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Advogada é ‘salva’ por crianças que pediram para tomar banho na sua piscina

“Tiraram a sensação de que eu era a mais fracassada. Ficaram tão felizes com tão pouco”, diz Débora Oliveira.

A Débora Oliveira foi ‘salva’ quando cinco crianças tocaram o interfone da sua casa, em São Miguel dos Campos, no interior de Alagoas, para pedir comida e tomar banho na sua piscina.

Débora extava exausta psicologicamente por causa da reprovação no exame da Ordem dos Advogados do Brasil. Afinal, fez cinco anos de faculdade e estudou bastante para fazer uma boa prova. Como ela mesmo disse ao Razões para Acreditar, sua “autoestima estava abaixo de zero”.

Não acreditava mais que pudesse passar no exame da OAB e só fez a inscrição para a prova no próximo dia 17 de março por insistência da irmã e graças às cinco crianças que tocaram o interfone da sua casa. Um pouco antes, Débora estava aos prantos: não era pelo açúcar que faltou quando foi preparar um suco, mas pela sensação perturbadora do fracasso.

Com três graduações e duas pós – Débora também é formada em Legras, com habilitação em Português e Inglês –, desempregada e reprovada no exame da OAB, Débora se sentia péssima. Nem lembrava da menina que vendia ovo com o pai na feira e que, após batalhar bastante, conseguiu uma casa com gramado, piscina, no melhor bairro da cidade.


Esqueceu até que ocupou o cargo de Secretária de Defesa da Mulher e liderou o edital que levou a Delegacia da Mulher para São Miguel dos Campos, cidade a 65 km de Maceió. Foi preciso as crianças lembrarem Débora de todas as coisas boas que conquistou e de quem ela realmente é: um exemplo de superação para as próprias crianças.

“Eu peguei 1 kg de alimento e fui até a porta. Quando eu cheguei na porta vi cinco crianças, entre 10 e 13 anos. Eram todos primos e quando eu fui fechar a porta, um dos garotos me pediu água. Eu disse que ia pegar e já voltava, mas aí ele falou ‘na verdade, tia, não era isso. Deixa eu tomar banho na sua piscina?’”, lembra.

Débora disse que a piscina estava suja, mas deixou que as crianças entrassem para tomar água. Porém, as crianças insistiram, dizendo que limpariam o jardim da casa em troca de um banho na piscina, mesmo que suja. Claro que Débora não deixou que limpassem o jardim nem qualquer coisa do tipo.
“Eu vi naqueles meninos a menina pobre que um dia eu fui. Lembrei da menina que nunca imaginou ter uma casa com piscina.”

No caminho até a piscina, as crianças falavam que a casa de Débora era a maior “mansão” que já tinham visto e que Débora parecia uma atriz da Globo. “Você precisava ver os olhos deles brilhando quando viram a piscina toda verde. Eles começaram a dar cambalhotas no gramado e tirar as camisetas para entrar no chuveiro. Eles tomaram banho bastante à vontade e eu só observava o quanto estavam felizes.”

Então, Débora pediu ao seu filho, Haul, para tomar conta das crianças que ela ia trocar de roupa. Uma desculpa para colocar o choro pra fora, mas, agora, de gratidão. Débora se ajoelhou no quarto e pediu perdão a Deus por “reclamar de tantas coisas”. Começou a agradecer por tudo o que tinha e por aquilo que se tornou: uma mulher de muitas conquistas!
advogada salva crianças pedem banho piscina
“Foi como um flashback. Voltei ao passado e pensei que nunca tinha imaginado ter uma casa em um bairro nobre da minha cidade. Olhei para aquela menina pobre e disse ‘você conseguiu. Você conseguiu deixar de ser a menina do ovo, e hoje está sendo chamada de atriz da Globo por crianças que só queriam um prato de comida’”, desabafa Débora.

“Eu voltei ao senso normal depois desse choque de realidade. Tomei um banho e voltei para a área da piscina. Então, eu perguntei se eles tinham almoçado e todos ficaram sem silêncio. Aí um disse que eles recolhiam comida o dia inteiro e quando chegassem em casa a mãe fazia alguma coisa.”

Débora foi até cozinha ver o que era mais rápido e prático de fazer para as crianças. Pegou um pacote de macarrão na dispensa e algumas salsichas no freezer, pois era a única coisa que não estava congelada: rapidinho preparou uma macarronada. Preparou a mesa e deixou que as crianças almoçassem.

O sorrido nos olhos era de alguém que não comia fazia muito tempo, conta Débora. Cada vez que as crianças chamavam de Débora de “rica”, ela lembrava da menina que vendia ovo na feira com o pai. Quando se despediram de Débora, um dos garotos disse que faria aniversário no dia seguinte. Outra criança faria aniversário dali alguns dias.
advogada salva crianças pedem banho piscina
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Ela combinou de levar um bolo e refrigerantes na igreja do bairro onde as crianças moram e lá cantariam parabéns. Só que nenhuma das crianças apareceu: Débora não sabe dizer o que aconteceu. Seu último contato com as crianças foi no dia da piscina.

“Elas salvaram o meu dia. Tiraram a sensação de que eu era a mais fracassada. Ficaram tão felizes com tão pouco. Um banho na piscina suja com um prato de macarrão com salsicha. Lembrei de quem eu era e de quem eu sou hoje.”

“Graças àquelas crianças eu fiz a inscrição no exame da Ordem. Vou fazer a prova e se por acaso eu não passar mais uma vez, é por que não é minha hora, e tudo na vida tem uma hora. Até lá eu vou esperar o universo conspirar a meu favor e que as portas do mundo se abram não só para mim, mas para tantas outras pessoas, principalmente para as crianças pobres.”
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“Alegria era o que faltava em mim…”
E, você, já foi grato hoje por todas as coisas boas que conquistou até aqui? 

crédito das imagens: Reprodução/Instagram @deboraoliveira_projetojunior

Reflexão - Parafusos Enferrujados

"Compadece-te de mim, ó Deus, segundo a tua benignidade; apaga as minhas transgressões, segundo a multidão das tuas misericórdias. Lava-me completamente da minha iniqüidade, e purifica-me do meu pecado" (Salmos 51:1, 2).

James Stewart escreveu: "Senhor, aqui estou. Eu quero muito tê-lo em mim, mas, minha fé é muito pequena. Eu esqueci como orar. Sou apenas uma criatura comum, material. Eu tentei abrir a porta para que tu pudesses entrar, mas, Senhor, existe uma ferrugem acumulada de anos nos parafusos. Só Tu podes fazer isso por mim. Atravesse. Quebre essa fechadura enferrujada e entre em meu coração."

Há quanto tempo estamos caminhando longe do Senhor? Até que ponto o mundo material tem dominado nossas vidas fazendo-nos deixar Deus de lado? qual tem sido a nossa prioridade espiritual? Ou não temos nos importado com espiritualidade?

Quando esquecemos Deus em nossas atividades diárias, perdemos a verdadeira alegria, perdemos a paz que só Ele pode nos dar, perdemos o amor aos nossos irmãos e aos perdidos, perdemos a capacidade de enxergar a beleza de jardins floridos, perdemos a esperança de ver brilhar o sol após um dia de tempestade. O canto dos pássaros pela manhã desaparece; a brisa suave do fim de tarde se mostra ausente; não há mais motivos para um largo sorriso.

Se Deus não está fazendo mais parte de nossas vidas, está na hora de uma grande mudança. Se os nossos olhos estão fechados para as coisas espirituais, este é o momento de abri-los. Se as portas abençoadas de Deus estão trancadas por nossa indiferença, clamemos por Ele para que venha destrancá-las para nós.

