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Vejam isso: "Ditadura Gay" Levy Fidelix é condenado a pagar R$ 1 milhão por frase: “aparelho excretor não reproduz (…)”

Em debate realizado em 2014, político fez declarações homofóbicas e afirmou que “aparelho excretor não reproduz (…)”

O ex-candidato à presidência da República Levy Fidelix (PRTB) foi condenado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), a pagar uma multa de R$ 1 milhão numa ação civil pública por danos morais movida pelo movimentos Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros (LGBT).

A decisão da última sexta-feira refere-se a uma fala durante sua participação de um debate na TV, no dia 28 de setembro de 2014. À época ele foi questionado pela candidata Luciana Genro (PSOL) sobre o motivo pelo qual muitos dos que defendem a família se recusam a reconhecer o direito de casais de pessoas do mesmo sexo ao casamento civil, e respondeu que “dois iguais não fazem filho” e que “aparelho excretor não reproduz”.

A decisão é de primeira instância e cabe recurso. O valor da multa, segundo o texto, será revertido para ações de promoção de igualdade da população LGBT, conforme definição do Conselho Nacional de Combate à Discriminação LGBT.

Ler toda a matéria.... OGlobo
 

" REDE ESGOTO" exibe beijo gay pela segunda vez na mesma semana

Antes considerado tabu na TV Globo, hoje – ao que parece -, o beijo gay tem sido encarado com naturalidade dentro da emissora, que pela segunda vez na mesma semana levou ao ar uma cena de romance entre dois personagens do mesmo sexo. Detalhe: sem fazer o menor alarde.

Na noite dessa quinta-feira (12), o Tá No Ar: A TV Na TV – humorístico vanguardista da emissora, liderado por Marcius Melhem e Marcelo Adnet – colocou Danton Mello para protagonizar um beijo com outro rapaz em uma de suas esquetes.

Galã do comercial do fictício desodorante Aff, Danton faz a mulherada entortar o pescoço enquanto caminha pela rua. Ao chegar em seu carro, dá uma borrifada interminável em torno de si, fazendo suas admiradoras passarem mal com o cheiro. “Xô mulheres, chegou a nova linha de desodorantes Aff. O desodorante de quem sabe o que quer”, diz a propaganda. Na sequência, um rapaz surge no banco do passageiro do automóvel e beija o ator.

Na terça-feira (10), Aguinaldo Silva conseguiu emplacar em Império o desejado beijo entre Cláudio e Leonardo, interpretados por José Mayer e Klebber Toledo, planejado para ser exibido nos capítulos iniciais da trama. Mas, ao que consta, a Globo achou melhor esperar os personagens conquistarem o público – como aconteceu com Félix (Mateus Solano) e Niko (Thiago Fragoso) em Amor à Vida – para depois exibir a cena. O autor ficou indignado e protestou na internet contra os cortes de seu roteiro.

Voltando à cena, o capítulo exibido na terça-feira tinha um outro foco: a conclusão da inesperada cerimônia de casamento de Cristina (Leandra Leal) e Vicente (Rafael Cardoso). Mas o rápido selinho entre Claudio e Rafael levou o público à loucura, rendendo comentários divertidos nas redes sociais. “Já não bastasse o José Mayer pegar as mulheres todas da Globo, já começou a pegar os boys magya! Deixa pra gente Zé!”, escreveu uma fã no Twitter. “Família tradicional brasileira vai à loucura vendo José Mayer beijando outro homem na novela das nove”, comentou outra.

O fim do aviso prévio para o beijo gay mostra que a TV Globo aponta para novos caminhos. A expectativa é de que o público siga na mesma direção.

Blog Gabriel Perline

Sepultado o Projeto da PLC 122 derrotado no Senado Federal

PLC 122 acaba de ser derrotado no Senado Federal Senador Magno Malta foi Brilhante
Projeto que criminaliza homofobia vai tramitar em conjunto com novo Código Penal

O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (17), com 29 votos favoráveis, 12 contrários e 2 abstenções, requerimento do senador Eduardo Lopes (PRB-RJ) para que o projeto que criminaliza a discriminação de homossexuais (PLC 122/2006) seja apensado ao projeto de reforma do Código Penal (PLS 236/2012).

O senador Eduardo Lopes destacou que o Código Penal já engloba o assunto ao tipificar a intolerância, o racismo e todo tipo de violência. O senador explicou que, por tratarem de assuntos correlatos, não há sentido para que as propostas tramitem separadamente. Em apoio a Eduardo Lopes, o senador Magno Malta (PR-ES) disse que a criminalização da homofobia depende da tipificação desse crime no Código Penal, o que justifica o apensamento.

Os senadores Eduardo Suplicy (PT-SP) e Paulo Paim (PT-RS) se manifestaram contrários ao requerimento por acreditarem que a tramitação conjunta enfraquecerá o debate da criminalização da homofobia.

Paulo Paim disse que o requerimento perdeu o seu objeto, já que a comissão especial de senadores criada para examinar o PLS 236/236 já aprovou, nesta terça-feira (17), o relatório final elaborado pelo senador Pedro Taques. Para ele, a melhor saída seria a Comissão de Direitos Humanos (CDH) votar o PLC 122/2006 e a próxima comissão a analisar a matéria conforme a determinação inicial, a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), decidir sobre a tramitação conjunta ou separada das propostas.

