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Pastores afirmam que furacão Irma é “julgamento de Deus”

Pouco tempo após a passagem do Furacão Harvey sobre o sul dos Estados Unidos, o Furacão Irma, atinge o Caribe e deve subir pela costa leste norte-americana, chegando à capital Washington. A expectativa de grande destruição tem gerado muita apreensão, uma vez que a tempestade tem o tamanho aproximado da França, sendo o maior já registrado na história do Oceano Atlântico.

Ao atingir as ilhas caribenhas nessa madrugada já fez um grande estrago, com ventos a mais de 295 km/hora. As autoridades de Antigua e Barbuda emitiram um comunicado pedindo que as pessoas ficassem em casa, que termina com uma declaração incomum: “Que Deus nos proteja”.

A associação do furacão com a divindade também tem feito diversos pastores se pronunciarem.

Um deles é Rick Joyner, fundador e diretor do Ministério MorningStar, é um dos maiores proponentes das ideias de uma geração de “superprofetas e restauradores dos tempos finais”.

Após grandes catástrofes naturais ele faz questão de se posicionar, quase sempre atribuindo os acontecimentos a uma maneira de trazer o juízo de Deus sobre a Terra. Foi assim com o terremoto que devastou o Japão, em 2012.

Esta semana, ele foi ao programa do pastor Jim Bakker, na TV americana, para falar sobre sinais do fim e declarou que o furacão Harvey foi, sim, o julgamento de Deus sobre a cidade de Houston. Bakker e Joyner lembraram da perseguição que pastores daquela cidade sofreram por pregarem contra a homossexualidade.

Para o profeta Joyner, esses furacões nada têm a ver com a mudança climática, pois “o verdadeiro problema com o clima e tudo o mais neste mundo tem a ver com o pecado e a maldade. A terra toda clama por causa do derramamento de sangue inocente. Isso faz mais mal que o despejo de CO² ou qualquer coisa assim”.

Ele entende que é uma manifestação de ira contra a iniquidade da nação.

Bakker respondeu ter sentido que os furacões que vieram após o eclipse solar sobre os EUA são “julgamento de Deus sobre a América”. Em seguida, Joyner concordou, observando que “esse tipo de coisa não acontece por acidente”, passando a fazer correlação com grandes furacões recentes, como Sandy – de 2012 – e o Katrina – de 2005 – o mais forte da história.

Para o profeta, os últimos grandes desastres ocorreram em lugares que realizam festivais chamados de “Dia da Decadência”, mas não explicou o que isso significa. Resumiu dizendo que não era coincidência. Aproveitou para dar um recado aos cristãos: “Temos que nos defender da perversão dos nossos tempos”.

Joyner e Bakker não são os únicos que pensam assim. O debate sobre isso vem chamando atenção até da mídia secular. A revista Newsweek deu espaço para a controvérsia e ouviu pastores que concordam e que discordam com essa perspectiva teológica.

O pastor Kevin Swanson gerou grande polêmica ao dizer em seu programa de rádio que a destruição de Houston pelo furacão foi um castigo pela cidade defender abertamente a agenda LGBT e ter eleito uma prefeita lésbica. Ele insiste que esse é um chamado ao arrependimento nacional.

Já o pastor Kevin Brown discorda, dizendo que não faz sentido Deus destruir apenas uma cidade ou região por algo que ocorre em várias partes do país.

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GospelPrime

Cristãos que ajudam vítimas do Estado Islâmico poderão ter apoio do governo, nos EUA


Refugiados do Iraque recebem doações enviadas pela Missão Portas Abertas. (Foto: Portas Abertas - USA)


O projeto de lei foi aprovado com unanimidade pela Câmara dos Deputados nos EUA. Líderes cristãos do Oriente Médio celebram a iniciativa.

O projeto de lei bipartidário que visa autorizar o financiamento governamental dos EUA para grupos que prestam assistência direta aos deslocados cristãos iraquianos e sírios - em grande parte, vítimas do Estado Islâmico - foi aprovado com unanimidade pela Câmara dos Deputados, na última terça-feira (7), à noite.

O 'Ato de Alívio Emergencial contra o Genocídio no Iraque e Síria', que foi apresentado pelo deputado Chris Smith, (Nova Jersey) e Anna Eshoo (Califórnia), em janeiro, visa autorizar o Departamento de Defesa e a Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID) para prestar apoio a organizações, grupos e entidades, incluindo (ONG's cristãs), que estão ajudando grupos minoritários religiosos que foram forçados a fugir de suas casas por causa do avanço do Estado islâmico há três anos.

A proposta também visa autorizar o apoio federal a entidades que estão realizando investigações criminais sobre militantes que se envolveram em esforços de genocídio, crimes contra a humanidade e crimes de guerra no Iraque e na Síria. O projeto de lei busca ordenar ao Departamento de Estado para incentivar os governos estrangeiros a identificarem e processarem os autores de tais crimes.

Além disso, o projeto de lei ordenaria ao procurador-geral e ao secretário de Estado que revisem os estatutos criminais dos EUA sobre o genocídio para determinar a extensão em que os tribunais dos EUA estão atualmente autorizados a exercer jurisdição sobre crimes onde os perpetradores, cúmplices ou vítimas são de origem norte-americana e se além disso, as autoridades estatutárias seriam necessárias para processar uma pessoa dos EUA ou uma pessoa estrangeira nos Estados Unidos que estivesse praticando genocídio, crimes de guerra e crimes contra a humanidade.

A proposta surge após o ex-Secretário de Estado, John Kerry ter reconhecido no ano passado que o Estado islâmico estava cometendo genocídio contra minorias, como Yazidis, cristãos e outros grupos étnico-religiosos no Iraque. Centenas de milhares de cristãos fugiram de suas casas no norte do Iraque e agora estão deslocados, se refugiando na região do Curdistão do Iraque ou nos países vizinhos.

Desvios
De acordo com o grupo 'Em Defesa dos Cristãos', muitos dos milhares de cristãos deslocados no norte do Iraque não receberam assistência do governo norte-americano, embora os Estados Unidos tenham dado ao governo iraquiano milhões de dólares para socorrer vítimas da guerra. O arcebispo de Erbil, Bashar Warda disse ao 'Christian Post' no ano passado que sua arquidiocese, que presta assistência humanitária a muitos cristãos deslocados, não recebeu nenhuma ajuda do governo iraquiano.

"A menos que os cristãos comecem a receber assistência da comunidade internacional, inclusive do governo dos Estados Unidos, eles continuarão a sair do Iraque, o que não é do interesse dos Estados Unidos", disse Philippe Nassif, diretor executivo da IDC, em comunicado. "Esta legislação assegurará que o governo dos EUA esteja ajudando as organizações que servem efetivamente essas comunidades".

Smith, que é o presidente do painel da Câmara sobre os direitos humanos globais, viu por si mesmo a situação que os cristãos iraquianos deslocados enfrentaram em Erbil, quando ele visitou o local, ao final do ano passado.

"Alguns dos afortunados conseguiram segurança relativa em Erbil. Enquanto estive lá, eu vi muita alegria, amor e coragem, apesar das perdas de familiares e amigos por causa do Estado Islâmico. Eles tinham esperança. As crianças cantavam canções de Natal com sorrisos e reverência. Mas, surpreendentemente, no ano passado - ou qualquer ano - não receberam ajuda dos Estados Unidos", afirmou Smith em comunicado.