Ainda há tempo para mudar esse cenário. Se as dobradiças da porta de nossa felicidade estão enferrujadas, deixemos que o Senhor as limpe e passe o óleo de sua unção nos parafusos. Elas tornarão a abrir com facilidade e jamais se tornarão emperradas novamente.

Por Paulo Roberto Barbosa.

O Sábio relojoeiro

Todos nós temos conhecimento de que, antigamente, os relógios eram, na maioria, mecânicos, à corda, e também – o mais antigo de todos, de sol. Isso bem diferente dos nossos dias, quando a era do digital tomou conta de tudo, superando todas nossas expectativas.

Mas, em uma pequena cidade do interior, certo relojoeiro tinha o talento de consertar aqueles relógios de parede mais conhecidos como cuco. Eu, pessoalmente, nunca vi nenhum, a não ser pelas fotos ou televisão. Aquele homem quase não tinha trabalho, mas lhe foi um grande desafio quando chegou alguém que tinha um relógio, que, por anos, havia sido jogado em um porão e ficado esquecido pelo tempo, para que ele o consertasse. 

O desafio estava em sua frente. Foram dias e noites perante montões de peças e engrenagens espalhadas em sua mesa. Ele lubrificou, trocou umas peças, desempenou outras. Algumas que faltavam, ele, com jeitinho, em sua sucata, sempre encontrava algo idêntico. Jogou outras fora, pois não serviam para o relógio.

Mas, para sua surpresa, depois de montá-lo e colocá-lo para funcionar, ele atrasava demasiadamente, não só um minuto, mas muitos. Falou consigo: "Não desistirei". Desmontou-o e o montou novamente, mas nada de funcionar. Foram três as tentativas e nada. Na última, o relojoeiro observou que esquecera uma pequenina engrenagem em cima da sua mesa e, por fim, o montou novamente. "Que maravilha!", exclamou ele, pois agora já ouvia, orgulhoso, o tic-tac de mais uma obra recuperada. Mas sua alegria durou apenas uma hora. Justamente uma hora para descobrir que o relógio agora adiantava. 

Desmontou-o outra vez e ficou observando todas as peças e engrenagens a funcionar. "Ufa, até que fim! Como posso ser tão distraído assim!", exclamou. Entre uma montagem e outra caíra a menor das engrenagens por trás da sua mesa. Após encontrá-la, foi grande sua alegria, pois montou o relógio em definitivo. Estava completa a sua obra, pois agora ele não atrasava nem adiantava. O homem estava radiante. O cuco, a cada hora, saía da casinha para anunciar, com exatidão, a hora.

Por menor e mais desprezível que parecesse ser aquela peça, ela fazia a diferença no resultado do funcionamento do relógio. Jamais o cuco poderia falar para o badalo: "Não preciso de você". Ou a maior engrenagem não poderia falar à menor: "Dou conta do recado. Não preciso de você." O que tiramos de interessante nesta ilustração? A Bíblia nos ensina que, como membros do mesmo corpo, precisamos uns dos outros (leia I Coríntios 12:12-27).

Somos como aquelas engrenagens: dependemos uns dos outros, não é mesmo? Se um de nós funcionar mal, como corpo de Cristo, os demais sofrem. De maneira que, se um membro sofre, todos sofrem com ele; e, se um deles é honrado, com ele todos se regozijam (I Coríntios 12:26). Mesmo aqueles que às vezes desprezamos por achar que não são interessantes na obra de Deus, eles fazem falta. Mas podemos ficar tranquilos, pois existe Um que está sobre todos os relojoeiros e que cuida de nós. Ele não fica chateado quando precisa fazer o conserto. 

Não há peça que Ele não conserte. Às vezes Ele faz ajustes que não entendemos, mas Ele sabe o que faz. E o Seu desejo é que Seu corpo (a Igreja) siga em frente, sem defeito nem atraso. Às vezes algumas peças se enferrujam. Ele põe óleo sobre elas; outras precisam ser desentortadas, pois os apertos dos trabalhos as deixam amassadas e sem direção. Ele chega, conserta-as, e elas voltam ao normal.

Outras peças precisam até ser trocadas, mas no seu devido tempo. Ele as retira. A Sua longanimidade é para sempre e sua misericórdia é eterna. Outras se rebelam, saem da engrenagem, caem de cima da mesa, perdem-se, mas Ele as busca, pois Seu amor dura para sempre. 

Qual o Pastor que, tendo noventa e nove ovelhas, não sai em busca da que se perdeu? (Lucas 15:4).
Se todos, porém, fossem um só membro, onde estaria o corpo? (I Coríntios 12:19).
Por menor que seja sua tarefa na Igreja, saiba que você é uma peça importante no serviço do Reino de Deus.

Paz e Benção
Josiel Dias

Como Será? Junto ou Longe Dele?

"... alegrai-vos antes por estarem os vossos nomes escritos nos céus" (Lucas 10:20).

"Mãe, por favor," explodiu a adolescente, "eu não agüento mais ouvir falar de religião. Você e papai vivem me aborrecendo com esse assunto. Eu não estou interessada!" A menina bateu o pé e saiu do quarto, fechando a porta com força. Sua mãe sentou-se em uma cadeira, cansada e desanimada. 

Ela não sabia mais o que fazer. Finalmente, ela resolveu chamar o pastor para conversar com a filha. Quando o pastor chegou, pediu que os pais os deixassem a sós. Após saírem, o pastor virou-se para a menina com um largo sorriso nos lábios. 

"Eu acho uma vergonha", disse o pastor, "que seus pais a importunem tanto sobre religião". A menina, que estava chateada com a visita, sorriu aliviada. Este é o tipo de pastor que eu gosto, pensou ela. Ele está disposto a me deixar livre, por eu não estar interessada. "Eu tenho uma sugestão", disse o pastor. "Eu posso persuadir a seus pais e amigos para que não mencionem o nome de Deus para você por um ano inteiro". A menina ficou surpresa. 

"Um ano", ela ofegou. "Eu não sei se seria seguro esperar um ano inteiro. Eu poderia morrer antes disso". "Isto é verdade", concordou o pastor. "Um ano é muito tempo. Que tal, seis meses?" A menina refletiu por um momento e, então, respondeu que seis meses também não seriam seguros. "Então, continuou o pastor, vamos fixar um prazo de três meses. Pode deixar que eu organizo isso e, por noventa dias, você não precisará se preocupar com Deus". 

O pastor levantou-se e começou a caminhar em direção à porta. A menina o chamou. "Eu não tenho certeza de que estarei segura durante este tempo. Por favor, ore por mim agora". Eles se ajoelharam e a adolescente recebeu Jesus em seu coração.

Temos estado seguros de nossa salvação? Estamos certos de que nosso nome está escrito no Livro da Vida e que, quando deixarmos esse mundo iremos morar com Deus, para sempre? Podemos continuar ignorando a Deus e viver tranquilos e despreocupados?

Muitas vezes pensamos que Deus e eternidade são assuntos para nosso final de vida. Mas quando será o final de nossas vidas? Quem pode saber, de antemão, o dia em que nos apresentaremos diante do Criador? Onde pretendemos estar após a nossa morte -- junto a Deus ou longe dEle?

Pr, Paulo Roberto Barbosa Ministério para refletir.

O Que faria Jesus nos dias de hoje?


Com esta pergunta começamos fazer uma reflexão dos dias de hoje como estamos vivendo e agindo a luz da Bíblia Sagrada.


Voltemos a dois mil anos e vejamos a igreja de Cristo como servia, como adorava, como ajudavam uns aos outros, observe: E Perseveravam na doutrinas dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações. 



E em toda alma havia temor, e muitas maravilhas e sinais se faziam pelos apóstolos, e todos que criam estavam juntos, e tinha tudo em comum, e vendiam suas propriedades e bens, e repartiam com todos, segundo cada um havia de mister.Atos 2:42-45.

