E se fosse o contrário? Eles querem respeito ofendendo 178 milhões de cristãos


O cantor pernambucano Johnny Hooker gerou revolta entre cristãos após dizer que 'Jesus é travesti', durante um de seus shows. (Foto: UOL)



Não sei o que mais é preciso para a sociedade e principalmente as igrejas cristãs entenderem o que realmente estamos enfrentando. Ouvir de pessoas ignorantes e alheias a fé alguns absurdos no meio da rua, dentro de algum estabelecimento ou mesmo dentro de casa, não é o mesmo que assistir famosos, gente com acesso à informação, utilizando o dinheiro público para ofender abertamente a fé de 178 milhões de cristãos no Brasil.

O vídeo que circulou nas redes sociais e causou indignação na população, onde o transformista pernambucano Johnny Hooker chamou Jesus Cristo de “travesti” e de “bicha”, puxando o coro de alguns ousados na platéia, demonstra claramente o quanto nós, cristãos, sofremos perseguição ideológica, sendo ofendidos publicamente por conta da nossa fé, enquanto eles, os que se consideram paladinos da “verdade”, da “tolerância” e da “diversidade”, se sentem livres para nos agredir moralmente, vilipendiar nossos símbolos religiosos e ainda achar que estão no direito de fazer essas coisas.

Tudo isso simplesmente porque não aceitaram o impedimento de uma peça que também tem como propósito ofender a fé cristã, onde Jesus é retratado como um travesti. Qualquer pessoa em sã consciência e com um mínimo de conhecimento da Bíblia sabe quem é Jesus Cristo para os cristãos. A nossa fé em Cristo é fruto do que a Bíblia declara sobre Ele, que é o Filho de Deus, o Messias prometido, o Salvador, o Ungido de Deus que veio entregar sua vida por amor de todos nós, pecadores.

Esse Jesus que a Bíblia fala a respeito possui uma identidade própria, sendo ele mesmo Deus, como crêem os cristãos. E como Deus, Ele rejeita o pecado e abomina o mal. Chamar Cristo de travesti e bicha são ofensas a fé dos cristãos porque a Bíblia não atribui esses comportamentos a pessoa de Jesus. Pelo contrário, ela considera pecado a prática sexual entre duas pessoas do mesmo sexo. Assim, dizer que Jesus Cristo é “bicha” é ir de encontro à santidade do Senhor e cometer a violação do artigo 280 do Código Penal, que tipifica como crime o escárnio de alguém publicamente por motivo de crença ou função religiosa.

Mas, e se fosse o contrário? Se algum de nós, líderes e personalidades cristãs, falássemos algum xingamento contra essas pessoas que usam o discurso dos “direitos humanos” para se protegerem atrás de ONGs e movimentos? Eu, Marisa Lobo, já sofri ameaças, perseguição e processos judiciais por muito menos. Por simplesmente dizer uma opinião sobre sexualidade baseada em meu conhecimento científico, algo muito diferente de uma ofensa gratuita com a clara pretensão de provocar.

Quando ativistas da “Marcha das Vadias” quebraram imagens católicas na Jornada Mundial da Juventude, organizada pela Igreja Católica em julho de 2013, profanando os símbolos religiosos com seus órgãos genitais ao ar livre, diante de homens, mulheres e crianças, a maior parte da mídia ficou calada. Silêncio total! O movimento LGBT e partidos de esquerda não se manifestaram. Eles fingiram que nenhum absurdo havia acontecido. Não está sendo diferente agora. Onde está a indignação dos cristãos de esquerda? Ou será que o Cristo deles é outro e não o que a Bíblia descreve? Onde estão às manifestações de repúdio desses que dizem lutar pelo respeito às religiões? Onde estão os protestos nas ruas e manchetes de jornais acusando o tal “cantor” de intolerância religiosa?

São dois pesos e duas medidas, mas para quem já vem há anos na luta contra esse ativismo ideológico nada disso é surpresa. Sabemos como eles são alienados, pobres de espírito e carentes de atenção, como crianças mimadas, necessitando principalmente de salvação espiritual, algo que só Deus pode dar através da sua misericórdia e graça imerecida. O que nós podemos fazer é continuar testemunhando quem somos, trazendo a memória que “em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados. Perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos; Trazendo sempre por toda a parte a mortificação do Senhor Jesus no nosso corpo, para que a vida de Jesus se manifeste também nos nossos corpos". (2 Coríntios 4:8-10).

Por Marisa Lobo - Psicóloga, especialista em Direitos Humanos e autora de livros, como "Por que as pessoas Mentem?", "A Ideologia de Gênero na Educação" e "Famílias em Perigo".

Guiame

Arqueólogos encontram ruínas de igreja do terceiro século no Armagedom


As ruínas foram encontradas no Armagedom, local da batalha entre o bem e o mal descrita em Apocalipse. (Foto: Reuters)



Além das ruínas, também foi encontrado um mosaico com referências a Deus e a Jesus Cristo.
Uma sala de orações cristã datada do terceiro século e um mosaico referindo-se a “Deus Jesus Cristo” foram encontrados por arqueólogos na região do Armagedom, conhecida por ser o local da batalha apocalíptica entre o bem e o mal.

