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Após 36 anos, mulher é liberta das drogas

Marisol se tratou na Cristolândia em Governador Valadares e se batizará
A Junta de Missões Mundiais compartilhou a história de Marisol de Fátima Ribeiro da Silva, de 53 anos e natural da cidade de Pouso Alegre, localizado no sul de Minas Gerais.

De acordo com a instituição, Marisol começou a se envolver com drogas ainda aos 17 anos, quando passou a consumir álcool, cigarro e, mais tarde, cocaína. Quando completou 43 anos de idade, passou a consumir crack nas ruas do Rio de Janeiro, onde morou pelas ruas.

A vida de Marisol começou a mudar quando sua família soube de sua situação e a encaminhou para a unidade da Cristolândia localizada em Governador Valadares, no estado de Minas. Desde 2016, a mulher recebe cuidados médicos. Neste ínterim, se converteu e irá se batizar.

GospelPrime

Ex-usuário de drogas resgata viciados e evangeliza na Cracolândia: “Sei o que eles pensam”


O programa já tratou seis mil dependentes a partir de ações simples, como abordagens nas ruas. (Foto: Bom Dia Brasil/TV Globo)



Através do projeto Cristolândia, que atua na região da Cracolândia, mais de seis mil dependentes químicos já foram tratados.
Diante da crise vivida na região da Cracolândia, em São Paulo, iniciativas missionárias têm indicado que é possível tirar dependentes químicos das ruas e encaminhá-los para um processo de recuperação.

Esse é o caso da Cristolândia, projeto que faz parte das Juntas de Missões Nacionais da Igreja Batista. Em sete anos, o programa já tratou seis mil dependentes a partir de ações simples, como abordagens individuais nas ruas.

Com um centro de tratamento na região da Cracolândia, no centro da cidade, as portas da entidade permanecem sempre abertas para receber usuários de drogas que estão em busca de ajuda.

O missionário Diogo Vieira Pinto explica que o tratamento tem duração de dois anos e é totalmente voluntário. “Assim que a pessoa não quer mais o tratamento ela é livre para sair, mas nós fazemos de tudo para que essa pessoa fique até estar bem, tranquila e em paz para ser reinserida na sociedade”, disse ele ao jornal Bom Dia Brasil

Sete em cada 10 pessoas que participam da Cristolândia conseguem recomeçar a vida longe das drogas. Muitos, inclusive, ajudam outros dependentes. Esse é o caso do repositor Adriano dos Santos, que hoje leva a mensagem de Jesus para os dependentes químicos

“Eu passei bastante tempo da minha vida — quase dez anos — morando nas ruas, usando drogas. Então eu sei o que eles querem, eu sei o que eles pensam, eu sei o desejo que eles têm de ajuda. Eles querem ajuda”, afirma Adriano.

Adriano dos Santos hoje leva a mensagem de Jesus para os dependentes químicos. (Foto: Bom Dia Brasil/TV Globo)

De acordo com o pastor Humberto Machado, líder do projeto, a maior dificuldade que um dependente químico enfrenta é retomar a credibilidade que foi perdida. “Hoje, em São Paulo, nem nas portas das igrejas eles são aceitos. Um ‘nóia’ incomoda muita gente, dois ‘nóias’ também incomodam, mas dez ‘nóias’, muito mais. Na realidade, a igreja perdeu a visão. A sociedade ficou refém deles e a igreja que deveria dar cobertura e tentar resgatar, fechou as portas”, disse em entrevista ao Guiame.

“As pessoas da igreja têm de entender que a missão de resgatar esse povo não é da prefeitura, não é do governo, não é do Estado, é da Igreja. O poder de transformar vidas vem da igreja de Cristo. E se nós, que somos a igreja, não acreditarmos neles, como será a vida deles?”, questiona o pastor.

Atuação da prefeitura
Durou menos de dois dias a decisão que permitia à Prefeitura de São Paulo apreender usuários de drogas da Cracolândia para avaliação médica compulsória.

O Tribunal de Justiça de São Paulo suspendeu a autorização neste domingo (28) e considerou que “o pedido da Prefeitura de São Paulo é impreciso, vago e amplo, e, portanto, contrasta com os princípios basilares do Estado Democrático de Direito, porque concede à municipalidade carta branca para eleger quem é a ‘pessoa em estado de drogadiçāo vagando pelas ruas da cidade de São Paulo’”.

O Cristolândia já tratou seis mil dependentes a partir de ações simples. (Foto: Bom Dia Brasil/TV Globo)

A Prefeitura disse, em nota, que vai recorrer da decisão do desembargador Reinaldo Miluzzi, autor da liminar. “O trabalho de acolhimento e tratamento dos usuários que aceitam se internar continuará sendo feito”, diz o comunicado.

Guiame

Jovem emociona igreja em batismo, após se libertar do crack; assista

Ana Carolina começou a usar crack aos 13 anos de idade, mas viu sua vida mudar quando recebeu a ajuda de missionários para abandonar o vício e se entregou a Jesus.

Aos 23 anos de idade, Ana Carolina, já havia passado por conflitos e dificuldades que certas pessoas não vivenciaram em uma vida toda. Hoje, com sua vida passando por uma grande transformação, a jovem está deixando para trás, uma história cheia de dor, vícios e abandono para trocá-la por uma vida de paz em Cristo.

Quando tinha apenas um ano e sete meses, Ana teve sua mãe assassinada. Traumatizada em sem qualquer apoio de parentes, ela acabou crescendo como uma menina de rua.

Aos nove anos de idade, já estava usando maconha, passando para a cocaína aos 10 anos e se entregando ao crack com 13.

Aos 23 anos de idade, já tinha duas filhas e vivia sem esperanças, pois ela continuava sendo uma escrava de seu próprio vício.

"Eu nasci sem rumo, sem caminho. [...] Eu vi que a minha vida estava afundando demais", relatou Ana enquanto dava seu testemunho em um culto da Junta de Missões Nacionais.

Porém em junho de 2016, Ana Carolina foi ajudada por jovens missionários da 2° Igreja Batista da Pavuna (RJ), que estenderam as mãos e lhe ofereceram ajuda.



