O "ISO" do Cristão


“ ISO ” significa International Organization for Standardization ou seja Organização Internacional de Normalização, e para uma empresa receber este certificado de qualidade ela tem que passar por algumas exigências, pois este padrão de normas vê o todo e não de forma dicotomizada, tem um ISSO para cada setor como: 9001, 14001, 18001, que controla bens e serviços desde a fabricação do produto até o processo final que é sua chegada ao consumidor, além de se preocupar com o meio ambiente, também valoriza principalmente a qualidade de vida dos seus funcionários, inclusive muitas empresa escolhem mensalmente o funcionário padrão do mês, são aqueles que não faltam ou simulam doenças, apresentam sempre projetos ou algo que venha trazer melhorarias tanto para empresa com para o seu ambiente de trabalho.
Será que Deus, o seu cônjuge, o pastor, os filhos, patrão e outras pessoas nos indicariam para receber este certificado de qualidade, O “ISO “ do Cristão?
As empresas que não mantiverem o padrão em conformidade com as leis e diretrizes perdem o certificado de qualidade. E com os cristãos é a mesma coisa, qual o ISO ou selo que Deus nos daria?
De acordo com 2ª Tm 2:19 “Todavia o fundamento de Deus fica firme, tendo este selo: O Senhor conhece os que são seus, e qualquer que profere o nome de Cristo aparte-se da iniqüidade”.
É este o selo que recebemos do Senhor. Já existe muitos profissionais piratas em diversas áreas, mas o cristão não pode ser genéricos! Todos gostam de produtos com boa marca, e as melhores sempre estão ao alcance das mãos e dos olhos, às vezes distantes do bolso, no entanto isto é uma jogada de marketing dos mercados, shoppings etc. E nós?
Estamos sempre ao alcance dos que necessitam de uma palavra ou outra coisa qualquer na qual podemos ajudar? Cumprimos o “Ide” conforme MC16:15 ou somos crentes nominais, ou fazemos apenas um juntamento  social  em nossa  igrejas? Amado irmão, o nosso "ISO" deve ser também o que é versado em Mt 5:13-14 que diz: “nós somos o sal da terra e a luz do mundo”, são selos como estes que o verdadeiro Cristão deve ostentar. A Bíblia faz menção de diversos homens, dos quais podemos dizer que o selo de qualidade deles estavam sempre atualizado a ponto de Deus dar testemunho dos mesmos, como foi o caso de Jó 1:8b “Observaste tu a meu servo Jó? Porque ninguém há na terra semelhante a ele, homem íntegro e reto, temente a Deus, e que se desvia do mal”. E em Mt 11:11 “Em verdade vos digo que, entre os que de mulher têm nascido, não apareceu alguém maior do que João o Batista; mas aquele que é o menor no reino dos céus é maior do que ele”. Além de tantos outros que fizeram a diferença em sua geração.



E nós temos feito essa diferença? Insisto mais uma vez: Qual o seu ISO?



A MARCA DE CRISTO É A MELHOR IDENFICAÇÃO QUE PODEMOS TER.



Por, Wilson Ramos

Rejeitando a Salvação.

