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Definitivamente Sepultada a PLC 122

Depois de 11 anos de luta contra o polêmico projeto de Lei de autoria da ex-deputada federal, Iara Bernardi, que chegou a ser apelidado de lei anti-homofobia, senador Magno Malta (PR/ES) festejou a morte no Senado Federal do PL 122, agora é pauta na revisão do Código Penal Brasileiro


“A família brasileira vai poder criar filhos felizes nos moldes de Deus, pois o PL 122 foi sepultado, jogado no lixo e está definitivamente morto”. Com estas palavras, no microfone do plenário, senador Magno Malta comemorou o fim de uma luta polêmica, de mais de 10 anos, que chegou ao final na noite desta terça-feira.

O projeto de Lei 122 é um coquetel de inconstitucionalidades. Por isso, senador Magno Malta afirmava sempre que é preciso haver pressão da sociedade para não aprovar a chamada lei anti-homofobia. “O relator da Comissão de Direitos Humanos, senador Paulo Paim (PT/RS) no início do mês anunciou que retirava o nome homofobia e trataria de preconceito e discriminação contra raça, credo e qualquer tipo de intolerância”, explicou Magno Malta.

“Pressão da sociedade significa a luta de religiosos e defensores de valores éticos e morais contra um projeto que cria uma casta de aristocratas sob o pretexto de combater a homofobia”, afirmou o senador do Espírito Santo.

Outro ponto importante que foi fundamental para o sepultamento do PL 122, foi a participação do senador Vital do Rêgo (PMDB/PE) que apresentou substitutivo no Plano Nacional de Educação e que retirou do projeto todas as menções ao termo identidade e orientação sexual. 

“Desta forma, o debate ganhou peso também no texto final da revisão do Código Penal Brasileiro, já que o termo aparecia no dispositivo que criminaliza diferentes motivos para o crime de discriminação ou como agravante em outros delitos”, completou Magno Malta.

“Foram 11 anos de muito debate e polêmica. Tentaram vulgarizar o termo homofobia em favor de um grupo social. Enfrentamos de peito aberto a tendência de criar-se favorecimento para os homossexuais, que exigiram um tratamento diferenciado da população. 

Mas vencemos esta guerra boa e jogamos no lixo o PL 122 exorcizando de vez uma tentativa diabólica de inverter os valores da família, a base mais forte de uma sociedade estruturada. Com relação à identidade de gênero e sexual, reconhecemos apenas gênero humano e que os sexos são dois, o masculino e feminino”. Concluiu Malta.



Fonte: Portal do Senador Magno Malta

Sepultado o Projeto da PLC 122 derrotado no Senado Federal

PLC 122 acaba de ser derrotado no Senado Federal Senador Magno Malta foi Brilhante
Projeto que criminaliza homofobia vai tramitar em conjunto com novo Código Penal

O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (17), com 29 votos favoráveis, 12 contrários e 2 abstenções, requerimento do senador Eduardo Lopes (PRB-RJ) para que o projeto que criminaliza a discriminação de homossexuais (PLC 122/2006) seja apensado ao projeto de reforma do Código Penal (PLS 236/2012).

O senador Eduardo Lopes destacou que o Código Penal já engloba o assunto ao tipificar a intolerância, o racismo e todo tipo de violência. O senador explicou que, por tratarem de assuntos correlatos, não há sentido para que as propostas tramitem separadamente. Em apoio a Eduardo Lopes, o senador Magno Malta (PR-ES) disse que a criminalização da homofobia depende da tipificação desse crime no Código Penal, o que justifica o apensamento.

Os senadores Eduardo Suplicy (PT-SP) e Paulo Paim (PT-RS) se manifestaram contrários ao requerimento por acreditarem que a tramitação conjunta enfraquecerá o debate da criminalização da homofobia.

Paulo Paim disse que o requerimento perdeu o seu objeto, já que a comissão especial de senadores criada para examinar o PLS 236/236 já aprovou, nesta terça-feira (17), o relatório final elaborado pelo senador Pedro Taques. Para ele, a melhor saída seria a Comissão de Direitos Humanos (CDH) votar o PLC 122/2006 e a próxima comissão a analisar a matéria conforme a determinação inicial, a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), decidir sobre a tramitação conjunta ou separada das propostas.

Brilhantemente o Senador Magno Malta foi o maior articulador e defensor dessa grande Vitória, pois agora o Projeto terá que andar em conjunto, ao Código Penal, voltando assim a ser discutido na Camara dos Deputados, o que sofrerá modificações no futuro, para que novamente possa ser aprovado no Senado, o que significa que o Projeto PLC 122 ACABOU.

Com maestria o Senador Magno Malta apresentou um requerimento, pedindo assim o apensamento do projeto, e foi dessa forma que entrou em votação, com vitória esmagadora favorável ao pedido do Senador Magno Malta.

Queremos registrar o grande guerreiro e defensor da família que tem sido o Senador Magno Malta, junto com outras lideranças evangélica, destancando o Pastor Abner Ferreira Presidente da Catedral das Assembléia de Deus do Ministério de Madureira, que soube na primeira hora dessa grande vitória, podendo assim esta divulgando nos meios de comunicação.

Veja também os sentimentos e declarações dos ativistas
Luís Arruda, advogado e ativista LGBT, acredita que o apensamento do PLC 122 ao Código Penal é um “absurdo”. “O senador Paim (PT-RS, atual relator do projeto) retirou um artigo que modificava o Código Penal pra que isso não pudesse acontecer. 

Então, nada no PLC alterava o Código Penal. Esse apensamento é político e não tem nada a ver com o regimento interno do Senado”, observa Luís. “Ou as pessoas param de votar em fundamentalistas ou nós vamos acabar igual ao Irã. A não ser que as pessoas queiram viver no Irã, no Afeganistão, pois é isso que vai acontecer, ou talvez uma Rússia. São países onde as pessoas não têm liberdade, não podem falar o que pensam. Então, o povo tem que começar a pensar”, protesta.

Phamela Godoy, coordenadora adjunta de Políticas LGBT da Prefeitura de São Paulo, avalia que o momento político é “muito complicado”. “Apensar o PLC 122 no Código Penal é um retrocesso. Acredito que agora o movimento tem que se organizar em torno da pauta. 

É uma estratégia pra não aprovar, a questão da homofobia não vai ser efetivada”, observa Phamela. Sobre apresentar um novo texto que trate da criminalização da homofobia, Godoy não acredita ser o melhor caminho. “Apresentar um novo texto a gente já tentou e não conseguiu. Acredito que é a hora de se reorganizar e ver como conseguimos reapresentar na Câmara o texto do PLC 122”, pondera.

“Esse anexo do PLC 122 não significa que nós, do movimento LGBT, vamos recuar, muito pelo contrário. Agora é o momento de ir às ruas, se manifestar, se organizar”, afirma o ativista do grupo Lambda – LGBT, Denilson Pimenta. “Agora é o momento histórico dos Direitos Humanos e não somente no Brasil, mas na América Latina. Temos que Aprovar o PLC 122 para que não sirva apenas como exemplo para a América”, diz Denilson, que aposta na aprovação da criminalização da homofobia como mecanismo para que o Brasil deixe de ser o país “número um de crimes homofóbicos” para se tornar o “número um da educação” e, dessa maneira, abrir caminhos para a construção de uma sociedade “mais igualitária”.

Cinthia Abreu, ativista da Marcha Mundial das Mulheres, disse à reportagem que há uma sentimento de “decepção”, pois, segundo a ativista, a reforma do Código Penal está “piorando” o texto existente, lembrando que a nova proposta criminaliza os movimento sociais ao estabelecer o crime de terrorismo. 