As ruínas e o mosaico foram encontrados através de um programa de escavações iniciado em 2005, que tinha o objetivo de explorar a chamada “Prisão de Megido”. Depois de anos de atrasos legais e burocráticos, a prisão será realocada e o local deve ser liberado para futuras explorações em 2021.

Alguns profissionais da arqueologia já estão conversando sobre uma área que eles começaram a chamar de "Grande Megido".

"Quando a sala de orações cristãs foi encontrada pela primeira vez sob a prisão, ficamos todos animados", disse Matthew Adams, diretor do Instituto de Pesquisa Arqueológica WF Albright, em Jerusalém, que passou anos escavando em Megido.

“E então percebemos: 'Ah, é uma prisão de segurança máxima, então nunca poderemos fazer nada'. Agora que o governo decidiu mudar esta prisão, podemos explorar essa parte surpreendente e interessante do desenvolvimento do cristianismo primitivo", ressaltou.

A prisão, cujos detentos incluíam militantes do Hamas e da Jihad Islâmica, fica a algumas centenas de metros ao sul do próprio Tel Megiddo, o antigo monte onde os arqueólogos encontraram paredes que datam de pelo menos 7 mil anos. Entre a prisão e o morro está a guarnição romana da Sexta Legião, em grande parte não-escavada, que foi provavelmente construída pelo imperador Adriano.

Acredita-se que o nome Armagedom seja uma união das palavras hebraicas Har Megiddo — Monte Megido. Embora pequena, a colina foi o local de numerosas batalhas antigas, porque tem vista para o Vale de Jezreel, através do qual os exércitos marcharam desde a antiguidade em direção a uma passagem que leva ao Mediterrâneo.

A mais antiga referência escrita a Megido parece ter sido durante o reinado do faraó egípcio Tutmés III, que derrotou os estados sírio e cananeu em 1468 a.C. Mais tarde, caiu para os israelitas, e depois para os assírios em 733 a.C. Em 1918, o comandante militar britânico General Edmund Allenby derrotou as forças turcas e depois assumiu o título de Visconde Allenby de Megido e de Felixstowe.

Fama
O nome é mais conhecido principalmente pelo livro bíblico de Apocalipse, citado como o local da batalha final: "Então os três espíritos os reuniram no lugar que, em hebraico, é chamado Armagedom (Apocalipse 16:16)".

A escavação atual no monte é liderada por Adams e pelo professor Israel Finkelstein, um arqueólogo israelense da Universidade de Tel Aviv. “Megido era importante porque fica na estrada internacional que liga o Egito à Mesopotâmia, Damasco e Anatólia. Então quem está aqui controla a mais importante estrada da antiguidade no mundo antigo”, disse Finkelstein.

Sua equipe usou datações por radiocarbono e medições de distância por laser para registrar com precisão as várias camadas da história, incluindo monumentos que se pensava terem sido construídos na era do rei Salomão. Segundo Finkelstein, estes podem ser atribuídos à era posterior de Acabe, rei do reino do norte de Israel no século IX aC.

As autoridades turísticas israelenses estão planejando um complexo no local para combinar turismo, arqueologia e caminhadas pela natureza. Destacando os evangélicos cristãos em particular, eles esperam atrair 300 mil visitantes anualmente, quase o dobro do número atual.

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Israel é atingido por mais de 180 foguetes disparados por militantes palestinos


Fumaça subindo após um ataque aéreo israelense na Cidade de Gaza. (Foto: AFP/Mahmud Hams)



Mais de 180 foguetes e morteiros foram disparados de Gaza contra Israel nesta quarta-feira (8) atingindo Berseba, a maior cidade do sul do país. Mais de 30 foguetes foram interceptados pelo sistema de defesa antimísseis e maior parte das bombas explodiu em áreas abertas.

O ataque foi uma demonstração de força por militantes palestinos, horas depois de uma autoridade árabe dizer que o fim do conflito na fronteira poderia estar próximo. Em retaliação nesta quinta-feira (9), o Exército de Israel atingiu mais de 150 instalações pertencentes ao Hamas, grupo islâmico que controla Gaza.

Sete pessoas ficaram feridas no sul de Israel, de acordo com militares israelenses. Uma grávida palestina, seu filho de 18 meses e um militante do Hamas, foram mortos e pelo menos cinco civis ficaram feridos, segundo autoridades médicas locais.

Pela primeira vez desde a guerra de 2014, sirenes de alerta de foguetes soaram em Berseba, uma cidade de 200 mil habitantes localizada a 40 quilômetros da Faixa de Gaza.

A série de ataques ocorreu depois que autoridades palestinas e israelenses falaram sobre uma possível trégua nos meses de violência na Faixa de Gaza, em um esforço mediado pelas Nações Unidas e Egito.

“Facções da resistência consideram esta escalada encerrada no que nos diz respeito, e a continuidade da calma depende do comportamento da ocupação”, afirmou uma autoridade palestina sob condição de anonimato, usando o termo das facções militantes para Israel.

Antes do incidente de Berseba, autoridades israelenses disseram que o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, deveria realizar uma sessão no gabinete de segurança para evitar conflitos.