“Tens alguém mais Aqui”.? Gênesis 19:12
Desde o passado os homens têm rejeitado a palavra de salvação, não atendem ao apelo para salvarem suas vidas. Tendo na maioria das vezes os seus corações duros e presos as “coisas” do mundo e aos prazeres da carne.
Este capítulo 19 de Gênesis nos conta uma história muito conhecida por nós, a história do eminente arrebatamento de Ló e seus familiares da destruição de Sodoma e Gomorra.
O Convite a Família. Atos 16:31
Os anjos de Deus vão a Gomorra e entram na casa de Ló para resgatá-lo, mas o que me me chama a atenção, é a pergunta dos anjos dirigida a Ló:
“Tens alguém mais Aqui”? Embora o resgate estivesse dirigido a Ló e seus familiares, o convite foi estendido para quantos estivessem ali, ou aceitassem o convite à salvação. Gênesis 19:12
Nem todos deram créditos ao convite da salvação
Diz o texto, que assim que Ló soube que Sodoma e Gomorra seriam destruídas, foi e pregou a salvação aos seus genros. Dando a eles a grande oportunidade de salvarem suas vidas. O mesmo texto conta também que os seus genros desprezaram o convite e a mensagem salvadora dos anjos e ainda zombaram do pregador Ló. Eles não acreditaram que sua bela cidade Gomorra seria destruída. Gênesis 19:14.
Não há tempo a perder.
Ao amanhecer aqueles Anjos apertaram a Ló, ou seja “apressaram” disseram eles a Ló: Vamos! Rápido, pois só podemos destruir esta cidade após vossa saída, pois a ordem é destruir totalmente. Pegue sua esposa e filhas, ou seja os que “aceitaram a salvação” Para que não pereçais juntamente com esta ímpia cidade. Gênesis 19:15.
Não olhe para trás nem pare.
Após retirar salvo Ló e seus familiares, foram feitas duas observações que eu gostaria de chamar a atenção! Veja o que os Anjos disse para Ló:Não Olhes para trás e Não te detenhas ” Gênesis 19:17.
Eu defino este “Não olhes para trás” como: Não esteja vosso coração apegado às coisas que ficaram para trás, os desejos e prazeres mundano. A ordem é olhar para frente, a ordem é não parar.
Após terem sido salvos da aparente destruição um integrante membro da família, desobedece à ordem dada e vira-se para trás e perece. Gênesis 19:26
Está evidente a atitude da esposa de Ló em ter o coração preso a sua casa, a sua terra, aos seus bens. A Bíblia não relata o motivo do atraso na saída de Ló e de sua família, mas o texto deixa claro que eles fizeram algumas observações na saída. Eles tiveram de ser quase arrancados de casa pelos Anjos. Gênesis 19:16.
Um convite hoje para Salvação
Todos nós esperamos com ansiedade o arrebatamento da igreja, pois assim como Sodoma e Gomorra, vivemos todo seu contexto, pois os homens vão de mal a pior, suas práticas têm fedido diante de Deus.
Assim com os Anjos arrancaram Ló e os seus daquela terra ímpia, também será na vinda do filho do Homem. Os Anjos tocarão suas trombetas e nos resgatarão ao encontro do Noivo.
Devemos estar prontos, pois a qualquer momento Eles tocarão suas trombetas e darão um sinal, eu chamaria: “Nossa Redenção”
A porta da Graça está escancarada para todos. João 3:16
Assim como foi dada a oportunidade aos genros de Ló e quantos tivessem em sua casa, hoje o Espírito Santo Diz: Se hoje ouvires a voz do Espírito Santo não endureças o vosso coração. Eis que estou a porta e bato, se ouvires a minha voz, e abrires a porta. Eu entrarei e farei morada.
A ordem é não olhar para trás,
é seguir é não se deter.
Assim como foi dito pelos anjos para Ló e os seus: Hoje o Espirito Santo nos diz o mesmo: Não olhe para trás, não recuem. O que ficou para trás, deixe por lá, siga para o alvo a Canaã celestial. Não se conforme com este mundo, nem olhem para as coisas de baixo. Mas olhem para cima de onde virá nossa redenção. 2 Corintios 5:17, Filipenses 3:13, Romanos 12:2.
Fazendo a nossa Parte
Os genros de Ló zombaram dele e não aceitaram a mensagem salvadora. Devemos pregar a tantos quantos o Senhor enviar, mostrando para eles que o fim está próximo e que eles aceitem a Salvação em Cristo.
O Espírito Santo te faz a mesma pergunta feita pelos Anjos a Ló;
“Tens alguém mais aqui para salvarmos”?
Existe alguém perto de você que precisa ser salvo? Existem alguém na sua família que não ouviu de você a palavra salvadora? Faça a lista e conte para eles sobre o nosso Salvador e nossa saída deste mundo ímpio.

