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Muçulmanos querem que FIFA proíba “comemoração cristã” de jogadores


Diego Costa agradecendo a Deus após gol pelo Chelsea.

Clérigo da Arábia Saudita exige que Federação crie lei coibindo prática

O clérigo Islâmico Muhammad Alarefe, líder influente na Arábia Saudita, está pedindo que a FIFA crie uma lei proibindo jogadores de fazer uma “comemoração cristã” após o gol. Ele não ataca diretamente o cristianismo, mas em seu pedido alega que os atletas não deveriam fazer o sinal da cruz.

Professor de religião na Universidade do Rei Saud, na capital Riad, Alarefe usou as redes sociais, onde tem mais de 17 milhões de seguidores, para iniciar uma campanha. Ele escreveu: “Eu vi vídeo de atletas, jogadores de futebol correndo, chutando e quando marcam fazem o símbolo da cruz no peito! Minha pergunta é: por que as regras da FIFA não proíbem isso?”.

Rapidamente a mensagem começou a ser compartilhada, gerando um “buzz” na mídia social em língua árabe. Na maioria dos casos foi apoiada. Conforme escreveu um usuário do Twitter: “Respeitado sheik, infelizmente as regras deles só são aplicadas aos muçulmanos, e ninguém protesta sobre isso, pelo contrário, ficam mudos como um túmulo”.

O sultão Alhusni foi um dos que destoaram, mencionando um jogador egípcio que joga no Roma: “Não posso mentir. Mohamed Salah e outros se ajoelham para rezar quando marcam um gol e ninguém os castiga. Deixe o esporte para aqueles que lidam com ele”.

Polêmica antiga
Após a final da Copa do Mundo de 2002, quando os jogadores do Brasil expuseram camisetas com mensagens agradecendo a Deus e exaltando o nome de Jesus, a Federação Internacional de Futebol (FIFA) começou um processo para proibição desse tipo de manifestação.

Primeiramente, a FIFA proibiu qualquer tipo de mensagem religiosa em camisas que os jogadores vestem debaixo das camisetas de seus clubes durante as partidas de futebol. A medida foi tomada “em respeito às outras religiões”, pois, de acordo com o então chefe da FIFA, Andreas Herren, o isso poderia ser interpretado como uma provocação.

A medida passou a ficar mais rígida a partir de 2010, quando a FIFA proibiu os jogadores de futebol que expressassem sua fé durante as partidas da Copa do Mundo.

Um comunicado foi enviado às federações de futebol dos países que disputavam a competição na tentativa de impedir que seus atletas festejem gols e vitórias com mensagens religiosas. Isso também inclui a exibição de faixas com esse tipo de mensagem nem antes nem depois das partidas. 

Com informações Daily Mail

Mais de 50 mil Bíblias serão distribuídas por missionários no Iraque


Bíblia. (Foto: The Joshua Fund)


Com o apoio da Missão Portas Abertas, missionários pretendem distribuir as 50 mil Bíblias até o final do ano em todo o território do Iraque.

O ano ainda nem concluiu seu primeiro semestre e os parceiros locais da Portas Abertas e igrejas no Iraque estão otimistas com a distribuição de mais de 50 mil Bíblias para adultos e crianças no país, além de livros de estudo bíblico aos cristãos.

"Nós nos juntamos a um distribuidor de materiais cristãos, Sajjad*, em uma de suas viagens de distribuição ao norte do Iraque e já entregamos muitas Bíblias aos jovens", disse um dos missionários.

A iniciativa dos missionários já está dando frutos e levando a Missão Portas Abertas a celebrar os objetivos sendo alcançados. Exemplo destes bons resultados é a jovem Fadia*, de 13 anos de idade.

"Através desses livros, eu realmente entendo quem é Jesus e posso dizer que agora o conheço melhor", afirmou a garota.

De acordo com um dos colaboradores, Sajjad se mostrou muito hábil em seu trabalho. O distribuidor não tem se intimidado com as estradas perigosas do Curdistão iraquiano e viaja toda a região com sua minivan, sempre cheia de Bíblias para distribuir nas vilas.

"Durante meses, o norte do Iraque ficou totalmente seco, reduzindo as colinas e os campos a um estado de hibernação marrom e aparentemente sem vida. Apenas algumas semanas atrás é que começou a chover novamente. As promissoras primeiras gotas de água trouxeram a promessa de uma nova vida de volta à essas terras, e os primeiros vislumbres de verde já são visíveis nas colinas", contou ele.

Sajjad ainda contou que as crianças recebem com alegria os livros com figuras para colorir, mas muitas delas já têm o costume de ler a Bíblia.

"Cerca de duzentas crianças pequenas de famílias cristãs receberam um livro para colorir com histórias da Bíblia. As mais velhas receberam um livro com 27 histórias para ler. Muitos delas já estão acostumadas a ler a própria Bíblia", disse.

"O propósito de distribuir esses livros é que crianças e jovens entendam melhor o que Deus tem para lhes dizer", acrescentou.

Guiame

Estado Islâmico comete novo atentado terrorista contra cristãos no Egito

Após serem expulsos do território que haviam conquistado no Iraque e perderem a maior parte do que detinham na Síria, os jihadistas do Estado Islâmico parecem ter escolhido o Egito como o novo palco para seu show de horrores em nome da fé islâmica.

No ano passado, um atentado a bomba matou dezenas de pessoas numa igreja cristã copta, tragédia repetida em dose dupla no início desde mês, seguindo o mesmo modus operandis.

As ameaças feitas a famílias cristãs que vivem na península do Sinai diziam no material impresso distribuído por eles: “convertam-se ou morram”. Centenas de famílias abandonaram suas casas nos últimos meses temendo ver em solo egípcio as mesmas atrocidades que eram cometidas pelo Estado Islâmico nas regiões dominadas pelos seus soldados.

Nesta terça-feira (18), um policial morreu e quatro pessoas ficaram feridas em um ataque terrorista junto ao monastério ortodoxo de Santa Catarina, no sul do Sinai.

O Estado Islâmico reivindicou responsabilidade pelo ataque contra o mosteiro, um dos mais importantes locais cristãos do mundo. O local foi construído no século IV, no Monte Sinai, a 1.600 metros de altitude.

Segundo a tradição, foi nos arredores do local onde Deus se manifestou numa sarça ardente, falando com a Moisés e dando-lhe os Dez Mandamentos. É um ponto de interesse dos milhares de turistas que vão ao país todos os anos e sobem no Monte Sinai.

O ataque terrorista ocorrer 10 dias antes da chegada do papa Francisco para visita oficial ao Egito. Especialistas temem que o pontífice possa ser um alvo preferencial dos radicais.

O presidente egípcio, Abdul al-Sisi havia decretado “situação de emergência” no país, mas as mortes mostram que o governo não tem condições de controlar o extremismo.

A minoria copta, cerca de 10 por cento dos 92 milhões de habitantes do Egito, tem sido cada vez mais alvo de militantes islâmicos, com três ataques mortais contra igrejas no período de quatro meses. O fato de eles terem atacado um local pertencente à Igreja Ortodoxa mostra que nenhum cristão está a salvo no país.

Como medida de precaução, Israel proibiu este mês que seus cidadãos cruzem para a península do Sinai, dizendo que a ameaça de ataques na área inspirados pelo Estado Islâmico e outros grupos jihadistas é alta. 

Com informações Christian Headlines

Cristãos do Egito perdoam terroristas: “estamos orando por você”

Apesar de toda dor e sofrimento causados pelos atentados no primeiro dia das comemorações da Semana Santa, os cristãos coptas do Egito estão buscando maneiras de lidar com a perseguição. Jihadistas ligados ao Estado Islâmico cometeram dois ataques a bomba em igrejas lotadas durante os cultos do Domingo de Ramos.