Brilhantemente o Senador Magno Malta foi o maior articulador e defensor dessa grande Vitória, pois agora o Projeto terá que andar em conjunto, ao Código Penal, voltando assim a ser discutido na Camara dos Deputados, o que sofrerá modificações no futuro, para que novamente possa ser aprovado no Senado, o que significa que o Projeto PLC 122 ACABOU.

Com maestria o Senador Magno Malta apresentou um requerimento, pedindo assim o apensamento do projeto, e foi dessa forma que entrou em votação, com vitória esmagadora favorável ao pedido do Senador Magno Malta.

Queremos registrar o grande guerreiro e defensor da família que tem sido o Senador Magno Malta, junto com outras lideranças evangélica, destancando o Pastor Abner Ferreira Presidente da Catedral das Assembléia de Deus do Ministério de Madureira, que soube na primeira hora dessa grande vitória, podendo assim esta divulgando nos meios de comunicação.

Veja também os sentimentos e declarações dos ativistas
Luís Arruda, advogado e ativista LGBT, acredita que o apensamento do PLC 122 ao Código Penal é um “absurdo”. “O senador Paim (PT-RS, atual relator do projeto) retirou um artigo que modificava o Código Penal pra que isso não pudesse acontecer. 

Então, nada no PLC alterava o Código Penal. Esse apensamento é político e não tem nada a ver com o regimento interno do Senado”, observa Luís. “Ou as pessoas param de votar em fundamentalistas ou nós vamos acabar igual ao Irã. A não ser que as pessoas queiram viver no Irã, no Afeganistão, pois é isso que vai acontecer, ou talvez uma Rússia. São países onde as pessoas não têm liberdade, não podem falar o que pensam. Então, o povo tem que começar a pensar”, protesta.

Phamela Godoy, coordenadora adjunta de Políticas LGBT da Prefeitura de São Paulo, avalia que o momento político é “muito complicado”. “Apensar o PLC 122 no Código Penal é um retrocesso. Acredito que agora o movimento tem que se organizar em torno da pauta. 

É uma estratégia pra não aprovar, a questão da homofobia não vai ser efetivada”, observa Phamela. Sobre apresentar um novo texto que trate da criminalização da homofobia, Godoy não acredita ser o melhor caminho. “Apresentar um novo texto a gente já tentou e não conseguiu. Acredito que é a hora de se reorganizar e ver como conseguimos reapresentar na Câmara o texto do PLC 122”, pondera.

“Esse anexo do PLC 122 não significa que nós, do movimento LGBT, vamos recuar, muito pelo contrário. Agora é o momento de ir às ruas, se manifestar, se organizar”, afirma o ativista do grupo Lambda – LGBT, Denilson Pimenta. “Agora é o momento histórico dos Direitos Humanos e não somente no Brasil, mas na América Latina. Temos que Aprovar o PLC 122 para que não sirva apenas como exemplo para a América”, diz Denilson, que aposta na aprovação da criminalização da homofobia como mecanismo para que o Brasil deixe de ser o país “número um de crimes homofóbicos” para se tornar o “número um da educação” e, dessa maneira, abrir caminhos para a construção de uma sociedade “mais igualitária”.

Cinthia Abreu, ativista da Marcha Mundial das Mulheres, disse à reportagem que há uma sentimento de “decepção”, pois, segundo a ativista, a reforma do Código Penal está “piorando” o texto existente, lembrando que a nova proposta criminaliza os movimento sociais ao estabelecer o crime de terrorismo. 

Para ela, trata-se de mais uma vitória e “avanço da bancada fundamentalista”, mas, ainda assim, Cintia garante que a discussão vai se fortalecer na sociedade civil. “Não há expectativa de que o debate seja alterado no Senado. Não acreditamos que ele possa ser ainda mais sensibilizado, mas estaremos nas ruas lutando e cobrando”, finaliza a ativista.

Você sabia que existe uma bíblia gay?

A reforma foi feita com base na bíblia do Rei James, que adaptou o livro para a religião anglicana
Os tempos estão cada vez mais modernos, e a necessidade de incluir todos os grupos em patamares sociais é cada vez mais legítima – ainda bem! Os homossexuais, já se sabe, ainda são alvo de muito preconceito, embora algumas conquistas já façam parte dessa incansável luta por igualdade.

Com intenção de aproximar os grupos LGBTTTs da vida religiosa, uma versão da bíblia do Rei James (conhecido também como Jaime ou Tiago, em português) foi reformulada e agora está disponível em uma versão simpatizante.

A bíblia do rei James foi feita em meados dos anos 1600, por decisão do rei, para criar uma versão anglicana do Livro Sagrado. A edição não homofóbica, impressa no ano passado, pode ser comprada por US$ 20,82 sem o frete. A capa é branca e tem uma cruz com as cores do arco-íris na capa. Na página de compra, é possível ler algumas páginas do livro – em inglês.
Questão de interpretação
Rei James foi uma pessoa de mentalidade mais liberal para o seu tempo, além de declaradamente bissexual. Ele se casou com uma mulher, mas teve muitos relacionamentos homoafetivos com amigos e membros da corte, o que rendeu a ele o apelido de rainha.

De acordo com os organizadores da edição, a homossexualidade só foi citada na bíblia em 1946, durante uma revisão. Não há citação alguma antes disso, apenas interpretações, o que é bem diferente. E, claro, há muitos religiosos que discordam dessa “reforma” bíblica e não acreditam nos argumentos dos editores.

