Mostrando postagens com marcador judeus. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador judeus. Mostrar todas as postagens

Judeus e cristãos se unem para estudar a Bíblia juntos, em Israel


Judeus e cristãos se unem para estudar a Bíblia juntos. (Foto: Reprodução/Facebook/Yeshiva For the Nations)



Professores e rabinos israelenses estão ensinando conhecimentos sobre a Bíblia, história judaica e língua hebraica para cristãos.
Judeus e cristãos estão se reunindo em Israel para, juntos, aprenderem sobre a Bíblia com professores e rabinos.

Chamada “Yeshiva For the Nations” (“Ensino Judaico Para as Nações”, em tradução livre), a instituição de ensino está sendo liderada por um israelense cristão com base no versículo bíblico de Isaías 2:2-3, que diz:

“Nos últimos dias, o monte do templo do Senhor será estabelecido como o principal (...) e todas as nações correrão para ele. (...) Pois, a lei sairá de Sião, de Jerusalém virá a palavra do Senhor”.

O local oferece cursos sobre a Bíblia, estilo de vida judaico, língua hebraica, história judaica e outros tópicos de interesse para não-judeus.

“Enquanto cristãos estão estudando a Bíblia com outros cristãos e judeus estão estudando com outros judeus, o Yeshiva For the Nations marca uma das primeiras vezes na história em que os judeus estão ensinando a Bíblia aos cristãos”, disse o rabino Tuly Weisz.

“Mesmo que a maioria das notícia sobre o Oriente Médio sejam cheias de hostilidades, que são frutos de guerras religiosas, há alguns acontecimentos positivos que precisam ser celebrados”, acrescentou Weisz.

O estudo da Bíblia entre cristão e judeus tem sido defendido pelo rabino brasileiro Marcelo M. Guimarães, que faz parte do Ministério Ensinando de Sião, em Belo Horizonte, Minas Gerais.

Baseado no mesmo texto de Isaías 2, Guimarães afirma que a busca pelo conhecimento bíblico em Jerusalém é uma característica do fim dos tempos. “Isso acontecerá nos últimos dias. Esse é o segredo desse texto”, destacou o rabino

Ele ainda confirmou a profecia fazendo referência a Miquéias 4:1-2, Jeremias 23:20 e Zacarias 8:22-23, que diz: “Naqueles dias, dez homens de todas as línguas e nações agarrarão firmemente a barra das vestes de um judeu e dirão: ‘Nós vamos com você porque ouvimos dizer que Deus está com vocês’”.

“Você acha que hoje irá a Israel para pegar num tzitzit (talit utilizado por baixo da roupa dos judeus) de um judeu ortodoxo, que está orando no Muro das Lamentações? Ele pode ser um homem piedoso e santo, mas não é dele que a Bíblia está falando”, esclareceu Guimarães. “O judeu completo, de acordo com Romanos 11, é aquele que foi reenxertado em Yeshua (Jesus)”.

Guiame

Muçulmanos de todo o mundo marcham pedindo retomada de Jerusalém

"Iremos a Al-Aqsa, nossos milhões serão mártires", gritam manifestantes.
Protestos anti-Israel foram realizados em capitais em todo o Oriente Médio e alguns países da Ásia nesta sexta-feira. Os protestos criticavam a decisão de se implementar medidas de segurança nas entradas do Monte do Templo, em Jerusalém.

Após o ataque de três terroristas palestinos que vitimou dois soldados israelenses na semana passada na entrada do local considerado sagrado por judeus, cristãos e muçulmanos, o governo de Israel determinou a colocação de detectores de metal e câmeras, além de limitar o acesso de islâmicos.

Milhares de muçulmanos se reuniram em Amã (Jordânia), Beirute (Líbano), Istambul (Turquia) e Kuala Lumpur (Malásia) para protestar na tarde desta sexta-feira, em “solidariedade” com os palestinos e pedindo a “retomada” de Jerusalém.

Na capital jordaniana, faixas diziam que “Al-Aqsa é uma linha vermelha” que foi cruzada por Israel, em referência ao nome da mesquita localizada no alto do Monte do Templo. “Com a nossa alma, com o nosso sangue, nos sacrificaremos por você, Al-Aqsa”, cantavam.

Enquanto manifestantes incendiaram e pisotearam bandeiras de Israel, gritavam palavras de ordem como “Iremos a Al-Aqsa, nossos milhões serão mártires”.

Em Istambul, os protestos contra Israel contaram com a presença do primeiro-ministro turco, Binali Yıldırım. Ele disse à multidão que a decisão israelense era “errada” e que uma solução precisava ser encontrada imediatamente.

Nesta quinta-feira, fiéis turcos tentaram invadir uma sinagoga em Istambul, afirmando que Israel era um “estado terrorista”, que procurava bloquear a liberdade de adoração aos muçulmanos. “Se você impedir a nossa liberdade de culto, então, evitaremos a sua liberdade de culto aqui”, afirmou o Alperen Hearths, grupo ultranacionalista islâmico.

Nos últimos dias tem crescido a tensão no local, com líderes islâmicos fechando as mesquitas de Jerusalém e exigindo que as orações de sexta-feira, dia sagrado dos muçulmanos, sejam feitas na entrada do Monte do Templo. Por isso, durante todo o dia, milhares de homens protestaram em vários locais da Cidade Antiga e entraram em conflito com a polícia.

Os governos da Rússia e dos Estados Unidos já foram procurados para que intervenham na situação, mas ainda não se manifestaram publicamente

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou, no início desta semana, que os detectores de metal seriam mantidos e que Israel que não abrirá mão da segurança, mas teme que a situação saia de controle. 

Com informações Times of Israel

Evangélicos são os melhores amigos de Israel, diz primeiro-ministro Netanyahu


Primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu. (Foto: Times Of Israel)



A mensagem de Benjamin Netanyahu foi bem recebida pelo grupo 'Cristãos Unidos por Israel', que se reuniu em Washington na última segunda-feira.

Na última segunda-feira, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu disse a um público evangélico em Washington que eles são os melhores amigos de Israel em todo o mundo. A declaração foi dada em um discurso notável, exposto em vídeo enviado para a conferência anual da organização 'Christians United for Israel' ('Cristãos Unidos por Israel') - liderada pelo pastor John Hagee.

"Quando eu digo que não temos maiores amigos do que os apoiantes cristãos de Israel, é porque sei que vocês sempre estiveram com a gente", disse Netanyahu à multidão reunida no evento, que se animou em receber a mensagem. "Vocês estão com a gente porque representamos essa herança comum de liberdade que remonta a milhares de anos".

Netanyahu também repetiu uma declaração dada durante um encontro com o presidente Donald Trump, que reafirma os laços de amizade entre Israel e Estados Unidos, porém acrescentando a importância dos evangélicos nesta relação.

"Os Estados Unidos não têm melhor amigo que Israel e Israel não tem melhor amigo que os EUA", continuou Netanyahu. "E Israel não tem melhor amigo nos EUA que vocês".

Em sua mensagem para o público de evangélicos presentes no evento, Netanyahu também descreveu Israel e Estados Unidos como nações "empenhadas em uma grande luta".

"É uma luta de civilizações. É uma luta de sociedades livres contra as forças do islamismo militante", argumentou o primeiro-ministro. "Eles querem conquistar o Oriente Médio, querem destruir o Estado de Israel e então querem conquistar o mundo".

"As pessoas muitas vezes cometem um erro nas discussões convencionais quando costumam dizer que militantes islâmicos odeiam o Ocidente por causa de Israel. É realmente o contrário", continuou ele. "Eles odeiam Israel por causa do Ocidente - porque representamos uma sociedade livre construída sobre a base da herança judaico-cristã. Esta é a sociedade que tanto desprezam. Israel é o baluarte da liberdade no coração do Oriente Médio"

O primeiro-ministro também refletiu sobre o que descreveu como valores compartilhados entre os evangélicos e Israel.

"Israel representa tudo o que vocês representam no lugar mais perigoso e volátil do Oriente Médio. Existe uma sociedade, um governo, um exército que garante seus valores - nossos valores", ressaltou.

Apesar de não citar o nome do presidente Donald Trump em seu vídeo, Netanyahu enfatizou a importância de transferir as embaixadas internacionais de Tel Aviv para Jerusalém - um comentário pontuado menos de dois meses depois de Trump ter renovado uma isenção de seis meses, mantendo a embaixada em Tel Aviv.

"Tel Aviv é uma cidade maravilhosa, mas não é Jerusalém", ele brincou. "A capital de Israel é Jerusalém e a embaixada deve estar em Jerusalém".

A 'Christians United for Israel' fez campanha pela transferência da embaixada antes do prazo de junho, e seu líder, o Pastor John Hagee, alertou que esta é uma questão importante para os mais de três milhões de evangélicos ligados à organização.

Netanyahu enfatizou que, além dos valores compartilhados com os evangélicos, Israel sempre garantiu a prática cristã na região.

"Desde que Israel libertou Jerusalém, garantimos a liberdade de acesso a todas as religiões", disse Netanyahu ao grupo cristão. "É somente sob a soberania israelense que garantimos que o que aconteceu em outros locais sagrados no Oriente Médio não acontecerá aos locais sagrados sob a soberania e o controle do Estado de Israel".

"O único lugar onde você tem liberdade religiosa garantida é Israel", acrescentou Netanyahu. "O único lugar onde as comunidades cristãs no Oriente Médio prosperam, crescem, e não apenas sobrevivem, mas eles têm um futuro. Esse lugar é Israel, porque Israel garante a liberdade religiosa. Israel representa a liberdade que todos estimamos ".

Guiame

Irã promove marcha para pedir “morte a Israel”

Destruição de Israel é a “prioridade do mundo islâmico”, afirmam líderes religiosos
Depois da chamada “Revolução de 1979”, que transformou o país numa ditadura islâmica, o Irã sempre defende a destruição de Israel com base na exortação do Alcorão: “Matai-os [os infiéis] onde quer que os encontreis e expulsai-os de onde vos expulsaram”. Uma das maneiras de manter vivo esse discurso é a promoção anual do Dia de Al Quds, palavra árabe que significa “A Santa”, a maneira como os muçulmanos chamam Jerusalém.

