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Menina de três anos é escolhida a nova 'deusa viva' do Nepal

Menina Trisnha Shakya ficará reclusa pelos próximos 9 anos. Segundo a tradição, as 'deusas vivas' são a reencarnação da deusa hindu Kali.

ma menina de três anos foi eleita nesta quinta-feira (28) a nova "Kumari", a tradicional menina deusa viva que é venerada por hindus e budistas no país do Himalaia há 500 anos, que sucede sua antecessora que se aposentou aos 12 anos ao supostamente alcançar a idade de sua primeira menstruação.

A menina Trisnha Shakya foi levada entre fotógrafos e nos braços do seu pai ao Palácio Kumari Ghar de Katmandu, onde ficará reclusa pelos próximos nove anos com esporádicas saídas ao exterior em festividades religiosas.

"Temos Trishna Shakya como a nova deusa. Ela substituíu agora Martina Shakya, que completou 12 anos", disse à Agência Efe o sacerdote Uddhav Karmacharya, um dos membros do comitê que selecionou a nova menina deusa.

"Escolhemos Trishna entre muitas outras meninas porque seu mapa astral era mais adequado que o das outras", explicou.

As meninas Kumari (palavra que significa menina solteira) têm que pertencer à comunidade indígena de Newar e à família Shakya e, no momento de ser escolhidas, ter entre dois e quatro anos.

Além disso, devem cumprir uma série de requisitos, como ter um determinado mapa astral ou uma voz clara.

Tradição
Segundo a tradição, são a reencarnação da deusa hindu Kali e o mandato se estende até que cheguem aos 12 anos, momento em que supostamente menstruam pela primeira vez e a partir do qual abandonam o templo

Frequentemente vistas como uma atração turística, as meninas deusas recebem educação no complexo em que se encontram reclusas, onde inclusive fazem os exames oficiais, e podem receber a visita diária de seus pais.

É o caso de Martina, eleita em 2008, a primeira Kumari do período republicano apesar da tradição das meninas deusas estar muito ligada à já extinta monarquia no país.

"Ela é livre agora e pode estudar onde quiser. Também pode se casar se assim desejar", explicou à Agência Efe o sacerdote Karmacharya sobre a Kumari saliente, que se despediu com honras de estado.

Motivo de orgulho
Para as famílias das meninas deusas, a escolha costuma ser um motivo de orgulho, apesar do isolamento das menores nos anos posteriores.

"É um momento de orgulho para nós. Estou extremamente feliz que a minha filha tenha sido eleita como a deusa viva", disse à imprensa o pai da nova Kumari, Bijay Ratna Shakya.

De fato, centenas de pessoas na capital acompanharam a nova Kumari em uma procissão com música tradicional desde sua casa até o templo de Taleju, onde aconteceu a cerimônia de boas-vindas e se encontrou com a sua antecessora.

Depois, a antiga Kumari se despediu com uma homenagem do Exército e foi levada escoltada por centenas de pessoas ao lar que abandonou há quase uma década.

Estátua de faraó encontrada em Israel pode comprovar relatos do Livro de Josué

Arqueólogos ainda não identificaram quem é retratado na peça encontrada em Hazor
Uma estátua de 4300 anos de idade, representando um faraó foi encontrada destruída no sítio arqueológico de Tal Hazor, no norte de Israel. Acredita-se que ela foi quebrada 3300 anos atrás, durante a invasão liderada por Josué naquele local.

A cidade de Hazor foi crucial para o estabelecimento de Israel na poção norte de Canaã. A Bíblia relata o conflito entre Jabim, rei de Hazor, e as tropas israelitas em Josué 11. Embora pequena, contando com cerca de 20 mil moradores, foi o centro de uma coalizão de pequenos Estados canaanitas, que acabou conquistada e queimada.

Escavações realizadas pela Universidade Hebraica de Jerusalém em Hazor há décadas confirmam aspectos dos relatos bíblicos. Mas a presença de um artefato egípcio ainda intriga os arqueólogos, que não conseguiram descobrir quem ela retrata.

O assunto foi debatido extensivamente no livro Hazor VII: The 1990-2012 Excavations, the Bronze Age [Hazor VII: As escavações de 1990-2012, a Era do Bronze]. Seus autores, os egiptólogos Dimitri Laboury e Simon Connor concluíram apenas que era “um objeto de prestígio conectado à realeza egípcia”.

A cabeça da estátua encontrada em Israel é de uma pessoa usando uma peruca curta e curvada, tendo na testa um uraeus, a cobra solar associadas ao faraó na iconografia do antigo Egito. Não se sabe que tipo de relação política havia entra as pessoas da cidade e o governo egípcio, na época o mais importante de toda a região.

“A renderização desses traços faciais na peça de Hazor são características da quinta dinastia [cerca de 2465-2323 a. C.], embora não seja possível determinar com certeza o rei que representa”, explicam Laboury, integrante da Fundação Nacional Belga para Pesquisa Científica na Universidade de Liège, e Connor, curador do Museo Egizio em Turim, na Itália.

Até o momento o corpo da estátua não foi localizado, mas as escavações no local continuam.

Cidade destruída e queimada
Hazor foi completamente destruída em meados do século 13 a. C. Isso já foi comprovado pelos arqueólogos e as datas reforçam o relato bíblico.

Além da Bíblia não há outros registros sobre a invasão, mas pesquisas mostram que essa escultura foi uma das muitas estátuas destruídas de propósito. “As fendas indicam que o nariz foi quebrado e a cabeça separada do resto da escultura antes de ser quebrada”, concluíram Laboury e Connor.

Outras estátuas egípcias também foram descobertas em Hazor, incluindo uma desenterrada em 2013, que tem as patas de uma esfinge. “Dada a localização de Hazor no norte de Israel, o número de estátuas egípcias e os fragmentos estatuários descobertos no sítio arqueológico é algo surpreendente. “Todas as estátuas parecem ter sido destruídas deliberadamente”.”, afirma o relatório de outra equipe de mencionadas por Labour e Connor no livro.

Em 2012, os pesquisadores conseguiram encontrar o palácio real da época da conquista. Nele havia uma sala com 14 potes de barros cheios de trigo queimado.

O processo de datação utilizado mostra que eles são aproximadamente da época da conquista israelita. O fato de o trigo estar queimado encaixa perfeitamente com o relato bíblico da conquista de Hazor, a única cidade cananeia que os israelitas liderados por Josué destruíram com fogo (Josué 11:9).

Contrariando os arqueólogos que insistem que Hazor foi destruída pelos egípcios ou várias tribos que viviam perto do mar e os filisteus. Como os egípcios mantiveram registros detalhados das cidades que conquistaram, pode-se perceber que Hazor não aparece em nenhuma dessas listas.

Nem os filisteus ou outros “povos do Mar” devem ter se aventurado muito longe da costa para fazer um ataque contra uma cidade. Ainda mais um local como Hazor, que além de ser distante do mar ficava em um terreno montanhoso. 

Com informações de Live Science

Pregador Luo: "É estranho condenarmos ídolos de barro e adorarmos ao Homem"

Em entrevista exclusiva ao Guiame, Pregador Luo condenou o fanatismo gospel e associou este contexto à própria idolatria no meio evangélico.

"Arrependa-se!". Apesar deste ser o título de uma música de mais de 20 anos atrás e a mensagem ser ainda mais 'antiga', Pregador Luo destacou que ela continua mais atual do que nunca e foi incluída justamente na abertura de seu novo álbum "RetransMISSÃO".

O rapper participou da Expoevangélica 2017 e em entrevista exclusiva ao Guiame, afirmou que o termo "missão" não foi colocado em destaque no nome do álbum por acaso e afirmou que seu propósito continua ser o de pregar o Evangelho, incluindo a mensagem de arrependimento, que já tem sido esquecida em muitas canções ou pregações atuais.

