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Mudança da embaixada do Brasil para Jerusalém é uma questão de tempo

Uma fonte do governo israelense garantiu ao jornal Times of Israel neste sábado (29) que a embaixada do Brasil de Tel Aviv para Jerusalém era “uma questão de tempo”, e que o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e o presidente eleito brasileiro Jair Bolsonaro haviam discutido o assunto durante a reunião de sexta-feira.

“A situação é semelhante à declaração do [presidente dos EUA], Donald Trump”, que planejava transferir a embaixada dos Estados Unidos em dezembro de 2017, disse a fonte. “Ele declarou isso, mas acabou fazendo isso mais tarde.” A mudança da embaixada dos EUA ocorreu em maio de 2018, seis meses depois do primeiro anúncio oficial de Trump sobre o tema após ser eleito.

Netanyahu chegou ao Brasil na sexta-feira, acompanhado por sua esposa Sarah e o filho Yair. A família participará junto com outros líderes estrangeiros da posse de Bolsonaro, em Brasília, dia 1º.

“Vamos começar um governo difícil a partir de janeiro, mas o Brasil tem potencial”, disse Bolsonaro no encontro com o premiê, anunciando que deve fazer uma visita a Israel em breve. “Mais do que parcerias, sermos irmãos no futuro, na economia, em tecnologia, em tudo aquilo que possa trazer benefícios para os dois países”, disse o presidente eleito, elogiando Netanyahu, o primeiro mandatário israelense a visitar o Brasil.

Após o encontro, Netanyahu classificou sua visita de “histórica”, e também falou de “irmandade” e “aliança” com o Brasil. “Através de nossa cooperação mútua, enormes benefícios serão criados para nossos dois povos”, disse. “É difícil acreditar que não tivemos tais contatos antes”, acrescentou.

Antes de sair de Israel rumo ao Rio de Janeiro, Netanyahu disse à imprensa de seus país que “com certeza falarei sobre a embaixada em nosso primeiro encontro”. Contudo, nenhuma declaração sobre o tema foi divulgada até o momento.

A fala do oficial israel ecoa o que havia garantido o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL/SP) em novembro. Durante uma visita aos EUA, comentando sobre a mudança da embaixada, ele garantiu: ““A questão não é perguntar se vai [ocorrer], a questão é perguntar quando será”.

GospelPrime

Israel é atingido por mais de 180 foguetes disparados por militantes palestinos


Fumaça subindo após um ataque aéreo israelense na Cidade de Gaza. (Foto: AFP/Mahmud Hams)



Mais de 180 foguetes e morteiros foram disparados de Gaza contra Israel nesta quarta-feira (8) atingindo Berseba, a maior cidade do sul do país. Mais de 30 foguetes foram interceptados pelo sistema de defesa antimísseis e maior parte das bombas explodiu em áreas abertas.

O ataque foi uma demonstração de força por militantes palestinos, horas depois de uma autoridade árabe dizer que o fim do conflito na fronteira poderia estar próximo. Em retaliação nesta quinta-feira (9), o Exército de Israel atingiu mais de 150 instalações pertencentes ao Hamas, grupo islâmico que controla Gaza.

Sete pessoas ficaram feridas no sul de Israel, de acordo com militares israelenses. Uma grávida palestina, seu filho de 18 meses e um militante do Hamas, foram mortos e pelo menos cinco civis ficaram feridos, segundo autoridades médicas locais.

Pela primeira vez desde a guerra de 2014, sirenes de alerta de foguetes soaram em Berseba, uma cidade de 200 mil habitantes localizada a 40 quilômetros da Faixa de Gaza.

A série de ataques ocorreu depois que autoridades palestinas e israelenses falaram sobre uma possível trégua nos meses de violência na Faixa de Gaza, em um esforço mediado pelas Nações Unidas e Egito.

“Facções da resistência consideram esta escalada encerrada no que nos diz respeito, e a continuidade da calma depende do comportamento da ocupação”, afirmou uma autoridade palestina sob condição de anonimato, usando o termo das facções militantes para Israel.

Antes do incidente de Berseba, autoridades israelenses disseram que o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, deveria realizar uma sessão no gabinete de segurança para evitar conflitos.

O enviado da ONU para o Oriente Médio, Nickolay Mladenov, alertou que “a situação pode se deteriorar rapidamente, com consequências devastadoras para todas as pessoas”.

Guiame

Israel se declara um Estado exclusivamente judeu


Povo judeu celebra lei do parlamento com bandeiras em Israel. (Foto: United with Israel)





A decisão foi tomada após a aprovação de um projeto de lei em uma votação no parlamento israelense.
Nesta quinta-feira (19), o parlamento israelense aprovou um projeto de lei que define o país como um Estado-nação judeu, o que poderá ajudar a impulsionar o caráter judaico de Israel e até mesmo servir como uma resposta às recentes resoluções aprovadas contra a nação na ONU, que buscam cortar relações dos judeus com locais considerados sagrados em Jerusalém, como o Monte do Templo e o Muro das Lamentações.

A notícia foi celebrada pelo site Breaking Israel News com a citação da passagem bíblica de Gênesis 17:8, que diz: "Toda a terra de Canaã, onde agora você é estrangeiro, darei como propriedade perpétua a você e a seus descendentes; e serei o Deus deles".

Essa legislação vem logo após os Estados Unidos transferirem sua embaixada para Jerusalém, reconhecendo-a como capital da nação, que foram seguidos de perto pela Guatemala. Além disso, outros países que consideram a possibilidade de fazerem o mesmo com suas embaixadas incluem a Eslováquia, a Rússia e o Brasil. Talvez isso mostre, com a maioria dos judeus do mundo atualmente vivendo em Israel e agora um governo consagrando o caráter judaico do país, que esta nação vive dias muito importantes para a sua própria história.

Antes mesmo de ser aprovado, o projeto de lei recentemente fez manchetes em todo o mundo, enquanto o Comitê de Constituição, Lei e Justiça do Knesset, liderado pelo Likud MK Amir Ohana, se reunia para discutir a Lei do Estado-nação em 10 de julho, recebendo críticas generalizadas do presidente israelense Reuven Rivlin e Natan Sharansky, presidente da Agência Judaica de saída.

Depois de horas de debate, o projeto foi aprovado com 62 votos a favor, 55 contra e duas abstenções.

A aprovação também foi comemorada pelo primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu. "Ultimamente, há pessoas que estão tentando desestabilizar os fundamentos da nossa existência e dos nossos direitos. Então, hoje nós fizemos uma lei em pedra. Este é o nosso país. Esta é a nossa língua. Este é o nosso hino e esta é a nossa bandeira. Viva o estado de Israel", celebrou.

O texto da Lei
A Lei Básica informa o sistema legal de Israel, muito parecido com uma Constituição, e é mais difícil de revogar do que a lei ordinária. Até agora, as Leis Básicas de Israel se relacionam com instituições estatais e caráter democrático, em vez de sua identidade nacional judaica.

Seções já consagradas na lei ordinária incluem a Lei do Retorno (imigração judaica), o nome do estado, os símbolos do estado (a bandeira e o hino nacional), a Lei de Jerusalém, o calendário, feriados nacionais e o sábado.

Uma nova cláusula no projeto de lei permite que Israel “autorize uma comunidade composta de pessoas que tenham a mesma fé e nacionalidade para manter o caráter exclusivo daquela comunidade”.

O projeto Estado-nação foi apresentado pela primeira vez em 2009-2010 por vários membros do Knesset, incluindo Avi Dichter, do partido Kadima, que obteve a ideia do Instituto de Estratégias Sionistas, um instituto de pesquisa e política israelense com o objetivo de preservar Israel como “um Estado judeu democrático e viável”.

Benjamin Netanyahu tem alertado sobre os constantes ataques sofridos por Israel, com o aval da ONU. (Foto: Reuters)

Democracia ou Direitos Assegurados?
Os proponentes da legislação argumentam que Israel estava renunciando à sua natureza judaica por sua natureza democrática, e é hora de os dois se colocarem em pé de igualdade - ou com sua identidade judaica eclipsando sua identidade democrática.