E disse-lhes: Ide por todo o mundo, e pregai o evangelho a toda criatura.
Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado. Marcos 16:15-16

Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam,
 e avançando para as que estão adiante. Filipenses 3:13

Deus te abençoe Ricamente.


Por Josiel Dias

Aborto

Noções Básicas.
Convém definir o que se entende por «aborto». Aborto é a morte espontânea ou provocada do produto da concepção dentro do ventre materno e antes do início do parto.

Da definição surge uma primeira distinção: há abortos espontâneos, ou seja, que surgem por efeitos naturais, exteriores à vontade humana, geralmente por doença da mãe ou por deficiências cromossômicas do feto; e os provocados, quando o aborto é intencionalmente criado. Relativamente ao primeiro tipo de aborto, não se põe qualquer problema ético ou bíblico, na medida em que ele surge, geralmente, contra a vontade da mãe e em circunstâncias naturais. Mas já se põem problemas quanto ao segundo, sendo dele que importa fazer uma análise bíblica.

Por outro lado, é importante saber quais as razões que geralmente são apresentadas para recorrer ao aborto provocado - violação, incesto, proteção física da mãe, defeitos físicos da criança. 

Diremos porém e desde já que segundo as recentes estatísticas em Portugal e nos EUA, 95% dos abortos são feitos por razões de conveniência e não pelas anteriores referidas. Devemos por outro lado notar que mesmo que um bebé seja concebido através de violação, a sua destruição não apagará o trauma da mulher nem tão pouco dissuadirá o criminoso de cometer outra violação. 

Além disso, o argumento de que o aborto é um direito da mulher, tem como contrapartida o direito à vida do bebé, o qual é tão válido como aquele. Finalmente, é de considerar que quanto mais nova é a mãe, maior é a probabilidade de que ela fique estéril se fizer um aborto (no Canadá, 30% das meninas de idade entre 15 e 17 anos que fizeram abortos ficaram estéreis).
2- Algumas Operações Abortivas
SUCÇÃO - Este é um dos métodos legalmente autorizados para abortar: é semelhante a um aspirador: o bebé é sugado do ventre da mãe e posteriormente feito em pedaços.
EMBRIOTOMIA - É um método que já está em desuso, mas que consiste em o médico cortar o bebé dentro do ventre da mãe (com instrumentos especialmente concebidos para este fim).
OPERAÇÃO CIRÚRGICA É utilizado em estados de maior desenvolvimento do feto. Consiste em retirar o bebé do ventre materno e matá-lo quando ele já está cá fora.
SOLUÇÃO SALINA - Cada vez em maior uso, consiste em injectar solução salina no saco embrionário. O bebé morre queimado devido ao sal da solução.
Além destes métodos, existe hoje a possibilidade de provocar o aborto durante as primeiras semanas através de um fármaco (medicamento) especialmente receitado pelos médicos, cujo nome, evidentemente, não nos é lícito nem conveniente indicar neste artigo.
O que a Bíblia Diz?
Deus criou o homem e a mulher, abençoou-os e disse-lhes: «Frutificai e multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a... E viu Deus tudo quanto tinha criado, e eis que era muito bom» (Gn 1:28, 31). Verificamos desde logo que a reprodução era um dos propósitos da criação do homem por Deus. Por outro lado, não lemos em passagem alguma que o homem tenha o direito de matar o seu semelhante - aliás, um mandamento é «não matarás» (Êxodo 20.13, Rom.13:9).
Ora, a criança que está no ventre da mãe é um ser com identidade própria. Sabia que o primeiro órgão a ser formado no feto é o coração? E que o coração começa a bater 21 dias após a concepção ? Neste sentido, quem aborta está a assassinar um ser humano criado por Deus.
A Vida: Direito Inviolável
Quem tem poder para tirar a vida? É porventura o homem quem pode decidir o futuro de um outro seu semelhante quanto ao momento da sua morte? Lemos em 1.ª Samuel 2:6 que a autoridade para decidir o momento da morte de alguém pertence exclusivamente a Deus: «O Senhor é que tira a vida e a dá: faz descer à terra e faz tornar a subir dela».