Ao todo, oito versículos foram editados e expressões homofóbicas foram substituídas por outras mais neutras. A equipe editorial afirma que a nova bíblia é ideal para ser usada em casamentos, cerimônias em geral, sermões, como presentes e afins. Sem falar que ela pode ser colocada à mostra simplesmente em algum cômodo ou igreja – a capa é bastante explicativa, afinal.

Confira a seguir um versículo que foi alterado
Coríntios 6:9-10
Como era: “Nem os impuros, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões (...) hão de possuir o reino de Deus”.

Como ficou: Nem os impuros, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os moralmente fracos, nem promíscuos, nem os ladrões (...) hão de possuir o reino de Deus”.

A explicação é a de que alguns termos foram traduzidos errados do grego: malakoi foi traduzido para “efeminado”, mas significa “preguiçoso”; arsenokoitais foi traduzido como “homossexual”, mas significa “homem com muitas camas; promíscuo”. E aí, o que você acha dessa reformulação?

Megacurioso

Joelma, Marco Feliciano e Silas Malafaia estão entre os “10 inimigos públicos dos gays” no Brasil, diz revista; Confira lista

Anualmente, uma publicação voltada para o público homossexual divulga uma lista com dez nomes de pessoas consideradas “inimigos públicos” do movimento gay no Brasil.

A lista de 2013 é formada em sua maioria, por cristãos, sendo que a maioria destes é conhecida por sua atuação junto ao público evangélico.

A presidente Dilma Rousseff, consta da lista e ao que parece, desagrada a ambos os setores sociais. Se por um lado, os políticos evangélicos se queixam de seu governo estimular e patrocinar a militância homossexual, pelo lado dos ativistas gays, a mandatária é vista como inimiga por não autorizar o “kit gay” nas escolas.

Dentre as lideranças evangélicas presentes na lista publicada pela revista Lado A, estão os pastores Silas Malafaia e Marco Feliciano (PSC-SP); a cantora Joelma Mendes (vocalista da banda Calypso); o deputado federal João Campos (PSDB-GO) e a psicóloga Marisa Lobo (autor e apoiadora do projeto apelidado como “cura gay”, respectivamente); entre outros.

Confira a lista:

Marisa Lobo Franco Ferreira Alves, psicóloga
Para a revista, o motivo de Marisa Lobo integrar a lista é sua defesa pública da “reversão da homossexualidade”. A publicação diz que a psicóloga “afirmou que não considera a homossexualidade normal”.

Pastor Marco Feliciano (PSC – SP)
A publicação diz que o deputado é “dono de sua própria rede de igrejas” e “conhecido por suas declarações racistas e homofóbicas”. Feliciano já esteve em listas anteriores da revista, e afirma que o pastor “galgou a presidência da Comissão de direitos humanos na Câmara para pregar sua fé e defender projetos como o da ‘cura gay’ e a derrubada da decisão do Conselho Nacional de Justiça que permitiu o casamento gay em todo o país”. Segundo a Lado A, Marco Feliciano seria o autor de um projeto para a criação do “Dia do Orgulho Hétero”.

Pastor Silas Malafaia
A referência ao líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC) é feita inicialmente pelo seu patrimônio, e a justificativa por classificá-lo como um dos inimigos dos ativistas gays no Brasil se estende às suas declarações: “Um dos pastores evangélicos mais ricos do país, Silas Malafaia adora usar o tema da homossexualidade para se projetar.

Fã do termo ‘ditadura gay’, psicólogo por formação, é a favor do projeto de cura gay. Aliás, ele mesmo defende que a homossexualidade é um comportamento que pode ser modificado”.

Deputado João Campos (PSDB – GO)
O autor do PDC 234/2011 foi lembrado justamente pelo mais polêmico de seus projetos: “Este tucano é autor do Decreto Legislativo PDC 234/11, que visa suspender artigos de resolução (Resolução 1/99) do Conselho Federal de Psicologia que proíbem psicólogos de propor tratamento da homossexualidade, o chamado ‘cura gay’”.

Senador Magno Malta (PR- ES)
Tido como “velho conhecido” da lista, o senador capixaba é apontado como alguém que é inimigo do movimento homossexual pois “se manifesta contra o casamento gay e prometeu mover ação de inconstitucionalidade contra o STF e o CNJ por causa do casamento gay”.

Deputado Jair Bolsonaro (PP – RJ)
O polêmico deputado carioca é classificado como o “autor de termos como ‘Ditadura Gay’ e ‘Cartilha gay’” e suas frases foram o principal mote de sua indicação, segundo a revista: “Ele quem começou toda esta onda de usar a mídia com declarações homofóbicas para se auto promover.

Apesar de discreto nos últimos tempos, ele e seus filhos, um é vereador e outro deputado no Rio, não perdem uma chance de fazer chacota com homossexuais e a posar de macho alpha”, diz o texto.

Joelma Mendes, da Banda Calypso
A cantora, declaradamente evangélica, foi incluída por suas declarações contrárias ao casamento gay: “Disse que conhece pessoas que deixaram de ser homossexuais mas que a recuperação era como a de drogados, e que a Bíblia diz que não é correto ser gay”.

Deputado Anthony Garotinho (PR-RJ)
A atuação do ex-governador na questão do chamado “kit gay” foi alvo da ira dos ativistas gays: “Chegou a chantagear o governo federal para a retirada do Kit Escola Sem Homofobia, causando uma crise no governo.

