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Substância causou 18 minutos de agonia em executado nos EUA

Químicos não previstos na injeção letal provocaram sofrimento. Charles Warner foi executado em Janeiro em Oklahoma.

O americano Charles Warner, de 47 anos, condenado por estupro e assassinato, foiexecutado em 15 de janeiro passado em Oklahoma, nos Estados Unidos, com substâncias não previstas na fórmula de injeção letal e que lhe provocaram 18 minutos de intenso sofrimento - revelam documentos analisados pela AFP nesta quinta.

Segundo o relatório da necropsia, consultado pela AFP, Warner recebeu uma injeção letal composta por acetato de potássio, em vez de cloreto de potássio, previsto na fórmula prevista pela legislação em vigor.

"Meu corpo está queimando!", foram as últimas palavras de Warner.

De acordo com um estudo da entidade Public Library of Science (PLOS), certos derivados do potássio dão a sensação de queimadura.

A revelação sobre o erro na composição da injeção vem à tona poucos dias depois de os serviços penitenciários de Oklahoma se virem confrontados com a necessidade de enfrentar o problema publicamente.

A execução de Richard Glossip foi suspensa "in extremis" em 30 de setembro exatamente pelas crescentes dúvidas sobre o uso do acetato de potássio.

Dois dias mais tarde, a mais alta Corte Penal de Oklahoma decidiu suspender indefinidamente três execuções previstas para este ano, até que o assunto seja resolvido.

Em 2014, a execução de um condenado em Oklahoma se tornou uma verdadeiro filme de terror por causa dos erros com a composição da injeção letal. O homem morreu depois de agonizar por mais de 40 minutos diante do olhar horrorizado das testemunhas.

Os advogados de Glossip esperam conseguir obter uma vitória na Justiça.

"Não podemos confiar nas autoridades de Oklahoma", afirmou Dale Baich, um dos advogados.

G1

Metade do país acha que 'bandido bom é bandido morto', aponta pesquisa


Segundo pesquisa Datafolha, encomendada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, ONG que reúne especialistas em violência urbana do país, metade da população das grandes cidades brasileiras acredita que "bandido bom é bandido morto". As informações são do jornal Folha de S.Paulo.

O levantamento foi realizado no final de julho e fará parte do 9º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, que será divulgado nesta semana.

O instituto ouviu 1.307 pessoas em 84 cidades com mais de 100 mil habitantes.

Para a pergunta se bandido bom é bandido morto, 50% disseram concordar, 45% discordaram e o restante não soube responder ou não concorda nem discorda.

Como a margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, há empate técnico, e a pesquisa indica a sociedade dividida.

(Com informações do jornal Folha de S.Paulo)

Estado americano do Nebraska decide abolir a pena de morte; é a 1ª vez em mais de 40 anos que um Estado conservador proíbe a pena

Legisladores do Nebraska derrubaram nesta quarta-feira (27) um veto imposto pelo governador Pete Ricketts, do partido Republicano, e aboliram a aplicação da pena de morte no Estado americano. 

A decisão foi aprovada por 30 votos a 19. Segundo o jornal The New York Times, esta foi a primeira vez em mais de quarenta anos que um Estado cuja população é majoritariamente conservadora votou pela proibição da pena capital - o último havia sido a Dakota do Norte, em 1973.

Embora se considere apartidária, a Câmara de Nebraska é dominada por políticos republicanos. Os legisladores do partido que votaram a favor da abolição justificaram a decisão dizendo que a pena de morte era ineficiente, cara e que não condizia com os valores da legenda. 

Outros políticos se basearam em questões morais e religiosas para respaldar a proibição. Com a decisão, os condenados à pena capital passarão a cumprir prisão perpétua. 

Nesta semana, o número de prisioneiros no corredor da morte do Nebraska caiu para dez após a morte de um dos detentos na cadeia. O Estado não executava ninguém desde 1997.

Outros dezoito Estados, além do distrito de Columbia, onde fica a capital Washington, aboliram a pena de morte. O Nebraska se tornou o sétimo a proibir a aplicação da sentença desde 2007 - Maryland, Connecticut, Illinois, Novo México e Nova Jersey foram os demais.

Os Estados Unidos enfrentam atualmente um controverso debate sobre a manipulação das drogas usadas para executar prisioneiros. Restrições dificultaram o acesso das prisões às substâncias e implicaram na adoção de coquetéis que não são considerados seguros. 