Como todo ano, a parada realizada na capital Teerã, coincidiu com o encerramento do Ramadã, mês mais sagrado do ano para os islâmicos. Além dos tradicionais cantos de guerra, pedindo “Morte a Israel”, foi declarado que destruir o Estado judeu é “a principal prioridade do mundo muçulmano”.

Diversas bandeiras israelenses e americanas foram queimadas em sinal de protesto. Também havia muitas bandeiras da Palestina e palavras de ordem pedindo “Palestina Livre”.

Os líderes iranianos que participaram dos comícios também pediram a união entre grupos pró-palestinos contra o governo israelense, anunciou a Agência de Notícias Tasnim, do Irã.

As milhares de pessoas que foram às ruas viram desfiles da Guarda Revolucionária do Irã, que fez a exibição de três mísseis balísticos de superfície a superfície, incluindo o Zolfaghar, usado recentemente para bombardear a Síria, a mais de 600 quilômetros e distância.

Outro míssil presente foi o Ghadr, capaz de atingir um raio de 2.000 quilômetros, que poderia alcançar as bases do EUA na região e chegar até Israel.

Durante seu discurso, o presidente iraniano, Hassan Rouhani, disse que Israel apoia “terroristas na região”. Já o parlamentar Ali Larijani, chamou Israel de “mãe do terrorismo” e que em todo o século 20, “não houve nenhum evento mais ameaçador do que estabelecer o regime sionista”.

Chamou atenção a inauguração de um enorme cronômetro na Praça Palestina de Teerã. Em modo de contagem regressiva, o display digital indica que Israel deixará de existir em 8.411 dias. Ele parece refletir a promessa do líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, que até 2040 o Estado de Israel seria destruído.

Dia de Al Quds no Brasil
Embora com menor expressão, nos últimos dias ocorreram marchas em celebração ao Dia de Al Quds também em Londres, Berlim e Toronto, onde a maioria dos participantes era muçulmano, mas também havia pessoas ligadas a movimentos de esquerda, contrários a Israel.

No Brasil não ocorreram manifestações públicas, mas o Partido dos Trabalhadores promoveu uma audiência pública da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM), para marcar a data.

A reunião, presidida pela vice-presidente da CDHM, deputada Erika Kokay (PT-DF), contou com a presença do embaixador do Irã, além de entidades “defensoras da causa palestina”. 

Com informações de Times of Israel

Judeus que creem em Jesus estão sendo barrados de imigrar para Israel


Organização Jews For Jesus (Judeus Por Jesus) durante evangelismo. (Foto: Jewdas)


Embora Israel seja uma nação democrática, judeus messiânicos revelaram que têm tido o direito negado de imigrar para o país, por causa de sua fé.

Quando o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, anunciou que a nação estava “comprometida com a liberdade de todos os credos”, muitos judeus messiânicos tentaram fazer a aliá, termo que designa a imigração judaica para Israel.

“Em todo o Oriente Médio, as comunidades cristãs têm sido dizimadas e as minorias perseguidas. Mas aqui em Israel, estamos orgulhosos de ter uma comunidade cristã que está crescendo e prosperando, e nós garantimos os direitos de todos”, afirmou Netanyahu enquanto recebia o presidente norte-americano Donald Trump em seu país.

No entanto, judeus messiânicos revelaram que têm tido o direito negado de imigrar para Israel, por causa de sua fé. Um deles disse ao site Kehila News Israel que quando ouviu o discurso de Netanyahu, “só conseguia pensar: infelizmente os direitos de todos ainda não estão garantidos”.

Israel tem encorajado ativamente judeus de todo o mundo para fazerem a aliá. Aqueles que imigram, recebem um pacote de benefícios para começar a construir sua vida na nação, incluindo descontos em compras de casas e carros, reduções de impostos sobre sua renda e aulas gratuitas de hebraico.

Durante esse processo, o indivíduo precisa provar com seus documentos que é judeu ou neto de judeus. No entanto, os judeus que acreditam em Jesus Cristo são encarados como “cristãos” e não são considerados elegíveis para a cidadania israelense — mesmo que tenham provado a sua linhagem judaica.

Um casal de judeus messiânicos, que escolheu manter sua identidade anônima, apresentou todos os seus documentos para fazer aliá e esperou uma resposta por meses. Eles compraram uma casa em Israel e começaram a viver de suas economias, sem contar com o apoio do estado. Finalmente, veio a resposta do Ministério do Interior de Israel.

“‘Você teve a cidadania negada porque pertence ao judaísmo messiânico, que é uma exceção à Lei do Retorno’, apesar do fato de sermos 100% judeus”, contou J.

Ele ainda observou que em todas as nações democráticas do mundo, os judeus são livres para acreditar no que quiserem. Mesmo em Israel, é possível encontrar um judeu envolvido na Nova Era, Budismo ou ateísmo.

“Mas se eu acredito em Yeshua (Jesus), sou rotulado como um ‘missionário perigoso’”, disse J. “A ideia do Primeiro-Ministro não é garantir os direitos de todos. Talvez, agora é a hora de defender as palavras que ele proclamou ao presidente dos Estados Unidos”.

Os advogados de J. acreditam que o casal não irá receber a cidadania, apesar de um processo de apelação que já dura anos.

Em outro caso, a judia israelense A. e seu marido, que não é judeu, foram chamados pelo Ministério do Interior e interrogados separadamente. “Nós sentimos como se fôssemos criminosos”, disse ela.

“Nós não estamos aqui para tentar mudar as leis de Israel. Estamos apenas pedindo alguma forma de permanecer aqui e continuar servindo a nossa cidade”, disse J.

Guiame

Arqueólogos encontram novas provas da destruição do Segundo Templo, em Jerusalém


Arqueólogo segura bola de pedra, usada na batalha por Jerusalém, em 70 d.C. (Foto: IAA)


Novas escavações em Jerusalém revelaram marcas da batalha por Jerusalém ocorrida entre romanos e judeus, que resultou na posterior destruição do Segundo Templo.

Novas evidências da batalha por Jerusalém há 2.000 anos, na véspera da destruição do Segundo Templo, foram reveladas pela Autoridade de Antiguidades de Israel e pela Autoridade de Natureza e Parques.

Pontas de flechas e bolas de pedra foram descobertas na rua principal que subia dos portões da cidade e do Tanque de Siloé até o Templo. Os artefatos foram descobertos durante escavações dos últimos anos, que foram financiadas pela ‘Sociedade Cidade de Davi’.

As descobertas ajudam a contar a história da última batalha entre as forças romanas e os rebeldes judeus que haviam montado barricadas na cidade. O conflito resultou na destruição de Jerusalém e foi descrito pelo historiador Flávio Josefo – que viveu nos dias da batalha por Jerusalém e a registrou ‘in loco’ a destruição da cidade no ano 70 dC.

"No dia seguinte, os romanos, tendo expulsado os rebeldes da cidade, incendiaram tudo até Siloé", escreveu Josefo.

De acordo com Nahshon Szanton e Moran Hagbi (diretores da escavação), as descrições de Josefo sobre a batalha na cidade mais baixa foram pela primeira vez comprovadas de forma clara e concreta com estas novas descobertas.

As bolas de pedra disparadas por catapultas usadas para bombardear Jerusalém durante o cerco romano da cidade, foram descobertas nas escavações. As pontas de flechas, usadas pelos rebeldes judeus nas duras batalhas contra os legionários romanos, foram encontradas exatamente conforme os relatos descritos por Josefo.

Até agora, uma parte da estrada, com cerca de 100 metros de comprimento e 7,5 metros de largura, pavimentada com grandes lajes de pedra como era o costume na construção monumental em todo o Império Romano, já foi exposta pelas escavações.

A Autoridade de Antiguidades de Israel (IAA) disse que até agora as escavações arqueológicas reforçam a compreensão de que ‘Herodes, o Grande’ não foi o único responsável pelos grandes projetos de construção de Jerusalém no final do período do Segundo Templo.

A IAA informou que pesquisas recentes indicam que a rua foi construída após o reinado de Herodes, com o apoio dos procuradores romanos de Jerusalém, e talvez mesmo durante o mandato do governador romano Pôncio Pilatos, que condenou Jesus à morte por crucificação.

Szanton e Hagbi disseram: "Esta conclusão, de fato, lança uma nova luz sobre a história de Jerusalém e o final do Segundo Templo, reforçando o reconhecimento da importância da autoridade dos procuradores romanos na formação do caráter de Jerusalém”.

"Dois mil anos depois da destruição de Jerusalém e 50 anos após sua libertação, vamos voltar às cisternas de água, ao mercado e à praça da cidade na véspera da sua destruição", acrescentou.

De acordo com o Dr. Yuval Baruch, arqueólogo da região de Jerusalém para a Autoridade de Antiguidades de Israel, as escavações devem continuar por mais cerca de cinco anos e mais provas contundentes devem ser encontradas.

"Pretendemos descobrir todo o comprimento e largura da rua dentro de cinco anos e, assim, completar a escavação deste local único, que já chamou a atenção dos arqueólogos de todo o mundo, cerca de 100 anos atrás”, contou.

"Na verdade, pode-se considerar as escavações atuais, financiadas pela ‘Cidade de Davi’ como uma continuação natural das escavações arqueológicas anteriores, feitas no local, que foram iniciadas no passado por estudiosos europeus e americanos. Cerca de quatro anos atrás, as escavações arqueológicas foram renovadas ao longo da rua, desta vez, a fim de expor seu comprimento total e largura. Quando as escavações forem concluídas, o que restou da rua será conservado e preparado para receber as dezenas de milhares de visitantes”, acrescentou.

Guiame

Arqueólogos revelam detalhes sobre a batalha que destruiu o Segundo Templo

Israel comemora esta semana os 50 anos desde sua reunificação. Enquanto as Nações Unidas tentam negar o vínculo histórico do Estado judeu com sua capital, novas evidências arqueológicas são reveladas, agora pela Autoridade de Antiguidades de Israel e pela Autoridade de Natureza e Parques sobre a batalha ocorrida na cidade há 2.000 anos.