Yishai Fleisher, radialista de uma emissora israelense e porta-voz internacional da comunidade judaica em Hebron, disse ao Breaking Israel News: “De muitas maneiras, essa lei é o que você pensaria que Israel é de qualquer maneira, que Israel é o Estado-nação de Israel, do povo judeu. O projeto do Estado-nação não é mais do que uma redefinição da Declaração de Independência de Israel, que define tão claramente qual é o objetivo de Israel”.

Fleisher vê a identidade judaica de Israel e a democracia como valores conflitantes, um da antiga Judeia e outro do império grego ocidental. Israel, como o único Estado judeu, deveria priorizar sua identidade judaica, disse Fleisher.

"Um dos grandes erros foi que nós promovemos Israel como judeu e democrático, como se esses dois valores fossem iguais", destacou.

Ele relatou que, embora a democracia possa ter valores belos, "a democracia é uma palavra grega - ela reflete os valores gregos e é muito difícil fazer com que esses dois sistemas muito diferentes de pensamento sejam iguais".

"Em primeiro lugar, para mim, sempre foi óbvio que Israel é um Estado cujo trabalho é proteger o povo judeu. Em segundo lugar, ser uma incubadora de valores e cultura judaica e em terceiro lugar ser um país que é uma luz para as nações", acrescentou.

Mas os dissidentes da legislação afirmam que Israel deveria estar comprometido com a igualdade total para todos os cidadãos, incluindo as minorias, e ver a Declaração de Independência de Israel como uma consagração da democracia.

Minorias
O Dr. Amir Fuchs, chefe do Programa Defensor dos Valores Democráticos do Israel Democracy Institute disse ao Breaking Israel News: “A cláusula inicial que determina que Israel é um Estado-nação e tem o direito à autodeterminação [é um novo princípio]. Isso está ancorado na Declaração da Independência, mas atualmente não está escrito em nenhuma Lei Básica, exceto pela definição de 'judeu e democrático".

Em contraste, disse ele, o projeto de lei afirma que Israel é o lar nacional do povo judeu sem garantir o princípio de igualdade para todos os seus cidadãos, conforme definido na Declaração de Independência.

"Isso cria um desequilíbrio entre os valores judaicos e democráticos", afirmou, acrescentando que "o árabe é rebaixado de uma língua oficial do estado para uma língua que goza de status especial".

Mas Fleisher afirmou que, embora Israel garanta os direitos civis das minorias, não deve garantir os direitos nacionais destas.

"Ninguém está tirando os direitos civis de outras pessoas. Israel está em uma região de 400 milhões de árabes, que vivem em 22 países árabes, para não mencionar milhões de muçulmanos no Irã e na Turquia. Eles têm esses estados estabelecidos principalmente como estados étnicos e religiosos e temos esse pequeno Estado que está aqui para ser um protetor dos judeus, uma fonte de autonomia em sua região", explicou.

Ele continuou: “Israel não está aqui para criar uma democracia árabe ou promover os valores de outras pessoas ou colocar todos em pé de igualdade. Está aqui para promover um grupo de pessoas que precisam de proteção neste mundo e precisam ter um lugar para que sua cultura cresça e tenha sucesso"

Guiame

Israel oferece ajuda ao Irã, enquanto a nação islâmica sofre pior seca em 50 anos

Sabendo da grande seca que o Irã está sofrendo atualmente, Israel criou um site em farsi (idioma iraniano), revelando suas técnicas de reaproveitamento de água.
Os líderes do Irã dizem que o país enfrenta sua pior seca em 50 anos. Isso significa que milhões enfrentarão escassez de água a menos que algo mude. Mas o Irã está recebendo uma oferta de ajuda de outra nação do Oriente Médio, e esta oferta está soando de forma um tanto "inusitada". Considerado um dos principais alvos dos ataques iranianos, Israel está oferecendo fornecimento de água ao país em crise.

Por outro lado, o Irã celebrou na última sexta-feira, 08, o que chama de Dia dos Al-Quds. É um ritual anual, realizado desde que o aiatolá Khomeini assumiu o controle em 1979.

Nos milhares de al-Quds do Irã - ou em Jerusalém - milhares de pessoas gritam "Morte a Israel" enquanto queimam bandeiras dos EUA e de Israel e desfilam efígies do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.

É apenas mais uma prova do objetivo do Irã de destruir o Estado judeu. Mas no meio de todo esse ódio, Netanyahu está se oferecendo para ajudar o povo iraniano.

Em um pequeno vídeo postado no YouTube, Netanyahu se senta a uma mesa. Ele serve um copo de água e toma um gole.

"Hoje, vou fazer uma oferta sem precedentes para o Irã. Isso está relacionado à água", disse Netanyahu. "O povo iraniano é vítima de um regime cruel e tirânico que lhes nega água vital. Israel está ao lado do povo iraniano e é por isso que eu quero ajudar a salvar incontáveis ​​vidas iranianas. Veja como".

Netanyahu explicou que teve acesso a dados de que a maior parte do território iraniano atualmente sofre com algum nível de seca.

“A organização meteorológica do Irã diz que quase 96% do Irã sofre com algum nível de seca. Issa Kalantari, um ex-ministro da Agricultura iraniano, disse que 50 milhões de iranianos podem ser expulsos de suas casas devido a danos ambientais; 50 milhões ”, Netanyahu exclamou.

Netanyahu apontou que Israel também enfrenta desafios relacionados à água e desenvolveu tecnologias de ponta para resolver esses desafios.

“Israel recicla quase 90% de suas águas residuais. Isso é muito mais do que qualquer outro país da Terra. Nós inventamos a irrigação por gotejamento. Nossa tecnologia visa plantas individuais com exatamente os nutrientes de que precisam para cada planta", explicou.

“Israel tem o conhecimento para evitar uma catástrofe ambiental no Irã. Eu quero compartilhar essa informação com o povo do Irã. Infelizmente, o Irã proíbe os israelenses de visitá-los, então teremos que ser criativos”, acrescentou.

Para alcançar o povo iraniano, Israel lançou um site na língua persa (farsi) do Irã, fornecendo planos detalhados sobre como os iranianos podem reciclar a água residual, economizar e alimentar suas famílias.

Enquanto os líderes do Irã previsivelmente rejeitaram o apelo de Netanyahu, Boaz Ganor, fundador e diretor executivo do Instituto Internacional de Contra-Terrorismo no Centro Interdisciplinar, Herzliya vê isso como um gesto significativo de um povo para outro.

“Eu acho que esta foi uma declaração muito importante vinda do primeiro-ministro israelense para o povo do Irã, que não estamos apenas prontos para renovar nossa amizade entre as nações, estamos prontos para ajudá-los em qualquer coisa que eles achem útil que Israel ajude. eles gostam de recursos hídricos ”, disse Ganor à CBN News.

“O regime iraniano grita a morte a Israel. Em resposta, Israel grita a vida para o povo iraniano”, disse Netanyahu.

Guiame

Especialista sobre Israel diz que as profecias estão se cumprindo de forma rápida


O autor Doug Hershey comparou Israel no período antigo e nos dias atuais. (Foto: Reprodução/CBN News)



No momento em que Israel completa 70 anos desde sua independência, o cumprimento de muitas profecias é notado por especialistas. O antes e depois que marcam a história de Israel já estava previsto pelos profetas bíblicos.

Há 150 anos, o autor Mark Twain descreveu Israel como um “país desolado”, “silencioso” e “triste”. Hoje outro autor, Doug Hershey, fez uma comparação do país naquele período e nos dias atuais e ficou impressionado com as mudanças.

Hershey e sua equipe escolheram 200 fotografias de Israel datadas entre 1880 e 1940 a fim de comparar com Israel antigo com o moderno. As imagens estão registradas em seu novo livro Israel Rising: The Land of Israel Reawakens.

O livro se baseia na promessa descrita em Ezequiel 36:8, que diz: “Mas vocês, ó montes de Israel, produzirão galhos e frutos para o meu povo Israel, pois ele logo virá para casa”.

“Achamos que a profecia era para reis, pessoas ou nações. Mas Ezequiel está profetizando para a terra, quando Israel voltar como uma nação — ramos produzirão frutos, cidades devastadas serão reconstruídas, pessoas e animais serão multiplicados e a terra será cultivada e semeada”, disse Hershey à CBN News.