"O presidente [Donald] Trump e o vice-presidente [Mike] Pence têm se comprometido forte e publicamente a proporcionar alívio aos cristãos, Yazidis e outros sobreviventes do genocídio, garantindo que os perpetradores dessas atrocidades sejam levados à justiça", acrescentou.

Após a aprovação da legislação, Eshoo afirmou que a nova lei não só fornecerá o alívio tão necessário às vítimas das atrocidades que o governo dos EUA e o Congresso têm rotulado como "genocídio", mas também ajudará a garantir que aqueles que causam o sofrimento sejam responsabilizados.

O projeto de lei ainda precisa passar pelo Senado, antes que seja enviado para a mesa do presidente e então ser assinado por ele.

Guiame

Você sabe onde e quando surgiu o Dia das Mães?

dia das mães é comemorado, aqui no Brasil,
 no segundo domingo de maio.

A data surgiu em virtude do sofrimento de uma americana que, após perder a mãe, passou por um processo depressivo. As amigas mais próximas de Anna M. Jarvis, para livrá-la de tal sofrimento, fizeram uma homenagem para sua mãe, que havia trabalhado na guerra civil do país. A festa fez tanto sucesso que em 1914, o presidente Thomas Woodrow Wilson oficializou a data, e a comemoração se difundiu pelo mundo afora.

As mães são homenageadas desde os tempos mais antigos. Os povos gregos faziam uma comemoração à mãe dos deuses, Reia. Na Idade Média os trabalhadores que moravam longe de suas famílias ganhavam um dia para visitar suas mães, que os ingleses chamavam de “mothering day”.

Mãe é a mulher que gera e dá à luz um filho, mas também pode ser aquela que cria um ente querido como se fosse sua geradora, dando-lhe carinho e proteção.

As mães merecem respeito e muito amor de seus filhos, pois fazem tudo para agradá-los, sofrem com seus sofrimentos e querem que estes estejam sempre bem.

Com o passar dos anos, o dia das mães aqueceu o comércio de todo o mundo, pois os filhos sempre compram presentes para agradá-las e para agradecer toda forma de carinho e dedicação que recebem ao longo da vida.

Nas diferentes localidades do mundo, a comemoração é feita em dias diferentes. Na Noruega é comemorada no segundo domingo de fevereiro; na África do Sul e Portugal, no primeiro domingo de maio; na Suécia, no quarto domingo de maio; no México é uma data fixa, dia 10 de maio. Na Tailândia, no dia 12 de agosto, em comemoração ao aniversário da rainha Mom Rajawongse Sirikit. Em Israel não existe um dia próprio para as mães, mas sim um dia para a família.

No Brasil, assim como nos Estados Unidos, Japão, Turquia e Itália, a data é comemorada no segundo domingo de maio. Aqui, a data foi instituída pela associação cristã de moços, em maio de 1918, sendo oficializada pelo presidente Getúlio Vargas, no ano de 1932.

Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia

"O Islã declarou guerra contra o mundo", diz pastor Franklin Graham


Em uma postagem feita em sua página do Facebook, o renomado evangelista disse também escreveu sobre o que os Estados Unidos precisam "para eleger um presidente e líderes dispostos a combaterem o Estado islâmico".

O renomado evangelista e diretor da Associação Evangelística Billy Graham, Franklin Graham afirmou que os ataques em Paris e Beirute têm mostrado que "o Islã declarou guerra contra o mundo".

Em um comunicado publicado em sua página oficial do Facebook, na última segunda-feira (16), Rev. Franklim também mencionou outros ataques brutais por parte de terroristas islâmicos.

"O Islã declarou guerra contra o mundo. É chegado o momento de reconhecer isto e responder decisivamente", postou.

"Eu não sei quanto a vocês, mas eu não quero viver sob o Islã. Eu não vou dobrar meus joelhos para ninguém, exceto Deus Todo-Poderoso".

Graham também escreveu sobre o que os Estados Unidos precisam "para eleger um presidente e líderes dispostos a combaterem o Estado islâmico".

"Precisamos unir forças com a Rússia, que era nosso aliado na Segunda Guerra Mundial, a França, que é o nosso mais antigo aliado, a Alemanha e os outros, para destruir este inimigo", prosseguiu Graham.

"Os franceses já estão respondendo aos ataques de sexta-feira, mas vai demorar muito mais para deter o terrorismo. Nosso mundo está em grande perigo. Precisamos orar, pedindo pela misericórdia de Deus, Sua graça, e Sua proteção. Oro para que a América se volte para Deus antes que seja tarde demais".

Tensão em Paris
Na semana passada, 129 pessoas foram mortas e várias ficaram feridas em Paris, quando terroristas promoveram ataques em seis locais diferentes na 'cidade luz'.

Os ataques incluíram explosões fora do 'Stade de France', durante um jogo de futebol e pistoleiros assassinando os participantes de um concerto realizado no Teatro Bataclan.

Em resposta aos ataques, a França prometeu retaliação contra o Estado Islâmico, o qual assumiu a autoria dos atentados e também prometeu ataques similares nos Estados Unidos.

"Diante da guerra, o país deve tomar medidas adequadas", disse o presidente francês Francois Hollande durante uma reunião de emergência no sábado.

Em torno do mesmo tempo que aconteciam os ataques de Paris, os terroristas do Estado Islâmico atingiram Beirute, deixando cerca de 43 pessoas mortas e mais de 200 feridas em um atentado suicida.

Em reação ao terrorismo, as forças armadas francesas lançaram ataques aéreos contra o território controlado pelo EI no Oriente Médio.

A postgem de Graham no Facebook já recebeu mais de 278 mil curtidas, mais 155 mil compartilhamentos e mais de 29 mil comentários, alguns dos quais são críticas sobre o ponto de vista do pastor.

O comentário de Graham vem como muitos nos Estados Unidos está considerando uma estratégia cada vez mais agressiva para combater ISIS na sequência dos atentados de Paris.

Guiame

Grupo jurídico cristão incentiva faculdades dos EUA a restabelecer bíblias mesmo com queixas de ateus

Um órgão ateu exigiu que fossem retiradas as bíblias de hotéis dos campi universitários
Mesmo diante de objeções de ateus, um grupo jurídico cristão decidiu tomar a iniciativa de estimular faculdades dos Estados Unidos a restabelecerem a presença de Bíblias, depois de serem vetadas por determinação de grupo não-crente Freedom From Religion Foundation (FFRF)

O grupo cristão Aliança em Defesa da Liberdade (ADF) enviou cartas para a Universidade de Wisconsin e para a Iowa State University, e pediu para que as instituições colocassem de volta as bíblias que estavam em quartos dos hotéis dos campi, retiradas sob acusação da FFRF de "propaganda religiosa indesejável".

Segundo o órgão ADF, a determinação da FFRF é falha, pois constaria um caso de discriminação religiosa, já que a legislação americana não impede a presença de Bíblias em locais públicos, dentro dos limites que protegem os EUA como estado laico.

"Presumivelmente, os quartos dos hotéis exibem uma variedade de materiais impressos, incluindo revistas, listas telefônicas e informações sobre o campus, além de facilidade aos hóspedes. Ao retirar as Bíblias por serem religiosas, você pode envolver um caso de sentimento hostil, ao trazer um flagrante de discriminação de conteúdo", relata a carta da organização.