"Eu me sinto no dever de continuar pregando o Evangelho. E o 'RetransMISSÃO', com esse enfoque na missão é porque essa é a minha missão: pregar como um rapper, não só como um agitador cultural, mas como um homem que vem compreendendo cada dia mais os desígnios de Deus", explicou.

Falando sobre a volta da faixa "Arrependa-se", 20 anos após sua primeira gravação, Luo contou que a compôs a música em uma fase um tanto "radical" de sua vida, mas também na qual já via a importância de alertar as pessoas sobre a importância do arrependimento no processo de salvação.

"As pessoas vivem fases diferentes das duas vidas. Quando eu compus o álbum 'Arrependa-se', eu me vi numa fase até 'radical', porque eu tinha acabado de me converter. O Evangelho para mim era uma coisa desesperadora, de falar: 'Cara, eu estou lendo todas essas paradas e a humanidade vai morrer, vai para o inferno e como é que não se fala sobre essas coisas'. Diante dessa situação, diante da Bíblia, de um Deus tão bondoso, misericordioso, mas que também é Justiça; que é perdão, mas também é fogo que consome, como que as pessoas não falam sobre isso?", destacou.

Luo lamentou o contexto atual que o cenário 'gospel' vive, no qual as pregações e músicas não falam mais sobre este tipo de mensagem que é essencial ao Evangelho.

"A música gospel e muitas pregações têm se tornado muito taxativas no sentido de talvez enfraquecer um pouco a mensagem do Evangelho, só com aquela coisa da cura, do milagre ou da busca por coisas que são muito mais terrenas do que parecidas com as coisas do Reino de Deus", explicou.

O músico também condenou o 'fanatismo gospel' e destacou que isto expõe a hipocrisia de muitos evangélicos, que condenam os que adoram imagens e outros deuses, mas insistem em idolatrar artistas e pregadores.

"Será que não é muito estranho a gente dizer para as pessoas não idolatrarem ídolos de barro e chegar no nosso ambiente e idolatrarmos ídolos de carne e osso?", questionou. "Tem alguma coisa que não está soando correta dentro desse Evangelho que está sendo propagado".

Polarização e extremos
O rapper assumiu que expressar e levar uma mensagem equilibrada, que traduza o Evangelho em sua essência está cada vez mais difícil em um mundo tão polarizado e extremista, a tirar por exemplo pela de muitos usuários das redes sociais.

Quando questionado sobre o ponto em que a humanidade teria se perdido para chegar a este nível, o rapper lamentou especificamente a situação na qual o Brasil se encontra.

"A gente se perdeu quando a gente começou a querer fazer justiça com a próprias mãos, mas também quando a gente começou a ter todos os nossos direitos básicos que a gente conquistou através dos nossos impostos, a gente se perdeu na falta de crença, na falta de fé... estou falando da falta de crença no ser humano. A gente deixou de acreditar nos políticos, porque eles nos deram motivos para a gente deixar de acreditar neles. A gente deixou de ter uma educação fundamentada e embasada, porque os professores não recebem o suficiente e adequado para lecionar. A base da sociedade está corrompida", disse.


Guiame

A teologia da prosperidade idolatra um 'Deus' que ela mesma cria, diz Paul Washer

"Mais idolatria é praticada aos domingos que em qualquer outro dia da semana. Por quê? Porque as pessoas estão adorando a Deus, mas não O conhecem". O alerta foi dado pelo pastor Paul Washer durante uma pregação que ele ministrou na Igreja Aliança do Calvário (liderada pelo pastor Paulo Júnior), durante uma de suas vindas ao Brasil.

Segundo Paul Washer há uma grande diferença entre idolatria e adoração e o que tem ocorrido em muitas igrejas evangélicas atualmente é a prática da idolatria, pelo fato dos cristãos não terem conhecimento bíblico sobre quem Deus realmente é.

"Muitas pessoas não conhecem fatos bíblicos sobre Deus e na ausência do conhecimento bíblico, elas fazem de Deus a sua própria imagem e adoram o 'Deus' que eles fizeram", alertou.

Paul Washer citou como exemplo, as igrejas que pregam a teologia da prosperidade, explicando que elas não ensinam a verdade bíblica sobre Deus.

"É isso que acontece nas igrejas da prosperidade. Como será que Deus é para as pessoas por lá? É como uma máquina de refrigerantes: Você coloca a oração e retira a bênção? Dificilmente você vai ouvir que Deus é Santo, Soberano, que Ele é Justiça, dificilmente vai ouvir sobre Sua ira, sobre Seu ódio ao pecado. Elas estão adorando um 'Deus' que se parece mais com um Papai Noel, não o Deus das Escrituras", disse.

O pastor alertou que até mesmo pastores estão deixando de estudar nos seminários teológicos sobre a identidade de Deus e, consequentemente, acabam não pregando sobre este assunto primordial para a mensagem do Evangelho.

"Muitas vezes, nem mesmo os pregadores estudam quem Deus realmente é. E então as pessoas não ouvem sermões sobre quem Deus é e então não conhecem a Deus. Na ausência do conhecimento sobre Deus, nós colocamos outra coisa no lugar Dele: nossas próprias ideias", destacou.


Guiame

Saiba o que há por trás das festas juninas


Com características pagãs, a Fête de Saint-Jean é comemorada na França. (Foto: Reprodução)



Adaptada nos dias atuais pelas igrejas evangélicas, a festa começou com camponeses europeus em uma celebração pagã da colheita, fertilidade da terra e dos casamentos.

Se engana quem pensa que a festa junina e suas principais tradições como a quadrilha, o quentão e a canjica foram criados no Brasil. As características da festa têm origem diversas em países da Europa como França, Inglaterra, Alemanha e Portugal.

A comemoração foi trazida ao Brasil pelos portugueses no século 16 em conjunto com a Igreja Católica, somando um significado religioso na data.

“Aqui recebeu também as outras influências dos povos indígenas e dos povos negros, e já entraram como festas católicas”, explica à CBN a professora e pesquisadora de festas religiosas populares da UFMG, Lea Perez.

Nos últimos anos, a festa passou a ter adaptações da cultura americana country e das igrejas evangélicas. No Distrito Federal, por exemplo, fiéis da Comunidade Cristã Ministério da Fé, em Taguatinga, criaram em 2004 a primeira quadrilha gospel profissional do Brasil, conhecida como “Busca Fé”.

Segundo o Pastor Bruno Ânderson, há diferenças na maneira como o período de junho e julho é celebrado. “A origem é da corte francesa que chegou no Brasil. No começo foi estranho. Começaram a criticar, até por não conhecer a origem, né?”, disse ele. “Todo tipo de comida típica tem. A gente tem o famoso 'crentão'. É sem álcool, né... Só água, gengibre, açúcar”.

No entanto, a festa não nasceu com conotações do cristianismo. As comemorações eram feitas camponeses europeus para uma celebração pagã da colheita, fertilidade da terra e dos casamentos.

Esses rituais envolviam o acendimento de fogueiras, balões e comemorações com danças e cânticos. Na transição da Idade Antiga para a Idade Média, essas festividades passaram a ser assimiladas pela Igreja Católica, que soube diluir o culto aos deuses pagãos do período junino e substituí-los pelos santos.

Os termos típicos cantados pelos marcadores de quadrilha têm ligação com o jeito de falar dos franceses. “É por isso que a dança da quadrilha traz consigo essas palavras afrancesadas: anarriê, balancê”, explica Jádison Nantes, presidente da União Junina Mineira há mais de dez anos.

