de ter aceito Jesus.

Os juízes, por diversas vezes, tentaram fazer com que ele aceitasse a religião de seus antepassados, no caso, o Islã.

Foram anos de tentativas na Justiça para revogar a sentença de morte. Autoridades internacionais se pronunciaram sobre o caso e ONGs de direitos religiosos foram importantíssimas para trazer informações, assim como o ministério Portas Abertas que tem acompanhado esse novo caso.


Fonte: Gospel Prime

Pastor Youssef Nadarkhani é novamente libertado

CSW envia comunicado à ANAJURE informando
sobre a libertação do líder religioso.
O pastor Youssef Nadarkhani foi libertado nesta segunda-feira (7) depois de passar cerca de duas semanas na prisão de Lakan, em Rasht, onde foi novamente encaminhado por ordens de autoridades prisionais iranianas.

Depois de absolvido das acusações de apostasia, Nadarkhani foi preso de novo de forma totalmente irregular, informou a Christian Solidarity Worldwide (CSW), que comunicou sobre a libertação do líder religioso no Brasil por meio de e-mail enviado à Associação Nacional dos Juristas Evangélicos (ANAJURE).

Para o dr. Uziel Santana, presidente da ANAJURE, a libertação do líder religioso iraniano foi o resultado da firme atuação de entidades de juristas cristãos de todo o mundo e chama a atenção para fatos semelhantes que ainda ocorrem em todo o mundo.

“Nossa parceira, a CSW, tem lutado com intrepidez pela defesa das liberdades civis fundamentais dos cristãos. Aqui no Brasil a Anajure tem atuado na mesma direção, com a graça de Deus. Devemos orar e trabalhar em outras situações, pois como o caso do pastor Youssef, existem outras centenas em todo o mundo”, comentou Santana.

Na carta, o Dr. Mervyn Thomas, presidente da CSW, comemora a libertação, mas lembra que seu advogado, dr. Mohammed Ali Dadkhah, se encontra ainda preso e passando por grave violação em seus direitos civis.

“Estamos satisfeitos em saber da liberação do Pastor Nadarkhani. (…) Nós também nos preocupamos ao saber da condição do Dr. Dadkhah, da deterioração da sua saúde. Além disso, as tentativas oficiais para justificar a sua prisão agora tentando coagi-lo a fazer uma declaração de culpa ‘ao vivo’ não só é condenável, mas também são indicações claras de que as acusações contra ele eram falsas”.

No comunicado, a CSW voltou a pedir a libertação imediata do dr. Dadkhahe que “se ponha um fim à campanha de perseguição da sociedade civil”.

“Continuamos a apelar ao governo iraniano para defender o Estado de direito e permitir às minorias religiosas do país que desfrutem da liberdade religiosa”, declara. Thomas ainda lembra que o Irã é signatário do Pacto Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos, adotado pela Assembléia Geral das Nações Unidas em 1966 e que tem amplitude mundial.

Relembre o caso

Após mais de três anos detido em Rasht, o Pastor Nadarkhani foi absolvido da acusação de apostasia, mas recebeu uma sentença de três anos por evangelizar muçulmanos.

Como já havia cumprido cerca de três anos na prisão, o líder religioso foi liberado com o pagamento de fiança. Porém em pouco tempo foi levado, justamente no dia de Natal, sob o comando de autoridades do sistema prisional iraniano. Tais autoridades alegaram que ele havia sido liberado cedo demais devido à insistência de seu advogado, o Dr. Mohammed Ali Dadkhah.

Youssef Nadarkhani nasceu muçulmano e converteu-se ao cristianismo aos 19 anos. Três anos depois passou a praticar evangelismo na cidade de Rasht, noroeste de Teerã e chegou a liderar um grupo de cerca de 400 cristãos no Irã.

Em 2009 chegou a protestar quanto ao que chamou de doutrinação islâmica nas escolas onde seus filhos estudavam. Ele se posicionou contra o costume de ensino compulsório às crianças das doutrinas islâmicas.

Inicialmente sentenciado à execução por enforcamento, o veredicto foi adiado após pressão internacional sobre o sistema judicial iraniano. O caso então passou para o aiatolá Ali Khamenei, autoridade suprema da nação, para revisão.

Outros casos

O caso do pastor Youssef Nadarkhani não é o único a respeito de graves violações às liberdades civis fundamentais no Irã. Recentemente o Centro Americano de Direito e Justiça (ACLJ) iniciou uma campanha pela libertação de outro líder religioso cristão, pastor Saeed Abedini, 32, que está preso no Irã.

Ele foi chamado a interrogatório por diversas vezes por autoridades iranianas, sob a acusação de ter abandonado o islamismo e se tornado um cristão.

Como Abedini possui também cidadania americana, inicialmente não chegou a ficar preso. Mas em julho, Saeed, a esposa e os filhos retornaram ao Irã para trabalhar na construção de um orfanato cristão e então ele foi preso, enquanto que sua família foi deportada para os EUA.

Gospel Prime

Pastor Yousef Nadarkhani foi, mais uma vez, preso no Irã

A organização Christian Solidarity Worldwide (CSW) informou que Yousef Nadarkhani, pastor da Igreja do Irã, recentemente absolvido da acusação de apostasia, foi novamente detido.

Em setembro desse ano, um tribunal absolveu Nadarkhani da acusação de apostasia, mas o condenou a três anos de prisão por evangelizar muçulmanos. Uma vez que, ao longo do processo até o julgamento final, ele já havia passado cerca de três anos na prisão Lakan, em Rasht, o pastor foi liberado em setembro mesmo, após pagar fiança.

No entanto, fontes da CSW informaram que o pastor Nadarkhani foi encaminhado novamente à prisão, por ordem do diretor da prisão Lakan, que alegou que ele havia sido liberado muito cedo, devido à insistência de seu advogado, Mohammed Ali Dadkhah. O líder cristão foi preso mais uma vez para cumprir o restante do tempo de condenação e completar a papelada que, supostamente, não tinha sido resolvida durante a sua liberação, há dois meses.

Em novembro, Yousef foi convidado especial da conferência nacional da CSW, em Londres, onde agradeceu a todos que oraram e pediram a Deus por ele durante sua prisão.

Mervyn Thomas, diretor executivo da CSW, afirmou: "Ficamos bastante desapontados ao ouvir que o pastor Nadarkhani foi devolvido à prisão de maneira tão irregular. O momento é insensível e especialmente triste para sua esposa e filhos, que devem ter estado ansiosos para celebrar o Natal com ele pela primeira vez em três anos.

Esperamos que Yousef seja libertado rapidamente, uma vez que ele já cumpriu sua pena de três anos anteriormente. Nós também pedimos oração pela segurança do pastor e por sua família neste momento tão delicado."

A agência de notícias Fox News confirmou: "Yousef Nadarkhani, 35 anos, foi chamado a retornar à prisão Lakan, em Rasht, no local em que cumpriu pena e de onde foi então libertado, com base na acusação de que deveria completar o restante de sua sentença." O tribunal iraniano ordenou que Yousef servisse os 45 dias restantes de sua condenação.

