Pastor Pat Robertson afirma que asteroides atingirão a Terra como cumprimento de profecias do Apocalipse: “Pode ser já na próxima semana”

O pastor Pat Robertson voltou a chamar atenção para si ao afirmar que os fatos narrados no apocalipse serão causados por asteroides, e que os impactos poderiam começar já na próxima semana.

Em seu programa The 700 Club, na TV Christian Broadcasting Network (CBN), Robertson lembrou do romance escrito por ele em 1995 que tinha como tema justamente o apocalipse.

“Eu escrevi um livro, chama-se ‘O fim dos tempos’, e se trata sobre um asteroide atingindo a Terra. Eu não vejo qualquer outra coisa que cumpre as palavras proféticas de Jesus Cristo que não seja um asteroide. Não há nada que possa fazer com que os mares fiquem turvos, que faça o céu a escurecer, a lua e o sol não dar sua luz, e as nações da Terra fiquem aterrorizadas se perguntando ‘o que está acontecendo? ‘”, afirmou o pastor.

Segundo o pastor, embora a gravidade do planeta Júpiter atraia a maioria dos asteroides, afastando-os da Terra, é possível que em algum momento, uma grande rocha venha em direção ao nosso planeta: “Qualquer dia destes… Pow!”, disse Robertson.

O icônico pastor tratou logo de tranquilizar os fiéis que o assistiam: “Ei, é só ficar pronto. Endireite-se com o Senhor. Pode ser na próxima semana, ou poderia ser daqui a mil anos, mas deveremos estar prontos a qualquer tempo, pois o Senhor diz: ‘Eu estou enrolando, já é hora de voltar para casa’”.

Gospel Mais

Mulher afegã clama por Jesus para se salvar de naufrágio e se converte após milagre

A mulher deixou o Afeganistão em busca de uma vida melhor em solo europeu
Após passar por grande risco de morte, uma refugiada afegã, que esteve recentemente em Atenas, na Grécia, compartilhou a história surpreendente de sua conversão ao cristianismo, conforme relatado pelo site de notícias Assist News Service.

Viajando separada de seus filhos, espremida com outras 65 pessoas, ela era apenas mais uma à busca de uma vida melhor na Europa. Estavam todos sem comer e beber a três dias, as mulheres e crianças choravam, outros sem forças pareciam prestes a desfalecer. O barco era sacudido violentamente por uma tempestade.

As pessoas começaram a orar repetidamente, por meio de diferentes Suras do Alcorão. Os gritos de "Vamos morrer! Nós vamos morrer” foram intercalados com as preces dos refugiados. Ela também fez algumas dessas orações no auge do desespero, certa de que todos iriam se afogar.

O porão possuía algumas janelas, mas isso também era um problema: abrí-las fazia com que a água entrasse no barco. Já fechá-las tornava o ar difícil de respirar.

De repente, o barco mergulhou de bico. Tudo e todos estavam escorregando em uma única direção: para baixo. Só então “flashes” de conversas que ela teve com a irmã cristã na Austrália e o irmão cristão, na Alemanha, e cenas de um filme sobre Jesus que havia visto no Irã vieram à sua mente.

Ela então orou para Jesus. Ela nunca tinha feito isso antes: “Se permitir que eu e meus filhos sobrevivamos, irei a uma igreja assim que chegar a terra firme”.

Imediatamente o barco endireitou e a tempestade cessou, miraculosamente. As pessoas se alegravam que Deus havia ouvido suas preces, mas ela sabia que Jesus havia respondido a sua oração.

Ainda mais incrível foi quando um grande barco grego se aproximou e começou a jogar garrafas com água no barco dos refugiados. Houve confusão enquanto todos buscavam aplacar sua sede. Então homens da outra embarcação amarraram seu barco ao dela e conduziram a todos em segurança até a praia. E eles provavelmente haviam avisado o porto, pois ao chegarem à praia havia filas e filas de garrafas com água e copos esperando pelos quase náufragos.

Então os afegãos foram levados a um acampamento onde receberam comida, abrigo e roupas secas.

Apesar de estarem indo para a Itália, acabaram na Grécia. Cumprindo sua minha promessa a Deus, a primeira coisa que aquela mulher fez foi procurar uma igreja. Estava acontecendo um casamento, então ela simplesmente se sentou e assistiu.