Em contrapartida, a FFRF apontou por meio de seu advogado, Patrick Elliot, que as escolas estatais podem colocar qualquer tipo de literatura nos quartos de cada hotel de cada campus, mas devem permanecer neutras à religião, sob qualquer circunstância.

Por outro lado, a ADF reforça sua defesa sob a tese de que as universidades públicas devem respeitar o direito de manifestar sua liberdade religiosa, ao invés de limpar todo o campus da livre expressão do que pensam.

"As universidades públicas são lugares de ideias abertas, que devem compreender a legislação, e não obrigá-las a remover algo do campus só porque possui conteúdo cristão. Pelo contrário, a lei exige que acomode a religião", disse Travis Barham, membro do conselho da ADF.

Christian Post

Para muçulmanos da Síria, Bíblias são “mais perigosas que armas químicas”

Combatentes jihadistas fazem vídeo de materiais cristãos confiscados  
Nos últimos dias um vídeo feito por soldados islâmicos que travam uma guerra civil na Síria foi amplamente divulgado no mundo árabe. Em um local não identificado, na cidade de Jarablus, todo o material cristão encontrado pelos soldados foi reunido e, sobre ele, um aviso: “Nação de Maomé, acorde, pois há coisas mais perigosas que armas químicas. Cuidado com a campanha de cristianização!”.

Nos últimos meses tem sido amplamente divulgado que
milhares de sírios tem se convertido a Jesus após ouvirem o evangelho nos campos de refugiados.

Um narrador mostra todo tipo de literatura, incluindo folhetos, cópias do Evangelho de João, do Novo Testamento e da Bíblia, além de material para evangelização de crianças, que vem junto com uma espécie de bolinho. A voz do vídeo, explica: “Eles exploram as necessidades dos cidadãos sírios, a fim de difundir o pensamento cristão”. Chama ainda os saquinhos com bolos de “derivado da carne de porco”, fornecido “para enganar as crianças ingênuas”. O porco é considerado pelos árabes um animal imundo.

A maioria dos membros do exército rebelde sírio estão ligados ao grupo terrorista islâmico Al-Qaeda. Os jihadistas defendem o fim da “tolerância” histórica do governo sírio com os cristãos, que são menos de 10% da população.
 
Há soldados que foram recrutados em diversos países árabes para lutar contra as forças leais ao presidente Bashar al-Assad. Desde que foram divulgadas na semana passada imagens de pessoas mortas por armas químicas, os Estados Unidos e outros países falam em intervenção militar na Síria.

Neste final de semana, a
aldeia cristã de Maaloula foi dominada por centenas de rebeldes que gritavam “Alá é grande”, enquanto atacavam casas de cristãos e igrejas durante a noite, executando pessoas no meio da rua. Segundo o jornal inglês Daily Mail, cristãos relataram que esses soldados rebeldes agarraram moradores e os levaram a locais públicos gritando: “Ou você se converte ao islamismo ou será decapitado”.

As imagens dos últimos dias no país enviam duas fortes mensagens ao mundo: os rebeldes estão mais próximos que nunca de tomarem a capital e os rebeldes extremistas muçulmanos tentarão eliminar os cristãos da Síria.

O presidente Obama aguarda apenas uma autorização do Congresso, que pode ser emitida ainda esta semana. Curiosamente, entre os evangélicos americanos cresce o número de
estudiosos que veem essa guerra como um dos sinais do iminente retorno de Cristo. A maioria aponta para profecias envolvendo a Síria que seriam um prenúncio do Armagedom, a batalha final.

O professor e teólogo Joel C. Rosenberg, assevera: “O contexto de Isaías 17 e Jeremias 49 são uma série de profecias do fim dos tempos que lidam com os juízos de Deus sobre os vizinhos e inimigos de Israel que antecedem – e ocorrem durante a – Grande Tribulação”.
 
Estudiosos alertam que o conflito na Síria pode ser o prenuncio de uma Terceira Guerra Mundial, pois o Oriente Médio está repleto de alianças e tensões que ampliam drasticamente o significado de um ataque à Síria. A Rússia e o Irã já disseram que fariam retaliações caso os EUA iniciem um ataque.

GP

Estudo mostra que maioria dos norte-americanos não querem aplicar conceitos bíblicos em suas decisões

A American Bible Society (ABS), entidade norte-americana que atua em assuntos ligados à Bíblia Sagrada, publicou seu relatório sobre um estudo anual realizado para medir a influência do livro na sociedade.

A pesquisa envolve a relevância da Bíblia para a cultura; seu papel na família e na sociedade; presença da Bíblia nos lares norte-americanos; traduções e formatos preferidos; versículos favoritos; e quantidade média de tempo dedicado à leitura, entre outros.

O relatório aponta alguns dados alarmantes: 77% dos norte-americanos acreditam que a moral e os valores estão em declínio nos Estados Unidos, e a causa mais citada pelos entrevistados para esse quadro é a falta de leitura da Bíblia.

Questões comportamentais foram as que produziram uma visão mais paradoxal a respeito da maneira como as pessoas lidam com a Bíblia. Enquanto 66% dos entrevistados concordaram que a Bíblia oferece tudo o que uma pessoa precisa saber para viver uma vida relevante, 58% afirmaram que pessoalmente não querem aplicar a sabedoria e conselhos da Bíblia em suas decisões, e aproximadamente a mesma quantidade, 57%, lê menos de cinco vezes por ano.

Uma situação que se repete em todos os anos é a constatação de que a Bíblia Sagrada continua sendo valorizada e influente nos Estados Unidos. Todavia, as opiniões sobre o papel que o livro deve exercer na sociedade estão cada vez mais polarizadas. Essa tendência se acentua quando os dados são analisados por faixa-etária.

Confira alguns dos principais dados da pesquisa:
Uma em cada seis pessoas relataram a compra de um exemplar da Bíblia no último ano
80% dos norte-americanos veem a Bíblia como sagrada
Os norte-americanos têm uma abundância de cópias em casa, com uma média de 4,4 Bíblias por domicílio
56% dos adultos acreditam que a Bíblia deve ter um papel maior na sociedade norte-americana
A leitura e as percepções sobre a Bíblia tornaram-se cada vez mais divididas, com 6 milhões de novos antagonistas da Bíblia no ano passado
Mais da metade (57%) dos entrevistados com idades entre 18 e 28 anos afirmaram ler a Bíblia menos de três vezes por ano

Por Tiago Chagas
Gospel +

Fim dos Tempos: Conflito na Síria cumpre profecia? Teólogos comentam

Enquanto alguns têm especulado sobre a possibilidade de que a guerra civil da Síria em curso pode estar conectada ao fim dos tempos, muitos teólogos são céticos.

Dr. Floyd Elmore, professor de teologia no Seminário Evangélico do Sul em Matthews, N.C., disse ao The Christian Post que ninguém pode ter absoluta certeza na conexão. “Desde que o Senhor disse: ‘ninguém sabe o dia nem a hora quando Ele vai vir’, eu não acho que alguém pode dizer com absoluta certeza que esses eventos específicos vão levar às Catástrofes do Fim dos Tempos”, disse Elmore.

Elmore que também falou como eventos como a Síria podem ser usados como “adereços” quando apresentando um possível fim dos tempos. “’Adereços’ que fariam um bom cenário do Fim dos Tempos, mas visto que supostamente devemos esperar que o Senhor venha a qualquer momento, eu acho que há havido uns bons adereços em todas as gereações,” observou ele.

