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Profecias sobre a Síria estão se cumprindo em nossos dias?

Teólogos e estudiosos divergem que textos antigos referem-se ao cenário atual
O ataque mais recente das forças dos Estados Unidos voltaram os olhos do mundo para a Síria. Há quase sete anos em guerra, o país está sendo destroçado por uma guerra civil que transformou parte da nação em uma pilha de ruínas. Agora que o presidente Trump afirma que podem ocorrer mais ataques militares, o presidente Bashar Al Assad já admite que lhe restam poucas alternativas.

Alguns estudiosos das profecias lembram de Isaías 17: 1. Cerca de 750 anos antes de Cristo o profeta anunciou: “Eis que Damasco será tirada, e já não será cidade, antes será um montão de ruínas”.

Até o momento, a capital da Síria foi preservada de grandes ataques, pois os jihadistas do Estado Islâmico e grupos associados mantinham o controle apenas da porção norte do país, mas os conflitos se aproximam da cidade, sede do governo.

Uma das cidades continuamente habitada mais antigas do mundo, ela nunca viu uma destruição como a anunciada por Isaías.  Até recentemente dizia-se que o cumprimento da profecias deu-se em 702 a. C., quando foi atacada pelo Império Assírio, mas não há registros que tenha se tornado totalmente em ruínas.

Mesmo assim, o teólogo Hank Hanegraaff, conhecido por seus livros de apologética, acredita que esse foi o cumprimento da profecia.

Em um de seus programas de rádio, ele foi questionado sobre o assunto e respondeu: “Estão se baseando nessas passagens de Isaías para explicar o que acontece atualmente na Síria, mas isso é um bom exemplo de escatologia ruim. Tenho vergonha dos pastores que fazem isso e parecem não conhecer a palavra de Deus. Eles simplesmente estão promovendo o sensacionalismo e sofismas”.

Contudo, órgãos de imprensa internacional deram destaque a uma entrevista recente de Bashar Al-Assad, que declarou: “Não temos outra alternativa a não ser vencermos esta guerra. Se não, a Síria será varrida do mapa. ”.

Prelúdio da destruição
O pastor e escritor Joel Rosenberg acredita que há vários textos, como Isaías 17 e Jeremias 49, que falavam sobre a destruição de Damasco, que precisam ser entendidos à luz dos acontecimentos recentes. “Estamos vendo o que ocorre em Damasco. Seria um prelúdio para o cumprimento dessas profecias? Não sabemos ao certo, mas o fato de que ela pode ser destruída é algo extraordinário”.

Quando a Rússia entrou em cena no conflito sírio, em outubro de 2015, e os bombardeios aéreos se intensificaram, muitos começaram a lembrar que havia uma série de menções proféticas à destruição do país. Na época, a aliança de russos com as tropas do Irã, antiga Pérsia, também colaboraram para esse entendimento. A partir de então ela só se fortaleceu.

Rosemberg explica: “O profeta judeu Ezequiel escreveu há 2.500 anos que, nos ‘últimos dias’ da história, a Rússia e o Irã formariam uma aliança militar para atacar Israel a partir do norte. Referimo-nos a este conflito escatológico, descrito em Ezequiel 38 e 39, como a Guerra de Gogue e Magogue. Será que essas ações coordenadas de Moscou e Teerã não tem consequências proféticas?”

GospelPrime

EUA X Rússia: jornais russos dizem que Terceira Guerra Mundial é “iminente”

Putin pede a oficiais que façam regressar famílias.
A tensão entre russos e norte-americanos, sobretudo por causa do conflito na Síria, poderá resultar numa Guerra Mundial. O governo da Rússia está pedindo que todos os seus oficiais e figuras importantes da sociedade regressem ao país imediatamente.

As especulações aumentaram após o presidente Vladimir Putin ter cancelado uma visita a França, onde debateria o papel do país no conflito sírio. O anúncio ocorre poucos dias depois do Kremlin ter movido mísseis nucleares para a fronteira com a Polônia.

O ex-presidente Mikhail Gorbachev declarou no início da semana que o mundo está num “ponto perigoso” no que diz respeito ao conflito político entre russos e americanos. Parte da imprensa internacional afirma que uma guerra global poderá ser iminente.

O jornal russo Moskovsky Komsomolets alertou que Putin está fazendo um “jogo surpreendentemente arriscado” no conflito sírio. Analistas acreditam que as hostilidades na Síria poderiam provocar um “confronto militar direto” entre as nações em uma escala semelhante à Crise dos Mísseis de Cuba, em 1962.

A publicação afirma que “Se a Rússia defender seu aliado [Síria] ou considerar um ataque às forças norte-americanas, isso certamente levaria a um conflito como a uma Terceira Guerra Mundial.

Analisando as relações complicadas entre os dois países, o chefe do Conselho de Assuntos Internacionais da Rússia, Andrey Kortunov, disse à BBC: “Tivemos relações ruins durante a Guerra Fria, mas […] a relação era mais ou menos estável, pois sabíamos o que esperar um do outro, sabíamos as regras do jogo. Hoje não temos nada parecido com isso. Então as relações não são estáveis. Isto é o que faz com que esta relação seja mais perigosa.”