Na semana seguinte, foi a outra igreja e sentou-se na parte de trás e assistiu. Ela não entendia nada que eles estavam dizendo. E foi a uma terceira igreja e, novamente, não compreendia o que estava sendo dito, mas estranhamente tinha uma paz descendo sobre o seu coração, apenas ao estar nessas igrejas. Foi então que ela percebeu que algo estava acontecendo dentro dela, e mesmo sem entender, sabia que era algo bom.

Foi então que ela ouviu falar de um lugar, um prédio com 8 andares, onde funcionava uma organização. Lá eles estavam fornecendo comida para os afegãos. Era o Centro de Refugiados do Hellenic Ministries. A mulher então ouviu uma conversa sobre Jesus traduzida em sua própria língua. Eles lhe deram uma Bíblia no idioma afegão, que ela começou a ler.

Na sequência, ela então começou a comparar o que lia com o que havia aprendido em sua religião. Coisas como “amar ao próximo”, “virar a outra face” e “perdoar os seus inimigos”.

Sua antiga religião exortava a matar os infiéis e odiar os inimigos. Nunca antes ela tinha lido em qualquer lugar sobre o amor e o perdão como na Bíblia. Inimigos no Afeganistão mataram seu marido. Tudo que ela ouvia das duas principais divisões da sua religião, é que uma sempre acusava a outra de ser infiel.

Ela já havia testemunhado um homem ser alvejado no peito e morrer, apenas por pertencer a um grupo rival. O mesmo aconteceu com uma mulher que viu morrer bem na sua frente. A moça afegã também viu homens que haviam sido mutilados por explosões de bombas em confrontos sectários. E não conseguia tirar essas imagens da cabeça. Ela tinha apenas 15 anos, mas essas imagens continuavam voltando, às vezes duas ou três vezes por dia.

A mulher também não pode deixar de notar a diferença nas pessoas que estavam trabalhando no Centro de Refugiados onde ela ia ouvir lições da Bíblia. Eles eram humildes e sempre prontos a ajudar, sem segundas intenções. Ela gostava deles e estava começando a aceitar seu ensino. Desta forma, apreciava as suas atitudes e suas maneiras. E sentiu-se atraída para o Jesus que eles proclamavam.

Então, depois de 4 meses ela tomou sua decisão: queria acreditar em Jesus; queria que Ele fosse seu Salvador. Verdadeiramente Ele respondeu a muitas das suas orações. A vida ainda era difícil, mas ela era grata e tinha paz interior. Era uma nova pessoa. Parece que Deus a permitiu que ela viesse parar na Grécia para que pudesse ouvir sobre a fé cristã e acreditar.

Lembrou-se então da conversão de seus familiares: primeiro a irmã na Austrália, por quem ela havia chorado por ter se perdido, depois o irmão na Alemanha, e depois outro irmão, na Suécia, haviam depositado sua fé em Jesus.

Então seus olhos se abriram e ela percebeu que era Jesus que a havia salvado de se afogar para salvá-la eternamente. Outros membros da minha família no Irã e outro irmão na França são muito antagônicos ao cristianismo estão preocupados com aqueles de nós que mudaram de fé e agora creem em Jesus.

“Da tempestade no mar para a paz no meu coração, eu sou verdadeiramente grata! Louvado seja Deus”, finalizou a sobrevivente.

O diretor do ministério que a ajudou, Bruce McAtee, comentou sobre essa história, dizendo: "Depois disso, essa mulher se juntou a sua família na Suécia, no mês passado. Antes de sair, ela deu seu testemunho na igreja e eu tive o privilégio de batizá-la. Foi um momento poderoso como saiu da água com lágrimas e orações. Ela deixou a Grécia com um fardo e uma convicção para compartilhar com outras pessoas sobre esta nova vida de esperança, paz, amor, perdão, e tudo o que é encontrado em Cristo”, concluiu.

Christian Post

Marisa Lobo festeja vitória contra ideologia de gênero, mas destaca: "A luta continua"

A psicóloga cristã, Marisa Lobo falou com exclusividade ao Guiame, sobre a vitória dos direitos da família nesta votação.

Na última segunda-feira, 22/04, às 14h30, foi votado na Comissão Especial da Câmara dos Deputados, o parecer do deputado Angelo Vanhoni (PT-PR) sobre o novo Plano Nacional da Educação. 