Universidade Hebraica de Jerusalém no Monte Scopus entre 1925-1945. (Foto: Reprodução)

Universidade Hebraica de Jerusalém no Monte Scopus em 2016. (Foto: Reprodução)

“Estamos vivendo um tempo muito profundo na história. Vivemos em um tempo onde as profecias de Isaías, Ezequiel e Jeremias de 2.700 anos atrás, que estavam adormecidas por tanto tempo, estão se cumprindo”, acrescentou o autor. “A promessa mais repetida nas escrituras é que Deus trará seu povo de volta à terra e isso quando acontecer, haverá mudanças dramáticas e as veremos”.

Hershey acredita que a própria terra de Israel parecia estar esperando pelo retorno de seu povo. “Esta terra foi conquistada 15, 20 vezes diferentes. Ela nunca se tornou uma pátria para nenhum outro grupo de pessoas e a terra nunca produziu para nenhum outro grupo de pessoas. Quando Israel voltou, de repente, as vastas terras desertas passaram a produzir flores e frutos”.

“Isaías 27 afirma que quando Israel voltar, Jacó se enraizará e encherá a terra de frutas. E por muitos séculos os crentes têm lido isso como um fato alegórico ou espiritual, mas como estamos vendo hoje, é muito literal. Está acontecendo agora”, observa o autor.

No momento em que Israel celebra seu 70º aniversário, Hershey vê um milagre. “Israel é o relógio de Deus, como muitas pessoas disseram e acredito nisso também. Muito está acontecendo aqui num período muito curto de tempo e, para mim, é um dos mais profundos milagres de nossos dias”, destaca.

Guiame

Arqueólogos de Israel revelam descobertas que remetem a relatos bíblicos

Provável local descrito em Atos 8 foi escavado em uma colina de Jerusalém
Um novo sítio arqueológico “extraordinariamente belo” foi inaugurado em Jerusalém, onde foram feitas descobertas que remetem a relatos bíblicos.

A Autoridade das Antiguidades de Israel autorizou a abertura de um parque natural na quarta-feira (31), perto de Jerusalém, após cinco anos de escavações em Ein Hanya, a segunda maior fonte de água natural da Judeia.

Trata-se de um local importante na história do cristianismo e por pertencer à uma igreja, o acesso ao local será gratuito.

Os arqueólogos apresentaram algumas das descobertas feitas no local, incluindo uma coluna típica das estruturas reais do período do Primeiro Templo – cerca de 2.400 a 2.800 anos atrás – o que pode indicar que ali funcionou alguma estrutura ligada ao reinado de Salomão.

As obras de escavações e conservação foram realizadas entre 2012 e 2016, no espaço do Parque Nacional do Vale de Refaim. A cerimônia de inauguração contou com a participação de Ze’ev Elkin, ministro da proteção ambiental e dos assuntos de Jerusalém, o prefeito de Jerusalém Nir Barkat; e Sevan Gharibian, responsável pelo Patriarcado Apostólico Armênio de Jerusalém, que é dono da área.

A maior descoberta foi um grande sistema de piscinas naturais. Segundo Irina Zilberbod, diretora de escavação da IAA, elas faziam parte de um complexo espaçoso de uma antiga igreja que funcionou no local no período bizantino. Ela explicou que embora fosse “difícil precisar para o que era utilizada a grande piscina”, o mais provável é que era para cerimônias de batismo”.

“Acreditamos que alguns dos primeiros escritores cristãos identificaram Ein Hanya como o local onde o eunuco etíope foi batizado, conforme descrito em Atos 8:26-40”, disse o arqueólogo, Dr. Yuval Baruch.

“O batismo do eunuco por Filipe foi um dos principais acontecimentos na propagação do cristianismo”, disse ele. “Portanto, identificar o lugar onde isso ocorreu despertou a atenção de estudiosos por muitas gerações. Não é de admirar que este local ainda seja de propriedade dos cristãos e continue sendo usado para cerimônias religiosas, tanto da Igreja Armênia como da Igreja etíope”.

Além de fragmentos de cerâmica, chama atenção a relação com uma moeda de prata, um dracma grego do século IV aC, uma das mais antigas já encontrada em escavações em Jerusalém. 

Com informações de Times of Israel

Oração pelo Brasil em Israel


Brasileiro ora ao lado de judeu no Muro das Lamentações. (Foto: Época)



Pastores sobrevoaram Jerusalém, orando pelo Brasil e também por Israel.
No dia 7 de Setembro o pastor Joel Engel sobrevoou a verdadeira capital de Israel, Jerusalém, com o propósito de abençoar e declarar a unidade entre as duas nações, Brasil e Israel.

O judeu Yaron, dono da empresa Eshet Incoming de passeios turísticos, foi o responsável por este voo, que ofertou ao pastor.

O reverendo Javier Montenegro, Diretor do Centro Bíblico Neguev, em Berseba, também participou do voo e deste ato profético para abençoar Israel e o Brasil. Montenegro representou Israel e Engel, o Brasil, simbolizando a unidade entre as nações, ligadas pela fé em Deus.

Mensagem ao povo judeu
Antes de voar Engel ministrou uma palavra ao povo de Israel e pediu para o judeu Yaron traduzir para o hebraico.

“O povo Brasileiro, especialmente os cristãos, ama Israel. Nós cremos no Deus de Israel e cremos em Gênesis 12 que diz que quem abençoar esta nação será abençoado da mesma forma que maldito serão os que a amaldiçoarem. E por amarmos e abençoamos, recebemos uma palavra profética de Deus para ungir a Terra Santa e Ungir esta geração Profética que vai preparar o caminho para Yeshua. Nesse momento em que Jerusalém vive o seu jubileu, Deus está levantando uma geração jubilar, a geração que irá ver o Messias voltando. 

Nós cremos em Jesus como Messias e que vai voltar nos ares. Isaías fala que devemos preparar o caminho para o Rei passar, ou seja, o Messias está chegando. João Batista preparou o caminho para Jesus caminhar aqui na Terra, mas agora Jesus virá nos ares, por isso escolhemos fazer este ato profético voando, porque nós somos a geração escolhida para preparar o caminho. Nós cremos que em Israel há uma geração de Profetas que irão receber essa mensagem e vão entender que foram chamados para neste tempo anunciar a vinda do Messias”, destacou Engel.

Ap. Joel também aproveitou sua mensagem para pedir perdão pelos recentes posicionamentos do governo Brasileiro contra Israel.

“Quero neste dia de oração também pedir perdão pelo Brasil, pois o governo brasileiro não abençoou Israel e não honrou como deveria. Porém como brasileiro e como ministro de Deus eu me coloco na brecha para pedir perdão pela nossa nação que desde que rejeitou Israel passou a passar crises. Neste dia que o Brasil comemora sua independência queremos pedir que Deus abençoe a nossa nação”, acrescentou.

O pastor também destacou a história de Oswaldo Aranha, que há 70 anos teve um voto decisivo para a criação do Estado de Irael.

“Quero lembrar aos judeus que há 70 anos um brasileiro chamado Oswaldo Aranha foi usado por Deus, como um profeta que preparou o caminho para que Israel voltasse para a sua terra. Hoje, próximo ao seu aniversário de 70 anos, uma data profética, uma bênção especial foi derramada: Jesus disse que essa geração não passará sem que todas essas coisas aconteçam. Então queremos hoje profetizar o encontro do Messias com o seu povo em Israel. Deus tem usado profetas, pessoas como Oswaldo Aranha, Schindler e tantos outros, para abençoar Israel. Hoje é a nossa vez de demonstrar o nosso amor por essa terra e abençoar este povo escolhido por Deus”, finalizou Engel.

Em 1h 10 min de voo o pastores puderam sobrevoar outras áreas de Israel, como a cidade de Jerusalém, o Mar Morto e TelAviv, entre outras localidades. Puderam apreciar o deserto, as plantações e as edificações das cidades.

Durante o voo, Joel Engel também declarou a volta de Jesus e o seu governo para todas as nações e todos aqueles que creem nele.

“Aqui entre nós já está acontecendo essa unidade entre judeus e gentios”, declarou.

O Pastor Javier Montenegro também agradeceu a Deus por esta oportunidade única em sua vida: “Damos graças ao Senhor por estarmos fazendo esse voo por todo Israel, um ato profético para abençoar essa terra”.

