Jogadores da Seleção Brasileira celebram vitória olímpica: "O ouro é nosso, mas a glória é de Deus"

A final olímpica do futebol masculino entre Brasil e Alemanha
foi carregada de emoção e também muita fé.
 (Imagem: Rede Globo)
O jogo foi sofrido, mas não pela dor de um 7 X 1. Dessa vez, a emoção veio com direito a prorrogação e pênaltis. A final olímpica do futebol masculino entre Brasil e Alemanha foi carregada de emoção e também muita fé, conforme o goleiro Weverton expressou em entrevista à rede Globo, logo após o término da partida.

Questionado pelo repórter se ele se considerava "abençoado pelo destino", não hesitou em corrigir o jornalista.

"Deus abençoou. Eu falei há pouco e vou repetir: 'Pátria amada!'. O ouro é nosso, mas a glória é de Deus. Ele fez isso tudo na nossa vida", afirmou.

A fé de Weverton contagiou também o seus companheiros de equipe, como craque Neymar Jr.

Weverton foi outro jogador que não perdeu a
oportunidade de glorificar a Deus após a vitória
da Seleção Brasileira. (Foto: Globo)
"Eu falei para o Neymar. Foi Deus que te trouxe aqui. Ele falou no vestiário: 'Deus me deu a segunda chance'. 

Ele foi prata na Olimpíada passada e agora teve a chance de ser ouro", celebrou o goleiro ainda em seu depoimento.

"Eu falei para ele que Deus o ama, assim como todo esse grupo aí, que está muito feliz! Glória a Deus", destacou.


Desafiando a Fifa

Neymar Jr. desafiou a Fifa mais uma vez e usou a tão "polêmica" faixa com a expressão 100% Jesus na hora de receber a sua medalha. Novamente o jogador apareceu para telespectadores de todo o mundo, declarando sua fé.




Fonte: GuiaMe

Pastores comentam imagem chocante de garoto sírio: "Ele não sabe o que é viver sem guerras"

A imagem do pequeno Omran Daqneesh, de apenas cinco anos
de idade, sujo com sangue e areia acabou se tornando um
retrato da Guerra na Síria.
A foto de um garoto sírio, sobrevivente de um bombardeio à cidade de Aleppo, chocou o mundo nos últimos dias. O pequeno Omran Daqneesh, de apenas cinco anos de idade e sua irmã, haviam sido resgatados e aguardavam em uma ambulância, quando imagens mostraram o garoto visivelmente atordoado e sujo de sangue com areia.

Com as guerras na Síria, mais de 250 mil pessoas já foram mortas e mais de 11 milhões de famílias foram deslocadas, passando a viver em campos de refugiados.

O vídeo e a foto têm gerado comentários indignados de centenas de milhares de usuários das mídias sociais e também tem levado pastores a chamar a atenção para a gravidade dos conflitos no Oriente Médio.

Em sua página oficial do Facebook, o pastor e deputado estadual Carlos Alberto Bezerra Jr. (PSDB) se questionou sobre uma possível solução para estas guerras que matam tantos inocentes e lamentou pela situação crítica em que tantas crianças se encontram nesses países.

"Até quando vamos assistir tanta gente inocente sendo vítima das atrocidades de uma guerra? Muito pior é conviver com cenas como a desse menininho sírio, de apenas cinco anos, resgatado dos escombros depois de um bombardeio aéreo em Aleppo. E desse pouco tempo de vida que tem, ele ainda não sabe o que é estar num país sem guerra", disse.

Bezerra Jr. também criticou a passividade do Brasil diante de fatos como esse e afirmou que uma atitude da diplomacia do país precisa ser cobrada.

"O que podemos fazer? Como reagir diante disso? A diplomacia brasileira tem se omitido em relação à Síria e precisa ser pressionada. O mesmo mundo que celebra as Olimpíadas aqui no Brasil se cala diante das atrocidades na Síria", acrescentou.

"Como disse o Rev ML King, 'a injustiça em qualquer lugar é uma ameaça à justiça em todo lugar".




Fonte: GuiaMe

Garoto de 9 anos sobrevive a um tiro no coração e mãe afirma: "Pedi a Deus um milagre"

O pequeno Kauan havia sido baleado na porta de casa, em Montes
Claros (MG). Sua mãe chegou a pensar que ia perder seu filho,
mas pediu ajuda a Deus.
Após o pequeno Kauan Rafael, de 9 anos, ter sido baleado no coração sua mãe viu no poder de Deus a única solução para que o garoto sobrevivesse. O menino que foi baleado há mais de uma semana, em Montes Claros (MG), passou uma cirurgia de alto risco e recebeu alta na última sexta-feira (19).