Assim a igreja de Cristo começou a caminhar dando seus primeiros passos aqui na terra, estes versículos acima já dizem tudo, não havendo nenhuma necessidade de explicação. E hoje como vivemos? Vivemos como deveria viver segundo a Bíblia? Fazemos o que diz a palavra de Deus? Em nosso meio há necessitados? Em nosso meio há o repartir do pão? Crescemos como no principio?

Não precisamos responder nenhuma destas perguntas, pois o fato por si mesmo responde. O que faria Jesus nos dias de hoje? Com certeza reprovaria todas as comunidades que primeiro pensam em si, e pregam o evangelho da prosperidade do dinheiro da barganha. 

Observem amados, na Palavra de Deus em nenhuma parte, Jesus promete riquezas, vida fácil, prosperidade, mas ao contrario, vemos Jesus pregando vida eterna, tesouros nos céus e aflições. O que faria Jesus, ao visitar uma destas igrejas e ver em suas contas milhares de reais, prata, ouro e, em seus meios, membros passando fome, necessidades? 

O que faria Jesus, ao ver, pastores, lideres cobrando cachês para fazer uso da palavra de Deus, onde a própria palavra diz: daí de graça o que recebeste de graça? O que faria Jesus, ao ver homens levitas cobrando cachês altíssimo para fazer os seus shows em vez de louvar a Deus? 

O que faria Jesus, ao ver igrejas fazendo aliança com o mundo, onde tudo pode se fazer, onde não há doutrinas, onde seus cultos são práticas pagãs e rituais, usando versículos isolados para justificarem suas práticas? Hoje o nosso Mestre seria morto, não pelos os Judeus, nem pelos Romanos, mas por estes que se diz discípulos, e pregam sua palavra enganando as suas ovelhas, usando a fé para justificarem os seus erros. 

Quanto custa uma alma? Diz a palavra de Deus que não tem valor, nem toda prata e nem todo ouro pagaria uma alma arrependida ao Senhor. A dois mil anos disse Pedro: Não tenho prata nem ouro; mas o que tenho isto eu te dou. Em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, levanta-te e anda. Atos 3:6.

Hoje, está invertida a situação, dir-se-ia: Eu tenho prata e ouro, mas não posso te dar, pois é da casa do Senhor. Nem poderia dizer: levanta-te e anda, pois não tem autoridade para faze-lo.

O próprio Jesus nos alertou das falsas doutrinas, dos falsos pastores, que vem com pele de ovelhas, mas por dentro são lobos devoradores. Nós louvamos a Deus pela a sua infinita misericórdia que hoje, Jesus encontra-se como advogado e intercede por nós, mas virá um dia, que todos compareceram junto ao tribunal de Deus e Jesus não intercederá mais. Mas julgará a todos sem distinção de raça de credo, segundo o que praticarem e estes lobos serão tirados arrancados como o joio do nosso meio para sempre.

Oramos a Deus que a igreja de Cristo continue crescendo em graça e em ações como convém aos Santos. Amém

Pb Josiel Dias
 

Cristo e os discípulos de Emaús

“E aconteceu que, indo eles falando entre si, e fazendo perguntas um ao outro, o mesmo Jesus se aproximou, e ia com eles. Mas os olhos deles estavam como que fechados, para que o não conhecessem.” (Lucas 24.15-16)

Dois discípulos até então desconhecidos na narrativa dos evangelhos decidem seguir um novo caminho após a confirmação da morte de Jesus. Eles andam amedrontados e conversam e se interrogam sobre o fato. E o inusitado acontece: Jesus chega perto e anda com eles.

Lucas, o narrador, diz que os seus olhos não podiam conhecê-lo. Era o momento de dividir com um imigrante a maior dor e a maior incógnita que havia em seu coração. Jesus, o maior imigrante deste mundo, sem ter onde reclinar a cabeça, foi misteriosamente acolhido por dois dos seus discípulos.

Aqui já aprendemos duas lições: 1) o discípulo de Jesus é alguém do caminho, do encontro, do diálogo e do compartilhamento da vida e 2) o discípulo de Jesus acolhe imigrantes. Sim, ele acolhe, mas há uma tensão finíssima entre a necessidade de acolhimento e a manutenção das leis de imigração de sua pátria, para que não haja totalmente desconexo do espírito do evangelho.

O diálogo com o forasteiro é sobre o forasteiro. Eles não sabiam, ainda.

Estão conversando sobre a perda daquele que simbolizava, representava e era a única esperança de vida para eles. Estavam falando da dor da perda, da impotência no dia da angústia e das sombras da morte que rodearam aquela sexta-feira nebulosa, sofrível e agonizante. E dor, não havia ninguém melhor para conversar do que ele.

Os discípulos, mesmo sem saber quem era o imigrante, decide recebê-lo em sua pousada. Mistério para esta temporalidade. Não dá para receber todas as pessoas, mas não dá para não receber ninguém. Pois não é uma questão de precaução social somente, mas de ser um agente da graça ou não.

(Pausa para a questão da imigração): fazer uma defesa de ser a favor ou contra é pouco; ficar em cima do muro é mais seguro, mas temos uma boa alternativa que é ser igreja aos que mais precisam, e isso vai sempre incorrer num risco de lidar com a intolerância de todo o tipo de parte, mas a nossa salvação estará no fato de que não partirá de nenhum de nós.

Tal questão não pode ser tratada em tão poucas linhas, de modo que espero ter a oportunidade de abordar com mais calma este dilema do homem deste século.

A narrativa termina com um momento litúrgico, mas profundamente significativo: pão e vinho. Eles celebram a comunhão e o forasteiro, ao partir o pão, faz arder os corações e deles desaparece fisicamente. Mistério misturado com misericórdia. Amor revelado. “Estou vivo e entre vocês”. “Comam o pão da propiciação, pois eu propiciei com o meu corpo ante o Pai a redenção de vocês”.“Bebam o vinho, pois eu fiz um novo e vivo caminho, que não dá para Emaús, mas para Jerusalém… uma nova Jerusalém.”

Então os discípulos converteram (deram um giro de 180 graus) o caminho deles e voltaram para a antiga Jerusalém. Lá, provavelmente, foram revestidos de poder. E hoje, muito provavelmente, devem estar no lugar de descanso do Pastor dos pastores, aguardando a entrada triunfal na cidade do Rei, para habitar para sempre na casa que ele preparou para aqueles que o amam e o seguem, custe o que custar.

Por Maycson Rodrigues

Lavar pés ou pregar o Evangelho?

Li alhures que um certo pastor — não me pergunte o nome dele, por favor — “lavou os pés de gay, mãe-de-santo, ateu e outros que sofrem com o preconceito dos evangélicos”. O texto sugere que o tal ato foi exemplar, uma vez que muitos evangélicos têm sido preconceituosos. 

Ademais, o texto exalta a conduta do pastor, colocando-o, por assim dizer, em um pedestal, como se ele, sim, tivesse amor pelos pecadores e compromisso com o Evangelho. Menos, gente, menos…

É verdade que o Senhor Jesus, ao andar na terra, lavou os pés de algumas pessoas. E, quando fez isso, afirmou: “Ora, se eu, Senhor e Mestre, vos lavei os pés, vós deveis também lavar os pés uns aos outros. Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também” (Jo 13.14,15). Penso que Ele não teve como objetivo instituir a cerimônia do “lava-pés”. 

Mas, se alguém desejar tomar essa passagem como base para fazer isso, deve, antes, responder a duas perguntas: (1) O Mestre lavou os pés de quem? (2) Com qual propósito Ele fez isso?