Segundo o The American Center for Law and Justice (ACLJ), a atualização desse caso é um flagrante desrespeito do Irã para o direito internacional. Preso pela segunda vez por causa de sua fé, o que Nadarkhani passou não ocorreu coincidentemente no dia de Natal. De acordo com a instituição, o Irã tem, cada vez mais, perseguido os cristãos e qualquer um que esteja disposto a defendê-los.

Para piorar a situação, o advogado iraniano de Youcef, Dadkhah, fundamental para garantir a sua libertação este ano, está, atualmente, em um dos centros de detenção mais abusivos do país, prisão de Evin. Há notícias de que sua saúde tem se deteriorando rapidamente sob as terríveis condições em que se encontra. Ele foi preso logo após a libertação de Yousef, em aparente retaliação por sua defesa aos direitos humanos contra os ataques do regime islâmico radical iraniano.

A repressão brutal que domina o Irã e a forte perseguição ao cristianismo não passaram despercebidas. A pressão internacional que surgiu sobre o Irã no início deste ano e que resultou na liberdade de Yousef anteriormente pode ser a única esperança de liberdade para quem sofre restrições do governo por conta de seu amor a Jesus. Não cesse de orar por Yousef e os demais cristãos iranianos.
FonteCWS e ACLJ
TraduçãoAna Luíza Vastag

Em encontro com embaixador iraniano, Roberto de Lucena confirma absolvição do pastor Youcef

O deputado Roberto de Lucena reuniu-se na Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados com o Embaixador da República Islâmica do Irã, Mohammad Ali Ghanezadeh. O objetivo do encontro, que tratou de assuntos diversos como o Sistema Prisional Iraniano e temas relacionados aos Direitos Humanos naquele país, foi estreitar as relações daquele país com o Parlamento Brasileiro. Roberto de Lucena faz parte da Comissão de Direitos Humanos da Câmara eles trataram de assuntos diversos como a Lei Carcerária no Irã e também sobre direitos humanos.

Roberto de Lucena, ao lado do Presidente da Comissão de Direitos Humanos, Deputado Domingos Dutra, saudou o Embaixador como Vice- Líder do Partido Verde no Congresso Nacional, Vice-Presidente da Frente Parlamentar Evangélica, Vice-Presidente da Frente da Família, além de ativo membro da Comissão de Relações Exteriores e da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados.

Na ocasião, o Embaixador Mohammad Ali Ghanezadeh confirmou oficialmente ao deputado a absolvição e libertação do Pastor Yousef Nadarkhani. Roberto de Lucena foi um defensor da libertação do iraniano, que havia sido preso e estava no corredor da morte em seu país pelo crime de apostasia - por causa de sua conversão ao Cristianismo.

O deputado Roberto de Lucena comemorou a informação e a reproduziu na tribuna da Câmara, onde homenageou ao povo do Irã.

“A partir de agora nossos corações estão mais tranquilos. Espero que outros casos, como os dos Bahais, tenham o mesmo desfecho. Nesta minha celebração, rendo homenagem ao povo iraniano, de reconhecida bravura e tradição, presente em nosso país através de milhares de seus filhos” ,afirmou.

Entenda o caso

Lobby pela liberdade

O diário americano “Christian Post” destacou em sua edição virtual que a participação das lideranças e dos parlamentares evangélicos do Brasil contribuiu de forma decisiva na campanha internacional para a libertação do pastor iraniano.

Roberto de Lucena foi uma dessas lideranças. Acompanhado de outros congressistas da Frente Evangélica, ele expressou pessoalmente ao então embaixador do Irã no Brasil, Mohsen Shaterzadeh, a preocupação quanto à preservação da vida e bem estar do pastor iraniano.

O Deputado Federal também pediu um posicionamento da Presidenta Dilma Roussef sobre o caso, e levou a questão ao Ministro das Relações Exteriores, Antônio Patriota e ao Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. “Nós fizemos uso da tribuna repetidas vezes para mostrar que o Brasil estava atento ao caso Nadarkhani. Eu cheguei a propor que o Irã expulsasse o pastor porque nós o receberíamos aqui”, relembrou.

Roberto de Lucena enfatizou que a Frente Parlamentar Evangélica agiu de forma coesa e eficaz ao se reunir com diplomatas do Irã e, paralelamente, promover o caso junto ao governo Dilma para garantir uma participação efetiva do Brasil no esforço pela libertação de Yousef Nadarkhani.
 
Guiame

Yousef Nadarkhani escreve carta de agradecimento a fiéis de todo o mundo

Pastor iraniano ficou 3 anos preso e reconhece
a importância das orações por ele.
O pastor iraniano Yousef Nadarkhani, 35 anos, foi liberto em 8 de setembro, após três anos de prisão. Logo em seguida escreveu uma carta agradecendo a seus irmãos de fé e a Deus que o ajudaram através desse período difícil.

Nadarkhani disponibilizou essa “carta de agradecimento” que está sendo divulgada pelo Ministério Verdade Presente, que luta contra a perseguição de cristãos. O pastor reconhece a importância daqueles que oraram por ele e sua família e lembra os desafios que enfrentou durante seus três anos em prisões iranianas.

Ele foi preso em outubro de 2009 e acusado de apostasia por tentar evangelizar os muçulmanos. Depois de três anos de prisão, com uma sentença de execução pendente, Nadarkhani foi libertado depois de ter seu caso revisado por uma corte que julga casos de apostasia.

O Centro Americano de Lei e Justiça, que esteve muito envolvido no julgamento de Nadarkhani, disse que “A história [Nadarkhani] é um exemplo de como o mundo pode se unir para garantir que a justiça seja feita e a liberdade preservada. [...] Não se deve esquecer que o direito humano à liberdade de religião inclui o direito à liberdade de expressão. Nós também não devemos esquecer os membros de outras minorias religiosas no Irã que estão presos e enfrentam perseguição por sua fé”.

Mesmo assim, o advogado do pastor, Mohammad Ali Dadkhah, continua enfrentando a ameaça de uma pena de prisão de nove anos por seu envolvimento em casos de direitos humanos, inclusive como assessor jurídico de Nadarkhani.

Íntegra da carta de agradecimento de Yousef Nadarkhani após ser solto:

“Não a nós, Senhor, nenhuma glória para nós, mas sim ao teu nome, por teu amor e por tua fidelidade!… Salmo 115:1

Salaam! (A paz esteja com você!)

Eu glorifico e dou graça ao Senhor com todo o meu coração. Sou grato por todas as bênçãos que Ele me deu durante toda a minha vida. Sou especialmente grato por Sua bondade e proteção divina que estiveram presentes durante a minha detenção.

Eu também quero expressar a minha gratidão para com aqueles que, em todo o mundo, têm trabalhado por minha causa ou, devo dizer, a causa que eu defendo. Quero expressar a minha gratidão a todos aqueles que me apoiaram, abertamente ou em completo sigilo. Está tudo muito claro em meu coração. Que o Senhor te abençoe e te dê a Sua Graça perfeita e soberana.