“Assim, estes podem ser muitos adereços, mas nós só não sabemos se este será o último cenário ou não... Aparentemente, as pessoas têm apenas olhado para as concordâncias e descoberto todos os lugares que a palavra ‘Damascus’ ocorre...”

À medida que a guerra civil na Síria continua e tensões internacionais se acumulam com a possível resposta dos Estados Unidos, alguns apontaram para uma possível profecia bíblica com relação ao evento corrente. Jan Markell, fundador e diretor da Olive Tree Ministries, de Minnesota, disse ao OneNewsNow sobre as conexões que ela pode ver entre os relatos de um ataque com gás e as Escrituras do Antigo Testamento”. Se alguém morre de produtos químicos provenientes da Síria, Israel lidará com o assunto em suas próprias mãos”, disse Markell.

Dr. Robert Mulholland, que é um professor recém-aposentado do Novo Testamento do Seminário Teológico Asbury em Wilmore, Ky., disse ao The Christian Post que ele não acreditou que houvesse uma conexão.


“O mesmo foi previso durante ambos o primeiro e segundo conflitos do Iraque (para não falar dos vários conflitos entre Israel e seus vizinhos)”, disse Muholland. “Claro, a relação complexa e longa entre Israel e Damascus por todo o período do Antigo Testamento (AT) oferece grande combustível para as usinas de especulação.”

Mulholland também observou o contexto de Isaías 17, que foi com relação aos eventos históricos no Antigo Oriente Próximo. “Neste caso, Isaías estava prevendo o desparecimento de Damasco nas mãos da Assíria no século VIII [Antes de Cristo]”, disse Mulholland. 

“Se alguém quisesse tentar fazer o caso para Isaías 17 prevendo o fim dos tempos, o Irã (o atual sucessor para a Assíria) seria responsável pela morte de Damascus e não seu principal aliado.”

Enquanto isso, Dr. John Scott Redd, Jr., professor associado do Antigo Testamento no Seminário Teológico Reformado, em Washinton, DC, apontou o problema fundamental da aplicação de Isaías 17 para o moderno conflito sírio. 

“Eu acredito que tal interpretação como que articulado no artigo comete o erro exegético de desarraigar o texto de seu contexto histórico”, disse Redd, que também é presidente da RTS. “Eu entendo o profeta Isaías aqui como chamando para o arrependimento em face da agressão assíria. Todo o Isaías 7-38 é dado no contexto da expansão assíria e a utilização do Senhor do império para julgar seus inimigos e infiéis em Judá”.

Redd acrescentou que, enquanto ele acreditava que a passagem de Isaías tem “significado para nós hoje”, esse significado não está “em direto cumprimento de profecia”.

“Em vez disso, vemos aqui uma imagem da presença de Deus no mundo e sua mão nos assuntos nacionais. Assim como Isaías pregou, nós também temos que nos arrepender e voltar-nos para Deus em fé (e clamar pelo arrependimento no mundo),” disse Redd.

“Eu acredito que esta mensagem é crucial para a Igreja, tanto no Ocidente quanto por todo o mundo”.

Christian Post

Ateísmo ganha monumento em cidade dos Estados Unidos

O grupo Ateus Americanos conseguiu um acordo
na justiça para ter espaço público igual aos cristãos.
A cidade de Starke, na Flórida (Estados Unidos), será a primeira a recebeu um monumento dedicado ao ateísmo. O projeto é da organização “Ateus Americanos” que reivindica um espaço junto a monumentos cristãos.

Uma estrutura de 4 metros de altura será uma perna para um banco colocado de frente ao prédio da Justiça, ficando a cinco metros de um monumento que descreve os Dez Mandamentos bíblicos.

Ao falar sobre o projeto, Ken Loukinen, diretor dos Ateus Americanos, disse que o ideal seria que nenhuma religião tivesse espaço em área pública, mas como isso não acontece o jeito foi pedir igualdade aos ateus.

Com o argumento do Estado laico, os ateus pediam a demolição do monumento cristão na justiça, até que um acordo judicial foi firmado autorizando a construção da estrutura ateísta.

O custo da construção do monumento foi arcado pela Fundação Freethought Stiefel, do ateu Todd Stiefel, que gastou US$6.000 (aproximadamente R$ 12 mil) com a obra. Citações como a do Tratado de Tripoli (1796) que diz: “O governo dos Estados Unidos não está em nenhum sentido fundado na religião cristã” foram escritas na pedra. Frases de Benjamin Franklin e Thomas Jefferson sobre o secularismo também foram escritas.

Para criticar o cristianismo, o grupo escolheu a passagem de Deuteronômio 13:10 para afirmar que o Livro Sagrado dos cristãos promove a violência.

Com informações Paulo Lopes.
GP

Explosões na maratona de Boston: evangélicos promovem orações; pelo menos 3 mortos até o momento

Explosões na maratona de Boston: evangélicos promovem orações; pelo menos 3 mortos até o momento

Evangélicos brasileiros incentivaram uma campanha de oração para Boston, Massachusetts, pelas redes sociais depois que duas fortes explosões ocorreram durante a maratona da cidade, considerada uma das mais importantes do mundo. A tragédia deixou pelo menos três mortos e mais de 130 feridos.

“Motivo de oração dessa Terça: ore pela tragédia de Boston. Ore para q não sejamos reféns do medo apesar das ameaças#EuLevoMeusPecadosASerio”, escreveu o pastor Lucinho da Igreja Batista da Lagoinha.

“Oração desta terça: Oremos pelos sobreviventes e famílias que perderam seus entes queridos na tragédia de Boston. #Amemos tbm quem não conhecemos. Bom dia”, escreveu Fabio Lima, vereador de Goiânia e pastor da Assembleia de Deus Ministério Fama.

“Ei! Vamos orar por nossos irmãos de Boston agora? Vamos todos começar uma oração?” incentivou Jovem Virtuosa.

As explosões ocorreram na chegada da maratona. Os corredores profissionais já haviam completado a corrida, mas centenas de participantes ainda faziam o percurso.

Segundo a polícia, as explosões causaram 3 mortes, entre os eles o de um garoto de 8 anos identificado como Martin Richard. De acordo com o The Boston Globe, a mãe e uma irmã do garoto tiveram ferimentos graves.

Ainda segundo a polícia, as explosões teriam sido causadas por duas bombas poderosas.

As autoridades estão tratando o caso como “ato de terrorismo”. Segundo a Reuters, as autoridades querem identificar se se trata de um grupo nacional ou estrangeiro.

Mais de 130 brasileiros estavam incritos para participar da corrida.

A polícia também informou que uma terceira explosão atingiu a Biblioteca e Museu Presidencial JFK a 5 quilômetros da maratona. Entretanto, acredita-se que ela não esteja relacionada com as explosões ocorridas na maratona.

Vários suspeitos estão sendo interrogados. Os policiais alertaram aos moradores para permanecerem dentro de suas casas.

Christian Post

Coreia do Norte ameaça envolver Japão em 'chamas nucleares'

Regime norte-coreano voltou a fazer ameaças ao rival. Tóquio disse que está preparado para responder a 'qualquer cenário'.