“Atualmente, a Rússia está mais do que preparada, sobretudo do ponto de vista psicológico, para uma espiral de confrontação com o Ocidente”, afirmou, Gueorgui Bovt ao site de notícias Gazeta.ru.

Já o site do jornal Fontanka anunciou que o governo russo se prepara para racionar o pão “por causa de uma futura guerra”. As autoridades afirmam que pretendem apenas regular o preço da farinha.

Por sua vez, diferentes generais americanos analisaram os possíveis cenários de conflitos globais durante um encontro da Associação de Tropas Terrestres dos EUA. A maioria dos militares concordam que Rússia e China, cujos exércitos têm passado por grandes modernizações tecnológicas, estão se tornando cada vez mais uma ameaça séria para os EUA. 

Com informações de Independent, Sputnik eNTEB

Missionários continuam pregando em meio a bombardeios na Síria

230 pessoas foram batizadas este ano, revela missão
A cidade síria de Aleppo vem experimento constantes bombardeios que deixaram o local literalmente em ruínas. Mas isso não impediu os missionários cristãos de compartilharem o Evangelho, dando esperança para as pessoas que permanecem lá.

Recentemente cerca de 20 igrejas foram destruídas após a intensificação de ataques militares. Uma ofensiva de artilharia foi decretada pelo governo de Bashar Assad após o fracasso dos esforços diplomáticos de cessar fogo.

Aleppo vive um nível de bombardeio sem precedentes. A força aérea atingiu áreas residenciais, a infraestrutura da região e os centros de defesa civil. Há ruas totalmente fechadas devido ao volume de escombros. Falta água potável e comida.

O líder de um ministério que trabalha com a Christian Aid Mission na Síria contou que foram batizados 230 novos convertidos desde o início do ano. Eles são ex-muçulmanos que estão decepcionados com a fé que aprenderam desde crianças e que está acabando com o país.

Por causa do conflito pesado entra as facções islâmicas que lutam pelo domínio da região, os obreiros tomam muito cuidado com os locais onde fazem os cultos e realizam os batismos.
Sonhos com Jesus

Alguns testemunhos chamam atenção. Uma mulher conta que sonhou repetidas vezes com um desconhecido. Ele anunciava a chegada de três pessoas que trariam uma boa notícia. Depois de uma semana tendo o mesmo sonho, essa mulher foi visitada por uma das equipes missionárias.

“Ela nos explicou que teve o mesmo sonho por seis dias consecutivos. No sétimo dia, uma de nossas equipes bateu à sua porta. Os três missionários vieram fazer uma visita curta, mas quando abriram a Bíblia, ela imediatamente caiu de joelhos”, relata a Christian Aid. A mulher acredita que o estranho no sonho era o próprio Jesus.

Quando o marido e os filhos dessa mulher chegaram, ela contou a todos sobre seu sonho. Após ouvirem a mensagem sobre a morte e ressurreição de Cristo, a família creu e agora estão sendo discipulados para saber mais sobre sua nova fé.

Não são apenas obreiros evangélicos que continuam trabalhando em meio a bombardeios quase diários. O padre Ziad Hilal explica que se negou a sair de Aleppo. Conta como sua Igreja tem ajudado a população distribuindo refeições a pessoas que perderam tudo.

Ele lamenta que a grande maioria dos 30.000 cristãos conhecidos da cidade foram embora por causa da perseguição. Aqueles que permanecem são muito pobres e estão desempregados, mas continuam dispostos a dividir o que têm seja com cristãos ou com muçulmanos necessitados. 

Com informações de Christian Daily

Pastores comentam imagem chocante de garoto sírio: "Ele não sabe o que é viver sem guerras"

A imagem do pequeno Omran Daqneesh, de apenas cinco anos
de idade, sujo com sangue e areia acabou se tornando um
retrato da Guerra na Síria.
A foto de um garoto sírio, sobrevivente de um bombardeio à cidade de Aleppo, chocou o mundo nos últimos dias. O pequeno Omran Daqneesh, de apenas cinco anos de idade e sua irmã, haviam sido resgatados e aguardavam em uma ambulância, quando imagens mostraram o garoto visivelmente atordoado e sujo de sangue com areia.

Com as guerras na Síria, mais de 250 mil pessoas já foram mortas e mais de 11 milhões de famílias foram deslocadas, passando a viver em campos de refugiados.

O vídeo e a foto têm gerado comentários indignados de centenas de milhares de usuários das mídias sociais e também tem levado pastores a chamar a atenção para a gravidade dos conflitos no Oriente Médio.

Em sua página oficial do Facebook, o pastor e deputado estadual Carlos Alberto Bezerra Jr. (PSDB) se questionou sobre uma possível solução para estas guerras que matam tantos inocentes e lamentou pela situação crítica em que tantas crianças se encontram nesses países.

"Até quando vamos assistir tanta gente inocente sendo vítima das atrocidades de uma guerra? Muito pior é conviver com cenas como a desse menininho sírio, de apenas cinco anos, resgatado dos escombros depois de um bombardeio aéreo em Aleppo. E desse pouco tempo de vida que tem, ele ainda não sabe o que é estar num país sem guerra", disse.