Na verdade, eu fui posto à prova, passei num teste de fé que, de acordo com as Escrituras, é “mais preciosa do que o ouro perecível”. Mas eu nunca senti solidão, eu estava o tempo todo consciente do fato de que não era uma luta solitária, pois eu sentia toda a energia e apoio daqueles que obedeceram a sua consciência e lutaram para a promoção da justiça e dos direitos de todos os seres humanos. Graças a estes esforços, tenho agora a enorme alegria de estar de novo com minha maravilhosa esposa e meus filhos. Sou grato a essas pessoas através das quais Deus tem trabalhado. Tudo isso é muito encorajador.

Durante esse período, tive a oportunidade de experimentar de uma forma maravilhosa a passagem da Escritura que diz: “Porque, como as aflições de Cristo transbordam para conosco, assim também por meio de Cristo transborda a nossa consolação.” [2 Co 1:5]. Ele confortou a minha família e lhes deu condições de enfrentar essa situação difícil. Em sua graça, Ele supriu suas necessidades espirituais e materiais, tirando um peso de minhas costas.

O Senhor maravilhosamente me conduziu durante os julgamentos, permitindo-me enfrentar os desafios que estavam na minha frente. Como a
Bíblia diz: “Deus não nos deixa ser provados acima de nossa força…”.

Apesar de eu ter sido considerado culpado de apostasia, de acordo com uma certa interpretação da sharia, agradeço que o Senhor deu, aos líderes do país, a sabedoria para findar esse julgamento, levando em conta outros fatos. É óbvio que os defensores do direito iraniano e os juristas têm feito esforço importante junto às Nações Unidas para fazer cumprir a lei e o direito. Eu quero agradecer a todos aqueles que defenderam a verdade até o fim.

Estou feliz de viver em uma época em que podemos ter um olhar crítico e construtivo em relação ao passado. Isto permitiu que o surgimento de textos universais visando a promoção dos direitos do homem. Hoje, somos devedores desses esforços prestados por pessoas queridas que já trabalharam em prol do respeito da dignidade humana e passaram para nós estes textos universais importantes.

Eu também sou devedor àqueles que fielmente ensinaram sobre a Palavra de Deus, para que a própria Palavra nos fizesse herdeiros de Deus.

Antes de terminar, quero fazer uma oração pelo estabelecimento de uma paz universal e sem fim, de modo que seja feita a vontade do Pai, assim na terra como no céu. Na verdade, tudo passa, mas a Palavra de Deus, fonte de toda a paz, vai durar eternamente.

Que a graça e a misericórdia de Deus seja multiplicada sobre vocês. Amém!

Yousef Nadarkhani”

Gospel Prime

Esforços internacionais para a libertação de Youcef Nadarkhani são aplaudidos pela BCLJ

O Centro Brasileiro para Lei e Justiça (BCLJ) aplaudiu os esforços internacionais para libertar o pastor iraniano Youcef Nadarkhani, diz o diretor da BCLJ, Filipe Coelho.
 
O pastor Youcef foi libertado neste sábado depois de ser absolvido da acusação de apostasia. Suas acusações foram reduzidas a evangelismo aos muçulmanos que tem a pena de três anos de prisão, mas como já cumpriu este tempo, Youcef foi libertado.

“Nós aplaudimos os esforços internacionais para assegurar que a justiça fosse feita e a liberdade preservada”, disse Filipe Coelho.

Entretanto, o Irã ainda tem a necessidade de melhorar as aparências por condenar o pastor Youcef de evangelizar muçulmanos. Segundo Filipe, o direito universal de liberdade de religião inclui não somente o direito de mudar de religião como também o direito de expressar exteriormente uma fé.

“A insistência do Irã de achar pastor Youcef culpado de alguns crimes representa seu padrão contínuo de supressão à liberdade religiosa com táticas de intimidação”, afirmou.

Depois da vitória, Filipe acredita que a pressão internacional pode fazer a diferença.

No caso do Brasil, que tem boas relações diplomáticas com o Irã, o país manteve semanalmente reuniões entre o embaixador do Irã no Brasil, Mohammad Ali Ghanezadeg Ezabadi e o senador Magno Malta e o presidente do Partido Social Cristão (PSC), Pr. Everaldo Pereira, em prol da libertação de Youcef.

Além disso, pastores e líderes evangélicos brasileiros protestaram durante a Conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável, Rio +20, bem como enviaram uma carta direta ao presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad exigindo que o Irã libertasse o pastor. Tais ações tiveram resultados positivos, segundo Filipe.

Uma campanha do Twitter “Tweet para Youcef” atingiu mais de 3 milhões de contas, com o intiuito de levar notícias e informações sobre o pastor cristão preso. Segundo o Centro Americano para Lei e Justiça (ACLJ), a história do pastor esteve alcançando a cada dia 2.246.388 contas de Twitter na língua inglesa e 785.921 na língua portuguesa, através da BCLJ.

Na semana passada, Filipe disse em um email ao The Christian Post. que a campanha poderia trazer consciência mundial para a situação do pastor e criar um despertar internacional para o abuso dos
direitos humanos no Irã. Os resultados disso, Filipe disse ele, seriam de um esforço multinacional a pressionar o Irã a cumprir suas obrigações internacionais, que inclui a de proteger o direito de uma pessoa exercer livremente a sua fé. Com a libertação de Youcef, os resultados parecem estar se cumprindo.

Youcef Nadarkhani foi preso em 13 de outubro de 2009, depois de protestar contra a decisão do governo de forçar todas as crianças, incluindo seus próprios filhos cristãos, de ler o Alcorão.

Youcef foi inicialmente acusado de protestar, mas as acusações foram posteriormente alteradas para a apostasia e evangelismo aos muçulmanos. Em 2010, ele foi condenado à morte e a decisão foi confirmada pelo Tribunal Supremo do Irã no ano passado.

Nadarkhani, que está agora com sua família, agradeceu os esforços e orações de todos ao redor do mundo por sua libertação.

"Obrigado a todos que me apoiaram com as suas orações," Nadarkhani disse, de acordo com Present Truth Ministries

CP

Yousef Nadarkhani é liberto da prisão no Irã

Após quase três anos preso e muitos protestos em todo o mundo, o pastor Yousef Nadarkhani é absolvido da acusação de apostasia.

Yousef Nadarkhani, o pastor iraniano que conquistou os corações de milhões de pessoas ao manter-se firme em sua fé, enquanto enfrentava a prisão, foi absolvido da acusação de apostasia.

Duas organizações que vinham acompanhando de perto o caso e tem fontes no Irã informaram neste sábado que Nadarkhani, que foi a julgamento no início do sábado, foi liberto da prisão e está em casa com sua família.

“Obrigado a todos que me apoiaram com as suas orações” disse Nadarkhani, de acordo com o Present Truth Ministries.

Embora absolvido da acusação de apostasia, o pastor iraniano foi considerado culpado de evangelizar muçulmanos. Ele foi condenado a três anos de prisão, mas foi liberado porque já cumpriu esta pena.

“Damos graças a Deus por sua libertação e a resposta às nossas orações”, disse Jason DeMars, fundador do Present Truth Ministries em um comunicado. A Christian Solidarity Worldwide também confirmou a libertação do pastor.

“Nós elogiamos o judiciário iraniano por este ato, que é um triunfo para a justiça e o Estado de Direito”, disse o presidente-executivo da CSW, Mervyn Thomas.
                 Pastor Yousef Nadarkhani recebido após ser liberto.