Lemos por outro lado no Salmo 139:13 que é o Senhor Quem opera a formação de um ser vivo, e que o faz mover no ventre de sua mãe: «Pois Tu formaste o meu interior; Tu entreteceste-me no ventre da minha mãe».

Neste verso, a protecção e a possessão de Deus e o Seu poder criativo são extensivos à vida pré-natal. Este ensino torna impossível considerar o embrião ou feto como «simples pedaço de tecido». O mínimo que alguém pode dizer é que no momento da concepção já existe um ser humano em potencial (melhor, um ser humano com potencial), o qual é sagrado e de valor, à vista de Deus, evidenciado pelo Seu envolvimento pessoal.
A Passagem de Êxodo 21:22-23
«Se alguns homens pelejarem e ferirem uma mulher grávida, e forem causa que. aborte, porém se não houver morte, certamente será multado... Mas se houver morte, então darás vida por vida».

Esta é a única passagem que na Bíblia aborda diretamente o tema do aborto. e tem sido apresentada como justificação para a aceitação do aborto. Trata-se de um caso em que o aborto é provocado, mas como que acidentalmente. Se uma mulher perdesse o filho, havia apenas uma indemnização: se a mulher morresse também, quem a ferisse teria de pagar com a sua vida. 

Para quem defenda o aborto, a dedução que é feita é que, visto só haver indemnização no caso de aborto, isso significaria que o feto não teria alma, que apenas seria ganha ao nascer. Levando um pouco mais adiante este pensamento, concluiríamos que o aborto induzido seria biblicamente permitido. 

Ora, isso seria forçar a aplicação da lei do Êxodo, que trata de um aborto acidental, e não induzido, o que são duas coisas absolutamente distintas: uma, é acidentalmente alguém provocar o aborto a outrem, outra, e com consentimento da mãe, provocar-se o aborto. Todavia, mesmo acidental, lemos que em tal caso havia uma sanção, o que denota a gravidade desse aborto acidental, precisamente porque estava em causa a vida.
E se nascer Deformado?
Esta é uma desculpa apresentada para se considerar a hipótese do aborto, que aliás, a nossa Lei atualmente já prevê.
Em primeiro lugar importa notar que Deus criou o homem com características tais que, mesmo em condições à primeira vista adversas, consegue sobreviver e adaptar-se. Por outro lado, quando essa vida e impossível, a morte vem por si própria. Assim sucede por exemplo quando a criança nasce com deformações encefálicas anormais (cérebro). Geral-mente, a criança morre passados poucos minutos depois do parto.

Mas, mesmo que haja seguros motivos de que a criança venha a nascer deficiente, será esse um motivo para se aceitar o aborto? Vejamos o que a Palavra de Deus nos diz a este respeito: «Quem fez a boca do homem? Ou quem fez o mudo ou o que vê, ou o cego ? Não Sou Eu, o Senhor?» (Êxodo 4:11). «E passando Jesus, viu um cego de nascença. E os seus discípulos lhe perguntaram, dizendo: "Rabi, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego ?" Jesus respondeu: "Nem ele pecou nem seus pais, mas foi assim para que se manifestem nele as obras de Deus"» (S. João 9:1-3).

A resposta da Bíblia é clara. Aceitar a morte de crianças ainda não nascidas, conduz a aceitar também a eutanásia infantil, isto é, o homicídio de bebés recém-nascidos que sejam doentes ou deficientes. E a aceitar isto, não faltaria muito para aceitar também a eutanásia dos inválidos, idosos e todos os que, independentemente da sua idade, não possam cuidar de si mesmos ou se sintam à parte da sociedade. Se se entender que o universo se formou por acaso e que o homem é descendente duma criatura pré-histórica, não há razão para se preocupar com a vida humana. Mas, sabendo que o homem foi criado e que tem um destino especial diante do Seu Criador , então concluiremos que a defesa da dádiva divina, que é a vida humana, é de facto inalienável.
O Feto tem Espirito?
A questão é polêmica e misteriosa. Por muito que se argumente, é difícil chegar a uma conclusão do momento exato em que o ser vivo passa a ter alma e espírito. Antes de mais, é importante não confundir alma com espírito. Aquela é a vida, capacidade de reação e entendimento. O espírito é a consciência, o elo de ligação com o mundo espiritual ? É deste que se põe o problema, pois se tem espírito, se for morto no aborto, terá um destino eterno (certamente o céu).

