Cristãos da Coreia do Norte não oram pelo fim do regime, mas pela conversão do ditador


Cristãos perseguidos oram para que Kim Jong-Un venha conhecer a Cristo. (Foto: Reprodução)



Os cristãos na Coreia do Norte não oram para que o ditador Kim Jung-Un seja removido do poder e pedem que outros cristãos sigam esse exemplo.
Os cristãos na Coreia do Norte não oram para que o ditador Kim Jung-Un seja removido do poder e pedem que outros cristãos sigam esse exemplo, de acordo com a organização Release International.

“Eu nunca encontrei um norte-coreano cristão orando para o regime seja derrubado, não nos últimos 15 anos. Os cristãos clandestinos estão orando para que Kim Jong-Un venha conhecer a Cristo”, disse o pastor Eric Foley, fundador da organização missionária Voz dos Mártires Coreia.

“Talvez os cristãos norte-coreanos saibam melhor do que nós, que não é uma mudança de governo que vai trazer a paz, mas a entrada do Príncipe da Paz em nossos corações”, acrescentou. “Devemos seguir seu exemplo e não orar pela mudança do regime, mas para uma mudança no coração do regime”.

Um convite para as orações pela salvação do ditador veio depois que a Coreia do Norte anunciou planos para encenar uma parada militar pré-olímpica. A nação está sendo palco da exibição anual de milhares de soldados, tanques e mísseis nesta quinta-feira (8), um dia antes dos Jogos Olímpicos de Inverno na Coreia do Sul.

A exibição foi descrita como “arrogância” em meio às ameaças de uma guerra nuclear. No entanto, segundo a Release International, a crise deve ser transformada em um grito de guerra de oração pelos perseguidos.

Paul Robinson, CEO da Release International, disse que a vigilância sobre os cristãos na Coreia do Norte nunca foi tão intensa. “A Coreia do Norte é provavelmente o perseguidor mais duro com os cristãos sobre a face da Terra”, disse ele.

“O mundo pode sentir uma faca com mísseis nucleares apontando em todas as direções, mas a ameaça de extermínio é uma realidade diária para os norte-cristãos coreanos”, lamenta Robinson. “A Coreia do Norte não apenas persegue os cristãos, ela os assassina. Esta crise deve nos dar impulso para orar pelos perseguidos naquele país”.

Existem cerca de 100 mil cristãos na Coreia do Norte, mas entre eles, mais de 30 mil estão presos em campos de concentração, sob a acusação promoverem conspiração contra o governo.

Guiame

Vídeo mostra idoso cantando “Grandioso És Tu” no hospital, pouco antes de falecer


Robert Earl Walters cantou “Grandioso És Tu” no hospital, pouco antes de falecer. (Foto: Reprodução/Facebook)

Na noite anterior a sua morte, um idoso de 97 anos foi cercado por entes queridos no quarto de um hospital e teve a oportunidade de louvar a Deus pela última vez em sua vida.

Em 11 de janeiro, Robert Earl Walters estava na companhia de seus filhos, netos e velhos amigos, sendo um deles seu antigo pastor. Juntos, eles cantaram a versão americana da música “Grandioso És Tu”, um hino clássico entre as igrejas.

Na manhã seguinte, Robert acordou dizendo a seu filho Rick Walters, de 57 anos, que gostaria de pegar seus sapatos, pois estava pronto para deixar o Hospital Ohio Health Mansfield, nos Estados Unidos. Minutos mais tarde, ele faleceu.

Robert, que já chegou a atuar como operador de rádio do Exército dos EUA na Segunda Guerra Mundial, sobreviveu a vários ataques cardíacos e perdeu parte de sua visão, mas sempre manteve a fé fortalecida.

“Ele era simplesmente um cara bom, não estou dizendo isso só porque ele era meu pai, mas ele realmente era um cara incrível”, disse Rick ao site People. “Ele viveu seu cristianismo e sempre fomos à igreja, desde que me lembro”.

Robert sempre foi considerado um homem ativo, até começar a se sentir mal no início de janeiro. Quando sua saúde continuou a piorar, seus filhos tomaram a decisão de levá-lo para um hospital, mesmo contrariando a vontade do idoso. “Ele estava desidratado e depois ficou doente, e seu coração não podia suportar”, lembra Rick.

