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Cristãos são preparados para enfrentar perseguição religiosa

Ação é promovida com o apoio da Portas Abertas
Um missionário, cuja identidade não pode ser revelada por motivos de segurança, está preparando cristãos para enfrentarem a perseguição religiosa em regiões como o Oriente Médio e no norte da África.

O projeto chama-se Treinamento de Conscientização sobre a Perseguição, promovido pela Portas Abertas. A ação tem a intenção de trazer, à luz dos textos bíblicos, base argumentativa sobre perseguição religiosa com práticas para lidar com a situação.

Segundo o missionário, ao questionar se as pessoas se sentem perseguidas, ninguém responde. No entanto, quando percebem que o ambiente é seguro, os apoiadores à Igreja Perseguida começam a se pronunciar.

“Eu me sinto perseguido quando estou em um ônibus público e o motorista coloca um CD com versos corânicos no volume máximo. Não há como ignorar isso; eles estão me forçando a ouvir aquela mensagem”, afirmou um dos participantes do treino.

Outra pessoa também pontuou. “Qualquer coisa feita publicamente no Nome de Jesus nos colocará em problemas. Falar em público contra o ensino dos imãs e mulás é também algo ‘problemático’. E o que dizer de estar na companhia de cristãos que abandonaram suas origens muçulmanas? Isso definitivamente me causará problemas”.

O projeto da Portas Abertas consiste em três dias de orientações, cujo objetivo principal é de preparar cristãos para perseguições religiosas no Oriente Médio, quando as tentativas se iniciarem.

O missionário que desenvolve o projeto falou sobre a iniciativa da Portas Abertas e a sua participação. “O objetivo é ajudá-los a entender a perseguição religiosa que eles sofrem, dando-lhes uma base teológica sobre isso. Assim eles saberão como entendê-la, biblicamente e historicamente”.

O líder ainda afirma que as perseguições variam conforme os locais. “Realmente depende da região e de como os participantes respondem às perguntas”, afirmou o missionário.

“Quando realizamos esse treinamento em 2014 com um grupo de pastores evangélicos em um dos países do Oriente Médio, eles imediatamente falaram de forma aberta, responderam às questões e continuaram a pedir mais informações teológicas sobre o assunto”, acrescentou.

Ele disse que a abordagem é um tanto inédita nos estudos bíblicos em geral. “De alguma forma, isso é um ponto cego nos seminários e escolas bíblicas. Para muitos de nós, é realmente algo revelador saber que a Bíblia tão claramente prepara os cristãos para serem perseguidos e enfrentarem este contexto de perseguição”.

GospelPrime

Muçulmanos de todo o mundo marcham pedindo retomada de Jerusalém

"Iremos a Al-Aqsa, nossos milhões serão mártires", gritam manifestantes.
Protestos anti-Israel foram realizados em capitais em todo o Oriente Médio e alguns países da Ásia nesta sexta-feira. Os protestos criticavam a decisão de se implementar medidas de segurança nas entradas do Monte do Templo, em Jerusalém.

Após o ataque de três terroristas palestinos que vitimou dois soldados israelenses na semana passada na entrada do local considerado sagrado por judeus, cristãos e muçulmanos, o governo de Israel determinou a colocação de detectores de metal e câmeras, além de limitar o acesso de islâmicos.

Milhares de muçulmanos se reuniram em Amã (Jordânia), Beirute (Líbano), Istambul (Turquia) e Kuala Lumpur (Malásia) para protestar na tarde desta sexta-feira, em “solidariedade” com os palestinos e pedindo a “retomada” de Jerusalém.

Na capital jordaniana, faixas diziam que “Al-Aqsa é uma linha vermelha” que foi cruzada por Israel, em referência ao nome da mesquita localizada no alto do Monte do Templo. “Com a nossa alma, com o nosso sangue, nos sacrificaremos por você, Al-Aqsa”, cantavam.

Enquanto manifestantes incendiaram e pisotearam bandeiras de Israel, gritavam palavras de ordem como “Iremos a Al-Aqsa, nossos milhões serão mártires”.

Em Istambul, os protestos contra Israel contaram com a presença do primeiro-ministro turco, Binali Yıldırım. Ele disse à multidão que a decisão israelense era “errada” e que uma solução precisava ser encontrada imediatamente.

Nesta quinta-feira, fiéis turcos tentaram invadir uma sinagoga em Istambul, afirmando que Israel era um “estado terrorista”, que procurava bloquear a liberdade de adoração aos muçulmanos. “Se você impedir a nossa liberdade de culto, então, evitaremos a sua liberdade de culto aqui”, afirmou o Alperen Hearths, grupo ultranacionalista islâmico.

Nos últimos dias tem crescido a tensão no local, com líderes islâmicos fechando as mesquitas de Jerusalém e exigindo que as orações de sexta-feira, dia sagrado dos muçulmanos, sejam feitas na entrada do Monte do Templo. Por isso, durante todo o dia, milhares de homens protestaram em vários locais da Cidade Antiga e entraram em conflito com a polícia.

Os governos da Rússia e dos Estados Unidos já foram procurados para que intervenham na situação, mas ainda não se manifestaram publicamente

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou, no início desta semana, que os detectores de metal seriam mantidos e que Israel que não abrirá mão da segurança, mas teme que a situação saia de controle. 

Com informações Times of Israel

Missionário garante que muçulmanos no Oriente Médio têm “sede do Evangelho”

Um missionário que vive no Oriente Médio e diariamente arrisca sua vida para compartilhar sobre Jesus Cristo afirma que vem testemunhando uma “grande sede pelo evangelho” entre os muçulmanos, que continuamente lhe pedem Bíblias.

“Cristo nos chama para sair por todo o mundo para proclamar o Evangelho”, lembra o pastor em material divulgado pela Missão Portas Abertas, asseverando: “Creio que é isso que Deus nos pede hoje.”

Quando Rashad ainda era jovem e vivia na Jordânia, sentiu o chamado por Deus para ministrar aos muçulmanos. Durante mais de dez anos, viajou por todo o país anunciando o amor de Cristo até mesmo em aldeias e comunidades remotas.

Menos de três por cento da população da Jordânia é cristã e uma grande quantidade de pessoas que vivem no país nunca ouviu o evangelho.

“Numa das aldeias que visitei, quando souberam que eu era cristão, as crianças me perguntaram se eu era americano ou inglês. Não entendiam como eu podia falar árabe tão fluentemente”, lembra. “Eles achavam que não existiam jordanianos cristãos.”

Como a evangelização é estritamente proibida pela lei islâmica, nas áreas onde a minoria cristão vive, a maioria das igrejas simplesmente não busca alcançar os muçulmanos. Há um grande temor, pois pelas leis locais, se alguém se converte a Jesus e decide abandonar o Islã, sabe que enfrentará perseguição, a prisão ou, em alguns casos, a morte.

Durante muito tempo, os líderes muçulmanos fundamentalistas colocavam pessoas que se diziam cristãos infiltrados nas igrejas para espionar suas atividades. Por isso, o missionário reconhece que compartilhar o evangelho pode ser uma tarefa perigosa. Mesmo ciente dos riscos, ele continua testemunhando entre essas pessoas.