“Enquanto nós nos alegramos com esta notícia maravilhosa, nós não esquecemos de centenas de outros que são molestados ou injustamente detidos por conta de sua fé, a CSW está empenhada em continuar a campanha até que todas as minorias religiosas do Irã sejam capazes de desfrutar da liberdade religiosa garantida sob o Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos, do qual o Irã é signatário.”

Nadarkhani, pastor em uma rede de igrejas domésticas, foi preso em 13 de outubro de 2009, depois de protestar contra a decisão do governo de forçar todas as crianças, incluindo seus próprios filhos cristãos, ao lerem o Alcorão.

Ele foi inicialmente acusado por protestar, mas as acusações foram posteriormente alteradas para a apostasia e evangelismo aos muçulmanos. Em 2010, ele foi condenado a morte e a decisão foi confirmada pelo Tribunal Supremo do Irã no ano passado.

De acordo com a Sharia, um apóstata tem três dias para se retratar. O pastor cristão se recusou a negar sua fé.

Cristãos de todo o mundo têm orado pela liberação de Nadarkhani. A campanha no
Twitter defendendo sua liberdade atingiu mais de 3 milhões de tuites.

Traduzido de
The Christian Post

Entrevista: Diretor da BCLJ fala sobre a 'grande influência' do Brasil na libertação de Youcef Nadarkhani

O Brasil, considerado um dos país-chaves nas negociações com o governo iraniano para a libertação do Pastor Youcef Nadarkhani, tem trazido bons resultados para o caso, segundo afirmou o diretor de operações do Centro Brasileiro para Lei e Justiça (BCLJ), Filipe Coelho.

Em entrevista ao The Christian Post, Filipe falou sobre a influência do Brasil na libertação de Youcef, o julgamento de 8 de setembro, campanhas online, entre outros assuntos.

Segundo Filipe, as manifestações brasileiras ocorridas durante a Conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável, Rio +20, incluindo uma carta direta ao presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, bem como reuniões políticas em favor da libertação de Youcef, têm sido bastante positivas.

Confira os trechos da entrevista:

CP: Qual é a situação atual do Pastor e o que está programado no julgamento de 8 de setembro?

Filipe: Estamos esperando pacientemente a audiência prevista para o dia 8 de setembro. A única informação que temos neste momento é que ele foi intimado a comparecer perante o tribunal pelo crime qual ele foi acusado.

CP: Qual foi a repercussão das manifestações e carta em favor ao pastor entregue ao presidente iraniano, em sua estada no Brasil, durante da Rio+ por pastores brasileiros? Tem a pressão internacional, e em particular a brasileira surtido algum efeito em seu julgamento?

Filipe: Foi ótima. A princípio ele não aceitou a carta das mãos do nosso Vice Presidente. Ele tinha uma reunião marcada e cancelou quando ficou sabendo da pressão que os evangélicos estavam fazendo. Não sabemos se a carta chegou ou não em suas mãos, mas sabemos que muita gente se envolveu no qual nem estava sabendo do caso após esta manifestação dos pastores.
Vamos ficar sabendo agora dia 8 de setembro, pois será o dia de seu julgamento.

CP: De que maneira a campanha de internet Tweet para Youcef pode influenciar na decisão do governo iraniano?

Filipe: A campanha no Twitter pode trazer a consciência mundial para a situação Pr. Youcef. Essa campanha pode criar um despertar internacional para o abuso dos
direitos humanos no Irã, o que resultará em um esforço multinacional a pressionar o Irã a cumprir suas obrigações internacionais, incluindo a proteger o direito de uma pessoa exercer livremente a sua fé.

CP: Foi noticiado que o advogado de Youcef foi condenado à nove anos de prisão por supostos atos que violam a segurança nacional e por espalhar propaganda contra o regime. Qual é a verdade sobre isso e quem estará a defender o pastor Youcef a partir de agora?

Filipe: O advogado do Pr. Youcef, Mohammad Ali Dadkhah, como muitos advogados de direitos humanos no Irã, criaram acusações falsas sob o pretexto dele agindo contra o regime. Porque Dadkhah representa muitos presos políticos e prisioneiros de consciência, como o pastor Youcef, livre de cobrar o regime alegou que Dadkhah teria ajudado e instigado nos crimes de seus clientes. Dadkhah tem o orgulho de lutar por Direitos Humanos no Irã, embora soubesse que o regime provavelmente iria tentar silencia-lo, trazendo acusações contra ele.

CP: O Brasil é considerado como um país-chave para influenciar o governo iraniano nesta questão, visto as suas boas relações com o país. De que maneira isso pode ser feito, o quais as ações e os resultados até momento dessa influência?

Filipe: Temos tido um ótimo relacionamento com o Embaixador do Irã no Brasil através do Senador Magno Malta e o Presidente do PSC, Partido Social Cristão, Pr. Everaldo Pereira. Eles tem reunido com o Embaixador semanalmente e com isso temos tido um bom resultado e uma grande influência no caso. Nosso Vice-Presidente Michel Temer também tem nos atendido sempre.

CP: Existe algum caso de cristão brasileiro perseguido em países muçulmanos como o Irã?

Filipe: Temos certeza que sim, mas no momento não estamos envolvido em nenhum desses casos.

CP: Quais são suas palavras de incentivo e conselho a todos os cristãos que estão a enfrentar perseguição e aos que não estão e podem ajudar os perseguidos?

Filipe: Como o corpo de Cristo nós devemos apoiar aqueles que são perseguidos por sua fé. Sabemos que Deus promete que os perseguidos serão abençoados, mas também sabemos que em Hebreus 13:03 diz, "Lembrai-vos dos presos, como se estivésseis presos com eles, e dos maltratados, como sendo-o vós mesmos também no corpo". Nos dias 22-23 setembro, todos os cristãos ao redor do mundo vão apoiar a igreja perseguida no Irã. Recursos e informações sobre como podem se envolver com o evento chamado “48 HORAS DE LIBERDADE RELIGIOSA” está disponível no site
www.48hoursforfreedom.org.

CP

Brasil ajuda Tweet para Youcef Nadarkhani a alcançar 3 milhões

Brasileiros ajudam a campanha #TweetforYoucef em prol do pastor iraniano preso por sua fé em Cristo, Youcef Nadarkhani, a alcançar 3 milhões de pessoas, segundo informou o Centro Americano para Lei e Justiça (ACLJ).

A ACLJ anunciou que a campanha está agora atingindo 3,032,309 no Twitter por dia com notícias e informações sobre o pastor cristão Youcef, que já está preso há mais de 1.000 dias. Em inglês a história dele está alcançando 2,246,388, e através da ACLJ no Brasil, ela está alcançando 785,921 em português cada dia.

"Em menos de sete meses, a história de Pastor Youcef, através de Tweet para Youcef, literalmente viajou pelo globo, alcançando 3 milhões de contas no Twitter em 234 países e territórios, incluindo mais de 97% de estados membros das Nações Unidas e 40 nações de maioria muçulmana ou sob a Lei sharia."

O objetivo da campanha é inundar a rede social com os pedidos de oração e mobilizar os cristãos de todo o mundo em favor de sua causa.