Robert faleceu um pouco depois das 7 da manhã no dia 12 de janeiro. Seu funeral foi realizado na semana seguinte, na Igreja Batista Westside Baptist, da qual ele era um membro. Ele deixou dois de seus três filhos, 12 netos, 28 bisnetos e 25 trinetos.

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Guiame

Escolas estão “reprogramando” as crianças, impondo ideologia de gênero, alerta especialista

Uma ex-profissional de serviços de inteligência está alertando que as escolas estão começando a adotar uma ação coordenada com o objetivo de confinar o livre pensamento e estabelecer como regra o politicamente correto e a ideologia do gênero.

Durante sua palestra no encontro do Conselho de Pesquisa Familiar em Washington, EUA, Stella Morabito, abordou como a agenda educacional da maior parte das Américas tem em comum questões que não eram sequer imaginadas alguns anos atrás.

Historiadora da União Soviética e especialista em análise de mídia, Morabito vem escrevendo há anos sobre como a persuasão da Elite visando a construção de uma sociedade politicamente correta é fundamental para a “centralização de poder e controle”.

“Aprendizagem social e emocional”, explicou ela, “está se tornando dominante nas políticas de educação pública e, se não for controlada, resultará em um pensamento padronizado, exigindo a conformidade das crianças com as bases do politicamente correto de nossos dias. Em outras palavras, é uma operação maciça de doutrinamento patrocinada, em larga escala, pelo Estado e destinada a controlar as pessoas, especialmente as crianças, estabelecendo como devem ver o mundo e se relacionar com as pessoas”.

Em sua apresentação, Morabito mostrou vídeos de especialistas opinando sobre por que esse tipo de educação é necessária. O mantra atual da pedagogia parecer ser que essa é a única maneira que as crianças vão adquirir “habilidades para a vida” e elas serão “automotivadas”.

“O efeito a médio prazo é estabelecer uma mentalidade coletiva”, explicou Morabito. Passando a mostrar como o conteúdo acadêmico sobre qualquer assunto parece ser menos importante que a filosofia por trás disso, uma vez que as crianças podem acessar a internet e aprender quase tudo sozinhas hoje em dia.

Ela destaca que a ênfase dominante é estabelecer como as crianças serão “conscientizadas”, terão “as emoções reguladas”, e poderão “tomar decisões responsáveis” a partir do que lhes é apresentado em sala de aula.

Segundo Morabito, grande parte dos conteúdos que fazem parte de diretrizes educacionais surgiram do plano de Educação do presidente Barack Obama e chegaram até a ONU. Entre os temas mais explorados estão a defesa do globalismo social e econômico e os direitos LGBT, com ênfase no transgenderismo.

A especialista acredita que em muitos lugares as pessoas responsáveis pelas tomadas de decisões caíram na armadilha do “pensamento utópico”, que por natureza é sempre coletivista. Essa filosofia desconsidera o indivíduo em prol da construção de um mundo mecânico previsível que exige controle das massas, essencialmente programando-os desde cedo sobre o que eles podem e não podem dizer.


Destacou que, separar a sociedade em pequenos grupos e fazer com que esses grupos se digladiem entre si é fundamental para o projeto de destruição da identidade humana. Morabito explicou também que, embora haja mudanças na aplicação, toda a base dessa forma de pedagogia vem da teórica do Direito e filósofa Política de Martha Fineman. Entre seus principais ensinamentos é que o reconhecimento estatal da instituição do casamento deveria ser abolido e que os padrões de comportamento (incluindo o sexual) deveriam ser “regulados pelas interações entre todos os membros da sociedade”.

Ela aponta como bons exemplos dessa linha a insistente presença das questões de linguagem inclusiva, que em último caso, andam de mãos dadas com a ideologia de gênero.

“Usar palavras e pronomes que não correspondem ao seu sexo biológico desestabiliza o pensamento pois mina completamente toda a estrutura de nossa linguagem”, enfatizou. “Quando um idioma é revisto, aspectos da conversação são substituídas por reflexos emocionais condicionados que criam uma mentalidade monolítica, que não permite diferenças de pensamento”.

A especialista demonstrou ainda que a manipulação da linguagem “através da imposição da neblina semântica tornou-se uma poderosa ferramenta para transformar os alunos em seres autocensurados, irracionais e facilmente controláveis. 