A Coreia do Norte ameaçou nesta sexta-feira (12) o Japão com "represálias" nucleares caso o país se envolva de alguma forma em um eventual conflito na Península Coreana.

A agência oficial norte-coreana, KCNA, classificou de provocadoras as declarações de Tóquio dizendo que poderia interceptar um míssil lançado por Pyongyang e advertiu que isto poderia deixar o Japão envolvido "em chamas nucleares".

Um porta-voz do ministério da Defesa japonês afirmou que o Japão está pronto para responder a qualquer tipo de cenário, após as novas ameaças.
"Tudo o que podemos dizer é que vamos tomar todas as medidas possíveis para responder a qualquer tipo de cenário", declarou o porta-voz à AFP.

A Coreia do Norte elevou o tom de suas ameaças de guerra nas últimas semanas, após sofrer uma nova rodada de sanções do Conselho de Segurança da ONU, em represália à realização de seu terceiro teste nuclear.

O fechado regime comunista de Pyongyang também quer que Estados Unidos e Coreia do Sul detenham as manobras militares conjuntas na região da Península Coreana.

A Coreia do Norte já ameaçou atacar EUA, Coreia do Sul e também o Japão, gerando apreensão na comunidade internacional.
Nesta sexta-feira em Seul, capital sul-coreana, o secretário de Estado dos EUA, John Kerry, disse que o ditador norte-coreano Kim Jong-un precisa "compreender" quais seriam os impactos de um eventual conflito na região e afirmou que o lançamento de um míssil seria um "enorme erro".

Informações Guime-G1

Fim do mundo em 21 de dezembro de 2012 faz escolas fecharem nos EUA

Depois do massacre da escola de Connecticut e rumores de fim do mundo para acontecer em 21 de dezembro de 2012, diversas escolas decidiram fechar suas portas até o restante do ano.

Segundo o Latino Fox News, Genesee e Lapper em Michigan anunciaram na quarta-feira que as classes estariam canceladas pelo resto da semana. Elas alegam que houve rumores de possíveis ameaças além de influências das teorias de um possível fim do mundo.

Apesar de não ser confirmado nem pelos próprios maias, o fim do mundo do calendário maia tem impactado diversos países.

Na China, policiais prenderam recentemente 1000 membros de uma seita que tem difundido amplamente um apocalipse no dia 21 de dezembro. Segundo eles, terremotos e tsunamis iriam coincidir com o ano 5125 do calendário maia.

Na Argentina, um suicídio em massa preparado para acontecer nesta sexta-feira, alertou as autoridades que fecharam o Uritorco Hill, um lugar turístico que atrai muitos adeptos da Nova Era.

O lugar é conhecido porque em 1986, moradores da região relataram ter visto um OVNI e mostraram uma marca de 120 x 70 metros de um lado.

Segundo o CNN, maias da região de Merida e da aldeia de Yaxuna, no México, afirmam que nenhum deles acredita que o mundo vai acabar em 21 de dezembro. Para eles, o calendário aponta apenas o fim de uma era e o início de uma outra.

“É uma era. Nós temos sorte de ver como ela vai acabar,” disse Santos Esteban em Yaxuna.

De acordo com o pastor evangélico brasileiro, Ciro Sanches Zibordi, “à luz das Escrituras, não há motivo para nos preocuparmos com o fim do mundo”.

Zibordi afirma que mesmo que o período da Grande Tribulação previsto na Bíblia chegue, ainda assim o fim do mundo não acontecerá.

Vários eventos escatológicos, diz ele, devem acontecer antes do fim do mundo, e eles estão previstos nas Escrituras: "o Arrebatamento da Igreja, o Tribunal de Cristo, as Bodas do Cordeiro, a Grande Tribulação, a batalha do Armagedom, o Milênio, a última revolta de Satanás e o Juízo Final".

Christian Post

Após ataque em escola nos EUA, Igreja Batista da Lagoinha pede oração por familiares de vítimas

Após ataque de um atirador em uma escola nos Estados Unidos que matou 26 pessoas entre crianças e adulto nesta última sexta-feira (14), a igreja Batista da Lagoinha convocou aos cristãos a orarem por familiares de vítimas.

“Precisamos nos levantar como Igreja para que atrocidades como essas deixem de ocorrer”, exortou a igreja, através de sua página.

A igreja ainda relembrou um fato parecido ocorrido no Brasil em 2011 em uma escola em Realengo (RJ), onde 12 adolescentes foram mortos.

"Ore pelas famílias que perderam entes queridos durante a tragédia em Connecticut (EUA) e clame para que Deus possa ser o Senhor das nações."

Depois do ataque de sexta-feira (14), emocionado o presidente dos Estados Unidos,
Barack Obama, fez uma declaração afirmando que os Estados Unidos já passaram por “esses momentos por muitas vezes” e têm de se unir para adotar uma ação significativa, “independentemente da política”.

"Sei que não existe um pai nos EUA que não sinta o mesmo pesar que sinto. A maioria dos que morreram hoje eram crianças. Elas tinham a vida toda pela frente, aniversários, formaturas, casamentos, seus próprios filhos", disse o presidente.

Entre os mortos na escola, estava a própria mãe do atirador, uma mulher de 52 anos, que era professora e seria o alvo principal dele. As principais razões pelo assassinato ainda não foram esclarecidas.

Christian Post

'Preparados': grupo americano prepara-se para o fim do mundo

À medida que se aproxima o suposto dia do fim do mundo, esperado por muitos para o dia 21 deste mês, milhares de pessoas preparam-se para o colapso nos Estados Unidos.

Os ‘preppers’ (preparados) são pessoas que se preparam para uma calamidade global que, segundo acreditam, pode ocorrer daqui a três semanas. Nos Estados Unidos, foi criado um "reality show" no canal televisivo da National Geographic mostrando a vida dessas pessoas que aguardam o fim.

Segundo publicação G1, o grupo que possui seu próprio site explica, com precisão e jargão técnicos, suposições catastróficas que podem chegar a desde "WWL", sigla em inglês para um mundo sem leis após o desastre social e econômico, até ao Apocalipse como popularmente conhecido (i.e. a destruição do planeta).

Para os menos pessimistas, para este dia é esperado apenas algum desastre de caráter regional, como um furacão, uma grande inundação, ou distúrbios e motins.

Como forma de garantir a sobrevivência e proteção – para o caso de se realizar alguma das especulações - pessoas acumulam alimentos, remédios, ferramentas, lanternas, baterias e, certamente, armas e munição, moedas de ouro, compram terras, fertilizantes, sementes.

Quem está ganhando com o terror de outrém são as lojas de armas, equipamentos de campismo e alimentos enlatados.

Pequenas empresas como a Practical Preppers, da Carolina do Sul, também estão lucrando com a suposição de cadastros.

Especializada na construção de refúgios subterrâneos e em "assessoria em segurança", o site da empresa mostra métodos de preparação para sobreviver a desastres cataclísmicos, desde furacões devastadores a crises prolongadas como um ataque eletromagnético, que poderia destruir nossa infraestrutura tecnológica, paralisar o governo e causar o colapso da ordem social.

Christian Post

Apenas 66% da população reconhece que Jesus é a figura mais importante da história

Estudo mostra que a maioria desconhece
seu impacto na cultura
O pastor John Ortberg, da Igreja Presbiteriana de Menlo Park, na Califórnia, utilizou um estudo realizado pela Harris Interactive para a editora Zondervan para alertar as igrejas que as pessoas, em geral, “não conhecem a verdade sobre Jesus”.