“Eu quero abençoar a todos que estão participando deste ato profético com a gente e declarar que todas as ofertas enviadas pelos pastores e líderes estão subindo ao Trono da Graça e da provisão do Senhor”, acrescentou.

*O conteúdo do texto acima é de total responsabilidade do autor e não reflete necessariamente a opinião do Portal Guiame.

Guiame

“Sobrevivemos a Faraó, vamos sobreviver à ONU também”, diz ministra em Israel


A Ministra de Justiça denunciou a última resolução da ONU sobre Israel. (Foto: Reprodução).



Ayelet Shaked alertou sobre a nova resolução da ONU que prejudica o Estado de Israel.
A Ministra de Justiça de Israel disse que uma decisão do Conselho de Segurança da ONU, tomada essa semana, é um retrocesso para a história judaica. Ayelet Shaked se colocou contra a Resolução 2334 do Conselho de Segurança das Nações Unidas. O texto ordena Israel a suspender todos os edifícios que recebem refugiados no "território palestino" da Judéia e Samaria.

"Feliz Hanukkah para toda a nação judaica", disse Ayelet. "A resolução do Conselho de Segurança da ONU aprovada antes do Hanukkah nos lembra a nossa história, mas desta vez somos fortes o suficiente e essa decisão não afetará nosso poder", declarou.

"Há algo muito triste e lamentável na votação do Conselho de Segurança, em relação a resolução anti-israelense. O mundo incentivou. Este é o momento que mostra toda a putrefação na ONU. Milhares de homens, mulheres e crianças estão sendo mortos na Síria, e essa organização nem sequer levanta a mão para ajudar”, denunciou.

"Mas quando se trata de prejudicar o estado judeu, eles fazem alguma coisa. E a Síria está protegendo isso, porque não há resoluções contra a última atualização, mas se for contra o único país democrático do Oriente Médio há dezenas de resoluções. Sobrevivemos ao Faraó, também vamos sobreviver a isso", concluiu Ayelet.

Os comentários da ministra combatem o fato do Tribunal Supremo decidir que os requerentes de asilo podem ser deportados para Ruanda e Uganda, mas não podem ficar presos por mais de dois meses se eles se recusarem a ir.

O Hanukkah, citado por Ayelet, celebra a “vitória da luz sobre a escuridão”, da pureza sobre a degeneração e da espiritualidade sobre o materialismo, além de marcar a luta dos judeus contra os seus opressores pelo direito de praticar sua religião livremente. A festa tem início no 25º quinto dia do Kislev, ou seja, o nono mês do calendário hebraico (que coincide com os meses de novembro ou dezembro).

Guiame

Ato Profético em Israel

No dia 23 de agosto, Joel Engel estará viajando para Israel onde fará uma jornada profética de orações e jejum em favor do Brasil.

A exatamente um mês da Escola Profética Unção de Elias, as orações se intensificam ainda mais. As caravanas e toda a logística do encontro que vai para a sua sexta edição, precisam ser colocadas debaixo das asas do Altíssimo. Além de convocar os seus guerreiros intercessores espalhados pelo Brasil, o Apóstolo Joel Engel, organizador e idealizador do evento, se consagra para buscar em Deus uma unção para esta geração.

Dessa forma, ele se retira em sua cabana por dias, no alto do Monte de Faxinal do Soturno, em jejum e propósitos com o Espírito Santo. Porém, nessa reta final, o retiro será em Israel, onde na próxima quarta-feira (23), o profeta irá buscar uma unção específica para este momento, a fim de levar os alunos a uma mudança de fase em suas vidas. 

Ato Profético na Terra Santa
Como um ato profético pelo Brasil, Engel deseja repetir o trajeto que os patriarcas de Israel fizeram no deserto. “Creio que tudo o que eu receber ali, como pai espiritual, eu poderei empartir (compartilhar) com os meus filhos. Abraão percorreu aquele caminho e pôde abençoar o seu filho Isaque. Este por sua vez, abençoou a Jacó, que gerou os príncipes que formaram a nação. Eu quero abençoar os meus filhos nessa caminhada, para que sejam levantados por Deus como príncipes no Brasil”, explicou. 

É Jubileu!
Não foi planejado no calendário humano, mas no calendário de Deus. A Escola Profética irá acontecer nos dias 23 e 24 de setembro, exatamente durante as comemorações do ano novo judaico. São 70 anos de existência da nação de Israel, e 50 anos da conquista de Jerusalém.

O mundo todo está na expectativa muito grande para esses dias. A sexta edição do evento começa bem no início da festa das Trombetas. Assim, o Shofar também será tocado em Santa Maria, em mais um ato profético que simbolizará o alinhamento entre o Brasil e Israel, para que a unção do jubileu venha sobre essa nova geração.

Como participar?
Em diversos locais da Terra Santa o Apóstolo Joel estará apresentando as ofertas e os pedidos de oração de quem desejar participar dessa viagem profética, mesmo que à distância. Tudo será registrado e compartilhado através das redes sociais. “Desde já eu abençoo a cada um dos meus filhos biológicos e espirituais, e suas famílias, intercessores e cada um que está junto conosco. Assim como Jacó trouxe a bênção para a sua descendência, eu quero, até a Escola Profética, trazer essa mesma bênção para todos. Até a volta! Encontro vocês nos dias 23 e 24 de setembro. Que Deus te abençoe em nome de Jesus”.

Mais informações pelo telefone (55) 3217-4744⁠ ou site www.escolaprofetica.com.br

Guiame

Palestinos admitem que Israel poderá construir Terceiro Templo no lugar das mesquitas

Classificado de “imaginário", edificação seria plano para “judaizar” Monte do Templo
Tayeb Abdel Rahim, principal assessor do presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, reclamou publicamente esta semana dos “planos da ocupação para judaizar Al-Quds [Jerusalém] e construir uma sinagoga em preparação para edificarem seu Templo imaginário”.

Segundo ele, “devemos ter cuidado… porque Netanyahu está ferido e tentará se vingar e completar seu plano… ele já abriu os portões para os colonos [judeus] profanar e contaminar nossos lugares sagrados e expulsar nosso povo”, discursou, falando em nome de Abbas.

Para o líder palestino, seria preciso a intervenção dos EUA para que se inicie logo um novo “processo de paz”.

Ao mesmo tempo, o primeiro-ministro da Autoridade Palestiniana Rami Hamdallah, veio a público reclamar que Israel está em campanha para “falsificação da história”, após as recentes resoluções da UNESCO reconhecerem apenas o direito dos muçulmanos ao Monte do Templo e ao Túmulo dos Patriarcas em Hebrom.

Os islâmicos ignoram a ligação judaica com esses lugares, apesar deles serem mencionados centenas de vezes no Antigo Testamento. Enquanto Israel comemora em 2017 os 50 anos da reunificação de Jerusalém, os palestinos emitiram um documento acusando-os de promover uma “falsificação da narrativa histórica da Cidade Santa”.

Na tentativa de causar intimidação, os palestinos estão pedindo a intervenção da “comunidade internacional” para protege-los e seus locais sagrados. Para isso, pediram que as Nações Unidas rejeitem qualquer proposta para a candidatura de Israel a cargos na organização, pois isso seria considerado um incentivo ao seu “colonialismo” e “desobediência ao direito internacional”.

Crise política e religiosa
As tensões entre Israel e Autoridade Palestina voltam a incluir questões religiosas. Geralmente, os líderes palestinos não abordam a possibilidade da construção do Terceiro Templo como algo plausível.

A última vez que isso aconteceu foi em 2013, quando um dos responsáveis islâmicos por Al-Aqsa alegou que os judeus planejavam destruí-la e para isso usavam produtos químicos para corroer os alicerces da mesquita para que ela desabasse.

A Mesquita de Al-Aqsa e o Domo da Rocha ficam no alto do Monte do Templo, local considerado sagrado por islâmicos. No mês passado, palestinos e israelenses tiveram disputas violentas em relação ao local, após o governo de Israel decidir aumentar a segurança e colocar detectores de metal e câmeras para coibir os ataques terroristas.


GospelPrime

Arqueólogos afirmam ter encontrado as jarras onde Jesus transformou água em vinho


As escavações foram acompanhadas pelo Dr. Yonatan Adler. (Foto: Reprodução).