Na rua principal, que levava dos portões da cidade e do Tanque de Siloé até o Templo, foram encontradas pontas de flechas e bolas de pedra. Esses artefatos ajudam a detalhar como ocorreu a última batalha entre o exército romano e os rebeldes judeus, que mantinham barricadas dentro da cidade.

As escavações, realizadas nos últimos anos graças ao financiamento da Sociedade Cidade de Davi, mostram um pouco como foi o confronto que resultou na destruição de Jerusalém. Ela ecoa a descrição do historiador Flávio Josefo, um judeu romano que registrou o que testemunhou quando a cidade e o Templo foram totalmente destruídos no ano 70 d.C. 

Segundo os diretores da escavação, Nahshon Szanton e Moran Hagbi, “as descrições de Josefo sobre a batalha na cidade baixa foram comprovadas pela primeira vez ‘de forma clara e assustadora’”. Por exemplo, bolas de pedra iguais às encontradas agora, eram lançadas por catapultas contra Jerusalém durante o cerco romano.

Já as pontas das flechas usadas pelos rebeldes judeus nas batalhas contra os legionários romanos, se encaixam perfeitamente nos relatos escritos por Josefo dois milênios atrás.
Uma parte dessa grande rua, medindo cerca de 100 metros de comprimento por 7,5 metros de largura, foi exposta pelas novas escavações. Ele é pavimentada com grandes lajes de pedra conforme o costume das grandes construções em todo o Império Romano.

O material divulgado pela Autoridade de Antiguidades de Israel (IAA) dá conta que, até agora, essas escavações arqueológicas reforçam o entendimento de que Herodes, o Grande não foi o único responsável pelos grandes projetos de construção de Jerusalém no final do período do Segundo Templo.



A IAA explica que suas pesquisas recentes revelaram que a rua foi construída após o reinado de Herodes, apoiada pelos procuradores romanos de Jerusalém, possivelmente ainda durante o mandato do governador romano Pôncio Pilatos, o mesmo que condenou Jesus à morte na cruz.

Szanton e Hagbi declararam que “Esta conclusão lança uma nova luz sobre a história de Jerusalém no final do período do Segundo Templo, e reforça o reconhecimento da importância da autoridade dos procuradores romanos na formação de Jerusalém”.

“Dois mil anos após a destruição de Jerusalém e 50 anos após sua libertação, voltamos às cisternas de água, ao mercado e à praça da cidade que estavam aqui na véspera da sua destruição”, sublinham.

O Dr. Yuval Baruch, arqueólogo Autoridade de Antiguidades de Israel responsável pelas escavações em Jerusalém, disse que eles continuarão recuperando essa rua pelos próximos cinco anos.

“Na verdade, podemos dizer que essas escavações de agora na Cidade de Davi, são uma continuação natural das escavações arqueológicas anteriores realizadas neste local, iniciadas no passado por especialistas europeus e americanos. Uns quatro anos atrás as escavações arqueológicas foram renovadas ao longo da rua, visando expor a totalidade de seu comprimento e largura. Quando as escavações terminarem, o que restou da rua será preservado e poderá servir como local turístico, recebendo dezenas de milhares de visitantes para andarem sobre ela”, encerrou.

Com informações Christian Today

Rabinos estão separando sacerdotes que irão servir no Terceiro Templo


Judeu com um xaile de oração diante do Muro das Lamentações, em Jerusalém. (Foto: Yonatan Sindel/Flash90)


Os sacerdotes que poderão servir no Terceiro Templo são judeus que provêm da descendência de Arão, o primeiro sumo sacerdote de Israel.

Rabinos de Israel têm contado com a genética para restabelecer os sacerdotes que irão atuar no futuro Terceiro Templo.

Segundo o rabino Yaakov Kleiman, os sacerdotes que poderão servir no Terceiro Templo são Cohen, ou seja, homens judeus que provêm da descendência de Arão, o primeiro sumo sacerdote de Israel. Para reunir e treinar essas pessoas, ele inaugurou há nove anos o Centro Cohen, em Jerusalém.

Para intensificar seu trabalho de seleção, Kleiman se voltou para a genética através de estudos realizados por pesquisadores israelenses, que descobriram um cromossomo que indica uma ascendência comum entre homens judeus descendentes da classe sacerdotal.

“De acordo com a profecia, haverá um Terceiro Templo. Quando ele existir, teremos que identificar os sacerdotes”, Kleiman explicou ao site Breaking Israel News. “Os Cohen são a mão de obra do Templo. Sem eles, o local se tornará um prédio vazio”.

Sendo também um Cohen, Kleiman observa que esse fenômeno genético representa uma evidência da aliança sacerdotal descrita na Bíblia. “Esta prova científica é uma confirmação de que a aliança sacerdotal seria eterna”, disse o rabino, citando Números 25:13.

Embora os sacerdotes sejam um subconjunto da tribo de Levi, esta ferramenta genética se provou ineficaz na identificação dos levitas. Além disso, a genética não conseguiu encontrar marcadores para as tribos individuais de Israel.

Embora esteja contando com o apoio da ciência, Kleiman observa que a genética não terá a palavra final. Segundo a tradição judaica, o profeta Elias irá surgir antes do retorno do Messias para esclarecer quem é sacerdote ou não e em quais tribos cada judeu pertence.

“Eis que eu vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o grande e terrível dia do Senhor; E ele converterá o coração dos pais aos filhos, e o coração dos filhos a seus pais; para que eu não venha, e fira a terra com maldição. (Malaquias 4:5-6)”

No entanto, o rabino acredita que seu trabalho não terá sido inútil quando este tempo chegar. Ele espera que os sacerdotes geneticamente verificados já estejam atuando no Terceiro Templo quando o profeta Elias for enviado.

“Quando Elias chegar, se ele quer as informações do DNA, teremos o maior prazer de dar a ele”, brincou o rabino Kleiman. “Mas ele provavelmente fará suas determinações baseado numa fonte maior”.

Guiame

Cristãos devem participar da Pessach, a Páscoa Judaica? Teólogo responde


A celebração marca a libertação dos hebreus da escravidão no Egito rumo à Terra Prometida. (Foto: Reprodução)


Judeus messiânicos incentivam cristãos a participarem da Pessach, que é comemorada entre 10 e 18 de abril.

A Páscoa judaica, mais conhecida pelo termo hebraico Pessach, foi iniciada no entardecer desta segunda-feira (10) e será finalizada no pôr do sol do dia 18 de abril. A celebração marca a libertação dos hebreus da escravidão no Egito rumo à Terra Prometida. No entanto, é possível que a data seja comemorada entre os cristãos?





Em resposta a essa pergunta, alguns rabinos ortodoxos são categóricos: eles acreditam que os cristãos não devem participar da Pessach. Em um artigo publicado no site Christianity Today, os rabinos Yehiel E. Poupko e David Sandmel alegam que a refeição de Jesus Cristo na última ceia — que aconteceu durante a Pessach — não continham os elementos tradicionais da celebração, que foram atribuídos apenas nos séculos seguintes.

Os rabinos também encaram a versão cristã da Páscoa como um desrespeito a versão original, considerada sagrada no judaísmo. Eles argumentam que caso os cristãos estejam realmente interessados em descobrir o significado da Pessach, eles devem pedir orientações de amigos judeus ou de um rabino local.

No entanto, o pastor e teólogo americano Michael Brown acredita que embora a visão dos judeus ortodoxos seja compreensível, ela não pode ser tomada como uma verdade pelos cristãos.

“É comum que, nesta época do ano, judeus messiânicos (que reconhecem Jesus Cristo como Messias) acolham eventos especiais ensinando que Jesus é a peça central da Páscoa. Ele é o único que abre o caminho para uma libertação ainda maior do que o êxodo do Egito: seu sangue nos redime do julgamento de Deus”, disse Michael ao site The Christian Post. “Sendo assim, eles olham para o êxodo e para a cruz, e celebram as raízes judaicas de sua fé”.

Por outro lado, o teólogo entende o questionamento dos judeus mais tradicionais. “Como um judeu messiânico e como alguém se envolveu num diálogo acadêmico com a minha comunidade judaica nos últimos 45 anos, eu entendo essa objeção. Como nos sentiríamos se os muçulmanos celebrassem a Páscoa, mas incluindo nela uma profecia de Maomé?”, questionou.

Família de judeus durante a refeição da Pessach, a Páscoa Judaica. (Foto: Reprodução)
Antes de depositar sua fé em Jesus, Michael observa que muitos judeus messiânicos cresceram celebrando a Pessach e, após sua convicção cristã, a celebração assumiu muito mais significado. “É por isso que eles celebram a Páscoa em suas congregações e ensinam sobre o significado da Pessach nas igrejas. Por que eles não deveriam celebrar e ensinar outros cristãos a partir de sua perspectiva judaica messiânica?”

Em resposta aos rabinos, dois judeus messiânicos fizeram um artigo de resposta publicado no mesmo site. Mitch Glaser e Darrell Bock observam que é discutível a questão de Jesus não ter celebrado a Pessach como é conhecida hoje. “Cristo celebrou a Páscoa da mesma forma que qualquer outro judeu do primeiro século. Esta celebração pode deixar judeus e cristãos mais próximos uns dos outros ao invés de incluir mais uma barreira entre as duas comunidades”, afirmaram.

Sendo assim, Mitch e Darrel afirmam que o que lhes diz respeito é quando os cristãos não vêem qualquer identificação com o povo judeu e as origens judaicas de sua fé. “Mais diretamente, nós simplesmente não podemos roubar dos cristãos sua herança em Jesus — especialmente os acontecimentos que marcaram a Última Ceia, que era claramente um tipo de celebração da Páscoa”.

Para Michael, embora seja verdade que os cristãos se lembrem da Última Ceia quando celebram a comunhão, tudo está incluído no ambiente da Páscoa, onde eles são lembrados das raízes daquela importante refeição: Jesus morreu como nosso Cordeiro Pascal.

“Entendo preocupações destes rabinos, e seu tom não é antagônico. Mas enquanto judeus de todo o mundo se reúnem em suas casas para celebrar a Páscoa, eles não podem se sentir perturbados pela celebrações cristãs da Páscoa. Em vez disso, gostaria de encorajar os judeus a fazer uma pergunta: Por que esta celebração é tão importante assim para muitos cristãos?”, sugere o teólogo.