Mesmo que 66% dos entrevistados digam acreditar que Jesus é a figura mais importante da história, o estudo mostra que poucos realmente entendem quem Ele é.

“Muita gente não sabe do papel de Jesus na criação de uma sociedade onde todos os seres humanos são reconhecidos, têm direito, devem ser incluídos e considerados iguais”, diz o pastor.

“Essa realmente era a ideia que começou em Israel e se espalhou pelo mundo, através dos seguidores de Jesus: todo ser humano foi criado à imagem de Deus, é amado por Deus, e consequentemente, deveríamos ter compaixão por todos”, acrescenta Ortberg.

Ele afirma que instituições como orfanatos e hospitais originaram-se com os seguidores de Jesus, que lembravam de Seus ensinamentos e compaixão e decidiram cuidar dos outros.

Ele também lembra que havia um desequilíbrio entre os sexos durante os tempos de Jesus, cerca de 1 milhão de mulheres para 1,4 milhões de homens. Uma grande quantidade de meninas morria durante o parto ou eram mortas ao nascer, por causa de seu sexo, considerado menos valioso.

“Foi realmente através dos ensinamentos de Jesus, e o caminho que Ele ensinou a mulheres, bem como a homens, que se reconheceu que elas também traziam a imagem de Deus em si. Elas foram as primeiras testemunhas da ressurreição e foram líderes na igreja primitiva, onde muito antes da sociedade ensinava-se sobre a grande dignidade, o valor, e a igualdade das mulheres se espalhou”, explica o pastor. “Então, os ensinamentos de Jesus melhoraram em muito a condição das mulheres.”
Ortberg reuniu vários dados da pesquisa promovida pela Harris/Zondervan em seu novo livro, lançado para ‘aquecer o Natal’: Who Is This Man?: The Unpredictable Impact of the Inescapable Jesus [Quem é este homem? O impacto imprevisível do inescapável Jesus].

Ele revela, por exemplo, que 89% das pessoas desconhecem que os seguidores de Jesus foram os pioneiros nos conceitos de alfabetização universal e educação. O pastor acha que é uma vergonha as pessoas não saberem mais sobre quem eles admitem ser a figura mais importante da história.

Após a divulgação recente de um fragmento de papiro onde Jesus supostamente diz que teria uma esposa, muitos historiadores e teólogos questionam o que as pessoas realmente sabem sobre a vida de Jesus.

A pesquisa da Harris/Zondervan revela que a maioria das pessoas não compreende a influência de Jesus na cultura, apesar de reconhecer sua imagem 2.000 anos depois de sua morte. A maioria dos entrevistados não foi capaz de responder corretamente a perguntas a respeito de sua influência e ensinamentos. Menos da metade (47%) reconhece que Jesus foi o primeiro homem a defender a ideia de uma sociedade inclusiva e igualitária.

“Do ponto de vista puramente humano, a maior surpresa é que Jesus conseguiu exercer alguma influência. Normalmente, o legado de alguém fica evidente no momento em que se morre. No dia em que Alexandre, o Grande, César Augusto, Napoleão, Sócrates e Maomé morreram, suas reputações já eram enormes. Quando Jesus morreu, seu movimento pequeno e frágil não dava indícios que resistiria ao tempo”, afirma Ortberg.

“Vivemos em um mundo onde o impacto de Jesus é imenso, mesmo assim seu nome não pode ser mencionado em vários países”, lembra.

A pesquisa foi realizada online entre 13 e 17 de setembro e entrevistou 2.339 adultos, entre os quais 1.062 afirmavam ser cristãos.

Com informações de Christianity Today, One New Snow e Harris Interactive
GP

Ofensiva contra Gaza pode ser prévia de guerra contra o Irã

Irã, EUA e ONU já se manifestaram enquanto o mundo observa de perto a situação
Foi amplamente divulgado pela mídia que Israel concordou em adiar qualquer ataque contra o Irã até depois das eleições norte-americanas. Pouco mais de uma semana após a eleição, Israel iniciou o que chamou de “uma campanha de assassinatos dirigidos” contra líderes do Hamas.

As forças israelenses estão atacando e sendo atacadas pelos palestinos de Gaza pelo quinto dia consecutivo. O governo de Israel já anunciou que suas forças militares estão prontas para uma invasão por terra.

Segundo o site do jornal Haaretz, “Em 14 de novembro, o comandante militar do Hamas, Ahmed Jabari foi assassinado em um ataque de míssil israelense. Numa ironia amarga, poucas horas antes do ataque, o Hamas recebeu o projeto de proposta de um acordo de trégua permanente com Israel. Isso incluía mecanismos para a manutenção do cessar-fogo, no caso de um conflito entre Israel e as facções na Faixa de Gaza”.

O Ministro da Defesa de Israel, Ehud Barack, culpa a Palestina por ter cometido atos de agressão primeiro: “As provocações que sofremos e os foguetes lançados contra as colônias do sul de Israel nos obrigaram a tomar esta ação”.

Ao que parece, trata-se de uma operação de guerra planejada. O objetivo seria forçar os Estados Unidos e o Irã a se pronunciarem antes das eleições que ocorrerão em Israel daquia dois meses. Muitos comentaristas políticos acreditam que os ataques contra Gaza são uma manobra do primeiro-ministro israelita para vencer a reeleição. O jornal alemão Spiegel afirma que Netanyahu espera que a força ofensiva na Faixa de Gaza se converta em mais votos para seu partido, Likud.

Como era previsto, o presidente reeleito dos Estados Unidos, Barack Obama, disse neste domingo que apoia totalmente o direito de Israel de se defender. Mas ele também pediu o fim dos ataques mútuos, para que o processo de paz pudesse avançar.

O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, afirmou hoje que a guerra de Israel com os palestinos da Gaza é por sua sobrevivência e que o regime israelense sempre se pautou pela ocupação, pela guerra e pelo derramamento de sangue.

Segundo informou a agência oficial Irna, Ahmadinejad reuniu-se com o Gabinete do Governo do Irã e condenou oficialmente os “crimes contra a humanidade e de guerra” de Israel. Afirmou ainda saber que o Estado judeu “sonha em atacar também outros países da região”, em referência às ameaças de Tel Aviv de atacar o Irã visando parar seu programa nuclear.

Até hoje, a República Islâmica do Irã não reconhece o Estado de Israel e o considera seu maior inimigo, juntamente com os Estados Unidos. As autoridades de Teerã pediram nos últimos dias que diversas organizações internacionais intervenham para por um fim na ofensiva israelense.

Egito, Marrocos e outros países convocaram uma sessão de emergência do Conselho de Segurança da ONU. Foram reunidos às pressas os 15 membros do Conselho. O presidente do Conselho de Segurança, Hardeep Singh Puri, da Índia, disse que houve unanimidade e que todos concordam que é preciso fazer alguma coisa, mas não soube precisar o que será feito. O mesmo aconteceu antes em relação aos conflitos na Síria, sem resultado prático. O agravente é que, oficialmente, a Palestina não é um Estado independente, então não seria uma guerra entre duas nações, mas uma tentativa de Israel em acalmar as milícias que operam numa área ocupada dentro da nação judia.