Ele revelou que há muitos crentes que não renunciaram publicamente ao islamismo, mas adoram a Cristo em segredo. Alguns deles frequentam as reuniões na igreja doméstica que Rashad lidera.

“Sim, há perigo, mas estamos mais focados na proteção de Deus, que da expectativa de viver em segurança”, sublinha. Ele já treinou uma equipe de ex-muçulmanos que atualmente o ajudam em suas atividades evangelísticas. “Encorajo-os a sair, a entrar nas casas das pessoas e espalhar ativamente a luz de Deus, não ficar esperando na igreja que os interessados apareçam”, assevera.

O cristianismo na Jordânia tem fortes raízes históricas, pois segundo a tradição teria chegado àquela parte do Império Romano pouco tempo depois do Pentecostes. No entanto, atualmente restam apenas 170.000 cristãos em meio a 7 milhões e meio de islâmicos.

GospelPrime

Muçulmano sonha com Jesus após acidente de carro e se converte, no Oriente Médio


Homem andando em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. (Foto: Associated Press Photo)



Al-Jamali se sentiu protegido por um homem durante o acidente, e conseguiu entender quando Jesus se revelou em sonho. Depois da experiência, ele teve sua vida transformada.
Al-Jamali (nome fictício por razões de segurança) cresceu em uma família árabe muçulmana do Oriente Médio, mas teve experiências sobrenaturais com aquele que sempre foi visto por ele como um simples mensageiro de Alá: Jesus Cristo.

Em 2004, Al-Jamali estava em Kanyakumari, no sul da Índia, em viagem com seu amigo. Eles estavam na costa da cidade quando um tsunami provocado por um terremoto na Indonésia matou cerca de 2 mil pessoas. Este foi o quinto terremoto mais forte em um século, de 8,9 pontos na escala Richter.

“Em poucos segundos, as ondas invadiram a costa e milhares de pessoas morreram. Meu amigo e eu fomos atingidos pelas ondas. A correnteza me puxou para o fundo do oceano e eu tive a certeza de que morreria”, Al-Jamali relatou à organização Bíblias Para o Oriente Médio.

“De repente, senti um homem forte segurar minhas mãos. Me senti como um bebê sendo levado por sua mãe. Eu consegui ver manchas de sangue nas mãos do homem”, Al-Jamali lembra. Enquanto ele me carregava, o ouvi dizendo: ‘Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morra, viverá; e quem vive e crê em mim, não morrerá eternamente’”, conforme descrito no trecho bíblico de João 11:25-26.

Al-Jamali lembra que foi levado em segurança até a praia, completamente ileso. No entanto, ele nunca mais encontrou seu amigo. “Embora eu tenha ficado vivo, não consegui superar o choque de perder meu amigo. Sei que o homem poderoso me salvou, mas de alguma forma isso não me afetou tanto quanto a perda. Perdi toda a paz de espírito”, disse ele.

Acidente de carro
O jovem árabe voltou para o Oriente Médio sozinho e tocou sua vida. Onze anos depois, em dezembro de 2015, Al-Jamali estava dirigindo seu carro junto com sua segunda esposa — ele era casado com duas mulheres. De repente, seu carro bateu na traseira de um caminhão e foi atingido na traseira por outro caminhão.

“O airbag não foi acionado, mas eu senti a mesma coisa que no dia do tsunami. Um homem forte me segurou e me carregou como um bebê nos braços de sua mãe. Eu vi as mesmas manchas de sangue em suas mãos e percebi que era o mesmo homem que tinha me resgatado do tsunami”, ele lembra.

Al-Jamali e sua esposa foram resgatados e levados para o hospital. No entanto, a mulher morreu a caminho do local. Naquela mesma noite, ele lembra que sonhou com Jesus Cristo.

“Fiquei muito feliz em vê-lo. Segurei suas mãos e pedi que ele se sentasse ao meu lado. Ele se sentou e me disse: ‘Que adiantará ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou, o que o homem poderá dar em troca de sua alma? Pois o Filho do homem virá na glória de seu Pai, com os seus anjos, e então recompensará a cada um de acordo com o que tenha feito’”, segundo o trecho de Mateus 16:26-27.

“Eu perguntei: ‘Quem é você?’”, Al-Jamali continua. “‘Eu sou Jesus, que foi crucificado e ressuscitou dentre os mortos. Você acredita em mim?’, Ele respondeu. ‘Sim Senhor, eu creio. Mas e minha mulher?’, questionei. ‘Você precisa de apenas uma esposa. Continue sua vida ao lado dela e viva para mim’, Ele respondeu. Então, desapareceu”, relata.

No dia seguinte, Al-Jamali foi visitado por Paul e Steve, pastores da organização Bíblias Para o Oriente Médio. Um deles explicou que sonhou com Jesus avisando sobre ele, e por isso fez a visita. “Eles me explicaram sobre a mensagem do Evangelho e me deram uma Bíblia em árabe. Quando eu abri o livro, me deparei com as palavras que Jesus tinha me dito”, afirma.

Resistência
Al-Jamali aceitou Jesus Cristo diante dos pastores e recebeu uma oração. Um pouco depois, ele foi para o enterro de sua segunda esposa, carregando sua Bíblia na bolsa.

“Agora estudo as Escrituras e participo secretamente dos cultos de uma igreja subterrânea. Por vários meses, minha esposa se recusou a acreditar em Jesus. Eu tentei contar sobre o Evangelho, mas ela não queria ouvir. Quando eu mencionei o nome de Jesus e falei sobre sua crucificação e ressurreição, ela ficou brava e até violenta. Mas a igreja e eu continuamos oramos por ela”, ele conta.

Certo dia, ela escorregou no chão e quebrou seu quadril. Ela precisava passar por uma cirurgia, mas precisou ficar em repouso em casa por causa de sua dor intensa. “Sempre que eu orava silenciosamente, ela sentia algum alívio, mas quando eu parava, a dor voltava. Aos poucos, ela começou a entender o poder da oração”, afirma Al-Jamali.

“Fiquei emocionado quando ela me pediu para chamar os pastores, para orarem por ela”, ele lembra. Paul chegou com outros pastores e esclareceu à mulher sobre Jesus e sua necessidade de salvação. Ela prontamente aceitou Jesus e recebeu uma oração dos pastores.

“Fiquei surpreso ao ver ela pegar a mão do pastor e colocá-la sobre sua cabeça. Como uma muçulmana religiosa, ela nunca permitiu que nenhum homem, exceto seu marido, tocasse seu corpo. Esta é uma exigência absoluta na lei islâmica. Mas com Jesus em seu coração, ela mudou totalmente”, relata Al-Jamali.

Enquanto o pastor Paul orava, todos puderam ouvir um som vindo de seu quadril, e ela foi totalmente curada. “Tivemos uma consulta com seu médico no mesmo dia e, por não precisar mais, todos os materiais que seriam implantados na cirurgia foram removidos”, ele conta.

Hoje, Al-Jamali e sua família fazem parte de uma igreja assistida pela Bíblias para o Oriente Médio.