Com informações de Christian Post

“Trans-modernidade”

É tudo uma questão de afirmar o que se é por aquilo que se é, e não pelo que se deseja ser.
O atleta transexual Tiffany Abreu quebrou o recorde de pontos numa única partida da Superliga de Vôlei feminino na última terça-feira (30/01). Ele marcou 39 pontos, superando o recorde da jogadora Tandara que era de 37 pontos. O feito reacende o debate sobre a questão ideológica x a questão fisiológica envolvendo modalidades esportivas femininas que, recentemente, estão recebendo atletas trans.

A questão de gênero ganhou muita força nesta década. E isto, a meu ver, se dá, principalmente porque o governo anterior fez uso dos maiores meios de influência social (sistema educacional, legislativo e midiático) para tornar hegemônico o pensamento dentro de uma cosmovisão que possui uma representatividade minoritária no país. As pessoas não perceberam, mas desde a vitória de um gay que tinha mestrado em Letras e Linguística no ridículo programa BBB (e até antes disso), bem como sua eleição para a cadeira de deputado federal em 2010 por meio de um dispositivo falho da jovem democracia brasileira (o cargo foi assumido devido à expressiva votação obtida por seu companheiro de partido), o cenário da voz pela “igualdade” na sociedade vem ganhando novos recortes.

Não, não queremos dar a honra do protagonismo político ao ex-BBB em todo este processo, apenas estou citando um dos exemplos de um fenômeno que ganhou muita força após a última eleição federal, onde ele e outros políticos que defendem a mesma pauta saíram vitoriosos nas urnas. O que eles não contavam era com o impeachment da presidenta Dilma, onde todo um movimento de esquerda brasileiro, de mais de uma década, começou a ruir. Ou eles leram Gramsci erroneamente ou uma nova esperança para o imaginário coletivo nacional pousou em solo brasileiro.

No entanto, a situação do establishment me parece inalterada atualmente, mesmo após o governo centro-direita do “golpista” ou do “ex-companheiro”. A TV, a internet, o Congresso, a Câmara e todos os demais veículos de comunicação – seja oral, seja escrita – continuam imprimindo violência contra o conceito ou a cosmovisão judaico-cristã, que prevê um engodo existencial contido na prática homo ou transexual e que prescreve a realidade biológica como prevalente na vida e na sexualidade do ser humano.

Creio que o anseio do imaginário homo ou trans-afetivo deve ser não combatido fisicamente (o que incorre num legítimo crime de homo ou transfobia), mas, sim, por meios epistemológicos. Não devemos debater o assunto construindo ou tentando construir um ideal sobre a realidade, devemos encaminhar um debate que afirme a realidade: o aspecto bio-fisiológico precisa se sobrepor ao contingente ideológico e político.

O que estamos vendo na Superliga Feminina de Vôlei é o ultraje do óbvio: uma pessoa humana biologicamente superior quebrando um recorde numa modalidade esportiva onde sua força física vai [necessariamente] favorece-la sobre todas as suas adversárias mulheres – o que podemos entender que é algo que mancha historicamente o esporte.

Entenda bem: não sou contra o indivíduo humano. Meu desejo é que o atleta conheça o Deus que pode lhe dar vida eterna. Somente afirmo que, por razões epistêmicas, genéticas e teleológicas, o caso Tiffany representa uma desconstrução moral e existencial no todo da sociedade brasileira, tornando uma cosmovisão minoritária “senhora ou governante” sobre outra cosmovisão que é majoritária na sociedade brasileira – e tudo isso comprovando a necessidade de que a Igreja melhore a qualidade do seu ministério de discipulado, para que os nossos jovens não sejam consumidos por esta agenda que em nada glorifica a Deus ou coaduna com os preceitos escriturísticos.

A cosmovisão cristã prevê o gênero estabelecido pela ordem criacional e não por um construto social. Somos um povo que reconhece a heterossexualidade como uma manifestação legítima da sexualidade humana desde o Gênesis, enquanto que as outras projeções apenas refletem uma consciência que quer se libertar da opinião alheia caindo na escravidão da própria construção afetiva pessoal. Tais pessoas sofrem muito sim porque são mal vistas por grande parte da sociedade; contudo, estão buscando a cada dia mais representatividade e aceitação sem antes considerar as implicações gerais de suas escolhas.