Ainda que algumas igrejas tenham decidido cancelar as comemorações de Páscoa, temendo mais ataques, um vídeo mostrando centenas de cristãos do lado de fora de uma igreja declarando com entusiasmo o Credo Niceno em árabe viralizou nas redes sociais..
David Curry, CEO e presidente da Portas Abertas dos EUA, organização que defende a igreja perseguida em todo o mundo, disse ao The Christian Post que, para os cristãos egípcios é tempo de reafirmar sua fé.

“Os coptas são um grupo inspirador, que tem estado sob imensa pressão e mesmo assim eles permanecem fortes, realmente mostrando o amor de Jesus”, disse Curry, observando que o vídeo é prova como eles “estão determinados a comemorar a Semana Santa, celebrar a Páscoa e manter o foco em Jesus”.

O presidente de Portas Abertas relata que a violência dos extremistas faz com que uma percentagem dos muçulmanos egípcios questionem a sua fé. “Muitos muçulmanos moderados estão vendo essa tendência e se perguntando: ‘É isso realmente o que devemos fazer?’ Eles estão questionando sua herança”, relata Curry. “Algumas pessoas estão buscando conhecer a Jesus”.

A onda de violência e as ameaças dos extremistas também está mexendo com outros grupos cristãos do país, como os ortodoxos e católicos. “Porque, em última análise, a força espiritual que vem de Jesus é a única coisa que irá ajudá-lo em momentos de tragédia como esta, não suas tradições nem seus rituais”, enfatiza.

Perdão
Outro vídeo que está fazendo a diferença no Egito nesse momento é o sermão de um líder copta que falou sobre amor e perdão cristão um dia após terem explodido as bombas que mataram dezenas de cristãos.

Boules George, líder da Igreja de São Marcos, no Cairo, mandou um recado aos radicais islâmicos. Além de mencionar que as igrejas estão cheias desde os atentados, também disse aos terroristas que eles eram amados pelos cristãos por que Jesus ordena que eles amem os seus inimigos.

“A primeira coisa que diremos é” Muito obrigado”. Você não vai acreditar quando eu digo isso, afirmou o padre Boules. “Sabe por que lhe agradecemos? Eu vou te dizer. Você não vai entender, mas por favor acredite em nós. Você nos permitiu morrer a mesma morte que Cristo e esta é a maior honra que poderíamos ter. Cristo foi crucificado e esta é a nossa fé. Ele morreu e esta é a nossa fé. Você nos deu a oportunidade de morrer então agradecemos porque encurtou a viagem para alguns de nós. Obrigado por nos ajudar a alcançar nosso objetivo de estar com o Senhor”, insistiu o líder religioso.

Em seguida, afirmou que muitas pessoas que estavam afastadas da igreja retornaram e em alguns cultos as igrejas estão mais cheias que nunca.

“A segunda parte da mensagem que queremos enviar é que nós amamos vocês. Isso, infelizmente, vocês não vão entender mesmo. Mas esse também é um ensinamento do nosso Cristo. Quero lhe falar sobre o nosso Cristo, como ele é maravilhoso. Veja o que Cristo disse: Se você ama aqueles que amam você, você há nenhum lucro ou recompensa. Mas se amarem aqueles que vos odeiam, que grande recompensa tereis. Eu vos digo: Amai os vossos inimigos” (Mateus 5:46, 44).

Finalizou dizendo : “Este é o ensinamento de nosso Deus, então eu vou te amar, não importa o que vocês façam comigo. E quero dizer uma última coisa: estamos orando por vocês. Porque aquele que nos disse para amá-los, também nos disse para “abençoem aqueles que o amaldiçoam … e orem pelos que os maltratam” (Mateus 5:44)”

Assista

GospelPrime

Cristãos oram durante 100 horas seguidas, em meio à guerra contra o Estado Islâmico


Cristão se emociona durante clamor no Iraque. (Foto: Bethel Church)


Com as bases do Estado Islâmico a cerca de 80 km de distância, cristãos do Iraque se uniram para orar e adorar a Deus.

Há cerca de 6 dias, um grupo de cristãos do Iraque cristãos se reuniu parar orar por 100 horas contínuas, enquanto exércitos (iraquianos e curdos) avançavam contra o Estado Islâmico para retomar a cidade de Mosul e seus arredores.

Com as bases do Estado Islâmico a menos de 100 km de distância, eles cantaram, oraram e se emocionaram na presença de Deus. Pessoas de diferentes denominações se uniram em um mesmo clamor.

O grupo foi liderado por uma equipe do Ministério "Burn 24-7", uma organização com sede nos Estados Unidos, que surgiu de um movimento universitário e hoje é liderada pelo missionário e ministro de louvor Seun Feucht e sua esposa Kate. Ambos estão ligados à Igreja Bethel, em Redding, Califórnia e enviam equipes a todo o mundo para compartilhar o amor de Jesus através da adoração.

Cada equipe realiza regularmente, eventos de oração e adoração, que podem durar de 12 a 100 horas, ininterruptas.

"Nós tentamos realizá-los regularmente, uma vez por mês em cada cidade, com o propósito no coração de reunir cristãos de diferentes origens e denominações, para adorarem e exaltarem o nome de Deus", diz Kelsie, que Trabalha com o MInistério "Burn 24-7" no Curdistão.

"[O encontro] também evangelístico - não é somente para adorar e orar. Naqueles lugares também temos equipes saindo para evangelizar, compartilhar o amor de Jesus e curar os doentes", disse ela ao 'Christian Today'. "O propósito é ver as pessoas inflamadas pelo primeiro amor a Jesus, reunindo-se para desfrutar de Sua presença estabelecida nesses lugares".

Claro que realizar esses encontros é mais fácil em alguns lugares do que outros. O "Burn 24-7" tem equipes e centros de oração espalhados pelos Estados Unidos e também em diversos outros países. Equipes de curto prazo foram implantadas em Moçambique, na República Democrática do Congo, no Paraguai, China e Rússia, por exemplo - alguns dos países mais difíceis do mundo para que os cristãos exerçam sua fé, seja por opressão do governo ou grupos extremistas.

Kelsie e sua equipe têm trabalhado no Curdistão - uma região autônoma do Iraque - desde o início deste ano, dando apoio deslocados internos (pessoas que foram obrigadas a fugir de suas casas, devido ao avanço do Estado Islâmico).

"Nossos corações começaram a queimar pelo o que estava acontecendo aqui", disse Kelsie em 2014, quando ainda morava nos EUA e soube que os terroristas do Estado Islâmico invadiram a planície de Nínive no norte do Iraque, matando milhares e sequestrando mulheres e crianças.

Ela e alguns outros sentiram "a necessidade de espalhar a esperança" no Iraque e começaram a se mobilizar para chegar ao local.

"Em 2015, uma pequena equipe veio aqui com o objetivo básico e simples de adorar, orar a Deus, amando quem quer que Ele colocasse em nosso caminho", contou. "Então, vimos a necessidade de expressar o amor de Jesus a essas pessoas".

Kelsie mudou-se em janeiro deste ano (2016), participando do projeto "Acenda uma Vela". Ela e seus colegas fizeram uma parceria com uma base local do ministério "House of Prayer" ("Casa de Oração"), onde eles realizam esses encontros uma vez por mês. Durante 12 horas de oração e louvor constante com crentes locais - todos clamam a Deus em inglês, curdo, árabe e persa.

O último encontro do Ministério porém não durou 12, mas 100 horas e foi diferente dos demais já realizados. Este foi o segundo que atingiu tal magnitude.