Não está claro ainda se essa realmente é uma tentativa de Israel de arrastar o Irã para a guerra. É sabido, contudo, que o Irã apoia o Hamas. Provocando uma reação do Hamas na faixa de Gaza, poderia forçar uma reação do maior apoiador do grupo militar palestino, o Irã.
Por diversas vezes nos últimos meses, tanto Ahmadinejad como o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, qualificaram Israel de “tumor cancerígeno” que deve ser “extirpado”. Mas até agora não há evidências de que o governo iraniano tomará nenhuma iniciativa para defender os palestinos. Oficialmente, já morreram 69 palestinos e 3 israelenses. 

Com informações Huffington Post, There Al News e Agências.
GP

Egípcia convertida ao cristianismo envia apelo a Obama

Adolescente egípcia convertida ao cristianismo apela ao presidente dos EUA e denuncia a perseguição e maus tratos sofridos pelos cristãos no país

Dina el-Gowhary, uma garota egípcia de 15 anos que se converteu do islamismo para o cristianismo, enviou um apelo ao presidente Barack Obama, queixando-se de maus-tratos por parte do governo egípcio e pedindo sua mediação.

O fato foi revelado em uma história de Mary Abdelmassih e publicado no site Assyrian International News Agency (Agência de Notícias Internacionais da Assíria) –
www.aina.org.

“Sr. Presidente Obama”, Dina escreveu, “nós somos uma minoria, no Egito. Somos muito maltratados. Você disse que a minoria muçulmana na América é muito bem tratada, então por que não somos tratados aqui da mesma forma? Estamos presos em nossos próprios lares porque clérigos muçulmanos pediram a morte de meu pai, e agora o governo estabeleceu para nós uma nova prisão, estamos presos em nosso próprio país”.

Abdelmassih afirma que a carta manuscrita em árabe, postada em sites da Igreja Copta, também diz: “Eu tenho 15 anos, mas ainda tenho esperança que a minha mensagem irá chegar ao presidente Obama.”
Ela continuou escrevendo: “A família el-Gowhary foi impedida de deixar o Egito em 17 de setembro de 2009, sem qualquer razão jurídica. Disseram-lhes, no entanto, que a ordem veio de uma autoridade superior.

“Diná é a filha de Maher El-Gowhary de 57 anos de idade, também conhecido pelo seu nome cristão Peter Athanasius (Pedro Atanásio), que abraçou o Cristianismo secretamente há 35 anos. Em agosto de 2008, ele apresentou a segunda ação da história movida por um egípcio nascido muçulmano contra ao governo egípcio pedindo que oficialmente alterasse seus documentos de identificação a fim de refletir sua nova identidade cristã. Ele perdeu o caso em junho de 2009.

“De acordo com a decisão do Tribunal, a conversão religiosa de um muçulmano é contra a lei islâmica Sharia e representa uma ameaça para a “Ordem Pública” no Egito.”

Abdelmassih continou dizendo que ele apelou à decisão e que Maher e Dina tem “vivido clandestinamente” desde quando ele apresentou sua ação, porque os clérigos muçulmanos o classificaram como apóstata, e diversos Fatwas (decretos religiosos), por ‘derramar o seu sangue’, foram emitidos. “Ele muda freqüentemente seu local de residência a fim de escapar da morte, e amigos o ajudam com comida”.
Maher el-Gowhary (Peter Athanasius) disse: “Nós não podemos dormir, comer ou sair na rua”, acrescentando que ele acredita que as autoridades estão exercendo pressão sobre eles (ele e Dina) para re-convertê-los ao Islã, contudo, ele declarou, “isso nunca vai acontecer, mesmo que tenhamos que viver nas ruas. Amamos nosso Senhor Jesus, e nós deixamos o islã para sempre.”

A União Ética e Humanista Internacional (IHEU - International Humanist and Ethical Union), em conjunto com a Coptas Unidos (Copts United), apresentou o caso de el-Gowhary ao Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas na sua 12ª sessão em Setembro de 2009.

Mary Abdelmassih escreveu que Maher atacou o Governo egípcio, pedindo que sua nacionalidade egípcia fosse tirada imediatamente, caso esta fosse a razão pela qual o Governo insiste em privá-lo de seus direitos básicos como um cidadão egípcio.

Ela disse que ele afirmou aos Coptas Unidos: “se a nacionalidade egípcia é a causa da minha prisão domiciliar e de eu ser privado de andar livremente, então prefiro rejeita-la”.

Ainda acrescentou que seria mais honroso para ele possuir a nacionalidade de qualquer outro país do que a de um egípcio “… onde eu moro junto com minha filha sofrendo prisão dentro das paredes do meu apartamento e sem qualquer liberdade”, afirmou Maher.

Publicado originalmente em www.assistnews.com por Dan Wooding.
Tradução Gean Pierre Freitas
Fé em Jesus

EUA poderão ter mais dependentes com legalização da maconha

A maconha é prejudicial a saúde e a sua legalização nos estados de Washington e Colorado poderá aumentar o número de dependentes químicos nos EUA, avalia a psicóloga Marisa Lobo.

A especialista acredita que a legalização é um retrocesso para os Estados Unidos, devido os estragos sociais, físicos, psicológicos e familiares que a droga causa.

Em entrevista para o site IAnotícia, a coordenadora Nacional da Campanha contra a Legalização da Maconha e outras drogas diz que a liberação do uso da maconha não acabará com o narcotráfico. “Legalizar drogas não acabará com o tráfico, apenas estes criminosos mudarão de nome, de contrabandista para empresário”.

Marisa Lobo acredita que sempre haverá crime organizado, contrabando e tráfico, pois a maconha vendida legalmente não será a droga que os viciados curtem. “O traficante conseguirá manipular e inventar uma droga mais forte”.

Entrevista completa:

(IAnotícia) – A legalização da maconha aprovada na eleição de 6 de novembro nos estados de Washington e Colorado e Massachusetts é um avanço ou um retrocesso dos EUA?

(Marisa Lobo) – Cada país, tem suas regras, educação e sua cultura, a questão das drogas passa muito por educação, por políticas públicas que oportuniza seu cidadão, oferecendo-lhe escolhas saudáveis de vida e uma prevenção e enfrentamento com informações confiáveis sobre os malefícios da drogas, pois benefícios não há. Quando vemos os estragos sociais, físicos, psicológicos e familiares que elas causam, vemos que é um retrocesso legalizar drogas.

Legalizar drogas para fins medicinais quando se comprova o efeito singular e positivo específico da droga, não vejo problema algum, o problema é usar o mote da planta medicinal para uso recreativo, e os profissionais que detém o controle e a fiscalização lucrarem ilicitamente com essa vantagem.

(IA) – Especialistas favoráveis ao assunto dizem que a legalização da droga poderia acabar com o narcotráfico e reduzir a violência nas grandes cidades, qual é a sua opinião?

(Marisa Lobo) – A violência não está somente ligada ao narcotráfico e sim ao vício, que reduz o senso critico e a noção de julgamento, por exemplo, e impede que o usuário perceba o mundo real a sua volta. Se a pessoa se viciar poderá fazer qualquer coisa para saciar seu vício inclusive roubar, e em paranoia do vício até matar. Os vínculos afetivos, emocionais, familiares por exemplo são destruídos aos pouco em nome de uma busca desenfreada por prazer.