Guiame

Carcereiro sonha com Jesus e liberta pastores da prisão, no Oriente Médio


A situação mudou depois que Jesus apareceu em sonho ao carcereiro. (Foto: iStock)



Dois pastores foram levados a uma prisão secreta no Oriente Médio por serem pegos conduzindo um estudo bíblico numa igreja subterrânea. No entanto, a situação mudou milagrosamente depois que Jesus Cristo apareceu em sonho a um carcereiro.

Durante os primeiros dias na prisão, os pastores receberam um tratamento severo. "Os guardas da prisão nos espancaram brutalmente e nos perseguiram", contou o pastor Irshad à organização Bibles 4 Mideast. "Eles amarraram nossas mãos no buraco de uma barra de aço e nos forçaram a ficar numa posição difícil, enquanto nos espancavam".

Após se passarem os dois primeiros meses, eles ficaram desanimados e clamaram a Deus e oraram: "Se tivermos cometido algum pecado e iniquidade, nos perdoe e nos purifique pelo teu precioso sangue. Nos salve desta situação".

Os pastores repetiram continuamente: "O sangue de Jesus é a nossa vitória!”. Embora eles fossem torturados e recebessem apenas uma refeição por dia, eles meditaram sobre os sofrimentos de Jesus e encontraram paz.

Aparição de Cristo

Três dias depois de seu clamor, um oficial responsável pelos cárceres os visitou. "Ele pediu aos guardas para desamarrarem nossas mãos, mas a gente não conseguia ficar de pé”, um dos pastores conta.

O oficial ordenou que os guardas dessem mais porções de comida aos pastores e voltou para seu escritório. "Estávamos certos de que nossas vidas estavam prestes a ter fim, e que seu tratamento aparentemente amável era apenas um aviso disso", observou o pastor.

Eles ficaram surpresos quando viram o oficial voltar sozinho naquela noite, entrar em sua cela e se sentar no chão, ao lado deles. Ele fez algo ainda mais surpreendente — pediu uma oração. "Nós olhamos para ele com apreensão e medo", disse o pastor Irshad.

O oficial explicou teve um sonho em que viu Jesus Cristo sentado num trono com uma incrível esfera de luz girando ao seu redor. Milhões de anjos obedeciam às suas ordens. Então, Jesus ergueu as mãos e mostrou suas cicatrizes ao carcereiro.

Nas duas noites seguintes, o oficial teve o mesmo sonho. Ele começou a pensar mais sobre Jesus e pesquisou na internet algumas informações sobre ele.

Depois de três dias, o carcereiro teve outro sonho. Jesus apareceu diante dele e disse: "Meus filhos estão sendo torturados em sua prisão. Eu os libertei antes de você. Meus filhos são a menina dos meus olhos".

Resposta ao sonho

Então, o oficial rapidamente cancelou outros compromissos e correu para a prisão. Durante três dias ele permaneceu em seu escritório, mas passou a maior parte do tempo com os pastores — orando e aprendendo mais sobre Jesus e a Bíblia.

Até que, finalmente, ele aceitou Jesus como seu Salvador e Senhor.

"Nesse período, o oficial preparou nossos papéis de liberação para encaminhar à corte. Inicialmente, os documentos foram rejeitados pelo tribunal. Ele continuou defendendo fortemente o nosso caso e dentro de dois dias fomos libertados", conta o pastor.

"O oficial nos tirou da cadeia e nos levou para sua casa, onde celebramos e oramos juntos. Quando terminamos de orar, ele pediu para ser batizado", Irshad relata. O oficial foi batizado junto com outros dois detentos, evangelizados na prisão.

Antes que o oficial se separasse dos pastores, ele fez um aviso. "Continuem sua grande obra para o Senhor. Mas vocês devem ter cuidado de manter tudo o que fazem no ministério em secreto. As autoridades governamentais, as autoridades religiosas, os tribunais e a polícia não aceitarão vocês e suas obras. Mas o Reino de Deus está próximo e nós temos toda uma eternidade. Então continuem seus esforços".

O pastor Irshad está profundamente grato pelo cuidado de Deus. "Nosso Senhor Jesus Cristo é digno de ser louvado. Toda glória e honra a Ele!”.

Guiame

Diálogo inter-religioso quer combater extremismo nas redes sociais

O objetivo dos seminários é utilizar as redes sociais para promover a paz no Oriente Médio
O Centro Internacional para o Diálogo Inter-religioso e Cultural Kaiciid “Rei Abdullah Bin Abdulaziz”, na Jordânia, organizou cinco cursos de formação para promover o diálogo inter-religioso entre jovens do Oriente Médio.

O primeiro seminário aconteceu há algumas semanas tendo a participação de 300 jovens líderes religiosos de localidades diferentes, como Líbano, Palestina, Síria e Jordânia.

O curso visa encorajar essas lideranças a promover suas iniciativas e campanhas nas redes sociais para contrastar a propaganda dos extremistas religiosos.

“A nossa experiência nos mostra que os jovens não querem ouvir pregações de figuras de autoridade. Por isto estamos procurando envolver jovens homens e mulheres já ativos nas redes sociais e interessados em promover a paz e a convivência”, diz Fahad Abualnasr, Diretor Geral do Kaiciid.

“Queremos dar a eles os meios para atingir os seus coetâneos para que possam encorajar um debate honesto sobre convivência e a coesão social’, completa.

Os próximos quatro cursos terão lugar no Cairo (Egito), Irbil (Iraque), Túnis e Dubai (Emirados Árabes Unidos), sempre mostrando formas de promover o diálogo inter-religioso em busca da paz na região cheia de conflitos. 

Com informações Radio Vaticana

Família muçulmana se converte após visita de Jesus

Missionários contam testemunhos de conversões no Oriente Médio
O missionário americano Tyler Connell vem percorrendo universidades ao redor dos EUA, compartilhando histórias e vídeos sobre o trabalho de evangelização no Oriente Médio. Ele conta que há um movimento forte de conversões entre os muçulmanos, especialmente os refugiados da guerra.

“Jesus está se movendo nas nações do Oriente Médio”, alerta. “Há muitos desiludidos [com o Islã] e quebrantados que só querem saber a verdade. Agora mais do que nunca, há uma colheita entre os muçulmanos como nunca foi vista na história.”

Entre os vídeos com testemunhos, o que tem chamado muita atenção é sobre um jovem missionário chamado Daniel (nome alterado por razões de segurança), 24 anos. Ele saiu dos EUA para trabalhar com refugiados sírios em um país do Oriente Médio.

Ele faz parte de uma equipe que visita regularmente famílias muçulmanas. Quando têm oportunidade, começa a falar sobre o Evangelho.

Uma tarde, Daniel entrou em uma tenda onde vive uma família de oito pessoas. “Oi, eu sou Daniel e estou aqui para lhes contar sobre Jesus”, anunciou. A reação foi fora do comum. “A família se apavorou, eles olhavam uns para os outros, estavam pálidos. O pai ficou muito animado, gritando.”