A este propósito, pode dizer-se que a criança já no ventre da mãe tem vida, «dá pontapés» e reage. Será essa uma evidência de alma ou de espírito ? Independentemente de tal facto, importa atender para o que a Bíblia diz: «Antes que te formasses no ventre te conheci, e antes que saísses da madre te santifiquei» (Jer.1:5). 

«Eis que em iniquidade fui formado, e em pecado me concebeu minha mãe» [ora, para ser em iniquidade, tinha que ter espirito; se assim é, mesmo morrendo por aborto, só pela obra de Jesus pode ir para o céu !...] (Salmo 51:5). «O Senhor me chamou desde o ventre, desde as entranhas de minha mãe fez menção do meu nome;... 

O Senhor me formou desde o ventre para seu servo...» (Isaías 49:1,5). Lemos ainda no Salmo 139: "Pois Tu formaste os meus rins; entreteceste-me no ventre de minha mãe. Os Teus olhos viram a minha substância ainda informe, e no Teu livro foram escritos todos os dias, sim, todos os dias que foram ordenados para mim, quando ainda não havia nem um deles".
Opção entre Mãe e Filho.
Há situações extremas na vida de escolha entre duas coisas igualmente importantes. Qual deve ser a reação de um crente se o médico disser que, havendo parto, uma vida cederá ? ou a da mãe, ou a da criança. Por qual optar? Há duas vidas em jogo: a vida tem igual valor. Perante uma situação destas muitos não hesitariam em optar pela vida da mãe em vez da criança. 

É uma opção lógica, lícita e mais racional. Na vida de um cristão, se isso suceder, creio sinceramente que é seguramente uma provação da sua fé em Deus. Mas, de qualquer forma, qualquer que seja a decisão, ela deve ser obtida em comum pelo casal, e pela mesma serão responsáveis perante Deus, porque pertencente ao foro individual de cada um.

Não nos é lícito indicar qual a «melhor» escolha, porque ela na prática é difícil e envolve uma situação psicológica terrível. Muitos têm enfrentado esta situação, e entregue tudo nas mãos de Deus, e sucede que nem a mãe nem o filho morrem, se assim for a Vontade de Deus. Contudo, como já referido, essa é uma questão do foro individual e com a consequente responsabilidade perante Deus, não nos sendo lícito dogmatizar nem reprovar qualquer escolha.
Planejamento familiar
Suponhamos que há um casal, de poucos rendimentos econômicos, com 7 filhos e a mulher se encontra grávida. Deverá aceitar-se o aborto nesse caso ? A resposta já foi dada. É contrário à Palavra de Deus em qualquer caso. Já problema diferente é se deve haver planeamento familiar. Antigamente, os casais tinham muitos filhos, os quais tinham uma função de auxílio (agricultura, por exemplo). 

Não encontramos na Palavra de Deus nenhuma passagem que condena o planeamento familiar. Alguns tentam usar a passagem de Gênesis 38:7-10, porém sendo certo que Onã fez planeamento familiar, tinha por motivo o seu pensamento que se gerasse, o filho seria imputado ao seu irmão já falecido. Mas Onã morreu, não porque fez «planeamento», mas porque desobedeceu a uma ordem de Deus.

Naturalmente que o planeamento familiar não contraria o mandamento do Senhor - aliás, tudo deve ser planejado com o Senhor, quer na oração, quer na informação sexual, no conhecimento do corpo humano dado pelo Senhor. Se Deus fosse contra o planeamento familiar não teria dado à mulher períodos férteis em que pode conceber e outros em que tal é impossível.