“No começo achei que ia perder meu filho. Peguei com Deus, que era a única força que eu tinha, e pedi um milagre. Deu tudo certo!”, disse Naiara Viviane Ribeiro, mãe da criança.

Kauan foi baleado na porta de casa, quando dois homens chegaram de bicicleta e começaram a atirar.

Até mesmo o médico que atendeu o garoto reconhece que o pequeno Kauan viveu uma experiência muito forte e fora do comum, tendo esse livramento.

O pediatra Renato Neves afirmou que em sete anos de carreira nunca tinha visto nenhum paciente sobreviver a um ferimento tão grave como esse e quando o caso é com uma criança, a situação fica ainda mais complicada.

“Os pais o levaram rapidamente ao hospital e no momento da cirurgia ele teve uma grande sorte porque surgiu uma vaga no CTI de adulto, onde recebeu o suporte adequado”, contou.

A mãe de Kauan assegurou que o livramento fo filho e a boa recuperação do garoto ganhou um forte significado para toda a família, renovando sua fé.

“Nós somos em quatro, eu, meus dois filhos e meu marido, é renascimento de todos nós. A nossa fé foi renovada”, afirmou.


Entenda o caso

O garoto foi baleado na madrugada da última sexta-feira (12), enquanto jogava 'Pokémon Go' no celular do pai, na porta de casa, no Bairro Clarice Athayde. O pai, que também foi atingido no ombro, levou o filho rapidamente para o hospital com a ajuda de sua esposa.

“Ele me pediu o celular e sentou na porta, onde havia mais pessoas. Eu e minha esposa estávamos assistindo televisão e saímos porque parecia que estava ocorrendo uma briga. Quando ouvi os tiros, peguei meu filho no colo para entrar e vi que ele tinha sido baleado. Entreguei ele nos braços da minha mulher, tirei o carro da garagem e corri para o hospital, ela que percebeu que eu tinha tomado um tiro. Não senti dor, só pensava em socorrer meu filho”, relatou José Francisco Soares Neto, pai da criança.

A Polícia Militar informou que naquela madrugada, o alvo dos atiradores era um adolescente de 15 anos, que não foi atingido.




Fonte: GuiaMe

Cantor chega aos 20 anos de carreira com músicas consagradas e em clima de rivalidade com cantores famosos

Nascido na cidade de Passos, em Minas Gerais, Thalles Roberto comemora seus 20 anos de carreira em 2016. O cantor, que começou como músico de apoio da banda Jota Quest e chegou a fazer uma parceria com o grupo Jamil e Uma Noites, lançou o primeiro álbum com a banda Éden, em 1996. Hoje, Thalles é reconhecido como um dos maiores fenômenos da música gospel nacional e seu nome está por trás de tantos sucessos quanto polêmicas.

O primeiro trabalho solo de Thalles Roberto veio em 2004. Naquele ano, o cantor lançou o CD "Acústico Gospel" e emplacou hits como "Um Vaso Novo", "Segura Na Mão de Deus" e "Sonda-me". O trabalho foi bastante elogiado pela crítica e rendeu ao cantor uma indicação ao prêmio de Melhor Álbum de Música Cristã do Grammy Latino 2004. 

Após a estreia, Thalles Roberto trabalhou com diversos artistas e se afastou do cristianismo enquanto se dedicava ao grupo mineiro Jota Quest, liderado por Rogério Flausino. O sucesso a nível nacional aconteceu em 2010, quando o cantor venceu a categoria "Revelação" do prêmio Melhores do Ano Gospel. 

Desde então, o cantor passou a ser figura frequente na mídia, sendo reconhecido principalmente por falas polêmicas e atitudes muito aquém do esperado pela comunidade evangélica. Dentre os acontecimentos mais controversos, fãs de Thalles não se esqueceram de declarações como "cantar gospel é igual bater em bêbado" e que "há tempo para sonegar impostos". Relembre as maiores polêmicas da carreira de Thalles Roberto:

A canção herética

Em 2013, Thalles Roberto promovia o lançamento do single "Filho Meu". O vídeo, que atingiu a marca de 500 mil visualizações em pouquíssimos dias, gerou polêmica ao mostrar o cantor falando na primeira pessoa, demonstrando uma tentativa de Deus de se relacionar com um suposto filho, porém ainda não convertido. A letra da canção foi criticada por teólogos, pastores e fãs do artista, que a classificaram como "herética".


Ambição

No mesmo ano da polêmica com o clipe de "Filho Meu", o cantor virou notícia entre os famosos do mundo gospel ao cancelar um show de última hora na cidade de União dos Palmares, em Alagoas. O motivo? Thalles teria ficado insatisfeito com o valor do cachê acordado com o Pastor Abraão, organizador do evento. Fãs que prestigiaram o show ficaram indginados e gravaram um vídeo em repúdio ao gesto do artista, o acusando de ser mercenário. 