Bezerra Jr. também criticou a passividade do Brasil diante de fatos como esse e afirmou que uma atitude da diplomacia do país precisa ser cobrada.

"O que podemos fazer? Como reagir diante disso? A diplomacia brasileira tem se omitido em relação à Síria e precisa ser pressionada. O mesmo mundo que celebra as Olimpíadas aqui no Brasil se cala diante das atrocidades na Síria", acrescentou.

"Como disse o Rev ML King, 'a injustiça em qualquer lugar é uma ameaça à justiça em todo lugar".




Fonte: GuiaMe

Crise humanitária em Aleppo: Entenda a 'miniguerra mundial' em curso na Síria

Omran Daqneesh, de cinco anos, em ambulância; imagem simboliza sofrimento humano na Síria após 5 anos de guerra civilFoto: EFE

A Imagem de um menino coberto de sangue e poeira, resgatado de um prédio bombardeado em Aleppo, se tornou um novo símbolo do sofrimento humano na guerra civil síria, a qual se arrasta há cinco anos e já resultou em mais de 250 mil mortes.

Os combates entre tropas do governo e rebeldes escalonaram nas últimas semanas em Aleppo, deixando centenas de mortos na cidade que já foi um polo comercial e industrial sírio.

Na manhã desta quinta-feira, o enviado especial da ONU Staffan de Mistura pediu "um gesto de humanidade" de ambos os lados e instou por um cessar-fogo de 48 horas que permita a chegada de ajuda humanitária aos 2 milhões de moradores que permanecem na cidade.

Menino foi tratado de ferimentos na cabeça na noite de quarta-feira, segundo um médico local.Foto: EFE

Há frustração na ONU porque, desde o início do mês, nenhum comboio sequer de ajuda humanitária foi autorizado a entrar em áreas sitiadas sírias, onde a população está "desesperada por comida e medicamentos".
Forças em jogo

A guerra civil síria opõe forças locais, regionais e internacionais, em um conflito tão complexo que líderes mundiais, militares e jornalistas estão ficando sem termos e comparações históricas para descrevê-lo.

E, no campo de batalha, aliados e inimigos se confundem.

No início deste ano, o jornal The Washington Post descreveu o que ocorre hoje na Síria como uma "miniguerra mundial".

"Aviões russos bombardeiam pelo alto. Milícias iraquianas e libanesas com apoio de iranianos avançam em solo. Um grupo variado de rebeldes sírios respaldados por Estados Unidos, Turquia, Arábia Saudita e Catar tenta conter essas milícias", descreveu a publicação.

"Forças curdas - aliadas tanto a Washington como a Moscou - aproveitam o caos e expandem território. O (grupo extremista autodenominado) Estado Islâmico (EI) domina pequenos povoados enquanto a atenção se volta a outros grupos", completou.

Nem mesmo essa explicação descreve de forma plena todos os conflitos que ocorrem no tabuleiro sírio, como a complexa guerra particular da Turquia contra grupos curdos na Síria.

A Turquia foi envolvida no conflito sírio desde cedo, e seu governo foi um dos primeiros a defender a queda do presidente da Síria, Bashar al-Assad.

Isso opôs Ancara ao governo russo, principal fonte de apoio de Assad. Em novembro passado, a Turquia derrubou um avião militar russo que estava em missão para bombardear rebeldes sírios, estremecendo a relação bileteral.

A Rússia, por sua vez, vinha intensificando os ataques aéreos em diversas áreas sírias nas últimas semanas, inclusive em Aleppo, segundo a Al-Jazeera.

Nesta quinta-feira, depois das imagens chocantes do menino de cinco anos, o Exército russo disse que apoiará o pedido da ONU por um cessar-fogo de 48 horas.
Histórico

O conflito armado que começou com protestos antigoverno que cresceram até dar origem a uma guerra civil total. Mais de 11 milhões de pessoas tiveram que deixar suas casas, em meio à batalha entre forças leais a Bashar al-Assad e oposicionistas - e também sob a ameaça de militantes radicais do Estado Islâmico.

Os protestos pró-democracia começaram em março de 2011, na cidade de Daraa, após a prisão e tortura de adolescentes que haviam pintado slogans revolucionários no muro de uma escola.

Forças de segurança abriram fogo contra manifestantes, o que provocou mortes e alimentou a insurgência por todo o país - em julho daquele ano, centenas de milhares tomavam as ruas.

A violência se intensificou e o país entrou em guerra civil quando brigadas rebeldes foram formadas para enfrentar forças do governo pelo controle de cidades e vilas. A batalha chegou à capital, Damasco, e a Aleppo, segunda cidade do país, em 2012.

O conflito hoje é mais do que uma disputa entre grupos pró e anti Assad. Adquiriu contornos sectários, jogando a maioria sunita contra o ramo xiita alauita de Assad. E o avanço do EI deu uma nova dimensão à guerra.

O conflito também mudou muito desde o início. Moderados seculares hoje são superados em número por islâmicos e jihadistas, adeptos de táticas brutais que motivam revolta pelo mundo.