A bem da verdade, o Senhor Jesus não saiu pelo mundo lavando os pés de todos os tipos de pecadores para demonstrar que os amava. Ele só lavou os pés de pessoas em uma única ocasião (Jo 13.1-15). No versículo 5 está escrito que Ele “pôs água numa bacia e começou a lavar os pés aos discípulos”. Nesse caso, se algum pastor quer lavar os pés de alguém com base no ato de Jesus, que lave os pés dos seus dis-cí-pu-los, e não dos pecadores, de modo geral.

Fica claro, quando lemos a mencionada passagem neotestamentária, que o Senhor Jesus não quis instituir o “lava-pés”, e sim ensinar aos seus discípulos que eles devem ser humildes, respeitando uns aos outros. Afinal, se Ele, como Mestre e Senhor, lavou os pés de seus liderados, por que deveríamos nos ensoberbecer e pensar que somos melhores do que os que ouvem nossos ensinamentos e orientações?

No texto que li, alhures, sugere-se que os evangélicos são preconceituosos e não amam os pecadores quando pregam contra o pecado. Entretanto, agradar os pecadores, apresentando-lhes uma mensagem ecumênica, é mesmo uma demonstração de amor, à luz do que ensinou o Mestre dos mestres? Penso que não, pois os evangélicos que se prezam — à semelhança do Senhor Jesus — devem pregar os que os pecadores precisam ouvir, o autêntico Evangelho, e não um evangelho pragmático, isto é, o que os pecadores querem ouvir (cf. Mt 23; Jo 4).

Jesus Cristo não disse que devemos abrir mão da verdade para pregar uma mensagem suave, que agrade os pecadores. Na verdade, Ele disse que a porta para a salvação é estreita (Mt 7.13,14). Já o ato de lavar os pés de representantes de diversos segmentos — ao que me parece — é, na verdade, um ato ecumênico, que visa a agradar as pessoas, em vez de lhes apresentar o Evangelho como ele é. 

Segundo o Mestre, João Batista foi um pregador exemplar (Mt 11.11). Por quê? Ele lavou os pés dos pecadores? Não! Ele foi um amigão dos que zombam da verdade? Não! Mas “tudo quanto João disse deste [Jesus] era verdade” (Jo 10.41). E a pregação dele era bastante contundente: “Arrependei-vos” (Mt 3.2).

Portanto, de que adianta lavar os pés de gays, ateus e representantes de religiões, se não lhes apresentarmos a verdade da Palavra de Deus? Preguemos, pois, o Evangelho como ele é. Esta, sim, é a maior demonstração de amor ao pecador. ‪

Texto por: Ciro Sanches Zibordi

Vitória sobre o mal

O convertido não é o que não peca mais, mas aquele que sabe que é um grande pecador e, por isso, vive quebrantado e dependente de Deus.
Todos nós sabemos que muitas iniciativas começam bem e terminam mal: projetos de vida, casamentos, amizades, relacionamentos familiares, empregos, envolvimento com a igreja etc. E começam bem porque colocamos nosso melhor nessas iniciativas – o amor, a coragem, a perseverança e a esperança, por exemplo. 

Por isso, entramos nelas tão entusiasmados, acreditando que vai dar certo, pois são projetos que despertaram o melhor que existe em nós e contagiam os que estão ao nosso redor. Assim, subestimamos outras forças que estão na nossa alma; forças sabotadoras e destrutivas.

Naquele momento de euforia, em que estamos tão mobilizados por algo que iniciamos, acreditamos que o amor, a coragem, a perseverança e a esperança irão prevalecer – e que, portanto, saberemos vencer todas as dificuldades e obstáculos. 

O amor, que nos torna bondosos, pacientes, tolerantes e compreensivos com o outro; a coragem, que nos faz enfrentar e superar os riscos e os perigos no caminho; a perseverança, que vence a tentação de desistir e abandonar tudo face às frustações e contrariedades. E a esperança, essa força que nos leva a prosseguir com ânimo revigorado e vence o pessimismo com a convicção de que o amanhã será melhor?

Daí, entendemos porque Jesus Cristo disse: “Sem mim nada podeis fazer”. É a partir de tais virtudes, que são virtudes de Cristo, que surgem as grandes realizações de nossa vida. Jesus é fonte e origem do amor, da coragem, da perseverança e da esperança. É, portanto, ele que desperta o melhor que existe em nós e nos motiva a prosseguir até o fim, apesar dos obstáculos.

Projetos e iniciativas começam bem e terminam mal porque existem outras forças, estas destrutivas e maldosas, que habitam o nosso coração. É o que a Bíblia chama de pecado. Enquanto estamos cheios de amor, coragem, perseverança e esperança, aquelas outras forças permanecem latentes, neutralizadas. Porém, quando surgem as dificuldades, fraquejamos; as virtudes se esvaem, as boas motivações se dissipam. Assim, as outras forças destrutivas começam a tomar lugar no nosso coração e, devagar, nos tornamos desafeiçoados, intolerantes, impacientes, maldosos, desanimados, frustrados, inseguros e sem esperança. Logo, o ressentimento, a agressividade, o medo, o desânimo e o desespero tomam conta do nosso coração. E tudo termina mal: pode ser o nosso casamento, o nosso ministério e, até mesmo, nossa experiência de fé.

É nesse embate entre o bem e o mal que está em nós que reside o mistério da conversão. Assim, entendemos quando Paulo diz: “O querer fazer o bem está em mim, mas quando quero fazer o bem encontro outra força que me faz fazer não o bem que prefiro, mas o mal que detesto”. E ele pergunta quem poderá nos livrar dessa realidade existencial. A resposta vem a seguir: “Graças a Deus por Jesus Cristo”. Sim, ele é o nosso Salvador e o nosso libertador.

A conversão começa quando entendemos e reconhecemos que forças destrutivas, irreversíveis e invencíveis agem no nosso coração, sabotando as nossas iniciativas de querer o certo e fazer o bem. Essas forças contrárias às virtudes de Cristo nos afastam de Deus – e, quanto mais longe estivermos dele, mais o pecado terá poder sobre nós. Todavia, o arrependimento e a fé em Cristo Jesus possibilitam uma vida virtuosa, que reverte a força do mal que atua em nós. 

O arrependimento surge sempre aos pés da cruz, pois sabemos que foi pago um alto preço para nossa redenção. Quando reconhecemos nosso pecado e confiamos na salvação em Jesus, somos acolhidos no eterno amor da Trindade. E, então, desce de forma serena e suave o Espírito Santo, o Espírito de Cristo, e nossas virtudes – que eram subjugadas pelo mal – se reacendem com toda a sua força, pois o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, bondade e mansidão.

O convertido não é aquele que não peca mais, e sim, aquele que sabe que é um grande pecador e, por isso, vive quebrantado e dependente de Deus. Este é o mistério da conversão: um processo permanente de submissão ao Senhor para vencer as forças destrutivas em nosso coração, através do Espírito Santo.

Cristianismo de hoje

Somos todos filhos pródigos

Quando vemos parentes e amigos abandonarem a fé agimos como o pai.
Daniel Smith, de 23 anos, entrou para a Universidade de Cedarville, uma faculdade cristã dos Estados Unidos, em 2008. Por fora, ele parecia um cristão genuíno – mas, por dentro, era como um filho pródigo. Embora educado na fé, o rapaz tinha dúvidas acerca de algumas doutrinas essenciais, mas sentia medo de perguntar a colegas e professores a respeito de Deus, inferno e outros temas básicos do Cristianismo. "As pessoas provavelmente me viam como o típico bom menino cristão", lembra. "Eu me esforçava para manter essa imagem. No íntimo, contudo, minha fé estava completamente morta."