O intérprete conversou com eles e explicou ao missionário que na noite anterior à sua visita, toda a família estava sentada na tenda tomando chá quando apareceu um homem vestido de branco, que parecia brilhar. Ele ficou na entrada da tenda e disse em árabe: “Olá, meu nome é Jesus e amanhã enviarei um homem chamado Daniel para lhes contar mais sobre mim.” Em seguida, desapareceu.

Eles ficaram confusos e no dia seguinte, quando Daniel entrou e disse-lhes seu nome, eles não acreditaram. “Pediram-lhe para que ele contasse tudo sobre Jesus. Ouviram então o Evangelho e toda a família entregou sua vida para Jesus”, comemora Connell.

O pai tinha sido soldado no Exército Livre da Síria. Era um muçulmano devoto, que tinha visto muito derramamento de sangue. “Aquele homem e sua família agora estão ajudando a plantar igrejas subterrâneas e participando de uma grande colheita de almas entre os muçulmanos”, revela o missionário.

Segundo Connell essa é só uma das muitas coisas incríveis que os evangelistas estão testemunhando. Conta que na casa de uma outra família de refugiados da Síria, sentiu a presença de Deus de uma forma surpreendente.

“Havia cerca de 25 pessoas e a presença de Jesus era mais forte do que em qualquer conferência, qualquer sala de oração ou qualquer culto de retiro em que já estive. Jesus estava ali, no meio do deserto, na terra, com os muçulmanos. Ele é atraído por um coração partido, pelo contrito, o desesperado. O Rei do Céu estava lá com os pobres de espírito”, comemora.

O pedido que faz agora é que a Igreja do Ocidente não pare de orar pelo trabalho de evangelização em meio aos muçulmanos, especialmente para que Deus levante mais obreiros que estejam dispostos a levar o Evangelho aos milhões não alcançados, que ainda precisam ouvir sobre quem é Jesus.

Com informações de Assist News e Charisma News

Guerras no Oriente Médio são sinais do apocalipse, creem evangélicos

Pesquisa mostra que 81% dos evangélicos creem que Cristo voltará em breve
Quase oito em cada 10 evangélicos dizem acreditar que as guerras religiosas que ocorrem no Oriente Médio são uma indicação que o arrebatamento está no horizonte. É isso que aponta uma nova pesquisa divulgada na última sexta o Instituto Brookings.

A instituição monitora a política do Oriente Médio e fez uma pesquisa em diferentes estados americanos. Questionados sobre a situação atual do mundo, 79% dos que se identificam como evangélicos dizem acreditar “que a violência atual em todo o Oriente Médio é um sinal que o fim dos tempos está mais perto.”

Entre os entrevistados que afirmam ser cristãos, mas não evangélicos (católicos e não praticantes), apenas 43% acredita que o quadro atual é um indicativo do apocalipse. A margem de erro é de 3%, para mais ou para menos.

Susan Glasser, que coordena o núcleo de política externa do Instituto, afirma: “Esses números são muito marcantes, pois se encaixam com a teologia do final dos dias que as pessoas dizem acreditar”.

A pesquisa também indica que 72% dos cristãos em geral e 81% dos evangélicos creem que Cristo voltará em breve, mas não tem certeza de quando isso vai acontecer. Para 5% de cristãos em geral e 12% dos evangélicos, Cristo retornará enquanto eles estiverem vivos.

Além disso, 75% dos evangélicos e 55% de cristãos em geral entendem que para Cristo voltar, “algumas coisas precisam acontecer em Israel antes”.

Diante da afirmação “Para o arrebatamento ou Segunda Vinda ocorrer, é essencial que o atual Estado de Israel tome posse de todas as terras que foram prometidas ao Israel bíblico do Antigo Testamento”, 63% dos evangélicos e 51% de cristãos em geral concordam com ela.

Na mesma pesquisa, quando questionado sobre o “líder mundial que você mais admira”, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu foi o mais citado pelos evangélicos (16%).

Os dados da pesquisa do Instituto Brookings foram debatidos no Carnegie Endowment for International Peace, em Washington esta semana. Shibley Telhami, uma das painelistas é membro da Brookings. Ela disse à plateia que os evangélicos nem sempre foram tão favoráveis ​​a Israel e aos judeus, mas que isso vem mudando nas últimas décadas. 

Com informações de Christian Post

"Estado Islâmico" Ataques terroristas na França, no Kuait e na Tunísia matam dezenas

Três atentados distintos ocorridos nesta sexta-feira (26) na França, no Kuait e na Tunísia deixaram dezenas de mortos e de feridos.

No mais sangrento deles, na Tunísia, homens armados com fuzis invadiram dois hotéis de luxo no balneário de Susa e dispararam contra turistas, matando ao menos 37 pessoas. Estima-se que a maioria dos mortos sejam alemães e britânicos.

Segundo rádios locais, a ação terrorista aconteceu nos hotéis Imperial Marhaba e Muradi Palm Marinay.

Segundo fontes, os homens chegaram pela praia, levando fuzis AK-47, e dispararam contra turistas. Um dos atiradores foi morto pela polícia.

O Estado Islâmico assumiu a autoria do ataque.

Na França, um corpo decapitado foi encontrado em uma fábrica no sudeste do país. Houve explosões no local, onde foram deixadas bandeiras com inscrições em árabe.

Autoridades afirmaram que um suspeito foi detido. Ele não tem antecedentes criminais, mas já havia sido fichado por radicalização em 2006

Outros detalhes estão sendo investigados para que se possa chegar ao perfil exato do homem e se houve participação de mais pessoas. Há mais suspeitos sob custódia da polícia.

A seção antiterrorista da Promotoria de Paris abriu uma investigação por "assassinato e tentativas de assassinato em grupo organizado e em relação a um ato terrorista".

O primeiro-ministro francês, Manuel Valls, ordenou o reforço das medidas de segurança nas zonas sensíveis perto da usina.

O alerta antiterrorismo, chamado na França de Vigipirate, foi colocado em seu nível mais alto na região de Rhône-Alpes, onde fica a empresa atacada, pelo período de três dias, conforme anunciou o presidente Hollande.

Na Espanha, medida semelhante foi tomada pelo Ministério do Interior após a série de atentados nesta sexta-feira. 
Ataque a mesquita

Ao menos 27 pessoas foram mortas e mais de 200 ficaram feridas em um atentado realizado contra uma mesquita no Kuait, informaram vários meios nacionais. O Estado Islâmico assumiu a autoria do ataque.

De acordo com um comunicado divulgado na internet e cuja autenticidade ainda não pôde ser comprovada, o grupo terrorista garante que o ato foi cometido por um suicida que usava um cinto carregado de explosivos.

O Ministério do Interior condenou o ato e o descreveu como um "crime" e um "atentado" com o qual se pretende "rasgar a união nacional". O Conselho de Ministros convocou uma reunião urgente para acompanhar a situação e tomar as medidas necessárias. 

(Com agências internacionais e a BBC)

Milhões enfrentam miséria na maior crise de refugiados desde a Segunda Guerra, denuncia ONG

Anistia Internacional culpa líderes mundiais pela morte de milhares de civis que fogem de guerras no Oriente Médio e na África

— Pela primeira vez desde a Segunda Guerra Mundial, o número de deslocados ultrapassou os 50 milhões. E a maioria vem da Síria, onde mais da metade da população teve que fugir por causa da guerra civil que toma conta do país há mais de quatro anos. 