Ana foi levada para a Cristolândia de Campos dos Goytacazes (RJ) - coordenada pela missionária Roseane Santos - "um local de refúgio", onde recebeu tratamento para se libertar das drogas e teve a oportunidade de "conhecer um outro lado da vida", segundo ela mesma define em seu depoimento.

Na Cristolândia, Ana Carolina também ouviu sobre Jesus, O reconheceu como seu salvador pessoal e agora está estudando para se formar e conseguir realizar seu novo sonho: ajudar outras pessoas necessitadas.

"O que Deus está fazendo na minha vida é para que eu possa salvar vidas, para que Deus possa curar e restaurar vidas através de mim", declarou Ana.

"Eu vou ser uma missionária! Eu creio no Senhor e o Senhor está aqui nessa noite!", acrescentou.

Guiame

Crente pode tomar bebidas alcoólicas?

Beber cair e levantar....
E não vos embriagueis com vinho, em que há contenda, mas enchei-vos do Espírito; Efésios 5:18
Uma música muito conhecida e também muito tocada, principalmente nas regiões onde mais se concentram alcoólatras, que diz mais ou menos assim o seu refrão: Beber, cair e levantar; letra para estes, engraçada, divertida e sugestiva quando conclama eles a irem ao bar, encherem a cara até cair, e se levantar. Voltam e mais uma vez para seguir o ciclo vicioso de beber cair e levantar..

As coisas parecem engraçadas, mas trágicas para as famílias destes que agem desta forma.
Bebem quando estão alegres, bebem por estarem tristes, bebem para terem coragem para praticar algo que não conseguem quando estão sóbrios. Bebem para esquecerem os problemas, em fim tudo é motivo para ir ao bar. Mas quando passa a euforia e todo estado de embriaguez, sobram os problemas, sobra a vergonha para a família, esposa e filhos.

Eu tenho uma história bem conhecida entre “um” membro de nossa família. Quantas vezes eu fui buscá-lo nas valas, nos esgotos, com roupas sujas, e machucado.
Assim trabalha o diabo escravizando homens e mulheres, jovens e até criança que bem sedo copiam seus pais. Entre tantas estratégias diabólica a embriaguez é uma de suas, onde muitos caem nesta situação.

Nunca se matou tanto e se morreu tanto no trânsito por causa da embriaguez, estatísticas indicam que muitos morrerão até o final deste ano por causa da bebida forte e seu efeito, isto não é historinha e sim “fato”

Segundo o Site CISA. Centro de informação sobre Saúde e Álcool.

1. De todos os acidentes de carro que tenham envolvido o uso de álcool, ocorridos no ano de 2002, 4% resultaram em morte e 42% em ferimentos graves. Dos acidentes de carro que não envolveram o uso de álcool, 0,6% resultaram em morte e 31% em ferimentos graves;
2. Indivíduos do sexo masculino têm uma chance maior de se envolver em acidentes fatais. Em 2002, 78% dos indivíduos que morreram em acidentes automobilísticos eram homens, sendo que 46% das mortes estavam relacionadas ao consumo de álcool;

3. A maioria das fatalidades, relacionadas ao consumo de álcool, acontece mais entre adultos de faixa etária de 21 a 45 anos. O uso de álcool está relacionado a 23% das fatalidades entre menores de 16 anos, 37% entre indivíduos de 16-20 anos, 57% entre indivíduos de 21-29 anos, 53% entre indivíduos de 30-45 anos e, finalmente, 38% das fatalidades entre indivíduos de 46-64 anos;
4. Acidentes de trânsito fatais ocorrem com maior freqüência durante a noite ou nos finais de semana, dentre os quais 77% ocorreram entre as 18hs e 6hs;

5. Jovens com alcoolemia até 0,2 g/L tem 1,5 vezes a mais de chances de sofrer acidentes com vítimas fatais. A partir de 0,2 g/L o risco aumenta para 2,5 vezes, para todas as faixas etárias. Com 0,5 g/L, esse risco aumenta para 6 vezes a mais em comparação ao condutor sóbrio.2
No Brasil, constatou-se que 38,4% dos adultos (que têm carteira de habilitação e costumam beber) possuem o hábito de associar bebida à direção, sendo esse um grande motivo de preocupação. Estudos pontuais e regionais apontam que a ingestão de bebidas alcoólicas é uma das principais causas de mortes por causas externas.

Um estudo retrospectivo de todas as autópsias dos casos de morte por acidentes de trânsito, ocorridas no ano de 1999, apontou que aproximadamente 50% dos óbitos estavam associados ao uso de álcool. Além disso, os acidentes de trânsito foram a segunda causa de morte mais freqüente (Tabela 1). Em consonância com os dados norte-americanos, o comportamento de beber e dirigir parece ser mais comuns entre os homens.

Vemos nestes relatos que a situação é crítica e mesmo que não bebamos podemos entrar nesta estatística por falha daquele que não poupa se quer a sua vida matando e ceifando as do próximo.

A bebida forte nunca poderá dar a alegria que o ser humano tanto procura, seja ela qual for, não poderá dar paz de espírito ao homem. Nunca a bebida pode fortificar o homem apenas os deixa frágeis e destruídos.

Para nós servos de Deus e também incluídos, indiretamente, por membros de nossa família dentro deste contexto, vai o conselho do Apóstolo Paulo quando nos sugere a nos embriagar e nos encher do Espírito Santo. Desta bebida somos aconselhados a nos encher, portanto está em seu poder, ser cheio ou não, embriagar-se ou não.

Efésios 5:18. E não vos embriagueis com vinho, em que há contenda, mas enchei-vos do Espírito;
Embora seja muito polêmica a questão de vinho na igreja, se pode ou não o cristão tomar apenas vinho, deixo o meu posicionamento na questão:

É lícito? Me edifica? Vai edificar a minha família? Será que me convém?
Todas as coisas me são lícitas,mas nem todas me convém. Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas. .
..1 Coríntios 6:12,

Por Josiel Dias.

"Temos que dar tempo para Deus trabalhar", diz guitarrista do Korn sobre conversões

Conhecido por seu impactante testemunho de libertação das drogas,
Brian "Head" Welch falou sobre como é contar a sua história
tanto em igrejas tradicionais, como em shows de rock.
Após afirmar que acha exaustivo tentar evangelizar pessoas — como homossexuais e transexuais — enquanto diversos religiosos os agridem com palavras duras, o guitarrista da banda de rock Korn, Brian "Head" Welch, disse que nem sempre Deus opera a transformação de forma instantânea e lembrou que é preciso deixar que Ele opere o milagre.