No ano passado, cristãos da Jordânia, árabes e curdos locais, iranianos, americanos, britânicos e canadenses se reuniram para um desses encontros de oração. Durante o evento, eles acabaram orando até mesmo pelos militantes do Estado Islâmico - as mesmas pessoas que forçaram muitos dos que estavam no local a fugir de suas casas e comunidades.

"Uma coisa é orar pelo Estado Islâmico de longe, outra coisa é orar por eles estando aqui. Estamos a 80km da cidade [Mosul] ao lado de pessoas que perderam tudo; que fugiram de um grupo de pessoas que está descaradamente querendo destruí-los e eles ainda estão orando pelas salvação e pela misericórdia de Deus [sobre esses terroristas]. Eles clamam a Deus para que se revele a esses militantes", disse Kelsie. "Isso é muito poderoso! Cada vez que oramos pelo Estado Islâmico é um momento poderoso. Ver pessoas que perderam tudo por causa desses terroristas, mas ainda assim oram por eles, é uma coisa linda".

Guiame

"Mais lenha na fogueira da intolerância", diz Roberto de Lucena sobre novas publicações de Charlie Hebdo

Níger - O novo secretário de Turismo de SP lamentou as novas publicações do jornal francês "Charlie Hebdo", que resultaram em diversos protestos / ataques no Níger e criticou a falta de posicionamento do governo brasileiro com relação ao terrorismo.


Dias após os ataques que aterrorizaram a França no início deste mês de janeiro (2015), o jornal satírico Charlie Hebdo voltou a publicar charges envolvendo a figura do profeta Maomé. As capas voltaram a estimular protestos e ataques a igrejas e bases missionárias, em países da África, como no caso do Níger (região norte).

Em sua página oficial do Facebook, o novo secretário de Turismo de São Paulo, Roberto de Lucena postou comentários sobre as os fatos subsequentes às mais novas publicações do jornal satírico francês e também criticou a falta de posicionamento do governo brasileiro com relação ao terrorismo.

"Sinto falta do meu país se posicionar com mais clareza contra o terrorismo. Eu pelo menos não vi uma clara manifestação de repúdio do Governo Brasileiro em relação à ação terrorista na França", disse.

Em outra publicação, Lucena mencionou uma frase dita pelo Papa Francisco, enquanto o Pontífice respondia a questões sobre os ataques terroristas na França e as charges publicadas pelo jornal francês, envolvendo islamismo, judaísmo e até mesmo o cristianismo.

"Se xingar a minha mãe, espere um soco", disse o papa ao ser questionado sobre a "liberdade de expressão" e seus limites. Francisco ainda afirmou que "a liberdade de expressão não dá a ninguém o direito de ofender a fé de outra pessoa".

"Assisti a essa manifestação na TV Uol e me impressionei mais uma vez com a sinceridade e objetividade com que o Papa Francisco se posiciona sempre. Defendo também a liberdade com responsabilidade", confessou.

"A liberdade de expressão no limite em que ela não ofenda o direito do outro de não ser ofendido. Ainda, no entanto, considero injustificável, inaceitável e condenável qualquer ato terrorista, seja na França ou na Nigéria, como lembrou o amigo Persil, ou qualquer outro lugar, e me solidarizo mais uma vez com os familiares e entes queridos das vítimas dessas barbáries, com o povo francês e o povo nigeriano".

Na noite da última terça-feira, Lucena publicou um breve texto, lamentando a atitude do jornal francês, que publicou novas charges envolvendo figuras do islamismo, mesmo depois de o mundo ficar aterrorizado com a violência promovida por extremistas em razão de charges anteriormente expostas nas capas do veículo de comunicação.

Confira abaixo o texto de Roberto de Lucena sobre o assunto:

Lamento a disposição do Jornal Francês Charlie Hebdo de colocar mais lenha na fogueira da intolerância.

Defendo a liberdade de expressão, um dos pilares da democracia, assim como defendo a liberdade religiosa como um direito humano fundamental.

Preocupa-me o ambiente cada vez mais hostil, contaminado de fobias religiosas e intolerância no mundo. Nada disso compensa. Trata-se de uma tragédia anunciada. Todos temos que tirar lenha da fogueira.

No Níger (norte da África), nesse sábado, dia 17, uma onda de ataques em protesto a nova charge do profeta Maomé na revista Charlie Hebdo destruiu duas igrejas presbiterianas brasileiras na capital Niamey, e outras duas igrejas e uma escola sob o comando de missionário brasileiros também foram atingidas.

O Brasil através de sua diplomacia, e através de sua pacífica, ordeira e numerosa comunidade islâmica, pode fazer alguma coisa num momento como esse de grande tensão.

Enquanto deputado federal, apresentei ao Congresso Nacional proposta legislativa de autorização para que o presidente da República possa romper relações diplomáticas e comerciais com países que promovam ou tolerem a perseguição religiosa ou desrespeitem os direitos humanos.

Nenhum de nós pode ou deve estar indiferente a esse cenário cada vez mais catastrófico e conturbado.
Paz!

Que Deus nos abençoe e ao Brasil!

Fonte: Guiame, João Neto

"Precisamos da ajuda dos brasileiros com urgência", diz missionário que sofreu atentado no Níger

Efeito "Charlie Hebdo" - Por email, o missionário Alexandre Canhoni (Ministério Guerreiros de Deus) fala sobre a situação de sua família e projeto missionário após os violentos ataques do último final de semana, no Níger.

No último final de semana, os protestos contra as publicações mais recentes do jornal satírico "Charlie Hebdo" causaram destruição e deixaram milhares de pessoas desamparadas no Níger. 

Aproximadamente 10 cristãos já foram assassinados e mais de 20 igrejas foram depredadas / incendiadas por extremistas islâmicos, desde a última sexta-feira.


Entre os afetados por tanta violência, estão os missionários Alexandre e Giovana Canhoni (Ministério Guerreiros de Deus), que tiveram sua casa e base missionária completamente destruídos, conforme noticiado anteriormente pelo Guiame.

No último domingo, o missionário enviou um email à psicóloga cristã, Marisa Lobo, dando novas informações sobre a situação dele, de sua família e do Ministério.

Confira a mensagem, na íntegra, logo abaixo:

Cara Marisa Lobo precisamos da sua ajuda e dos brasileiros com urgência. Trabalhamos no Níger há muitos anos, temos crianças a nossa guarda.

Temos cerca de 17 filhos “adotados”, e cuidamos deles. No projeto são mais 1.200 pratos de comida por dia. Trabalhamos com crianças em situação de risco.

Precisamos de ajuda, fomos atacados ontem de manhã, dia 17/01, por volta das 13 horas em nossa base e casa. Saímos cerca de 3 a 5 minutos antes deles chegarem. Fugimos sem saber para onde iríamos. 

Eles quebraram tudo, jogaram fogo, destruíram todas as nossas coisas e também as coisas da base. Não temos como voltar para casa, nossos filhos, foram dispersos cada um para casa de um amigo diferente, onde estão até agora. Todos estamos muito assustados. Uma multidão com paus, porretes, facões estava em fúria.

Não podemos sair daqui agora e deixar nossos filhos, estamos com uma equipe, que são no total, sete brasileiros. Tem outros brasileiros no país, mais ninguém foi atingido.

Creio que precisaremos de passagens para as meninas. Precisaremos se possível de ajuda financeira para comprar janelas, portas e coisas para nossa casa, como geladeiras, fogões, colchões... Tudo foi queimado: panelas, pratos, copos, mobílias. Estamos sem água e sem luz. Fugimos com a roupa do corpo.

Agora está tudo mais calmo no país (aparentemente). Preciso reforçar a nossa segurança (e de nossos filhos) com grades.