Foi descoberta na Galileia uma enorme fábrica de pedras com mais de 2 mil anos. Os especialistas acreditam que este poderia ser o lugar onde foram feitos os jarros de pedra que mantiveram a água que Jesus transformou em vinho. "Uma caverna de pedra feita por mãos humanas foi descoberta recentemente entre Nazaré e a vila de Kana”, escreveu Amanda Borschel-Dan no site The Times De Israel.

Ela continua: “O que é surpreendente nesta escavação é a descoberta de uma oficina de grés, (um material feito a partir de argila de grão fino, plástica, sedimentária e refratária, se aproximando da cerâmica por suportar altas temperaturas). Em Israel, existem apenas quatro dessas”, pontuou.

Outro detalhe importante é o fato de que as argilas utilizadas na composição do grés não são tão brancas ou puras quanto as de porcelana. Isso significa que o material encontrado tem características que possibilita uma gama de cores e se tornam impermeáveis após a queima.

Os produtos finalizados foram comercializados em toda a região. (Foto: Samuel Magal/IAA)

Surpresa
A oficina foi descoberta por acaso, já que a construção de um centro esportivo havia se iniciado na área. "Até agora, os arqueólogos descobriram milhares de pedaços de pedra que foram escavados do interior de copos e tigelas quando foram formados", continua Amanda.

"O desperdício de produção indica que esta oficina fabricou principalmente canecas e tigelas manipuladas com vários tamanhos. Os produtos finalizados foram comercializados em toda a região na Galiléia. Já os nossos achados fornecem provas impressionantes de que os judeus eram escrupulosos em relação às leis da pureza", explicou o Dr. Yonatan Adler, professor principal da Universidade de Ariel e diretor de escavações da Autoridade de Antiguidades de Israel.

Confira as imagens da escavação:


Guiame

Arqueólogo confirma a existência de 53 personagens bíblicos

Argumentos incontestes atingem quem defende que “Bíblia é ficção”
Acreditar na veracidade da Bíblia em pleno século 21 é uma questão só de fé, certo? Não para Lawrence Mykytiuk, da Universidade de Purdue, em Indiana (EUA). Ele está divulgando o que chama de método para “desenvolver a historicidade” dos relatos.

Graças ao sistema criado por ele, 53 indivíduos citados no Antigo Testamento tiveram sua comprovação como personagens históricos genuínos. O professor Mykytiuk trabalha apenas com o que chama de “evidências materiais”.

Sua formação como bibliotecário e especialização em técnicas de catalogação aliaram-se ao seu interesse na Bíblia para fazer o que ele acredita que os arqueólogos deveriam estar fazendo há muito tempo: examinar inscrições de peças arqueológicas e combiná-las com o registro desses nomes na Bíblia.

O sistema elaborado por Mykytiuk baseia-se em três critérios: um nome bíblico deve equivaler a uma inscrição autêntica, sem possibilidade de falsificação. Os nomes – na Bíblia e na inscrição – devem corresponder em termos de configuração e no período de tempo. O último estágio, talvez o mais difícil, é procurar correspondências de pelo menos três detalhes específicos que identifiquem um indivíduo, como nome, título ou nome do pai.

“Se corresponde às menções nas Escrituras, é uma certeza inegável”, disse Mykytiuk. “Pode haver algumas pessoas com o mesmo nome ou até o nome do pai idêntico”, acrescentou, “mas o mesmo título? Isso se torna inegável”.

Ele deixa claro que as verificações de nomes bíblicos não garantem que os eventos bíblicos envolvendo esses indivíduos sejam precisos, apenas de que não se trata de uma “obra de ficção”, como argumentam muitos críticos.

Desenvolvido ao longo de 25 anos, o “sistema Mykytiuk” já provou que funciona. Estudando 94 inscrições, ele identificou reis, faraós, sumos sacerdotes e escribas, entre outros.

Todos os nomes são masculinos, embora ele acredite que esteja perto de identificar uma mulher a partir de uma inscrição.

As pessoas identificadas incluem oito reis do Reino do Norte (Israel) e seis do Reino do Sul (Judá). Um deles é o rei Acabe, que liderava Israel na Batalha de Qarqar, em 853 a.C. – um evento que Mykytiuk relaciona com os relatos de ambos os livros de Reis e em uma imagem do monstro de Kurkh.

“Havia apenas um rei israelita naquele momento que poderia ter lutado [na batalha]”, disse o professor. “Achei uma correspondência entre a inscrição e a Bíblia”, comemora.

A verificação mais antiga de Mykytiuk é de outro soberano – o próprio rei Davi, que viveu perto do ano 1000 a.C. Ele encontrou uma correlação entre o personagem descrito no livro de 1 Samuel e ​​a inscrição na parede da “Casa de Davi”, descoberta nas escavações de Tel Dan, no norte de Israel.

“’O rei de Israel’ é mencionado numa linha”, ressalta Mykytiuk, em seguida lemos Melech Beit David”. Estava em aramaico, mencionado pelos seus inimigos, os amonitas, que conquistaram Tel Dan e ergueram um monumento para comemorar a vitória. Fizeram uma estela, um grande bloco de pedra. Mais tarde os israelitas reconquistaram o lugar e destruíram [a estela] usando seus pedaços para erguer uma parede”.

“Davi é tão importante na Bíblia hebraica e no Novo Testamento … Se você deseja verificar alguém, ele é o cara certo”, acrescentou.

Os persas, os babilônios, os egípcios, os moabitas, os arameus e os damascenos também aparecem na lista de Mykytiuk, apenas alguns dos quase 3.000 povos mencionados na Bíblia.

“Para a maioria, tudo o que temos são nomes”, enfatiza o especialista. “Talvez apenas algumas centenas tenham fatos identificáveis em número suficiente na Bíblia para realmente identificá-los em alguma outra fonte escrita”. Mas as identificações continuam surgindo.

Recentemente, ele publicou na revista especializada em arqueologia Biblical Archeology Review, suas descobertas sobre Tatenai, um administrador persa sob Dário o Grande; e Nebuzaradan e Nergal-Sarezer, dois guerreiros babilônios que lutaram pelo rei Nabucodonosor II, que destruiu o Primeiro Templo.

O nome de Tatenai é mencionado em fontes bíblicas, como Esdras 5:3 e em uma tabuinha assinada por Dario, datada de 502 a.C. Já Nebuzaradan e Nergal-sharezer aparecem nos livros de Reis e Jeremias, respectivamente. Esses nomes estão inscritos em textos cuneiformes no chamado “prisma de argila” de Nabucodonosor II.
Fazendo escola

O interesse de Mykytiuk em verificações arqueológicas começou em 1992, enquanto ele cursava a pós-graduação em estudos hebraicos e semíticos na Universidade de Wisconsin-Madison.

Ele estudava a imagem de uma impressão de argila de um anel de sinete pertencente a um servo do rei Ezequias, que governou o reino do Sul e é mencionado no Livro dos Reis. Ele identificou o que parecia ser o nome do rei.

Desde então não parou mais de investigar. Disse também que a maioria dos estudiosos europeus nessa área diziam que a Bíblia hebraica era “uma obra de ficção com algumas referências históricas espaçadas”. Ele só lembrava da impressão do selo de um servo de Ezequias, que a Bíblia mencionava.

Cristão, Mykytiuk dedicou-se a verificar os nomes no Antigo Testamento, estudando diversas inscrições. Ele escreveu sua dissertação sobre o tema e a publicou como livro anos mais tarde.

Apesar de contestado por alguns de seus colegas, revela que seguiu os passos do arqueólogo israelense Nahman Avigad, que morreu em 1992 e havia deixado um legado para as verificações bíblicas. “Ele estabeleceu alguns critérios que usei e aperfeiçoei”, revela. “Naquela época ninguém tinha critérios, exceto Avigad”.

Depois de Mykytiuk estabelecer um sistema próprio, ganhou seguidores como Kenneth Kitchen, professora de egiptologia da Universidade de Liverpool (Inglaterra), e Bob Becking, professor de Bíblia, Religião e Identidade na Universidade de Utrecht (Holanda).
Novo Testamento

O professor Mykytiuk continua fazendo verificações, segundo o seu método, agora envolvendo o Novo Testamento.