“Ele só está vivo hoje por causa da pressão internacional sobre o Irã - das pessoas do mundo que levantaram suas vozes, exigindo que sua vida fosse poupada. Precisamos manter essa pressão”, afirma a organização em seu site.

Recentemente, líderes cristãos brasileiros se mobilizaram durante Conferência Rio+ que aconteceu em junho, manifestando-se contra o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, na frente do hotel onde ele ficou hospedado, na zona sul do Rio de Janeiro.

Pastores cristãos brasileiros também entregaram uma carta oficial ao presidente iraniano, contendo um apelo pela vida do pastor preso e condenado à morte.

“Nós, pastores cristãos do Brasil, representando milhões de evangélicos em nosso país, vemos por meio desta apelar pela vida de seu co-cidadão preso, Sr. Youcef Nadarkhani, que tem através da internet enviado apelos por orações em seu nome e em nome de sua família”.

Nadarkhani foi preso em 2009, depois de protestar contra a decisão do governo de forçar as crianças a estudarem o Alcorão, incluindo seus filhos. Ele foi acusado mais tarde de apostasia e de evangelizar muçulmanos.

Christian Post

Julgamento de Yousef Nadarkhani está marcado para 8 de setembro

Há quase três anos o pastor iraniano está preso sob acusação de apostasia por ter deixado o Islã para se tornar cristão

O tribunal iraniano convocou
Yousef Nadarkhani para um julgamento marcado para o dia 8 de setembro, nesta data a corte vai decidir a situação do pastor preso desde 2009 sob a acusação de apostasia, por ter deixado o Islã e se convertido ao cristianismo.

Com a pressão internacional, o governo do Irã começou a transmitir a informação de que na verdade Nadarkhani está preso por outros crimes, tentando assim tentar mudar a opinião pública que pede pela libertação do pastor.

É por essas novas acusações que o executivo do American Center for Law and Justice (ACLJ), Jordan Sekulow, se mostra preocupado com o futuro do iraniano. “O Irã tem tentado repetidamente confundir a comunidade internacional, alegando que o pastor Yousef é nada mais do que um criminoso comum. O que acontece é que se o Irã tiver sucesso mascarando o caso de Yousef, o mundo vai parar de gritar por sua libertação”, disse em entrevista ao The Christian Post.

Yousef Nadarkhani está preso há quase três anos, sendo condenado a morte por outros tribunais regionais, prisão contestada pelo conselheiro da ACLJ. “As próprias leis do Irã exigem que o Judiciário emita sua decisão por escrito no prazo de dez dias após a audiência, realizada em setembro de 2011. Sua incapacidade de fazê-lo significa o seu total desrespeito ao Estado de Direito”, explica.

Assista reportagem do Jornal Nacional:


Com informações Portas Abertas
Gospel Prime

Pastor Yousef Nadarkhani recebe nova convocação ao tribunal


Em menos de duas semanas, o cristão Yousef Nadarkhani enfrentará novo julgamento no Irã. Marcado para o dia 8 de setembro, a corte deve recebê-lo após mais de 1.060 dias em que ele esteve na prisão por nenhuma outra razão se não sua fé em Jesus Cristo – uma prisão que viola a própria Constituição iraniana    
Em sua convocação mais recente aos tribunais iranianos, o pastor Yousef Nadarkhani, de 35 anos, foi intimado a comparecer à corte para enfrentar as "acusações feitas contra ele."
 
A referência evasiva à acusação de apostasia de Nadarkhani, questionada internacionalmente, é recebida como "surpresa nenhuma " por Jordan Sekulow, conselheiro executivo do American Center for Law and Justice, ACLJ, que acompanha o caso desde o início.
 
"O Irã tem tentado repetidamente confundir a comunidade internacional, alegando que o pastor Yousef não é nada mais do que um criminoso comum. O que acontece é que se o Irã tiver sucesso mascarando o caso de Yousef, o mundo vai parar de gritar por sua libertação", disse Sekulow ao The Christian Post via e-mail datado de 16 de agosto.
 
"Depois que conseguimos tornar público o veredito de tribunais tradicionalmente secretos, no qual o pastor Yousef foi julgado e condenado apenas por ter se convertido ao cristianismo, o Irã teve de voltar atrás em suas mentiras", acrescentou.
 
Na intimação judicial, Nadarkhani é convocado a comparecer à audiência de 8 de setembro, às 9h, horário local.
 
O pastor que, inicialmente recebeu uma sentença de execução sob a acusação de apostasia, permaneceu na prisão por 1.060 dias, situação que, de acordo com o ACLJ, viola a própria Constituição iraniana.
 
"A detenção indefinida e arbitrária do pastor Yousef, por quase três anos, viola o artigo 9º do Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos, do qual o Irã é obrigado a seguir", disse Sekulow ao CP.
 
"As próprias leis do Irã exigem que o Judiciário emita sua decisão por escrito no prazo de dez dias após a audiência, realizada em setembro de 2011. Sua incapacidade de fazê-lo significa o seu total desrespeito ao Estado de Direito", continuou Sekulow.
 
"O Irã também parece ignorar que o caso de Yousef tenha causado grande dano à reputação do Islã e às relações entre as nações e pessoas de fé em todo o mundo", concluiu.
 
Como tudo aconteceu
Yousef Nadarkhani foi preso em outubro de 2009, acusado de apostasia e propagação do evangelho a muçulmanos.
Em setembro de 2011, a agência iraniana de notícias semi-oficial, Fars News, informou que Nadarkhani foi a julgamento por acusações de estupro, extorsão e sionismo.
 
Documentos do tribunal que vazaram dias depois esclareceram que Nadarkhani foi, de fato, julgado por apostasia; críticos suspeitam que o relatório falho da Fars News não passa de uma tentativa de aliviar a pressão internacional sobre as acusações baseadas na fé e religião de Nadarkhani.
 
Países, incluindo Grã-Bretanha, Estados Unidos e Brasil, têm se pronunciado a favor da libertação de Nadarkhani.
 
Embora a intimação judicial mais recente implique na possibilidade de a acusação contra Nadarkhani sobre apostasia ser descartada, Sekulow disse ao CP que não conta com isso.
 
"Nós não temos nenhuma informação de que o governo absolveu o pastor Yousef da acusação de apostasia, para a qual ele foi condenado à morte. O regime iraniano tem sido repetidamente desonesto no passado. Até vermos Yousef andando livremente, não podemos confiar em nada do que dizem", ressaltou.
 
Nadarkhani continua na prisão, aguardando a data decidida pela corte; enquanto sua esposa, Fatema Pasindedih, e seus dois filhos, esperam por melhores notícias.

Fonte: Portas Abertas

Campanha #TweetforYoucef reúne 2,8 milhões de cristãos

Associação não quer que o pastor seja esquecido
Uma campanha lançado pelo Centro Americano para Lei e Justiça (ACLJ) no Twitter para libertar o pastor iraniano atingiu mais de 2,8 milhões de pessoas em mais de 230 países. O alvo é inundar a rede social de pedidos de oração e mobilizar os cristãos de todo o mundo.