O parlamentar - e relator do caso - havia apresentado mudanças no que diz respeito à questão do financiamento da educação e que dá maior responsabilidade à União no repasse de recursos a estados e municípios. Além disso, a polêmica gerada pelo uso da ideologia de gênero no sistema educacional também já mostrava a necessidade de uma revisão da proposta.

Marcaram presença e acompanharam a votação a votação na Câmara, representantes das bancadas evangélica, católica e outros defensores dos direitos da família, como por exemplo, Paulo Freire, Eurico, Jair Bolsonaro, Marisa Lobo, Rosângela Justino e Damares Alves.

A votação encerrou-se com 15 votos a 11, contra a inclusão da ideologia de gênero no novo PNE.

A psicóloga cristã, Marisa Lobo falou com exclusividade ao Guiame, sobre a vitória dos direitos da família nesta votação.

Apesar de celebrar a vitória de ontem, Marisa destacou que ainda há muito trabalho a ser feito neste sentido.

"Ganhamos por enquanto, mas a luta continua! Agora a proposta vai para votação no congresso. 15 a 11... achei que foram muitos votos a favor [da ideologia de gênero]. Creio que os deputados ainda não entenderam a complexidade e a gravidade da ideologia de gênero, que não é uma estratégia de se eliminar preconceito e sim uma farsa inventada pelo movimento LGBT mundial para reorientar a sexualidade das crianças nas escolas, descontruindo a heterossexualidade, os papéis de cada sexo (masculino e feminino), em todos os aspectos", alertou.

Marisa ainda contou que a sua militância contra a ideologia de gênero não tem sido exercida somente no âmbito político.

"Estou indo nas igrejas, ensinando sobre a ideologia de gênero, esclarecendo com a psicologa, sobre os perigos dessa proposta, que invadiu o mundo acadêmico e agora é moda. Estão tentando transformar nossa cultura, alegando que a heterossexualidade é compulsória e anormal... e que o ser humano não só pode como deve experimentar todas as formas de prazer sexual", declarou.

A psicóloga também aproveitou seu depoimento para convocar a Igreja a se munir contra esta proposta.

"É a porta escancarada para a pedofilia! Essa é nossa maior preocupação. Vamos fazer nossa parte, enfrentar essa mentira que a exemplo de alguns países da Europa só está psicotizando, criando conflitos psíquicos e familiares. Espero que a Igreja acorde, que líderes levem esse assunto para nossas igrejas e aprendam de forma cientifica, com toda seriedade, com informações confiáveis sobre essa farsa da ideologia de gênero. Estamos com nosso conhecimento levando essa informação a igreja precisa se preparar e enfrentar essa que é a pior afronta a humanidade. Preconceito não,privilégios ,mentiras nunca.", propôs.

Bolsonaro
Quem também expressou sua satisfação com o resultado da votação foi o deputado Jair Bolsonaro. Com um breve depoimento em sua página oficial do Facebook, ele elogiou a presença da bancada evangélica e alertou para a continuidade da votação.

"Graças ao nosso empenho, principalmente com a força da bancada evangélica, conseguimos rejeitar a proposta do Plano Nacional LGBT, que incluía itens a serem ensinados nas escolas primárias do Brasil, como a desconstrução da heteronormatividade e outros. Amanhã teremos outra batalha contra a sanha de grupos homossexuais que visam abocanhar o erário público e as crianças nas escolas de nosso país. Vencemos esta batalha, amanhã a guerra continua! Selva!!!", postou.

Manifesto
Você também pode expor o seu posicionamento contra a ideologia de gênero, fazendo contato com o deputados que atuam na Câmara. Na página de pesquisa dos parlamentares, é possível encontrar emails / telefones de cada um deles.

Por João Neto
Guiame

Cláudio Duarte volta a participar do Programa do Ratinho

A primeira participação foi ao ar em agosto de 2013 e foi sucesso de audiência
O pastor Claudio Duarte anunciou em sua página no Facebook que estará no Programa do Ratinho nesta quinta-feira (24) ao vivo para todo o Brasil.

“Gente! Amanhã eu estarei ao vivo no Programa do Ratinho!!”, disse ele convidando seus seguidores a compartilhar a informação.

Essa é a segunda vez que o pastor evangélico estará no programa do SBT. Em agosto do ano passado ele foi chamado para participar do programa por conta do sucesso de seus vídeos voltados para casais.

Nesse programa Duarte falou sobre temas ligados à família, fé e sexualidade. A forma como ele aborda os temas é um grande diferencial do pastor, que fala com muito humor desses temas que são tão complexos.