Bíblia própria

Em 2015, Thalles provocou a ira da comunidade evangélica ao lançar uma nova versão da Bíblia Sagrada. Intitulada "ID3", mesmo nome de um álbum lançado em 2014, o cantor produziu um livro em parceria com a Sociedade Bíblica do Brasil. A obra trazia sua história de vida como introdução, à frente do Gênesis. Mais polêmica do que o projeto, só mesmo o custo: R$ 110,00.


Menosprezo ao gospel

Durante uma apresentação na Comunidade das Nações, em julho de 2015, em Brasília, Thalles Roberto afirmou ter interesse em produzir um CD voltado ao público não-religioso. O cantor disse que recebeu chamado de Deus para deixar de se apresentar em igrejas e fazer eventos seculares. No entanto, a forma como ele descreveu o fato gerou muita revolta entre os evangélicos. "Você está acima da média porque você está no meio de gente fraca", declarou. Thalles ainda disse que "cantar no meio gospel era como bater em bêbado" e que "música gospel é tudo igual".

A declaração do cantor deu o que falar no meio gospel. Nomes como Leonardo e Marcos, Luiz Arcanjo, Marcus Salles, Amanda Ferrari, Vanilda Bordieri, Cassiane e Lydia Moisés repudiaram publicamente a atitude de Thalles.




Fonte: IG

Justiça recolhe santos católicos inspirados na cultura pop para evitar vendas, diz MP

A Justiça recolheu santos inspirados na cultura pop na casa da artista plástica Ana Paula Dornelas Guimarães de Lima, conhecida como Ana Smile, de 32 anos, para que fossem evitadas novas vendas das imagens. Uma decisão proibiu a mulher de fabricar e comercializar as estátuas por considerar que a arte é uma "sátira" com personagens religiosos. Agora, uma audiência de conciliação está marcada para setembro para definir a pena contra ela.

O promotor Luís Eduardo Barros Ferreira, responsável pelo caso, disse que um mandado de busca e apreensão foi cumprido em 28 de junho deste ano para garantir que a medida judicial contra a artista fosse respeitada. "Depois da proibição e da repercussão do caso, ela disse que isso tinha aumentado a procura pelas peças, servido como propaganda. Como havia o indicativo de comércio e também para coletar provas, foi feito o pedido para que as peças fossem recolhidas", informou ao G1.

O G1 tenta contato com a artista Ana Smile e também com as advogadas de defesa, mas elas não foram localizadas até a publicação desta reportagem.

De acordo com o Ministério Público, na casa de Ana Simile foram encontradas quatro estátuas de gesso de São Judas, três de São Benedito, além de uma de um frei, de um padre e uma de Nossa Senhora de Guadalupe.

Agora, será feita uma audiência preliminar em setembro para avaliar o processo. "Na audiência, poderá ser feito o que chamamos de antecipação da pena. Como é um crime de menor potencial ofensivo, ela pode ter que prestar algum serviço social e o processo é encerrado", disse o promotor.

Polêmica

A polêmica começou após a Arquidiocese de Goiânia entrar com uma ação contra a artista por ela fazer e vender esculturas de santos da Igreja Católica inspirados na cultura pop. Dentre os personagens retratados em seu trabalho estão Superman, Batman, Minnie, Malévola e Galinha Pintadinha.

O juiz Abílio Wolney Aires Neto, da 9ª Vara Cível de Goiânia, acatou o pedido e determinou que a artista não fizesse mais as peças. Em caso de descumprimento, ela deveria pagar uma multa de R$ 50 mil.

Na época, a Arquidiocese de Goiânia disse em nota que "a autora extrapolou, deliberadamente, o seu direito constitucional de livre manifestação de pensamento, ferindo o também direito constitucional da Igreja Católica, de inviolabilidade de consciência e crença".

Ainda de acordo com o comunicado, além das estatuetas, as postagens em redes sociais sobre elas "ofendem a coletividade, violando o sentimento religioso, ao empregar escárnio, sátira e ironia".

Em resposta, Smile disse que não entendia o motivo da decisão. Ela salientou que o intuito ao fazer as esculturas não era atingir qualquer religião e que as peças são apenas fruto "de um trabalho ligado à arte pop".

"Nunca quis agredir a fé de ninguém. É uma coisa para quem gosta de algo diferente. Sou de família católica e todos me apoiam, gostam do que eu faço e têm exemplares em casa. Minha avó, inclusive, que não sai da igreja, não viu problema", disse ao G1, na ocasião.


Fonte: Gazeta Web e G1
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