A quadrilha brasileira também teve influência dos franceses na tradição das danças de corte, adaptadas de clubes e salões europeus, que se misturaram às manifestações negras e indígenas. Hoje em dia, é possível encontrar Brasil inovações da quadrilha como a entrada da música eletrônica misturada à viola caipira e o sotaque carregado do interior.

Guiame

Igreja católica desmente Claudio Duarte sobre pregação contra Maria

Paróquia Nossa Senhora Rainha, em Belo Horizonte, emitiu comunicado
Desde que começou a circular pela internet um vídeo de uma pregação do conhecido pastor Cláudio Duarte sobre uma palestra dele em uma igreja católica – há cerca de uma semana – o assunto vem gerando polêmicas.

Ele conta que falou sobre o perigo da idolatria para os fiéis católicos, de maneira específica, referindo-se à Maria. Embora ele não diga textualmente onde foi essa pregação, fiéis católicos apontavam para a paróquia Nossa Senhora Rainha, em Belo Horizonte.

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Com a quase onipresença dos smartphones com câmaras, de fato surgiu um vídeo, gravado nesse local, mostrando que Duarte fez ali uma palestra em agosto de 2016.

Contudo, a paróquia veio a público agora para esclarecer que, nessa ocasião, o pastor não abordou os dogmas marianos. Em um comunicado divulgado pela paróquia nas redes sociais e assinado por Flávio Campos, da equipe de Comunicação da Arquidiocese de Belo Horizonte.

O texto afirma que o pastor esteve ali, mas mostrou “cordialidade e respeito aos católicos” e que “não houve qualquer menção aos dogmas marianos”.

Após as primeiras reações contrárias, numa campanha que pedia que igrejas católicas não convidar mais pastor Claudio para pregar, ele gravou um vídeo onde pedia perdão por ter causado polêmica e ter “ofendido” os católicos. Entretanto, não diz claramente em que igreja católica pregou contra a idolatria a Maria nem quando isso ocorreu.

GospelPrime

Cláudio Duarte esclarece enganos sobre Maria: “Ela não foi qualquer uma”


Pr. Cláudio Duarte em pregação na Assembleia de Deus Ministério de Madureira, no Rio. (Foto: Flickr/AD Madureira)



O pastor esclareceu alguns dogmas sobre Maria em participação numa Igreja Católica. Após alguns católicos se sentirem ofendidos com suas brincadeiras, ele emitiu um pedido de desculpas.

Durante uma recente pregação feita na Igreja Assembleia de Deus Ministério de Madureira, no Rio de Janeiro, o pastor Cláudio Duarte relembrou de sua participação em uma Igreja Católica. Na ocasião, ele aproveitou para esclarecer os dogmas em relação à imagem de Maria.

“Eu disse que muitas vezes o povo protestante ignora a importância de Maria. Como eu posso dizer que Maria foi uma mulher qualquer, se foi a única que pisou nesta Terra com o privilégio de ouvir o Filho de Deus lhe chamar de mãe?”, disse o pastor. “Não posso dizer que ela foi qualquer uma. Ninguém viveu o que essa mulher viveu”.

Duarte lembra que durante sua pregação na missa católica, ele esclareceu que Maria foi uma mulher honrada pelo Senhor, mas não pode ser considerada mãe de Deus. “Pelo simples princípio básico de que ninguém pode ser mãe de alguém que é mais velho”, ele relatou.

O pastor também reforçou aos católicos, na ocasião, que Maria não morreu virgem e não tem sua imagem desrespeitada por causa disso. “Ela era casada com José, não podia ter relacionamento sexual?”, ele questionou.

“Aliás, eu acho que Maria era uma mulher tão bonita que quando José viu ela pela primeira vez, sabe o que ele falou? ‘Nossa Senhora, que mulher bonita!’”, disse ele em tom de brincadeira.

Seu confronto aos dogmas da Igreja Católica gerou uma grande repercussão nas redes sociais, por padres e pelo grande número de católicos que acompanham o ministério de Duarte. Por causa de sua brincadeira feita com Maria, o pastor divulgou um pedido de desculpas nesta terça-feira (21).

“Eu fiz uma brincadeira que não devia e acabei criando uma situação desagradável para a fé de pessoas que me respeitam. Eu tenho meus valores e não vou abrir mão deles, mas eles não fazem de mim alguém mau educado. Eu não deveria ter falado da maneira que eu falei e ter brincado da maneira que eu brinquei”, disse o pastor em sua conta no Instagram.

“Eu sei que todo sábio tem seu dia de tolo. Eu não sei nem se eu sou sábio, mas com certeza nesse momento eu fui um tolo e fiz uma brincadeira com algo que eu não devia. Quero pedir desculpas à comunidade católica pelo desrespeito que fiz para com pessoas que me respeitam. Temos posicionamentos diferentes, mas isso não nos impede de caminhar próximos”, ele continuou.

Participação no Programa do Raul Gil

Na pregação feita na Assembleia de Deus, o pastor ainda comentou sobre sua participação no Programa do Raul Gil, onde Duarte emocionou o Brasil ao responder com sinceridade uma pergunta sobre homossexualidade.

“Foi uma benção. Eu confesso a vocês que foi um dos melhores programas de televisão que eu participei. As pessoas me alertaram, dizendo: ‘Cláudio, é um programa difícil’. Mas eu fui debaixo de oração”, ele conta.

Um dos momentos mais marcantes do episódio foi quando a filha de Gretchen foi em direção ao pastor e o abraçou. “Foi uma coisa para mim muito gratificante, muito respeitosa. Eu recebi a oportunidade de deixar alguns valores”, comentou Cláudio.

Confira a pregação completa:




Guiame

Claudio Duarte prega contra idolatria dentro de igreja católica

Vídeo gerou irritação em grupos católicos
O pastor Cláudio Duarte ficou bastante conhecido no país devido ao seu estilo bem-humorado. Muitos de seus vídeos fazem sucesso na internet e ele constantemente está com a agenda lotada, fazendo palestras em todo o país.

Sua fama já gerou, inclusive, convites para falar em igrejas católicas. Contudo, nos últimos dias há uma verdadeira campanha contra ele nas redes sociais. Iniciada por grupos católicos descontentes com a maneira como ele se referiu à idolatria, mais especificamente sobre a maneira como os católicos veem Maria, a mãe de Jesus.

Trechos de uma pregação recente, onde ele conta que pregou sobre o tema dentro de uma igreja católica. Ainda que tenha lembrado a todos que Maria foi uma mulher diferente, por ter sido escolhida para gerar Jesus, Duarte reiterou o relato bíblico de que ela não é uma “santa” merecedora de adoração e não poderia ser chamada de “mãe de Deus”.

O pastor reiterou que ela não morreu virgem e que esse é apenas um dogma católico. As igrejas evangélicas, apesar de respeitarem o papel de Maria na concepção de Cristo, defendem a doutrina bíblica de que ela teve outros filhos e que não possui esse status divino atribuído a ela pela tradição católica.

Ainda que no vídeo em questão, ele não especifique onde fez tais afirmações, a campanha de protesto contra o pastor, onde católicos o acusam de “falso ecumenismo” apontam que teria sido na Paróquia Nossa Senhora Rainha, de Belo Horizonte.

Diferentes páginas católicas nas redes sociais reproduziram o vídeo e pedem que o pastor não seja mais convidado para falar em igrejas católicas, por “respeito a Maria”. Uma delas é a do conhecido padre Rodrigo Maria, um dos primeiros a se manifestar contra a pregação de Claudio Duarte.