A denúncia, publicada nesta segunda-feira em novo relatório da Anistia Internacional, mostra que, no total, cerca de quatro milhões de mulheres, homens e crianças são hoje refugiados no país — 95% deles divididos em cinco Estados vizinhos.

“Estamos testemunhando a pior crise de refugiados de nossa era, com milhões de mulheres, homens e crianças que lutam para sobreviver em meio a guerras brutais, redes de traficantes de pessoas e governos que perseguem interesses políticos egoístas, em vez de mostrarem compaixão humana”, disse Salil Shetty, secretário-geral da Anistia Internacional, em um comunicado. 

“A crise de refugiados é um dos principais desafios do século XXI, mas a resposta da comunidade internacional tem sido um fracasso vergonhoso. Precisamos de uma reforma radical das políticas e práticas para criar uma estratégia global coerente.”

Trata-se de uma das maiores crises de refugiados na História e a resposta da comunidade internacional, no entanto, tem sido um fracasso. De acordo com a ONG, apesar do enorme afluxo de migrantes, os países de acolhimento têm recebido quase nenhum apoio internacional significativo. No total, 86% dos refugiados estão em países em desenvolvimento.

“É claro que a situação na Síria não vai permitir que eles voltem para casa em breve. No entanto, países vizinhos estão chegando ao limite e alguns têm recorrido a medidas profundamente preocupantes, incluindo negar às pessoas a entrada, empurrando-os de volta para o conflito”.

Nesta segunda-feira, autoridades turcas reabriram suas fronteiras a centenas de sírios que fogem dos combates entre as forças curdas e os jihadistas do Estado Islâmico pelo controle da cidade de Tall Abyad.

“Não se deveria deixar um Estado sozinho frente a uma crise humanitária maciça, simplesmente porque ele partilha uma fronteira com um país em um conflito”, acrescentou Shetty.

No relatório, a ONG pede ainda a criação de um fundo para os refugiados e um compromisso coletivo para o recebimento de um milhão de pessoas nos próximos quatro anos. O pedido foi reforçado pelo relator especial da ONU sobre os Direitos Humanos de migrantes e assuntos de minorias, que criticou as ações adotadas na Europa para lidar com o problema.

— Lamentamos a contínua ineficácia do sistema da União Europeia para controlar as fronteiras e a falta de coerência na abordagem das questões de migração — afirmou nesta segunda-feira François Crépeau durante debate no Conselho de Direitos Humanos, em Genebra.

Na África, onde se estima que vivam três milhões de refugiados, embora muitos países abrem suas fronteiras, o discurso xenófobo e racista foi normalizado. Em vários lugares, os refugiados têm direitos limitados e, em alguns casos, não são legalmente reconhecidos como tal. Um exemplo recente foram os ataques na África do Sul, em abril de 2015, que deixaram milhares de deslocados internamente.

Sobre a crise de imigrantes no Mediterrâneo — pelo menos 1.865 pessoas morreram nos primeiros meses deste ano tentando chegar à Europa pelo oceano — a ONG pediu aos países europeus que compartilhem o fardo do acolhimento, dividido especialmente entre Itália e Grécia. E elogiou, com ressalvas, a operação Triton foi lançada em novembro de 2014 para ajudar a Itália a controlar as suas fronteiras marítimas e resgatar os imigrantes.

“A crise global dos refugiados não será resolvida, a menos que a comunidade internacional reconheça que é um problema global e lide com ela como tal”, destaca o relatório.

Depois de uma série de naufrágios que mataram centenas de pessoas, a Comissão Europeia decidiu, em abril, triplicar o orçamento da operação.

OGlobo/Agências internacionais

‘Não haverá mais cristãos no Oriente Médio’, diz político libanês

O parlamentar libanês Samy Gemayel apelou à comunidade internacional para que alguma coisa seja feita para ajudar os cristãos no Oriente médio, ou então ele teme que eles desapareçam da região completamente.

“Se os Estados Unidos e a comunidade internacional não intervirem, os cristãos podem ser expulsos dos países árabes do Oriente Médio dentro de dois anos”, alertou ele durante uma entrevista de rádio.

Gemayel, membro sênior do Partido Phalange, descende de uma histórica família cristã libanesa.

Seu pai, Amin, foi presidente do país, enquanto seu irmão, Pierre, era membro do parlamento e ministro do governo antes de seu assassinato, em 21 de novembro de 2006. O tio de Gemayel é o ex-presidente eleito Bashir Gemayel, que também foi assassinado.

Falando à rádio, Gemayel alertou para o fato de que os cristãos e os muçulmanos moderados são vítimas de duas forças extremistas que lutam entre si.

Ele declarou: “Hoje todos os moderados da região estão no centro do fogo cruzado entre duas grandes potências extremistas. De um lado há o Estado Islâmico, na Síria e Iraque, e do outro, o Estado Islâmico do Irã. 

Então você tem dois Estados islâmicos com duas ideologias muito extremistas lutando uns contra os outros. E os moderados estão presos entre estes dois poderes”.

Em meio a relatos generalizados de perseguição aos cristãos nas mãos de extremistas islâmicos, Gemayel reclamou que líderes cristãos regionais e comunidades minoritárias não estão recebendo apoio suficiente da comunidade internacional.

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Fonte: Portas Abertas

Em 2030, China terá o maior número de evangélicos no mundo, revela pesquisador

Em países do onde há manifestação de sinais, milagres e prodígios, a igreja está aumentando.
Enquanto diversos países tem encarado uma série de problemas políticos, econômicos e sociais, o evangelho tem sido pregado, e o número de cristãos aumentam. Testemunhos e relatórios demográficos da África, América Latina e Ásia revelam que as curas, as libertações e os dons do Espírito Santo estão impulsionando uma grande expansão da igreja.

África 
Sinais e maravilhas têm provado ser um catalisador para um número significativo de conversões em Moçambique, Quênia e outras partes de África. O Relatório de Pesquisa Pew mostra que, “o número da população cristã na África Subsaariana aumentou de 9% em 1910 para 63% em 2010.”

O professor do Seminário Teológico Trindade, em Gana, J. Kwabena Asamoah-Gyadu, explica o que tem movido o crescimento da igreja na África. “Os ministérios de cura e libertação se tornaram uma das expressões mais importantes do cristianismo pentecostal Africano. 

O movimento tem impulsionado a recuperação das experiências vindas da fé, demonstrando o poder do Espírito Santo para derramar vida e da presença viva de Jesus Cristo para salvar do pecado e do mal. O cristianismo pentecostal-carismático tem sido bem sucedido na África por causa de sua abertura para o sobrenatural de Deus”, diz Gyadu.

América Latina
Não só a África está crescendo, mas um impacto semelhante está acontecendo em toda a América Latina. Foi relatado, recentemente, que mais de 40% da população da Guatemala se identifica com o cristianismo pentecostal-carismático. Da mesma forma, a igreja na Argentina tem levado multidões a estádios de futebol, transformando os costumes culturais de sua nação. Seria difícil encontrar um país sul-americano que não está sendo impactado pelo ministério de cura e libertação.