O EI se aproveitou do caos e tomou controle de grandes áreas na Síria e no Iraque, onde proclamou a criação de um "califado" em junho de 2014. Seus integrantes estão envolvidos numa "guerra dentro da guerra" na Síria, enfrentando rebeldes e rivais jihadistas da Frente al-Nusra, ligada à Al-Qaeda, bem como o governo e forças curdas.

Em setembro de 2014, uma coalizão liderada pelos EUA lançou ataques aéreos na Síria em tentativa de enfraquecer o EI. Mas a coalizão evitou ataques que poderiam beneficiar as forças de Assad. Em 2015, a Rússia iniciou campanha aérea alvejando terroristas na Síria, mas ativistas da oposição dizem que os ataques têm matado civis e rebeldes apoiados pelo Ocidente.

Há evidências de que todas as partes cometeram crimes de guerra - como assassinato, tortura, estupro e desaparecimentos forçados. Também foram acusadas de causar sofrimento civil, em bloqueios que impedem fluxo de alimentos e serviços de saúde, como tática de confronto.
Novas definições

A definição básica de guerra como "duelo entre inimigos" não se aplica a todo conflito. Pode ser útil, por exemplo, para descrever a Guerra Fria entre Washington e Moscou desde o fim da Segunda Guerra Mundial até a queda da União Soviética, mas é inútil para iluminar a variedade de forças e interesses em jogo na Síria.

Nessa dinâmica particular de aliados e inimigos, os EUA estão em desacordo com a Rússia pelo destino do presidente Assad, aliado de Moscou que Washington deseja fora do poder.

Há ainda uma inesperada aproximação entre EUA e Irã, países unidos pela aversão a extremistas sunitas, mas distanciados pelo apoio iraniano a Assad e à guerrilha libanesa Hezbollah, considerada organização terrorista pela Casa Branca.

A Turquia, por sua vez, atacou posições de milícias curdas na Síria, as chamadas Unidades de Proteção do Povo Curdo (YPG), braço armado do Partido da União Democrática (PYD), aliado tradicional do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), perseguido há 30 anos na Turquia por buscar autonomia curda no país. E o território turco tem sido vítima de graves atentados a bomba atribuídos a extremistas.

Enquanto isso, no teatro de operações na Síria e no Iraque, curdos turcos, curdos iraquianos e governo turco estão contra o EI.

O general prussiano Carl von Clausewitz (1780-1831) uma vez definiu guerra como "mera continuação da política por outros meios".

No confuso cenário militar sírio, no entanto, a violência que custou a vida de centenas de milhares de pessoas é a face visível e real do conflito. Políticas e interesses de governos por trás das forças que se enfrentam em terra são, muitas vezes, os pontos mais obscuros.

Terra

Desfile na Palestina mostra “crianças terroristas”

Festival da Família na verdade é uma demonstração de
força militar anti-Israel
O braço militar da Jihad Islâmica, conhecido como Brigadas Al-Quds, realizaram uma espécie de parada militar no dia 28 de julho na cidade de Gaza.
O evento oficialmente homenageava os jihadistas mortos durante a guerra promovida pelo Hamas em 2014 contra Israel. Contudo, era clara sua estratégia de usar a data para desfilar os novos armamentos da facção terrorista palestina.

O nome do evento é “Festival da Família: Laços de Sangue”, onde desfilaram centenas de soldados fortemente armadas e com os rostos cobertos. As imagens mais chocantes são das crianças treinadas a odiar os judeus praticamente desde que nascem. Muitas delas estavam vestidas como terroristas, carregando armas de verdade e até gritando palavras de ordem.

Essa tática é recorrente no Oriente Médio, onde a meninos e meninas são ensinadas táticas de guerra nas escolas. Dois meses atrás, um programa de televisão mostrou o “Festival Palestino para Crianças e pela Educação”, evento patrocinado por várias ONGs internacionais que dizem fazer investimentos na área educacional.

Ofir Gendelman, porta-voz do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu comparou a atitude aos vídeos de recrutamento do Estado islâmico. “Se eles fazem isso em peças da escola não é de admirar que seus filhos façam ataques reais quando forem mais velhos”, disparou.

Armamentos vindos do Irã

O site palestino de notícias Al Watan cobriu o desfile e mostrou que o grande destaque foi um novo foguete de longo alcance.

O míssil M-302, capaz de atingir alvos a até 150 quilômetros de distância, é o mesmo tipo que foi confiscado por Israel quando sua marinha interceptou o navio KLOS-C em 2014. De acordo com as autoridades israelenses, faziam parte de um carregamento de armas contrabandeadas do Irã para Gaza, através do Sudão.

Conforme relatado pelo site judeu Algemeiner não há muitos detalhes sobre as capacidades exatas do novo armamento dos palestinos, mas deixou claro que a Faixa de Gaza está em clima de guerra.

Mês passado, o embaixador de Israel nas Nações Unidas advertiu que a proliferação de mísseis apontados para Israel está fora de controle. Dez anos atrás, o Hezbollah tinha 7.000, hoje o total é de 120 mil.