O site Fides Press reclama que “Existe uma profunda desorientação na Igreja. Os nossos pastores (padres e bispos) resolveram por fogo na sacristia e os fiéis? Ahh, esses que inalem as fumaças da confusão de Satanás enquanto riem das babozeiras dos “Omoristas” do evangelho.”

Assista ao vídeo:


GospelPrime

“Queremos combater a idolatria, mas adoramos artistas gospel”, lamenta pastor


O pastor inicia falando sobre a coerência cristã citando os feitos dos reformadores. (Foto: Reprodução).



O pastor Rossi Lamounier observa que muitos cristãos condenam a idolatria, mas esquecem de evitar outros ídolos, como artistas gospel.

Quando se fala em idolatria, logo se pensa em imagens e esculturas. Religiosos que se prostram diante estátuas, quadros e realizam suas preces para seres que não podem responder. Mas, é bem provável que se olharmos para o nosso interior, encontraremos algum outro tipo de idolatria, seja por dinheiro, comida ou até por um artista gospel. E foi exatamente o que o pastor Rossi Lamounier da IBC Contagem, em Minas Gerais, pontuou em seu discurso no programa Bate-Papo.

Ele inicia falando sobre a coerência cristã citando os feitos dos reformadores. “Eu sou muito grato a Deus pelos reformadores que foram iluminados e pelo o que eles fizeram. Em suma, antes o cristianismo, que havia se perdido na história, era como se Cristo Jesus estivesse no topo de uma escada e para alcançá-lo nós tínhamos de galgar degrau por degrau para fazer por merecer”, disse.

O líder continua sua fala detalhando: “Eles fizeram isso e uma das coisas foi dizer assim: ‘Jesus está ao dizendo vinde a mim todos vós que estais cansados’. Ou seja, acessível ao pior e porque eu estou dizendo isso? Tem muito a ver com coerência pois temos aí cinco pilares que precisam ser compreendidos. Nós temos escritura, temos fé, graça, Cristo e a Deus toda glória”, pontuou se referindo às Cinco Solas, que definem princípios fundamentais da Reforma Protestante em contradição com os ensinamentos da Igreja Católica.

Idolatria e Escrituras

O pastor Rossi se detém a uma das cinco afirmações: Soli deo Gloria. “A Deus toda glória, não é? Dizer isso hoje é um assunto mais pertinente quando se fala de coerência cristã. Porque hoje a gente combate a idolatria bíblica e nós idolatramos muitos artistas gospel. E a Escritura então tem um grande problema hoje, porque hoje se prega qualquer coisa. Se prega a auto-ajuda, o relativismo, se prega psicologismo, prosperidade, a teologia de prosperidade. Tudo, menos o Evangelho no aspecto geral”, denunciou.

O pastor ainda pontua: “Isso vai transformando uma sociedade. Nós temos estatisticamente um número maior de crentes, do que a gente tinha há 30 anos atrás e que não tem feito tanta diferença assim na sociedade por causa do feeling, por causa do bom senso. As pessoas banalizaram o pecado, o bom senso e vivem em função disso”, alertou.

Confira o vídeo na íntegra:



Guiame

Católicos são estimulados a adorar ídolos pagãos em nome do “diálogo inter-religioso”

Bispo do Reino Unido acredita que cristãos poderiam se beneficiar da prática
Uma diocese católica no Reino Unido está encorajando seus fiéis a visitar santuários pagãos para “se prostrar” diante de imagens e comer alimentos “abençoados” nos rituais pagãos. A atitude seria para promover o “ecumenismo” e “diálogo inter-religioso”.

Nas diretrizes divulgadas em seu site oficial, a diocese Católica de Hallam, liderada pelo bispo Ralph Heskett, encoraja os cristãos a levar flores para Buda, reverenciar os murtis hindus (imagem de deuses) e se curvarem diante do livro sagrado dos sikh. Os fiéis também são encorajados a comer alimentos que foram “abençoados” nos rituais hindus e sikhs e são normalmente oferecidos aos visitantes.

O bispo Heskett evitou responder ao site LifeSiteNews, que lhe questionou como ele justificava esses ensinamentos à luz dos Primeiros Mandamentos, que afirmam: “não terás outros deuses diante de Mim” e “Não farás para ti imagem esculpida… Não te encurvarás diante delas”.

Muitos católicos ingleses não estão satisfeitos com essa postura. O presidente do Instituto Lepanto, Michael Hichborn, lembra que essas diretrizes não apenas desviariam os cristãos, mas desonravam os primeiros mártires.

“Os primeiros mártires cristãos recusaram a oferecer até mesmo uma pitada de incenso aos demônios pagãos, sofrendo terríveis torturas e morte”, desabafou.

Hichborn aponta ainda que a diocese de Hallam vem sofrendo com a queda de mais de 50% da frequência às missas desde o estabelecimento da diocese (de 30.000 para 12.000).

Ele acredita que o liberalismo está gerando uma crise dentro da Igreja Católica.

“O bispo parece estar vivenciando uma dissonância cognitiva, na medida em que não vê como honrar as divindades pagãs tem ligação com uma diminuição da fé cristã em seu próprio rebanho e o declínio resultante no comparecimento às missas”, disse ele.

Finalizou dizendo que “Nosso Senhor perguntou se o Filho do Homem acharia fé quando voltasse à Terra. Com bispos como esse defendendo a veneração de ídolos pagãos e promovendo doações para templos budistas, esta é uma questão que podemos começar a perguntar desde agora. Pode haver uma indicação mais clara de que nossa Igreja está sofrendo uma crise de fé, até o ponto de apostasia?”.

GospelPrime

Historiador aposta que através da tecnologia “vamos nos transformar em deuses”

Yuval Noah Harari revela que empresas de TI já estão trabalhando nisso
A próxima indústria a render bilhões de dólares não será um serviço ou produto, mas a tentativa de oferecer um “upgrade” aos seres humanos, revelou um especialista. Para ele, em breve os seres humanos terão acesso à tecnologia que lhes permitirá “transformar-se em deuses”.

Autor premiado, o historiador Yuval Noah Harari ficou conhecido no Brasil pelo livro “Sapiens: Uma breve história da Humanidade”. Ele fez uma série de previsões em seu best seller Homo Deus: Uma Breve História do Amanhã.

“A maior indústria do século 21 provavelmente será a melhoraria dos seres humanos”, afirma Harari, que visualiza um futuro sombrio para a humanidade e “a ascensão da classe inútil”.

“Quando pensamos no futuro, geralmente pensamos em um mundo onde as pessoas são idênticas a nós, mas desfrutam de melhor tecnologia: armas a laser, robôs inteligentes e naves espaciais que viajam à velocidade da luz”, afirma.

Em seguida, revela que “No entanto, o potencial revolucionário das tecnologias futuras é mudar o próprio ser humano, incluindo nossos corpos e nossas mentes… Os seres humanos vão se transformar em deuses”.

O historiador defende que os seres humanos vão adquirir habilidades, “que no passado eram consideradas divinas, como a juventude eterna, leitura da mente, e a capacidade de criar vida”.

Ele sublinha que embora essas ideias possam soar muito ambiciosas, retiradas de algum filme de ficção científica, as empresas gigantes da tecnologia já estão trabalhando para torná-lo realidade.

O Google, por exemplo, tem uma divisão que se concentra exclusivamente na “superação da morte”, enfatiza. A singularidade, assunto já abordado em diversos livros e filmes, aposta que será possível fazer uma transferência da essência – ou alma – de uma pessoa para uma máquina, o que a faria, na prática, viver para sempre.

Harari explica a sua teoria “Eu acho que é provável que nos próximos 200 anos o Homo Sapiens vai fazer um upgrade em si mesmo para algum tipo se ser divino, seja através de manipulação biológica ou de engenharia genética e criação de ciborgues, parte orgânicos e parte não-orgânicos”. E continua: “Essa seria a maior evolução na biologia desde o surgimento da vida”.