Peço ajuda e socorro.

Grato

Alexandre Canhoni - www.guerreirosdedeus.com.br

Para ajudar estes missionários financeiramente, é possível fazer depósitos nas contas:

Banco Bradesco 
Ag: 0095 
Conta: 0126319-6

Banco Itaú 
Ag: 6375 
Conta 01630-7

Conta na África: 
ÁFRICA – NIAMEY:
ECOBANK NIGER (Agence Plateau)

NIAMEY (cidade) - NIGER (país) 
END BANCO: BP 13804 
CODE SWIFT: ECOCNENIXXX
NOME CONTA: ASSOCIATION GUERREIROS DE DEUS 
BANQUE: H0095 
GUICHET: 01006 
N. COMPTE: 0060121605000801

CLE RIB: 15

Para entrar em contato com o casal, o email é: giovananiger@hotmail.com


Fonte: Guiame

Refugiados cristãos marcam tendas com a letra `N´, de nazarenos

Testemunho de cristãos iraquianos perseguidos surpreende
Com a constante perseguição e o reino de terror imposto pelo Estado Islâmico na região fronteiriça entre Iraque e Síria, muitos refugiados buscam um local seguro para escapar do conflito que tomou conta de sua terra.

Nos arredores de Erbil, capital do Curdistão, no norte iraquiano, existem vários campos de refugiados. Eles foram criados pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur) e abrigam milhares de pessoas.

O Curdistão Iraquiano tem seu próprio governo, pois é considerado uma região autônoma e até o momento tem conseguido resistir às investidas do EI graças à milícia “peshmerga”, que têm apoio dos EUA. Estima-se que o número de refugiados no Curdistão Iraquiano já passa de 200 mil.

Entre as milhares de tendas beges fornecidas pelo ONU, a maioria abriga cristãos, que foram os maiores alvos do EI. Quando os terroristas invadem uma aldeia, dão a opção dos cristãos se converterem ao islamismo. Caso contrário, morrerão. A maioria se recusa e acaba sendo executada. Os poucos que conseguem escapar têm dado testemunho de sua fé.

Embora tenha graves problemas relacionados à saúde e saneamento básico, pode-se ver nas imagens das tendas que os cristãos continuam firmes. A maioria usou tinta spray para desenhar o mesmo “n” - que marca propriedade dos Nasrani (Nazarenos, em árabe - que os milicianos do EI pintam na casa de cristãos.

A imagem de um dos acampamentos de Erbil vem sendo compartilhada milhares de vezes, acompanhadas por diferentes textos. Todos eles destacam o testemunho e a perseverança daqueles cristãos que perderam tudo por causa da sua fé. Destaque para a tenda número 68, que trás em árabe e inglês a frase “Jesus Cristo é a luz do mundo”.

CpadNews

Extremistas islâmicos cortam cabeça de cristão após forçá-lo a negar a Cristo

Os militantes pediram que o homem saudasse Maomé como mensageiro de Deus
Um homem cristão na Síria recentemente teve sua cabeça brutalmente arrancada por militantes islâmicos depois de ter sido forçado a negar sua fé e saudar Maomé como "o mensageiro de Deus".

O incidente foi capturado em vídeo para o mundo inteiro assistir, transmitido como um aviso para "todos como ele".

Na gravação enviada para o YouTube, o homem cristão indefeso é cercado por militantes armados usando máscaras. Durante o vídeo, é possível ouvi-lo recitar conforme as instruções: "Não há Deus além de Deus, e eu declaro que Maomé é o mensageiro de Deus".


Uma aparente líder do grupo de militantes é ouvido instruindo o grupo: "Ninguém vai atirar nele agora, vocês entenderam? Ele não será morto por fuzilamento, pois isto seria misericordioso para ele".

"Ele vai ser decapitado porque ele é kafir (infiel), aliado com o governo e não estava fazendo suas preces. Todo mundo como ele terá o mesmo fim, decapitação", disse o militante.

Um militante armado com um facão, em seguida, pega o homem indefeso pelos cabelos e começa a separar a cabeça do corpo, enquanto o grupo grita "Allahu Akbar... não há outro além de Allah".

Um relatório de 2014, da Comissão dos Estados Unidos sobre Liberdade Religiosa Internacional, destaca a Síria entre vários países onde assumir o cristianismo pode ser extremamente perigoso, por conta de terroristas e extremistas muçulmanos

"Grupos extremistas e organizações terroristas, incluindo a Al-Qaeda e o Estado Islâmico, também estão perpetrando flagrantes violações da liberdade religiosa. Eles defendem a violência e a criação de um Estado islâmico, sem espaço para a diversidade, e realizam ataques religiosamente motivados e massacres contra [as minorias compostas por] alauitas (denominação islâmica), xiitas, cristãos e outros civis", explicou o documento em destacar as condições na Síria.

"O relatório da ONG que vários grupos de oposição anti-regime implementaram tribunais Xaria (de direito islâmico) nas áreas que eles controlam. Recentemente o grupo militante EIIL, uma organização terrorista não alinhada com a oposição reconhecida internacionalmente, anunciou que os cerca de 3 mil cristãos na província de Raqqa devem ou encarar a morte , converter-se ao Islã, ou ser tratado como dhimmis (cidadãos não-muçulmanos de um estado islâmico) que devem pagar um imposto para a sua 'proteção' e obedecer sérias restrições em suas práticas religiosas", continuou.

O relatório observou também que o bispo Boulos Yazigi, da Igreja Ortodoxa Grega, e o bispo John Ibrahim, da Igreja Ortodoxa Assíria ,ainda estão desaparecidos desde que foram sequestrados por desconhecidos na província do Norte de Aleppo, em abril de 2013.

Cerca de treze monjas e três trabalhadores de um mosteiro ortodoxo grego na aldeia cristã de Maaloula, que foram sequestrados pela Frente al-nustra no final de novembro de 2013, foram finalmente libertados em 09 de março de 2014.

O Al-Nusra assumiu Maaloula em setembro de 2013 e os seus combatentes teriam atacado lares cristãos, matando pelo menos uma dúzia de pessoas, e queimando uma igreja. Os remanescentes foram forçados a se converter ao Islã, segundo o relatório.

Christian Post

Sudanesa cristã condenada à morte por deixar o Islã chega à Itália

Condenação foi suspensa pelo Sudão após comoção internacional
A sudanesa Meriam Yahya Ibrahim, que foi condenada à morte no Sudão por ter abandonado o Islã e se convertido ao cristianismo - e após ser solta foi barrada ao tentar deixar o país -, chegou nesta quinta-feira (14) à Roma, na Itália, em um avião do governo italiano. 

A sentença contra Meriam, que na época estava grávida e deu à luz na prisão, gerou críticas internacionais que levara a sua soltura e ao cancelamento da pena.

Não foram divulgados detalhes sobre sua ida à Itália, mas um oficial sudanês afirmou que ela foi liberada pelo governo. “As autoridades não a impediram de partir já que era sabido e foi aprovado com antecedência”, disse a autoridade à Reuters.

Meriam foi acompanhada no avião pelo vice-ministro de Relações Exteriores da Itália, Lapo Pistelli. Ele disse a jornalistas no aeroporto de Ciampino, em Roma, que o país esteve em “constante diálogo” com o Sudão sobre o assunto, mas não deu mais detalhes.

A sudanesa foi para a Itália acompanhada de seus dois filhos.

Antes de deixar o Sudão, Meriam se refugiou na representação diplomática americana depois ter sido detida após sua libertação, quando tentava deixar o país, acusada de usar documentos falsos.