Decididos a não deixar que o pastor Yousef Nadarkhani seja esquecido, o “Tweet por Yousef” aclj.org/nadarkhani-pt, foi lançada em janeiro. De acordo com um relatório on-line da National Religious Broadcasters Association (NRB), o assunto ainda interessa aos cristãos e continua fazendo pressão mesmo após mais de 1.000 dias na prisão (completados em 8 de julho).

O ACLJ argumenta que Nadarkhani foi preso ilegalmente e deseja ver a pressão internacional aumentar com o uso do microblog. Eles acreditam que a libertação imediata e incondicional do pastor é uma questão importante demais para ser ignorada. “Ele só está vivo hoje por causa da pressão internacional sobre o Irã, das pessoas do mundo que levantaram suas vozes, exigindo que sua vida fosse poupada. Precisamos manter essa pressão”, disse o grupo que organiza a campanha.

No ano passado, o Dr. Frank Wright, presidente e CEO da união das emissoras religiosas norte-americanas enviou vários pedidos à secretária de Estado Hillary Clinton e à Embaixadora para a Liberdade Religiosa Internacional, Suzan Johnson Cook, pedindo que elas usem seus cargos na Administração Obama para intervir em nome do Nadarkhani.

“Somos um ardente defensor da liberdade religiosa para todas as pessoas em nosso país e no exterior,” disse na época o Dr. Wright. ”Muitos dos nossos membros têm acompanhado com grande preocupação a situação do Pastor Nadarkhani, que foi preso há quase três anos. Achamos inadmissível que o governo iraniano o tenha condenado à morte porque ele se recusou a negar sua fé no Senhor Jesus Cristo.”

Segundo relatos, Nadarkhani foi preso em 13 de outubro de 2009, depois de protestar contra a decisão do governo em forçar todas as crianças, incluindo seus dois filhos, a ler o Alcorão. O pastor foi detido e mais tarde acusado de apostasia e por fazer evangelismo entre os muçulmanos.

Desde então, Nadarkhani foi repetidamente forçado a renunciar sua fé cristã, mas o pastor continua a se manter fiel à sua crença em Jesus Cristo. Desde que foi preso vários manifestos de igrejas e lideres evangélicos foram feitos, bem como campanhas de oração em prol do pastor. Ele já foi dado como morto, mas conseguiu enviar mensagens de dentro da cadeia confirmando que continua vivo. Fontes no Irã dizem ele deve ser julgado mais uma vez dia 08 de setembro e pode ser condenado à morte.

Traduzido de Christian News Today 
Via Gospel Prime

Outro pastor iraniano é sentenciado por realizar trabalhos religiosos

Segundo publicação do Christian Today, o pastor foi preso quando fazia trabalho missionário, em dezembro de 2010, onde aguardou a audiência de apelação que o correu na semana passada
Não é novidade que o Irã tem nos últimos anos demonstrado publicamente intolerância religiosa, embora os direitos de cristãos, judeus e zoroastras sejam assegurados pela Constituição do país.

Além do caso do pastor Youcef Nadarkhani que ganhou conhecimento internacional, sentenciado a morte por se recusar a deixar o cristianismo, outro pastor, Farshid Fathi, foi sentenciado a seis anos de prisão por realizar trabalhos religiosos.

Segundo publicação do Christian Today, o pastor foi preso quando fazia trabalho missionário, em dezembro de 2010, onde aguardou a audiência de apelação que o correu na semana passada, mas as autoridades consideraram suas atividades como crimes políticos, condenando a cumprir o resto da sentença.

De acordo com o reverendo Sam Yeghnazar, essa é mais uma ação que mostra a injustiça com os cristãos do Irã, mas acredita que Farshid é um homem “segundo o coração de Deus”, e confia que Deus será fiel com ele.

“Estou convencido de que quanto maior a perseguição contra cristãos, mais a igreja vai crescer no Irã. Tal injustiça só vai causar aos iranianos, curiosidade de saber o que Farshid anunciava sobre Jesus”, afirmou Sam Yeghnazar.

O reverendo Sam Yeghnazar pede para que cristãos de todo mundo orem por ele e sua família pra que sejam confortados e para que o pastor Farshd receba “armadura de Deus” para suportar os momentos que passará na prisão.

“Muito obrigado por suas orações contínuas. Quando os cristãos saem da prisão eles geralmente testemunham que durante a sua prisão eles foram fortalecidos pelas orações de sua família global”, afirmou o reverendo.

                 Intolerância ao cristianismo
O governo Iraniano está consciente do crescimento da Igreja nas últimas décadas. Ele tem procurado impedir e tornar impossível o crescimento dos cristãos, aumentando as restrições, perseguição.

Outro fato que evidencia a posição contra cristãos é a recente destruição de monumentos. Segundo publicação Mohabat News, essas destruições são constantes e agora chegou a monumentos antigos que simbolizam a fé cristã.

Patrimônios nacionais estão sendo demolidos, a fim de alcançar o objetivo final de erradicar a herança do cristianismo do país por ordem das autoridades e por falta de manutenção.

Fé em Jesus

Outro pastor iraniano é sentenciado: seis anos de prisão por realizar trabalhos religiosos

Mais um cristão é condenado no Irã. Não é novidade que o Irã tem nos últimos anos demonstrado publicamente intolerância religiosa, embora os direitos de cristãos, judeus e zoroastras sejam assegurados pela Constituição do país.

Além do caso do pastor Youcef Nadarkhani que ganhou conhecimento internacional, sentenciado a morte por se recusar a deixar o cristianismo, outro pastor, Farshid Fathi, foi sentenciado a seis anos de prisão por realizar trabalhos religiosos.

Segundo publicação do christian today, o pastor foi preso quando fazia trabalho missionário, em dezembro de 2010, onde aguardou a audiência de apelação que o correu na semana passada, mas as autoridades consideraram suas atividades como crimes políticos, condenando a cumprir o resto da sentença.

De acordo com o reverendo Sam Yeghnazar, essa é mais uma ação que mostra a injustiça com os cristãos do Irã, mas acredita que Farshid é um homem “segundo o coração de Deus”, e confia que Deus será fiel com ele.

"Estou convencido de que quanto maior a perseguição contra cristãos, mais a igreja vai crescer no Irã. Tal injustiça só vai causar aos iranianos, curiosidade de saber o que Farshid anunciava sobre Jesus", afirmou Sam Yeghnazar.

O reverendo Sam Yeghnazar pede para que cristãos de todo mundo orem por ele e sua família pra que sejam confortados e para que o pastor Farshd receba "armadura de Deus" para suportar os momentos que passará na prisão.
"Muito obrigado por suas orações contínuas. Quando os cristãos saem da prisão eles geralmente testemunham que durante a sua prisão eles foram fortalecidos pelas orações de sua família global”, afirmou o reverendo.

Intolerância ao cristianismo
O governo Iraniano está consciente do
crescimento da Igreja nas últimas décadas. Ele tem procurado impedir e tornar impossível o crescimento dos cristãos, aumentando as restrições, perseguição.

Outro fato que evidencia a posição contra cristãos é a recente destruição de monumentos. Segundo publicação Mohabat News, essas destruições são constantes e agora chegou a monumentos antigos que simbolizam a fé cristã.

Patrimônios nacionais estão sendo demolidos, a fim de alcançar o objetivo final de erradicar a herança do cristianismo do país por ordem das autoridades e por falta de manutenção.