Guiame

Criança evangeliza colegas judeus e declara que ‘Jesus é o Messias’, em Israel


Imagem ilustrativa. A aluna compartilhou sua fé cristã com seus colegas judeus, em Israel. (Foto: Reprodução)


A garotinha, que é filha de uma judia messiânica, passou a falar sobre Jesus para seus colegas israelenses, afirmando que “Yeshua é o Messias”.

Uma corajosa aluna do jardim de infância compartilhou sua fé cristã com seus colegas judeus e declarou que Jesus Cristo é o Messias, na cidade de Ma'ale Adumim, próxima a Jerusalém, em Israel.

A garotinha é filha de uma judia messiânica identificada apenas como “M.”, para que sua identidade se mantenha em sigilo. No fim de março, ela estava reunida com seus colegas de classe e passou a falar sobre Jesus, afirmando que “Yeshua é o Messias”.

Embora os professores conheçam as crenças da aluna e sua família, a mãe de um dos estudantes se queixou da mensagem pregada pela criança cristã. Em entrevista ao Canal 7 de Israel, ela chegou a afirmar que permitir que um aluno declare Jesus como Messias é "uma hipocrisia para com a religião judaica e para com o jardim de infância em si".

Com a recomendação de dois rabinos de Ma'ale Adumim, a mãe que criticou a atitude da aluna cristã retirou seu filho da instituição. Em seguida, ela passou a compartilhar novas reclamações em um grupo dos pais nas redes sociais, mas foi removida pela professora.

Em uma mensagem feita por M., a mãe cristã, ela se retratou com os outros pais e defendeu a professora de sua filha. “A professora merece nossa admiração em nível profissional e pessoal”, disse M. “Se alguém tiver algum questionamento, entre em contato comigo e deixe a professora de fora. Nossos filhos estão nesta escola há vários anos e nunca tivemos nenhum problema. Eu entendo que, como pais, queremos proteger nossos filhos, mas nenhum de nós tinha a intenção de ferir ninguém. Eu respeito completamente a lei religiosa, nós temos muitos amigos judeus fora desta classe”.

Em entrevista ao site Kehila News Israel, a mãe disse que acredita que diante dos conflitos, os cristãos israelenses devem estar firmados em sua fé e serem exemplos através de suas ações.

"Devemos permanecer com total confiança em nossa fé, mas eu sou da opinião — é assim que eu ensino aos meus filhos — que é necessário conter nossas palavras e mostrar o amor de Deus que está em nós, através de nosso comportamento e nossas ações", disse M.

“Eu também acho que as pessoas devem nos conhecer por nossos frutos, para que vejam as suas boas obras e glorifiquem o Pai que está nos céus”, disse ela fazendo referência a Mateus 5:16. “Quando surge uma situação em que não temos culpa, como aconteceu no jardim de infância, não devemos ser rápidos em responder, mas devemos defender firmemente nossos direitos, se necessário”.

A filha de M. não foi atingida pela situação e continua frequentando o jardim de infância, mas consciente de que suas crenças têm causado agitação. A mãe que fez as acusações ainda está esperando que seu filho seja transferido para outra escola.

Guiame

“Bíblia nos dá direito a essa terra, não a Wikipedia”, diz ministro de Israel

Em evento comemorativo do 50º aniversário da Guerra dos Seis Dias, ministros defendem assentamentos na Cisjordânia

Durante o encontro do Conselho de Comunidades Judaicas da Judéia e Samaria, ocorrido em Washington, nesta terça-feira (28), o ministro das Comunicações, Tzachi Hanegbi, fez uma declaração inesperada.

Ao falar sobre a tentativa da ONU de impedir a construção de assentamentos na Cisjordânia, ele disparou “A defesa é importante, a segurança é importante, mas a coisa mais importante é a reivindicação moral de Israel. Estamos empenhados em seguir em frente, vivendo em nossa terra, terra essa que não nos foi dada pelo Google e Wikipedia, mas pela Bíblia”.

O evento em que Hanegbi falou foi organizado para comemorar o 50º aniversário da Guerra dos Seis Dias. Esta foi a primeira vez que o Conselho realizou um evento em Washington concomitantemente com a conferência do AIPAC (Comitê EUA-Israel de Negócios Públicos), visando conseguir apoio tanto nos Estados Unidos como na União Europeia para a construção de mais assentamentos.

Também discursou o ministro da Habitação e Construção, Yoav Galant, que fez questão de lembrar aos presentes que não usam o nome Cisjordânia, preferindo referir-se à região com o nome bíblico. “Para nós, Judeia e Samaria são Israel”, destacando o controle contínuo da Área C – nome dado pela ONU – é “existencialmente necessário” para o futuro do Estado judeu.

Falando depois de seus colegas, a vice-ministra das Relações Exteriores, Tzipi Hotovely, disse que há três argumentos “justos” para que o governo israelense continue construindo casas na Área C, reivindicada pela Palestina. Segundo ela, a vitória de Israel na Guerra dos Seis Dias é o fator determinante.

“Foi uma guerra justa. É uma defesa justa. Mas o mais importante, foi baseado em uma reivindicação justa”. Para ela, é uma reivindicação do povo judeu a recuperação das áreas bíblicas de Bet-El, Siquém, Jerusalém e Hebron, objeto de disputa com a Autoridade Palestina.


Incisiva, acrescentou “Eu sempre digo que a ocupação é um mito, porque nunca ocupamos a terra de outras pessoas. Esta é a terra judaica [Judéia e Samaria] e deve ser para sempre uma terra judaica, sob a lei israelense”.

Essas declarações com tons religiosos sempre são criticadas, mas ecoam a postura do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu. No ano passado, falando a alunos da rede pública, ele declarou: “Antes de tudo, estudem a Bíblia. Devemos fazer um grande esforço, pois esta é a razão do porquê estamos aqui, dos motivos pelos quais retornamos a esta terra e que nos motiva a ficar aqui.”

Os discursos dos ministros de Israel se contrapõem diretamente às recentes decisões do Conselho de Segurança da ONU. Dominado por países islâmicos, em dezembro de 2016, ele aprovou uma resolução exigindo o fim da construção de assentamentos israelenses no que chama de “territórios palestinos ocupados”. 

Com informações Jerusalém Post

Conheça a história do casal cristão que salvou mais de 300 judeus, na Segunda Guerra


Jan e Antonina Zabinski (à esquerda) e os atores Jessica Chastain e Johan Heldenbergh (à direita). (Foto: AdoroCinema)


A história de Jan e Antonina Zabinski será contada no filme "O Zoológico de Varsóvia", que chega aos cinemas brasileiros em abril. Eles ajudaram a livrar centenas de judeus da opressão nazista.

Ainda ao final do mês de março deste ano (2017), os cinemas norte-americanos receberão entre os lançamentos, um filme que pode emocionar a muitos. "O Zoológico de Varsóvia" ("The Zookeeper's Wife") conta a história de um casal cristão que ajudou a salvar mais de 300 judeus durante a Segunda Guerra Mundial.

"Baseada em fatos reais, a trama acompanha a história dos mantenedores do zoológico de Varsóvia, capital da Polônia, que salvaram inúmeras pessoas de ataques nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. Durante a invasão, Jan e Antonina Zabinski abrigaram judeus nas jaulas de seu estabelecimento. Jessica Chastain e Johan Heldenbergh fazem os protagonistas e Daniel Bruhl interpreta um dos homens do regime nazista", conta a sinopse do filme.

O filme é adaptado do livro que leva o mesmo nome e foi escrito pela autora Diane Ackerman. Antonina e Jan Żabiński, um marido e esposa cristãos, supervisionavam os animais do Zoológico de Varsóvia, na Polônia, durante a década de 1930, com muito amor e cuidado.

O Zoológico de Varsóvia floresceu e se tornou um destino, que pessoas de toda a Europa iam visitar. Mas o ano de 1939 marcou um ponto alto na história do casal. Os nazistas invadiram a Polônia e diversas nações acabaram mergulhando na Segunda Guerra Mundial.

Sob a ocupação nazista, a Polônia foi envolta em medo e opressão. Mas ninguém sofria mais do que a população judaica que logo enfrentaria perseguição e genocídio implacáveis. Jan e Antonina viram o abuso que os judeus sofriam nas mãos dos nazistas. A comunidade judaica em geral - na qual o casal cristão tinha muitos amigos - acabou sendo levada para o tenebroso Gueto de Varsóvia.

Mas apesar da ameaça nazista - que se estendia a qualquer pessoa que ousasse questionar o regime de Hitler - os Żabiński não podiam ficar indiferentes diante de tal injustiça e maldade. Eles se juntaram à resistência polonesa e assumiram a responsabilidade de realizar um plano que resgatasse judeus do gueto. Durante a guerra, eles abrigaram e protegeram mais de 300 judeus no Zoológico de Varsóvia que eles gerenviavam, mantendo esses convidados a salvo dos nazistas.

O pastor Kim Door, da igreja Tilley Bel Air, teve a oportunidade de assistir à pré-estreia filme ao filme e se emociou com a história, que lhe permitiu reflexões preciosas.

"Eu chorei várias vezes enquanto eu observava a injustiça e a opressão ser retratada na tela. Mas também me maravilhei com a força e coragem interior que vi nas vidas de Jan e Antonina (interpretadas por atores notáveis ​​Jessica Chastain e Johan Heldenbergh) e de outros integrantes da resistência", contou.

"Eram pessoas comuns - como você e eu - sacrificando sua segurança para lutar contra mal. Enquanto eu assistia ao filme, muitas vezes me perguntava: 'O que eu faria e estaria disposto a arriscar minha vida para fazer a coisa certa e salvar as vidas de pessoas inocentes?", acrescentou.

A compaixão e as convicções do corajoso casal resultaram em centenas de vidas salvas. De acordo com o romance, "The Zookeeper's Wife", Jan e Antonia eram cristãos que se sentiram chamados a lutar contra a opressão nazista.