O número é superior ao que possuem todos os aliados europeus da OTAN combinados. O vice-comandante da Guarda Revolucionária do Irã, general Hossein Salami, confirmou os números em discurso recente.

“Só no Líbano, há 100.000 mísseis prontos para serem disparados”, afirmou. Assegurou ainda que existem dezenas de milhares de mísseis de longo alcance que poderiam ser lançados de territórios islâmicos contra o “território ocupado” de Israel.

O fim das sanções econômicas contra o Irã, promovidas pelo acordo nuclear proposto pelo governo Obama possibilitou que bilhões fossem injetados na economia do país. Apesar de negarem, a multiplicação dos armamentos visto no desfile palestino e o financiamento de grupos terroristas como o Hezbollah mostra que Teerã está por trás dessas investidas contra Israel.

A ideia de um exército infantil também encontra inspiração na história iraniana, sobretudo durante a década de 1980 quando usaram dessa estratégia na guerra com o Iraque.


Fonte: GospelPrime

Terrorista palestino lamenta insucesso de ataques a Israel: “Deus altera trajetória dos foguetes no ar”

O atual conflito entre palestinos integrantes do Hamas e o exército israelense tem atraído as atenções da mídia por conta do grande número de civis mortos e também pelos sucessivos fracassos na tentativa de negociação de paz entre as partes.

A faixa de Gaza, território onde milhões de palestinos vivem cercados por um muro erguido por Israel, abriga extremistas do Hamas que pregam a destruição do povo judeu, e recusam qualquer proposta de cessar fogo.

Um artigo publicado recentemente pelo jornal Jewish Telegraph reproduz a declaração de um dos integrantes do Hamas, que indignado, atribuiu a Deus o insucesso das ofensivas contra Israel.

“Nós apontamos para os alvos, mas o Deus deles altera a trajetória de nossos foguetes em pleno ar”, disse o terrorista do Hamas, referindo-se ao fato dos disparos não atingirem os alvos.

“Amém! Quando o nosso Deus não está ocupado fazendo isso, nos deu o poder de criarmos alta tecnologia, para que nossa avançada tecnologicamente criasse o sistema de defesa Domo de Ferro, que ajuda a proteger nosso povo e nossas cidades”, acrescentou a jornalista Barbara Ordman, correspondente do Jewish Telegraph na Cisjordânia.

Ordman ainda parafraseou o antigo primeiro ministro da nação, David Ben Gurion, ao narrar a rotina cotidiana do povo hebreu: “Em Israel, para ser realista, você precisa acreditar em milagres”.

A questão dos milagres é algo extremamente valorizado pelos israelenses. O site das Forças Armadas do país descreveu o sucesso das missões de contenção do avanço dos terroristas por terra como uma “sucessão de milagres” ocorrida “graças aos céus”.


Profecia do conflito

Um vídeo de uma entrevista do pastor Larry Randolph em março deste ano tem sido replicado por diversos portais cristãos mundo afora, por conta da narrativa de uma visão que ele teve enquanto orava por Israel.

Segundo Randolph, ele viu uma nuvem de poeira sobre o território do país que tomava a forma de um guerreiro para proteger Israel dos ataques inimigos. O pastor então disse entender que o guerreiro era o Rei Davi. Além disso, Randolph alega ter ouvido uma voz que dizia que a segurança de Israel não seria vencida.



Fonte: Gospel Mais

ONU: Paz entre Israel e Palestina está “mais distante do que nunca”

UNESCO comprova que está dominada pelos muçulmanos
Em pronunciamento no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas, o secretário-geral Ban Ki-moon fez um alerta: “A paz entre Israel e Palestina está ‘mais distante do que nunca”.

Ele citou como motivos para sua conclusão o aumento dos ataques dos palestinos contra israelenses, a expansão dos assentamentos de Israel e o aumento das demolições de residências palestinas na Cisjordânia. Para Ban Ki-moon, isso tudo fez com que a confiança “evaporasse” nas negociações por uma solução de dois Estados, deixando-a “mais distante do que já esteve por muitas décadas”.

Em seu balanço, o secretário-geral lembrou que a onda de violência nos últimos seis meses resultou em mais de 200 palestinos e cerca de 20 israelenses mortos e Israel continuou, em ritmo acelerado,construindo assentamentos judeus em locais que seriam “estruturas palestinas”. Em 2016 mais de 700 palestinos foram deslocados, número superior a todo o 2015.

A insistência da ONU em abordar o tema é ecoada pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) que emitiu recentemente uma resolução onde refere-se a Israel como a “força de ocupação” do território palestino. Também se nega a reconhecer o Monte do Templo como um antigo local de culto judaico – onde estava o templo de Salomão.

Pelo contrário, afirma que o complexo da Mesquita Al-Aqsa é “um lugar islâmico”. O texto do documento usa o nome árabe ‘Al-Buraq’ para se referir ao Muro das Lamentações.