Em abril do ano passado, o condenado Clayton Lockett agonizou por mais de 30 minutos após a injeção letal ter falhado. Em julho, o assassino Joseph Wood sofreu com os efeitos das drogas por duas horas antes de morrer. 

O processo de execução foi tão demorado que os advogados do criminoso tiveram tempo de protocolar um recurso para tentar interromper a ação.

Frente ao debate, o governador do Estado de Utah aprovou, em março, uma lei autorizando a substituição da injeção mortal pelo fuzilamento. Arkansas, Wyoming e Idaho também consideram tal medida. 

No Tennessee, legisladores concordaram que, diante da escassez das drogas, os detentos deverão ser executados em cadeiras elétricas.

Brasil Post

Brasileiro executado na Indonésia não sabia o que estava acontecendo, diz religioso

'Padre, vou ser executado?’, teria perguntado Rodrigo Gularte momentos antes do fuzilamento
YDNEY - O brasileiro Rodrigo Muxfeldt Gularte, executado na Indonésia por tráfico de drogas e diagnosticado com esquizofrenia e transtorno bipolar, não entendia o que estava acontecendo a ele até os momentos finais, disse nesta quinta-feira um padre designado como seu conselheiro espiritual a uma rádio australiana.

Gularte estava entre as oito pessoas de diversos países condenadas por crimes de entorpecentes que foram executadas pouco após a meia-noite da madrugada de quarta-feira (horário local).

O Brasil fez repetidos apelos à Indonésia para comutar sua pena por razões humanitárias, citando as condições psicológicas de Gularte.

O padre Charlie Burrows, padre local que acompanhou Gularte em suas horas finais, disse à ABC que considerava ter preparado o brasileiro para sua execução.

Gularte estava calmo e foi algemado por carcereiro, mas ficou nervoso quando foi entregue aos policiais no lado de fora do presídio, onde foram colocadas correntes em suas pernas, disse Burrows.

- Pensei ter passado a mensagem que ele seria executado, mas... quando as correntes foram colocadas, ele disse para mim: 'padre, vou ser executado?' - disse.

Gularte foi preso após entrar na Indonésia em 2004 com seis quilos de cocaína escondidos em pranchas de surfe e condenado à morte em 2005.

A família de Rodrigo Gularte, de 42 anos, apresentou diversos laudos médicos às autoridades indonésias, atestando suas condições mentais, e a presidente Dilma Rousseff fez apelos pessoais sobre o caso.

Gularte foi o segundo cidadão brasileiro a ser executado na Indonésia este ano, após o fuzilamento de Marco Archer, em janeiro, também condenado por tráfico de drogas.

O governo brasileiro recebeu com "profunda consternação" a notícia da execução por fuzilamento de Gularte e disse considerar um "fato grave" nas relações entre os dois países.

OGlobo

Igreja Católica pede pelo "fim da pena de morte nos EUA": "A prática é abominável e desnecessária"

Estados Unidos - Quatro veículos de comunicação católicos dos Estados Unidos juntaram-se para pedir ao governo do país que proíba a pena de morte.

Quatro publicações da igreja católica nos Estados Unidos emitiram um comunicado conjunto, pedindo pelo fim da pena de morte no país, e pediram a "todas as pessoas de fé" que se juntassem a eles nesta causa.

"Nós, os editores de quatro revistas católicas - 'America', 'National Catholic Register', 'National Catholic Reporter' e 'Our Sunday Visitor' - exortamos os leitores de nossas diversas publicações, toda a comunidade católica dos EUA e todas as pessoas de fé a estarem com a gente e dizer: 'A pena capital deve acabar", propõe o comunicado.

"A prática é abominável e desnecessária", acrescentou o texto. "Também é insanamente cara à medida que batalhas judiciais absorvem melhor os recursos mobilizados na prevenção da criminalidade, em primeiro lugar e trabalham em direção à justiça restaurativa para aqueles que cometem crimes menos hediondos".

Os editores apontam que, em abril, o Supremo Tribunal dos Estados Unidos ouvirá argumentos no caso "Glossip X Gross", o que poderia estabelecer morte por injeção letal - o método de execução mais comum nos Estados Unidos - como sendo uma punição cruel e incomum.