"Eu estou implorando, [aos cristãos], por favor, parem", disse Welch na semana passada em sua página no Facebook.

Em entrevista ao site norte-americano 'Christian Post', Welch, de 46 anos, falou mais sobre o que aconteceu naquela noite de segunda-feira (31 de julho), na qual pregou para homossexuais e transgêneros, após um show de rock e também relatou os frutos de seu testemunho, que já podem ser vistos.

Embora Welch continue aproveitando a oportunidade de falar em igrejas de tempos em tempos, Deus continua abrindo portas para que ele testemunhe sua transformação de vida em ambientes não convencionais, fora dos templos cristãos.

Apesar de grande parte das respostas que Welch recebeu por sua postagem sobre aquela noite de segunda-feira— que foi compartilhada quase 2 mil vezes e recebeu mais de 10 mil curtidas — ter sido positiva, o músico também disse que recebeu uma série de comentários críticos e mesquinhos.

Durante a entrevista ao 'Christian Post', o guitarrista questionou as críticas que recebeu e lembrou que Deus age de formas que, muitas vezes, estão acima do entendimento humano.

"Quando vimos Deus fazer algo realmente rápido?", perguntou Welch. "Ele faz as coisas acontecerem de repente... Às vezes, sim, mas geralmente as coisas fazem parte de um processo e são muito mais do que qualquer ser humano possa entender. Isso é o que Deus faz. Temos de chegar a essas pessoas e ser Jesus nas vidas delas, expressando o nosso amor".

"Nós temos que dar tempo ao Senhor, para que Ele trabalhe, antes de dizer às pessoas o que elas precisam fazer e, em seguida, elas desaparecerem e virarem as costas para Deus", disse ele.

Fazendo uma referência a Romanos 2:4, Welch acrescentou: "É a Sua bondade que leva ao arrependimento. Você sabe de quantas coisas eu me livrei por causa da bondade de Deus?".

Enquanto Welch reconhece que há ordenanças na Bíblia sobre o casamento, ele disse ao 'Christian Post' que tem havido casos em sua própria vida, que ele levou uma firme repreensão paternal de Deus. Porém, na maioria das vezes, as grandes transformações também aconteceram por meio da sensibilidade divina em sua vida.

"A questão é: receber Jesus, para que Ele entre e viva dentro nós. Então O deixamos começar a limpar a casa", disse Welch.

Tal atitude informa sua postura diante da vida ministerial. Junto com vários amigos que também declaram seu amor por Jesus, Welch foi a um show de rock em Mountain View, Califórnia, no dia 31 de julho e o que aconteceu depois só poderia ser descrito como "uma aventura com o Espírito Santo".

"Antes de chegarmos lá como um grupo, pedimos a Deus que nos mostrasse as pessoas, a quem devíamos falar", contou Welch.

Depois que o show acabou, eles reuniram um grupo pequeno perto do local e Welch usou a arma mais poderosa de seu arsenal: o seu testemunho de como Deus o libertou de anos de drogas, dependência de álcool e falta de amor próprio.

"Eu sempre digo a eles, como era a minha vida antes [de encontrar Jesus]", disse Welch, refletindo sobre quando ele compartilhou suas experiências dolorosas dos tempos de sua juventude e como a infelicidade e auto-rejeição o levaram a lugares mais obscuros. Nenhum dinheiro, fama ou premiações como o Grammy ou MTV Awards poderiam preencher esse vazio.
Brian "Head" Welch teve a oportunidade de compartilhar
seu testemunho com jovens, após um show de
rock. (Foto: Justin Stumvoll)

"Eu estava bebendo e me drogando apenas para que eu pudesse sentir como eu poderia me amar, tentando apenas me sentir confortável em minha própria pele", continuou ele. "Mas quando eu encontrei Jesus, Ele começou a curar tudo, todas as mágoas que estavam enraizadas em mim, desde quando eu era criança".

Welch, então, disse à pequena multidão que ouvia seu testemunho naquela ocasião: "Alguns de vocês não querem isso, alguns de vocês pensam que é bobagem, mas há alguns de vocês que sabem que deveriam estar aqui neste momento".

"Há sempre pelo menos alguns deles que estão em lágrimas, que sabem que o próprio Deus os levou lá", disse ele na entrevista. "Então, eu orei com eles e disse: 'Se você quiser que Cristo entre [em sua vida], Ele nunca mais vai sair. Ele disse que vai estar lá por você e Ele irá transformá-lo".

Um homem transgênero que ele conheceu perguntou-lhe: "Você ama as pessoas transexuais?". Welch respondeu: "O que você acha? Claro que eu amo".

"Eu, em seguida, lhe dei um grande abraço e aquilo realmente começou a derreter meu coração", disse Welch.

Frutos

Questionado sobre onde mais Welch tem visto Deus usar seu testemunho para mudar vidas, o músico contou sobre um amigo seu, que acabou conhecendo após compartilhar seu testemunho na CNN. Quando viu a história da transformação de vida do músico, o homem arrependeu-se de uma vida de hábitos pecaminosos e destrutivos.

"Este cara era bem conhecido na indústria da pornografia e participou de todos os tipos desse material. Ele costumava zombar de mim. Ele acabou assistindo a um vídeo do meu testemunho apenas para zombar mais e então, de forma repentina e inexplicável, ele não conseguiu mais se esquecer daquilo e disse para si mesmo: 'Eu tenho que descobrir o que está nesse livro'".

Esse amigo acabou indo para a igreja, ganhou uma Bíblia e, de acordo com Welch, "mudou totalmente, foi salvo de uma forma radical".

"Sua esposa disse que 'ele ficou louco' por cerca de duas semanas", Welch acrescentou com uma risada, "mas então ela começou a ir à igreja e ela também foi salva".

Welch também enfatizou que não menospreza o papel das igrejas. "Eu também vou e compartilho meu testemunho nas igrejas. Algumas delas são até mais conservadoras. Quer dizer, eu estou em todo o lugar. Eu amo a Igreja de Jesus! Eu amo os que acreditam e também os que não acreditam nos dons [do Espírito Santo]".