O kit foi retirado e até hoje as escolas não possuem um programa de combate a discriminação e ao bullying. O deputado vota contra todo projeto de lei a favor da comunidade gay e articula com a bancada evangélica as ações, mas não coloca mais a cara à frente na maioria das vezes, já que tem ambições políticas grandes”.

Emerson Eduardo Rodrigues Setim
Blogueiro condenado por crimes de ódio e preconceito, Emerson foi indicado por serem autores de um blog que, segundo a revista, “defendia a pedofilia, estupro de lésbicas, e outros pensamentos racistas e homofóbicos”.

Presidente Dilma Rousseff (PT)
A lista de queixas dos ativistas gays com a presidente é extensa: “Não dirigiu palavra aos homossexuais desde que assumiu seu mandato e parece ignorar o cotidiano de homossexuais no país [...]

Ao vetar o projeto Escola sem Homofobia, em 2011, a presidenta deixou claro que seu governo não faria propaganda de opção sexual que fosse. Dilma também não se manifestou com as decisões favoráveis aos gays da Justiça Brasileira, ou contra políticos homofóbicos”.

Por Tiago Chagas,
G+

Filha de homossexual pede que o governo proteja casamento tradicional

Uma mulher canadense criada por um homossexual decidiu se pronunciar e clamar à sociedade e ao governo que protejam o casamento entre homem e mulher. Ela atualmente prepara uma autobiografia, que fala sobre o impacto de ter pais homossexuais.

Dawn Stefanowicz, que vive em Ontário no Canadá, contou experiências humilhantes enquanto foi criada por seu pai homossexual. Em seu site pessoal, Dawn fala como sua infância foi exposta a intercâmbios de parelhas gays, jogos nudistas, entre outros.

Durante sua criação, a canadense diz que sofreu também falta de afirmação em sua feminilidade e conta como tudo isso feriu seu estilo de vida. Hoje ela oferece ajuda a outras pessoas que sofreram por vir também de uma família de estilo homossexual.

Dawn, cuja mãe morreu cedo, conta que esteve exposta a um alto risco de enfermidades de transmissão sexual devido ao abuso sexual, aos comportamentos de risco de seu pai e a numerosas parelhas.

“Desde cedo, fui exposta a conversas sexualmente explícitas, estilos de vida hedonistas, subculturas GLBT e lugares de férias gay. O sexo me parecia gratuito quando crianças. Fui exposta a manifestações de sexualidade de todo tipo inclusive sexo em casas de banho, travestismo, sodomia, pornografia, nudismo gay, lesbianismo, bissexualidade, voyeurismo e exibicionismo.”

Com tudo isso, Dawn afirma que sofreu de depressão, tendências suicidas e compulsão sexual.

Hoje, cristã e casada, ela expõe a necessidade de se manter a fundação da sociedade constituída pela relação entre esposo e esposa, pelo bem estar dos filhos biológicos.

“As crianças precisam de limites apropriados e expressões seguras de intimidade emocional que não sejam sexualizadas em casa e na comunidade.”

Ela questiona se o governo e o sistema judiciário está ‘brincando’ com as crianças, forçando “cidadãos honrados” a tolerar todas as formas de expressão sexual contra sua vontade.

“Os canadenses devem decidir e não os juízes. (...) Nesse debate crucial, os direitos humanos das crianças têm se tornado secundários, ignorados e negados”.

Ela alerta ainda que se os canadenses não pararem o matrimônio homossexual, “iremos perder toda a nossa liberdade de falar sobre assuntos em torno da sexualidade com vigor moral e religioso”.

Christian post

Datena liga morte de homossexual em boate gay a Marco Feliciano

Internautas se revoltaram com o apresentador que ligou a crítica ao homossexualismo com os crimes cometidos contra os homossexuais.

No programa Brasil Urgente desta terça-feira (28) o apresentador José Luiz Datena comentou a morte de um homossexual em uma boate carioca criticando a postura defendida pelo deputado Marco Feliciano que é contra a homossexualidade.

Datena teria dito que Feliciano defende casos como este. Internautas que acompanhavam o programa chegaram reproduzir a fala do apresentador no Twitter: “Datena diz agora no ar: ‘o que o Pr Marcos Feliciano defende é uma canalhice!’”, escreveu pastor Gracindo.

O rapaz morto na boate Queen, voltada para o público LGBT, é Luiz Antônio, um cabeleireiro de 49 anos. A boate diz que há testemunhas de que tenha sido um acidente dentro do banheiro, mas há quem descarte essa versão afirmando que ele chegou no hospital com marcas de agressão.

Enquanto o caso é investigado pela polícia, o apresentador da Band tentou ligar a homofobia com o discurso de religiosos, que assim como Marco Feliciano não aceitam a homossexualidade, causando grande revolta entre os internautas cristãos.

Ao saber que foi citado e ligado a um crime, Marco Feliciano escreveu algumas mensagens para Datena, dizendo que ele não aprova a violência. “Informaram que o Datena usou o assassinato de um homossexual em uma boate gay pra dizer que é culpa minha. Se for verdade é lamentável”, escreveu o deputado em seu microblog.

No site da emissora encontramos apenas a reportagem sobre a morte de Luiz Antônio, a Band não divulgou o vídeo com a critica do apresentador.