Com a espectativa de que o Tribunal venha a emitir uma decisão em junho, os editores católicos compartilham que sua esperança é que "o fim da pena de morte nos Estados Unidos esteja próximo".

A Igreja Católica tem mantido por muito tempo a sua oposição à pena de morte - que é legalizada em 32 estados norte-americanos.

O arcebispo Thomas Wenski, de Miami, e presidente do Comitê dos bispos dos EUA sobre Justiça e Desenvolvimento Humano disse: "... o uso da pena de morte desvaloriza a vida humana e diminui o respeito pela dignidade humana. Nós, bispos continuamos a dizer que não podemos ensinar matar é errado, matando".

O arcebispo Charles Chaput acrescentou: "Afastar a pena capital não diminui o nosso apoio às famílias das vítimas de assassinatos... Mas matar o culpado não vem a honrar os mortos, nem enobrecer a vida. Quando tiramos a vida de uma pessoa como culpada, só aumentamos a violência em uma cultura já violenta e rebaixamos a nossa própria dignidade no processo".

O editorial elogiou os comentários de Chaput, e disse que os prisioneiros que cometeram crimes vão responder diante de Deus. Ele ressalta, porém, que, ao apoiar a pena de morte, as pessoas vão aumentar a violência ao invés de cura-la.

O editorial também destacou algumas das execuções de alto perfil na América durante todo o ano de 2014, que eram complicadas devido ao processo de injeção letal, às vezes causando intenso sofrimento para os condenados à morte.

De acordo com uma pesquisa da revista internacional Gallup, feita por volta de outubro de 2014, a maioria dos norte-americanos continuam a apoiar a pena de morte. 63% dos entrevistados eram a favor da pena de morte para alguém condenado por assassinato, enquanto 33% disseram que eles não são a favor. 4% não conseguiu apresentar um parecer.

Uma Pesquisa feita em 2013 pelo instituto "Pew Research Center" revelou que o apoio à pena de morte entre os católicos e entre os cristãos varia muito, por grupos étnicos / raciais.

Enquanto 59% dos brancos católicos disseram que são a favor da pena capital, 37% dos católicos hispânicos se opuseram. E, enquanto aproximadamente 67% dos evangélicos brancos, apenas 33% dos negros protestantes disseram o mesmo

com informações do Christian Post

A Pena de morte se justifica? O que você acha?

Nada justifica.
Pra mim, pessoalmente, a pena de morte é algo absurdo. Porque o Estado com ela passa a mensagem inversa. De que matar um ser humano pode ser um recurso válido é pode até ser justo. A pena de morte estimula o poder de matar e transgredir limites morais.

“Ora, se o governo faz, por achar justo, porque eu não poderia fazer, nas horas que eu considerar justo?” – É a lógica inconsciente.
Basta ver as manifestações de ódio e apoio a pena de morte que acontecem nas redes sociais da Indonésia e mundo. 

Claramente se vê que não são pró-saúde. São carregadas do mesmo desprezo, capricho e maldade que faz qualquer assassino matar, qualquer estuprador praticar o delito, qualquer traficante ser indiferente ao prejuízo do consumidor.

A mensagem pregada devia ser anti-morte. E não inseminando mais morte no sistema operacional do subconsciente da humanidade!
O Amor é – ao contrário do que os burros possam raciocinar – o melhora antídoto para o pensamento coletivo mundial. Ele vai purgando o mal, e não validando indiretamente e subconscientemente.

No caso do condenado brasileiro, o absurdo é a desproporção. Ele não praticou crime hediondo. Não sequestrou, não estuprou, não matou, nem mesmo afetou a honra de ninguém. Tem que ser punido? Obvio! Mas não com fuzilamento. 

A discrepância é colossal! Some-se a isso as negações de extradição para cumprir pena no se país de origem e o fato de que ele foi fuzilado após 12 anos preso. Em 12 anos o cara é outra pessoa. Já não é aquele que cometeu o delito. Uma coisa é ser executado um dia após cometer um estupro e homicídio do filho de alguém.

Outra coisa é ser fuzilado 12 anos após ter carregado uma substância cujo comércio alguém considera ilegal, mesmo que não seja um delito impositivo mas um delito de disponibilidade. Você não impõe cocaína goela a dentro de ninguém. Você disponibiliza. 

