Angustia de ser esquecido.

Como é ruim ser esquecido, como é ruim ser caluniado sem ter culpa alguma. Como ficamos tristes quando se esquecem dos nossos pedidos. Meu irmão, eu creio que você tenha sido esquecido alguma vez, ou esteja enquadrado neste contexto. Você já pediu ajuda a alguém e este alguém simplesmente esqueceu?

Você já precisou que alguém intercedesse por você, em algum pedido e simplesmente até agora você espera por ajuda, até agora você espera que seu pedido seja atendido? Você já experimentou até dentro da tua família a rejeição, talvez teu pai, tua mãe tenha esquecido ou rejeitado você. Talvez você esteja sendo caluniado, perseguido neste exato momento. Por isso, gostaria de compartilhar este texto e o exemplo da vida de José. Rejeitado pelos irmãos, caluniado, e vendido como qualquer escravo sem valor, jogado em uma prisão e esquecido lá.

O que podemos aprender com José? É possível se manter firme diante de Deus, quando tudo está dando errado? Dentro da visão humana, José tinha todos os motivos para reclamar e murmurar contra Deus e deixar de servi-lo, mas não o fez. Como José foi fiel, mesmo diante de uma mentira e calunia e assédio sexual?.José vivia uma vida de destaque na casa de Potifar. Até que de repente, é envolvido em uma mentira e investida diabólica sendo castigado sem ter culpa e jogado na prisão. Diante disto não traiu o Senhor e manteve-se firme e justo diante de uma oferta que, para muitos, seria irrecusável.

Como ser fiel a Deus quando fazemos tudo certo, mas o premio é a prisão. Será que Deus não está vendo? Porque Deus permitiu que José, mais uma vez, fosse caluniado e jogado no calabouço sem ter culpa alguma? Você conhece esta frase, “fiz tudo certo e a recompensa é isso, que eu estou passando”.

Mesmo na prisão o Senhor era com José, veja o que diz Gênesis 39:21-23: Até mesmo na prisão o Senhor era com ele e que tudo que José fazia, Deus o prosperava.. Mas foi na prisão que José fez um pedido, um apelo. Veja o pedido de José em Gênesis 40:14: Porém lembra-te de mim, quando te for bem, e rogo-te que uses comigo de compaixão, e que faças menção de mim a Faraó, e faze-me sair desta casa;

José mostra o descontentamento de estar ali preso e roga, faz um pedido, porém, seu mediador, o copeiro-mor, esquece dele. Veja o versículo base desta mensagem: Gênesis 40:23. O Copeiro-mor, porém, não se lembrou de José, antes esqueceu dele.

Dois anos se passaram após o pedido de José. Dois anos esquecido, mas Deus estava com José, Deus via José, Deus prosperava através de José e enxugava suas lágrimas, Deus tinha um plano e um propósito na vida de José e de sua família..

Não sei quanto tempo você está esquecido, pelos homens. Talvez faça mais do que dois anos, mas gostaria de te dizer que o Senhor não esqueceu de você meu querido, Ele tem estado com você durante este tempo, e tem visto o quanto você tem chorado, pedindo socorro. Ele tem um propósito através desta situação. Seja fiel diante das ofertas e insinuações malignas, seja fiel mesmo passando pela prova. É nestes momentos de aflições que Deus testa sua fé e fidelidade, Ele te vê.

Tenho visto a aflição de meu povo, Êxodo 3:7-9. Meu querido, Ele tem visto que os homens têm prometido a você, mas até agora não passou apenas de promessas. Ele é fiel e jamais esquecerá de você. Isaías 49:15 “Porventura pode uma mulher esquecer-se tanto de seu filho que cria, que não se compadeça dele, do filho do seu ventre? Mas ainda que esta se esquecesse dele, contudo eu não me esquecerei de ti.”

É difícil imaginar que uma mãe se esqueça de seu filho,mas ainda que isso ocorra… Deus não se esquece de nós!
Creia que Deus tem contemplado teu pedido e não te esqueceu. Creia, está vindo a tua vitória, você está saindo desta situação. Ele vai te colocar em um lugar de honra...

Amém!
Josiel Dias
IEC- Alcântara
São Gonçalo RJ.