Em uma projeção das próximas décadas, o conferencista da Universidade Hebraica de Jerusalém diz que os seres humanos mais avançados terão menos coisas para fazer durante o dia. Afinal, a maioria das tarefas será realizada por robôs e inteligência artificial. Eles então passarão a maior parte de suas vidas imersos na realidade virtual.

Além de seres humanos ‘melhorados’, Harari também acredita que a humanidade pode tornar-se “eternamente inútil” devido às capacidades crescentes de Inteligência Artificial.

Em entrevista recente, ele disse que há um lado sombrio nesse avanço da sociedade. À medida que os seres humanos se tornam funcionalmente “inúteis”, podemos perder o “sentido de propósito”.

Ele antevê que, como nem todo mundo poderá arcar com os custos dessa atualização, haverá uma divisão que pode desencadear “velhas ideologias racistas”. Somente os ricos poderão viver para sempre com a ajuda da tecnologia, enquanto as camadas mais desfavorecidas da sociedade iriam continuar morrendo.

Levando tudo isso em consideração, ele pede que os seres humanos levem essa questão muito a sério. Ao invés de deixar o destino nas mãos dos cientistas, Harari defende que o assunto deveria ser parte da agenda política e que possamos, desde agora, ajudar a “decidir o rumo futuro da humanidade”.

GospelPrime

Pastora quebra imagens de santa e vídeo repercute na internet

Conselho de Pastores diz que não concorda com a divulgação das imagens.
Um vídeo mostrando evangélicos quebrando uma estátua de Nossa Senhora Aparecida teve grande repercussão nas redes sociais nesta terça (10). Gravado em Botucatu, interior de São Paulo, mostra uma pastora orando e usando um martelo para destruir algumas imagens católicas. Outras pessoas presentes acompanham a oração e repreendem a “idolatria”.

A pastora, que foi gravada por um dos obreiros, diz: “Oh, glória. Não aceito outro Deus. Aleluia, Jesus. Teu nome seja glorificado, Senhor. Abençoa, Senhor, meu pai, que foi feita pelas mãos do inimigo. Seu nome será honrado e glorificado. Está quebrada, em nome de Jesus”.

Devido à repercussão negativa, o internauta que originalmente postou o vídeo no Facebook apagou a publicação. Mesmo assim o material, que tem pouco mais de um minuto, já havia sido copiado e compartilhado exaustivamente no WhatsApp.

Mesmo sem identificar quem é a pastora e a igreja a qual ela está ligada, as imagens chegaram a ser mostradas na televisão durante um jornal local.

Diversos católicos da cidade, revoltados, marcaram um encontro em frente à casa da pastora para um momento de oração. Outros disseram que vão denunciar os envolvidos, acusando-os de intolerância religiosa. O crime, previsto pela Lei 9.459, de 1997, prevê prisão de um a três anos e multa.

O Conselho Municipal de Pastores de Botucatu, declarou que não concorda com a divulgação do ato nas redes e que respeita outras religiões. Contudo, admite que a prática é comum em algumas igrejas quando alguém se converte. Além disso, o conselho afirmou que irá entrar em contato com a pastora para ter mais informações sobre o ocorrido.

Emitiu também uma nota, assinada pelo Missionário Paulo Cruz, onde afirma: “Fazendo dessa nota um pedido de perdão aos nossos irmãos e amigos católicos que se sentiram ofendidos com o vídeo de uma prática isolada que está circulando nas redes sociais. Seguimos em pregar as boas novas de Jesus Cristo o Salvador de acordo com as sagradas escrituras preservado acima de tudo o amor é respeitado ao próximo”. Com informações de G1

Assista:

Comissão teológica católica pede que papa declare Maria “corredentora”

Teólogos esperam reconhecimento em 2017, centenário das aparições em Fátima, Portugal
A Associação Mariana Internacional, juntamente com mais de 100 bispos, sacerdotes, teólogos de mais de 20 países, estão pedindo que o papa Francisco reconheça publicamente Maria corredentora com Jesus.

Um documento de 10 páginas, assinado pela Comissão Teológica da Associação Mariana Internacional foi publicado em 1 de janeiro. Com o título de “O papel de Maria na Redenção”, o material pede que o reconhecimento ocorra em 2017, para “celebrar o centenário das aparições de Nossa Senhora em Fátima, Portugal”, revela o site católico Church Militant.

O pedido é mais um do antigo movimento dentro da Igreja Católica para que se proclame o “quinto dogma mariano”. Até agora, a Igreja proclamou quatro dogmas sobre a Mãe de Jesus: 1) seu papel materno no nascimento de Cristo, o Filho de Deus, se tornando verdadeiramente a Mãe de Deus (theotokos, Concílio de Éfeso, 431); 2) sua virgindade Perpétua (primeiro Concílio de Latrão, 659); 3) sua Imaculada Conceição (Pio IX, proclamação ex cathedra, 1854); e 4) sua assunção ao céu (Pio XII, proclamação ex cathedra, 1950).

A possibilidade de anunciar o quinto dogma, foi debatido durante o Concílio Vaticano II, em 1965, mas não foi aprovado na sua versão final. Agora, os 33 membros da comissão teológica, vindos de diversos países do mundo, argumentam que existem suficientes indícios bíblicos e históricos para que Maria seja considerada “corredentora” e “mãe espiritual da humanidade”. Eles lembram ainda que o prefixo “co” remete a ideia de “com” e não de “igual”. Resslavam que ninguém pode ser colocado no nível da trindade, pois isso seria blasfêmia. O documento pode ser lido na íntegra aqui.

GospelPrime

Para Que serviu a Serpente de Moisés?

Começamos fazendo uma pergunta, por que Deus pediu para Moisés fazer uma serpente de metal, se Ele mesmo ordenou que imagem alguma
fosse feito e levantado?

Este episódio é usado por muitos que defendem suas praticas de idolatria, para justificar suas imagens, amuletos, cristais e deuses. Dedicam a eles as curas algo impossível que lhes aconteceram, dinheiro, sucesso dizem que foi por causa deles.

A resposta é bem simples, quando Deus pediu que Moisés fizesse aquela serpente de metal era que o povo havia se corrompido, tinha feito rebelião contra Moisés, tinha se distanciado dos mandamentos, veio então as serpentes e começou a haverem baixas no povo de Israel.

Aquela serpente servia como advertência, para que fosse curado e ao mesmo tempo não voltassem a praticar as mesmas obras de outrora, e como premio bastava olhar e eram salvo daquele veneno. Números (21;8-9)

Agora uma coisa é Deus mandar, e outra é fazer sem autorização de Deus e ainda adora-la, fazerem nações interias, prostrarem, adorarem, carregarem em seus ombros em procissões.
Você já ouviu falar da imagem Neustã? Pois bem falarei quem foi, Neustã. Foi um ídolo de metal colocado em uma haste, e o povo de Israel se corrompeu e queimou incenso e prestou culto a esta imagem, mas observe um detalhe sabe quem ordenou que ela fosse feita? Deus!

- Mas, espera aí irmão- pergunta você - como Deus faria isto? Sabia! muitos foram os curados quando parava na frente de Neustã. Que complicação não é mesmo? Mas não há nada de complicado pois continuo falando da mesma serpente, aquela que foi levantada por Moisés.

Mas foi preciso o Rei Ezequias destruí-la do meio do povo, pois eles estavam queimando incenso, e desviando toda adoração que era de Deus e depositando naquela serpente. (2 Reis 18:4) – O Rei Ezequias tirou os altos, quebrou as estátuas, deitou abaixo os bosques, e fez em pedaços a serpente de metal que Moisés fizera; porquanto até àquele dia os filhos de Israel lhe queimavam incenso, e lhe chamaram Neustã.