Um de seus colegas, Steven, que acabou se tornando seu companheiro de quarto, demonstrava carisma e espiritualidade contagiantes. "Nós tínhamos muitas afinidades e ficamos muito unidos", conta Smith. "O mundo era nosso e nos tornamos como irmãos". Mas a mãe de Steven foi diagnosticada com um câncer agressivo. 

A evolução da doença foi rápida e fulminante. Steven, então, começou a se sentir frustrado com a forma banal com que os cristãos respondiam ao sofrimento de sua mãe – e ficou furioso com Deus. Quando ela morreu, o rapaz aderiu à meditação e ao misticismo oriental em busca de consolo. Quando o último ano de faculdade chegou, ele já havia assumido a homossexualidade e abandonado a fé. Aquilo fez Smith refletir bastante sobre a própria vida.

Alise Wright é uma dona de casa com vida bem diferente dos dois universitários. Casada com Jason, ele levava uma vida cristã dentro do convencional, com frequência regular à igreja e a prática de algumas disciplinas espirituais, como oração e leitura bíblica, com os quatro filhos. Um belo dia, o marido, cristão confesso, voltou de uma consulta com o terapeuta dizendo que não acreditava mais em Deus. Ela não conseguiu compreender. 

"Meu marido cresceu em um lar evangélico. Quando começamos a namorar, ele estudava teologia e liderava o louvor na igreja. Eu não tinha dúvidas de que sua fé era verdadeira – maior que a minha, até", reconhece.

Agora, depois de 12 anos de casamento, eis Jason se declarando ateu. "Eu estava apavorada", diz Alise. Ninguém tocou no assunto por duas semanas, e ela só chorava – entre outras coisas, porque não sabia se Jason queria continuar casado com uma crente. Eles continuaram juntos, e depois de um tempo anunciaram a mudança radical aos filhos, às duas famílias e à igreja. Agora, quatro anos mais tarde, segundo Alise Wright, seu marido continua sendo seu "amigo mais próximo". Mas a situação é complicada.

DIFICULDADE DE CRER

Em algum momento de suas vidas, um em cada três americanos deixará o Cristianismo, de acordo com um estudo feito em 2011 no Journal of religion and society. Chamados de "desconvertidos" ou "ex-cristãos", eles são o alvo de uma nova preocupação entre as denominações evangélicas que estão vendo seus números diminuírem. Pesquisadores e blogueiros procuram razões para essa redução da fé individual de pessoas até então dedicadas ao Evangelho. 

Uma delas é a dificuldade intelectual de crer, principalmente entre aqueles com maior preparo acadêmico. O comportamento equivocado de pastores que dão mau testemunho na área sexual ou financeira, ou agem de maneira autoritária e intolerante, também, assim como o sofrimento sem explicações plausíveis. Mas o fenômeno dos desconvertidos não é novo. Ele já é visto, pelo menos, na parábola do Filho Pródigo, contada por Jesus e registrada em Lucas 15.11-32.

Mas, e quanto às pessoas deixadas para trás pelos filhos pródigos, como o pai da narrativa bíblica? E aqueles que amam os desconvertidos? Os que ficaram responsáveis por manter famílias e comunidades? Existem poucos recursos teológicos e práticos para os dois em cada três cristãos que permanecem com o Pai enquanto observam o "irmão mais novo" partir. 

A parábola é centrada no relacionamento entre um pai e seus dois filhos – porém, a essência da história permanece a mesma, seja aquele que se afasta um filho, um irmão, o cônjuge, o pai ou um amigo chegado. É que a história do Filho Pródigo, assim como a do Natal ou da Páscoa, engloba todo o Evangelho.

O pai, ansioso para se reconciliar com o filho, representa Deus, o Pai, ou Jesus, que está contando a história. O ressentido filho mais velho representa os fariseus, que faziam parte dos ouvintes originais de Jesus. A parábola deixa clara para nós, crentes e salvos pela graça, que atitude devemos ter; contudo, é provável que, ao sermos confrontados por um filho pródigo de carne e osso, não tenhamos a atitude do pai e nem a do filho mais velho; normalmente, agimos como ambos.

Para a maioria de nós, é fácil ser influenciado pelo cálculo rigoroso do filho mais velho. Um dos motivos de sua indignação foi justamente a questão financeira. Assim como na parábola dos trabalhadores (Mateus 20.1-16), é muito desagradável que aqueles que chegam tarde recebam o mesmo que aqueles que sempre foram fiéis.

Sim, nós queremos a graça, mas no fundo de nossos corações, se formos honestos, teremos de admitir que o que queremos, mesmo é graça com justiça. Isso estava na base do temor de Alise Wright com sua situação – ela receava que os irmãos da igreja a culpariam pelo fato de seu marido ter abandonado a fé, como se ela não tivesse feito o bastante. "Quando as pessoas tentam consertar as coisas, tenho uma sensação de insegurança. Isso dói", desabafa Alise. "O grande médico é Jesus. Ele pode fazer por nossos filhos pródigos o que não conseguimos."

SOBRECARGA DE CULPA

Acreditar que nós, cristãos fiéis, podemos consertar nossos filhos pródigos acrescenta uma sobrecarga de culpa às nossas vidas, como aconteceu com a professora aposentada Izolda Sant'anna, crente assembleiana de Duque de Caxias (RJ) durante anos. Ao se recordar das brigas que tinha com Marcella, a filha então adolescente, por causa das roupas apertadas e das festas que frequentava, ela agora percebe que os atritos eram por motivos que iam muito além disso.

"Na verdade, o que estava em jogo mesmo era a minha pretensa capacidade de controlá-la e fazer com que ela vivesse do meu jeito, embora fosse uma pessoa diferente de mim", reconhece. "Era como se através daquelas brigas, eu estivesse atacando a personalidade dela", diz. O aconselhamento e a ajuda das amigas de fé ajudaram Izolda a desistir do papel do filho mais velho; ela não podia assumir responsabilidades que são apenas do Pai; e um pai, embora tente ser "perfeito", não garante a fé de um filho. Afinal, o Pai de Adão e Eva era perfeito e, mesmo assim, eles se rebelaram contra ele.

"Essa provação esclareceu muitas coisas em minha vida", diz a aposentada. Tempos depois, Marcella, já na idade adulta, voltou ao Evangelho e hoje é uma crente fiel, que cria a própria filha da mesma maneira como foi educada. "Só aprendi que não há caminho bom fora de Jesus depois de muito sofrimento", testemunha. Mas a igreja nem sempre sabe como ministrar aos filhos pródigos ou àqueles que os amam. Alise Wright diz que uma das maiores dificuldades de estar casada com uma pessoa nessas condições foi a forma como isso afetou o seu relacionamento com outros cristãos. "Eu o protejo muito, e, como resultado, às vezes mantenho à distância pessoas que considero como uma ameaça a ele". 

Esse tipo de misericórdia, misturada com certa dose de controle, surge, em parte, do legado dos evangélicos. Muitas vezes, não sabemos como reconciliar nossa tradição cristã com a verdade universal de que o Evangelho, nas palavras do próprio Cristo, é para os doentes, os perdidos – e agimos como se a Igreja fosse para os puros. Mas as mesmas passagens de Paulo que usamos corretamente para nos posicionar de maneira firme contra o pecado oferecem a evidência de que pecados têm ocorrido na Igreja desde o começo. Então, por que deveríamos esperar que a Igreja moderna fosse diferente daquela que existiu no primeiro século?

Ao invés de nos vermos como o pai e, ao fazê-lo, continuarmos desempenhando o papel do filho mais velho – afinal, o que ficou em casa estava essencialmente usurpando a autoridade do pai ao repreender o irmão –, nós deveríamos nos considerar como sendo iguais ao filho pródigo: iguais na necessidade de graça e iguais como receptores de tal graça. 