Declara ainda as cidades de Hebron e Belém como “locais palestinos”. Com isso tenta apagar os locais mencionados na Bíblia como o “berço” do judaísmo (Gn 13) e do cristianismo (Mt 2). Não por coincidência, o material da UNESCO foi assinado por Jordânia, Argélia, Egito, Líbano, Marrocos, Omã, Qatar e Sudão, mostrando que o órgão está sendo controlado por nações muçulmanas.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu condenou fortemente a resolução. “Esta é outra decisão absurda das Nações Unidas. A UNESCO ignora a conexão histórica do judaísmo com o Monte do Templo (Al-Aqsa)”, declarou à imprensa.
França quer independência da Palestina

O assunto parece ser prioridade de organismos internacionais. Representantes de mais de 20 países e organizações como a ONU e a União Europeia se reunirão dia 30 de maio para debater uma “retomada urgente” do processo de paz entre a Palestina e Israel.

De acordo com a AFP, o encontro será em Paris, anunciou o chanceler francês, Jean-Marc Ayrault. “As partes estão mais afastadas que nunca”, ressaltou. “Não há outra solução ao conflito que o estabelecimento de dois Estados, israelense e palestino, que vivam lado a lado em paz e em segurança, tendo Jerusalém como capital compartilhada”. Ele insiste: “Não podemos ficar sem fazer nada, precisamos atuar antes que seja tarde demais”.

Explicou ainda que a base da reunião promovida pela França será a “Iniciativa de Paz Árabe”, de 2002. Segundo essa proposta, Israel deve abandonar todo o território ocupado desde 1967 e aceitar o estabelecimento de um estado da Palestina independente, cuja capital seria Jerusalém ocidental.

Curiosamente, não haverá delegações nem da Palestina nem de Israel nessa reunião. Se forem obtidos resultados esperados, a França irá promover uma cúpula internacional, que então convidará líderes israelenses e palestinos.

GospelPrime

Israel está preparado para invasões aéreas da Rússia

Sobrevoos de caças sobre a fronteira com a Síria preocupam
Quando a Rússia decidiu entrar de vez na guerra contra os jihadistas do Estado Islâmico, Israel logo se preocupou. O premiê Benjamin Netanyahu viajou às pressas a Moscou para certificar-se das intenções.

Contudo, os voos da força aérea russa sobre as colinas de Golã, na fronteira de Israel com a Síria, tem deixado os líderes israelenses preocupados. Afinal, a Rússia invadiu esta semana o espaço aéreo da Turquia e causou um grande incidente diplomático.

Além disso, os EUA, maior aliado de Israel, tem afirmado que as atividades russas na região são “invasivas”. Especialistas ocidentais não veem como Israel pode impedir que a Rússia forneça cobertura aérea para as forças sírias e do Hezbollah, aliado ao governo do Líbano.

Especialmente, porque já foi comunicada a existência de soldados iranianos envolvidos no combate.

Forças leais ao governo da Síria, junto com o Hezbollah e as forças iranianas lançaram uma ofensiva terrestre com cobertura aérea russa contra os rebeldes sírios na região de Hama. Em abril, o presidentePutin fez ameaças veladas a Israel por causa da venda de armamentos a Ucrânia, que estava combatendo forças russas.

O comandante russo, general Nikolay Bogdanovsky não fez segredo da intenção de Moscou de usar o seu poder aéreo contra alvos rebeldes em batalhas que ocorrem perto da fronteira israelense.

De acordo com o site Debka, Israel está preparado para esse cenário de guerra. Há rumores que uma nova investida sírio-libanesa-russa-iraniana está programada para começar na área de Quneitra, em frente ao Golã israelense. A junção desses exércitos não tem paralelo na história e remete ao possível cumprimento de profecias.

Dois meses atrás, o governo iraniano divulgou um vídeo falando de seus planos de invadir Israel numa coalizão de forças com seus aliados.

Para o governo sírio, as Colinas de Golã, que foram retomadas por Israel na Guerra de 1967, é “território ocupado”. Ou seja, eles reconhecem a soberania israelense sobre a região e poderiam aproveitar a ocasião para tentar retomar seu controle. Outro fato que chama atenção e renova o interesse pelas Colinas é a divulgação recente da descoberta de uma grande quantidade de petróleo no local.

GospelPrime

Empresa fabrica arma com versículo da Bíblia para não ser usada por terroristas muçulmanos

Ben 'Mookie' Thomas, porta-voz da empresa, disse que a ideia surgiu depois de ouvir notícias de que o Estado Islâmico estava usando armas fabricadas nos EUA, tomadas de soldados iraquianos.

O Salmo 144: 1, impresso em sua lateral, diz: "Bendito seja o Senhor, a minha Rocha, que treina as minhas mãos para a guerra e os meus dedos para a batalha".

Um fabricante de armas da cidade de Apopka, na Flórida (EUA), criou uma linha de rifles com símbolos cristãos. A intenção da empresa é que as armas nunca sejam usadas ​​por terroristas muçulmanos.

A arma "Crusader", vendida pela Spike's Tactical por US$ 1.395, tem uma grande cruz dos Cavaleiros Templários — um símbolo das cruzadas cristãs para recuperar a Terra Santa dos muçulmanos —, além do Salmo 144: 1 impresso em sua lateral, que diz: "Bendito seja o Senhor, a minha Rocha, que treina as minhas mãos para a guerra e os meus dedos para a batalha".