Christian Post

Youcef Nadarkhani: acusação de apostasia continua, diz ACLJ

O Centro Americano para Lei e Justiça (ACLJ) está refutando um relatório recente de que o Irã possivelmente mudou sua sentença de morte por apostasia para o cristão evangélico Youcef Nadarkhani, que foi preso em outubro de 2009 por sua fé.

O ACLJ, que tem estado fortemente envolvido no caso do pastor, diz que, embora um novo relatório do Ministério Present Truth indica que talvez os encargos de Nadarkhani terem sido alterados de apostasia para crimes contra a segurança nacional, a comunidade internacional deve estar consciente de possível desonestidade do Irã.

"Não temos informação de que o regime tenha absolvido o Pastor Youcef da acusação de apostasia para o qual ele foi condenado à morte. O regime iraniano tem sido desonesto repetidamente no passado. Até que vejamos o Pastor Youcef andar livremente, não podemos confiar em nada que o regime possa dizer ou fazer," Jordan Sekulow, do conselho executivo para o ACLJ, disse ao The Christian Post via e-mail sexta-feira.

A confusão começou quando o Ministério Present Truth, que também tem acompanhado de perto o caso de Nadarkhani, recebeu a notícia que novo julgamento Nadarkhani foi marcado para 08 de setembro, e que ele, presumivelmente, será julgado por crimes contra a segurança nacional.

"Assumimos implicitamente que isso significa que as acusações de apostasia foram abandonados desde que as novas acusações foram emitidas, mas não temos confirmação disso", disse o ministro quinta-feira.

O ACLJ continua a argumentar, no entanto, que nenhuma evidência de uma mudança nas acusações ocorreu e que a comunidade internacional deve ainda reconhecer a sentença de morte de Nadarkhani.

"Queremos afastar qualquer rumor de que a acusação de apostasia [de Nadarkhani] atual, pelo qual ele foi condenado à morte, foi removida. Até que o regime incondicionalmente exonere e libere o Pastor Youcef, sua pena é a apostasia", disse Sekulow CP na sexta-feira.

"Ssempre houve uma possibilidade de que o regime pudesse trazer acusações novas ou adicionais contra Youcef Pastor para justificar suas ações. Mas especular as novas acusações não confirmadas que também significa que o regime removeu a ameaça de morte cria um perigo que o mundo pare de prestar atenção", acrescentou.

Nadarkhani, um pastor doméstico, foi preso em outubro de 2009 e acusado de apostasia por tentar evangelizar muçulmanos.

Em setembro 2011, a agência iraniana de notícias semi-oficial, a Fars News, informou que Nadarkhani estava sendo julgado por acusações de estupro, extorsão e sionismo, relatou o The Christian Post anteriormente.

Documentos do tribunal que vazaram mais tarde esclareceram que Nadarkhani estava de fato a ser julgado por apostasia, e os críticos suspeitam que o relatório de notícias do incorreto Fars News seria uma tentativa de aliviar a pressão internacional sobre acusações baseadas religião de Nadarkhani.

Nadarkhani continua a aguardar a sua data da corte de setembro 8 na prisão, enquanto sua esposa, Fatema Pasindedih, e seus dois filhos, esperam por mais notícias.

Seu advogado, Mohammad Ali Dadkhah, também espera por mais notícias sobre o seu destino legal, porque um juiz notificou-o em maio que estava sendo condenado a nove anos de prisão por crimes contra a segurança nacional.

Dadkhah ainda tem que ser preso, e críticos especulam que esta era uma ameaça em nome do governo iraniano para intimidar Dadkhah e talvez impedir seu desejo de representar legalmente Nadarkhani.

Christian Post

Definida nova data para julgamento de Nadarkhani

Novo Julgamento
Foi definida uma nova data para o julgamento do pastor Youcef Nadarkhani, no dia 8 de setembro. Nadarkhani está no corredor da morte desde que foi promulgada uma ordem de execução pelos tribunais iranianos.

Segundo o ministério norte-americano Present Truth, que acompanha de perto o caso do pastor, a acusação foi mudada para crimes contra a segurança. “Nós assumimos que as implicações disso é que as acusações de apostasia foram abandonadas desde que as novas acusações foram emitidas, mas ainda não temos a confirmação definitiva”, disse o ministério, de acordo com o Christian Post.

O caso alcançou repercussão mundial e diversos organismos internacionais, como a União Européia e o congresso norte-americano estão pressionando o Irã por violar a Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Apesar de ter sido oferecido por três vezes a Nadarkhani a oportunidade de retornar ao islamismo, o líder religioso nunca aceitou renunciar à fé cristã.
Em uma carta que foi a público em maio deste ano, ele considerou as situações difíceis por que está passando como “provas de sua fé”.

“Todos estes dias estão sendo difíceis para provar minha lealdade e sinceridade a Deus, eu estou tentando fazer o melhor ao meu alcance para ficar bem com o que eu aprendi com os mandamentos de Deus. (…) tenho me rendido à vontade de Deus e espero”, disse Nadarkhani no comunicado.

História
Nascido muçulmano, Youcef Nadarkhani converteu-se ao cristianismo aos 19 anos e três anos depois passou a praticar evangelismo na cidade de Rasht, noroeste de Teerã. Nadarkhani chegou a liderar um grupo de cerca de 400 cristãos no Irã.

A sentença para apostasia foi a execução por enforcamento, mas, após pressão internacional sobre o sistema judicial iraniano o veredicto foi adiado, passando o caso para o aiatolá Ali Khamenei, autoridade suprema da nação, para revisão.

Segundo o Present Truth, é necessária a continuidade dos movimentos em favor da libertação do líder. A execução pode ser feita a qualquer momento, diz o grupo.

O ministério acredita que as orações em favor de Nadarkhani tem sido eficazes, e solicita que todos continuem orando pelo caso.

Gospel Voice

Pastor Silas Malafaia organiza protesto contra presidente do Irã na Rio+20

O pastor Silas Malafaia organizou um protesto, nesta quinta-feira (21), contra o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, coordenado pelo pastor Alexandre Isquierdo, em frente ao Hotel Royal Tulip, em São Conrado, na Zona Sul do Rio de Janeiro. A manifestação visa chamar a atenção não apenas do presidente iraniano, mas da imprensa internacional.

Vários jornalistas estrangeiros que estiveram presentes no local, fotografaram e pediram informações para que a notícia seja publicada em seus respectivos países.

O pastor Silas Malafaia não esteve no protesto por estar pregando em Joinville-SC, mas comemorou a
ação em favor da liberdade religiosa: “Este é um meio legal e pacífico do exercício da nossa cidadania”.
Entenda o caso
Após passar por prisões em 2006 e 2009, o pastor iraniano Yousef Nadarkhani foi preso no Irã em junho de 2010 sob a acusação de apostasia, liderar igrejas domésticas e proselitismo a muçulmanos. Em setembro do mesmo ano ele foi condenado por um tribunal regional à morte por enforcamento.

O caso de Nadarkhani veio à tona em vários veículos de comunicação cristãos e seculares e autoridades de diversas nações se
mobilizaram com o caso do pastor. Por causa da pressão internacional, a sentença de morte não foi colocada em prática.