Para ela, trata-se de mais uma vitória e “avanço da bancada fundamentalista”, mas, ainda assim, Cintia garante que a discussão vai se fortalecer na sociedade civil. “Não há expectativa de que o debate seja alterado no Senado. Não acreditamos que ele possa ser ainda mais sensibilizado, mas estaremos nas ruas lutando e cobrando”, finaliza a ativista.

PLC 122 pode ser votado na próxima semana

Relator do projeto quer atender pedido de ativistas gays e colocar o texto em votação
O senador Paulo Paim (PT-RS), disse nesta quinta-feira (28) que o PLC 122/2006 que define como crime a opinião contra a prática homossexual pode ser votada na próxima reunião da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH).

Ativistas gays teriam entregue uma carta ao Senado em que protestam contra mais um adiamento no exame do PLC 122/06. A votação da proposta na CDH estava marcada para a semana passada. Os grupos pedem ainda a aprovação do projeto.

O texto continua polêmico e enfrenta a rejeição de quem acredita que o projeto tem objetivo de dar privilégios aos homossexuais. Já os defensores do PL 122, ativistas e simpatizantes do movimento gay, dizem que o projeto quer resguardar os homossexuais e protegê-los da violência e preconceito.

De acordo com a proposta, pode ser punido com até cinco anos de prisão quem por razões de preconceito de gênero ou de orientação sexual impedir a promoção de um funcionário.

Há ainda penas para quem recusar atendimento aos homossexuais em estabelecimentos comerciais ou locais abertos ao público e para quem impedir ou restringir a manifestação de afetividade de qualquer pessoa em local público ou privado aberto ao público, “resguardado o respeito devido aos espaços religiosos”.

Diversas manifestações foram feitas por líderes evangélicos temendo que, na prática, as igrejas fossem proibidas de se manifestar publicamente contra o pecado da homossexualidade.

Com a votação adiada diversas vezes desde então, nesta quarta (20), as manifestações de deputados da bancada evangélica conseguiram barrar o texto substitutivo.

Gps Gospel

Brasília treme ao som de mais de 100 mil vozes em defesa da família e da liberdade de expressão

Marcha Pela Família leva milhares de pessoas à Esplanada dos Ministérios e deixa seu recado contra a ditadura das minorias no país.
 
As redes de notícias que divulgaram um número menor que 100 mil pessoas presentes na Marcha Pela Família é porque, com certeza, saíram antes de começar. A partir das 15h, horário previsto para o início do evento já não era mais possível ver o gramado da Esplanada dos Ministérios.
 
A multidão tomou conta da área com caravanas dos mais diferentes estados e igrejas, todos trouxeram faixas, camisetas e bandanas que lembravam o motivo de estarem ali, um ato em defesa da família tradicional e da liberdade de expressão e religiosa.
 
Ao entardecer subiram ao palco os pastores Ana Paula Valadão, Silas Malafaia, André Valadão e os cantores Thalles e Marquinhos Gomes [foto esq. p/; dir]. 
 
A fala ousada e assertiva do pastor Silas Malafaia, presidente da Assossiação Vitória em Cristo, deu o tom da manifestação
 
- "Não queremos mandar na vida de ninguém, o que não aceitaremos é que minorias determinem o que nós podemos ou não dizer". Informou o pastor em discurso sobre as manipulações de grupos que tentam, através do legislativo, aprovar leis que impeçam a liberdade de expressão, principalmente das igrejas.
 
Um grupo com bandeiras em defesa do aborto e do casamento homossexual tentou atrapalhar a manifestação pacífica, mas não obteve sucesso. Enquanto o grupo gritava do lado de fora, a multidão bradava mais alto. Nenhum acidente ou ocorrência foi registrado durante todo o evento.
 
À noite já não era mais possível ver onde terminava a multidão. Após as palavras dos deputados e pastores, quem assumiu o microfone foram os cantores, entre eles, Eyshila, Cassiane, Bruna Karla, Nani Azevedo, David Quinlan, Marquinhos Gomes, Ana Paula Valadão, André Valadão e Thalles. Cada um cantou duas canções levando a multidão à adorar e vibrar juntos.
 
Por volta das 20h o evento foi se aproximando do fim, mas a multidão não queria ir para casa. O desejo de proclamar a liberdade e os valores que desejam para a sociedade foram maiores do que qualquer cansaço. 
 
Por Renata Carvalho
Fotos: Samuel Oliveira
Fé em Jesus

Cantor de música contra a homossexualidade é ameaçado de ser processado; vídeo é censurado

Em abril, o cantor Juninho Lutero divulgou um vídeo que defende a família tradicional, com pai e mãe. Por isso, foi ameaçado de ser processado caso não retirasse o vídeo do ar. Segundo ele, em outro vídeo divulgado na semana passada, o clipe da música Matéria Prima Original foi classificado como impróprio para menores de dezoito anos em razão de motim dos homossexuais.

“Aqueles que se dizem vítimas estão se tornando algozes da intolerância”, diz Juninho.

Colunista da Veja defende liberdade de expressão de Silas Malafaia e ataca direção da AvaazO videoclipe da música Matéria Prima Original trata da família tradicional e dos valores defendidos pelos cristãos. “E acreditem! Neu clipe, que só contém imagens de um casal ‘hetero’ com seus dois filhinhos celebrando um momento de felicidade, foi considerado impróprio, inadequado, para crianças menores de dezoito anos”, diz ele no vídeo.

Indignado, Juninho defende a liberdade de expressão e afirma que o clipe da música “foi considerado crime homofóbico pelos internautas do movimento LGBT”. Segundo o cantor, “o YouTube não teve a decência de fiscalizar o conteúdo do vídeo”.

Ele ainda é irônico e dá os parabéns ao movimento LGBT por ter conseguido limitar o acesso ao videoclipe. De acordo com Juninho, os ativistas gays – que não são identificados por ele – criaram inúmeras contas no YouTube para denunciar seu clipe.

 Juninho lembra o ocasião em que o governo federal distribuiu cartilhas com conteúdo homossexual e questiona: “Então, quer dizer que a cartilha gay pode ser distribuída livremente nas escolas do Brasil, mas [o clipe de] Matéria Prima Original é considerado altamente ofensivo, homofóbico e inadequado para menores de 18 anos?”.

Ele ainda critica o internauta evangélico que “lavou suas mãos” com relação à uma situação tão polêmica. “O fato de você não se manifestar te faz conivente com a situação”, diz ele, chamando o povo de Deus a ser “uma voz” na luta contra a ditadura da opinião e na liberdade de expressão.


Confira o clipe da música Matéria Prima Original e o vídeo de repúdio à limitação do mesmo de Juninho Lutero:
 


Christian Post

O fator homossexualismo

Lembrai-vos de Sodoma e Gomorra
Alguns defendem que a prática do homossexualismo é algo natural "normal" e que não se deve reprimir esta prática. Outros defendem que cada um tem o direito de fazer com o seu corpo o que bem entender, outros afirmam que - desde que não prejudique ninguém - vale tudo! Porém, alguns vão mais além e querem colocar na cadeia todos os que se opõem as suas práticas.

A mídia global, por sua vez, tenta empurrar goela abaixo na população brasileira, ridicularizando todas e quaisquer opiniões contrárias à prática do homossexualismo, quebrando assim todo o direito de expressão que eles mesmos defenderam no auge da ditadura militar. Querendo agora implantar uma nova ditadura - A "Ditadura gay".