Nós nos consideramos como aqueles que estendem a graça aos filhos pródigos, mas estamos simplesmente compartilhando a graça que recebemos e continuamos a receber. Precisamos, assim, parar de alimentar essa obsessão cristã de consertar todo mundo. Não há magnanimidade em expandir a graça, simplesmente porque todos nós precisamos dela.

AMOR RADICAL

Foi isso que aconteceu com Daniel Smith. Em meio às dúvidas de seu colega de quarto, Steven, ele sentiu-se atraído a Deus. "O pico dos questionamentos de Steven foi provavelmente meu período mais potente de crescimento espiritual", conta. A agonizante luta de Steven em busca de respostas parecia libertar Smith para buscar as respostas para si mesmo. 

Apesar de terem continuado a ser colegas de quarto, os dois rapazes começaram a se falar cada vez menos. Depois da formatura, no ano passado, cada um seguiu o seu caminho. Smith agora está firme em sua fé e espera, um dia, ensinar teologia.

Seja na igreja ou fora dela, vagando pelos montes ou trabalhando nos campos do Senhor, todos precisamos do amor radical do Pai da mesma maneira – o filho mais velho não precisa menos disso do que o filho pródigo. Assim, no âmago da própria noção de prodigalidade, encontra-se um intrigante paradoxo. 

A palavra pródigo, que significa "abundante", carrega tanto o sentido negativo de desperdício, significado aplicado ao filho mais novo, quanto a noção de extravagante, exuberante ou esbanjador – e, dessa maneira, aplica-se igualmente ao filho mais novo e ao pai nas polaridades correspondentes.

O amor do pai é mais prodigioso do que os caprichos do filho. O amor que o pai mostra ao filho pródigo – tanto quando ele vai embora quanto em seu retorno – nada mais é do que extravagante. É um amor cego aos erros do passado e às consequências do presente; um amor que oferece ao amado a liberdade para desperdiçá-lo sem perturbá-lo ou tentar forçar uma atitude sábia de sua parte. É um amor que espera pacientemente, em oração e até mesmo em sofrimento. 

Muitos teólogos concordam que, ao solicitar sua herança, o que o filho pródigo estava pedindo mesmo era a morte do pai. Considerando a morte necessária para a salvação de todos nós, as nossas orações pelos filhos pródigos não exigem menos do que isso. Somos filhos pródigos – sim, todos nós.

Cristianismo de hoje

Menino de 13 anos cuida de seus pais cegos desde os 4 e estuda para ter futuro melhor

Um menino de 13 anos de idade cuida de seus pais cegos desde que tinha 4 e ainda estuda para conseguir um futuro melhor.

Feng Molin passou a cuidar de suas pais desde muito jovem. Sua mãe é cega desde que nasceu, mas seu pai perdeu a visão no ano de 2006, depois de sofrer uma meningite aguda.

Desde então o garoto passou a cuidar deles, e aprendeu a cozinhar, limpar e fazer trabalhos agrícolas.

Depois que a escola de sua localidade fechou, ele teve que se mudar para outra na região central e longe de sua casa. Isso aconteceu durante o segundo ano primário.

Feng Molin, um menino de 13 anos de idade, de Shaanxi, na China, cuida de seus pais cegos desde que tinha 4 anos e ainda estuda. Ele vem emocionando internautas com sua história.

O menino, então, passou a viver no campus e aos fins de semana volta para casa para cuidar dos pais.


A família, que vive na província de Shaanxi, na China, passou a receber ajuda de custo do governo e doações de caridade, feitas por parte de sua comunidade.


A coragem e determinação de Feng tocou os corações de vários internautas e, desde que sua história surgiu, a família recebeu muitas ofertas assistenciais, como a de um homem que se propôs a adotar o garoto e deixar uma pessoa cuidando dos pais dele.


Apesar disso o jovem negou, e disse: “Ficar com meus pais é a minha maior alegria. Eu vou trabalhar duro para criar um futuro melhor com minhas próprias mãos”.




Fonte: Shanghaiist

Jovem em coma há 198 dias acorda depois de sua mãe cantar para ele, apesar dos médicos terem desistido de salvá-lo

Um jovem saiu do coma de 198 dias depois de sua mãe cantar para ele, apesar dos médicos terem desistido de salvá-lo.

Os médicos haviam desistido de Yu Pinjia, mas sua mãe, Huo Ling, se recusou perder as esperanças.

O paciente de 19 anos de idade entrou em coma e começou a sofrer convulsões violentas em março deste ano, depois de sofrer uma hemorragia cerebral súbita e grave.

Ele foi enviado ao hospital em Yichang, na Província de Hubei, na China, onde foi declarado em estado de coma e com poucas chances de recuperar a consciência.

Jovem Yu Pinjia saiu do coma de 198 dias depois de sua mãe, Huo Ling, cantar para ele, apesar dos médicos terem desistido de salvá-lo porque não viam mais esperança.

Mas sua mãe se recusou a desistir dele e manteve seu filho sendo tratado em três hospitais diferentes, com acupuntura e em uma câmara de oxigênio hiperbárico.



A mulher ficou ao lado de sua cama falando, lendo e cantando para ele diariamente, esperando pacientemente o dia em que o filho iria acordar.

“Querido filho, você prometeu cuidar de mi e de seu pai um dia, e ainda estamos esperando por esse dia”, dizia ela repetidamente para o filho.


Exatamente 198 dias depois do coma, Yu – que haviam sido submetidos a um total de cinco cirurgias – abriu os olhos e viu sua mãe.

Apesar de não estar plenamente recuperado, o jovem surpreendeu os médicos que não viam mais esperanças em sua retomada de saúde.

A devoção de Huo também foi elogiada por todos os envolvidos no caso do jovem.

Fonte: DailyStar

LEMBRANÇAS

Lembranças... Sabe aqueles momentos em que um som, um cheiro, um lugar, uma foto ou apenas um simples detalhe te remete a milhares e milhares de lembranças? Algumas até que você imaginou que jamais voltariam a ocupar sua mente. 

Mas elas voltaram, e ali estão, trazendo consigo sorrisos, lágrimas, sentimentos e pensamentos que te tiram o sono e te fazem refletir em tudo o que você já viveu até este momento. Lembranças... é pra isso que elas servem.

O nosso cérebro é capaz de reter tantas informações, que às vezes nos surpreendemos com a quantidade de coisas que ficam armazenadas nele. E normalmente, as coisas que mais gostaríamos de não armazenar, são aquelas que ocupam o nosso pensamento pelo maior tempo possível. 

Parece que a ‘caixinha dos pensamentos indesejados’ está sempre aberta, com uma mola que faz tais pensamentos saltitarem em nossa cabeça de um lado pra outro, nos momentos mais inoportunos possíveis. 

Essa ‘caixinha’ que se abre durante a noite, e não nos deixa voltar a dormir, que não nos deixa trabalhar, estudar, ou sequer pensar em outras coisas que não seja no seu conteúdo indesejado, e que se recusa continuamente a sair de lá.

Por outro lado, temos aqueles pensamentos e lembranças boas, que nos trazem alegria. A Bíblia nos diz em Lamentações 3:21: ‘quero trazer a memória que me pode dar esperança’. É claro que em momentos de crise, essas lembranças parecem desaparecer e se esconder e lugares quase imperceptíveis de nossa mente, lutando constantemente contra nossa tentativa de tirá-las de lá. 

Mas devemos lutar e buscar nos lembrar das coisas boas que acontecem conosco. Das coisas que nos trazem ou já trouxeram alegria e felicidade. Devemos nos apegar aos dias bons enquanto estamos passando pelos dias maus. Jesus nos diz em João 16:33b: ‘Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo’. 