"O filme nos mostra como mais uma vez Deus usa pessoas comuns para fazer coisas extraordinárias. Quando o Estado de Israel mais tarde honrou os Żabińskis como Justos Entre as Nações, o casal permaneceu humilde sobre suas realizações. No fundo de seus corações eles sabiam que estavam realizando a obra do Senhor e não precisavam do reconhecimento", finalizou o pastor.

O filme "O Zoológico de Varsóvia" tem lançamento previsto para o dia 27 de abril.

Guiame

Se o seu sobrenome estiver nesta lista, você provavelmente tem ascendência judia

Embora muitos latino-americanos tenham ciência de seus sobrenomes de origem europeia, poucos deles sabem que por trás de tais alcunhas pode haver algo muito maior, que remonta meados dos anos 1492 quando os judeus deixaram a Península Ibérica, caracterizando uma história que tem sido marcada por perseguições e migração.

Embora tenham se distribuído de forma desigual pelo mundo ao longo dos anos, atualmente há dados que sugerem a existência de 181.000 judeus na Argentina, 674.000 no México e 18.400 no Chile, por exemplo. Ainda, há registros de que mais de 80 países no mundo possuam populações judaicas.

Dito isso, em seu livro “Sangre Judía Españoles y Ascenso de Hebrea Antisemitismo Cristiano”, o jornalista e escrito Pere Bonnínen listou uma série de sobrenomes que poderiam significar a seus possuidores uma ascendência judaica. Confira:

(A)
Abad, Abadía, Abarca, Abastos, Abaunza, Abbot, Abdallá, Abdalah, Abdallah, Abdelnour, Abdo, Abea, Abel, Abela, Abelado, Abella, Abellán, Abendaño, Abou, Abraham, Abrahams, Abrahán, Abrego, Abreu, Abrigo, Abril, Abufelo, Abugadba, Aburto, Acabal, Acebal, Acedo, Acevedo, Acosta, Acuña, Adames, Adamis, Adanaque, Adanis, Adis, Aedo, Agababa, Agámez, Agayón, Agrazal, Agreda, Aguayo, Agudelo, Agüero, Aguiar, Aguilar, Aguilera, Aguiluz, Aguilve, Aguinaga, Aguirre, Agurto, Agustín, Ahuja, Ahumada, Aiello, Aiza, Aizprúa, Aizpurúa, Alache, Alama, Alan, Alani, Alanis, Alanís, Alaniz, Alarcón, Alas, Alavez, Alayón, Alba, Albarello, Albarracín, Albelo, Albenda, Alburola, Alcaíno, Alcanzar, Alcázar, Alcazar, Alcibar, Alcócer, Alcóser, Alcóver, Alcózer, Aldana, Aldaña, Aldapa, Aldecoba, Alderrama, Alegría, Alejos, Alemán, Alexander, Alexandre, Alfaro, Alfonso, Algaba, Alguera, Aliaga, Alicama, Alier, Alizaga, Allan, Allon, Alluín, Almanza, Almanzar, Almanzo, Almaraz, Almazan, Almeida, Almendares, Almendárez, Almendáriz, Almengor, Almonte, Aloisio, Aloma, Alomar, Alonso, Alonzo, Alpírez, Alpízar, Altamirano, Altenor, Alterno, Altino, Altonor, Alva, Alvarado, Alvarenga, Alvares, Álvarez, Alvaro, Alvear, Alverde, Alvergue, Alvir, Alzate, Amado, Amador, Amalla, Amaris, Amaya, Arnáez, Arnau, Arnesto, Anuelo, Arnuero, Arone, Arosemena, Arquín, Arrazola, Arrea, Arredondo, Arreola, Arriaga, Arriagada, Arrieta, Arriola, Arrocha, Arroliga, Arrollo, Arrone, Arrones, Arronés, Arronez, Arronis, Arroniz, Arroyave, Arroyo, Arrubla, Artavia, Arteaga, Artecona, Artiaga, Artiga, Artiles, Artiñano, Artola, Artolozaga, Aruj, Aruizu, Arze, Arzola, Ascante, Ascencio, Asch, Asencio, Asero, Así, Asís, Aspirita, Astacio, Astete, Astorga, Astorquiza, Astúa, Asturias, Asunción, Asusema, Atehortúa, Atein, Atencio, Atensio, Atiensa, Atienza, Augusto, Ávalos, Avelar, Avellán, Avendaño, Ávila, Avilés, Avilez, Ayala, Ayales, Ayara, Ayarza, Aybar, Aycinena, Ayerdis, Aymerich, Azar, Azaria, Asofeifa, Azqueta, Azua, Azúa, Azuar, Azucena, Azul, Azuola, Azurdia.

(B)
Babb, Babar, Baca, Bacca, Bacigalupo, Badilla, Bado, Báez, Baeza, Baidal, Bairnales, Baizan, Bajarano, Balarezo, Baldares, Balday, Baldelomar, Balderas, Balderrama, Balderramos, Baldí, Baldi, Baldioceda, Baldivia, Baldizón, Balladares, Ballar, Ballard, Ballester, Ballestero, Ballesteros, Ballón, Balma, Balmaceda, Balmacera, Balon, Balser, Baltodano, Banegas, Banet, Banilla, Baños, Bañuelos, Baquedano, Baquero, Baradín, Baraen, Barahoma, Barahona, Barajas, Baraquiso, Barat, Barba, Barbagallo, Barbagebra, Bárbara, Barbena, Barben, Barberena, Barbosa, Barboza, Barcelas, Barcelata, Barcenas, Barcia, Bardayan, Barguil, Barillas, Barletta, Baro, Barón, Barquedano, Barquero, Barquette, Barra, Barracosa, Barrante, Barrantes, Barraza, Barreda, Barrenechea, Barrera, Barrero, Barreto, Barrias, Barrientos, Barriga, Barrio, Barrionuevo, Barrios, Bodán, Bogán, Bogantes, Bogarín, Bohorguez, Bohorquez, Bojorge, Bolaños, Bolívar, Bonice, Boniche, Bonichi, Bonilla, Borbas, Borbón, Borda, Bordallo, Borge, Borges, Borja, Borjas, Borjes, Borloz, Borras, Borrasé, Borredo, Borrero, Bosque, Botero, Boza, Bran, Bravia, Bravo, Brenes, Breve, Briceño, Brilla, Briones, Brito, Brizeño, Brizuela, Buencamino, Buendía, Bueno, Bueso, Buezo, Buga, Bugarín, Bugat, Bugria, Burgos, Burguera, Burgues, Burillo, Busano, Bustamante, Bustillo, Bustillos, Busto, Bustos, Buzano, Buzeta, Buzo.

(C)
Caamano, Caamaño, Cabada, Cabadianes, Cabal, Cabalceta, Caballero, Cabana, Cabaña, Cabeza, Cabezas, Cabistán, Cabral, Cabrera, Cabrerizo, Cáceres, Cadenas, Cadet, Cageao, Caicedo, Cairol, Cajas, Cajiao, Cajina, Cala, Calatayud, Calazán, Calcáneo, Caldas, Caldera, Calderón, Calero, Caliva, Calix, Calle, Calleja, Callejas, Callejo, Calles, Calvo, Calzada, Camacho, Camaño, Camarena, Camareno, Camarillo, Cambronero, Camona, Campabadal, Campabadall, Campodónico, Campos, Canales, Canalias, Canas, Candamo, Candelaria, Candelario, Canejo, Canessa, Canet, Canetta, Canizales, Canizález, Canizares, Canno, Cano, Canossa, Cantarero, Cantero, Cantillano, Canto, Cantón, Cañas, Cañizales, Cañizález, Capón, Carabaguias, Carabaguiaz, Caranza, Caravaca, Carazo, Carbalda, Carballo, Casasola, Cascante, Casco, Casorla, Cassasola, Cásseres, Castaneda, Castañeda, Castañedas, Castaño, Castañón, Castaños, Castelán, Castellano, Castellanos, Castellón, Casteñeda, Castiblanco, Castilla, Castillo, Castro, Catania, Cateres, Catón, Cavalceta, Cavaller, Cavallo, Cavanillas, Cavazos, Cavero, Cazanga, Ceba, Ceballos, Ceciliano, Cedeño, Cejudo, Celada, Celedón, Celís, Centella, Centeno, Cepeda, Cerceño, Cerda, Cerdas, Cerna, Cernas, Cerón, Cerpas, Cerros, Cervantes, Cervilla, Céspedes, Cevallos, Cevedo, Cevilla, Chabrol, Chacón, Chamarro, Chamorro, Chanquín, Chanta, Cubero, Cubías, Cubias, Cubilla, Cubillo, Cubillos, Cubria, Cuebas, Cuellar, Cuéllar, Cuello, Cuenca, Cuendis, Cuernavaca, Cuervo, Cuesta, Cueva, Cuevas, Cuevillas, Cunill, Cunillera, Curbelo, Curco, Curdelo.

(D)
Da Costa, Da Silva, Dacosta, D’Acosta, Dalorso, Dalorzo, Dalsaso, Damaceno, Damito, Daniel, Daniels, Dapuerto, Dapueto, Darce, Darche, Darcia, Darío, Dasadre, Dasilva, Dávalos, David, Dávila, Davis, D’Avola, De Abate, De Aguilar, De Alba, De Alvarado, De Benedictis, De Briones, De Camino, De Castro, De Céspedes, De Espeleta, De Ezpeleta, De Falco, De Faria, De Franco, De Jesús, De Jorge, De Juana, De La Cruz, De La Cuesta, De La Espriella, De La Fuente, De La Garza, De La Guardia, De La Herran, De La Hormaza, De La Jara, De La Mata, De La Nuez, De La O, De La Osa, De La Ossa, De La Paz, De La Peña, De La Rocha, De La Rosa, De La Selva, De La Teja, De La Torre, De La Trava, De La Vega, De Largaespada, De Las Casas, De Las Cuevas, De Las Heras, De Lemos, De León, De Lev, De Lima, De López, De Luz, De Miguel, De Miranda, De Moya, De Odio, De Óleo, De Ona, De Oña, De Paco, De Paredes, De Pass, De Paz, De Pazos, De Pedro, De Pinedo, De Prado, De Rayo, De Sárraga, De Sá, De Trinidad, De Ureña, De Donado, Donaire, Donato, Doña, Doñas, Donzón, Dorado, Dormos, Dormuz, Doryan, Duar, Duares, Duarte, Duartes, Duenas, Dueñas, Duque, Duque Estrada, Durall, Durán, Durante, Duval, Duvall, Duverrán.