Pastel, Guaraná e Deus

Havia um menino pequeno que queria se encontrar com Deus. Ele sabia que tinha um longo caminho pela frente, portanto encheu a mochila com pasteis e guaraná, e começou sua caminhada.

Depois de andar umas três quadras, encontrou um velhinho sentando em um banco da praça, olhando os pássaros. O menino sentou-se junto a ele, abriu a mochila, e ia tomar um gole de guaraná, quando olhou para o velhinho e percebeu que ele estava com fome.

Então ofereceu-lhe um pastel. O velhinho muito agradecido aceitou e sorriu ao menino. Seu sorriso era tão incrível que o menino quis ver de novo. Ofereceu seu guaraná. Mais uma vez o velhinho sorriu ao menino. O menino estava tão feliz! Ficaram sentados ali sorrindo, comendo pastel e bebendo guaraná pelo resto da tarde, sem falarem um com o outro.

Quando começou a escurecer, o menino estava cansado, e resolveu voltar para casa. Mas antes de sair ele se voltou e deu um grande abraço no velhinho. O velhinho deu-lhe o maior sorriso que o menino já havia recebido. Quando o menino entrou em casa, sua mãe surpresa perguntou-lhe, ao ver a felicidade estampada em sua face:

 "O que você fez hoje que o deixou tão feliz?" E ele respondeu: "Passei a tarde com Deus." E acrescentou: "Você sabe, ele tem o mais lindo sorriso que eu jamais vi." Enquanto isso, o velhinho chegou em casa com um sorriso radiante na face, e seu

filho perguntou: "Pôr onde você esteve e pôr que está tão feliz?" E ele respondeu: "Comi pastéis e tomei guaraná no parque com Deus." Antes que seu filho pudesse dizer algo, falou: "Você sabe que ele é bem mais jovem do que eu pensava?"

Extraído

Doando Sangue

Numa aldeia vietnamita, um orfanato dirigido por uma grupo de missionários foi atingido por um bombardeio. Os missionários e duas crianças tiveram morte imediata e as restantes ficaram gravemente feridas.

Entre elas, uma menina de oito anos ficou em estado grave. Foi necessário chamar ajuda por um rádio.

Depois de algum tempo, um médico e uma enfermeira da marinha dos EUA chegaram ao local. Teriam que agir rapidamente, senão a menina morreria devido aos traumatismos e a perda de sangue. Era preciso, urgentemente, fazer uma transfusão. Mas como? Após alguns testes rápidos com o próprio pessoal da equipe de socorro, puderam perceber que ninguém ali possuia o sangue preciso. Reuniram, então, o povo da aldeia e tentaram explicar o que estava acontecendo, gesticulando muito, arranhando o idioma, que era muito difícil para eles, queriam dizer que precisavam de um voluntário para doar sangue.

Depois de um silêncio sepulcral, viu-se um braco magrinho levantar-se timidamente. Era de um menino chamado Cheng. Ele foi preparado as pressas ao lado da menina agonizante e espetaram-lhe uma agulha na veia. Ele se mantinha quietinho e com o olhar fixo no teto. Passados alguns momentos, Cheng deixou escapar um soluco e tapou o rosto com a mão que estava livre. O médico perguntou a ele se estava doendo e ele disse que não. Mas não demorou muito a soluçar de novo, contendo as lágrimas. O médico ficou preocupado e voltou a lhe perguntar, e novamente ele negou. Os soluços ocasionais deram lugar a um choro silencioso, mas ininterrupto. Era evidente que alguma coisa estava errada. Foi então que apareceu uma

enfermeira vietnamita vinda de outra aldeia. O médico, então, pediu que ela procurasse saber o que estava acontecendo com Cheng. Com a voz meiga e doce, a enfermeira foi conversando com ele e explicando

algumas coisas, e o rostinho do menino foi se aliviando. Minutos depois, ele estava novamente tranquilo. A enfermeira então explicou aos americanos: - Ele pensou que ia morrer. Não tinha entendido direito o que vocês disseram e estava chorando achando que ia ter que doar todo o seu sangue para a menina não morrer. O médico se aproximou dele e com a ajuda da enfermeira perguntou: - Mas se era assim, porque então você se ofereceu para doar seu sangue ?