Fonte:
Gospel Prime

Cantor de música contra a homossexualidade é ameaçado de ser processado; vídeo é censurado

Em abril, o cantor Juninho Lutero divulgou um vídeo que defende a família tradicional, com pai e mãe. Por isso, foi ameaçado de ser processado caso não retirasse o vídeo do ar. Segundo ele, em outro vídeo divulgado na semana passada, o clipe da música Matéria Prima Original foi classificado como impróprio para menores de dezoito anos em razão de motim dos homossexuais.

“Aqueles que se dizem vítimas estão se tornando algozes da intolerância”, diz Juninho.

Colunista da Veja defende liberdade de expressão de Silas Malafaia e ataca direção da AvaazO videoclipe da música Matéria Prima Original trata da família tradicional e dos valores defendidos pelos cristãos. “E acreditem! Neu clipe, que só contém imagens de um casal ‘hetero’ com seus dois filhinhos celebrando um momento de felicidade, foi considerado impróprio, inadequado, para crianças menores de dezoito anos”, diz ele no vídeo.

Indignado, Juninho defende a liberdade de expressão e afirma que o clipe da música “foi considerado crime homofóbico pelos internautas do movimento LGBT”. Segundo o cantor, “o YouTube não teve a decência de fiscalizar o conteúdo do vídeo”.

Ele ainda é irônico e dá os parabéns ao movimento LGBT por ter conseguido limitar o acesso ao videoclipe. De acordo com Juninho, os ativistas gays – que não são identificados por ele – criaram inúmeras contas no YouTube para denunciar seu clipe.

 Juninho lembra o ocasião em que o governo federal distribuiu cartilhas com conteúdo homossexual e questiona: “Então, quer dizer que a cartilha gay pode ser distribuída livremente nas escolas do Brasil, mas [o clipe de] Matéria Prima Original é considerado altamente ofensivo, homofóbico e inadequado para menores de 18 anos?”.

Ele ainda critica o internauta evangélico que “lavou suas mãos” com relação à uma situação tão polêmica. “O fato de você não se manifestar te faz conivente com a situação”, diz ele, chamando o povo de Deus a ser “uma voz” na luta contra a ditadura da opinião e na liberdade de expressão.


Confira o clipe da música Matéria Prima Original e o vídeo de repúdio à limitação do mesmo de Juninho Lutero:
 


Christian Post

'Ditadura gay’, diz Marisa Lobo em resposta à afirmação de sociólogo: ‘Heterossexualidade não é natural’

Depois da declaração de um sociólogo em artigo publicado pela Bol, de que a ‘heterossexualidade não é natural, é compulsória’, líderes evangélicos se levantaram para manifestar sua indignação. A psicóloga Marisa Lobo se pronunciou falando sobre a tática da ditadura gay de querer desconstruir a família tradicional e a heterossexualidade.

Segundo Marisa Lobo, em sua coluna no Gospel Mais, essa ‘ditadura gay’ existe e está para “desconstruir a família tradicional e com isso afetar o cristianismo”. Marisa Lobo afirma que a sociedade está sendo pressionada por uma militância ideológica política de gênero (gay) com a ajuda da mídia e de políticos em busca de votos.

“Convencendo a população e a nós mesmos que nosso Deus é homofóbico, nossa Bíblia é homofóbica, nós cristãos somos homofóbicos, e com a ajuda de nossa omissão, nossa hipocrisia, falta de conhecimento e humildade em reconhecer aqueles que ajudam e enfrentam essas causas.”

No artigo da Bol, o professor do departamento de Sociologia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR), Richard Miskolci diz: "Todos têm essa possibilidade de se relacionar com o mesmo sexo, mas, no processo de socialização, as pessoas podem perdê-la. Desde crianças somos adestrados. Heterossexualidade não é algo natural, hoje sabemos que ela e compulsória".

A psicóloga cristã esclarece que essa tentantiva de desconstrução de Deus e da família vem através da prática de teorias como a Teoria Queer (teoria da desconstrução), Gênero Neutro e heteronormatividade. Além disso o ateísmo, relativismo social, educação, leis, política, agenda internacional, auxiliam a instituir a homofobia (lei da mordaça).

Marisa Lobo diz que seu papel e dos cristãos frente a isso é de denunciar e não se omitir, cobrar de deputados mais foco nas causas da família, porque “Jesus não foi omisso conosco”.

"E eu não sei você, vou fazer a minha parte, denunciar, palestra, escrever, alertar, gostem ou não do que vem acontecendo cobrar de nossos deputados mais foco, nas causas da família, ainda que não gostem ainda que sejamos taxados de oportunista, não importa fala sua parte, ou melhor vá além."

Ela faz crítica àqueles que são omissos e ao mesmo tempo apela para que a igreja ajude a lutar contra essa ditadura.

“Muitos pastores ausentes, fechados em seus problemas internos de suas igrejas, dizendo: ‘Estamos orando’; ‘Deus proverá’; ‘é mister que isso ocorra’… Quando chamamos atenção para a perseguição que está acontecendo no mundo das ideias, estes, tem seus discursos alienados prontos!”

De acordo com ela, tais líderes transformaram a força da palavra de Deus em ‘chavões’ e desculpas para a covardia e desinteresse em lutar pelas causas do Evangelho.

“É necessário que entendamos que, a luta com os demônios é guerra no mundo espiritual. Os demônios são seres espirituais com personalidade e inteligência”, explicou.

“O crente para atuar nessa área precisa estar devidamente revestido de poder, e estar dotado de fé suficiente para esse trabalho. Transportando para o mundo natural, o crente precisa ter conhecimento, cultura, sabedoria natural e ao mesmo tempo, oração, jejum e ação para poder agir no mundo natural”.