Ideologias à parte, gostaria de analizar sob a ótica de bases fortes esta questão:

O QUE DIZ A MAIORIA DA POPULAÇÃO BRASILEIRA?
Jornalistas do UnBlog de diversas regiões do Brasil fizeram um levantamento. Após conversar com inúmeras pessoas e levar em consideração dados de diversas pesquisas, chegou-se à conclusão de que 97% da população brasileira são contra a prática do homossexualismo. FONTE: UnBlog

O QUE DIZ A MAIOR PARTE DA FAMILIA BRASILEIRA?
Uma vez que a instituição familiar só é possível entre homem e mulher, o homossexualismo torna-se uma ameaça à família em geral. Até mesmo o conceito que se tem de família é a relação entre um homem e uma mulher que geram descendentes. Fora isso, não se pode chamar de família

O QUE DIZ A CIÊNCIA?
A ciência ainda não provou que o homossexualismo é genético, existem apenas suposições de entidades científicas vinculadas a grupos homossexuais. Mas caso alguém provasse que não é genético, o cientista responsável seria taxado também de homofóbico e teria sua carreira arruinada, com certeza.

O que a ciência diz e a imprensa escolhe revelar tem sempre a ver com o pensamento dominante do momento, e o pensamento dominante do momento é que tudo é homofobia. Nenhum cientista seria louco de prejudicar sua carreira e vida pessoal por ser rotulado de homofóbico.

O QUE DIZ A NATUREZA?A natureza é explícita a nos mostrar que o homossexualismo é contra os métodos naturais de concepção; que a concepção só pode vir de um casal (macho e fêmea); que a natureza só pode produzir macho e fêmea; que o Projeto Genoma há tanto tempo esquecido pela comunidade científica já provou categoricamente que toda a humanidade veio de um único casal homem e mulher; que o ânus foi feito para expelir dejetos e não para introduzir pênis; que só existe cromossomos X ou Y não havendo assim nada que comprove um terceiro sexo e que não há nada na natureza que comprove a existência de um terceiro sexo

O QUE DIZ A IGREJA?
Baseado na Palavra de Deus que diz “que nenhum homem se deitará com outro homem”,presente no Velho e no Novo Testamentos, quase que todas as religiões existentes em todo o mundo condenam a homossexualidade.

O QUE DIZ A BÍBLIA?
Há diversas passagens na Bíblia, tanto no Velho quanto no Novo Testamento onde a prática do homossexualismo é tratado como uma afronta aos princípios estabelecidos por Deus, ou seja, um insulto ao próprio Deus digno de severa punição.

O QUE DIZ DEUS?
que está expressa em sua Palavra é que Deus ama o pecador, mas aborrece o seu pecado. Sendo assim, Deus ama o homossexual, mas aborrece o seu homossexualismo. Como ele mesmo diz: Não terá o culpado como inocente.

Pensata Teologia
Por: Reginaldo Rocha

A maioria dos evangélicos não é homofóbica, diz Marta Suplicy

A atual ministra da Cultura não acredita que a candidatura de Fernando Haddad possa perder votos devido a posição do PT que é favorável à união entre pessoas do mesmo sexo.

Ao assumir o Ministério da Cultura, Marta Suplicy comentou sobre a relação entre o candidato do PT à Prefeitura da capital paulista, Fernando Haddad, com os evangélicos dizendo que nem todos são homofóbicos.

“Acho que a grande maioria dos evangélicos não é homofóbica. Eles respeitam a diversidade”, disse Marta relatora do Projeto de Lei 122/2006 que tem como objetivo criminalizar as opiniões contrárias a homoafetividade.

O projeto que Marta defendeu desde o princípio de seu mandado como senadora é duramente criticado por líderes evangélicos, os mesmos que lutaram contra o projeto do Ministério da Educação, o kit anti-homofobia, que seria distribuído nas escolas públicas de todo o Brasil. Por financiar o projeto, Haddad ganhou o apelido de “pai do kit gay” e tem enfrentado a crítica dos religiosos.

Em sua campanha eleitoral o candidato do PT não fez alianças com igrejas evangélicas, assunto esse que começou a chamar atenção dos coordenadores da campanha, já que outros candidatos fizeram ligações importantes que grandes denominações.

Suplente de Marta no Senado é evangélico
Ao deixar o Senado para ocupar o cargo de ministra da Cultura, Marta Suplicy foi substituída vereador Antônio Carlos Rodrigues (PR-SP) que é evangélico e contra a união civil entre pessoas no mesmo sexo.

Por esse motivo, ativistas do movimento gay entraram em contato com agora ministra mostrando preocupação em relação ao PL 122 que deve voltar a ser discutido no Congresso.

O jornal Correio Braziliense flagrou Marta mostrando a mensagem de e-mail que recebeu dos ativistas para a senadora Lídice da Mata (PSB-BA) que dizia: “está havendo muitas críticas pelo suplente, que é evangélico e homofóbico”.

Lídice foi convidada por Marta para substituí-la como relatora do PL 122.

Gospel Prime

Fantástico anuncia reportagem especial sobre homofobia; Pastor Marco Feliciano e internautas protestam

Homofobia?
O programa Fantástico, da TV Globo, divulgou durante essa semana um número de linha telefônica para que pessoas que sofreram casos de homofobia relatassem suas histórias.
A ideia da produção do programa é montar uma reportagem especial com depoimentos de pessoas que tenham sofrido preconceito por causa de suas escolhas sexuais.

Porém, entre os oponentes ao PL 122, controverso projeto de lei que pretende estabelecer punições específicas para os casos que o texto define como homofobia, a iniciativa do programa visa promover o projeto.

O perfil ativista no Twitter @ContraPL122 afirma que “o objetivo dessa reportagem é induzir pessoas a serem favoráveis ao PL 122, sem ao menos saber o que realmente diz o projeto”.

Consultado pela Redação do
Gospel+, o ativista afirma que “homofobia é uma doença, onde a pessoa tem aversão ao homossexual e quer bater, matá-lo”, e ressalta que o projeto é muito mais complexo do que a versão apresentada pelos veículos de imprensa: “Do modo que a mídia faz, parece que o PL 122 somente criminaliza quem bate ou mata.

Mal sabem que se for aprovado, aqueles que não concordam com a prática também serão punidos. Todo dia, mulheres, crianças, idosos, negros, e muitos outros são agredidos e mortos no Brasil. De 50 Mil pessoas assassinadas em 2011, 260 era homossexuais e 80% dos casos são os próprios parceiros que cometem o crime. O Brasil não é um país homofóbico, e aqui está meu repúdio ao Fantástico do próximo domingo”, criticou.



O pastor Marco Feliciano está entre os internautas que reprovaram a iniciativa, e afirmou em seu perfil no Twitter que a TV Globo também deveria produzir uma reportagem falando sobre a intolerância aos princípios cristãos: “Queremos que a #RedeGlobo coloque um quadro no Fantástico sobre a ‘#CRISTOFOBIA’ no mundo”.

Os protestos pela iniciativa do programa de maior audiência aos domingos à noite, de produzir uma reportagem sobre casos de homofobia rendeu ainda mais críticas à emissora. A psicóloga Marisa Lobo disse que o assunto de intolerância aos cristãos que pregam contra o homossexualismo é ignorado pela TV Globo: “A #RedeGlobo fala da “homofobia’ mas não se pronuncia quanto a ‘#Cristofobia’’, observou.

Redação
Gospel+

Homossexualidade é uma conduta aprendida", afirma pastor ex-travesti

Pastor acredita que ninguém nasce homossexual. "Você acha que Deus ia errar justamente no homem a sua imagem e semelhança?", indaga
A proposta do deputado João Campos (PSDB-GO), de derrubar dispositivo do Conselho Federal de Psicologia que proíbe profissionais de atender pacientes gays que desejam mudar sua orientação sexual tem causado polêmica.