(E)
Echandi, Echavarría, Echeverri, Echeverría, Eduarte, Egea, Elías, Eligia, Elizalde, Elizonda, Elizondo, Elmaleh, Emanuel, Enrique, Enriques, Escude, Escudero, España, Esparragó, Espelerta, Espeleta, Espinach, Espinal, Espinales, Espinar, Espino, Espinosa, Espinoza, Espitia, Esquivel, Esteban, Esteves, Estévez, Estrada, Estrella.

(F)
Faba, Fabara, Fabián, Fábrega, Fabregat, Fabres, Facio, Faerrón, Faeth, Faiges, Fait, Faith, Fajardo, Falco, Falcón, Falla, Fallas, Farach, Farah, Fargas, Farias, Farías, Faries, Fariña, Fariñas, Farrach, Farrer, Farrera, Farrier, Fatjo, Fatjó, Faundez, Faune, Fava, Fazio, Fermández, Fermán, Francés, Frances, Francesa, Francia, Francis, Franco, Fray, Frayle, Freer, Freira, Fresno, Freyre, Frías, Frutos, Fuentes, Fumero, Funes, Funez, Fúnez, Fuscaldo, Fusco.

(G)
Gabriel, Gadea, Gaete, Gago, Gainza, Gaitán, Galacia, Galagarza, Galán, Galarza, Galaviz, Galba, Galcerán, Galeano, Galeas, Galeno, Galera, Galiana, Galiano, Galindo, Galino, Galiñanes, Gracias, Gradis, Grajal, Grajales, Grajeda, Grana, Granada, Granados, Granda, Grandoso, Granera, Granizo, Granja, Graña, Gras, Grau, Greco, Greñas, Gridalva, Grigoyen, Grijalba, Grijalda, Grijalva, Grillo, Guadamuz, Guadrón, Guajardo, Guardado, Guardano, Guardia, Guardián, Guardiola, Guarín, Guasch, Gudino, Gudiño, Güel, Güell, Güendel, Güendell, Guerra, Guerrero, Guevara, Guido, Guie, Guier, Guifarro, Guilá, Guillarte, Guillén, Guillermet, Guillermo, Guilles, Güillies, Guillies, Guillis, Guilloch, Guiménez, Guindos, Guitiérrez, Guitta, Guix, Gulubay, Gunera, Guntanis, Gurdián, Gurrero, Gurrola, Gustavino, Gutiérrez, Guzmán.

(H)
Haba, Habibe, Haenz, Harrah, Hénchoz, Hernández, Hernando, Hernánez, Herra, Herradora, Herrán, Herrera, Herrero, Hevia, Hidalgo, Hierro, Hincapié, Hinostroza, Horna, Hornedo, Huerta, Huertas, Huete, Huezo, Hurtado, Hurtecho.

(I)
Ibáñez, Ibarra, Ibarras, Icaza, Iglesias, Ilama, Irola, Isaac, Isaacs, Israel, Ivañez, Izaba, Izaguirre, Izandra, Iznardo, Izquierdo, Izrael, Izurieta.

(J)
Jácamo, Jacobo, Jácome, Jácomo, Jaen, Jiménez, Jimera, Jinesta, Jirón, Joseph, Jovel, Juárez, Junco, Juncos, Jurado.

(K)
Kaminsky, Klein, Kuadra.

(L)
La Barca, Labra, Lacarez, Lacayo, Lafuente, Lago, Lagos, Laguardia, Laguna, Lain, Laine, Lainez, Laitano, Lamas, Lamela, Lamicq, Lamugue, Lamuza, Lancho, Lanco, Landazuri, Lández, Lanuza, Lanza, Lanzas, Lapeira, Laporte, Laprade, Lara, Lares, Largaespada, Largo, Larios, Leandro, Ledezma, Ledo, Leitón, Leiva, Lejarza, Lemmes, Lemos, Lemus, Lemuz, Leñero, León, Lépiz, Levi, Leytón, Leyva, Lezama, Lezana, Lezcano, Lhamas, Lieberman, Lima, Linares, Linarte, Lindo, Lines, Líos, Lira, Lizama, Lizana, Lizano, Lizarme, Llabona, Llach, Llado, Llamazares, Llamosas, Llano, Lanos, Llanten, Llaurado, Llerena, Llibre, Llinas, Llobet, Llobeth, Llorca, Llorella, Llorens, Llorente, Llosent, Lloser, Llovera, Llubere, Loáciga, Loáiciga, Loáisiga, Loaissa, Loaiza, Lobo, Loeb, Loew, Loinaz, Lombardo, Londoño, Lope, Lopes, Lopera, López, Lopezlage, Loprete, Lora, Loredo, Lorente, Lorenz, Lorenzana, Lorenzen, Lorenzo, Loría, Lorío, Lorio, Lorz, Losada, Losilla, Louk, Louzao, Loynaz, Loza, Lozano, Luarca, Lucas, Lucena, Lucero, Lucke, Lugo, Luis, Luján, Luna, Lunaza, Luque, Luquez.

(M)
Macaya, Macedo, Maceo, Machado, Machín, Machuca, Macia, Macias, Macías, Macís, Macre, Macrea, Madariaga, Maderos, Madinagoitia, Madrano, Madrid, Madriga, Madrigal, Madril, Madriz, Maduro, Magalhaes, Magallón, Magaña, Magdalena, Maguiña, Mahomar, Maikut, Maingot, Mairena, Maisonave, Maita, Majano, Majarres, Malaga, Maldonado, Malé, Malespín, Malestín, Maltés, Maltez, Malvarez, Manavella, Mancheno, Mancia, Mancía, Mandas, Mangaña, Mangas, Mangel, Manjarres, Mans, Mansalvo, Mansilla, Manso, Mantanero, Mantica, Mantilla, Manuel, Manzanal, Manzanares, Manzano, Manzur, Marabiaga, Maradiaga, Marbes, Marbis, Marcenaro, March, Marchena, Marcia, Marcías, Marcillo, Marcos, Mardones, Marenco, Margules, María, Marichal, Marín, Marinero, Marino, Mariñas, Mariño, Marot, Maroto, Marqués, Marquez, Marreco, Marrero, Marroquín, Marsell, Marte, Martell, Martén, Martens, Martí, Martin, Martínez, Martins, Marvez, Mas, Masía, Masís, Maso, Mason, Massuh, Mastache, Mata, Matamoros, Matarrita, Mate, Mateo, Matera, Mateus, Matías, Matos, Mattus, Mattuz, Matul, Matus, Matute, Maurel, Maurer, Mauricio, Mauro, Maynard, Maynaro, Maynart, Mayo, Mayor, Mayorga, Mayorquín, Mayre, Mayrena, Maza, Mazariegos, Mazas, Mazín, Mazón, Mazuque, Mazure, Medal, Mijares, Milanés, Milano, Millet, Mina, Minas, Minero,Miño, Miqueo, Miraba, Miralles, Mirambell, Miramontes, Miranda, Miro, Mirquez, Mitja, Mitjavila, Mizrachi, Mojarro, Mojica, Molestina, Molian, Molín, Molina, Molinero, Molleda, Mollinedo, Mollo, Moncada, Mondol, Mondragón, Moneda, Moneiro, Monestel, Monga, Mongalo, Móngalo, Monge, Mongillo, Monguillo, Monjarres, Monjarrez, Monjica, Monserrat, Montagné, Montalbán, Montalbert, Montalto, Montalván, Montalvo, Montana, Montanaro, Montandón, Montano, Montealegre, Montealto, Montecino, Montecinos, Monteil, Montejo, Montenaro, Montenegro, Montero, Monterosa, Monteroza, Monterrey, Monterrosa, Monterroso, Montes, Monterinos, Monteverde, Montiel, Montier, Montoya, Monturiol, Mora, Moraes, Moraga, Morales, Morán, Morazán, Moreira, Morejón, Morena, Moreno, Morera, Moriano, Morice, Morillo, Morín, Moris, Morise, Moro, Morote, Moroto, Morraz, Morúa, Morún, Morux, Morvillo, Moscarella, Moscoa, Moscoso, Mosquera, Motta, Moxi, Moya, Mozquera, Mugica, Muiña, Muir, Mulato, Munera, Mungía, Munguía, Munive, Munizaga, Muñante, Muñiz, Muñoz, Murcia, Murgado, Murgas, Murias, Murillo, Murilo, Muro, Mussap, Mussapp, Mussio, Mustelier, Muxo.

(N)
Naim, Naira, Nájar, Nájares, Najarro, Nájera, Nájeres, Naranjo, Narvaes, Narváez, Nasralah, Nasso, Navaro, Navarrete, Navarrette, Navarro, Navas, Nayap, Nazario, Nema, Nemar, Neyra, Noguera, Nomberto, Nora, Noriega, Norza, Nova, Novales, Novo, Novoa, Nuevo, Nuez, Nunga, Núñez.

(O)
Obaldía, Obanbo, Obando, Obares, Obellón, Obon, Obrego, Obregón, Ocampo, Ocampos, Ocaña, Ocaño, Ocario, Ochoa, Ocón, Oconitrillo, Olivas, Oliver, Olivera, Oliverio, Olivier, Oliviera, Olivo, Oller, Olmeda, Olmedo, Olmo, Olmos, Omacell, , Omodeo, Ondoy, Onetto, Oñate, Oñoro, Oporta, Oporto, Oquendo, Ora, Orama, Oramas, Orantes, Ordeñana, Ordoñes, Ordóñez, Orduz, Oreamuno, Oreas, Oreiro, Orella, Orellana, Orfila, Orias, Orios, Orjas, Orjuela, Orlich, Ormasis, Ormeño, Orna, Ornes, Orochena, Orocu, Orosco, Orozco, Ortega, Ortegón, Ortiz, Ortuño, Orve, Osante, Oseda, Osegueda, Osejo, Osequeda, Oses, Osorio, Osorno, Ospina, Ospino, Ossa, Otalvaro, Otárola, Otero, Oto, Otoya, Ovares, Ovarez, Oviedo, Ozerio, Ozores, Ozuno.