Christian Post

Ministério da Educação vai analisar futuro do kit gay

Estudiosos foram chamados para discutir o conteúdo desses materiais que tem como objetivo combater a discriminação contra homossexuais

O Ministério da Educação (MEC) vai debater com especialistas o futuro do material educativo que seria distribuído em escolas públicas para combater a homofobia.

O projeto batizado de “kit gay” foi vetado pela presidente Dilma Rousseff em 2011 depois que as bancadas Católica e Evangélica pressionaram o governo.

A informação sobre o futuro do kit gay foi dada pelo portal Terra em uma reportagem feita com dados da assessoria do MEC. A nota afirma que será feito uma parceria com entidades para analisar o material.

“O Ministério da Educação firmou uma parceria com o Fórum de Entidades Nacionais da Psicologia (Fenp) e dez universidades federais para debater e analisar todos os materiais educativos que abordem preconceitos, violência nas escolas e qualquer tipo de discriminação, entre eles, os materiais referentes ao Programa Escola sem Homofobia”, diz nota da pasta.

O kit com cartilhas, livros e vídeos educativos foi elaborado por diversas entidades com parceria do MEC. A ala mais conservadora não aprovou o material por considerar que ele ensinava a homossexualidade no lugar de combater todos os tipos de discriminação que existe no Brasil.

Entre os parlamentares que são contra a distribuição desse material nas escolas está o deputado João Campos (PSDB-GO) que diz que a questão sexual diz respeito à vida provada e não cabe a escola estimular uma orientação sexual.

“Essa questão de orientação sexual é algo que diz respeito à vida privada, não à escola. Quem faz a opção, a gente respeita, mas agora o poder público financiar um programa que vai estimular os adolescentes a serem homossexuais é errado”, disse Campos em entrevista ao Terra.

Ao se posicionar contra o projeto, o deputado deixa claro que não é a favor da homofobia, mas sim do conteúdo exposto nas cartilhas e vídeos. “Nós não somos homofóbicos. Somos contra qualquer forma de preconceito e nos causa estranheza o governo se preocupar tanto com um programa que busca reduzir o preconceito somente nesta área. Por que não busca um programa para diminuir a discriminação como um todo, inclusive religiosa, contra deficientes físicos, indígenas e quilombolas?”, questionou.

Material financiado com dinheiro público
Não só João Campos como muitos outros parlamentares entenderam que a ideia do kit era mostrar a homossexualidade como algo muito bom. “O poder público não tem esse papel de incentivar um tipo de comportamento”, disse o deputado.

O MEC recebeu um requerimento assinado pelo deputado do PSDB pedindo informações sobre a prestação de contas do programa “Escola Sem Homofobia”. Campos acredita que um valor significativo foi entregue à entidades para elaborar esse material.

“Ao que nos parece, as entidades contratadas para fazer o kit receberam um dinheiro significativo e até hoje não prestaram contas. Queremos saber o que foi feito com esse dinheiro e, se for comprovada a falta de prestação de contas, que medidas o governo tomou”. O MEC ainda não respondeu ao pedido do deputado.

GP

Educação dos filhos é desafio atual do cristão, avalia pastora Damares Alves

O cristão, atualmente, enfrenta novos desafios no cotidiano. E um dos principais é a educação das crianças, segundo a avaliação da pastora Dra. Damares Alves, pastora, advogada e membro da Igreja do Evangelho Quadrangular.

Em uma palestra ministrada na Primeira Igreja Batista de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, ela abordou a questão problemática.

“Nossa igreja passou por diversas fases e agora Deus está nos dando uma nova fase, que é a fase de transformação de sociedade”, disse a pastora que pediu que os evangélicos acompanhem mais a educação de seus filhos.

“Estão detonando nossas crianças... Faço um desafio aos senhores pais, qual foi a última vez que vocês abriram a mochila dos seus filhos? Qual foi a última vez que você leu o livro didático que eles utilizam na escola? ... A Igreja e os crentes estão deixando a educação dos seus filhos por conta do estado”, afirmou.

Para a pastora, alguns conceitos educacionais
estão equivocados.
“Nós temos autoridades no Brasil, especialistas que estão ocupando lugares estratégicos, pessoas que estão escrevendo as políticas públicas desta nação, pessoas que estão decidindo o futuro de nossas crianças, que dizem coisas como esta ‘uma educação diferenciada, poderá fazer desabrochar em todo o menino o seu lado feminino e em toda menina o seu lado masculino’, são conceitos como este que estão permeando a educação brasileira e a igreja evangélica está permitindo isso”, declarou a Dra Damares.

Ela criticou ainda sobre algumas cartilhas que têm sido entregues nas escolas públicas com orientações sexuais e conclamou os evangélicos a refletirem sobre o assunto.

“Igreja evangélica, Deus está nos chamando para fazer uma revisão de valores, uma revisão de conceitos”, concluiu.

Fonte Christian Post

Gay é a favor de Marco Feliciano e pede oração para deixar a prática

Ele narra que sofre muito por ser homossexual e acredita que ele já nasceu assim

A cantora Vanilda Bordieri entrevistou em Camboriú o jovem identificado como Robson, um homossexual que apoia o deputado Marco Feliciano na presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias e se mostra contrário à união entre pessoas do mesmo sexo.