O enviado da ONU para o Oriente Médio, Nickolay Mladenov, alertou que “a situação pode se deteriorar rapidamente, com consequências devastadoras para todas as pessoas”.

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Menina que sofria com mãe alcoólatra é resgatada por cristãos: “Pedi a Jesus uma família”


Yulya foi resgatada no Quirguistão e adotada por uma família cristã. (Foto: Reprodução)



Após um tempo em uma casa para crianças traumatizadas, Yulya foi adotada por uma família cristã.
Yulya, uma menina de 9 anos do Quirguistão (país na Ásia Central), foi resgatada da própria mãe por assistentes sociais cristãos que trabalham para a Orphan's Promise. Ela relatou que sofria crueldades como passar várias horas com fome, além de ser espancada com frequência e ficar de castigo sem motivos.

A história de Yulya mostra uma mãe alcoólatra que negligenciava a filha e ainda praticava ações abusivas. Quando lembra de seu passado, a menina chora: “Minha mãe não me alimentava. Ela só gritava comigo e depois me batia. Às vezes meu castigo era ficar ajoelhada no canto de uma sala em uma pilha de sal”, contou.

Quando as assistentes sociais ouviram sobre a crueldade sofrida por Yulya, elas a colocaram na casa chamada Orphan's Promise, que recebe apoio da CBN. Lyubov, um zelador do local se lembra de quando a menina chegou.

“Yulya veio até nós como uma criança traumatizada. Seus olhos estavam sempre muito tristes e ela chorava com frequência”, disse ele para a reportagem da CBN News. Apesar de tanto sofrimento, ela foi tratada fisicamente e espiritualmente na casa. Depois de vários meses, Yulya não estava mais chorando.

Nova realidade
A garota relatou: “As pessoas da casa eram tão gentis. Eles se importavam comigo como se eu fosse a própria filha deles. Eles me apresentaram a Jesus”. Quando o relacionamento de Yulya com Jesus ficou mais forte, ela chegou a pedir a Ele que satisfizesse o desejo mais profundo de seu coração.

“Pedi a Jesus que me mandasse uma família para me adotar, uma mãe e um pai, um irmão e até um cachorro”. Em uma cidade próxima, um jovem casal que trabalha em parceria com a Orphan's Promise estava orando para adotar uma criança. Quando eles visitaram a casa onde a menina passava o dia, eles sabiam que aquela criança seria deles.

Yulya diz: "Eu tive a sensação de que eles queriam me adotar e então aconteceu". Agora ela tem tudo pelo que ela pediu a Deus. Pais amorosos, um irmãozinho e seu próprio cachorro. Hoje, aos 12 anos, sua felicidade é ter um novo lar. “Eu tenho comida, tenho roupas e sou amada”.

Orações respondidas
Com alegria em seus olhos, ela ressalta: “Minha mãe e meu pai são bons e gentis. Eles me amam, brincamos juntos e eles lêem a Bíblia para mim”. Anton, o novo pai de Yuliya diz: “Nossas orações foram respondidas também, quando Deus nos deu Yulya”.

Já Ulyana, a nova mãe de Yulya acrescenta: “Queremos que ela conheça a verdadeira alegria e todo o amor e calor que nossa família pode proporcionar. Agradecemos a Deus por tornar isso possível”.

Yulya ressalta: “Obrigado por me ajudar na casa das crianças. E por me ajudar a encontrar meus novos pais. Eu tenho minha própria família agora. E é para sempre”, finalizou.

Guiame

Fernandinho grava canção tema de “Deus não está morto”

O cantor acredita que o longa metragem pode ser uma inspiração para o Brasil
Conhecido por sua voz marcante, Fernandinho foi convidado a gravar a música que é tema do filme Deus não está morto: uma luz na escuridão. A produção musical feita por Gustavo Soares, contou com um cenário especial que remonta a igreja destruída na trama.

A proposta da nacionalização de “God’s Not Dead”, originalmente gravada pela banda Newsboys, foi recebida com muita alegria, segundo o cantor. “Estou muito feliz. Inclusive com toda equipe que está trabalhando em função desse projeto. É realmente um privilégio”, disse.

O músico acredita que muitas pessoas serão alcançadas “pelo filme, pela canção e por tudo o que Jesus está fazendo no nosso meio”, comentou. Em mais de 17 anos de carreira, Fernandinho lançou nove discos e seis DVDs, chegando a conquistar, em 2018, o título de artista gospel mais ouvido na plataforma digital Deezer com mais de 1 milhão de fãs.

O cantor disse que assistiu aos outros dois filmes e enfatizou que “estamos precisando disso na nossa nação”. Segundo ele, às vezes pode parecer que não tem mais solução, mas ainda há esperança. “É tempo de levantarmos a nossa voz e proclamar que Deus está vivo e Ele é a nossa luz em meio a tanta escuridão”, reforça.

O filme que conquistou o público brasileiro será lançado em 30 de agosto nos cinemas, através de uma parceria entre as distribuidoras California Filmes e 360 Way Up.

Assista ao trailer do filme!



GospelPrime


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