A justiça sudanesa a havia condenado à pena de morte por infidelidade ao Islã, em virtude da interpretação sudanesa da sharia (lei islâmica) vigente no país desde 1983, que proíbe as conversões para outras religiões.

Seu marido, que também é cristão, Daniel Wani, conta com a dupla nacionalidade americana e sul-sudanesa.

CPADNEWS

Islamismo é a religião que mais cresce no mundo

Índices revelam “explosão” na Europa e EUA
Uma nova pesquisa divulgada por Dick Slikker, do grupo cristão de consultoria Project Care, indica que os números globais de cristãos tem se mantido estagnado. Enquanto isso, o Islã disparou em sua abrangência nos últimos anos. Os números do Project Care analisam uma comparação do número de cristãos e muçulmanos entre 1900 e 2010.

Nesse período, a proporção de seguidores do cristianismo permaneceu quase a mesma. Já o Islã quase duplicou o número de membros. Cristãos eram 34,5% da população em 1900, totalizando 32,9% em 2010. Muçulmanos, que eram 12,3% da população mundial no início do século passado, atualmente são cerca de 22,5%.

A maior queda do cristianismo foi na Europa Ocidental, com diminuição de 30%. Slikker acredita que a redução no número de cristãos é devido ao “aumento do materialismo, o secularismo, o racionalismo e a rejeição da noção de autoridade espiritual”.

Outras fontes independentes indicam que o Islã é a religião que mais cresce no mundo. O site especializado em missões religiosas Beyond.org relatou recentemente: “Em 2014, a publicação do Boletim Internacional de Pesquisa Missionária indica que o Islã cresce 1,81% ao ano… o cristianismo apenas 1,29%. 

Se oficialmente existem 2,3 bilhões de cristãos em todo o mundo, sabe-se que cerca de 700 milhões são apenas nominais. Estima-se que apenas 309 milhões participem regularmente das atividades de uma igreja local”. Por sua vez, a proporção de muçulmanos não praticantes é significativamente menor.

O estudioso Michael Snydero, que já publicou um livro sobre o tema, afirma que a “explosão” maior tem ocorrido na América do Norte e na Europa, impulsionado sobretudo pela imigração. Uma pesquisa realizada pelo Pew Research Center indicou que 39% dos muçulmanos adultos que vivem na América imigraram para o continente a partir de 1990.

Uma tendência semelhante foi observada na Europa, sobretudo por causa dos imigrantes vindos de países africanos. Outro fator que contribuiu para isso é o casamento entre muçulmanos e não-muçulmanos. O site do Gatestone Institute mostrou recentemente uma análise semelhante, ressaltando como a tendência comum desses casamentos é que o parceiro não-muçulmano (em geral a mulher) é obrigado a se converter e que essa será a religião ensinada aos filhos.

Outro elemento que deve ser levado em conta, embora seja de difícil comprovação, é a perseguição (incluindo a morte) de cristãos em regiões controladas por islâmicos. Isso ocorre de maneira especial no Oriente Médio e na África.

Com informações Prophecy News

Há muitos cristãos com a fé morta, diz Saeed Abedini em carta aberta

Carta aberta a cristãos é desabafo inspirado pelo Espírito Santo
Mesmo em meio ao brutal sistema prisional iraniano, o pastor Saeed Abedini, preso desde 2012, conseguiu enviar uma carta aberta aos cristãos. Por ocasião da Páscoa, o pastor, que foi condenado a 8 anos de encarceramento por ter pregado o evangelho, decidiu compartilhar uma mensagem com os cristãos ao redor do mundo

Ele cumpre uma sentença de prisão de oito anos, sob a acusação de ter evangelizando na república islâmica, onde isso não é permitido.

Doente, Abedini está hospitalizado e com péssimas condições de saúde. Recentemente, foi divulgado que ele sofria espancamentos frequentes na prisão. Sem ver a esposa e filhos há quase dois anos, ele decidiu mandar uma carta onde afirmou sua crença na necessidade da humanidade de Jesus Cristo. O material chegou à imprensa neste final de semana.

“Na véspera da Sexta-feira Santa e Páscoa eu estava orando do meu quarto de hospital pelos meus irmãos de todo o mundo”, escreveu. “O que o Espírito Santo revelou a mim em oração foi que há muitos cristãos com a fé morta nos dias de hoje.”

Abedini continua: “Algumas vezes queremos experimentar a glória e ressurreição com Jesus sem experimentar a morte com ele. Não percebemos que, se não passarmos pelo caminho da morte com Cristo, não somos capazes de experimentar a ressurreição com Cristo.”

Ele encoraja os cristãos a lembrarem da necessidade de se abraçarem a Cristo, pois só assim alcançarão o verdadeiro sucesso pessoal. Em vez de focarem apenas no que desejam para si mesmas, o pastor ressaltou que neste período em que se pensa no significado da Páscoa, deveriam fazer o que Deus quer deles. Lembrou ainda Mateus 16:24: “Se alguém quiser seguir-me, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me.”

Finalizou com um apelo: “Vamos ressuscitar nossas crenças mortas, tendo fé que precisamos primeiro morrer para o nosso egoísmo, assim experimentaremos a cruz de Jesus. Somente então seremos capazes de experimentar a ressurreição gloriosa de Cristo.”

Abedini tem sofrido com um sério problema na região do estômago, com uma lesão que foi provocada pelos repetidos espancamentos que sofreu na prisão.

Diversos movimentos cristãos e de luta pelos direitos humanos ao redor do mundo pedem a libertação do pastor Abedin desde que ele foi preso pela primeira vez. Aqui no Brasil o deputado Marco Feliciano tem trabalhado por isso. Mas o governo do Irã jamais deus uma resposta clara sobre a situação do pastor.

Com informações de The Blaze.

Mãe iraniana salva da forca o assassino do filho

A mulher foi até o acusado, lhe deu um tapa na cara e depois retirou a corda de seu pescoço
Em uma sociedade envolta em uma atmosfera de rivalidades, na qual “aqui se faz, aqui se paga”, o perdão ensinado a todos por Jesus está cada vez mais raro.

Porém, recentemente, o caso de uma mulher iraniana que salvou o assassino de seu filho da forca chamou a atenção do mundo.

A mulher foi até o acusado, lhe deu um tapa na cara e depois retirou a corda de seu pescoço. De acordo com o marido, ela teria tomado a decisão após ter um sonho com o filho assassinado.

Após perdoar o criminoso, chamado Balal, a mãe da vítima, Samereh Alinejad, foi recebida pela mãe do condenado que a abraçou e agradeceu por ter salvado a vida de seu filho. De acordo com o jornal Britânico Daily Mail, o homem havia sido condenado há sete anos por ter esfaqueado e matado Abdollah Hosseinzadeh Jnr, de 18 anos, durante uma briga de rua.

De acordo com o pai da vítima, três dias antes da execução sua esposa sonhou com o filho morto que dizia estar em um lugar bom e pedia para a família não fazer retaliações. O sonho teria acalmado a esposa e motivado a decisão de retirar o assassino da forca no dia da execução. O pai revelou que não acredita que Balal quisesse matar seu filho. Para ele, foi uma reação.

"Abdollah o ofendeu e chutou, nesse momento, o assassino tirou uma faca de cozinha das meias. Balal não sabia como manusear uma faca, ele foi ingênuo", afirmou.

FéEmJesus

Jornalista relata que “famílias inteiras estão se convertendo ao Evangelho” na Arábia Saudita

O evangelismo em países de maioria muçulmana pode ser uma tarefa árdua e de alto risco, mas não ingrata: famílias inteiras estão se convertendo ao cristianismo na Arábia Saudita, afirmou Greg Kernaghan, um correspondente cristão no Oriente Médio.