Robson foi chamado de “corajoso” pela cantora que mantém na internet o programa “FofoCantora” onde entrevista personalidades do meio evangélico ou comenta assuntos polêmicos, como é o caso deste vídeo postado nesta terça-feira (30).

Na entrevista o jovem fala sobre sua família evangélica e da criação que teve, dizendo inclusive que sabe que não será salvo. “Eu tenho medo do arrebatamento”, disse ele que crê na
Bíblia.

“Como eu fui evangélico até os 18 anos eu acho que ele [Marco Feliciano] está certo e eu estou errado”, disse ele a respeito da homossexualidade. “Eu acho que os gays até podem morar junto, mas não devem se expor como muitos estão se expondo”.

O jovem tem um namorado e mesmo assim sonha em um dia deixar o homossexualismo, pedindo ajuda dos evangélicos para orar por ele, além de demonstrar carinho. “Eu sempre choro e sofro”, disse ele.

A história que Robson narra pode ser a mesma que milhares de homossexuais passam não só no Brasil como no mundo, já que o preconceito existe.

Na opinião do jovem ele nasceu dessa forma, mas sabe que através de Deus ele pode mudar sua orientação sexual. Ele diz também que não se sente a vontade em demonstrar afeto em locais públicos, pois sabe que a sociedade não está preparada para ver as relações homoafetivas.


GP
 

Evangélicos ensinam ativistas gays a fazer protesto; Pr. Silas comenta

Nesta quarta-feira (17), evangélicos protestaram em Brasília contra a permanência dos deputados João Paulo Cunha e José Genoino, membros da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara (CCJC).

José Genoino foi condenado por corrupção ativa e formação de quadrilha e João Paulo Cunha por corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro.

Pr. Silas comenta:
Já participei de algumas audiências públicas que envolveram a questão do homossexualismo e os ativistas gays. Como sempre intolerantes, pois não suportam a liberdade de expressão do jogo democrático, fazem uma verdadeira baderna com palavrões, cartazes e faixas ofensivas a nossa religiosidade e pessoa, incluindo até símbolo nazista (suástica), o que é crime no Brasil.

Todos nós temos presenciado as últimas manifestações dos ativistas gays na CDHM contra o pastor Marco Feliciano. Uma verdadeira selvageria, uma baderna e falta de respeito, ao ponto de subirem nas mesas da comissão e não permitirem que o outro lado se expresse.
 
O que vimos acontecer agora em uma manifestação na CCJC, pedindo a saída de José Genoino e de João Paulo Cunha, deputados condenados pelo STF no processo do mensalão, é uma aula de democracia e civilidade. Nenhuma gritaria, nenhum palavrão, nenhum cartaz com ofensas morais. Na verdade, nenhuma palavra dita, apenas cartazes com dizeres civilizados.

Será que o ativismo gay aprenderá com a gente? Pois nos chamam de fundamentalistas e antidemocráticos. É para rir, hahaha. Espero que a sociedade veja quem são os verdadeiros intolerantes.

Verdade Gospel

Aline Barros comenta polêmica sobre homossexualismo ao TV Fama

“Eu amo o ser humano, mas abomino
o pecado”, declarou ela.
A cantora Aline Barros foi entrevistada pelo programa TV Fama, da Rede TV, para falar sobre o que ela pensa a respeito das declarações polêmicas ditas pela vocalista da banda Calypso, Joelma, contra o casamento gay.

O repórter questionou a cantora evangélica sobre o seu posicionamento sobre a cura gay, já que Joelma disse que lutaria até a morte para converter um filho se ele fosse homossexual.

Aline repetiu por várias vezes que o amor de Deus transforma o homem. Ela também falou sobre amar as pessoas como elas são, mas abominar o pecado.
Por diversas vezes a cantora foi questionada sobre se há ou não cura para homossexuais e ela tentou falar de forma branda sobre o tema, sempre fixando o poder transformador do amor de Deus.

Não satisfeito com a resposta, o repórter voltou a questioná-la usando o caso da atriz Thammy Gretchen que foi levada à uma igreja evangélica para tentar ser “liberta” da homossexualidade, o que não aconteceu.

Incomodada sobre tantas perguntas sobre o mesmo tema, Aline foi mais clara afirmando sua posição sobre o tema: Eu amo o ser humano, mas abomino o pecado.

 
Assista o vídeo
 

 
Fonte: Gospel Prime

A Bíblia, a sodomia e a homossexualidade

É mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que encontrar respaldo bíblico para o homossexualismo
 
Quem quiser apoiar o homossexualismo, apoie, quem quiser pecar, peque. É como diz o Apocalipse: “Continue o injusto a praticar injustiça; continue o imundo na imundícia; continue o justo a praticar justiça; e continue o santo a santificar-se” (Ap 22.11).
 
O que não se pode fazer é catar um possível apoio nas Sagradas Escrituras, porque esse apoio não existe, apesar de todos os esforços e torceduras
 
Fonte Guiame

André Valadão lança a campanha #EuSouContraOCasamentoGay no twitter

No twitter, André Valadão lança campanha para que evangélicos compartilhem a hashtag #EuSouContraOCasamentoGay

O cantor e pastor André Valadão lançou uma campanha no twitter para que os evangélicos se posicionem e mostrem que não se amoldam aos padrões deste mundo.

"Se você tem a #Bíblia como base de vida e segue a #Jesus suba a TAG! #EuSouContraOCasamentoGay", escreveu ele.