(P)
Pabón, Pacheco, Paco, Padilla, Páez, Paguaga, País, Países, Paiz, Pajuelo, Palacino, Palacio, Palacios, Palaco, Paladino, Palazuelos, Palencia, Palma, Palomar, Palomino, Palomo, Pamares, Pampillo, Pana, Pandolfo, Paniagua, Pantigoso, Pantoja, Paña, Papez, Parada, Parado, Parajeles, Parajón, Páramo, Pardo, Paredes, Pareja, Pares, París, Parra, Parrales, Parreaguirre, Parriles, Parrilla, Pasamontes, Pasapera, Pasos, Passapera, Pastor, Pastora, Pastrán, Pastrana, Pastrano, Patiño, Patricio, Paut, Pauth, Pavez, Pavón, Paz, Pazmiño, Pazos, Pedraza, Pedreira, Pedreiro, Pedroza, Peinador, Peinano, Peláez, Pellas, Pellecer, Pena, Penabad, Penado, Pendones, Penón, Penso, Peña, Peñaloza, Peñaranda, Peñas, Peñate, Penzo, Peñón, Peraldo, Perales, Peralta, Peraza, Perdomo, Perea, Perearnau, Pereira, Pino, Pintado, Pinto, Pinzas, Piña, Piñar, Piñate, Piñeiro, Piñeres, Pinzón, Pío, Pion, Piovano, Piovet, Pitalva, Piza, Pizarro, Pla, Plá, Placeres, Pláceres, Plácido, Placidón, Plaja, Platero, Poblador, Poblete, Pocasangre, Pochet, Podoy, Pokoy, Pol, Polamo, Polo, Polonio, Poma, Pomar, Pomareda, Pomares, Ponares, Ponce, Pontigo, Pool, Porat, Porquet, Porras, Porta, Portela, Porter,Portero, Portilla, Portillo, Portobanco, Portocarrera, Portugués, Portuguez, Posada, Posla, Poveda, Povedano, Pozo, Pozos, Pozuelo, Prada, Pradella, Pradilla, Prado, Prat, Pratt, Pravia, Prendas, Prendis, Pretiz, Prettel, Prieto, Prietto, Primante, Prior, Prioto, Privatt, Procupez, Puente, Puentes, Puertas, Puga, Puig, Pujo, Pujol, Pulido, Pulis, Pull, Pulles, Pupo, Purcallas.

(Q)
Quedo, Queralt, Queredo, Querra, Quesada, Quevedo, Quezada, Quiel, Quijada, Quijano, Quirce, Quiroga, Quirós, Quiroz.

(R)
Raa, Raabe, Raba, Rabetta, Raga, Raigada, Raigosa, Ramírez, Ramón, Ramos, Randel, Randuro, Rangel, Raphael, Rauda, Raudes, Raudez, Raventos, Raventós, Raygada, Rayo, Rayos, Real, Reales, Reazco, Recinos, Recio, Redondo, Regaño, Rodesma, Rodesno, Rodezno, Rodó, Rodo, Rodrigo, Rodríguez, Roe, Roig, Rois, Rojas, Rojo, Roldán, Romagosa, Román, Romano, Romero, Roque, Rosa, Rosabal, Rosales, Rosas, Rouillón, Rovillón, Rovira, Roviralta, Roy, Royo, Roys, Rozados, Rozo, Ruano, Rubí, Rubia, Rubín, Rubino, Rubio, Rucavado, Rudín, Rueda, Rugama, Rugeles, Ruh, Ruilova, Ruin, Ruiz, Romoroso, Russo.

(S)
Saavedra, Saba, Sabah, Saballo, Saballos, Sabat, Sabate, Sabba, Sabín, Sabogal, Saborío, Saboz, Sacasa, Sacida, Sada, Sadaña, Sáenz, Saer, Saerron, Sáez, Safiano, Sage, Sagel, Sagot, Sagreda, Saguero, Sala, Salablanca, Salamanca, Salas, Salazar, Salbavarro, Salcedo, Salcino, Saldaña, Saldivar, Salgada, Salgado, Salguera, Salguero, Saliba, Salinas, Salmerón, Salmón, Salom, Salomón, Salumé, Salume, Salustro, Salvado, Salvatierra, Salvo, Samaniego, Sambrana, Samper, Samudio, Samuel, San Gil, San José, San Juan, San Martín, San Román, San Silvestre, Sanabria, Saucedo, Sauza, Savala, Savallos, Savedra, Savinón, Saxón, Sayaguez, Scriba, Seas, Seballos, Secades, Secaida, Seco, Sedano, Sedo, Segares, Segovia, Segreda, Segura, Sehezar, Selaya, Selles, Selva, Selvas, Semerawno, Semeraro, Sepúlveda, Sequeira, Sermeño, Serra, Serracín, Serrano, Serrato, Serraulte, Serru, Serrut, Servellón, Sevilla, Sevillano, Sibaja, Sierra, Sieza, Sigüenza, Siguenza, Siles, Siliezar, Silva, Silvera, Silvia, Simana, Simón, Sinchico, Sio, Sion, Siri, Sirias, Siverio, , Siz, Sobalvarro, Sobrado, Sojo, Sol, Solana, Solano, Solar, Solares, Solarte, Soldevilla, Solé, Solemne, Soler, Solera, Soley, Solís, Soliz, Solno, Solo, Solórzano, Soltero, Somarriba, Somarribas, Somoza, Soria, Sorio, Soro, Sorto, Sosa, Sossa, Sosto, Sotela, Sotelo, Sotillo, Soto, Sotomayor, Sotres, Souto, Soutullo, Sovalbarro, Soza, Suárez, Suazao, Suazo, Subia, Subiros, Subirós, Subisos, Succar, Sueiras, Suñer, Suñol, Surroca, Suyapa, Suzarte.

(T)
Tabah, Tabares, Tablada, Tabor, Tabora, Taborda, Taco, Tagarita, Tagarró, Tal, Talavera, Taleno, Tamara, Tamargo, Tamayo, Tames, Tanchez, Tanco, Tapia, Tapias, Taracena, Tardencilla, Tarjan, Tarrillo, Tasara, Tate, Tato, Tavares, Tedesco, Teherán, Teijeiro, Teixido, Tovar, Trala, Traña, Traures, Travierzo, Travieso, Trediño, Treguear, Trejos, Treminio, Treviño, Triana, Trigo, Triguel, Triguero, Trigueros, Trilite, Trimarco, Trimiño, Triquell, Tristán, Triunfo, Troche, Trocanis, Troncoso, Troya, Troyo, Troz, Trueba, Truffat, Trujillo, Trullas, Trullás, Truque, Tula, Turcio, Turcios.

(U)
Ubach, Ubao, Ubeda, Ubico, Ubilla, Ubisco, Uralde, Urbano, Urbina, Urcuyo, Urdangarin, Urea, Urela, Ureña, Urgellés, Uriarte, Uribe, Uriel, Urieta, Uriza, Uroz, Urquiaga, Urra, Urraca, Urrea, Urroz, Urruela, Urrutia, Urtecho, Urunuela, Urzola, Usaga, Useda, Uva, Uveda, Uzaga, Uzcategui.

(V)
Vadivia, Vado, Valdelomar, Valderama, Valderrama, Valderramo, Valderramos, Valdés, Valdescastillo, Valdez, Valdiva, Valdivia, Valldeperas, Valle, Vallecillo, Vallecillos, Vallejo, Vallejos, Valles, Vallez, Valls, Vals, Valverde, Vanegas, Vaquerano, Vardesia, Varela, Varga, Vargas, Vargo, Varsi, Varsot, Vartanian, Varth, Vasco, Vasconcelos, Vasílica, Vásquez, Vassell, Vaz, Veas, Vedoba, Vedova, Vedoya, Vega, Vegas, Vela, Velarde, Velasco, Velásquez, Velazco, Velázquez, Vélez, Veliz, Venegas, Ventura, Vera, Verardo, Verastagui, Verdesia, Verdesoto, Vergara, Verguizas, Vertiz, Verzola, Vesco, Viales, Viana, Viatela, Vicario, Vicente, Vico, Víctor, Victores, Victoria, Vidaechea, Vidal, Vidales, Vidalón, Vidaorreta, Vidaurre, Videche, Vieira, Vieto, Vigil, Vigot, Vila, Vilaboa, Vilallobos, Vilanova, Vilaplana, Villar, Villareal, Villarebia, Villareiva, Villarreal, Villarroel, Villas, Villaseñor, Villasuso, Villatoro, Villaverde, Villavicencio, Villeda, Villegas, Villejas, Villena, Viloria, Vindas, Vindel, Vinueza, Viñas, Víquez, Viscaino, Viso, Vivallo, Vivas, Vivero, Vives, Vívez, Vivies, Vivó, Vizcaíno, Vizcayno.

(W)
Wainberg, Wolf.

(X)
Xatruch, Xirinachs, Xiques.

(Y)
Yaacobi, Yanarella, Yanayaco, Yanes, Yepez, Yglesias, Yllanes, Yurica, Yzaguirre.

(Z)
Zabala, Zabaleta, Zabate, Zablah, Zacarías, Zacasa, Zalazar, Zaldivar, Zallas, Zambrana, Zambrano, Zamora, Zamorano, Zamudio, Zamuria, Zapata, Zaragoza, Zárate, Zarco, Zaror, Zarzosa, Zavala, Zavaleta, Zayas, Zayat, Zecca, Zedan, Zegarra, Zelada, Zelaya, Zeledón, Zepeda, Zetina, Zonta, Zoratte, Zuleta, Zumba, Zumbado, Zúñiga, Zunzunegui.


[ Para Los Curiosos ] [ Foto: Reprodução / Para Los Curiosos ]

Inscrição islâmica milenar reconhece ligação de judeus com Monte do Templo, em Israel


Inscrição islâmica da Mesquita de Umar, em Nuba. (Foto: Jerusalem Post)

A inscrição da mesquita de Umar, em Nuba se refere ao local do Monte do Templo, como "a rocha do Bayt al-Maqdis" ("O Templo Sagrado") - uma tradução literal do termo hebraico para o templo de Jerusalém.