O jornalista publicou um artigo no portal Charisma News relatando testemunhos de conversão, e explicou que, como a unidade familiar é um quesito importantíssimo na cultura local, quando o chefe da família aceita a Jesus, todos os entes queridos também se convertem.

“Uma jovem veio a Cristo através da mídia. Quando seus pais descobriram, eles ficaram furiosos e fizeram tentativas de casá-la com um muçulmano fanático. As pessoas começaram a orar por ela, e as suas preces foram atendidas quando o casamento com este homem foi cancelado. O abuso emocional da família cessou, e sua irmã, tendo visto seu grande sofrimento, se converteu ao Evangelho”, escreveu Kernaghan.

Os sonhos parecem ser uma importante forma usada pelo Espírito Santo para apresentar a Palavra de Deus aos muçulmanos. São inúmeros os casos de religiosos islâmicos que se convertem ao Evangelho e relatam ter tido um encontro com Deus enquanto dormiam. Dentre os testemunhos contados por Kernaghan, está o de Yazid (nome fictício por questão de segurança), que também se tornou cristão através dos sonhos.

“Ele estava navegando na Internet no trabalho quando o Espírito Santo falou claramente para ele ler o Injil e aprender mais sobre Cristo. Ele baixou-o e começou a ler as Escrituras. Toda vez que ele voltava à sua mesa, Deus dizia que lesse mais. No início, era como uma nuvem escura, quando ele começou em Gênesis, mas ele ler até que o Evangelho quando a escuridão levantou e ele entendeu. Mais tarde, ele começou a seguir o ensino da Bíblia através de uma vídeo-aula on-line. 

O professor acompanhou-o por meio do Evangelho e conduziu-o a Cristo, em seguida, colocou-o em contato com a gente e nós começamos a se reunir. Ele logo foi batizado, mas ainda tinha dúvidas sobre seus pecados serem perdoados. Em uma visão, Deus lhe disse que ele estava totalmente perdoado. Desde então, ele foi dizendo a amigos, familiares e colegas sobre a sua fé, sabendo muito bem o custo possível. Sua família colocou suas coisas na rua e trancou a porta, mas poucos dias depois cedeu”, relatou Kernaghan em seu artigo.

Em outro caso, o jornalista conta sobre a conversão de uma mãe, que se achegou a Jesus através da enfermidade de seu filho: “Um jovem saudita teve um sonho sobre Jesus, começou a ler a Escritura e confiou em Cristo. Ele então se casou, mas sua esposa não aceitou sua fé. Mais tarde, eles tiveram um filho, que se tornou muito doente. O marido disse à esposa que eles iriam orar a Jesus e que somente Ele poderia curar a criança. A criança foi então curada, e sua esposa e sua mãe se tornaram cristãs”, testemunhou.

“O medo é um grande fator a ser superado para os árabes, seja em confiar no Evangelho ou em compartilhá-lo entre seus pares. Isso pode ser feito tanto pelo testemunho aos ouvintes quanto através da oração”, conclui Greg Kernaghan.

Gospel +

37 Cristãos são martirizados no Dia de Natal em Bagdá

Reuters - O número de cristãos mortos em dois ataques no Iraque no dia de Natal subiu para 37. No primeiro atentado, um carro-bomba explodiu próximo a uma igreja em Bagdá, capital do país, durante uma missa e deixou pelo menos 26 pessoas mortas e outras 38 feridas. Segundo as autoridades iraquianas, o atentado ocorreu próximo ao bairro Dora, que concentra uma pequena população cristã.

No outro incidente, uma bomba explodiu em um mercado ao ar livre perto da área cristã de Athorien, matando 11 pessoas e ferindo 21. A comunidade cristã no Iraque é estimada entre 400 mil e 600 mil pessoas e tem sofrido frequentes ataques da Al Qaeda e de outros grupos de radicais.

Os incidentes ocorrem no momento em que as forças de segurança do país estão realizando uma forte operação militar no deserto ocidental à procura de membros da Al Qaeda, na fronteira com a Síria.

Com os ataques de hoje, o número de pessoas assassinadas este mês no Iraque chegou a 441. Segundo estimativas da Organização das Nações Unidas (ONU), mais de 8 mil pessoas foram mortas desde o começo do ano.

Fonte: O Estadão

Justiça da Malásia proíbe palavra “Alá” para não-muçulmanos

A decisão pode ser contestada pelo jornal católico The Herald que travou uma briga judicial com o governo local

Não-muçulmanos não poderão mais falar de Alá na Malásia. Essa foi a decisão tomada nesta segunda-feira (14) pelo tribunal superior do país.

O processo julgado foi movido em 2009 quando o jornal católico “The Herald” usou o nome de “Alá” para se referir ao Deus cristão. O governo resolveu proibir o jornal de falar o nome do Deus dos muçulmanos, mas a justiça – em primeira instância- não aceitou a decisão do governo.

Ao chegar na instância superior, o juiz Mohamed Apandi Ali entendeu que “o uso da palavra Alá não é parte integral da fé no cristianismo” e que por este motivo usar essa palavra significa provocar uma confusão na comunidade.

Agora o nome de Alá não poderá ser usado por nenhuma outra religião que não seja o islamismo, o que para o editor do The Herald, Lawrence Andrew, é um erro. Andrew disse que ficou “decepcionado e surpreso” com a decisão e que vai recorrer.

Muitos grupos estão apoiando o jornal dizendo que há traduções da Bíblia em malaia, língua oficial do país, que o Deus cristão é chamado de Alá. Porém alguns muçulmanos acreditam que o uso da palavra é apenas para aproximar os fiéis do Islã e assim convertê-los.

“‘Alá’ não é uma palavra malaia. Se eles, os não-muçulmanos, querem usar uma palavra malaia [para se referir a Deus], eles deveriam usar ‘Tuhan’ em vez de ‘Alá’”, disse à BBC o advogado que representa o governo no caso. 

Com informações BBC

Filhos de cristãos são sequestrados, torturados e decapitados, denuncia líder cristã síria

Madre Agnes Mariam el-Salib denuncia situação à Comissão de Direitos Humanos da ONU 
Em março de 2012, a guerra na Síria completava um ano e ainda não tinha muito espaço na mídia mundial. Mesmo quando o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) fez uma denúncia grave: corpos decapitados foram encontrados na cidade de Homs, oeste da Síria.

É inevitável que civis morram durante uma guerra, mas a Rádio da ONU afirmava: “cadáveres de crianças pequenas foram encontrados entre as vítimas no bairro de Karm el-Zeytoun. Alguns tinham marcas de tortura, outros estavam decapitados”. Mesmo assim, a notícia teve pouca repercussão.

Cerca de 18 meses depois, o assunto volta a chamar atenção da imprensa internacional. Desta vez através de uma líder da comunidade cristã local. Em entrevista recente ao Russia Today, Agnes Mariam el-Salib, madre superiora do Mosteiro de St. James em Qara, Síria, disse que está encaminhando um dossiê à Comissão de Direitos Humanos da ONU.

Nele, afirma que a filmagem do suposto ataque químico na Síria é uma armação. Divulgado pelo mundo todo e usado pelos Estados Unidos como justificativa para uma invasão, trata-se de uma tentativa de rebeldes patrocinados pela Al Qaeda justificarem muitas de suas ações terroristas.

Madre Agnes vive na Síria há 20 anos e tem vivido os horrores da guerra desde seu início. Ela reforça o que tem sido amplamente noticiado: os cristãos são os primeiros a morrer quando as tropas rebeldes invadem cidades. Casas queimadas e igrejas queimadas e destruídas, ameaças de que todos que não se converterem morrerão e requintes de crueldade nas execuções.