Fonte: GuiaMe

Quem é o verdadeiro escravo?

Após a pregação em uma igreja, um homem muito bem aparentado, de terno e gravata, aproximou-se do pastor convidado.

— Paz do Senhor — cumprimentou.
— Não sou e eu nunca vou ser crente, pastor. — respondeu com arrogância.
O outro, se interessando, perguntou:
— Por quê?
— Por quê? Vocês são todos escravos! Não podem fumar, não podem beber, não podem ir pra balada, não podem se prostituir, não podem fazer nada!
— Quem disse que a gente não pode fazer isso? — desafiou o pastor.
O homem boquiabriu-se.
— Sério? Prove, então. — pegou um cigarro do bolso interno do seu paletó e deu ao ministro de Deus.
Este pegou e guardou consigo.
— Há quanto o senhor fuma?
— Há uns 13 anos — disse o advogado — O senhor não vai fumar?!
— Vou. Talvez amanhã, essa semana, mês que vem... Quando eu tiver com vontade. Agora... Quanto tempo você consegue passar sem fumar?
— Bom... Algumas horas. O que isso tem a ver?
— Tudo. A diferença é essa. Nós não temos vícios, de certa forma podemos controlar nossas vidas. Quem domina a sua é uma porção de fumo. Quem é o escravo agora? :)

Por Thaísa Farias.

Supremo Tribunal Federal inicia julgamento sobre drogas e deverá liberar o uso, diz jornalista



A descriminalização da posse e uso de drogas deverá ser aprovada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O julgamento do caso que deverá abrir precedente jurídico nesse sentido começou na última quinta-feira, 13 de agosto.

Analistas jurídicos apontam que os ministros do STF deverão votar pela descriminalização. O processo é referente ao caso de um homem preso portando maconha em Diadema (SP).

O jornalista Lauro Jardim apurou que, entre os ministros, a sensação também é de que a maioria votará à favor da liberação: “Ao longo da semana, em conversas privadas, ministros do STF apontaram que devem descriminalizar o porte de drogas para consumo. 

Mas a tendência é que o STF deixe para o Congresso a missão de definir os critérios pelos quais se possa distinguir traficante do usuário”, escreveu Jardim, em sua coluna no site da revista Veja.

A sessão de julgamento iniciada ontem foi suspensa e deverá ser retomada na próxima semana: “Muito provavelmente isso vai tomar todo o julgamento de quarta-feira. Talvez até avance sobre quinta. Se não tiver pedido de vista certamente vai tomar pelo menos uma sessão. Temos muitas sustentações orais”, afirmou o ministro Gilmar Mendes, relator do caso, segundo informações do R7.

Segundo o ministro Marco Aurélio Mello, o uso de drogas é uma não é uma questão penal, mas de saúde, e o STF não terá meios para estabelecer o critério que diferencia a quantidade de droga que caracteriza usuário e traficante:

“É o tipo de situação em que não dá para definirmos, neste julgamento, quem é usuário e quem é traficante. Até mesmo para evocar quem é usuário ou traficante e não porta grande quantidade de droga”, afirmou, de acordo com informações da rádio Jovem Pan.

Gospel +

Filha de Whitney Houston morre após quase 6 meses internada


 Foto: Fred Prouser / Reuters

Assim como a mãe, Bobbi Kristina foi encontrada desacordada em uma banheira; aos 22 anos, jovem será enterrada ao lado de Whitney Houston

Bobbi Kristina, a filha de Whitney Houston com Bobby Brown, morreu neste domingo, aos 22 anos, de acordo com o site Entertainment Tonight. Segundo a publicação, ela passou os últimos momentos cercada por sua família em Duluth, Georgia (EUA). 

De acordo com um familiar, o corpo de Bobbi será velado nesta semana em Atlanta, Georgia, e depois transferido para New Jersey, onde será enterrado ao lado de Whitney Houston e do avô materno no Fairview Cemetery.


"Ela está finalmente em paz nos braços de Deus", disse um membro da família. "Queremos mais uma vez agradecer a todos por sua enorme quantidade de amor e apoio durante estes últimos meses". 

"Apesar dos cuidados médicos, a condição de Bobbi continuava a se deteriorar. Agradecemos as orações de todos. Ela está nas mãos de Deus agora", completou o comunicado assinado pela tia de Bobbi, Pat Houston, cunhada de Whitney Houston.

Bobbi foi levada ao hospital no dia 31 de janeiro após ser encontrada desacordada na banheira de sua casa. Desde então, seu quadro só piorou. Ela foi colocada em coma induzido e respirava com ajuda de aparelhos. 

Neste período, foi transferida duas vezes de hospital e, em 24 de junho, foi levada para o centro de cuidados paleativos em que morreu, quando os familiares concordaram em suspender os medicamentos que a mantinham viva.

Assim como a filha, Whitney Houston também foi encontrada desacordada na banheira de um hotel em Beverly Hills no dia 11 de fevereiro de 2012. Na ocasião, Bobbi estava no saguão do hotel quando foi anunciada a morte da mãe e precisou ser hospitalizada. Os laudos médicos apontaram que a cantora morreu vítima de problemas cardíacos e abuso de drogas.


terra

Real é uma droga!! Pesquisa mostra que 90% das notas de real contêm cocaína



Uma das explicações para o fato é o grande número de usuários e traficantes que enrolam as notas para aspirarem a droga

Um estudo feito pela Universidade Federal Fluminense (UFF) revelou que cerca de 90% das notas de real em circulação no Brasil apresentam traços de cocaína. A quantidade é pequena, mas a frequência é tanta que evidencia a disseminação da droga no Rio de Janeiro e em outros dez municípios. As informações são do O Globo.

"É virtualmente impossível não pegar notas com a droga. Elas estão distribuídas por toda a parte", explica o pesquisador Wagner Pacheco, do Departamento de Química Analítica da UFF.

A ideia era realizar no Brasil um estudo já feito na Europa e Estados Unidos. A pesquisa mostrou que a contaminação das notas de real seguem a mesma lógica vista nas de euro e dólar. "Esse é o cenário atual dos grandes centros do mundo", afirmou Ricardo Cassella, químico que trabalhou em parceria com Pacheco.

