

Foi lançada nesta terça-feira (10), pelo deputado federal Sóstenes Cavalcante (PSD-RJ), uma campanha de conscientização e apelo para que a Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) seja conduzida de forma democrática e independente.
Além disso, o parlamentar continua na luta para presidir os trabalhos desta comissão. “Nós não somos daqueles que retrocedem!”, garantiu. A ação aconteceu inicialmente na Câmara dos Deputados, em Brasília.
Ele ainda afirmou o desejo de “levar conscientização e apelo para que a Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) seja conduzida de forma democrática e independente”.
Na campanha, que teve início na terça-feira nas redes sociais, o deputado mostra porque é o candidato ideal para presidir a Comissão. “Quero que todos saibam que estou nesta batalha em busca dos interesses do povo e acredito que direitos humanos não é tema para partido que apoia governos ditadores.
Ele ainda afirmou o desejo de “levar conscientização e apelo para que a Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) seja conduzida de forma democrática e independente”.
Na campanha, que teve início na terça-feira nas redes sociais, o deputado mostra porque é o candidato ideal para presidir a Comissão. “Quero que todos saibam que estou nesta batalha em busca dos interesses do povo e acredito que direitos humanos não é tema para partido que apoia governos ditadores.
Quero ser presidente para garantir que os indivíduos sejam livres para fazerem suas próprias escolhas e para aceitarem a responsabilidade pelas consequências das mesmas”.
O Parlamentar afirma, também, que pretende criar um Plano Nacional voltado para os direitos humanos nas empresas, tomando como exemplo a Dinamarca, Finlândia, Países Baixos e Reino Unido. “Precisamos respeitar o ser humanos e não apenas utilizá-lo como mão de obra”, destacou.
Fonte: Assessoria
Verdade Gospel
O Parlamentar afirma, também, que pretende criar um Plano Nacional voltado para os direitos humanos nas empresas, tomando como exemplo a Dinamarca, Finlândia, Países Baixos e Reino Unido. “Precisamos respeitar o ser humanos e não apenas utilizá-lo como mão de obra”, destacou.
Fonte: Assessoria
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