Assim que terminou as 50 primeiras verificações do Antigo Testamento, um colega o motivou: “Podemos terminar o Novo Testamento também”. Para Mykytiuk este era um grande desafio.

“Eu sou um homem da Bíblia hebraica, fazer um estudo do Novo Testamento é muito diferente, com inscrições e moedas gregas e latinas com as quais você não lida nos estudos sobre o Antigo Testamento”.

Mas ele foi em frente. Seu próximo artigo incluirá verificações de 23 figuras políticas do Novo Testamento. Ele espera publicar o material na edição de setembro/outubro da Biblical Archeology Review. O material inclui, além de estudos sobre homens, várias mulheres.

“Muitas são mencionadas em moedas – governantes e suas esposas [ou] irmãs eram politicamente muito influentes”, disse Mykytiuk. O especialista revela que está trabalhando em outro artigo sobre as figuras religiosas do Novo Testamento, como João Batista, Gamaliel e os sumos sacerdotes. 

Com informações de Times of Israel

Arqueologia revela provas da destruição de Jerusalém pelos babilônios

Achados remetem a relatos do Antigo Testamento de 2.600 anos atrás
Os arqueólogos que escavam o sítio arqueológico da Cidade de Davi, localizado no Parque Nacional dos Muros de Jerusalém, capital de Israel, descobriram madeira carbonizada, sementes de uva, pedações de cerâmica, escamas de peixes, ossos e inúmeros artefatos raros que remontam à queda da cidade nas mãos dos babilônios há mais de 2.600 anos.

Entre as descobertas, feitas este ano no local, há dezenas de jarros usados ​​para armazenar grãos e líquidos. Muitos deles têm alças e selos marcados que retratam uma roseta. Eles comprovam a riqueza da antiga Jerusalém, capital do reino da Judéia.

“Esses selos são característicos do final do período do Primeiro Templo e foram usados ​​pelo sistema administrativo que se desenvolveu no final da dinastia da Judéia”, explicam Ortal Chalaf e Joe Uziel, diretores de escavações da Autoridade de Antiguidades de Israel.

Essa roseta basicamente substituiu o selo ‘Para o Rei’ usado no sistema administrativo anterior. “Classificar esses objetos facilitava o controle, a supervisão, a coleta, a comercialização e o armazenamento” dos judeus que cuidavam da cidade na época que ela foi atacada e destruída pelos babilônios.

Entre os artefatos que estavam sob camadas de pedra acumuladas no declive oriental da cidade de Davi, está uma pequena estátua de marfim. O objeto raro representa uma mulher nua com um corte de cabelo (ou peruca) de estilo egípcio.


Estátua de marfim – imagem de uma mulher. (Foto: Clara Amit, Autoridade de Antiguidades de Israel)

Os diretores ressaltam que “essas descobertas da escavação mostram que Jerusalém se estendia além do limite estabelecido pelos muros da cidade antes da sua destruição”. O Antigo Testamento relata que os babilônios, liderados por Nabucodonosor destruíram Jerusalém em 587 a.C. (Jeremias 39 e 52).

“Ao longo da Idade do Ferro, Jerusalém passou por um crescimento constante, expressado tanto na construção das diversas muralhas da cidade quanto no fato de a cidade se expandir mais tarde. As escavações realizadas no passado na área do Bairro Judeu mostraram como o crescimento da população no final do século 8 a.C. posteriormente resultou na anexação da área ocidental de Jerusalém”, afirma o comunicado da Autoridade de Antiguidades de Israel.

Chama atenção o fato da divulgação dos estudiosos ser feita alguns dias antes do “Tisha B’Av”, a data que anualmente lembra a destruição do Primeiro e Segundo Templos judeus no Monte do Templo.

A Autoridade de Antiguidades de Israel anunciou a descoberta de evidências da destruição babilônica de Jerusalém na mesma semana em que os palestinos e outros islâmicos tentam divulgar publicamente que eles são os “legítimos” donos de Jerusalém e negam o seu passado como capital do povo judeu. 

Com informações Fox News

Fernanda Paes Leme se batiza em Israel

Cantora mergulhou no Rio Jordão
O relações públicas Helinho Calfat publicou, em suas mídias sociais, uma foto ao lado da atriz Fernanda Paes Leme na última terça-feira (25). “Umas das experiências mais diferentes e interessantes que vivenciamos em Israel, foi o batismo no Rio Jordão”, disse ele.

Na ocasião, Fernanda e Helino estiveram em Israel com amigos, convidados a conhecer cidades do país e seus respectivos pontos turísticos. Leme foi batizada no Rio Jordão, de acordo com informações divulgadas pela Vogue.

“Para aqueles que guardam um pouquinho (ou muito) de religião no coração e vão para Israel com a intenção de curtir um pouco disso; nossa dica é não se concentrar nesses detalhes de localização insignificantes que as facções das igrejas católicas adoram enfatizar”, disse Helinho em suas mídias.

Ele continuou. “Deixe-se levar pela história, entre de cabeça na emoção de possivelmente estar pisando e tocando as mesmas coisas de Jesus e aproveite o momento mágico de estar em Israel, pois Israel, é simplesmente inesquecível, para quem curte ou não religião…”, acrescentou.

GospelPrime

Igrejas católicas condenam Israel diante de crise com muçulmanos


Manifestante palestino joga pedra contra as forças de segurança israelenses. (Foto: Jack Guez/AFP)



Em meio aos conflitos que cercam o Monte do Templo, em Jerusalém, a Igreja Católica condenou Israele defendeu que não houve violência por parte dos palestinos.

No domingo (23), o Papa Francisco pediu “moderação e diálogo” após tensões surgidas em decorrência das novas medidas de segurança impostas por Israel em torno do Monte do Templo.

“Sinto a necessidade de expressar uma forte chamada à moderação e ao diálogo. Eu os convido a que se unam a mim na oração, para que o senhor inspire todos propósitos de reconciliação e paz”, declarou o papa.

No dia 14 de julho, três terroristas palestinos mataram dois policiais israelitas enquanto guardavam a entrada do Monte do Templo. Os três criminosos foram baleados pela polícia israelense e acabaram mortos.

Logo após o ataque, o acesso à Cidade Velha ficou fechado e foi reaberto no sábado (15) após a instalação de detectores de metal. A medida provocou revolta entre os palestinos e discordâncias entre Israel e Jordânia, responsável pela administração da Mesquita de Al Aqsa.

No fim da última semana, homens de origem palestina com menos de 50 anos tiveram barrada a entrada no local, o que provocou revolta entre os palestinos. Os confrontos deixaram três palestinos mortos e pelo menos 300 feridos.

Na noite de sexta-feira, três israelenses foram assassinados por um palestino durante o jantar do Shabat em sua casa de uma colônia israelense em território ocupado. Uma idosa também foi gravemente ferida.

Diante da crescente violência, o Patriarcado Latino de Jerusalém publicou uma declaração assinada pelos chefes de todas as comunidades católicas em Jerusalém, condenando Israel e favorecendo os palestinos. A declaração se referiu ao local por seus nomes árabes, desconsiderando qualquer conexão judaica com o Monte do Templo.

“Nós, Chefes das Igrejas em Jerusalém, expressamos a nossa séria preocupação com a recente escalada de violência em torno do Al-Haram ash-Sharif e nossa tristeza pela perda da vida humana”, disse o comunicado. “Condenamos veementemente qualquer ato de violência”.

“Valorizamos a continuação da custódia do Reino Haxemita da Jordânia na Mesquita de Al-Aqsa e nos lugares sagrados de Jerusalém e da Terra Santa, o que garante o direito de todos os muçulmanos a terem acesso livre à Mesquita de Al-Aqsa de acordo com o Status Quo”, continuaram os líderes.

Guiame

Evangélicos são os melhores amigos de Israel, diz primeiro-ministro Netanyahu


Primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu. (Foto: Times Of Israel)



A mensagem de Benjamin Netanyahu foi bem recebida pelo grupo 'Cristãos Unidos por Israel', que se reuniu em Washington na última segunda-feira.

Na última segunda-feira, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu disse a um público evangélico em Washington que eles são os melhores amigos de Israel em todo o mundo. A declaração foi dada em um discurso notável, exposto em vídeo enviado para a conferência anual da organização 'Christians United for Israel' ('Cristãos Unidos por Israel') - liderada pelo pastor John Hagee.