O seletor de segurança que controla o gatilho da "Crusader" tem três configurações: Paz, Guerra e a Vontade de Deus 

Ben 'Mookie' Thomas, porta-voz da empresa e ex integrante da marinha americana, disse que a ideia surgiu depois de ouvir notícias de que o Estado Islâmico estava usando armas fabricadas nos EUA, tomadas de soldados iraquianos. 

Ele afirma que a mensagem e o símbolo inscritos na arma de fogo irá bloquear muçulmanos fiéis em tomá-las.

Mas a novidade gerou críticas de grupos islâmicos americanos, que questionam o motivo por trás do projeto. Hasan Shibly, diretor do Conselho de Relações Americano-Islâmicas da Flórida, questionou: 

"É projetado para terroristas muçulmanos ou cristãos?" 

Ele também alegou que dos 205 fuzilamentos em massa nos EUA este ano, apenas um foi realizado por um muçulmano. 

A empresa insiste que não quer irritar a nenhum grupo, mas querem produzir uma arma que envolva valores cristãos, enquanto o mundo se depara com a ascensão do Estado Islâmico. 

guiame

Em plena guerra da Síria, casal de refugiados se apaixona e casa em igreja bombardeada

SRIA CASAMENTO
Um conflito que dura mais de quatro anos, e que custou a vida de mais de 220 mil pessoas. Mesmo no meio de tanta tristeza e brutalidade, ainda há espaço para o amor.

Fadi e Rana perderam suas casas, em Homs, durante o conflito e foram obrigados a deixar a cidade e suas vidas para trás. No último dia 12 de julho, no entanto, os dois se casaram em uma cerimônia emocionante na igreja St. 

George, que assim como a imensa maioria do país, foi destruída em bombardeios. Foi o primeiro casamento no local desde os ataques. 

Eles voltaram para a cidade há pouco tempo, mas se conheceram durante atividades da agência para refugiados da Organização das Nações Unidas. Três meses depois do encontro os dois, que cresceram no mesmo bairro mas nunca haviam se encontrado antes, estavam noivos. 

De volta à cidade natal, eles abriram um pequeno negócio que possibilitou que os noivos pagassem a festa, alugassem uma nova casa e comprassem móveis para começar novamente a vida. 

"Eu estou feliz em ver meu antigo bairro florescendo novamente, o que foi uma vez o movimentado centro de Homs", contou Fadi à ONU.

Felicidades aos noivos! :) 

BrasilPost

17 fotos históricas de crianças brincando na guerra

Um dos piores aspectos da guerra é o efeito devastador dos combates sobre as vidas das crianças. Elas não têm nenhuma responsabilidade sobre o conflito, mas ainda assim sofrem o impacto do trauma e da violência em escala inimaginável.

Até mesmo hoje, com leis e convenções internacionais que protegem os direitos de crianças em áreas de conflito, muitas delas sofrem. Estima-se que 14 milhões de crianças sejam afetadas pela guerra no Iraque e na Síria, segundo a ONU. 

Os conflitos ameaçam não só a saúde e a felicidade dos jovens, mas também sua capacidade de vivenciar a infância. As fotos abaixo, porém, mostram que a vontade de brincar une as crianças em épocas de guerra, ao redor do mundo e ao longo da história.


























Criança brincam em área destruída por bombardeios em Berlim, depois dos combates na cidade em 1945.


























Crianças palestinas brincam nos destroços de casas destruídas em bombardeios aéreos israelenses, no bairro Shejaiya, na Cidade de Gaza, 6 de janeiro de 2015.


























Crianças londrinas pulam corda vestindo máscaras de gás em alojamento temporário na costa sul da Inglaterra, em 1940.
























Crianças sírias brincam em carro destruído no centro de Kobani (Ayn al-Arab), em 18 de fevereiro de 2015. A cidade acabara de ser libertada das forças do Estado Islâmico.


























Meninas brincam de boneca em rua de Munique, alheias à coleção de morteiros na frente de casa.
Crianças brincam em carrossel destruído na cidade de Aleppo, no norte da Síria, 8 de janeiro de 2015.
Crianças brincam no playground usando máscaras de gás, por volta de 1940.
Crianças brincam no pátio de um edifício destruído no centro de Kobani (Ayn al-Arab), na Síria, 18 de fevereiro de 2015.
Meninos brincam em balanço improvisado num poste em meio aos destroços causados por um bombardeio sobre Londres, por volta de 1940.


Crianças palestinas brincam em uma rua do bairro Beit Hanun, no norte d
Gaza, durante o feriado muçulmano de Eid al-Adha, 4 de outubro de 2014.

























Soldado americano ajuda na brincadeira de pular corda de crianças inglesas, 1944.























Crianças palestinas brincam perto de prédio destruído no conflito de 50 dias entre Israel e o Hamas, no bairro de Shejaiya, Cidade de Gaza, 27 de janeiro de 2015.
