Os especialistas explicam que existem três possíveis razões para o fato. O primeiro é o grande número de usuários e traficantes que enrolam as notas para aspirarem a droga. Outro ponto é que o material que constitui a nota é umido, o que facilita a impregnação da cocaína. O terceiro motivo é a intensa circulação do dinheiro e a mistura de notas nas máquinas de saque e nos bancos.

Uma das pesquisadoras do projeto, Vanessa Gomes Kelly Almeida, detectou que a concentração média por nota é de 50 a 300 microgramas, porém a distribuição é tão ampla que aumenta a quantidade por nota, podendo chegar até a 774 microgramas.

É importante destacar que, apesar do fato indicar uma grande disseminação da droga, ele não representa riscos à saúde. "São traços insignificantes para fazer qualquer diferença a uma pessoa. Para se ter ideia, um micrograma é um milhão de vezes menor que um grama", esclarece Ricardo Cassella.

A universidade pretende agora construir uma espécie de assinatura química da droga no Rio de Janeiro. Estudos de outros grupos já indicaram que a composição muda de um estado para outro em função das substâncias misturadas à cocaína pura, como o paracetamol e a lidocaína.

terra

Mãe divulga fotos de seu bebê usando drogas e consumindo álcool nas redes sociais e causa revolta

Estas imagens angustiantes mostram uma mãe incentivando seu filho a utilizar álcool e drogas.

As imagens foram postadas no Facebook e virou caso de polícia, devido à repercussão negativa.

A mãe, da Argentina, postou suas fotos chocantes em janeiro, pela primeira vez. Muitas pessoas estão inconformada pelo fato da demora de um indiciamento policial capaz de tirar as fotos do ar, pois ficaram muito tempo publicadas, sem nenhum problema.

Em uma imagem, é possível ver o menino, que provavelmente não possui mais de 2 anos de idade, com a boca aberta, enquanto sua mãe derrama cidra para ele beber, diretamente da garrafa.

Outra imagem, publicada no dia 17 de junho, mostra a criança acendendo um cigarro, com o subtítulo: "Meu lindo bebê, você está drogado, graças à mamãe”.

A polícia recebeu uma infinidade de relatórios de usuários da rede social, preocupados com o abuso de crianças. Após um processo e uma ação na justiça, as fotos foram removidas do Facebook.

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Globo reagindo??? Babilônia reage à queda no Ibope com aborto, racismo e drogas

Após estrear com 33 pontos e cair para 22 na prévia do Ibope de sábado (20), Babilônia reage nesta semana com três temas polêmicos. 

A novela das nove da Globo deixa de lado as demonstrações de carinho de Estela (Nathalia Timberg) e Teresa (Fernanda Montenegro) e as aventuras sexuais de Beatriz (Gloria Pires) e investe no mau-caratismo de Aderbal (Marcos Palmeira) e Murilo (Bruno Gagliasso) e no racismo de Inês (Adriana Esteves).

Grávida do prefeito da fictícia Jatobá, a empregada da família de Aderbal será flagrada por um jornal entrando em uma clínica clandestina de aborto. Já Murilo usará um adolescente do morro para comprar drogas para seus clientes. 

E Inês (Adriana Esteves) vai apelidar preconceituosamente a mocinha Regina (Camila Pitanga) de "cabocla metida".

A advogada tentará subornar Regina e, além de ouvir desaforos, vai levar um tapa da vendedora. Disposta a conseguir arquivar o caso do atropelamento que Guto (Bruno Gissoni) cometeu, ela oferecerá dinheiro para a vítima, Wolnei (Peter Brandão), depor que estava bêbado e por isso não viu o barco se aproximar. 

Menor de idade, ele dirá na delgacia que Regina vendeu bebida alcoólica para ele. "Foi uma ideia brilhante, confessa! Agora, eu vou inocentar o Guto e dar uma rasteira naquela cabocla metida", dirá Inês a Beatriz.

Ela chamará a vendedora várias vezes de favelada, morta de fome e caboclinha. A personagem vai cometer um crime atrás do outro. Além de corromper Wolnei, ela abrirá uma empresa de fachada no nome de um parente que está em um manicômio para que a construtora de Evandro (Cassio Gabus Mendes) não apareça na compra de uma empreiteira no Nordeste. 

Aborto
No capítulo de quinta-feira (26), Babilônia entrará no tema aborto, revelando um podre do político corrupto vivido por Marcos Palmeira. Dia após dia, o público verá que de honesto, bonzinho e religioso ele não tem nada. A empregada da família será clicada entrando em uma clínica de aborto. 

A fotografia será publicada por um jornal de Jatobá, gerando um problema que pode arranhar a imagem do prefeito que defende "a moral e os bons costumes".

A moça será humilhada por Consuelo (Arlete Salles) e acabará revelando que o filho que abortou era seu neto, filho de Aderbal. "Meu filho é homem, montou em você porque é homem, você engravidou porque é burra, até vagabunda de rua sabe evitar filho, sua cadela", gritará a mãe do prefeito. A personagem de Arlete Salles vai disparar muitos comentários preconceituosos e machistas na sequência. "Joga essa infeliz num carro e some com ela."

Para a imprensa, Aderbal vai se declarar escandalizado com a situação e contra o aborto. Para sua mulher e eleitores, Aderbal dirá que demitiu a moça porque ela "traiu sua confiança". A empregada receberá uma boa quantia para sumir. 

Drogas
Wolnei, o jovem atropelado no mar, contará uma série de mentiras. É por meio dele que o tema drogas será inserido na trama. Ele é o "aviãozinho" (pessoa que leva drogas do traficante até um cliente) usado por Murilo para conseguir entorpecentes para empresários e milionários que contratam os serviços de suas garotas de programa. 

Vinícius (Thiago Fragoso) vai seguir Wolnei disposto a descobrir porque o menino acusou Regina de vender bebida alcoólica a ele. O advogado acabará desmascarando o irmão de criação. No flagrante, Murilo quase será linchado por moradores do morro. "Se alguém tocar nele, vai responder por lesão corporal, artigo 129. Se vocês não se afastarem agora, eu chamo a polícia é pra enquadrar vocês por insuflar a violência", falará Vinícius.

Notícias da Tv

Foi aprovado no Senado Federal liberação de derivado da maconha.