Em sua recente entrevista a um dos principais sites da Rússia, ela conseguiu expos alguns dos aspectos que, por contrariarem interesses americanos, são ignorados pela mídia ocidental. O Ministério das Relações Exteriores da Rússia pediu que a comunidade internacional preste atenção às revelações feitas por Agnes Mariam el-Salib.

Segundo ela, os corpos das crianças e adolescentes mostrados nas imagens não poderiam ser vítimas de um mesmo ataque. Um dos motivos para isso é que seus pais e principalmente mães não estão caídos ao lado deles.

Ao mesmo tempo, a comunidade internacional ignorou a matança brutal em Latakia dia 5 de agosto. “O ataque afetou mais de 500 pessoas, incluindo crianças, mulheres e idosos. Foram todos mortos no mesmo ataque rebelde. As atrocidades cometidas ultrapassam todos os limites”, denuncia. Além disso, muitas crianças foram sequestradas para nunca mais serem vistas;

O vídeo mostrando as vítimas do ataque com armas químicas no vilarejo de Gutha em 20 de agosto tem detalhes que passam despercebidos para quem não conhece a realidade síria. Foram cerca de 490 corpos, mas como foi mostrado por vários sites independentes, como o Before It’s News, as crianças não viviam em Gutha, mas são as mesmas sequestradas em Latakia duas semanas antes. Cerca de um mês depois do ocorrido, muitos dos pais que sobreviveram ao massacre as reconheceram no vídeo que rodou o mundo.

De fato, apenas alguns breves artigos no jornal “The Independent” mencionaram o assunto, com pouca repercussão. No Brasil, apenas a revista Carta Capital deu atenção ao fato. Por outro lado, o vídeo divulgado pela Reuters sobre o suposto ataque químico foi manchete de todos os principais órgãos de imprensa do mundo. O ponto principal é que grande parte dos mortos não eram filhos de muçulmanos, mas de cristãos e foram usados para atrair a atenção do mundo para um falso argumento.

Agnes não nega que armas químicas possam ter sido usadas, mas ela questiona por que existem dois pesos e duas medidas na imprensa. Ao total, doze aldeias alauítas foram submetidas a ataques sangrentos dos jihadistas. “Era um verdadeiro matadouro. Pessoas eram mutiladas e decapitadas. Existe um vídeo que mostra uma menina com sua cabeça decepada. Eles a cortaram com ela ainda viva. Viva!”, dispara.

Se quiser assistir ao vídeo
clique aqui. O Gospel Prime alerta que são cenas chocantes.

A madre conta que há caso de líderes religiosos muçulmanos mortos e decapitados pelos soldados da Al Qaeda, mas nem se compara ao número de cristãos (drusos e católicos) dizimados recentemente, os mesmos que viveram em paz com os muçulmanos durante séculos.

Questionada por que demorou para fazer essas denúncias, ela afirma que a maioria dos repórteres americanos e europeus não estavam interessados em ouvi-la. “Qualquer cristão deve em primeiro lugar confiar em sua consciência e crer em Deus. Isso vai ajudá-los a salvar vidas inocentes. Eu não me importo mais com minha própria vida… Este é possivelmente o maior crime já cometido na história”, desabafa.

Ao falar sobre o apoio que espera do Vaticano, foi direta: “O Papa diz não tem planos, não tem bombas nem forças armadas… Ele pediu: Vamos parar de lutar”. Para ela, isso tem um grande significado. “A opinião pública mundial se voltou contra os EUA. É a primeira vez na história que a América está sozinha. Eles dizem ter o apoio de dez países. Mas eu insisto que não tem”, esclarece Agnes.

Para ela as pessoas desses países não concordam com seus governos e muitos, como a Inglaterra, passaram a ser mais cautelosos. Até mesmo o presidente Obama recuou em seus planos quando percebeu que não teria apoio irrestrito na ONU.

Neste sábado, a Human Rights Watch, organização de defesa dos direitos humanos criticou a resolução da ONU em apenas destruir o arsenal químico da Síria. Philippe Bolopion, representante da organização junto à ONU, se mostrou indignado: “A resolução não conseguirá trazer justiça para as centenas de crianças que morreram intoxicadas por gás ou por muitos outros crimes graves”.

Com informações de Carta Capital,
RT, Un Multimedia, Before Its News e G1

Mulher cristã no Paquistão condenada à morte por estar com sede

Uma mulher cristã no Paquistão afirmou que ela recebeu uma sentença de morte simplesmente porque ela teve “sede”. A mãe de cinco, que está atualmente na prisão, no corredor da morte, foi condenada à morte por enforcamento em 2009, após ser acusada de blasfêmia – uma acusação que ela nega veementemente. Ela já lançou o seu livro de memórias, “blasfêmia”, da prisão onde ela diz a seu lado chocante da história.

O caso de Asia Bibi ganhou atenção da mídia internacional desde que foi presa há quatro anos, sob a acusação de blasfêmia, enquanto trabalhava como uma apanhadora de fruta na região nordeste do Paquistão. Bibi escreveu juntamente com a jornalista de televisão francesa Anee-Isabelle Tollet. 
 
O livro detalha suas lutas como cristã em uma terra predominantemente muçulmana, incluindo sua prisão e a sentença de morte. Apesar do livro ter sido lançado na França em 2011, os meios de comunicação recentemente lançaram trechos do livro para manter a memória do sofrimento de Bibi vivo, e provocou uma nova onda de atenção da mídia para o caso de Bibi.

A prisão de Bibi começou logo após julho de 2009; ela estava colhendo frutas na região nordeste do Paquistão para trazer renda extra para o marido e cinco filhos quando sua vida mudou para sempre. As temperaturas no campo de frutas atingiam acima de 100 graus sufocantes (cerca de 37 graus Celsius), e Bibi, com sede, optou por beber água do poço comunitário compartilhado com outras catadoras de fruta, todas muçulmanas. As mulheres muçulmanas se opuseram à Bibi, uma cristã, bebendo água do mesmo copo que elas, argumentando que isso era “haram”, ou o termpo para qualquer coisa proibida por Deus.

“Quando as mulheres confrontaram Bibi, ela se defendeu de suas ações, argumentando que ela estava com sede e que as mulheres deveriam permití-la beber a água. Vendo que os argumentos continuavam ela disse, “Eu acho que Jesus iria ver isso de maneira diferente de Muhammad”.

Bibi foi então chamada de “cristã imunda” e as coisas se tornaram mais agressivas; ela fugiu para casa temendo mais assédio de suas colegas de trabalho muçulmanas.

Cinco dias depois, contudo, Bibi foi violentamente atacada e espancada por uma multidão enfurecida que a arrastou para a casa do imam local. Lá, o líder muçulmano local ordenou Bibi, que se convertesse ao Islã ou encarasse a pena de morte. 
 
Bibi se recusou a se converter e negar Jesus, e ela foi acusada de blasfêmia e levada perante um tribunal pasquitanês. Surpreendemente, ela foi considerada culpada e sentenciada à morte por enforcamento, e ela permaneceu na prisão desde então. Bibi continua a afirmar que, contrariamente às alegações das mulheres muçulmanas, ela não insultou o profeta Maomé nos campos em julho de 2009, e estava simplesmente com sede.

“Eu sou vítima de uma injustiça coletiva e cruel,” Bibi escreve na sua biografia, de acordo com os trechos publicados recentemente pelo New York Post.

“Eu fui presa, algemada e acorrentada, banida do mundo e esperando para morrer. Eu não sei quanto tempo me resta para viver. Toda vez que a porta da minha cela abre meu coração dispara mais forte. Minha vida está nas mãos de Deus e eu não sei o que vai acontecer comigo. É uma existência cruel e brutal. Mas eu sou inocente. Eu sou culpada somente de por ser presumidamente considerada culpada”, acrescenta ela.