Na última semana, uma audiência pública da Câmara dos Deputados, para discutir o projeto entitulado 'cura' dos homossexuis, acabou em bate-boca.

Enquanto alguns especialistas insistem em afirmar que essa mudança é impossível, Joide Miranda é prova de que é, sim, possível.


Hoje Joide tem 47 anos, é pastor, casado há 17 anos e pai de um garoto de 1 ano e 9 meses. Mas quem o conheceu até os 26 anos pode não acreditar no que vê hoje. Aos 12 anos ele assumiu sua homossexualidade, aos 14, virou travesti, aos 21, foi viver uma relação homoafetiva com um italiano. Só aos 26 anos resolveu deixar tudo para trás e hoje garante estar 100% restaurado do homossexualismo.

“A homossexualidade é uma conduta aprendida. Deus restaurou minha identidade e, quando ele faz isso, não há força maligna que faça voltar atrás. A pessoa precisa substituir aqueles desejos, comportamentos, amizades e a forma de falar. Tem que encher a mente com as coisas de Deus. Precisa do esforço da pessoa”, diz ele.

Em entrevista ao iG, Joide Miranda comentou o surgimento das chamadas 'igrejas inclusivas' e frisou a possibilidade de transformação de qualquer homossexual.

Após a conversão, o pastor criou a ABexLGBTT - Associação Brasileira de Ex-LGBTTs, que trabalha apoiando as pessoas que também querem deixar a homossexualidade. "A entidade serve para mostrar a eles que há, sim, uma resposta. Atendo há mais de dez anos essas pessoas e tenho uma metodologia que não sai da Bíblia. Não sou psicólogo, sou um estudioso da Bíblia", detalha.

Firme no posicionamento de que Deus não cria ninguém homossexual, Joide revela que também acreditava nisso antes, "mas a homossexualidade é uma conduta aprendida. Quando você conhece Deus, percebe que ele é soberano em todas as coisas. Você acha que Deus ia errar justamente no homem a sua imagem e semelhança? Se ele quisesse que eu vivenciasse aquele estado em que estava, tinha me feito com uma vagina", completou.
  "Que Deus é esse que faz um homem sentir prazer ao penetrar no ânus de outro homem?", indagou o pastor ao responder a existência de amor em um relacionamento entre dois homens.

Joide Miranda afirma que, de fato, é possível abandonar as práticas homossexuais, "se não fosse, a Bíblia estaria mentindo", expõe. Mas ele explica que o pecado não está 'embaixo' e sim na mente, pois alguns homossexuais deixam de se relacionar, mas se masturbam pensando em pessoas do mesmo sexo, o que continua a ser homossexualismo.

'Jesus é amor, mas é justiça', esse é o argumento do pastor que não aceita a idéia das chamadas 'igrejas inclusivas', que aceitam gays sem que precisem serem transformados e abandonarem as práticas homossexuais. "As pessoas usam a Bíblia para satisfazer a vontade da carne. Elas não querem crucificar a carne, querem viver um cristianismo sem renúncia.

O fato de as pessoas andarem com Jesus, falarem dele e abrirem igrejas não quer dizer que elas estão com Jesus", pondera, "Esses pseudopastores fundam essas igrejas dizendo que Jesus é amor, mas ele também é justiça. É mais fácil achar que Jesus é só amor e viver no pecado. A crucificação dói e muitos não querem isso".

Com informações do iG
Guiame

Frente Evangélica denuncia 'kit gay' disfarçado nas escolas

Frente Evangélica denuncia 'kit gay'
disfarçado nas escolas
Felipe Nery, pedagogo e professor de escola em São Paulo, denunciou em Brasília a distribuição de livros didáticos e paradidáticos que fazem apologia à homossexualidade, bissexualidade e transsexualidade.

A denúncia foi feita nessa terça-feira durante reunião da Frente Parlamentar Evangélica no Congresso Nacional.

OS livros, recomendados pelo MEC, trazem figuras de homossexuais. O pedagogo entende que essa ação é a implantação do 'kit gay' disfarçada, já que o kit oficial foi vetado após pressão de religiosos.

Nery, que é membro do Instituto de Ensino Superior de São Paulo, mostrou três exemplos do novo “kit gay”. Os livros “Porta Aberta” da autora Mirna Lima editado pela FTD, voltado para alunos de seis anos; “Aprendendo a Viver, Sexualidade”, das autoras Patricia Mata e Lydia R, editados pela Ciranda Cultural para alunos de 10 e 11 anos e o livro “Menino brinca de boneca?”, de Marcos Ribeiro e editado pela Moderna voltado para qualquer idade.

No primeiro livro, há um jogo da memória com figuras de casais homossexuais com “filhos”. No segundo, são expostas imagens de casais homossexuais e são exibidas figuras que mostram como colocar um preservativo no pênis. Já o livro “Menino brinca de boneca?” é prefaciado pela senadora Marta Suplicy (PT-SP), militante da causa gay e do aborto.

“Nos livros podemos ver que são apresentadas figuras, dentre as quais há uma família dita normal mas onde também colocam dois homens e uma criança, duas mulheres e uma criança, criança sem o pai, os avós cuidando, filhos adotivos, etc. Isso não deveria nem constar nos livros para crianças de seis anos de idade que estão trabalhando a história desta forma. O “kit gay, de uma outra maneira, entrou nas escolas brasileiras”, alertou o pedagogo.

Nery também faz um alerta a outros livros que também podem conter esse tipo de conteúdo, já que nem sempre a direção do colégio consegue analisar todo o material. A responsabilidade cai mais sobre o professor.

Deputados da Frente Parlamentar Evangélica decidiram criar uma comissão para analisar o material apresentado pelo diretor e oferecer ações para removê-los das escolas e impedir a sua distribuição. Para o deputado Filipe Pereira (PSC/RJ), a Frente deve confrontar o ministro da Educação, Aloízio Mercadante, para que ele explique a distribuição desta material. “Como ação política, antes mesmo de qualquer outra de natureza jurídica, defendo ir ao ministro e cobrar dele as explicações devidas”, afirmou.

Entrar com uma representação pedindo que o material seja recolhido também é estudado pelos parlamentares.

Com informações do Fé Em Jesus
Guiame

Marco Feliciano pede ‘desesperado’ pela unidade dos cristãos no Brasil

Depois da divulgação pelo Censo do IBGE 2012 da explosão evangélica frente a um declínio dos católicos no Brasil, Marco Feliciano faz um pedido de união dos cristãos e um aviso para que o povo evangélico não se iluda com os números.
  
O deputado pastor (PSC-SP), em uma postagem em seu blog nesta quarta-feira, fez um desabafo sobre a “real intenção” da mídia em divulgar os números e sobre seus sentimentos em relação à falta de união dos cristãos no Brasil.

“Entendo que essa divulgação não foi para aplaudir nosso crescimento! E sim, alertar os ativistas cristofóbicos, evangélicofóbios, bibliofóbicos, eclesiofóbicos e afins, que, se eles não nos pressionarem, se não nos destruirem, se não nos humilharem, se não nos expor mais, eles perderão a oportunidade que estão tendo nestes dias de acabar com a nossa conquista”, escreveu ele.

Segundo Marco Feliciano, a divulgação acelerou a ação de grupos homossexuais que enviaram um documento ao Supremo Tribunal Federal, pedindo aos juízes que julguem o crime de homofobia, parado no Senado Federal como o PL.122.

Ele fala sobre as questões no processo de luta do grupo junto ao Congresso e o STF em que há um jogo político para que se consiga a aprovação de leis que dizem respeito aos seus direitos.