Surgindo uma jovem solteira grávida, qual deve ser a posição da Igreja ?
É um fato que 70% das mulheres que recorrem ao aborto não são casadas. Na situação em que uma jovem solteira se encontre grávida, evidentemente que não se deve aconselhar o aborto, antes do mal deve ser remediado na medida do possível. 

Em primeiro lugar, a jovem deve arrepender-se do pecado cometido e, se possível, casar-se para evitar outros problemas. A Igreja neste ponto tem um papel importante no aconselhamento com a Palavra de Deus e com informações das mulheres casadas experientes e ainda no conforto e acompanhamento.
Para quem já Abortou?
No Salmo 32, Davi expressou a miséria e profunda tristeza que sentiu enquanto tentava esconder o seu pecado em vez de o confessar. Depois ele disse: "Confessei-Te o meu pecado e a minha iniquidade não mais ocultei. Confessarei ao Senhor as minhas transgressões e Tu perdoaste a maldade do meu coração». Reconhecendo que era o único meio de escape, David confessou o seu pecado ao Senhor. Foi uma confissão de confiança, dado que David sabia que havia perdão em Deus (Salmo 130:4) !

O apóstolo João escreveu para crentes que disse: "o sangue de Jesus Cristo, Seu Filho, nos purifica de todo o pecado... se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça» (I João 1:7,9). Notemos que Ele não disse que «nos perdoava à excepção do pecado da imoralidade e do aborto», mas de todo o pecado.

Deus não nos trata segundo os nossos pecados, antes tira completamente da Sua Mente os nossos pecados confessados (Salmo 103:10-12). Porém Deus perdoa apenas a quem esteja arrependido e confesse o seu pecado. O perdão de Deus não é todavia justificação para, sabendo que é pecado, abortar para depois pedir perdão. Quando o filho de David, o resultado da sua relação imoral com Batseba morreu, David não receou que o filho estivesse à espera para o acusar. 

Antes pelo contrário, o filho tornou-se um símbolo de esperança de que um dia os dois, pai e filho, seriam unidos nos céus na presença de Deus. David declarou em 2Samuel 12:23 - "Eu irei a ele". Deus perdoa, sim, e com o perdão de Deus, "temos paz com Deus, por meio de nosso Senhor Jesus Cristo" (Romanos 5:1).