Comissão do Senado aprova liberação de 
derivado da maconha

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira (29), duas novidades na Lei de Drogas: a importação legal de produtos derivados de maconha para uso medicinal e a definição de uma quantidade mínima para diferenciar usuário e traficante. 






As mudanças foram apresentadas pelo senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE) e ainda dependem da aprovação de outras quatro comissões de senadores para serem colocadas em votação no plenário da Casa para virar lei nacional.

O senador defendeu a liberação de derivados de Cannabis – o princípio ativo da maconha – para fins terapêuticos como uma tendência médica já reconhecida pelo Poder Judiciário, que tem dado ganho de causa a pacientes que processam o Estado para tratamento de doenças. 

“Optamos por seguir a tendência que já vem sendo encampada pelo Judiciário, que é de permitir a importação de ‘canabinoides’ para uso medicinal, em casos específicos de certas doenças graves”, disse.

A importação de remédio à base de maconha foi discutido em uma série de seminários promovidos pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) do Senado. 

A regulamentação dos medicamentos, contudo, caso aprovada a importação pelo plenário, deverá ser regulamentada pelo Ministério da Saúde. A abertura legal também vai permitir que os medicamentos possam ser produzidos no País.

Usuário e traficante

A definição de uma quantidade mínima para diferenciar usuário e traficante ainda será debatida. O critério adotado foi de cinco dias de consumo por pessoa, sem definir valores. Os senadores concordaram que a proposta era importante para diferenciar juridicamente consumidor e traficante. 

O tema foi incluído por Valadares para acompanhar sugestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. O ex-presidente sugeriu dez dias de consumo individual, conforme prevê a legislação de Portugal.

Fonte: Verdade Gospel

Marcha Contra o Crack reúne milhares de pessoas em Sena

Centenas de pessoas participaram na tarde deste sábado, em Sena Madureira da 13ª Marcha Contra o Crack e outras drogas. O evento foi promovido pela Comunidade terapêutica Lucimar Lucena Ramos, com apoio da RBN.

Membros de igrejas evangélicas, católicos, representantes da sociedade civil organizada e de centros de recuperação caminharam pelas principais ruas de Sena Madureira dizendo não às drogas.

Sena Madureira figura entre as cidades do Acre com alto índice de consumo de drogas ilícitas. A Marcha Contra o Crack é realizada há dois anos no Estado e já foi promovida em alguns municípios do Acre. A Marcha é uma idéia da deputada federal Antonia Lucia (PSC).

AC24Horas

Pesquisa atesta que 69% rejeitam liberação da maconha, diz jornal

Se depender da maioria da população do Rio de Janeiro, a maconha continuará sendo uma erva proibida. Pesquisa realizada pelo Instituto GERP, encomendada pelo jornal ‘O Dia’, aplicada em 870 pessoas do estado, entre os dias 18 e 23 de abril, revela que 69% dos entrevistados são contra a legalização da droga. Já os que defendem a liberação para qualquer finalidade somam 17% e, apenas para uso medicinal, 10%.

De acordo com a pesquisa, 56% dos que não aceitam a legalização apontam o aumento da violência como principal motivo da rejeição. Um grande contingente (42%) é contra por acreditar que a droga faz mal à saúde. Porém, a questão divide especialistas da área médica.

O coordenador da Câmara Técnica de Psiquiatria e Saúde Mental do Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (Cremerj), Miguel Chalub, afirma que a erva “é inofensiva” e não contém componentes químicos que causam dependência.

Já o presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria, Antônio Geraldo da Silva, defende que a maconha pode causar doenças mentais graves. “A droga desencadeia quadros de esquizofrenia, bipolaridade, transtornos depressivos e quadros psicóticos, como alucinações. Não se pode brincar com isso”, afirmou.

Para a juíza Maria Lúcia Karam, presidente da LEAP Brasil (Law Enforcement Against Prohibition), uma entidade internacional com sede nos EUA que combate a proibição de drogas, a questão deve ser pensada em torno da violência. Segundo Maria Lúcia, se a maconha fosse legalizada, quebraria o ciclo vicioso da indústria do tráfico.

Maconha como remédio no Brasil
Na última quinta-feira (15), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou que estuda alterar, até o fim de junho, a importação de medicamentos pelo Brasil que levam canabidiol, substância presente na maconha, e que trata doenças neurológicas. Países como Canadá, Estados Unidos, Israel e Holanda já permitem o uso terapêutico da erva.

O diretor do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas da Universidade Federal de São Paulo, Elisaldo Carlini, que não defende a legalização da droga para uso recreativo, é a favor do uso medicinal da substância. Segundo Carlini, o canabidiol é o melhor tratamento que existe atualmente para esclerose múltipla, mais que a própria morfina.

“O efeito analgésico dela é bem melhor. Também funciona para epilepsia e enjoos de quimioterapia. O país está atrasado em não legalizar para uso medicinal. Só pode haver perda de memória no momento do consumo, assim como outros medicamentos também podem produzir efeitos colaterais”, explica.

Fonte: O Dia
Verdade Gospel

Comissão discute os riscos e impactos da legalização da maconha, nesta terça (6)

Nesta programação da Câmara, é permitida a participação popular.
Na tarde desta terça-feira, a Comissão de Legislação Participativa da Câmara realizará um seminário, abordando o tema "Riscos e Impactos Associados à Legalização da Maconha".

Nesta programação da Câmara, é permitida a participação popular.

O evento foi proposto pelo deputado Zequinha Marinho (PSC-PA) a pedido da psicóloga e coordenadora nacional do projeto "Maconha Não", Marisa Lobo. Segundo ela informou, "tem ocorrido grande manipulação de ideias, falas e até mesmo artigos sobre o tema".

Em depoimento exclusivo ao Guiame, Marisa ainda destacou a aceitação que o projeto por ela liderado tem alcançado em pelo país.

"Ao todo, já são 17 audiências públicas realizadas pelo 'Maconha Não', as quais têm levado para todo o Brasil, informações sobre os riscos que a legalização da maconha pode trazer", destacou.

Seguindo esta agenda de realização de Comissões Participativas, o projeto "Maconha Não" estará também na Assembleia Legislativa de Fortaleza (CE), ao final deste mês (maio). Mais informações em breve.