"Quando eu digo que não temos maiores amigos do que os apoiantes cristãos de Israel, é porque sei que vocês sempre estiveram com a gente", disse Netanyahu à multidão reunida no evento, que se animou em receber a mensagem. "Vocês estão com a gente porque representamos essa herança comum de liberdade que remonta a milhares de anos".

Netanyahu também repetiu uma declaração dada durante um encontro com o presidente Donald Trump, que reafirma os laços de amizade entre Israel e Estados Unidos, porém acrescentando a importância dos evangélicos nesta relação.

"Os Estados Unidos não têm melhor amigo que Israel e Israel não tem melhor amigo que os EUA", continuou Netanyahu. "E Israel não tem melhor amigo nos EUA que vocês".

Em sua mensagem para o público de evangélicos presentes no evento, Netanyahu também descreveu Israel e Estados Unidos como nações "empenhadas em uma grande luta".

"É uma luta de civilizações. É uma luta de sociedades livres contra as forças do islamismo militante", argumentou o primeiro-ministro. "Eles querem conquistar o Oriente Médio, querem destruir o Estado de Israel e então querem conquistar o mundo".

"As pessoas muitas vezes cometem um erro nas discussões convencionais quando costumam dizer que militantes islâmicos odeiam o Ocidente por causa de Israel. É realmente o contrário", continuou ele. "Eles odeiam Israel por causa do Ocidente - porque representamos uma sociedade livre construída sobre a base da herança judaico-cristã. Esta é a sociedade que tanto desprezam. Israel é o baluarte da liberdade no coração do Oriente Médio"

O primeiro-ministro também refletiu sobre o que descreveu como valores compartilhados entre os evangélicos e Israel.

"Israel representa tudo o que vocês representam no lugar mais perigoso e volátil do Oriente Médio. Existe uma sociedade, um governo, um exército que garante seus valores - nossos valores", ressaltou.

Apesar de não citar o nome do presidente Donald Trump em seu vídeo, Netanyahu enfatizou a importância de transferir as embaixadas internacionais de Tel Aviv para Jerusalém - um comentário pontuado menos de dois meses depois de Trump ter renovado uma isenção de seis meses, mantendo a embaixada em Tel Aviv.

"Tel Aviv é uma cidade maravilhosa, mas não é Jerusalém", ele brincou. "A capital de Israel é Jerusalém e a embaixada deve estar em Jerusalém".

A 'Christians United for Israel' fez campanha pela transferência da embaixada antes do prazo de junho, e seu líder, o Pastor John Hagee, alertou que esta é uma questão importante para os mais de três milhões de evangélicos ligados à organização.

Netanyahu enfatizou que, além dos valores compartilhados com os evangélicos, Israel sempre garantiu a prática cristã na região.

"Desde que Israel libertou Jerusalém, garantimos a liberdade de acesso a todas as religiões", disse Netanyahu ao grupo cristão. "É somente sob a soberania israelense que garantimos que o que aconteceu em outros locais sagrados no Oriente Médio não acontecerá aos locais sagrados sob a soberania e o controle do Estado de Israel".

"O único lugar onde você tem liberdade religiosa garantida é Israel", acrescentou Netanyahu. "O único lugar onde as comunidades cristãs no Oriente Médio prosperam, crescem, e não apenas sobrevivem, mas eles têm um futuro. Esse lugar é Israel, porque Israel garante a liberdade religiosa. Israel representa a liberdade que todos estimamos ".

Guiame

Vestígios de tecidos do reinado de Salomão são descobertos após 3 mil anos, em Israel


Vestígios dos tecidos do tempo do Rei Salomão. (Foto: Autoridade de Antiguidades de Israel)



Os corantes usados nos tecidos trazem informações importantes sobre a alta classe social dos trabalhadores das fábricas da época do reinado de Salomão.

O mistério das minas do rei Salomão ainda não foi solucionado, mas os pesquisadores descobriram o corante usado para tingir tecidos na área das minas de cobre de Timna, a cerca de 30 quilômetros ao norte de Eilat. Acredita-se que as minas, uma vez atribuídas aos homens mais sábios, foram criadas pelo povo antagonista dos israelitas, os edomitas.

As escavações, realizadas desde 2013 no vale de Timna e dirigidas pelo Dr. Erez Ben-Yosef, da Universidade de Tel Aviv, recuperaram dezenas de fragmentos têxteis de 3.000 anos que foram preservados graças às condições climáticas áridas extremas da região. Os tecidos datam do reinado de Salomão, na Idade do Ferro (11-10 séculos aC), e alguns são decorados com um padrão de cores vermelhas e azuis.

A descoberta é a primeira evidência do uso de uma tintura à base de plantas em Israel e no Mediterrâneo Oriental. Segundo os pesquisadores, os trabalhadores da fábrica provavelmente recebiam roupas coloridas como marcas de seu alto status, na época.

O estudo, liderado pelo Dr. Naama Sukenik, da Autoridade de Antiguidades de Israel e Dr. Erez Ben-Yosef, da Universidade de Tel Aviv, em cooperação com uma equipe de pesquisa da Universidade Bar-Ilan, foi publicado na última quarta-feira (28) pela revista 'PLOS ONE'.

A análise dos corantes mostrou o uso de duas plantas principais: Madder, cujas raízes forneciam um tintura vermelha, e Pastel, um corante azul criado em um processo longo e complexo que envolve redução e oxidação que durou vários dias. Ambas as plantas estão entre os componentes de corantes mais conhecidos do mundo antigo e foram utilizadas até o advento de corantes sintéticos.

A região de Timna, onde os corantes foram descobertos foi um importante local de fundição e mineração para a produção de cobre.

Segundo os pesquisadores Ben-Yosef e Dr. Naama Sukenik, da Autoridade de Antiguidades de Israel, as descobertas "indicam que a sociedade em Timna, identificada como o Reino de Edom, era hierárquica e incluía uma classe alta que teve acesso a têxteis coloridos e de prestígio".

Ben-Yosef e Sukenik explicam que o contexto em que os tecidos foram encontrados sugere que os trabalhadores da fábrica, responsáveis ​​pelo funcionamento dos fornos de fundição eram membros daquela classe alta, gozavam de alto status social e usavam roupas de cores distintivas, graças à considerável habilidade necessária para dominar o processo de transformar pedra em cobre.

"Nesse sentido, os resultados são uma inovação real, já que eles contradizem a suposição de pesquisa anterior de que os fornos no coração do deserto eram operados por escravos", disseram Ben-Yosef e Sukenik.

Guiame

Governo de Israel facilitará o acesso de milhões ao local do Terceiro Templo

Linha de trem e teleférico serão finalizados nos próximos anos
O Terceiro Templo exigirá uma infraestrutura enorme, que possa facilitar o transporte de milhões de pessoas até Jerusalém durante e após as três festas bíblicas que exigem esse deslocamento. Embora ele ainda não tenha data para ser construído, o governo de Israel fará grandes investimentos para facilitar o acesso ao local.

O ministro dos Transportes, Yisroel Katz, declarou publicamente essa intenção ao autorizar a construção do trem rápido que ligará o aeroporto de Tel Aviv a Jerusalém. Ele deverá ser inaugurado em meados de 2018.

Em uma reunião com representantes do Movimento do Templo em fevereiro, o ministro explicou: “Sendo descendente dos Cohen (linha sacerdotal judaica) eu tenho uma conexão especial com esse local sagrado. Diante dos meus olhos, vejo constantemente as palavras ‘Prepare o caminho, prepare o caminho…’”.

Katz conta que há um projeto para que essa nova linha de trem tenha como parada final um espaço ao lado do Muro das Lamentações. Ela se chamará “Kotel / Har Habayit” (Muro Ocidental/Monte do Templo).
Construção do trem expresso Jerusalém-Tel Aviv, visto fora de Jerusalém (Hadas Parush / Flash90)

Yaakov Hayman, presidente da organização Amigos do Templo, observou que o envolvimento do Ministério dos Transportes era um passo muito importante.

“Esperamos que milhões de judeus venham ao Monte do Templo mesmo antes do templo ser construído, portanto o transporte fácil é uma necessidade especial”, explicou Hayman ao site Breaking Israel News. “Precisamos abrir mais acessos ao Monte do Templo, já que atualmente há apenas uma entrada disponível”.