"[Os ativistas] resolveram então semana passada enviar um documento ao Supremo Tribunal Federal, pedindo ao juizes que julguem o crime de HOMOFOBIA, parado no Senado Federal como o Pl. 122, cuja relatora é a Senadora Marta Suplicy, que, tem fugido da responsabilidade de colocar em votação este projeto, trazendo morosidade ao processo, dando argumentos para que os ativistas LGBTT tenham legitimidade em dizer ao STF que o CONGRESSO NACIONAL BRASILEIRO não tem competência para votar o Pl. 122".

Ele lembra que o Brasil não é homofóbico e alerta que se não houver uma mobilização haverá um grande prejuízo nas questões da liberdade de expressão no país.

E não apenas a questão dos homossexuais, mas também os assuntos como
aborto, legalização das drogas, e a estimulação precoce da sexualidade e de crianças, estão em pauta na batalha política e social, em que ele se pergunta onde está a participação dos cristãos.

“Cadê a igreja? que assiste de longe, cobrando muito e agindo pouco, fechada em seus problemas internos . Somos 73 parlamentares evangélicos na Câmara Federal, e 3 no Senado Federal. Como podemos sozinhos segurar esta situação caótica que esta por vir?”

Feliciano aponta para todos os recursos, empresas, sabedoria, pessoas capacitadas e equipamentos necessários para “treinar o nosso povo” e fazer diferença no país.

“Temos equipamentos, inteligência e poder pra isso! Falta apenas uma atitude. UNIDADE. Temos editoras, Jornais e Revistas, mídias sociais, emissoras de Radios, emissoras de TV. Podemos ensinar nosso povo a manter contato com os congressistas, juristas, através de atos públicos, manifestações pacificas, precisamos não somente gritar , mas agir para sermos ouvidos.”

Feliciano revela que fala como um “parlamentar desesperado”, expressando seus sentimentos de opressão em meio ao seu trabalho na política em que a guerra espiritual é mais clara, com “a perseguição que vem maciça através da mídia tendenciosa e irresponsável , dos simpatizantes, militantes e ativistas GLBTT, ateus, abortistas e afins”.

“Fico sufocado quando estou em uma comissão e o assunto é orientação sexual. Todos se calam. Não concordam, mas se calam, pois o assunto é vivenciado pelo nosso povo como tabu”, desabafa.

Assim, o deputado mais uma vez reforça seu apelo aos líderes cristãos evangélicos ou católicos que se mobilizem e ensinem o povo sobre o “futuro do nosso país”.

“Fica aqui meu apelo mais uma vez, para que os grandes lideres evangélicos, católicos, enfim, cristãos, desta nação me ouçam, e se mobilizem, preparando seminários, conferencias, simpósios focados sobre o futuro do nosso país.”

E urge aos evangélicos que não se iludam com o crescimento evangélico divulgado pela mídia e enfatiza que isso pode estar promovendo divisões não somente entre evangélicos mas entre os cristãos católicos e evangélicos no país.

“Vamos deixar de lado nossas pequenas diferenças, e nos unir em amor com o que realmente nos uni DEUS e seus princípios se,não pararmos de olhar para nosso ‘umbigo-denominacional’, se não acordarmos hoje, agora, NÃO HAVERÁ O AMANHÃ.”

Christian Post
 

Catástofre à vista

catastrofe dois
A notícia do crescimento evangélico no Brasil veiculado na ultima semana, alegrou os ânimos dos fervorosos. A mídia divulgou maciçamente a notícia de que o ultimo censo feito pelo IBGE nos coloca em posição de destaque pelo crescimento e prevê, para os próximos 10 anos que seremos a metade da população brasileira.

Quando todos comemoram o feito, e assiste líderes evangélicos concedendo entrevistas pelo grande feito, enquanto as mídias sociais disparam a notícia, fico eu aqui, sorumbático, contemplativo, interiorizado…

Motivo? Não sabem o porquê real da divulgação maciça pela mídia?… Que, de longe, tem carinho por nós, que, sempre explora nossa imagem com escândalos, e nunca! Repito: Nunca se alegra com nossas conquistas.

A mídia tendenciosa que sempre nos expõe como loucos teocratas, como religiosos medievais, como fundamentalistas fanáticos, que, nos chamam de ladrões, usurpadores, charlatões, atrasados, mentecaptos, etc e tal.De uma hora pra outra, resolve ceder seu precioso tempo em divulgar que estamos crescendo?! Alavancando, conquistando e que seremos a metade do Brasil em 10 anos! Confesso, pra mim, isso é preocupante.

Digo isso porque entendo que essa divulgação não foi para aplaudir nosso crescimento! E sim, alertar os ativistas cristofóbicos, evangélicofóbios, bibliofóbicos, eclesiofóbicos e afins, que, se eles não nos pressionarem, se não nos destruirem, se não nos humilharem, se não nos expor mais, eles perderão a oportunidade que estão tendo nestes dias de acabar com a nossa conquista.

Talvez por se achar mais espertos, mais unidos, mais preparados, mais centrados do que nós evangélicos, tais ativistas , tendo acesso a informação do nosso crescimento e possível ascensão , resolveram então semana passada enviar um documento ao Supremo Tribunal Federal, pedindo ao juizes que julguem o crime de HOMOFOBIA, parado no Senado Federal como o Pl. 122, cuja relatora é a Senadora Marta Suplicy, que, tem fugido da responsabilidade de colocar em votação este projeto, trazendo morosidade ao processo, dando argumentos para que os ativistas LGBTT tenham legitimidade em dizer ao STF que o CONGRESSO NACIONAL BRASILEIRO não tem competência para votar o Pl. 122.

O STF tem vários processos parados há anos aguardando julgamento mas, pelo que entendo, e percebo, eis ai um assunto que os faria parar tudo o que estão fazendo no momento e agarrar com as várias mãos e acelerar o processo de julgamento, que com certeza, será favorável ao projeto.

Serão favoráveis porque é modismo no mundo todo; porque é polêmico e dará muita mídia; porque os ministros do STF embora muito competentes sejam em sua maioria progressistas; porque a maioria dos ministros foi indicada pela ESQUERDA, que todos sabem , são a favor de quase tudo que não presta, haja vista que assistimos impotente a votação e aprovação da união estável homoafetiva bem como a votação e aprovação do aborto dos anencéfalos, e anotem, se algo não for feito urgentemente, a próxima será a criminalização da HOMOFOBIA.

Nosso país não é homofóbico. Em 2010 dos 50 mil casos de assassinatos no Brasil, 260 foram considerados crimes de homofobia, e destes, 80% crimes cometidos por parceiros homossexuais. Eu sinto muito pela morte destas pessoas, mas daí, usar isto para justificar que uma parcela da sociedade seja tratada com privilégios? É inaceitável. Mas, repito se não houver uma mobilização nacional dos que amam a liberdade de expressão, seremos amordaçados e punidos por não concordarmos com tais atitudes e comportamentos e perderemos o direito da livre expressão do pensamento conquistada e garantida pela declaração de direitos humanos , que mais parece uma bandeira ideológica das minorias proselitistas contra as maiorias por puro preconceito.

O real motivo de tanta fobia por nós sociedade e políticos que crêem em Deus, é que nossos princípios são obstaculos para a concretização da desconstrução da família , através de questões que para nós, são inaceitáveis como por exemplo aborto, legalização de todas as drogas, e a estimulação precoce da sexualidade e de crianças inocentes travestido de exercício de inteligência.