Depois dessa palavra, você ainda precisa de mais algum bom motivo em que se apegar para se desfazer das lembranças ruins, jogá-las na lata do lixo e abrir espaço em sua mente e coração para viver, pensar e sonhar coisas boas? Jesus nos diz que Ele venceu o mundo. Seus problemas são maiores que os que Jesus enfrentou? Creio que não.

Ele levou sobre Si todas as nossas dores, nossos pecados. Isso quer dizer que se você está sendo agredido, Ele foi muito mais; se está sendo maltratado, aprisionado, injustiçado... nossa, como Ele venceu todas essas coisas. 

Ele é simplesmente o Filho de Deus, o dono do mundo; mas Ele se fez homem, deixou ali mesmo na cruz todas as lembranças ruins, passadas e recentes, para se entregar ao Pai e ressuscitar para uma vida sem dor, sem mágoas, sem dores. Tudo o que você possa imaginar, Jesus passou; passou porque todas as nossas dores Ele carregou. Mas ele também nos livrou de cada uma delas. 

Se tá difícil, chore. Mas também ore. Se precisar gritar, grite. Mas chore e grite nos braços do Pai. Lembre-se que não existe nada impossível para Deus, e que Ele pode apagar tudo de ruim que pesa no seu coração, que ocupa lugar em sua mente, e fazer uma nova história em sua vida. Em todas as áreas: financeira, profissional, espiritual, sentimental, emocional. Em 2 Coríntios 5:17 está escrito: ‘Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo’. 

Deixe Cristo fazer tudo novo em você. Deixe que seu passado, suas lembranças, e até mesmo seus acusadores fiquem no passado, para que o Senhor possa escrever uma nova história, com novos personagens e lembranças que você jamais irá querer esquecer.


Camila Souza

Amor de verdade! Idoso passa 56 anos cuidando da esposa que ficou paralisada somente 5 meses depois do casamento

Um idoso de 84 anos de idade vem cuidando de sua esposa paralisada há 56 anos, em uma história de amor e doação.

Du Yuanfa e sua esposa, Zhou Yuai, se casaram em novembro de 1958. Enquanto trabalhava em uma mina de carvão na cidade de Tai’an, na China, Du recebeu uma carta de sua família que dizia que sua esposa estava doente na cama. Ele imediatamente pediu licença e correu de volta para sua cidade natal para vê-la.

A esposa estava muito doente e logo ficou paralisada. Isso tudo aconteceu apenas cinco meses depois do casamento.
O marido precisa alimentar e levar a esposa para o banheiro.

Idoso Du Yuanfa, de 84 anos de idade, vem cuidando de sua esposa, Zhou Yuai, paralisada há 56 anos, em uma história de amor e doação.

Ele a levou para diversos hospitais a transportando em um carrinho de mão, sempre tentando encontrar um diagnóstico mais preciso sobre o caso da mulher.


Em cada clínica que passava os médicos diziam que Zhou estava confinada a passar o resto de sua vida na cama.

Muitos dos amigos de Du o aconselharam pedir o divórcio, mas ele seguiu seus votos de casamento e recusou abandonar a amada.


O amor incondicional de Du com sua esposa comoveu o coração de muitos moradores locais, que muitas vezes ajudam a comprar medicamentos para a família.

O governo local também ajuda o casal, certificando que eles tenham roupa e comida.





Fonte: Shanghaiist

Não estamos em crise, estamos em Cristo

Embora eu creia que "estar em Cristo seja o melhor lugar para estar", isso não nos exime de passarmos por crises, tempestades, vendavais e tormentas.

É visível a crise que todos nós, estamos enfrentando. Crise esta que tem tirado o sono de muita gente. Quantas pessoas que neste exato momento estão sem dormir, pois não sabem o que farão no dia seguinte com suas contas e por estarem desempregados. Estamos vivendo um momento crítico em nosso País.

Não sabemos de fato se esta crise é do tamanho do que se desenha pelas especulações que se mostra na mídia. As pessoas estão em pavor do que está sendo noticiado todos os dias.
Todos no mesmo barco. Trabalhadores com medo de perderem seus empregos e Empregadores que não conseguem honrar suas contas e ficam com medo de terem de fechar suas empresas. Crise financeira, crise na saúde, crise na segurança isso tem tirado o sono de muitos.

Estamos vivendo no olho do furacão. Corrupção, roubalheira, impunidade, insegurança. Quem diria o Brasil está em crise! Querendo ou não, acreditando ou não nela, esta crise abre as asas sobre nós. Misericórdia!

Outro dia me deparei com esta frase no Facebook: “Não estamos em crise, estamos em Cristo.” Embora eu creia que “estar em Cristo seja o melhor lugar para estar”, isso não nos exime de passarmos por crises, tempestades, vendavais e tormentas.

A crise vem para todos, mas existe uma diferença para aqueles que estão em Cristo, eles deitam e logo pegam no sono. Mesmo com Cristo no nosso barco, as ondas vêm, as tempestades da vida nos sobrevêm, mas uma coisa temos certeza, não vamos naufragar. Marcos 4:35-41

A grande diferença está em como vamos reagir nesses momentos de crise, aquele que está em Cristo reage diferente, enquanto muitos ficam sem dormir, aquele que está em Cristo dorme que ronca… Sabe porquê? Veja nestes textos baixo:

Se o SENHOR não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o SENHOR não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela.
Inútil vos será levantar de madrugada, repousar tarde, comer o pão de dores, pois assim dá ele aos seus amados o sono. Salmos 127:1-2
Em paz também me deitarei e dormirei, porque só tu, Senhor, me fazes habitar em segurança. Salmos 4:8.
Eu me deitei e dormi; acordei, porque o Senhor me sustentou. Salmos 3:5
Quando se deitar, não terá medo, e o seu sono será tranquilo. Provérbios 3:24
O sono do trabalhador é ameno, quer coma pouco quer coma muito, mas a fartura de um homem rico não lhe dá tranquilidade para dormir. Eclesiastes 5:12

Os que estão em Cristo dormem por que o Senhor é seu provedor, então eles sabem que nada vai faltar. Dormem porque o Senhor é o guarda de Israel, eles sabem que estão seguros. Eles dormem por que servem ao Deus criador e dono do Universo. Aqueles que estão em Cristo, podem até passar por momentos críticos, pois estamos sujeito também a tempestades e trovões, mas não perdemos a Esperança. Estas coisas vêm sobre todos, mas são os que estão em Cristo que sobressaem, pois eles reagem diferentes dos demais eles têm a plena convicção que Deus está no controle de suas vidas.

Dentro desses que estão em Cristo existe, FÉ, ESPERANÇA e isso faz toda a diferença. Sabe porque eles não pedem o sono? Porque o Senhor cuida, porque o Senhor guarda, porque o Senhor é o provedor.
Se é grande esta crise como estão falando, o que nos consola é que servimos a um DEUS maior que todo tipo de crise. Fique calmo, durma tranquilo e em paz. O Senhor está no controle de todas as coisas.

Escrevi esta reflexão dias antes de ser demitido da empresa onde trabalhava há 13 anos… Quando estava escrevendo essa mensagem nem imaginava que era Deus me avisando que eu enfrentaria em um momento de turbulência, mas me acalmando para que não perdesse o sono.

É assim que Deus faz, nos prepara, nos encoraja, nos edifica com sua palavra bem antes da tempestade…

Talvez você tenha acabado de ser demitido, ou esteja passando por uma crise tamanha em sua vida. Deus diz pra você neste momento: Calma! Estou no controle. Calma! Eu sou o seu provedor. Calma! Eu sou o dono da prata e do ouro. Calma! Não fique ansioso com o dia de amanhã…

Por isso vos digo: “Não andeis cuidadosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer ou pelo que haveis de beber; nem quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o mantimento, e o corpo mais do que o vestuário? Olhai para as aves do céu, que nem semeiam, nem segam, nem ajuntam em celeiros; e vosso Pai celestial as alimenta. Não tendes vós muito mais valor do que elas?