Confira a lista de convidados para participar desta Comissão:

- o autor do PL 7187/14, deputado Eurico Júnior (PV-RJ), que legaliza a produção e a venda da maconha (Cannabis sativa), libera a plantação em residências, além do cultivo para uso medicinal e recreativo;

- o autor do PL 7270/14, deputado Jean Wyllys (Psol-RJ), que regula a produção, a industrialização e a comercialização de Cannabis, seus derivados e produtos, dispõe sobre o Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas, e cria o Conselho Nacional de Assessoria, Pesquisa e Avaliação para as Políticas sobre Drogas. Esse projeto tramita apensado ao PL 7187/14;

- o ex-presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP);

- o ex-secretário de Prevenção e Dependência Química do Rio de Janeiro, deputado Filipe Pereira (PSC-RJ);

- deputado Dr. Grilo (SD-MG), coordenador do seminário;

- o promotor de Justiça da Infância e da Juventude no Mato Grosso do Sul, Sérgio Harfouche;

- o diretor do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Políticas Públicas do Álcool e outras Drogas do Conselho Nacional de Pesquisa e Extensão (CNPq), Ronaldo Ramos Laranjeira;

- a psicóloga e coordenadora da campanha "Maconha não", Marisa Lobo Franco Ferreira Alves;

- o representante da Associação Brasileira de Psiquiatria, Analice de Paula Gigliotti;

- o pesquisador da Universidade de São Paulo (USP) de Ribeirão Preto José Alexandre Crippa; e

- o vice-presidente do Instituto Igor Carneiro (Ficar), Marcos Muccillo Daudt, autor da sugestão 131/14, para a realização do seminário.

O seminário se realizará, às 14h30, no plenário 3 da Câmara dos Deputados.

Serviço:
Seminário "Riscos e Impactos Associados à Legalização da Maconha"
Data: 06/05
Horário: 14h30
Local: Plenário 3 da Câmara dos Deputados (Palácio do Congresso Nacional)
Endereço: Praça dos Três Poderes - Brasília (DF)

Com informações da Camara.leg.br

Maconha é um presente de Deus, de acordo com depoimento polêmico de filha de pregador

A moça revela que recusou a droga na primeira vez que um amigo lhe ofereceu
Após dois estados norte-americanos liberarem o uso da maconha para fins recreativos, uma mulher cristã de 39 anos, filha de um pregador, afirmou em entrevista para a rede de notícias CNN que a droga de origem vegetal é um presente de Deus.

Apesar de seu pai ser contra o uso da droga, Aimee Curry acredita que Deus teria colocado a erva no mundo com a finalidade de curar, pois segundo ela a planta ainda que alucinógena, consegue aliviar espasmos dolorosos e duradouros que ela vive até hoje por conta de um acidente de carro vivido em 1992.

A moça revela que recusou a droga na primeira vez que um amigo lhe ofereceu. Contudo, logo que foi incentivada a tragá-la pela primeira vez, se convenceu que poderia se aproveitar de seu benefício moderadamente e apoiar o uso.

Ela acrescenta que respeita a vontade do pai e só usará novamente se suas dores voltarem, mas aponta que a Bíblia só diz para não abusar da droga e não veta de usá-la, decisão que gera controvérsia, já que alguns vários líderes evangélicos se posicionam contra o uso recreativo.

Já Greg Stier, do ministério Dare 2 Share, destacou três motivos para ignorar a droga: o efeito que a maconha pode causar sobre menores de 21 anos, o caminho que droga conduz para a libertinagem e a perda da ligação com o Espírito Santo, já que sob influência do alucinógeno não há mais controle sobre si mesmo.

Como exemplo, o teólogo John Piper, do ministério Desiring God, declarou no início do ano que a Bíblia oferece razões para impedir o uso da maconha, sobretudo ao indicar que o corpo é o templo do Espírito Santo, um tesouro que não pode ser banalizado.

"Somos chamados de peculiares, diferentes e até mesmo 'estranhos' quando nos entregamos à causa de Cristo. Esta peculiaridade brota das escolhas que fazemos ao nadar contra a maré de uma cultura comprometida. Estas escolhas fluem de uma cabeça clara e de um coração puro, o que resulta um peculiar [mas ainda convincente] estilo de vida", afirma Stier.

Christian Post

"A legalização não acabaria com o narcotráfico", diz Alexandre Zakir

Em entrevista exclusiva ao Guiame, o delegado cristão e apresentador do programa "Operação de Risco" na "Rede TV!", Alexandre Zakir falou sobre o seu posicionamento em relação à legalização da maconha.

Tema que ainda tem rendido grandes discussões, a legalização da maconha foi debatida mais uma vez na última quarta-feira, durante as gravações da próxima edição do Programa "SuperPop", que irá ao ar nesta segunda-feira, 24/02, às 23h, pela "RedeTV!".

Participaram do programa apresentado por Luciana Gimenez, a psicóloga paranaense Marisa Lobo, o apresentador e corregedor Geral da Administração do Governo de SP Alexandre Zakir, o Coronel da Reserva da Polícia Militar e deputado estadual Edson Ferrarini, a candidata do PPS à prefeitura de São Paulo Soninha Francine, o doutor em História pela USP Henrique Carneiro e a artista plástica Maria Antônia Goulart.

Em entrevista exclusiva ao Guiame, o delegado cristão e apresentador do programa "Operação de Risco" na "Rede TV!", Alexandre Zakir falou sobre o seu posicionamento em relação à legalização da maconha, apontou alguns questionamentos que devem ser considerados e destacou alguns problemas que devem ser combatidos com veemência neste contexto. 

Zakir destacou que existem sim, grandes problemas sociais, gerados pelo narcotráfico, mas lembrou que isto não justifica uma medida como a legalização.

"O modelo atual de combate ao tráfico não se mostrou eficiente, e, em razão dessa ineficiência, alguns argumentos como 'a liberação do uso da maconha acabará com o tráfico e com seu poder, diminuirá a criminalidade e a violência' aparentemente podem ser sedutores e sustentáveis. Assim acho que o pretexto de não termos obtido sucesso na repressão de um crime não deve ser argumento para legalizarmos esse comportamento", destacou.

Além disso, o delegado propôs alguns questionamentos que são válidos nesta discussão, rebatendo argumentos como diminuição da violência e narcotráfico ou também se perguntando se os traficantes não buscariam outras formas de agir com esta legalização.