Foi exatamente esta forma que o fez se tornar conhecido no país. Diversos trechos de pregações para casais caíram na internet sendo compartilhados por pessoas de todas as idades e de todas as crenças.

O pastor Cláudio Duarte entendeu o poder das redes sociais e investiu no segmento criando uma página no Facebook que hoje conta com mais de 1,6 milhão de seguidores.

Não perca a participação dele no Programa do Ratinho que começa às 22h pelo SBT.

Gospel Prime

Descoberta ferramenta utilizada na construção do Templo de Salomão

Escavação arqueológica é considerada "extraordinária" e "surpreendente"
Os arqueólogos da Autoridade de Antiguidades de Israel acreditam ter descoberto um artefato que pode mudar a história da arqueologia na região.

Trata-se de um cinzel de metal, que pode ter sido usado na construção do Templo de Salomão, foi descoberto no ano passado, mas a agência de notícias israelense Tazpit informou que o governo estava esperando os resultados de testes de datação antes de fazer o anúncio oficial.

A mídia israelense está descrevendo a descoberta como “extraordinária” e “surpreendente”. O local de descoberta estava junto ao Arco de Robinson, localizado ao sul da área do Muro das Lamentações, que é a estrutura remanescente do antigo Templo.

“O cinzel possui cerca de 15 centímetros. Pela primeira vez, depois de dois mil anos, estamos em posse de um instrumento de trabalho utilizado pelos construtores que construíram o Kotel [Muro das Lamentações]“, explicou Eli Shukron que dirigiu a escavação arqueológica. O site The Times of Israel informa que Shukron passou 19 anos escavando na área. É a primeira vez depois de mais de um século de pesquisas arqueológicas ao redor do Monte do Templo, que é achada uma ferramenta de construtores.

“Não tenho dúvidas que ele é do tempo em que o muro foi construído”, disse Shukron. “Descobrimos a peça na base do Muro Ocidental. Estava a cerca de seis metros abaixo da rua principal de Jerusalém na época do Segundo Templo. As moedas e também a cerâmica que recentemente encontramos na área indicam que ele é dessa mesma época”.

“O cinzel estava em meio a escombros de lascas de pedras que caíram dos pedreiros que trabalham nas rochas que compõem o Muro das Lamentações”, acrescentou o relatório do Tazpit. Os resíduos das pedras do muro caíam enquanto se entalhava as pedras para a aparência final, no estilo herodiano. A cabeça do cinzel tem a forma de um “cogumelo”, resultado das pancadas recebidas de um grande martelo enquanto se entalhavam as pedras.

No Muro das Lamentações, “as pessoas vem para fazer suas orações e beijam as pedras sagradas todos os dias”, disse Shukron. “Hoje, pela primeira vez, podemos tocar um dos seus cinzéis”. “Nós consideramos essas rochas sagradas. Tocamos, beijamos e colocamos nelas nossos pedidos. Até hoje ninguém tinha encontrado uma ferramenta dos trabalhadores que construíram este Muro. Significa, portanto, que encontrar esta ferramenta têm uma grande importância histórica e científica”, enfatiza.

A altura das paredes e a profundidade de onde estava o ponteiro são condizentes com o relato do historiador Flávio Josefo no seu livro Guerra dos Judeus. Na descrição do Monte do Templo, Josefo afirma que “os muros de contenção em seu ponto mais profundo alcançavam trezentos côvados, e em alguns lugares eram ainda maiores do que esta altura”. Trezentos côvados são cerca de 68 metros de altura.

Josefo afirma que Herodes contratou na época cerca de dez mil trabalhadores para construir o templo, o edifício mais luxuoso da época. Também diz que durante o período de Agripa II, o bisneto de Herodes o Grande, 18 mil trabalhadores ficaram desempregados após o trabalho de construção ter acabado.

Um dos aspectos mais intrigantes dessa descoberta é sua divulgação poucos dias após oito judeus serem presos na tentativa de abater um animal para o sacrifício ritual da Páscoa no topo do Monte do Templo em Jerusalém. Isso acirra os ânimos daqueles que exigem o reconhecimento por parte dos muçulmanos de que o templo de Salomão ficava no local, algo negado há séculos. O principal argumento dos islâmicos é que não há provas (fora do Antigo Testamento) que o templo realmente existiu.

Com informações The Blaze.