Porque Deus mandou Moisés fazer? E agora o Rei Ezequias usado por Deus, quebra fazendo em pedacinhos? Como falei Deus permitiu como advertência, não como adoração, na realidade quem realizava o milagre não era a serpente Neustã e sim o próprio Deus que funcionava como soro antiofílico, neutralizando o veneno dos que eram picados pelas serpentes.

Este é o perigo das imagens, amuletos, cristais pois eles em si nada podem fazer são obras feitas por mão humanas, não podemos tê-los para não desviar a nossa confiança em nosso Deus. E o povo de Israel guardava aquela serpente como amuleto e transformaram em um ídolo.

Nada pode desviar a nossa adoração ao Senhor Jeová , mas observe um detalhe, idólatra não é apenas aquele que se prostra diante a uma imagem e presta culto a ela. Idólatria é toda devoção em outras atividades ou objetos que desviam a sua atenção de Deus. Fazendo você esquecer de coloca-Lo em primeiro lugar em sua vida.

O que tem roubado o seu tempo de devoção ao seu Deus? Tem sido o seu trabalho, como Neustã? Seu carro? A televisão? O dinheiro?

Não é pecado ter carro importado, um bom emprego, televisor, dinheiro, o problema é a devoção a primazia que tem que ser de Deus ou seja Ele tem que estar em primeiro lugar em nossas vidas, em nossa mente. Quando colocamos Ele sobre todas as coisas, o nosso carro, o nosso trabalho, as demais coisas viram benção em nossa vida.

Que Deus possa ter o primeiro lugar na sua vida, sendo o Senhor de todas as coisas.

(Mateus 6:33) - Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.

Que Deus te abençoe hoje e sempre amém

Por Pb Josiel Dias

O que precisamos saber sobre festas juninas?


Quando a festa foi trazida ao Brasil por intermédio dos imigrantes portugueses, algumas mudanças aconteceram. A primeira delas e, talvez a mais importante, foi a absorção plena da festa junina pela população rural. (Foto: Superbrinquedos)


Tudo começou quando a Igreja cristã canonizou João Batista, a partir daí foram-lhe conferidas duas honrarias: o título de santo, “São João”, e uma festa, a festa de São João. Mas o que se celebra nessa festa?

Vamos começar falando sobre as origens da festa. Existem, pelo menos, duas teorias para a origem da expressão “festa junina”. A primeira que pode vir de São João, através do título “joanina” e outra referente ao mês de sua celebração, junho, portanto, “junina”. Embora não saibamos ao certo a origem dos termos, fato é que há um personagem principal em todo esse período, o mártir cristão João Batista, filho de Isabel e Zacarias.

Tudo começou quando a Igreja cristã canonizou João Batista, a partir daí foram-lhe conferidas duas honrarias: o título de santo, “São João”, e uma festa, a festa de São João. Mas o que se celebra nessa festa? Com base no Evangelho de Lucas 1.26,36, João Batista nasceu seis meses antes de Jesus. Portanto, se o nascimento de Jesus — o Natal — é celebrado em 25 de dezembro, logo o de João Batista deveria ser celebrado seis meses antes, em 24 de junho. Em outras palavras, a festa de São João, ou a festa junina, é o Natal de João Batista — é claro que estas datas são simbólicas, pois não sabemos ao certo a data do nascimento de Jesus, nem do Batista.

Por outro lado, a velha Europa que recebeu o cristianismo já tinha sua própria cultura. Uma das tradições mais conhecidas era o “midsommar”, o costume de acender grandes fogueiras no solstício de verão (21 a 23 de Junho), a época do ano em que o Sol incide com maior intensidade no hemisfério norte. Há registros de que os Druidas e Vikings acendiam fogueiras em seus cultos de adoração e também para espantar maus espíritos. No período de evangelização de tais povos, infelizmente, a Igreja Católica inventou a história que Isabel acendeu uma fogueira para avisar Maria que João tinha nascido. Assim, pouco a pouco as fogueiras se tornaram também um elemento cultural da festa de São João Batista. Ainda hoje, a fogueira de São João é o traço comum que une todas as Festas de São João Europeias (da Estônia a Portugal, da Finlândia à França).

Quando a festa foi trazida ao Brasil por intermédio dos imigrantes portugueses, algumas mudanças aconteceram. A primeira delas e, talvez a mais importante, foi a absorção plena da festa junina pela população rural. Por causa da grande safra agrícola de Junho, as comidas à base de milho se tornaram indispensáveis para a celebração, sem falar das roupas, músicas e instrumentos caipiras, as danças de roda, quadrilha (de origem francesa) e as balas de Cosme e Damião, que no imaginário popular da maioria, não passam de um patrimônio folclórico de seus ancestrais.

Ainda que haja aspectos religiosos na festa de São João, como o de fazer pedidos ao santo ou oferecer comidas a ele, na maioria dos lugares, as festas juninas já perderam o caráter de festa religiosa. A festa de São João (24/Jun) nada mais é do que comer milho e dançar com família e amigos; a festa de Santo Antônio (13/Jun), mais conhecida como o Dia dos Namorados, é um dia para dar presentes para o cônjuge ou levá-lo(a) para jantar; já a festa de São Pedro e Paulo (29/Jun), ninguém mais se lembra do que se trata.

Em meio a toda essa história, levanta-se a seguinte questão: um cristão protestante deve participar de festas juninas? Baseado no que já falamos até aqui, podemos tirar três princípios práticos para a nossa vida. Primeiro, entendo que os cristãos protestantes não devem ir às igrejas católicas ou a qualquer outro lugar onde haverá oração, rezas, missas e invocação de São João, pois isso implicaria em culto idólatra e falso. Segundo, se você for convidado para ir à casa de um amigo católico neste dia para comer milho etc., fique à vontade para aceitar, desde que não haja atos religiosos ali presentes. Terceiro, entendo que não há pecado nenhum em comer milho, pamonha, curau, dançar quadrilha, ouvir música caipira e vestir xadrez, desde que tudo isso esteja livre de vínculos religiosos. Acho que ser contra qualquer tipo de festividade que tenha origem no catolicismo é uma posição complicada. Quem sustenta tal posição deveria abster-se de celebrar também o dia dos namorados.

Finalmente, livremo-nos de escândalos, confusões ou estresses desnecessários. Se algum irmão que você conhece é contra festa junina, em todos os níveis, não o convide para celebrar algo do tipo, preserve a paz. Oro para que tais festividades nos ajudem a compreender melhor nossa relação com a cultura em que estamos inseridos. Não somos do mundo, mas vivemos nele. Nossa tarefa é rejeitar aquilo que não combina com os princípios da Palavra e desfrutarmos das coisas boas da vida com a consciência tranquila.

Guiame

Evangélico, técnico do Vasco manda retirar imagem de Senhora Aparecida do clube, diz jornal

O técnico Jorginho, evangélico, assumiu o Clube de Regatas Vasco da Gama na última colocação da tabela no Campeonato Brasileiro, e disputando uma vaga nas quartas-de-final da Copa do Brasil. E para corrigir os rumos do time em campo, teria tomado uma decisão que impactou fora das quatro linhas.

O novo treinador do gigante da colina, como é conhecido o Vasco, resolveu dar um sumiço em uma imagem da Senhora Aparecida da sala de imprensa na sede do clube, de acordo com informações do jornal O Globo.