O Colegiado parlamentar tem sido desrespeitado por tudo e por todos. Pelos erros e omissão de alguns, todos pagam.Há uma generalização doentia dos fatos errôneos passados na tentativa de desestabilizar e desacreditar o trabalho realizado por estes que são verdadeiros heróis enfrentando uma verdadeira batalha a favor da Família Brasileira. E me pergunto: Cadê a igreja? que assiste de longe, cobrando muito e agindo pouco, fechada em seus problemas internos . Somos 73 parlamentares evangélicos na Câmara Federal, e 3 no Senado Federal. Como podemos sozinhos segurar esta situação caótica que esta por vir?

Das dezenas de horas mensais televisivas utilizadas por evangélicos, apenas um dedica-se a informar, cobrar, brigar pela nossa causa, falo do Pr. Silas Malafaia. E os demais? Será que não percebem que todos nós iremos sofrer abruptamente por causa desta maldita lei?

Onde estão os pregadores pentencostais, neo-pentecostais, tradicionais evangélicos? Onde estão os pregadores da canção nova, do movimento carismático? Onde está os padres-pop-star? Onde estão os Famosos Cantores da música Gospel? Os grandes lideres denominacionais? Onde estão?

Não basta ir à rua uma vez por ano em datas festivas , para cumprir uma obrigação de agenda ? É preciso treinar nosso povo. Temos equipamentos, inteligência e poder pra isso! Falta apenas uma atitude. UNIDADE.

Temos editoras ,Jornais e Revistas, mídias sociais, emissoras de Radios, emissoras de TV. Podemos ensinar nosso povo a manter contato com os congressistas, juristas, através de atos públicos, manifestações pacificas, precisamos não somente gritar , mas agir para sermos ouvidos.

Vamos deixar de lado nossas pequenas diferenças, e nos unir em amor com o que realmente nos uni DEUS e seus princípios se,não pararmos de olhar para nosso‘umbigo-denominacional’, se não acordarmos hoje, agora, NÃO HAVERÁ O AMANHÃ .

Falo como um parlamentar desesperado. Que sofre na pele a perseguição que vem maciça através da mídia tendenciosa e irresponsável , dos simpatizantes, militantes e ativistas GLBTT, ateus, abortistas e afins.

Fico sufocado quando estou em uma comissão e o assunto é orientação sexual. Todos se calam. Não concordam, mas se calam, pois o assunto é vivenciado pelo nosso povo como tabu ..

Quando nossos parlamentares fazem qualquer trabalho defendendo nossas causas na Camara dos Deputados, a própria mídia da casa não da a mínima, mas basta qualquer um dos parlamentares que apóiam a causa GLBTT, eles são primeira capa, capa do meio, capa da frente, etc.

Fica aqui meu apelo mais uma vez, para que os grandes lideres evangélicos, católicos, enfim, cristãos, desta nação me ouçam, e se mobilizem, preparando seminários, conferencias, simpósios focados sobre o futuro do nosso país.

Aos evangélicos, fica aqui meu recado, NÃO SE ILUDAM COM O TAL CRESCIMENTO VENTILADO PELA MIDIA, por trás desta divulgação está a forma mais sórdida de avisarem os que são contra nós de que precisam nos parar e para isso apressarem a votação de leis que nos ferem, e pior, tentam, neste momento em que católicos e evangélicos lutam pelo mesmo ideal de família, sejam separados por uma luta de ego por quem cresce, quem diminui. Necessário é que ELE cresça!

Agradeço aos poucos, mas valentes, que sempre divulgam meus escritos. Agradeço a uma ala da CNBB que juntos aqui em Brasilia lutamos unidos pela causa da família brasileira.

Um abraço em Cristo.

Pr. Marco Feliciano
Deputado Federal
Fonta Blog Marco Feliciano

Debate sobre tratamento da homossexualidade é marcado por ausências e polêmicas

CFP e OMS faltam a debate do projeto de lei que suspende proibição a tratamento de homossexuais por psicólogos
O Conselho Federal de Psicologia se ausentou da audiência pública que debateu a questão se profissionais de psicologia podem ou não tratar pacientes gays que queiram reverter sua orientação sexual.

A audiência, realizada hoje na Câmara dos Deputados, pretendia rever o projeto de lei do deputado João Campos (PSDB-GO), que suspende uma resolução do Conselho Federal de Psicologia (CFP) proibindo que psicólogos emitam opiniões públicas ou tratem a homossexualidade como um transtorno.

A sessão foi marcada por intensos debates e chegou a haver tumulto entre os participantes pró e contra a proposta, segundo a Folha de S. Paulo.

O CFP justificou sua ausência por meio de um comunicado em que alegou que o debate foi conduzido de forma “antidemocrática”. Na nota, afirmou ainda que a maioria dos convidados a participar da mesa eram favoráveis à suspensão da resolução.

“A CFP se nega a colaborar com falsos debates de cunho unilateral como o dessa audiência”, afirmou o manifesto. Outra entidade ausente do debate, a Organização Mundial de Saúde (OMS) também não compareceu à audiência, e não se posicionou sobre seu não comparecimento.

O deputado João Campos criticou as entidades que se recusaram a participar do debate. “O convidado, ao se negar a comparecer, contribui para que não se estabeleça o contraditório. Quando se estabelece um espaço democrático para a discussão, fogem”, afirmou o deputado João Campos.

Ele continuou, e defendeu seu projeto. “Faço um debate constitucional, jurídico”, disse. Segundo o parlamentar, que é líder da bancada evangélica na Câmara, as críticas à proposta foram motivadas por “ignorância ou incapacidade” de debater.

“Um dos princípios básicos da ética médica é a autonomia do paciente. É como se o conselho federal de psicologia considerasse o homossexual um ser menor, incapaz de autodeterminação”, afirmou o parlamentar.

Dois lados
Enquanto defensores da proposta argumentaram que a resolução do CFP é discriminatória, já que não permite que uma pessoa que queira tratar a homossexualidade busque ajuda de um profissional, os parlamentares pró-resolução disseram que oferecer tratamento para orientação sexual é uma atitude preconceituosa.

“No limiar da questão do que é tratar de alguma coisa, temos que tomar muito cuidado para não virar uma ação de discriminação. É uma questão de direitos humanos e de escolha democrática”, afirmou o deputado Ivan Valente (PSOL-SP).

A psicóloga cristã e especialista em psicologia da sexualidade
Marisa Lobo afirmou que não existem pesquisas científicas que comprovem que a homossexualidade é genética.

Manifestantes criticaram a fala de Marisa com cartazes falando que a “cura” da homossexualidade é uma forma de perpetuar a homofobia.

Ela afirmou ser contra a violência a homossexuais e não ser homofóbica. “Ser homofóbico não é ter opinião contrária de uma pessoa. O ser humano pode ter conflito. Não é porque ele teve uma relação com uma pessoa do mesmo sexo ele é homo, bi ou hetero. É muito jogar fácil [a responsabilidade] na religião, na sociedade e na família. Deixa a pessoa ter o direito de ser tratada”, disse a psicóloga, segundo a agência Câmara.

A profissional que é alvo processo no CFP por, segundo o conselho, manifestar ideologias religiosas, afirmou ser vítima de perseguição ideológica e ‘cristofobia’. “Ser cristão não significa que somos alienados, ignorantes”, defendeu-se.

Marisa se manifestou após os deputados Jean Wyllys (PSOL-RJ) e Erika Kokay (PT-DF) deixarem a sala por considerarem que o assunto não poderia ser debatido pela Câmara.

Um dos pontos altos das polêmicas se deu quando o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), foi chamado por presentes de “idiota”. Bolsonaro se exaltou e criticou o governo federal por projetos como a “cartilha gay”, do Ministério da Educação.