Outro ponto que não podemos esquecer é que sempre haverá o crime organizado, contrabando e o trafico, pois a maconha vendida legalmente não será a droga que os viciados curtem, o traficante conseguirá manipular e inventar uma mais forte, sem controle de nível de THC e quantidade por usuário. Nos precisamos nos organizar conta as mentiras utópicas que tentam implantar na cabeça da população.

Se o país em questão tem competência para gerenciar com inteligência e com mãos de ferro, pensando de forma total, não parcial, nos prejuízos da maconha, ter uma aparato já pronto de saúde esperando seus doentes e com uma campanha de prevenção nas escolas de forma continuada, em anos interiores, para proteger os adolescentes que serão os mais afetados, podemos até pensar em legalização, mas não sei, se é o caso dos EUA.

Aqui no Brasil, não se entra em acordo, nem como tratar ou prevenir, o governo diz uma coisa, militantes e profissionais outra, não se trabalha em rede de colaboração e proteção. O ego entre algumas profissões não permite.

(IA) – A legalização das drogas nos estados de Washington e Colorado poderá aumentar o número de dependentes químicos? A maconha é prejudicial a saúde?

(Marisa Lobo) - Claro que sim, a tendência quando liberamos drogas, é aumento do consumo. Haverá uma explosão do consumo. Estudos recentes provam, que a maconha não é inocente como se pensava, ela empobrece os neurônios, afeta o QI, memória, causa crise motivacional, infantiliza o usuário, desencadeia a esquizofrenia em pelo menos 15 de 20 usuários contínuos adolescentes, causa tipos específicos de câncer, pela seu alta concentração de alcatrão e outras substâncias cancerígenas, problemas pulmonares. Mas o que vemos é que a maconha, por ser uma droga mais leve que o crack e a heroína, acham alguns especialistas que ela é recreativa. Quem defende Maconha é quem usa e quem quer lucrar com ela.

(IA) – Qual a sua avaliação da venda da maconha para fins medicinais?

(Marisa Lobo) – Se bem regulamentada, com controle rígido e para doenças realmente em fases terminais, será produtiva, porém infelizmente o que sabemos a respeito de medicamentos controlados acabam gerando o contrabando.

Existe motivação comercial para a crescente discussão sobre a legalização da maconha em vários países do mundo, como no Brasil?

Claro que sim, os traficantes se tornarão empresários da desgraça humana, a indústria do tabaco virará um cartel, e o governo lucrará com impostos.
Tenho vergonha de uma país que legaliza drogas porque é incompetente em gerir suas políticas públicas em segurança e educação e prefere abrir mão de nos proteger para obter lucro fingindo estando a serviço de direito do cidadão.

Legalizar drogas não acabará com o tráfico, apenas estes criminosos mudarão de nome para empresário da morte.

O que temos que ter em mente é que os maiores prejudicados com essa política de liberação de drogas, que para mim é de incompetência e morte, são os adolescentes que não tem seu sistema nervoso central formado, e por estar em formação há um desiquilíbrio. Usar droga é entrar em um mundo de prazer do qual esse jovem e essa criança não estão preparados.
 
Para mais informações sobre a psicóloga Marisa Lobo: www.psicologiacrista.com.br/

IA notícia

Referendos aprovam casamento gay e maconha em estados americanos

Em 38 estados dos Estados Unidos foram realizados mais de 170 referendos sobre os mais variados temas.
 
Os eleitores americanos dos estados de Maine, Maryland, Washington e Colorado foram às urnas na terça-feira (6) não só para escolher o novo presidente como para votar em referendos que buscavam a opinião do povo para dois assuntos polêmicos: casamento gay e a legalização da maconha.
 
O resultado foi que Maine e Maryland se mostraram favoráveis a união civil entre pessoas do mesmo sexo. Apesar de já ser aceito em seis estados do país, o casamento gay nunca tinha sido votado através de um referendo nos Estados Unidos.

Já em Washington e no Colorado os eleitores votaram em relação ao consumo da maconha. A droga agora será legalizada e que for pego com até 28 gramas não será penalizado.

No estado de Colorado a droga ainda poderá ser consumida em espaços públicos e os cidadãos poderão cultivar a planta em casa, desde que não tenha mais de seis pés da erva.

Já o referendo de Washington aprovou a criação de um sistema de licenças estatais que serão emitidas a produtores de maconha.

A terça-feira foi de votações diversas para os americanos, em 38 dos 50 estados foram feitos 176 referendos para pedir a opinião dos eleitores sobre temas diversos como o direito de decidir pela própria morte (Massachusetts), o uso obrigatório de camisinhas por atores pornôs em Hollywodd e até a obrigatoriedade de indicar em rótulos de alimentos a presença de ingredientes geneticamente modificados.

As informações são da BBC.
GP

‘O melhor ainda virá’, disse Barack Obama após vencer eleições

Reeleito com cerca de metade dos votos dos eleitores americanos, Barack Obama disse a apoiadores em Chicago, após a confirmação da sua vitória nas eleições desta terça-feira (6), que vai buscar diálogo com o rival republicano Mitt Romney. “O melhor ainda virá”, afirmou Obama

“Quero me sentar com ele e ver no que podemos trabalhar juntos para fazer com que os Estados Unidos avancem”, disse Obama.

Obama venceu as eleições ao obter ao menos 303 votos no Colégio Eleitoral (eram necessários 270), contra 206 de Romney. Apesar disso, levando em conta a votação popular, a vitória foi apertada. Por volta das 8h30 desta quarta-feira (7), o democrata tinha 50% dos votos, contra 48% do republicano, em uma diferença de pouco mais de 1,3 milhão de votos.

Ele afirmou que deseja trabalhar com líderes do Partido Democrata e também do Partido Republicano em questões como a redução do deficit, mudanças nos impostos e na melhoria das leis de imigração.

No segundo mandato, Obama vai ter de lidar novamente com um Congresso dividido, com os republicanos dominando a Câmara dos Representantes (equivalente à Câmara dos Deputados) e os democratas no controle do Senado.

Ele afirmou que essa união é possível porque os americanos “não estão tão divididos como sugere a política”.

A mensagem do democrata é a de que é preciso deixar para trás a acalorada disputa eleitoral. “Nós batalhamos de modo ferrenho, mas apenas porque amamos profundamente esse país”.

De acordo com o presidente reeleito, essas discussões, muitas vezes “barulhentas”, são “uma marca da liberdade” existente no país.

“Nós não podemos nos esquecer de que, neste momento, pessoas em nações distantes estão arriscando suas vidas apenas pela chance de discutir sobre os assuntos que importam, pela chance de votar como nós fizemos hoje”.

Com a economia, considerada pelos eleitores como o principal tema dessas eleições, ainda patinando, e uma taxa de desemprego de 7,9%, Obama prometeu à população que “o melhor ainda virá”.

“Nessas eleições, vocês, o povo americano, foram lembrados de que, apesar de o nosso caminho ter sido difícil, de a nossa jornada ter sido longa, nós nos levantamos, nós lutamos e sabemos que, para os Estados Unidos, o melhor ainda virá”, afirmou Obama, que discursou depois de receber um telefonema de Romney em que o republicano reconheceu a derrota.

“Nossa economia está se recuperando, uma década de guerra está terminando, uma longa campanha eleitoral terminou. E não importa se eu ganhei seu voto ou não, eu ouvi você, e aprendi com você, e você me fez um presidente melhor”.

Fonte: Folha
Verdade Gospel
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