E qual de vós poderá, com todos os seus cuidados, acrescentar um côvado à sua estatura? E, quanto ao vestuário, por que andais solícitos? Olhai para os lírios do campo, como eles crescem; não trabalham nem fiam; E eu vos digo que nem mesmo Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles.

Pois, se Deus assim veste a erva do campo, que hoje existe, e amanhã é lançada no forno, não vos vestirá muito mais a vós, homens de pouca fé? Não andeis, pois, inquietos, dizendo: Que comeremos, ou que beberemos, ou com que nos vestiremos? Porque todas estas coisas os gentios procuram. Decerto vosso Pai celestial bem sabe que necessitais de todas estas coisas;

Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.
Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal”. Mateus 6:25-34

Deus te abençoe ricamente.

Pb Josiel Dias

Coragem para prosseguir!

Equilíbrio e estabilidade podem sufocar o progresso, porque o progresso exige mudança, e a mudança é considerada a antítese da estabilidade Andy Stanley

Nunca pulei de paraquedas ou Bungee jumping. Quando ia pular de paraquedas pela primeira vez a @natybotelho me deu a noticia que estava gravida e pediu para eu não pular, então não pulei.

Esse tipo de coisa não me bota medo, e sempre me achei muito corajoso por não ter medo dessas e de outras coisas.

Mas um dia minha mãe me falou que isso não significava que eu era corajoso, pois uma pessoa corajosa é aquela que enfrenta seus medos e não que não tem medo. Me lembro que ela acabou o papo com a seguinte frase: O dia que você encarar de frente algo que te apavora aí sim você será um corajoso!

Somente há poucos anos atrás, quando Deus falou comigo que eu tinha que sair do meu conforto e começar um projeto em um teatro em São Paulo, que tive o meu primeiro medo de verdade. Fiquei apavorado, não dormia!

Escondia o meu medo de prosseguir atrás de palavras como prudência e estabilidade.

Equilíbrio e estabilidade podem sufocar o progresso, porque o progresso exige mudança, e a mudança é considerada a antítese da estabilidade Andy Stanley

Tentei por várias vezes negociar com Deus pedindo sinais e para Ele abrir a porta por mim, mas Ele sempre respondeu: O que Eu prometi irei cumprir, você só precisa ter coragem para acreditar em Mim.

Me lembrei do texto que Deus fala para Josué: Não fui eu que lhe ordenei? Seja forte e corajoso! Não se apavore, nem desanime, pois o Senhor, o seu Deus, estará com você por onde você andar. (Josué 1:9)

O líder que recusa prosseguir até que o medo passe, nunca prosseguirá. Consequentemente, nunca liderará.

Por Marcos Botelho
Guiame

Palavras doces

Uma palavra pode mudar seu dia, seu humor, pequenas palavras de bondade ou cortesia não machucam, não são difíceis de doar, são simples gestos que podemos fazer pelos outros e que gostamos que os outros façam por nós

Quem não gosta de ouvir palavras doces? Quem não gosta que alguém diga como você está bonita, como seu sorriso é lindo, como seus olhos brilham, como você faz isso ou aquilo bem, como você é especial, enfim, as vezes são apenas duas ou três palavras, são detalhes que fazem diferenças enormes.

Esses pequenos combustíveis de amor são exatamente isso, combustível, alimento, é o que mantém o amor vivo e funcionando. Claro, o amor é muito, muito mais do que palavras doces, no entanto, não se engane, o amor está repleto de detalhes, por isso é tão importante se atentar à esse tipo de coisa.

Voltando às palavras doces. As vezes uma palavra pode mudar seu dia, seu humor, pequenas palavras de bondade ou cortesia não machucam, não são difíceis de doar, são simples gestos que podemos fazer pelos outros e que gostamos que os outros façam por nós.

É verdade que nem tudo na vida a gente gosta de ouvir, e muita coisa a gente acaba ouvindo mesmo não querendo, não precisando e não merecendo. Por isso que essas palavras doces que surgem como colírios no nosso dia, se tornam tão especiais; essas pequenas coisas fazem com que a mente pareça mais sã, o céu mais azul, a vida mais correta.

O melhor disso tudo, não é a palavra em si, não é o que a pessoa disse, mas está no fato de que foi honesto, sincero, de coração, ela disse porque quis, porque sente aquilo de verdade, foi dito porque precisava ser dito, foi dito porque era verdade! 

E no resultado disso, ganhamos sorrisos e doamos sorrisos, e há melhor presente na correria da vida do que sorrisos repletos de gratidão e sinceridade? Sorrisos são dádivas, e não são difíceis de dar e nem de conseguir. Pode parecer difícil soltar mais palavras doces por aí, mas é tudo uma questão de prática. Então, fica aqui o conselho mais importante, pratique!

Fonte: Guiame, Mariana Mendes

Idosos casados há quase 75 anos morrem de mãos dadas

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Um casal que estava unido há várias décadas morreu de mãos dadas na cama menos de 24 horas de diferença de um para o outro.

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Casados morrem de mãos dadas
JeanetteToczko, de 96 anos, e seu marido, Alexander Toczko, de 95, nascidos em Stamford, Connecticut, EUA, filhos de imigrante poloneses, começaram a namorar na infância, quando ambos possuíam 8 anos de idade.

O inocente sentimento cresceu e, mais tarde, em 1940, eles se uniram em matrimônio. Quase 75 anos depois de casados, já residindo em San Diego, Califórnia, no mesmo país, Alexander sofreu uma fratura em seu quadril, o que o deixou de cama.

Levado para casa, ele foi alocado a uma cama especial, colocada ao lado da que sua esposa dormia.

Devido à sua condição e idade, seu quadro de saúde teve uma queda. Vendo o marido naquela situação, a saúde de Jeanette também declinou.

Em 17 de junho deste ano Alexander faleceu como desejava. Ao receber a notícia, dada por AimeeToczko-Cushman, filha do casal dentre cinco, a esposa disse que, em breve, estaria junto do amado. No dia seguinte, e menos de 24 horas depois, ela também faleceu.

Eles comemorariam 75 anos de casamento no dia 29 de junho deste ano.

Fonte: Daily Mail

Mulher perde memória de casamento dias após cerimônia dos sonhos e marido planeja se casar novamente


Mulher perde memória de casamento dias após cerimônia dos sonhos

Uma mulher casada sofreu um terrível acidente dias depois da cerimônia e se esqueceu completamente do momento dos sonhos, mas seu marido resolveu o problema se casando novamente.

Justice e Jeremy Stamper, do Tennessee, EUA, se conheceram na escola aos 10 anos de idade e começaram a namorar.

No ano passado, quando possuíam 20 e 21 anos, o casal se uniu em matrimônio. Contudo, 19 dias depois, Justice se envolveu em um grave acidente de carro quando ia para a casa das tias.

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Justice e Jeremy Stamper, dos EUA, casaram-se, mas ela não se lembra devido a um terrível acidente de carro. O marido, então, decidiu casar-se novamente com a mulher.

Felizmente ela sobreviveu, mas perdeu parte de suas memórias, inclusive a de seu casamento.

Foi então que Jeremy decidiu casar-se novamente com a esposa na data em que completarão um ano de união, 20 de agosto.

O casal está tentando levantar uma quantia de, aproximadamente, R$ 15.000. Os que ajudarem estarão convidado a participar da cerimônia.

Fonte: Metro
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