“São covardes que emboscam crianças nas escolas. Por que o Haddad não decola em São Paulo? Porque é o pai do kit gay”, afirmou.

A audiência ocorreu na data em que se comemora o Dia do Orgulho LGBT.

Gospel Prime

Psicóloga defende "tratamento" para opções sexuais

A psicóloga disse que a homossexualidade foi retirada da lista de doenças por convicções pessoais e não por evidências científicas.

A escritora e psicóloga com
especialização em psicologia da sexualidade Marisa Lobo afirmou há pouco que é um argumento questionável não definir a homossexualidade como sendo uma doença. Segundo ela, a retirada da homossexualidade da Classificação Internacional de Doenças (CID) em 1990 foi por votação o que indicaria um caráter não científico da decisão. “A ciência ainda não tem entendimento do que é a homossexualidade. Não tem pesquisa que se comprove que a homossexualidade é genética”, disse.

Ela afirmou ser contra a violência a homossexuais e não ser homofóbica. “Ser homofóbico não é ter opinião contrária de uma pessoa.O ser humano pode ter conflito. Não é porque ele teve uma relação com uma pessoa do mesmo sexo ele é homo, bi ou hetero. É muito
jogar fácil [a responsabilidade] na religião, na sociedade e na família. Deixa a pessoa ter o direito de ser tratada”, disse a psicóloga.

Manifestantes criticaram a fala de Marisa Lobo com cartazes falando que a “cura” da homossexualidade é uma forma de perpetuar a homofobia.

Ela
participa de audiência pública da Comissão de Seguridade Social para discutir o Projeto de Decreto Legislativo (PDC) 234/11, do deputado João Campos (PSDB-GO), que susta a aplicação de dois dispositivos da Resolução 1/99 do Conselho Federal de Psicologia, que orientam os profissionais da área a não usar a mídia para reforçar preconceitos contra os homossexuais nem propor tratamento para curá-los.

O debate foi sugerido pelo relator da proposta, deputado Roberto de Lucena (PV-SP), que quer subsídios para elaborar seu parecer.

Boa Informação

Pastor Silas Malafaia participa de programa na CNT

Pastor Silas Malafaia participa de programa na CNT
O pastor Silas Malafaia participou do programa Jogo do Poder, na CNT, neste domingo (17), e falou sobre diversos assuntos polêmicos. Entre eles, o seu posicionamento contrário ao homossexualismo.

Durante o programa, o pastor disse que as igrejas evangélicas não obrigam ninguém a mudar sua opção sexual, mas que oferecem ajuda para os que desejam mudar.

Na ocasião, o pastor Silas também desafiou o deputado federal Jean Wyllys (PSOL) que provasse as acusações feitas contra ele. Em entrevista ao mesmo programa, o deputado disse que o pastor deveria abrir suas contas e mostra se usa o dinheiro da igreja de maneira indevida.
(Fonte Verdade Gospel)

Lei dinamarquesa obriga Igreja a realizar o casamento religioso de homossexuais

O pastor que não concordar poderá vetar a cerimônia, mas a maioria dos bispos concorda e já agendaram celebrações

Agora é lei. Igrejas Luteranas da Dinamarca são obrigadas a realizarem casamentos religiosos de pessoas do mesmo sexo. O Parlamento votou sobre o caso na quinta-feira (7) sendo que 85 votos foram a favor, 24 contra e 2 deputados resolveram se abster do caso.

Na Dinamarca não há separação entre a Igreja e o Estado e por isso, os parlamentares podem interferir no andamento da igreja. Mas mesmo assim os pastores podem vetar ou não a realização dessa união caso sejam contra a homossexualidade.

Ou seja, mesmo sendo lei os pastores só realizarão o casamento entre pessoas do mesmo sexo se eles concordar com tal relacionamento, caso contrário não será obrigado e os noivos poderão procurar outra igreja para confirmar seus votos.

Na Dinamarca o casamento civil é liberado desde 1989, por lá esse assunto não é mais um tabu e 70% da população já aprova tal medida. Os bispos luteranos também não são contra, tanto que muitos já agendaram cerimônias para realizar o casamento de homossexuais.

Com informações Paulopes
Via Gospel Prime

União Estável Entre Pessoas Mesmo Sexo: Maioria dos Brasileiros São Contra

Maioria dos Brasileiros são contra a união estável entre pessoas de mesmo sexo, que foi aprovada pelo Supremo Tribunal Federal em maio.

A pesquisa feita pelo IBOPE Inteligência realizada entre os dias 14 e 18 de junho revelou que 55% dos brasileiros são contra a união estável entre homossexuais.

As pessoas mais incomadadas com o tema incluíram protestantes e evangélicos (77%), pessoas com formação até a quarta-série do fundamental (73%), pessoas maiores de 50 anos (73%) e homens (63%). A proporção em de desaprovação em termos de região cai do Nordenste/Norte/Centro-Oeste (60%) para o Sul (54%)/Sudeste(51%) do Brasil.

Os Cristãos protestantes e evangélicos (77%) foram mais resistentes do que os Católicos (50%). Entre os ateus, 51% se mostraram contra. Os que se mostraram mais favoráveis foram mulheres (52%) e jovens entre 16 e 24 anos (60%), pessoas com nível superior (40%).

Quanto à adoção de crianças por casais homossexuais, 55% dos brasileiros se disseram contrários, também mais pronunciado entre homens e pessoas maiores de 50 anos de idade. Entre os brasileiros com escolaridade até a quarta série, a porcentagem é de 67% contra. Em termos de região, há a mesma tendência: 60% no nordeste, 57% no Norte/Centro-Oeste, 55% no Sul e 52% no Sudeste contra a adoção por pessoas de mesmo sexo.

Apesar de ter opinião contrária muitos brasileiros reveleram não levar isso para o lado da amizade. A grande maioria não rejeitaria um amigo que revelasse ser homossexual (73%) enquanto 24% disseram que se afastariam um pouco.

“Os dados apresentados pela pesquisa mostram que, de uma maneira geral, o brasileiro não tem restrições em lidar com homossexuais no seu dia a dia, tais como profissionais ou amigos que se assumam gays", analisou Laure Castelnau, diretora executiva de marketing e novos negócios do Ibope Inteligência. "Mas ainda se mostra resistente a medidas que possam denotar algum tipo de apoio da sociedade a essa questão, como o caso da institucionalização da união estável ou o direto à adoção de crianças”.

Fonte Christian Post 

União estável gay traz consequências desastrosas para a estrutura familiar, aponta líder cristão

Quais serão os efeitos da lei reconhece a união estável de casais homossexuais no Código Civil aprovada recentemente pela Comissão do Senado? Líderes cristãos apontam que as consequências disso para a estrutura familiar da sociedade brasileira são desastrosas.

“A decisão da comissão de direitos humanos do senado brasileiro é desastrosa para a família, numa questão de mais ou menos 50 anos a liderança está redefinindo a família”, disse o Pastor Jaime Kemp, fundador e diretor do Ministério Lar Cristão ao The Christian Post.

Jaime Kemp, um norte-americano, doutor em ministério familiar, comentou sobre os efeitos da aprovação, a posição da igreja cristã sobre o reconhecimento da união entre homossexuais e as medidas que a igreja e os líderes cristãos do país devem tomar diante disso.

“A estrutura familiar conforme o arquiteto do lar que é Deus e sua revelação através de sua palavra à Bíblia, define marido/pai, esposa/mãe e filhos”, disse ele ao CP, contrapondo-se à ideia de uma união entre pessoas do mesmo sexo. “Este é o ideal de Deus e tem sido assim por milhares de anos e por dois milênios ensinado pela igreja.”