A presença da estátua é facilmente explicada pela origem do Vasco, que traz no nome navegador e explorador português e mantém estreita relação com a colônia portuguesa no Rio de Janeiro. Assim como em Portugal, a maioria dos imigrantes de lá segue a tradição católica.

A iniciativa polêmica de Jorginho não é inédita. Em 2006, quando ele treinava o América, também do Rio de Janeiro, tomou a decisão de pedir à direção do time que trocasse o mascote. O clube tem uma caricatura de um diabo como símbolo extraoficial, popular.

Porém, a ideia do treinador não foi adiante. Sua ideia era trocar o “diabinho” do América por uma águia, mas a ideia foi amplamente rejeitada. Mais à frente, o treinador deixou o clube.

Em sua passagem pela Seleção Brasileira como auxiliar do técnico Dunga, na campanha para a Copa do Mundo da África do Sul, em 2010, também foi marcada por polêmicas envolvendo a religião. Muitos jornalistas criticavam o excesso do auxiliar e dos jogadores evangélicos que se reuniam nas concentrações e organizavam cultos, às vezes, prejudicando o ambiente profissional e causando divisões entre os atletas evangélicos e os não-evangélicos.

Atualização: Em nota ao jornal Extra, Jorginho negou ser o responsável pelo sumiço da imagem e afirma que ela ainda está lá. “Jorginho, técnico do Vasco, desmente com veemência o que foi noticiado, nesta quarta-feira (26/08), numa coluna de um jornal de grande circulação do Rio de Janeiro. 

O treinador não mandou retirar da sala de imprensa do clube a imagem de Nossa Senhora, que continua e continuará onde sempre esteve (foto em anexo). Jorginho lamenta profundamente o fato e deixa claro respeitar as tradições do clube e a crença religiosa de cada um”

Gospel +

Suposta imagem de Jesus aparece em mesa de jantar e proprietária coloca item à venda por 16 mil reais

Suposta imagem de Jesus aparece em mesa de jantar
O casal da Flórida (nos EUA) Jaimie Beebe, de 37 anos, e Gary Ousdahl, também de 37, ficou chocado após a aparição da suposta face de Jesus Cristo na mesa de jantar de sua casa.

Jaimie, diretora de um elenco de Los Angeles, disse que ela e o namorado estavam jantando com alguns amigos quando notaram a presença de um marca na mesa de madeira de sua casa, muito parecida com a face de Jesus Cristo.

Ela garantiu que a marca apareceu naquela noite, em 14 de março deste ano.

Gary diz ter ficado impressionado com a aparição e também destacou que a imagem não existia antes daquela noite.

Casal da Flórida, nos EUA, encontrou suposta imagem de Jesus Cristo na mesa de jantar de sua casa e colocou objeto à venda por R$16.000.

Contudo, o profundo significado espiritual da marca não impediu que o casal colocasse a mesa à venda por cerca de R$ 16.000 em um site.

Um caso parecido aconteceu com um jovem de Manchester, Inglaterra.

John Cranfield, de 24 anos, havia inserido uma fatia de pão integral na torradeira e ficou surpreso quando ela saiu com o rosto de Jesus Cristo. Ao longo dos anos, supostas imagens de Cristo também apareceram em batatas fritas, panquecas, casca de banana, pizza e sorvete.

Fonte Gadoo/Daily Mail

Os Apóstolos reconheciam Pedro como Papa? Paulo não sabia disto?




A Igreja Católica alega que o papapo é uma instituição que remete ao primeiro século, sendo Pedro (suposto bispo de Roma) o primeiro papa da história. Ainda de acordo com Roma, Pedro foi papa por 25 anos, de 32 AD – 67 AD.


A vasta maioria das Escrituras neotestametárias foi produzida neste período de tempo. É de se esperar, portanto, que tal ofício (que supostamente remete à Igreja primitiva) tenha algum destaque ou seja pelo menos mencionada no Novo Testamento. Não obstante, ao analisarmos as Escrituras com atenção, notaremos que:

1) A Escritura nos dá a entender que a autoridade de Pedro não era maior ou menor do que a de outros apóstolos. E em Gl 2:1-14, Paulo deixa claro que sua autoridade não é inferior a dos outros apóstolos.



Atos 15:1-23 narra o evento que que alguns chamam de “primeiro concílio da Igreja”, ou “Concílio de Jerusalém”. Tais eventos ocorreram por volta de 48 AD, portanto durante o suposto papado de Pedro.


Pedro participou desta reunião, mas em nenhum momento o texto destaca o apóstolo como presidente do concílio, ou cabeça da Igreja. A decisão quanto à aceitação dos gentios foi buscada e tomada em conjunto por um colegiado apostólico e não recai sobre os ombros de um único indivíduo que se pronuncia “ex cathedra”, exercendo o papel de cabeça visível da Igreja.


Se de fato alguém, por providência divina, se destacou neste evento como “primer inter pares” (primeiro entre iguais), este alguém parece ser Tiago e não Pedro. Em Gl 2:9, Paulo disse que Pedro, João e Tiago “eram reputados colunas”. Em nenhum momento diz que Pedro é primaz sobre os demais, mas que era somente uma das três colunas.

2) Paulo, escreveu sua epístola aos romanos em 56 AD (durante o suposto papado de Pedro) e no capítulo 16 envia saudações aos santos de Roma. Curiosamente, no entanto, Pedro sequer é mencionado. Seis anos mais tarde, Paulo foi pessoalmente a Roma (62 AD), quando foi visitado por vários irmãos (At 28:30-31).



Tampouco neste período vemos alguma menção a Pedro ou a algum papa. O apóstolo escreveu nada menos que quatro epístolas enquanto estava em Roma: Efésios, Colossenses e Filemon em 62 AD e Filipenses entre 67-68 AD. Em nenhuma destas epístolas há menção de Pedro e de sua suposta cadeira em Roma.

3) Em nenhuma de suas cartas Pedro se apresenta como papa ou nem mesmo bispo de Roma. Muito menos faz menção a uma linha de sucessores em Roma que governaria a Igreja. Muito pelo contrário, Pedro interage com os presbíteros locais como mais um deles e diz que o Supremo Pastor é Jesus (1 Pe 5:1-5). Pedro fala profeticamente dos tempos em que muitos falsos mestres apareceriam e fariam comércio das ovelhas (2 Pe 2-3).



Em nenhum momento, encomenda seus leitores aos cuidados da Santa Sé em Roma e seu sucessor na cadeira papal após seu martírio. Antes roga-lhes “para que vos recordeis das palavras que, anteriormente, foram ditas pelos santos profetas, bem como do mandamento do Senhor e Salvador, ensinado pelos vossos apóstolos” (2 Pedro 3:2).


Portanto, Pedro aqui selou de forma definitiva as tradições e as doutrinas da Igreja, amarrando-as àquilo que foi ensinado no primeiro século (à exemplo de Paulo em Gl 1:8 ). Pedro em nenhum momento passa o bastão a nenhum sucessor que governaria após ele como o cabeça visível da Igreja, antes deposita a autoridade da Igreja nas Escrituras, onde a doutrina apostólica está registrada.

4) Tampouco Paulo, ao profetizar sobre os tempos de apostasia, entregou a Igreja aos cuidados do suposto papa Pedro e sua suposta linha de sucessores. Antes, encomendou a Igreja ao Senhor Jesus e à Palavra de sua Graça (Atos 20:28-32). Se Pedro de fato foi papa, Paulo uma vez mais perdeu uma boa oportunidade de mencionar o papado e a Sé de Roma. À exemplo de Pedro, Paulo depositou a autoridade da Igreja sobre as Escrituras.