E o menino respondeu simplesmente: - Ela é minha amiga.

Este caso, realmente ocorrido durante a guerra do Vietnã, serve como exercício de sensibilização e inteligência intrapessoal.

O Muro

"...visto que a justiça de Deus se revela no evangelho, de fé em fé, como está escrito: O justo viverá por fé". (Romanos 1:7)

Uma vez um homem estava sendo perseguido por vários malfeitores que queriam matá-lo. O homem, correndo, virou em um atalho que saía da estrada e entrava pelo meio do mato e no desespero elevou uma oração a Deus da seguinte maneira: - Deus Todo Poderoso fazei com que dois anjos venham do céu e tapem a entrada da trilha para que os bandidos não me matem.

Nesse momento escutou que os homens se aproximavam da trilha onde ele se escondia e viu que na entrada da trilha apareceu uma minúscula aranha. A aranha começou a tecer uma teia na entrada da trilha. O homem se pôs a fazer outra oração cada vez mais angustiado: - "Senhor, eu vos pedi anjos, não uma aranha. Senhor, por favor, com tua mão poderosa coloca um muro forte na entrada desta trilha, para que os homens não possam entrar e me matar".

Abriu os olhos esperando ver um muro tapando a entrada e viu apenas a aranha tecendo a teia. Estavam os malfeitores entrando na trilha, na qual ele se encontrava esperando apenas a morte. Quando passaram em frente da trilha o homem escutou: - "Vamos, entremos nesta trilha! - Não, não está vendo que tem até teia de aranha!? Nada entrou por aqui.

Continuemos procurando nas próximas trilhas". A fé é crer no que não se vê, é perseverar diante do impossível. Às vezes pedimos muros para estarmos seguros, mas Deus pede que tenhamos confiança nele, para deixar que sua glória se manifeste e faça algo como uma teia, que nos dá a mesma proteção de uma muralha.

O Barco Furado

Um homem foi chamado à praia para pintar um barco. Trouxe com ele tinta e pincéis, e começou a pintar o barco de um vermelho brilhante, como fora contratado para fazer. Enquanto pintava, viu que a tinta estava passando pelo fundo do barco. Percebeu que havia um vazamento e resolveu consertá-lo.

Quando terminou a pintura, recebeu seu dinheiro e se foi. No dia seguinte, o proprietário do barco procurou o pintor e presenteou-o com um belo cheque. O pintor ficou surpreso:

- O senhor já me pagou pela pintura do barco! - disse ele.
- Mais isso não é pelo trabalho de pintura. É por ter consertado o vazamento do barco.
- Ah! Mas foi um serviço tão pequeno... Certamente, não está me pagando uma quantia tão alta por algo tão insignificante!
- Meu caro amigo, você não compreende. Deixe-me contar-lhe o que aconteceu. Quando o barco secou, meus filhos o pegaram e saíram para uma pescaria. Eu não estava em casa naquele momento.

O pescador deu uma pausa pensativo, e continuou:

- quando voltei e notei que haviam saído com o barco, fiquei desesperado, pois me lembrei que o barco tinha um furo. Imagine meu alívio e alegria quando os vi retornado sãos e salvos. Então examinei o barco e constatei que você o havia consertado! Percebe, agora, o que fez? Salvou a vida de meus filhos! Não tenho dinheiro suficiente para pagar a sua "pequena" boa ação.

Não importa para quem, quando ou de que maneira... Mas ajude, ampare, enxugue as lágrimas, escute com atenção e carinho, e conserte todos os “fazamentos” que perceber, pois nunca sabemos que estão precisando de nós ou quando Deus nos reserva a agradável surpresa de ser útil e importante para alguém.

[Autor Desconhecido]

Tua capacidade de servir aos demais está na direta proporção da grandeza do teu coração, da nobreza de teus sentimentos e a intensidade com que esforças em compartilhar, dar, servir e ser solidário; e desta maneira, cresce enobrece teu ser interior, te convertendo em uma pessoa melhor, mais feliz e com maiores possibilidades de viver uma vida de melhor qualidade.
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