Meninas treinam primeiros-socorros em bonecas no sudeste de Londres durante a Segunda Guerra Mundial, 6 de outubro de 1940























Meninos afegãos jogam futebol perto de um cemitério no alto de um morro de Cabul, 12 de abril de 2014.

Brasil Post

Menina síria comove internautas ao confundir câmera com arma

Imagem da criança erguendo as mãos em forma de rendição foi compartilhada no Twitter por fotojornalista

Uma menina síria de quatro anos levantou as mãos ao confundir a câmera de um fotojornalista com uma arma e acabou comovendo o mundo. O registro foi postado no Twitter pela fotógrafa Nadia Abu Shaban e recebeu mais de 2 mil curtidas e 6 mil retweets.

Na rede social, ela explica que a criança pensou que o fotógrafo estava segurando uma arma quando apontou a câmera em sua direção e pôs as mãos para o alto


Mais de sete milhões de sírios já deixaram suas casas e mais de 200 mil já morreram desde o início da guerra civil iniciada em março de 2011.

Agências Internacionais/Terra

Com ajuda do Irã, Iraque ataca grupo Estado Islâmico

A ofensiva do exército iraquiano contra o grupo Estado Islâmico em Tikrit foi a mais importante desde junho do ano passado.
Na operação de desta segunda-feira (2), o Iraque contou com 30 mil homens em solo além do apoio aéreo da coalizão internacional. A artilharia do Irã também engrossou os ataques contra os extremistas que controlam grandes partes do território do Iraque.

As forças antijihadistas reúnem soldados do exército iraquiano, a polícia, unidades especiais contra o terrorismo, voluntários xiitas e tribos locais sunitas que se aliaram contra a invasão do grupo Estado Islâmico.

A artilharia do Irã também participou da operação. Os Estados Unidos, porém, não integraram os esforços desta segunda-feira. Segundo o Pentágono, eles não foram acionados.

De acordo com informações oficiais, o lado iraquiano venceu batalhas importantes, mas encontraram bastante resistência do lado inimigo. A retomada de Tikrit, que fica a 160 km a norte de Bagdá, é considerada essencial na estratégia para derrotar o grupo Estado Islâmico. A cidade está sob controle dos extremistas desde junho do ano passado.

Diante desse quadro, os ataques contra o grupo Estado Islâmico têm dois objetivos: liberar a cidade e também toda a província vizinha. Assegurar o retorno dos refugiados e também usar a região como plataforma para a liberação de Mossul são outras metas das forças iraquianas. Mossul é a segunda cidade mais importante do Iraque e também está sob controle dos extremistas.

Fonte: RFI

Ex-muçulmano fala sobre Israel: "É lindo acordar sem esse ódio”

Despertar - "Porque Ele mudou minha vida para melhor, você sabe. É lindo acordar sem esse ódio, sem essa raiva. Eu me sinto tão feliz e tão abençoado", disse ele.

A guerra entre Israel e o Hamas, movimento fundamentalista islâmico da Palestina, provocou grandes protestos na Europa e expôs uma epidemia crescente de anti-semitismo – o sentimento de ódio por Israel.

Kasim Hafeez é um paquistanês muçulmano nascido e criado no Reino Unido.

"Eu fui criado em torno de um sentimento anti-Israel, especialmente por influência do meu pai", disse Hafeez. 

Durante a universidade, Hafeez fez parte de protestos contra o Estado de Israel, e estava disposto a morrer pela Palestina. "Meu pensamento era este: não havia um Estado Palestino. Os judeus vieram da Europa, roubaram a terra, e deram o nome de Israel", disse Hafeez.

Ao ler o livro “Em defesa de Israel”, de Alan Dershowitz, para ter argumentos suficientes para rebater os judeus, Hafeez ampliou sua visão sobre a nação. "Eu não tinha ideia dos fatos mais básicos sobre Israel e o povo judeu. Um dos fatos básicos que me deparei foi que o Estado Palestino nunca existiu", acrescentou.

Hafeez disse que os muçulmanos se recusam a aceitar a existência de Israel no meio do mundo árabe. "É muito triste ver que a causa anti-Israel tem se tornado muito popular em todo o mundo. E se você não concorda com isso, é como se fosse um traidor. E ninguém quer ser visto dessa forma”.

"Uma das coisas mais frustrantes dentro da comunidade muçulmana para mim é que nós temos um duplo padrão", disse ele. "Enquanto nós julgamos Israel e América por um padrão, que nos recusamos a aplicar a nós mesmos."

Hafeez foi questionado se achava que Deus tinha desempenhado um papel na abertura de seus olhos. "Acredito que as coisas não acontecem por acaso, tudo acontece por uma razão. Eu acredito que eu estou em um caminho particular, eu não sei em que destino vou terminar, mas sinto que sou muito abençoado por estar onde eu estou", disse.

"Porque Ele mudou minha vida para melhor, você sabe. É lindo acordar sem esse ódio, sem essa raiva. Eu me sinto tão feliz e tão abençoado", disse ele. "É Deus? Eu não sei. Talvez. É muito difícil de dizer."

Fonte: Guiame, com informações de Charisma News
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