5) Marcos era auxiliar de Pedro, a quem o apóstolo chama de filho (1 Pe 5:13). A história registra que Marcos foi intérprete de Pedro e anotou aquilo que ouviu do próprio apóstolo, escrevendo assim o Evangelho que leva seu nome. Interessante notar que Marcos, sendo tão próximo de Pedro, não registra o episódio de Mt 16:17-19 que os defensores do papado usam como a espinha dorsal de seu dogma.



Pedro em nenhum momento se refere a si mesmo como a Rocha sobre a qual está edificada a Igreja, caso contrário Marcos teria confirmado de modo enfático. Se o dogma católico da superioridade de Pedro é verdadeiro e de tamanha importância, não seria inconcebível que os registros de Marcos e de Lucas nada mencionem a respeito?

Concluímos, portanto, que as Escrituras não nos dão nenhum indício deste ofício e que o papado foi uma instituição que gradativamente tomou forma ao longo da história, sendo um corpo estranho às Escrituras e à Igreja dos primeiros séculos.



A única referência bíblica usada pelos defensores da primazia de Pedro é Mateus 16:17-18, passagem analisada no próximo artigo desta série sobre o papado, intitulado Quem é a Pedra?

Pão & Vinho

BAGDÁ —"Jihadistas usam veículos pesados para demolir Nimrod", antiga capital assíria fundada no século XIII"



Trabalhadores iraquianos limpam estátua assíria de leão alado em Nimrod em julho de 2001. Ministério iraquiano informou nesta sexta-feira que Estado Islâmico iniciou destruição do sítio arqueológico no Iraque - Karim Sahib / AFP

BAGDÁ — Usando veículos pesados, o Estado Islâmico iniciou um processo de demolição d a antiga cidade assíria de Nimrod, no Norte do Iraque, informou o Ministério do Turismo e Antiguidades do país nesta quinta-feira.

“O Estado Islâmico atacou a cidade histórica de Nimrod e começou a destruí-la com veículos pesados”, disse o Ministério em sua página de Facebook.

A notícia foi confirmada por um funcionário do Gabinete de Antiguidades, que contou que a destruição começou após as orações do meio-dia de quinta-feira e que veículos pesados estão sendo usados para destruir a cidade.

A destruição ocorre dias após a divulgação de um vídeo no qual jihadistas destroem esculturas pré-islâmicas no Norte do país, informou nesta quinta-feira o Ministério do Turismo.

— Até agora não conseguimos medir a extensão do dano — disse o funcionário, que pediu anonimato.

A Unesco condenou o ataque, classificando-o como um crime de guerra.

"Não podemos permanecer em silêncio. A destruição deliberada do patrimônio cultural constitui um crime de guerra", declarou em comunicado Irina Bokova, diretora-geral da organização.

Nimrod, uma cidade fundada no século XIII aC, está situada nas margens do rio Tigre, a cerca de 30 km de Mossul. A cidade foi ocupada por diversos povos entro o século VI aC e o período helenístico, mas seu momento mais importante aconteceu sob o domínio assírio, quando o imperador assírio Assurnasirpal II fez de Nimrod a capital de seu império, em 879 aC.

A cidade permaneceu como residência real e capital administrativa do império assírio até o reinado de Sargão II entre 721 e 705 aC, embora Assaradão tenha reconstruído a maior parte da cidadela durante seu reinado entre 681 e 669 aC.

Vários arqueólogos expressaram temores de que o Estado islâmico possa destruir outros locais históricos. Além de Nimrod, a cidade de Hatra, considerada Patrimônio Mundial da Unesco, está em perigo, eles dizem.

Conheça 4 sinais de que há idolatria em sua igreja

O pastor Joseph Mattera listou quatro sinais de idolatria na igreja, com base em sua perspectiva como pastor principal há 30 anos.
O maior pecado na Bíblia é, nitidamente, a idolatria. A idolatria é a principal razão pela qual Deus repreendeu e julgou a nação de Israel. Idolatria é quando colocamos algo ou alguém em primeiro lugar em nossa vida, que não seja o Deus vivo e verdadeiro. A idolatria é a raiz de todos os outros pecados; por isso os dois primeiros mandamentos lidam com isso. 

Joseph Mattera, bispo da Igreja Ressurreição do Brooklyn, em Nova Iorque, listou quatro sinais de idolatria na igreja, com base em sua perspectiva como pastor principal há 30 anos.

1) O ídolo dos pregadores famosos: Há crentes que percorrem todo o país participando de cultos com pregadores de renome. Alguns ministros conhecidos não pode sequer sair em público sem serem abordados por admiradores para tirar uma "selfie" com eles. Embora eu seja um defensor da cultura de honra e respeito pelos líderes que trabalham entre nós, algumas pessoas pisaram na borda da idolatria. 

Eles seguem tudo o que os pregadores dizem sem questionamentos, e sem ao menos procurar ver se o que é pregado está alinhado com a própria Palavra de Deus. Hoje há uma cultura tão difundida dos "pregadores-celebridade" no corpo de Cristo, que algumas grandes igrejas praticamente fecharam depois que seu pregador-celebridade deixou o cargo. Se os ministérios agissem de acordo com o padrão do Novo Testamento, em que cada membro do corpo existisse para edificar uns aos outros, então não dependeríamos de apenas um líder para uma igreja funcionar. 

2) O ídolo da adoração e entretenimento: Anos atrás, muitas igrejas não tinham sequer instrumentos musicais e ainda assim as pessoas iam às igrejas, cantando as canções do hinário na adoração. Agora, é muito comum para os pastores separar um alto valor do orçamento da igreja para pagar por cantores e músicos profissionais, a fim de preencher seus cultos. 

Na minha opinião, ainda que sejamos chamados a adorar com excelência, muitos estão misturando isso com os valores do entretenimento do mundo. Independentemente de o culto ser realizado por profissionais ou por apenas um CD, o que as igrejas devem buscar é uma adoração feita em espírito e verdade, que é o único tipo de adoração que Deus procura.

3) O ídolo da prosperidade financeira: Para alguns crentes, a motivação principal de sua fé são os ganhos pessoais. Embora Deus tenha prazer em abençoar todos os seus filhos, Jesus nos disse para buscar em primeiro lugar o Reino de Deus e sua justiça, e todos os nossos bens materiais nos seriam acrescentados. Muitos tentam usar o caráter benevolente de Deus, para viver um cristianismo que orbita o universo em torno de si mesmo. 

Deus tem nos abençoado para que possamos espalhar sua aliança em toda a Terra, e não apenas para que possamos viver uma vida de facilidades. Eu acredito que o uso da nossa fé para colocar as nossas próprias necessidades em primeiro lugar é uma forma de idolatria. 

4) O ídolo da prosperidade pessoal: Embora este ponto seja semelhante ao ponto anterior, existe uma distinção que os separa. Através dos anos, tenho visto muitas igrejas promoverem a cultura do "eu" e do "meu". Grande parte da pregação se trata da auto-realização ao invés do chamado que os crentes têm para a obra. 

Muitas vezes, pastores alimentam a igreja com este tipo de “culto motivacional” a fim de atrair pessoas para a igreja, algo que desagrada a Deus. Muitos dos discípulos da auto-realização vêm à igreja para sentir a presença de Deus, mas não estão comprometidos em conhecer e amar a pessoa de Deus. Muitos vêm para “receber uma palavra”, em vez de vir para "dar uma palavra" de edificação para alguém. 

Muitos vêm para gritar “amém”, acreditando que porque gritaram, obedeceram. O crescimento de igrejas nem sempre tem resultado na transformação pessoal e social. Embora muitos tenham ido à igreja por décadas, nunca amadureceram e ainda estão bebendo o “leitinho”, sem nunca terem digerido a carne da Palavra.

Com informações de Charisma News
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