Uma inscrição encontrada recentemente em uma mesquita, perto de Hebrom (Israel) oferece uma visão sobre como, até meados do século 20, o mundo muçulmano considerou a Cúpula da Dourada de Jerusalém (ou "Cúpula da Rocha") como a sucessora de dois antigos santuários judaicos que antigamente estiveram no topo do Monte do Templo, como já citado na Bíblia.

A inscrição da mesquita de Umar, em Nuba (uma aldeia situada a quase 26 quilômetros a sudoeste de Jerusalém), menciona a vila como uma doação para a Cúpula e a Mesquita Al-Aqsa. Mas o que é impressionante é que a Cúpula da Rocha é referida no texto como "a rocha do Bayt al-Maqdis" ("O Templo Sagrado") - uma tradução literal do termo hebraico para o templo de Jerusalém que os primeiros muçulmanos usaram para se referir a Jerusalém como um todo, e ao santuário da Cúpula Dourada em particular.

A tradição local atribuiu a construção da mesquita ao Califa Umar ibn al-Khattab. Sob sua regência os exércitos árabes conquistaram Jerusalém e o resto da Palestina bizantina em meados do século VII. Foi sob o seu eventual sucessor Abd al-Malik, o quinto califa, que a construção da mesquita foi concluída em 691 dC.

O bloco de calcário no qual o manuscrito foi esculpido está acima do 'mihra'b da mesquita (o nicho apontando para Meca), e diz: "Em nome de Deus, o misericordioso, o compassivo, este território, Nuba, e todos os seus limites e toda a sua área, são uma doação à rocha de Bayt al-Maqdis e à mesquita de Al-Aqsa, como foi dedicado pelo comandante do fiel, Umar ibn al-Khattab para a glória de Allah".

Dois eruditos muçulmanos que anteriormente descreveram a inscrição, a atribuíram ao século VII, o tempo de Umar. Mas os pesquisadores israelenses, que apresentaram suas descobertas durante uma conferência sobre a arqueologia de Jerusalém na semana passada, a dataram nos séculos IX ou X, baseando-se na ortografia e formulação da escrita árabe comparadas às inscrições dedicatórias das mesquitas em Ramle e Bani Naim.

Garotos Judeus olham para o Monte do Templo e Muro das Lamentações, em Jerusalém. (Foto: Reuters)
Histórico negado
Em duas resoluções recentemente votadas na UNESCO (ONU), os laços dos judeus com o Monte do Templo foram negados e o local irá passar a ser oficialmente chamado apenas por seus nomes muçulmanos "Mesquita Al-Aqsa / Al-Haram Al-Sharif".

As decisões foram duramente criticadas pelo primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, que as chamou de "teatro do absurdo".

"Obviamente, eles nunca leram a Bíblia", disse o governante na época. "Mas gostaria de aconselhar os membros da UNESCO a visitarem o Arco de Tito, em Roma, onde eles podem ver o que os romanos levaram para lá, depois de terem destruído e saqueado o Monte do Templo há dois mil anos. É possível ver gravado no arco o menorah de sete braços, que é o símbolo do povo judeu, bem como o símbolo do Estado judaico hoje".

"Certamente a UNESCO vai dizer que o imperador Tito era uma parte da propaganda sionista", acrescentou.

Guiame

Crescimento da migração de judeus brasileiros para Israel aponta profecia bíblica

Existem cerca de 110 mil judeus vivendo no Brasil e, dentre eles, 500
voltaram para Israel em 2015. A expectativa é que o número dobre em 2016.
A primeira dispersão do povo judeu, chamada de diáspora, aconteceu em 586 a.C. Nesse período, Nabucodonosor II, que era imperador da Babilônia, invadiu o reino de Judá. A segunda diáspora aconteceu em 70 d.C, quando os romanos destruíram Jerusalém, e durou quase dois mil anos.

Depois que o Estado de Israel foi instituído, em 1948, a segunda diáspora teve fim. Apesar disso, mesmo com o fluxo constante de judeus voltando a Israel, muitas famílias permaneceram espalhadas ao redor do mundo.

Para que se tenha uma ideia melhor dessa proporção, na última décadafoi registrada uma população de 6 milhões de judeus em Israel. Em contrapartida, 5,5 milhões de judeus radicados viviam nos Estados Unidos.


O regresso dos judeus

O regresso dos judeus para seu país de origem se deu de forma lenta, mas o movimento tem se acelerado notavelmente nos últimos anos. Tal ação já era prevista pela Bíblia. No Brasil, nos últimos três anos, o fluxo de judeus voltando à Israel aumentou 100%.

De acordo com os dados da última pesquisa feita pela Federação Israelita do Estado de São Paulo, existem cerca de 110 mil judeus vivendo no Brasil. Desse montante, 500 voltaram à Israel em 2015. A expectativa é que o número dobre em 2016.

Neste ano, a União Internacional de Cristãos e Judeus (UICJ) desembarcou no Brasil para ajudar, de forma ativa, famílias judias brasileiras a voltarem para Israel. A entidade já desenvolveu cerca de 400 projetos humanitários com judeus ao redor do mundo. 

“Um dos projetos da UICJ mais populares no mundo é o de ajuda a judeus a retornarem ao país de origem. A estimativa é que, até o final de 2016, 100 famílias judias brasileiras retornem para Israel com a nossa ajuda”, explica Michel Freller, diretor executivo da UICJ no Brasil.

A UICJ foi fundada em 1983 pelo rabino Yechiel Eckstein, nos EUA, com a finalidade de construir pontes de cooperação entre Judeus e Cristãos. Com cerca de 1,5 milhões de doadores ao redor do mundo, sendo destes 99% cristãos, a UICJ mantém mais de 400 projetos humanitários em Israel com foco nos Judeus que vivem em extrema necessidade.


Dos EUA para Israel

De acordo com o site CBN News, observar o retorno do povo judeu é assistir a profecia bíblica se desdobrando, com base nos textos do Antigo Testamento nos livros de Isaías, Jeremias e Ezequiel. Esse movimento é potencializado com iniciativas como as do projeto "Operation Exodus" ("Operação Êxodo ", em português), uma organização que ajuda judeus que vivem nos Estados Unidos a se deslocarem para Israel.



Fonte: GuiaMe

Descendentes de Davi entram na Justiça para se apropriar do Monte do Templo

O Monte do Templo, em Jerusalém, é um dos locais mais disputados do
mundo. Segundo a tradição judaica, é neste local que será construído o
terceiro e último templo nos tempos do retorno do Messias.
O Monte do Templo, em Jerusalém, é um lugar sagrado para judeus, cristãos e muçulmanos, sendo também um dos locais mais disputados do mundo. Segundo a Bíblia, este foi o local eleito pelo Rei Davi para construir um santuário que foi concluído por seu filho, Salomão: o Primeiro Templo.

Diante da história iniciada pelo primeiro rei de Israel, um grupo descendentes de Davi abriu um processo na justiça para iniciar uma reivindicação legal do Monte do Templo. Embora o pedido seja juridicamente sólido, existem significativos obstáculos políticos.

Segundo os professores Boruch Fishman e Israel Aurbach, o local foi originalmente comprado pelo rei Davi e ninguém mais comprou o espaço de forma legal. Diante disso, eles concluíram que o Monte do Templo deveria ser repassado como herança aos descendentes do rei.

Para estabelecer uma batalha jurídica, Fishman criou uma entidade legal para representar todos os descendentes do rei Davi, o Canfei Nesharim L'Maan Hakahal (“Asas de Águia para a Assembleia”, em tradução livre). Atualmente, a organização têm registros genealógicos que documentam a linhagem do rei Davi e seus descendentes do sexo masculino.

O advogado da entidade, Baruch Ben Yosef, explica que o Monte do Templo não foi registrado pela Autoridade da Terra de Israel, o que causa uma brecha jurídica. "O fato de hoje o Monte do Templo estar sob a autoridade do Waqf [islâmicos] ou da Jordânia não dá um direito legal à propriedade", disse ele ao site Breaking Israel News.

Ben Yosef afirma que menos de 10% da terra de Israel são propriedades privadas. Mais de 90% de Israel é propriedade do governo, tendo seus registros no Fundo Nacional Judaico e na Administração das Terras de Israel. Quando uma propriedade é comprada em Israel, ela deve ser registrada nessas autoridades. O Monte do Templo, no entanto, não está listado por essas entidades, podendo ser considerado uma propriedade privada.

"Uma vez sendo propriedade privada, as pessoas que são da linhagem do rei Davi tem uma reivindicação legal", conclui Ben Yosef. "Entretanto, a Autoridade da Terra de Israel não vai fazer nada sem uma ordem judicial do Supremo Tribunal".


Disputa religiosa e o fim dos tempos

O Monte do Templo, em Jerusalém, é um dos locais mais disputados do mundo. Foi neste monte, conhecido como Moriá, que Isaque foi levado ao sacrifício pelo patriarca Abraão. Por outro lado, os muçulmanos acreditam que lá teria ocorrido o sacrifício de Ismael, de quem os árabes são descendentes.

Segundo a Bíblia, este foi o local onde foi construído o Primeiro Templo, pelo rei Salomão.  Anos depois de ser profanado e destruído por Nabucodonosor II, em 587 a.C., o Segundo Templo foi reconstruído. O local voltou a ser destruído em 70 d.C. pelos romanos, com exceção do muro que hoje é conhecido como Muro das Lamentações.

Segundo a tradição judaica, é neste local que será construído o terceiro e último templo nos tempos do retorno do Messias.

Atualmente, no local se encontram a Mesquita de Al-Aqsa e a Cúpula da Rocha, uma das estruturas mais antigas do mundo muçulmano. Sob os termos do tratado de paz entre Israel e a Jordânia, o Monte permanece sob custódia da Jordânia. Os judeus israelenses podem entrar no complexo, mas não podem orar ou realizar cerimônias religiosas por lá.


Fonte: GuiaMe
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...