No Brasil, a igreja está experimentando um crescimento acelerado devido à manifestação do poder sobrenatural de Deus. O Pastor Márcio Valadão, da Igreja Batista da Lagoinha, diz que sua igreja vem experimentando grande crescimento: “Em 1998, havia mais ou menos 5.000 membros. Hoje a igreja ultrapassou 35 mil.”

“O cristianismo está aumentando no Brasil. Se a tendência continuar, prevê-se que mais da metade dos brasileiros (109 milhões de cristãos de 209 milhões de cidadãos) serão cristãos evangélicos em 2020. O Brasil é uma terra de avivamento. É um lugar onde a crença em milagres e curas são altos”, observa Paul Strand.

Esses fatores são ainda mais surpreendentes ao olhar para o histórico brasileiro: na década de 1970, menos de 3% da população brasileira era evangélica. Em um período de 50 anos, a população evangélica saltou para cerca de 50% da população, em um país que antes era rigidamente católico.

Ásia
O vasto continente da Ásia também tem sido transformado pelo poder de Deus. A China só tinha em torno de 1 milhão de protestantes em 1949. Agora há mais de 58 milhões de protestantes na China. Yang, pesquisador religioso, acredita que este número irá aumentar para cerca de 160 milhões em 2025. “Em 2030, o total da população cristã na China ultrapassaria 247 milhões, se colocando acima de países como México, Brasil e Estados Unidos, sendo a maior congregação cristã no mundo”, projeta Yang.

Boa parte do crescimento do cristianismo na China se deve aos trabalhos das igrejas domésticas subterrâneas ilegais, que acontece nas casas, em uma tentativa de fugir dos olhares indiscretos do Partido Comunista. O metrô é, muitas vezes, cenário de curas, profecias e manifestações sobrenaturais. Normalmente realizada fora dos centros urbanos, o pesquisador Jason Kindopp observa que, “as curas são particularmente comuns entre as populações rurais, que é responsável por até 90% de todas as conversões ao cristianismo”.

Similar à experiência da Igreja primitiva, o cristianismo em todo o mundo agora está sendo transmitido através do sobrenatural. Os sinais e maravilhas não morreram no terceiro século. Na verdade, onde a cura e a libertação estão sendo expressas, a igreja está aumentando.

“Jesus disse: Aquele que crê em mim fará também as obras que tenho realizado. Fará coisas ainda maiores do que estas, porque eu estou indo para o Pai.” João 14:12

Com informações de Charisma News

Judeus, muçulmanos e cristãos se unem pela paz no Oriente Médio

Grupo de 45 pessoas passará pela Palestina, Israel, Jordânia e Roma mostrando que é possível viverem juntos sem guerras
Representantes argentinos das três maiores religiões monoteístas do mundo se uniram e foram até o Oriente Médio mostrar que é possível conviver pacificamente.

A delegação formada por 15 judeus, 15 muçulmanos e 15 cristãos deixou a Argentina e chegou nesta quinta-feira (19) na Palestina para mostrar o modelo de respeito e convivência pacífica entre as religiões.

O primeiro-ministro palestino, Rami Hamdala, recebeu a delegação e destacou a presença das três religiões em seu território. “Palestina é a terra das três religiões: cristianismo, judaísmo e islã. E, para mim, a religião é tolerância”.

Ele também citou a paz dizendo que o acordo com Israel é o destino das nações. “Somos vizinhos, temos que viver juntos um ao lado do outro em paz e harmonia”, completou Hamdala.

Em entrevista à agência EFE Claudio Epelman, diretor-executivo do ‘Congreso Judío Latinoamericano’, explicou que além da Palestina a delegação, organizada por ele, ainda passará por Israel, Jordânia e Roma. “Em vez de chamar atenção para o conflito do Oriente Médio, queremos mostrar que cristãos, muçulmanos e judeus podem viver juntos”, disse.

As reuniões com os líderes de cada estado já estão marcadas. Em Israel eles serão recebidos pelo presidente Shimon Peres, na Jordânia por um membro da dinastia hachemita, pois o Rei Abdullah II não poderá recebê-los e em Roma serão recebidos pelo próprio Papa Francisco no dia 27 deste mês.

O líder católico, que é natural da Argentina, é considerado como um grande exemplo para os líderes religiosos. Epelman chegou a dizer que Francisco teve “um papel muito significativo como arcebispo de Buenos Aires” ao criar um diálogo entre as religiões.

“O motivo da viagem não é apenas estar na terra palestina, mas também mostrar uma realidade que existe em uma parte do mundo, onde o diálogo religioso é uma construção”, disse Omar Ahmed Abboud, co-fundador e presidente do Instituto do Diálogo inter-religioso da Argentina.

Quem também faz parte dessa delegação é o rabino Sergio Bergman, deputado por Buenos Aires, que acredita na mensagem de coexistência entre as três religiões.

Gospel Prime

Livros escolares do Paquistão ensinam crianças muçulmanas que matar cristãos é uma forma de alcançar a vida eterna

A perseguição a cristãos em países do Oriente Médio tem se tornado cada vez mais constante, e através da internet é possível tomar conhecimento da realidade que os fiéis ao Evangelho vivem nesses locais.
O incentivo à matança de cristãos vem de diversas fontes nos países de maioria islâmica, e agora, também dos livros escolares distribuídos a alunos do Paquistão.

Segundo o Instituto Oriente Médio de Pesquisa de Mídia (IOMPM), o conteúdo dos livros didáticos a que as crianças paquistanesas tem acesso enfatizam a promoção ao ódio, a jihad islâmica (“guerra santa”), filosofia de luta, compromisso de fé no padrão considerado perfeito e ainda, a matança de cristãos como forma de tornar-se mártir da fé muçulmana, recebendo como recompensa a vida após a morte em Jannah, que é o paraíso no islamismo.

O levantamento feito pelo instituto descobriu ainda que as crianças paquistanesas são forçadas a tornarem-se adeptas ao islamismo nas escolas públicas do país.

As informações reveladas no relatório da pesquisa feita no Paquistão dá conta que o ódio contra minorias religiosas foi reforçada no país, através da disseminação do conceito de que o termo “minoria” tem conotação pejorativa. As afirmações do relatório do IOMPM foram confirmadas por veículos de comunicação oficiais e independentes, líderes políticos e estudiosos religiosos.

“O cotidiano das minorias religiosas no Paquistão é caracterizado pela pobreza, a injustiça e a discriminação. Os não muçulmanos são identificados como cidadãos de segunda classe nos livros didáticos”, afirmou Joseph Coats, arcebispo de Karachi e chefe do Conselho Episcopal do Paquistão, em entrevista ao Christian Post.

Christian Post

Paz em tempos de Guerras.

Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize. João 14:27

Impossível viver em Paz sem Cristo. Enquanto o ser humano não entender que só “Um” tem a verdadeira Paz, continuará nas pelejas e nas batalhas intermináveis em suas vidas. Enquanto o ser humano não entender que “paz se promove de dentro pra fora”, eles continuarão em suas guerras.