Veja bem: podemos escolher sobre muitas questões. Podemos escolher livremente sobre coisas (carro, casa, roupa, ferramentas, alimentos etc.); porém, sabemos que, quando o assunto envolve a pessoalidade, sempre existem as restrições. Naturalmente, não posso me casar com uma criança ou com um animal de estimação, assim como não posso dizer que uma fruta cítrica é doce; não posso determinar metafisicamente para fora daquilo que realmente é – uma maçã é uma maçã, o fogo é o fogo e um notebook é um notebook. A Queda trouxe degenerações na volição humana e até mesmo [em alguns casos] em sua formação biológica; porém, é razoável compreendermos que a maior parte das coisas são como são.

É tudo uma questão de afirmar o que se é por aquilo que se é, e não pelo que se deseja ser.

Tiffany pode até querer se sentir mulher, e ter o respeito das pessoas em sua liberdade de escolha. Só não podemos desconsiderar o outro – principalmente quando o outro se chama Deus. Num esporte de alto rendimento físico como o vôlei, a estrutura óssea, energética e fisiológica faz toda a diferença – e se isso não for considerado pelo COI, teremos em breve uma substituição ainda mais significativa de jogadoras por atletas trans.

O futuro nos dirá o que vem por aí. Minha esperança permanece no poder do evangelho, que é capaz de convencer homens, mulheres, gays e trans de suas condições pecaminosas e ímpias e que, no poder do Espírito, estes podem sim encontrar a vida no Crucificado e um renovo e uma ressignificação da própria existência, metafisicamente longe do pecado e bem perto da graça de Deus.



Sequência de 'A Paixão de Cristo' promete ser “o maior filme da história”

Segundo Jim Caviezel, o retorno do filme para o cinema está bem encaminhado. (Foto: Reprodução).
Segundo Jim Caviezel, o retorno do filme para o cinema está bem encaminhado. (Foto: Reprodução).
Segundo o ator Jim Caviezel, a nova produção de Mel Gibson deve “chocar a audiência”.
O ator Jim Caviezel, conhecido por ter interpretado o papel de Jesus no filme “A Paixão de Cristo” de Mel Gibson, deu mais informações sobre a tão esperada sequência. Sim, o filme que chocou multidões com as fortes cenas do Salvador sendo açoitado sem qualquer piedade terá uma continuação que já havia sido anunciada anteriormente.

Segundo Jim Caviezel, em entrevista para o USA Today, o retorno do filme para o cinema está bem encaminhado e será “o maior filme da história”. Ele ainda afirma que suas expectativas estão bem altas para a nova produção, que ainda não têm data para lançamento.

Ele ressalta: “Tem algumas coisas que não posso dizer, que chocarão a audiência. É ótimo, fiquem ligados! Não vou dizer aonde Gibson vai com esse filme, mas posso revelar que o filme será o maior da história”.

Em junho de 2016, o Portal Guiame informou que Mel Gibson e o escritor Randall Wallace estavam trabalhando em uma sequência de “A Paixão de Cristo”. Intitulado de “A Ressurreição”, o longa irá contar a história da ressurreição de Jesus. Na época, Mel Gibson deixou algum,as dicas.

“Nós estamos falando sobre a sequência. É um compromisso enorme. O projeto não se chama ‘A Paixão de Cristo 2’, e sim ‘A Ressurreição’. O filme trata de um assunto muito delicado, e nós não queremos apenas fazer uma apresentação simples da Bíblia. Vamos mostrar de uma maneira diferente o que aconteceu”, colocou.

Gibson repete a dobradinha de sucesso com Randall Wallace, indicado ao Oscar em 1995 pelo filme Coração Valente com o próprio Mel Gibson. Para esclarecer, a dupla já trabalhou junto em “Coração Valente” (1995) e no mais recente “Hacksaw Ridge” (2016).

“Vamos explorar significados mais profundos da história, e Randall Wallace está à altura da tarefa. Ele é um escritor brilhante, e um grande diretor. Ele dirigiu ‘O Céu É de Verdade’ e outros grandes filmes”, disse Gibson. “A Paixão de Cristo foi apenas o início. Temos muitas histórias para contar”, ressaltou.

Guiame


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