“Eu, Asia Bibi, fui sentenciada à morte porque eu estava com sede. Eu sou uma prisioneira porque eu usei o mesmo copo que aquelas mulheres muçulmanas usaram, porque a água servida por uma mulher cristã foi considerada impura pelas minhas companheiras estúpidas catadoras de fruta”, disse Bibi.

De acordo com o National Catholic Reporter, a vasta maioria dos paquistaneses, 97 por cento da população, pertence à religião muçulmana, enquanto que há também cerca de 3 milhões de cristãos e 3 milhões de hindus na nação.

Bibi, 46, foi inicialmente presa na Prisão do Distrito de Seikhupura, próxima à cidade de Lahore, mas ela foi desde então transferida para uma prisão mais remota. Segundo relatos, ela está constantemente preocupada que sua comida na prisão irá ser envenenada por guardas ou clérigos muçulmanos com a esperança de matá-la por sua suposta blasfêmia contra Maomé.

Bibi conseguiu escrever seu livro de memórias, Blasfêmia, ditando todo o trabalho para o seu marido, desde a prisão; seu marido então lançou o trabalho para Tollet, que teve o livro de memórias publicado em francês em 2011. O livro foi então lançado no Reino Unido, um ano depois, e já está disponível nos EUA. Metade dos lucros do livro irá ajudar a apoiar a libertação de Bibi da prisão e sua família – o livro será lançado nos Estados Unidos em 1° de setembro de 2013 e pode ser comprado aqui.

Christian Post

Veja o que acontece com quem ler a Bíblia na Arábia Saudita cenas fortes +18.

Só veja as imagens abaixo se você estiver disposto a ver cenas fortes +18

* Esta é uma nova forma de punição em uma das nações sauditas. De acordo com relatórios enviados, esta é uma nova punição utilizado em pelo menos uma pessoa encontrada para possuir uma Bíblia [a imagem mostra um acidente, mas é um exemplo dos danos causados ​​por este tipo de punição e ferramentas utilizadas] .

Para além da sua lei Sharia, com base da doutrina do seu "profeta Mohammed (senhor da guerra e pedófilo), a Arábia Saudita tem sido aquém do cabeça-helicópteros para as suas + execuções 2.500 por ano PER carrasco e foram anunciando para preencher essas vagas sujas por muito em algum momento.

O carrasco é um trabalho feito por "status inferior" indivíduo e é uma posição que é pago por execução pelo governo sob acordos de confidencialidade. O governo também oferece a espada. O governo saudita tem considerado pelotões de fuzilamento para preencher a escassez de executores.
carrascos disseram que estão "orgulhosos de fazer a obra de Deus." Mas é um deus ou um homem que frase dessas pessoas, sem um julgamento justo, torturados para confissões?

E ele não fica melhor em outras sociedades muçulmanas. O governo iraniano anunciou novas ferramentas de punição legal sob Sharia: uma serra eletrônico agora está sendo usado para cortar mãos, dedos e pés [ver foto do anúncio do governo abaixo]. E agora um tipo de máquina trituradora é implementado em alguns lugares para punições. melhor em outras partes do mundo muçulmano. 

Um homem tem sua mão cortada. Em janeiro de 2013, o governo iraniano publicou fotos de uma nova ferramenta para o corte de dedos e mãos as pessoas. O aparelho, semelhante a uma serra, foi utilizado para a amputação público dos dedos de um adúltero na quarta-feira. As imagens foram publicadas pela imprensa em agências oficiais iranianas.

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Parece que a máquina tenha sido usado antes, mas não está claro por quanto tempo. A máquina tem a intenção de substituir o corte manual de membros por faca.

Livros didáticos distribuídos nas escolas da Arábia Saudita ensinar as crianças a cortar mãos e pés de um ladrão sob a lei Sharia - Foto Daily Mail. Os livros foram publicados e entregues aos 9 e 10 séries do ensino fundamental, apesar das promessas da Arábia Saudita para limpar livros didáticos no reino. 

Ali Al-Ahmed, diretor do Instituto para os Assuntos do Golfo, disse à Fox News: "Este é o lugar onde o terrorismo começa, no sistema de ensino. "Eles mostram aos alunos como cortar (a) mão e os pés de um ladrão", ele said.The livros foram impressos para o ano lectivo de 2010-2011 e traduzido do árabe pelo instituto. 

Em um deles, para nono ano de escolaridade, os alunos são ensinados a aniquilação do povo judeu é imperativo. Além de pedir o assassinato de judeus, os textos supostamente chamar as mulheres "fraco" e ensina que gays são perigosos e devem ser condenados à morte.







‘Israel é chaga a ser removida’, diz novo presidente do Irã

O presidente eleito do Irã, Hassam Rowhani, disse nesta sexta-feira (2) que Israel é uma “chaga que deve ser removida”, em discurso dois dias antes de sua posse. A mensagem é um sinal de que a política iraniana em relação ao Estado judaico não deverá mudar com o novo mandatário, que é considerado moderado.

Rowhani tomará posse no próximo domingo (4). Ele substitui Mahmoud Ahmadinejad que, em seus oito anos de mandato, aprofundou a retórica da República Islâmica contra Israel, com declarações como a negativa do Holocausto, o genocídio de 6 milhões de judeus durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

“O regime sionista é uma chaga que se estabeleceu no corpo do mundo muçulmano por anos e deve ser removida”, disse Rouhani, segundo a agência de notícias de estudantes no evento anual chamado Dia de Al Quds, em apoio aos direitos dos palestinos.

Ele também mostrou pessimismo em relação às negociações de paz entre os israelenses e os palestinos, reabertas nesta semana em Washington por iniciativa dos Estados Unidos. “Israel continua com sua natureza agressiva e as negociações são uma boa oportunidade para projetar uma aparência pacífica”.

Mais tarde, porém, o canal estatal Press TV disse que as agências de notícias iranianas distorceram a frase de Rowhani. Para o canal, a declaração foi: ”Existe uma ferida há muitos anos no corpo do mundo islâmico sob ocupação da terra sagrada da Palestina e de nossa amada Al Quds [Jerusalém para os islâmicos]“.

No mesmo evento, Ahmadinejad, que deixa o cargo em dois dias, afirmou que existe “uma tempestade no Oriente Médio” para eliminar Israel que, para ele, não tem lugar na região. “Informo a vocês tendo Deus como testemunha que uma tempestade devastadora está a caminho para eliminar as bases do sionismo”.
Palestinos
Os dois discursos foram feitos no dia de Al Quds, data celebrada no Irã desde 1979, ano da Revolução Islâmica, como uma manifestação de apoio aos palestinos e de repúdio a Israel e aos Estados Unidos.

Nesta sexta, a televisão estatal iraniana mostrou centenas de milhares de pessoas desfilando em cidades de todo o país cantando “Morte a Israel” e “Morte à América”. A data coincide com a última sexta-feira do Ramadã, mês sagrado para os islâmicos.

Minutos após a divulgação dos discursos, o primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, disse que as palavras de Rowhani sobre Israel mostram sua verdadeira cara. “Ainda que os iranianos neguem depois estes comentários, isto é o que ele pensa e reflete os planos do regime”.

“O presidente mudou, mas os objetivos do regime continuam os mesmos: conseguir armas nucleares para ameaçar Israel, o Oriente Médio e a paz mundial. Não devemos permitir que um Estado que ameaça Israel tenha armas de destruição em massa”.
 
Fonte: Folha
Verdade Gospel.
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