Série de Estudos Polêmicos
Fonte Luiz para Vida

Eutanásia

Eutanásia
CONCEITO
Eutanásia é o esforço humano no sentido de apressar a morte própria, ou a de um parente ou de alguém que está em sofrimento. Ela é apresentada pelos defensores como sendo uma extensão dos direitos humanos, no sentido de que cada um deveria ter o direito a decidir sobre a própria vida. Transcende a questão do suicídio, pois postula o direito de alguém decidir sobre a vida de outro, baseado em uma condição arbitrária e intangível - a existência ou não de qualidade naquela vida a ser terminada.
2. DISTINÇÃO COM PENA DE MORTE
A pena de morte consiste na execução de uma sentença punitiva, retributiva, procedente de um Tribunal legalmente estabelecido e seguindo procedimentos uniformes. É verdade que a pena de morte envolve a decisão sobre a vida de outros, mas eutanásia baseia-se na aferição subjectiva da vida que deveria ser terminada, examinando-se se ela perdeu o sentido, a qualidade ou o seu propósito.
3. A QUESTÃO DO SOFRIMENTO
Quem postula a eutanásia, argumenta com o sofrimento que a pessoa está a padecer e que diminui a "qualidade" de vida humana, razão por que estaria legitimado o término do sofrimento, quer voluntariamente, quer pelo arbítrio ou determinação de outro, como, por exemplo, a de um parente próximo.
Ora, lemos em 1Cor. 10:13 "Não vos sobreveio nenhuma tentação, senão humana; mas fiel é Deus, o qual não deixará que sejais tentados acima do que podeis resistir, antes com a tentação dará também o meio de saída, para que a possais suportar".
Paulo relata em 2 Cor. 1:3 s., como apesar de ter sofrido tribulações e aflições, o Senhor o confortou. Paulo chega a dizer (v.8-10) que "fomos sobremaneira oprimidos acima das nossas forças, de modo tal que até da vida desesperamos; portanto já em nós mesmos tínhamos a sentença de morte, para que não confiássemos em nós, mas em Deus, que ressuscita os mortos; o qual nos livrou de tão horrível morte, e livrará; em quem esperamos que também ainda nos livrará".
Neste cenário, podemos até gloriar-nos nas tribulações (Romanos 5:3,4) !
4. UMA ERRADA VISÃO DA MORTE
Os que defendem a eutanásia como forma de libertação do sofrimento, não têm em consideração princípios bíblicos basilares:
A morte é fruto do pecado, sobrevindo ao homem em função da queda e do pecado (Rom. 5:12);
A morte dos justificados por Deus, pelo trabalho de Cristo Jesus, é "preciosa aos olhos do Senhor" (Sl 116.12) porque por ela já se encontrarão com o Seu Criador, mas em nenhuma passagem há aprovação para que essa morte seja apressada ou para que a vida seja terminada arbitrariamente, essa morte ocorre no seio da providência divina. É verdade que os servos de Deus muitas vezes expressaram o desejo de morrer antes do tempo apontado por Deus, buscando encontrá-lo (Fil. 1.23), mas submeteram-se à vontade de Deus nas suas vidas, sendo o exemplo maior o Senhor Jesus Cristo (Mateus 26:39);
A morte dos ímpios, longe de ser libertação de sofrimento, é o início do sofrimento eterno maior (Hb 9.27 e 10.31).
5. O PRIMEIRO CASO DE EUTANÁSIA NA BÍBLIA
O primeiro caso de eutanásia que conhecemos na Bíblia, foi declarado por um jovem guerreiro ao comandante David depois de uma batalha. Explicou que havia matado Saul a pedido dele para evitar mais sofrimento, por que estava na angústia da morte (2 Samuel 1:2-16). Ao invés de concordar com ele, Davi na sua autoridade de comandante e Juiz militar mandou que ele fosse executado, porque o jovem não temeu levantar a mão para matar o ungido do Senhor.
6. A QUESTÃO DA "VIDA VEGETATIVA"
Qual a perspectiva bíblica na tomada de decisão sobre o desligar ou manter em funcionamento uma máquina que mantém em vida vegetativa um ser humano ?
Somente Deus tem o direito de tirar a vida humana, salvo nos casos em que Ele delegou autoridade ao homem para fazê-lo. Tendo Deus concedido vida, ninguém tem o direito de tirá-la, mesmo a sua própria. A eutanásia viola a santa lei de Deus, e qualquer sociedade que a permite estará sujeita ao Seu juízo.
No caso da vida vegetativa se o paciente mantiver todas as funções básicas e orgânicas em funcionamento, sendo apenas ajudado numa delas (v.g., tomada de soro como forma de alimentação e hidratação pelo seu cérebro estar adormecido, mas com as demais funções orgânicas em estado normal), o desligar da máquina consistirá numa efetiva eutanásia.
Se todavia o paciente não tiver as funções básicas em funcionamento, sendo essas funções substituídas pela máquina (v.g., no coração), a retirada da máquina poderá pura e simplesmente revelar que a pessoa efetivamente já não tem formas de sobrevivência e inclusive pode apenas estar ali o seu corpo, mas a sua alma e espírito já estão na eternidade.