André ainda postou outros tuítes com frases como: "Sou contra dançarinos afeminados dançando nos púlpitos das igrejas. #eusoucontraocasamentogay" e "Tenho pavor da obrigatoriedade da aceitação desta perversão. Deus Criou Homem e Mulher."

Em poucos minutos, muitos ministros aderiram à campanha e têm se posicionado junto com André Valadão.

Confira alguns dos tuítes já vistos.

Verônica Sacer - @veronica_sacer
"Engano do diabo achar normal ser errado e considerar burrice ser correto." #EuSouContraOCasamentoGay #EuMePosiciono

samuelmizrahy - @samuelmizrahy
EU ME POSICIONO! SOU CONTRA O CASAMENTO GAY, CONTRA O ABORTO E A FAVOR DA FAMÍLIA. #CHEGADEBUNDAMOLICE

Eu sou a favor da família. Papai, mamãe, filho e filha! Fim.
Jonathan Nemer - @JonathanNemer

Deus reprova da mesma forma um casal gay, jovens solteiros que transam e casados que adulteram... É PECADO E PONTO.

MICHELLE NASCIMENTO - @MICHELLENASC
#AfavordaFamiliaTradicionalVamos nos unir nessa campanha!!!! Irmãos, cantores, pregadores, pastores!…

JAIRINHO MANHÃES - @Jairinhomanhaes
EU SOU A FAVOR DE; DANI e ELE  não de; DANI e ELA

Deus fez Adão e Eva e NÃO ADÃO E EVO.
FAMÍLIA A FORÇA MOTRIZ DA SOCIEDADE.
Dayan Alencar - @dayan_alencar

#EuSouContraOCasamentoGay Luciano Subirá - @LucianoSubira

#EuSouContraOCasamentoGay Casamento é uma instituição divina p/ o homem e a mulher. É heterossexual e monogâmico. Se é gay não é casamento!

Chamas Vivas - @CVbanda
Parabéns @andrevaladao pela corajem que falta a muitos cantores de se manifestarem com a TAG #eusoucontraocasamentogay !!

Guiame

Renê Terra Nova critica apologia do 'Fantástico' contra a família

Neste domingo, 7 de abril, o Fantástico exibiu uma entrevista com a cantora Daniela Mercury, que acaba de assumir sua união homossexual.

A matéria também mostrou outros casos de mulheres que se casaram e têm filhos juntas.

Em seu twitter, o apóstolo Renê Terra Nova criticou a apologia da Rede Globo contra a família. Confira o que ele escreveu:

"A apologia Gay da Cantora Baiana no Fantástico chocou até mesmo os fãs, entrou na moda para ganhar seguidores, estava falida!

O que o Fantástico fez hoje provoca nossa inteligência e afronta a família! Cantora falida usando ditadura gay pra salvar carreira.

Só sendo extremamente leigo para não ver que Fantástico promove cantora falida usando publico grupo para salvar carreira! Vergonha!

Usaram a TOLICE em Fantástico para afrontar as Famílias, e a Cantora Insensata para Criticar o Dep. @marcofeliciano para promover a ditadura gay

O Fantástico hoje ultrapassou a linha da tolerância fazendo apologias contra a família e promoção a ditadura gay. Graças ao PT.

A Globo e o PT são gêmeos Univitelinos, reproduzem imoralidade e projetos destrutivos contra a Família, dá náuseas!"

Guiame

Perlla faz campanha a favor de Pr. Feliciano em rede social

A cantora Perlla se posicionou sobre a polêmica em torno da permanência do deputado e pastor Marco Feliciano na presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias.

Na contra mão da maioria da classe artística, a cantora publicou uma foto onde aparece beijando o marido Cássio Castilhol em apoio ao pastor em seu perfil no Instagram. Na legenda, Perlla afirmou que se sente representada pelo deputado: “O pastor #Marcosfeliciano @marcosfeliciano #marcosfelicianomerepresenta … #familia #projetodeDeus #uniao #amor”, escreveu a cantora.

Desde que Feliciano assumiu a comissão, diversas celebridades vieram a público criticar o pastor.

Verdade Gospel

Jornalista da Globo lembra que opinião não pode ser criminalizada

No caso do deputado Marco Feliciano a opinião dele sobre a união entre pessoas do mesmo sexo não faz dele um homofóbico.

O jornalista Alexandre Garcia, da Globo, comentou no programa da Rádio Metrópole sobre o caso do pastor Marco Feliciano que tem sido alvo de protestos por ter assumido a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara.

Ao falar sobre os protestos realizados nas sessões da CDHM, o jornalista falou que o deputado não pode ser incriminado por ter opiniões contrárias a união homoafetiva, já que no Brasil a opinião não é criminalizada.

“Se ele é acusado por opinião, supõem-se então que aqui no Brasil exista crime de opinião, o que não existe”, disse ele lembrando que no Brasil a opinião é livre e garantida pela Constituição.

“No momento em que ele puser em prática o racismo e incitar as pessoas ao racismo ou à homofobia aí sim”, disse ele lembrando que se ele como jornalista tivesse feito uma afirmação parecida com a de Feliciano sobre a África, mas citando a América do Sul ninguém o acusaria de racismo, porque é uma constatação e não um ato de discriminação racial.

Garcia também lembra que o deputado Marco Feliciano tem apoio do seu partido e que não precisa se submeter ao presidente da Câmara. “Deputado não tem chefe”, explica ele.

GP
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