A Paz começa de dentro para fora e quando isso ocorre paramos uma batalha. Mas, de onde parte as pelejas diárias? De onde vem tanto ódio? De onde vem a vontade incontrolável de destruir uns aos outros? Toda guerrilha, toda peleja parte do coração humano, homens que por dentro estão em guerras em suas almas onde, em curto prazo exteriorizam o que vivem em seus corações. Como alguém que está em guerra interior pode promover Paz exterior?

Existem pessoas que a guerra interior é tão grande que elas poderiam ser levadas a um paraíso (lugar de tranquilidade) que mesmo assim transformaria o ambiente em sua volta em um inferno inflamando aqueles em sua volta.

Nos dias atuais ouvimos o grito dos aflitos implorando por Paz, todos em uma só voz pedem, clamam, imploram por paz. Mas onde encontrar?, Como promover? Quem pode verdadeiramente impactar, e doar Paz? As pelejas partem do coração do homem individualmente e isso impacta a tantos quantos, que chegam a gerar conflitos coletivos.

Vivemos em crises emocionais onde a humanidade caminha ao caos. Muitos ignoram a solução e continuam clamando por algo que por eles mesmos não podem realizar. Quando olhamos para o Oriente Médio vemos quantas guerras, quantas pelejas, sendo a maioria destas guerras em nome da fé. Quantos países vivem a mesmíssima confusão, o que acontece com pessoas assim tão briguentas? O que ocorre para que uma comunidade fique tão violenta a ponto de consumir uns aos outros?

A grande verdade é que estão rejeitando a verdadeira Paz. Só haverá segurança e plena Paz de Espirito e obviamente Paz exterior quando Jesus Cristo reinar e for Senhor dessas pessoas.

O texto base desta reflexão nos mostra que a Paz que o mundo tanto precisa chama-se Jesus. Só o Príncipe da Paz pode acalmar os corações atribulados. Só o Príncipe da Paz tem o que a humanidade tanto procura. Só o Príncipe da Paz pode aplacar a ira humana. Só o Príncipe da Paz Jesus retira do homem o temor o sentimento de vingança. O mundo propaga uma falsa paz, mas logo percebemos que não é duradoura.  

Muitas vezes não entendemos como pode alguém que está em um ambiente de guerras, viver na PAZ promovendo a pacificação. Isso parte do interior delas e impacta a todos em sua volta, pois o Príncipe da Paz está dentro delas.  

“A Paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos pensamentos em Cristo Jesus.
Filipenses 4:7

Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize. João 14:27

Você quer mudar a sua história? Quer impactar coletivamente aqueles em sua volta? A escolha é sua. A Paz foi disponibilizada por Deus através de seu Filho amado Jesus, resta a nós, meros problemáticos, abraçar o presente de Deus.

Receba esta Paz, não a paz que o mundo dá, mas a verdadeira Paz enviada por Deus chamada Jesus.

Deus te abençoe e Graça e Paz da parte de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo

Pb- Josiel Dias
IEC Alcântara

"Eles precisam conhecer Jesus!", diz Nivea Soares sobre Oriente Médio

A cantora e compositora contou que se emocionou ao ver a situação de homem que dá uma dura declaração a um noticiário, em meio a escombros da guerra.´

Nesta quinta-feira, 12/09, Nívea Soares postou em sua página oficial do Facebook, um pequeno depoimento, no qual lamenta a situação atual, não somente dos conflitos na Síria, mas de outros povos muçulmanos não alcançados pelo cristianismo.

A cantora e compositora contou que se emocionou ao ver a situação de homem que dá uma dura declaração a um noticiário, em meio a escombros da guerra.

"Um homem sírio no meio dos escombros da guerra disse no noticiário: 'o mundo ocidental não vem nos ajudar porque somos muçulmanos'. Chorei!", confessou.

Nívea ainda destacou que muitos cristãos têm se acomodado, isolando-se no "mundo gospel" e esquecendo dos povos que precisam ouvir sobre o amor de Jesus. 

"A igreja brasileira nutriu tanto o medo da perseguição, que para muitos de nós tornou-se mais cômodo nos isolarmos dentro do nosso "mundinho gospel" e esquecermos das nações que tem passado por muito mais tribulações que nós.
Que nosso coração se quebre novamente pelas nações dentro e fora do Brasil. Eles precisam conhecer Jesus! Só existe paz real em Jesus!", afirmou.

Finalizando a sua declaração, a cantora levantou um clamor por um mover espiritual, que gere um despertar entre os cristãos.

"Oh Espírito de Deus! Move nossos corações para nos envolvermos com a tua missão, teu reino! Arranca-nos da alienação! As nações aguardam... Move-nos", pediu.

Guiame.com

Guerra contra Síria é prenuncio da volta de Jesus, afirmam estudiosos

Conflito no Oriente Médio seria cumprimento de profecia do Livro de Isaías e de escritos muçulmanos
A segunda vinda de Jesus está ligada à cidade de Damasco, capital da Síria, acreditam estudiosos das profecias cristãos e muçulmanos. A crescente ameaça de guerra dos sírio contra outros países gerou uma série de análises de antigos escritos.

Em comum entre as previsões está o iminente retorno de Cristo. Da parte dos cristãos, alguns apontam para Isaías 17:1, que diz: “Eis que Damasco será destruída, e já não será cidade, antes será um montão de ruínas. As cidades de Aroer serão abandonadas; hão de ser para os rebanhos que se deitarão sem que alguém os espante”. Para alguns, esse seria um prenúncio do Armagedon, a batalha final.

Muitos sites cristãos dedicados a interpretação das Escrituras têm especulado sobre se o iminente conflito na Síria foi profetizado na Bíblia. Alguns estudiosos acreditam que esta profecia se cumpriu em 732 a. C, quando os assírios destruíram a cidade, enquanto outros estão convencidos de que se trata de um “evento final dos tempos ainda acontecerá”, explica o portal Christian Post.

Curiosamente, surgem especialistas lembrando que os muçulmanos também acreditam na segunda vinda de Jesus, que pare eles foi um profeta. O texto mencionado na Surat An-Nisa, diz: “E não há ninguém do Povo do Livro, mas que certamente hão de crer em Jesus antes de sua morte. E no Dia da Ressurreição ele será uma testemunha contra eles”.

Abd Ibn Abbas, tio de Maomé relata uma visão do profeta muçulmano: “Na noite de minha ascensão aos céus, eu vi Moisés que era um homem alto de cabelos castanhos como se pertencesse a tribo de Shanawa, e eu vi Jesus, um homem de estatura mediana e complexão moderada inclinada para as cores vermelha e branca e de cabelo liso. Eu também vi Malik, o guardião do Inferno e o Dajjal [Anticristo] entre os sinais que Allah me mostrou”.

Mais especificamente, os estudiosos muçulmanos citam um hadith que fala sobre a ligação de Damasco com a segunda vinda de Jesus, o Livro de Sahih, 41, cuja Hadith 7015 diz: “Allah enviará o Messias filho de Maria. Ele então descerá perto do minarete oriental branco de Damasco, vestido com dois mantos amarelos, apoiado nas asas de dois anjos.”