A prisão e condenação do pastor Yousef Nadarkhani é uma clara demonstração de intolerância religiosa e de desrespeitos aos direitos humanos no Irã. Yousef não cometeu nenhum crime, apenas ama a Jesus e sua grande comissão, e está pagando um alto preço por isso.

Verdade Gospel

Pastor Marco Feliciano pedirá clemência a Ahmadinejad, pelo pastor Yousef Nadarkhani

Ahmadinejad chegou ao Brasil para
participar da Rio+20 
O deputado federal, pastor Marco Feliciano, divulgou carta aberta que pretende entregar ao presidente iraniano Mahamoud Ahmadinejad, que desembarcou ontem no Brasil para participar do Rio+20, de onde segue para a Venezuela, e já pediu audiência com a presidente Dilma Rousseff para tratar de uma agenda bilateral.

Na carta que será encaminhada pelo pastor se houver a reunião, já que a presidente Dilma Rousseff ainda não confirmou se aceitará receber o mandatário iraniano, Feliciano pede clemência ao pastor Yousef Nadarkhani, que se encontra preso e condenado a morte.

Nadarkhani foi preso em 2009 acusado de apostasia, por ter largado o Islã e se convertido ao cristianismo. Ele teve quatro chances para negar sua fé em Jesus, mas não aceitou e foi condenado ao enforcamento. Enquanto espera que o aiatolá Ali Khamenei, líder do Supremo Tribunal iraniano decida seu destino, ele tem sido assediado por autoridades muçulmanas para voltar ao islamismo.

“Neste momento, em que o mundo se volta para o Rio de Janeiro e ao ensejo de sua vinda ao nosso País, encaminho esta Carta Aberta, juntamente com o humilde pedido deste deputado federal que é também, pastor evangélico, para que o governo do Irã reveja o processo que condenou Nadarkhani, que poupe sua vida e o devolva para sua família onde sua esposa e filhos o esperam”, diz trecho da carta.

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Ali Akbar Salehi, o vice-presidente executivo de Relações Exteriores, Hamid Baqaei, e o vice-presidente para Assuntos Internacionais, Ali Sa’eedlou, acompanham Ahmadinejad nas viagens.

Fonte: Missão em Cristo
Cpad News

Marco Feliciano pedirá libertação de Yousef Nadarkhani em reunião com Ahmadinejad

O presidente do Irã chega nesta terça-feira ao Brasil e participará da Rio+20
Mahamoud Ahmadinejad, presidente do Irã, embarcou ontem (18) em La Paz, na Bolívia, rumo ao Rio de Janeiro. Ele chega nesta terça-feira ao Brasil, de onde segue para a Venezuela, e já pediu audiência com a presidente Dilma Rousseff para tratar de uma agenda bilateral, mas o encontro ainda não foi confirmado pela Presidência.

Caso o encontro se confirme o deputado federal, Pastor Marco Feliciano, já pediu a ministra-chefe da casa civil, Gleisi Hoffmann, para participar da reunião. O deputado pretende entregar uma carta ao presidente do Irã pedindo a libertação de Yousef Nadarkhani.

Nadarkhani foi preso em 2009 acusado de apostasia, por ter largado o Islã e se convertido ao cristianismo. Ele teve quatro chances para negar sua fé em Jesus, mas não aceitou e foi condenado ao enforcamento. Enquanto espera que o aiatolá Ali Khamenei, líder do Supremo Tribunal iraniano decida seu destino, ele tem sido assediado por autoridades muçulmanas para voltar ao islamismo.

Mohammad Ali Dadkhah, advogado de Yousef Nadarkhani, está sendo pressionado pelo governo do Irã para confessar na TV crimes que ele não cometeu. O profissional se tornou alvo das autoridades por defender casos como o do pastor iraniano.

Ahmadinejad visitou pela última vez a América Latina em janeiro e fez paradas na Venezuela, Nicarágua, no Equador e em Cuba.
O iraniano participa da Rio+20, a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável.

Feliciano pretende conseguir através desta reunião manifestar o repúdio do governo brasileiro à prisão do pastor iraniano. Além disso, caso a presidente Dilma Rousseff não aceite se reunir com o mandatário iraniano, Feliciano pretende entregar pessoalmente a carta nas mãos de Ahmadinejad.

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Ali Akbar Salehi, o vice-presidente executivo de Relações Exteriores, Hamid Baqaei, e o vice-presidente para Assuntos Internacionais, Ali Sa’eedlou, acompanham Ahmadinejad nas viagens.
Confira a carta:
Senhor Presidente do Irã.
Venho à presença de Vossa Excelência, com o respaldo de toda a comunidade cristã do Brasil, para pedir clemência ao Pastor Youcef Nadarkhani, que se encontra preso e condenado a morte em seu País pelo crime de apostasia.

Neste momento, em que o mundo se volta para o Rio de Janeiro e ao ensejo de sua vinda ao nosso País, encaminho esta Carta Aberta, juntamente como o humilde pedido deste deputado federal que é também, pastor evangélico, para que o governo do Irã reveja o processo que condenou Nadarkhani, que poupe sua vida e o devolva para sua família onde sua esposa e filhos o esperam.

Respeitamos as Leis do seu País, mas, da mesma forma como Vossa Excelência vem ao Brasil para opinar sobre a Conferência Rio + 20, nos permitimos implorar pela vida deste homem, que é nosso irmão.

Já fiz contato com a Embaixada do Irã, em Brasília, e reafirmo ao Senhor que estou à disposição das autoridades iranianas para tratar deste assunto junto às autoridades brasileiras. Prometo que vou colaborar em tudo que estiver ao meu alcance, dentro das Leis do meu País.

Brasília-DF, 19 de junho de 2012. Assinado: Pastor Marco Feliciano – Deputado Federal/PSC-SP

Informações Gospel Prime

Presidente do Irã vem ao Rio de Janeiro só para participar da Rio+20

O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, chega nesta semana ao país para participar da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20). As reuniões dos 115 chefes de Estado e Governo vão do dia 20 ao dia 22 deste mês. De acordo com autoridades iranianas, Ahmadinejad terá várias reuniões bilaterais no período que estiver no Rio.

O chefe da Associação de Amizade Irã-Brasil, Mir Qassem Mo’meni, que coordena a visita de Ahmadinejad e sua equipe ao Rio, disse que o Brasil é considerado um “jogador estratégico” no cenário internacional por sua atuação política e por ser a sexta economia mundial.

Segundo Qassem Mo’meni, o objetivo de Ahmadinejad na sua passagem pelo Brasil é negociar mais parcerias e ampliar as relações de vários países, latino-americanos e de outros continentes, com o Irã. Em decorrência de suspeitas que cercam seu programa nuclear, o Irã é alvo de uma série de sanções econômicas, comerciais, financeiras e militares que limitam suas ações.

Para vários dos presentes na Rio+20, como Estados Unidos, Japão e integrantes da União Europeia, o programa nuclear iraniano esconde a produção de armas atômicas. No entanto, as autoridades do Irã rebatem a acusação, informando que o programa tem fins pacíficos.

* Com informações da Agência Brasil
   Via Verdade Gospel
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