"Precisamos ponderar e principalmente ver os resultados obtidos com experiências em outros países. Por isso devemos responder algumas questões como: 'O fato do modelo atual de combate ao tráfico ter falhado justifica abrirmos mão de proteger a sociedade contra comportamentos que a colocam em risco sem antes buscarmos outras formas de combater a ação dos traficantes?'; 'A liberação da maconha acabaria com a empreitada criminosa?'; 'Os traficantes abririam mão de comercializar outras drogas?'. 

Sob o pretexto da legalização, algumas pessoas argumentam que o estado controlaria melhor o comércio do entorpecente, mas será que os traficantes não tentariam utilizar as estruturas legalizadas de comércio para também colocar à disposição da sociedade outros entorpecentes com efeitos claramente devastadores? 

Os usuários que fazem uso de quantidades superiores às reguladas pelo Estado buscariam suprir as necessidades de consumo com os traficantes?'. Penso que o comércio das demais drogas não acabaria", alertou. 

Outro perigo citado por Zakir seria o aumento da dificuldade de se fiscalizar a comercialização de outras drogas - que continuariam sendo ilegais - próximo a lojas do produto supostamente legalizado.

"Também acho que a oportunidade de comercializá-las em locais frequentados por usuários de maconha seria uma grande oportunidade para esta prática - ressaltando que nesses casos a dificuldade de se fiscalizar seria até mesmo maior!", frisou.

Marisa Lobo
Quando questionado sobre trabalhos de combate à legalização da maconha, como os realizados pela psicóloga e palestrante Marisa Lobo ("Maconha Não"), Zakir reafirmou a importância destes projetos.

"O trabalho da psicóloga Marisa tem grande importância, pois desperta na sociedade a discussão sobre um tema delicado e que precisa de muita reflexão, para que decisões tomadas sob o calor das emoções não venham causar mais males sociais", disse.

Debate
Apesar de suas opiniões contrárias à legalização Alexandre não dispensou a importância de levar isto a debate em público, destacando os verdadeiros objetivos de um diálogo saudável.

"Acho que todo debate deve levar as pessoas a refletirem sobre o tema e se afastarem de interesses pessoais para assumirem posturas coletivas responsáveis, que beneficiem o coletivo e não apenas que atendam a interesses de pequenos grupos", finalizou.

Caso queira conferir, como se desenrolou este debate, é só assistir hoje (24/02), às 23h, no programa "SuperPop" (RedeTV!).

Para saber mais sobre o trabalho de Alexandre Zakir, curta a sua fanpage no Facebook:Facebook.com/alexandrezakir .

Por João Neto - www.guiame.com.br

Imagem: RedeTV.com.br

Marisa Lobo comenta acusações e a luta contra a legalização da maconha

O processo no Conselho de Psicologia, acusações de homofobia e a luta contra a legalização da maconha foram alguns dos assuntos abordados na entrevista ao jornalista Carlos Moraes.


Nesta terça-feira, 07/01, a psicóloga Marisa Lobo compartilhou em sua página oficial do Facebook, uma entrevista (vídeo), na qual fala sobre temas que a projetaram na mídia - muitas vezes, causando polêmica. 

O processo no Conselho de Psicologia, acusações de homofobia e a luta contra a legalização da maconha foram alguns dos assuntos abordados na entrevista ao jornalista Carlos Moraes.

Durante a entrevista, Marisa conta como se defendeu das acusações apresentadas no Conselho e como tem sido apoiada por diversos representantes cristãos na luta contra a legalização da maconha.

Recentemente, Marisa se uniu à advogada Damares Alves para propor um abaixo assinado contra o grupo / produtora "Porta dos Fundos" e tem sido apoiada por grandes representantes cristãos, como o pastor e deputado Marco Feliciano.

Clique no vídeo abaixo para conferir a entrevista:


Informações Guiame

Convenção batista luta contra uso da maconha para fins medicinais nos EUA

As igrejas do estado de Arkansas irão investir dinheiro para conscientizar os fiéis que o uso medicinal pode abrir brecha para o consumo recreativo

Uma campanha contra a proposta de legalizar a maconha para fins medicinais no estado de Arkansas está sendo promovida pela convenção batista da região que tem orientado seus membros a não aceitar a proposta do governo.

A campanha foi anunciada junto com a prestação de contas da igreja, quando as igrejas mostram onde será investido os valores arrecadados. Os 22 milhões de dólares da convenção serão aplicados em quatro resoluções e entre elas está o programa para rejeitar o uso da maconha como fins médicos.

No Arkansas a polêmica está sendo discutida pois há projetos de mudar as leis locais para autorizar que a maconha seja usada em tratamentos terapêuticos. Mas a Igreja Batista acredita que essa autorização pode abrir brechas para que a droga seja vista de forma positiva pela população, aumentando o consumo.

Nos Estados Unidos a questão da legalização da maconha é definida pelos estados e municípios. Dezenove estados americanos já permitem o uso medicinal da erva mediante a prescrição médica.

Já o uso recreativo é liberado apenas em dois estados: Washigton e Colorado, mas seguem condições especiais.

Gospel Prime

Depois de defender casamento gay, PSOL quer legalizar maconha

O PSOL está preparando projeto – nos mesmos moldes do aprovado no Uruguai – para regular a produção e a venda de maconha no Brasil. O mesmo será apresentado em 2014, segundo informações de Sonia Racy, em sua coluna no portal Estadão.

O referido partido é conhecido por defender ideias subversivas e lutar contra conceitos cristãos e da família tradicional. E tem como um dos maiores expoentes o ativista gay e deputado federal Jean Wyllys, que apesar de não ter tido votos suficiente para ser eleito, foi favorecido pela expressiva votação do deputado Chico Alencar.

Enquanto isso, o deputado peemedebista Osmar Terra, autor do projeto que altera a Lei das Drogas – permitindo internação involuntária e aumentando a pena mínima de 5 para 8 anos de cadeia a traficantes – decidiu apresentar ao governo pedido para que seja reforçado o policiamento na fronteira com o país.

Sobre a posição do Uruguai, a Câmara dos Deputados enviará, na próxima semana, “moção de preocupação e contrariedade” ao presidente José Mujica, por causa da aprovação da lei de produção e venda da droga no país.
 
Verdade Gospel
Fonte: Estadão
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