Série de estudos Polêmicos
Fonte Luz para a Vida

Suicídio

Suicídio Uma Porta Aberta para o Inferno.
Jovem! Não te suicidas! Ainda há Esperança

Desiludidos com a vida, três jovens amarrados pela ciranda da droga, entregaram-se à morte, atirando-se das elevações de uma estrada circular em Lisboa. Como eles, centenas de jovens, que não encontram rumo na sua caminhada terrena, decidem pôr termino à sua peregrinação.
Frequentemente, deixam bilhetes com mensagens indicando porque tomaram essa medida drástica. Por várias razões, a sua vida era vazia ou as circunstâncias eram tão difíceis de suportar que acharam na morte a «solução» de todos os seus problemas. Infelizmente para eles, enganaram-se. A morte não foi o fim de tudo, e muito menos dos seus problemas.
Foi o Senhor DEUS Quem criou o homem, que soprou nele o fôlego da vida (Gênesis. 2:7). Por isso, Deus não permite que alguém interfira no curso da vida. A santidade da vida humana foi evidenciada no sexto mandamento, quando Deus ordenou: «NÃO MATARÁS».
Em toda a lei, Deus condenou qualquer ação que pudesse pôr em perigo a vida criada por Deus, quer seja por falta de cuidados preventivos (Dt. 22:8), por malícia (Lv. 19:14), ou ainda por ódio, amargura ou vingança (Gn. 9:6).
Mas, alguém poderá argumentar: o Senhor apenas proíbe que alguém mate outrem, não que seja a própria pessoa a suicidar-se ... Será isto verdade ? Não. O mandamento bíblico não prescreve: "Não matarás o teu amigo/inimigo", mas tão só «Não matarás». Isto significa que nele está incluída a proibição da destruição da vida eminentemente pessoal.
Muitos jovens que se suicidam pensam que a morte é o fim do seu estado de dor e amargura. Porém, Jesus esclareceu que se alguém parte para a eternidade sem Cristo, o seu destino é a perdição eterna, uma existência onde a consciência continua ativa e onde a dor, o tormento e a vergonha ultrapassam qualquer imaginação humana (Lucas. 16:25).
Além disso, o Senhor adverte que «aos homens está ordenado morrerem uma vez, (vindo) depois disto, o juízo» (Hb. 9:27). O destino dos suicidas é o juízo do Grande Trono Branco, onde serão julgados consoante as obras realizadas com os seus corpos mortais (Apocalipse. 20:12, 13), inclusive ... o próprio ato suicida ... !
Num certo sentido, o suicídio é uma das maiores formas de egoísmo, porque a pessoa segue apenas os desejos e a sua vontade própria, ignorando quer os efeitos que o seu ato produz nos outros, quer a negação do maravilhoso ato da criação de Deus.
Lemos em 1 Samuel 2:6 que apenas o Senhor Deus tem legitimidade para tirar a vida: «O Senhor é O que tira a vida e a dá: faz descer à sepultura e faz tornar a subir dela».
Por isso, nós, cristãos, filhos de Deus, não podemos ceder às angústias e às tentações que Satanás permanentemente faz surgir na nossa consciência. Sabemos que «Fiel é Deus, que não vos deixará tentar acima do que podeis; antes com a tentação dará também o escape, para que a possais suportar» (1 Cor. 10:13). Por muitas que sejam as dificuldades da vida, podemos sempre contar com a fiel e constante providência do Nosso Senhor. Ele está atento às nossas necessidades e sabe, melhor que nós, as dificuldades que possamos enfrentar.
Temos na Bíblia muitos exemplos de servos de Deus que estiveram em desespero da própria vida. Assim, Paulo (2 Cor. 1:8-10; 6:4-10), Elias (1-Reis 19:4) e Jonas (João. 4). O Senhor não permitiu que os mesmos pusessem termo à suas vidas, antes socorreu-os em tempo oportuno. Da mesma forma, podemos confiar que Ele não nos deixará nem nos abandonará.
A ressurreição de Jesus Cristo é prova da vitória dEle sobre a morte. Agora, esta não tem qualquer domínio sobre os filhos de Deus (1Cor. 15:_54, 55; 2Tim. 1:10). A luz de Cristo dissipou as trevas e por isso, para o verdadeiro cristão, o suicídio está definitivamente vencido ! Glória a Deus !

Série de Estudos Polêmicos
Fonte Luz para Vida
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