Esse também é o pensamento do prefeito de Jerusalém, Nir Barkat, que anunciou recentemente a construção de um sistema de teleférico que será capaz de transportar milhares de pessoas até o Monte do Templo. Os ministros do governo israelense recentemente aprovaram o início da construção em uma cerimônia simbólica, realizada dentro dos túneis no subterrâneo do Muro das Lamentações.

O objetivo declarado desses planos é modernizar a capital, tornando mais fácil aos residentes e turistas o acesso, já que o tráfego de automóveis na Cidade Antiga se tornaria impossível.

“Precisamos estabelecer um transporte de ônibus expresso até o Monte do Templo, vindos de todas as partes do país”, ressalta Hayman. “As linhas de ônibus terão paradas especiais, permitindo que as pessoas cheguem rapidamente até o Monte do Templo, façam suas orações e voltem para casa”.

Esse é um dos passos mais importantes para facilitar o acesso ao local do Terceiro Templo desde que o Estado Moderno de Israel foi criado, em 1948.

“O que estamos vendo é uma preparação para ajudar os judeus a subirem ao Monte do Templo”, disse Hayman. “Quando o Templo for construído, as mudanças serão ainda maiores”. 

Irã promove marcha para pedir “morte a Israel”

Destruição de Israel é a “prioridade do mundo islâmico”, afirmam líderes religiosos
Depois da chamada “Revolução de 1979”, que transformou o país numa ditadura islâmica, o Irã sempre defende a destruição de Israel com base na exortação do Alcorão: “Matai-os [os infiéis] onde quer que os encontreis e expulsai-os de onde vos expulsaram”. Uma das maneiras de manter vivo esse discurso é a promoção anual do Dia de Al Quds, palavra árabe que significa “A Santa”, a maneira como os muçulmanos chamam Jerusalém.

Como todo ano, a parada realizada na capital Teerã, coincidiu com o encerramento do Ramadã, mês mais sagrado do ano para os islâmicos. Além dos tradicionais cantos de guerra, pedindo “Morte a Israel”, foi declarado que destruir o Estado judeu é “a principal prioridade do mundo muçulmano”.

Diversas bandeiras israelenses e americanas foram queimadas em sinal de protesto. Também havia muitas bandeiras da Palestina e palavras de ordem pedindo “Palestina Livre”.

Os líderes iranianos que participaram dos comícios também pediram a união entre grupos pró-palestinos contra o governo israelense, anunciou a Agência de Notícias Tasnim, do Irã.

As milhares de pessoas que foram às ruas viram desfiles da Guarda Revolucionária do Irã, que fez a exibição de três mísseis balísticos de superfície a superfície, incluindo o Zolfaghar, usado recentemente para bombardear a Síria, a mais de 600 quilômetros e distância.

Outro míssil presente foi o Ghadr, capaz de atingir um raio de 2.000 quilômetros, que poderia alcançar as bases do EUA na região e chegar até Israel.

Durante seu discurso, o presidente iraniano, Hassan Rouhani, disse que Israel apoia “terroristas na região”. Já o parlamentar Ali Larijani, chamou Israel de “mãe do terrorismo” e que em todo o século 20, “não houve nenhum evento mais ameaçador do que estabelecer o regime sionista”.

Chamou atenção a inauguração de um enorme cronômetro na Praça Palestina de Teerã. Em modo de contagem regressiva, o display digital indica que Israel deixará de existir em 8.411 dias. Ele parece refletir a promessa do líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, que até 2040 o Estado de Israel seria destruído.

Dia de Al Quds no Brasil
Embora com menor expressão, nos últimos dias ocorreram marchas em celebração ao Dia de Al Quds também em Londres, Berlim e Toronto, onde a maioria dos participantes era muçulmano, mas também havia pessoas ligadas a movimentos de esquerda, contrários a Israel.

No Brasil não ocorreram manifestações públicas, mas o Partido dos Trabalhadores promoveu uma audiência pública da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM), para marcar a data.

A reunião, presidida pela vice-presidente da CDHM, deputada Erika Kokay (PT-DF), contou com a presença do embaixador do Irã, além de entidades “defensoras da causa palestina”. 

Com informações de Times of Israel

Funcionários de hotel são curados após oração de judeu messiânico, em Israel

O judeu messiânico Ron Cantor testemunhou a cura de três funcionários muçulmanos, uma judia e um agnóstico enquanto estava hospedado em Jerusalém.

Inspirados pelos testemunhos de cura do evangelista Todd White, um grupo de cristãos saiu às ruas de Israel para orar pelos enfermos e levar o amor de Jesus Cristo na última semana.

Segundo o judeu messiânico Ron Cantor, os jovens cristãos tiveram a certeza que se Deus fazia milagres através de Todd, também poderia fazer através deles. “Eles saíram pelas ruas de Tel Aviv e perguntaram às pessoas se elas precisavam de cura. A maioria das das pessoas que recebiam orações eram curadas”, ele contou no blog Messiah’s Mandate.

Quando Ron soube que Todd estaria em Israel, ele pediu para que o evangelista impusesse suas mãos sobre ele e orasse para que ele também fosse capaz de se mover no sobrenatural ao pregar sobre Jesus para os israelenses.

Ron ficou hospedado durante uma semana em um hotel em Jerusalém, para fazer parte da conferência FIRM. Na manhã de segunda-feira (12), Mahmoud, um funcionário entrou em seu quarto para realizar a limpeza.

Ele aproveitou e perguntou se Mahmoud precisava ser curado. “Seu joelho estava com dor. Oramos e este homem muçulmano foi instantaneamente curado”, conta Ron. “Eu compartilhei com ele sobre Yeshua (Jesus). No dia seguinte, ele veio para o quarto e disse à Elana, minha esposa: ‘Por favor, agradeça a seu marido por orar por mim. Eu não sinto mais nenhuma dor no meu joelho. Eu não consigo acreditar’”.

No dia seguinte, Ron conheceu Achmad, um funcionário do hotel que sofria com dor nas costas. “Percebi que a maioria dos trabalhadores do hotel tem dor nas costas. Eu orei, a presença de Deus veio e ele também foi curado. Foi incrível ver o sorriso em seu rosto depois que Deus o curou”.

Na manhã seguinte, Rafa, um muçulmano que trabalha no restaurante do hotel, usava uma joelheira. “Eu orei por ele e senti o poder de Deus entrando nele. Ele foi imediatamente curado e ficou muito feliz”, conta Ron.

Ron Cantor no Muro das Lamentações, em Jerusalém. (Foto: Reprodução)

Um dia antes de deixar o hotel, Ron conheceu outro funcionário de limpeza, que era um refugiado sudanês. “Ele me disse que estava procurando um médico, porque suas costas estavam com uma dor muito intensa. Oramos e ele me disse que sentiu um calor e uma eletricidade entrando nele, e foi instantaneamente curado”, lembra o judeu.

Oração por uma judia
Até então, Ron tinha orado por três muçulmanos e um agnóstico, mas não abordou nenhum judeu israelense no hotel. No momento do check-out, uma jovem judia que atuava na recepção, Lital, disse a ele: “Ouvi dizer que você é um curandeiro”.

Ron explicou que era Yeshua quem curava, mas ele poderia orar por seu joelho. “Senti a presença de Deus curando o joelho da jovem completamente. Ela continuou dizendo que eu curei, mas eu continuei corrigindo ela, dizendo que era Yeshua”, conta Ron.

“Em hebraico, Yeshua e Joshua (Josué) são o mesmo nome. Ela não entendeu que eu não estava falando de Josué, filho de Nun, mas de Jesus, filho de Deus. No entanto, muito feliz com o que aconteceu, ela levou uma cópia do meu livro em hebraico e prometeu lê-lo”, o judeu continuou.

Ron reconhece que para os muçulmanos é muito difícil deixar o Islã, assim como é difícil para o povo judeu, que foram ensinados que Jesus não é o Messias. “Mas não dizemos para os judeus mudarem de religião, mas sim abraçar o seu Messias”, disse ele. “É sua vez de usar o poder que Deus te deu. É hora buscar a Deus e dar um passo de fé”.

Guiame
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