“Agora os homossexuais, dois homens ou duas mulheres podem adotar uma criança, as lésbicas ainda podem fazer inseminação artificial ter filhos e chamar isso de família.”

Ele apresenta os argumentos bíblicos, apontando para a passagem de Gênesis 1:25, "’Criou Deus, pois o homem criou; homem e mulher os criou. E Deus os abençoou e lhes disse: Sede fecundos...’", disse ele.

E então ele questiona: “Como dois homens ou duas mulheres podem cumprir essa ordem e a benção de Deus? Porque filhos precisam de papais e mamães, maridos precisam de esposas e esposas de maridos. Peço a Deus que tenha misericórdia das famílias!”

A prposta que foi encaminhada pela senadora Marta Suplicy deve ainda passar pela aprovação na plenária da Câmara dos Deputados. Segundo o pastor e deputado federal Marco Feliciano (PSC/SP), a união estável entre homossexuais será usada como pretexto para a união civil e em seguida para a união religiosa.

Para a senadora Marta a questão mais importante que ela defende é o fato de que a lei não fere a liberdade religiosa, não se atendo aos aspectos da estrutura familiar como sendo formada a partir de um homem e uma mulher defendida pelos cristãos. A senadora vê a lei como um direito de liberdade e afirma que isso é para garantir que a “fé de uns não se sobreponha à liberdade pessoal de outros”.

Qual deve ser a posição das igrejas cristãs (tanto católicas quanto evangélicas)?

“Lembrar que Jesus Cristo entregou sua vida na cruz para pagar o preço do nosso pecado. Deus ama o gay, porém não ama o comportamento homossexual. Os escritos bíblicos nos ensinam que devemos ter atitude de cristão comprometidos com sua palavra, devemos amar os homossexuais e não o seu comportamento”, respondeu a pergunta Kemp ao CP.

Ele assim aponta que a igreja deve continuar ensinando e pregando a todos sobre o que diz a palavra de Deus sobre o comportamento homossexual. Mas ele faz uma ressalva de que isso tem que ser feito “com muito amor!”

E continua, as igrejas não devem ter medo de falar sobre o assunto com o povo e devem ajudar “o povo entender que devemos amar o pecador e procurar levá-lo à Jesus Cristo, deixando claro que a palavra de Deus condena o homossexualismo.”

Às famílias e líderes cristãos eles devem orientar o seu rebanho e filhos sobre o plano de Deus sobre a família revelada na palavra de Deus, diz ele.

“Ensinar o rebanho e os pais a amar todas as pessoas independentemente da sua orientação sexual e procurar mostrar o caminho certo para eles.”

Fonte Christian Post 

Comissão aprova união estável entre homossexuais

A Comissão de Direitos Humanos do Senado aprovou nesta quinta-feira (24) projeto de lei que inclui no Código Civil a união estável entre homossexuais e sua futura conversão em casamento. A proposta transforma em lei uma decisão já tomada por unanimidade pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em maio de 2011, quando reconheceu a união estável de homossexuais como unidade familiar.

A proposta, da senadora Marta Suplicy (PT-SP), ainda terá que passar pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) antes de ir a plenário e também terá que ser votada pela Câmara dos Deputados, onde deverá enfrentar muito mais resistência do que no Senado, especialmente por parte da chamada bancada evangélica.

Em seu relatório sobre o PL, a senadora Lídice da Mata (PSB-BA) defendeu a proposta lembrando que o Congresso está atrasado não apenas em relação ao STF, quanto em relação à Receita Federal e ao INSS, que já reconhecem casais do mesmo sexo em suas normas. A senadora lembra, no entanto, que a conversão de união estável em casamento não tem qualquer relação com o casamento religioso.

"O projeto dispõe somente sobre a união estável e o casamento civil, sem qualquer impacto sobre o casamento religioso. Dessa forma, não fere de modo algum a liberdade de organização religiosa nem a de crença de qualquer pessoa, embora garanta, por outro lado, que a fé de uns não se sobreponha à liberdade pessoal de outros", apontou em seu relatório.

Apesar da decisão do STF, que serve de jurisprudência para as demais esferas judiciais, casais homossexuais têm tido dificuldade em obter na Justiça a conversão, mesmo em cidades grandes como São Paulo e Rio de Janeiro. Vários juízes alegam, apesar da decisão do órgão superior, que não há legislação a respeito. Durante a votação do STF, o então presidente do Tribunal, ministro Cezar Peluso, cobrou do Congresso que "assumisse a tarefa que até agora não se sentiu propensa a fazer" e transformasse a conversão em lei.
Informações Uol

PLL 122 Mordaça na Sociedade?

Vou começar postando na íntegra o que o Deputado Jean Wyllys postou no seu Twitter Ontem (21-05), logo depois eu comento:
“1. Há argumento mais estúpido (pela falta de lógica) do que “Não discriminamos os homossexuais, mas condenamos o homossexualismo (sic)”?
2. É possível haver “homossexualismo” (sic) sem homossexuais? Não! E quando se condena o “homossexualismo” (sic) não se está discriminando?

3. Esse “argumento” estúpido e camuflador do ódio e da difamação contra os homossexuais foi ouvido ontem pel’O Globo na marcha “pra Jesus”.

4. É importante lembrar que a prefeitura do Rio deu R$ 2,4 milhões pra marcha “para Jesus”. Ou seja, para Malafaia pregar o ódio a LGBT.

5. Jesus – que desafiou líderes religiosos de sua época por se colocar ao lado dos difamados – não merece que Malafaia fale em seu nome.

6. Não vamos jamais nos esquecer que Jesus, segundo os evangelhos, expulsou, com açoite, os que exploravam comercialmente a fé dos outros!

7. O que não se explica é a obsessão de Malafaia e quejandos pela homossexualidade (há mais citações sobre esta que de trechos da Bíblia!)

8. E o que não se explica é o montante do dinheiro público aplicado na marcha “pra Jesus”. Precisa tanto? É uma pergunta!”

Bom, acho que não precisaria falar mais nada. O que o Jean Wyllys postou já diz tudo, querem o PL122 para colocar a mordaça na sociedade.

Nos itens 1, 2 e 3, mostra a mordaça. “E quando se condena o “homossexualismo” (sic) não se está discriminando?” Está aqui a prova de que não aceitam a critica. Querem titular de homofóbico quem é contra a prática homossexual.

Ele disse que se falarmos que somos contra a prática homossexual, isso já é discriminar pessoas. Então, eles que são contra aqueles que defendem a família, eles estão discriminalizando essas pessoas? Pense.

PRÁTICA NÃO É PESSOAS, difícil de entender?Ele cita também que a prfeitura do Rio deu 2,4 Milhões para a ‘Marcha Para Jesus’ e ainda diz que foi para o Pastor Silas Malafaia pregar o ódio a LGBT.

Analisamos:
1- A prefeitura do Rio nunca deu dinheiro para Parada Gay, ou para incetivar o turismo gay na cidade? Quer dizer que apoiar a Marcha Para Jesus não pode, e a Parada Gay está certo?

2- Ele diz que o Pastor Silas Malafaia pregou o ódio a LGBT. Bom, se o Pastor fez isso, ele foi homofóbico, certo? Então porque ele não processa o Pastor? Porque ele sabe que o Pastor NÃO pregou ódio.

3- O que ele quer é colocar seus 80 e poucos mil seguidores contra o Pastor e até mesmo contra NÓS, cristãos, que defendemos a família.

Não podemos calar. A Marta Suplicy quer aprovar o PL122 e vamos ficar calados? Divulgue o máximo que puder o @ContraPL122.

A favor da vida, da liberdade de
expressão e religiosa!
Fonte Gospel +
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