Após cantar três horas de música gospel, garoto é libertado de sequestro

Insistência e música gospel. Essa foi a receita para que o garoto Willie Myrick, de apenas 10 anos, fosse salvo de um sequestro. Levado por um sequestrador, ele foi solto por não parar de cantar a música "Every Praise", do cantor gospel Hezekiah Walker.


"Ele me colocou dentro do carro e disse que eu não podia falar uma palavra e nem gritar, ficou bravo comigo", afirmou o garoto. Muito insistente, ele ficou cantando por nada menos do que três horas consecutivas de acordo com informações da Fox.

Depois de xingar muito o garoto, o sequestrador o soltou no meio da rua. Willie, então, correu até a casa mais próxima e pediu que o morador chamasse seus responsáveis, encerrando o sequestro sem mais traumas.

A polícia ainda não tem pistas do suspeito, mas espera que as descrições dadas por Willie ajudem na identificação. Ouça a música cantada pelo garoto no link abaixo:


Fonte Yahoo Notícias

Judeus são presos ao tentar sacrificar animais no monte do templo

Ativistas tentaram matar animais no local sagrado para muçulmanos
Informações desencontradas sobre um ocorrido durante o último final de semana continuam gerando impacto na comunidade judaica e cristã de todo o mundo.

Segundo o WND, ocorreu uma tentativa de abater um animal para o sacrifício ritual da Páscoa no topo do Monte do Templo em Jerusalém, local sagrado para judeus e muçulmanos.

Impedidos pela polícia, após denúncia do grupo muçulmano que controla o local, oito ativistas judeus pró-Templo foram presos enquanto subiam o monte carregando uma cabra que seria morta seguindo as instruções bíblicas sobre o Pessach (festa judaica da páscoa).

O relato da Páscoa original foi relatado por Moisés nos primeiros livros do Antigo Testamento. A cerimônia marca a saída do Egito após séculos de escravidão. Para os cristãos, o sacrifício requerido por Deus nessa data é um prenúncio da vinda de Jesus, que foi crucificado durante a Páscoa.

A prisão dos manifestantes judeus gerou uma nova onda de críticas contra o governo israelense. O site cristão de notícia Israel National News divulgou imagens de um menino judeu carregando o animal que seria morta pelos ativistas. O site judaico Ynet News informou que os oito presos foram levados para uma delegacia próxima para interrogatório, enquanto o animal foi entregue ao Ministério da Agricultura.

Entre os detidos estava Noam Federman, que classificou as prisões como uma “vergonha” para o Estado de Israel. “O governo de Israel está colaborando com um regime de racismo contra judeus no Monte do Templo. Nós (judeus) somos proibidos de orar e até mesmo impedidos de realizar as mitsvot(mandamentos da Torá) do festival de Pessach”, disse Federman.

A prisão irritou vários grupos que defendem os direitos dos judeus exercerem suas tradições religiosas no local onde outrora esteve o Templo de Salomão. Nos últimos dois anos cresceu consideravelmente o número de cidadãos israelenses que pede que o governo reveja a soberania dos muçulmanos sobre o monte do Templo. O chamado Instituto Monte do Templo inclusive já afirmou que tem tudo preparado para a construção do local e a retomada dos sacrifícios diários seguindo as instruções do Antigo Testamento.

Por sua vez, o grupo muçulmano Coalização Jovem já declarou uma Intifada, pedindo que os palestinos demonstrem sua indignação contra as visitas judaicas ao Monte do Templo. Ele diz que tem o apoio do Fatah, Hamas, Jihad Islâmica, Frente Popular para a Libertação da Palestina e da Iniciativa Nacional Palestina e que “haverá guerra” se os judeus tentarem construir um espaço de adoração no local, tomado hoje por mesquitas.

A semana que antecedeu a Páscoa foi marcada por dois confrontos violentos distintos entre a polícia e manifestantes. Primeiramente foram dezenas de jovens palestinos, que arremessaram pedras e feriram um policial e deixaram cerca de 25 pessoas feridas.

Segundo o jornal Israel Today, houve outra manifestação no domingo anterior, quando dois policiais israelenses ficaram feridos em choque com manifestantes muçulmanos que atacaram um grupo de visitantes judeus que desejavam orar no local.

Um porta-voz da polícia afirmou apenas que os policiais foram chamado para garantir a segurança do local, mas foram atacados com pedras e coquetéis molotov.

GP
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