O imã Abdullah Antepli, capelão muçulmano da Universidade de Duke e fundador da Associação Muçulmana de Capelães, explicou que “existem duas escolas de pensamento dentro do Islã sobre profecias. Alguns muçulmanos entendem as profecias escritas no Alcorão e nas hadiths como literais, mas a maioria dos muçulmanos nunca vê as previsões proféticas em seu sentido literal.”

Com relação à segunda vinda de Cristo, Antepli esclarece: “Como líder muçulmano, para mim a segunda vinda de Jesus representa a paz entre muçulmanos e cristãos, onde se estabelecerá um reino de paz e justiça sobre a terra”.

David Lose, do Luther Seminary, erudito e autor de livros, também deu sua opinião: “Alguns veem quase todas as palavras proféticas como acontecimento futuros, ao invés de vê-las como metáforas destinadas a inspirar a esperança e oferecer conforto no presente”. Para o primeiro grupo, é um constante exercício tentar estabelecer os acontecimentos dos últimos dias.

Outros estudiosos alertam que o conflito na Síria pode ser os primeiros sinais de uma Terceira Guerra Mundial, pois o Oriente Médio está repleto de alianças e tensões que ampliam drasticamente o significado de um ataque à Síria.

O professor e teólogo Joel C. Rosenberg, assevera: “O contexto de Isaías 17 e Jeremias 49 são uma série de profecias do fim dos tempos que lidam com os juízos de Deus sobre os vizinhos e inimigos de Israel que antecedem – e ocorrem durante a – Grande Tribulação”.

O erudito Jack Kinsella, defende em seu livro sobre os conflitos que antecedem o final do mundo, que o provável ataque dos EUA ou das forças da ONU à Síria envolvam reações de todos os países vizinhos contra Israel. Isso poderia causar um efeito dominó, com contra-ataques dos muçulmanos do Hezbollah, Irã, Turquia e talvez até mesmo Jordânia e Egito.

Damasco é considerada a mais antiga cidade continuamente habitada do mundo, com uma história de 5000 anos. Embora tenha sido atacada e conquistada, nunca foi completamente destruída como anuncia a profecia. Hoje possui uma população de quase 2 milhões. A Enciclopédia Judaica explica que o termo “Aroer” em Isaías 17.2 provavelmente foi traduzido incorretamente, e que a melhor opção seria “as cidades ao redor serão abandonadas”. Se essa for a tradução correta, incluirá a fortaleza do Hezbollah, no Vale de Bekaa no Líbano, que era parte do território arameu no tempo de Isaías, e fica entre Beirute e Damasco.

O texto de Isaias oferece ainda um vislumbre do que seriam os acontecimentos posteriores:

“E a fortaleza de Efraim cessará, como também o reino de Damasco e o restante da Síria; serão como a glória dos filhos de Israel, diz o Senhor dos Exércitos. E naquele dia será diminuída a glória de Jacó, e a gordura da sua carne ficará emagrecida” (Isaías 17:3-4).

Jacó e Efraim são nomes alternativos para o Reino do Norte e Samaria era sua capital. Judá era o nome dado ao Reino do Sul, mais tarde alterado para Judéia nas eras grega e romana. E não há dúvidas que anunciam o prenúncio de um cenário de guerra.

“Naquele dia atentará o homem para o seu Criador, e os seus olhos olharão para o Santo de Israel. E não atentará para os altares, obra das suas mãos, nem olhará para o que fizeram seus dedos, nem para os bosques, nem para as imagens. Naquele dia as suas cidades fortificadas serão como lugares abandonados, no bosque ou sobre o cume das montanhas, os quais foram abandonados ante os filhos de Israel; e haverá assolação” (Isaías 17.7-9).

Com informações de Christian Post e Huffington Post.
Gospel Prime

População cristã do Oriente Médio pode estar perto da extinção

Guerra civil da Síria é o capítulo mais
recente desse conflito histórico
Zahle é uma cidade cristã do Líbano, que fica no alto do vale do Bekaa, numa antiga estrada ligando Damasco a Beirute. Ela tem um testemunhado, ao longo dos séculos, batalhas entre muçulmanos e cristãos, como a guerra civil que tomou o Líbano nos anos 1980. Ou os conflitos semelhante na década de 1860, quando a cidade foi incendiada por combatentes drusos e turcos que massacraram os cristãos.

Hoje em dia, a cidade é uma espécie de refúgio para as famílias cristãs que tentam fugir da morte trazida pela guerra civil na Síria. Este é um dos lugares escolhidos pelas agências cristãs que ajudam os refugiados. A maioria dos cristãos que saíram da Síria eram partidários do regime de Assad, mas muitos foram perseguidos mesmo tendo trabalhado ativamente no movimento de oposição que tentou derrubá-lo.

Como um todo, a população cristã do Oriente Médio continua diminuindo. Estima-se que cerca de cem anos atrás eles eram um quinto da população. Em 2012, o índice é de pouco mais de 5 por cento. Mesmo em países como o Líbano, que já teve uma maioria cristã, o número tem diminuído. Alguns especialistas acreditam que esse é o percentual mais baixo da história e pode significar que eles podem estar perto da extinção.

Além da violência anticristã, um dos principais motivos é que os cristãos está têm uma taxa de natalidade muito menor do que os muçulmanos e uma alta propensão a emigrar.

Fadi Halisso, um ex-engenheiro católico, da cidade de Aleppo, ao norte da Síria, agora se prepara para o sacerdócio jesuíta na capital do Líbano. Ele acredita que os cristãos desejam viver em paz nessa região turbulenta e por isso vão embora assim que a paz é ameaçada. “No Iraque os cristãos estão no meio de uma guerra. Não acho que foram alvo mais do que os outros grupos minoritários. Em geral, os cristãos nunca são maioria na região, não andam armados e por isso preferem recuar.”

Quando perguntado sobre os ataques recentes a igrejas em Alexandria ou Bagdá, ele é enfático: “Quando você tem algumas pessoas que causam problemas, acabam afetando toda uma região. Após esses ataques às igrejas, os cristãos da região se sentiram ameaçados. A impressão geral é que não somos mais bem-vindos, embora tenhamos boas relações com nossos vizinhos.”

Com informações do The New York Times
Gospel Prime

A televisão agora é de Jesus

Por meio de programas via satélite, podemos levar Jesus a milhares de lares no mundo muçulmano. 
A Portas Abertas está envolvida na produção de programas de TV cristãos que são transmitidos a dezenas de países no mundo muçulmano.

Uma vez que a presença de cristãos é muito baixa em muitos desses lugares, e qualquer forma de evangelização é proibida, os programas de TV são uma maneira de semear a Palavra de Deus de formas que não seriam antes possíveis.

A Portas Abertas está envolvida na produção de programas de TV cristãos que são transmitidos a dezenas de países no mundo muçulmano.

Uma vez que a presença de cristãos é muito baixa em muitos desses lugares, e qualquer forma de evangelização é proibida, os programas de TV são uma maneira de semear a Palavra de Deus de formas que não seriam antes possíveis.

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Informações Portas Abertas
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