Se não for você a disponibilizar, será um dos outros 6 bilhões de seres humanos vivos. Pois nenhum governo jamais conseguirá matar o direito e é desejo primário humano, que é ir e vir e portar na bagagem o que deseje carregar. Com pena de morte ou não.

É como ter a ilusão de que pode – se impedir o se humano de mentir ou destruir algum tipo de coisa, mesmo que seja para se alimentar. A gente destrói plantas e animais. É o tipo de coisa que faz parte da nossa condição básica e nossa imperfeição.

É o tipo de coisa essencial e impossível de se acabar e anular, mesmo matando 100 pessoas por dia pra servirem de exemplo.
O que se deve fazer é educar, regular, medicar. .. e não combater de forma burra e diabesca. Pois assim o mundo vira um inferno. Vira tudo morro carioca em guerra.

Pelo amor de Deus!

Por Marcello Cunha

Mãe iraniana salva da forca o assassino do filho

A mulher foi até o acusado, lhe deu um tapa na cara e depois retirou a corda de seu pescoço
Em uma sociedade envolta em uma atmosfera de rivalidades, na qual “aqui se faz, aqui se paga”, o perdão ensinado a todos por Jesus está cada vez mais raro.

Porém, recentemente, o caso de uma mulher iraniana que salvou o assassino de seu filho da forca chamou a atenção do mundo.

A mulher foi até o acusado, lhe deu um tapa na cara e depois retirou a corda de seu pescoço. De acordo com o marido, ela teria tomado a decisão após ter um sonho com o filho assassinado.

Após perdoar o criminoso, chamado Balal, a mãe da vítima, Samereh Alinejad, foi recebida pela mãe do condenado que a abraçou e agradeceu por ter salvado a vida de seu filho. De acordo com o jornal Britânico Daily Mail, o homem havia sido condenado há sete anos por ter esfaqueado e matado Abdollah Hosseinzadeh Jnr, de 18 anos, durante uma briga de rua.

De acordo com o pai da vítima, três dias antes da execução sua esposa sonhou com o filho morto que dizia estar em um lugar bom e pedia para a família não fazer retaliações. O sonho teria acalmado a esposa e motivado a decisão de retirar o assassino da forca no dia da execução. O pai revelou que não acredita que Balal quisesse matar seu filho. Para ele, foi uma reação.

"Abdollah o ofendeu e chutou, nesse momento, o assassino tirou uma faca de cozinha das meias. Balal não sabia como manusear uma faca, ele foi ingênuo", afirmou.

FéEmJesus

Bebês praticam choro dentro do útero, diz estudo

Ao ensaiar expressões de dor e sorrisos, fetos vão aprendendo formas de se comunicar após o parto
Pesquisadores britânicos afirmam que bebês fazem caretas, praticam choro e expressões faciais de dor ainda quando estão dentro do útero.

Os especialistas, das Universidades de Durham e Lancaster, acreditam que, ao fazer isso, eles vão aprendendo como devem se comunicar após o parto.

"É essencial para os bebês poderem demonstrar expressões de dor ou desconforto assim que nascem para que possam se comunicar com a mãe", afirmou a pesquisadora Nadja Reissland.

Os cientistas analisaram ultrassonografias em 4D de oito fetos femininos e sete masculinos e observaram que durante o crescimento intrauterino, eles desenvolvem desde expressões simples, como um sorriso, a movimentos mais complexos, como o franzir das sobrancelhas e do nariz.

Sentimentos
Nadja Reissland diz que poder entender melhor o desenvolvimento normal dos bebês durante a gravidez pode ajudar os médicos a identificar problemas.
 
"Não está claro se os fetos podem de fato sentir dor e também não sabemos se as expressões faciais estão ligadas aos seus sentimentos", disse Reissland.

O estudo indica que os movimentos faciais podem estar mais ligados à maturidade do cérebro do que aos sentimentos, acrescentou a pesquisadora.

O trabalho se segue a uma pesquisa anterior que sugere que expressões faciais de fetos saudáveis se desenvolvem e se tornam mais complexas durante a gravidez.
 
Informações uol

Assassino é perdoado por família de vítima antes da execução no Irã

Homem já estava na forca com a corda no pescoço quando teve perdão. Segundo lei iraniana, assassinos e estupradores são condenados à morte.

Um iraniano declarado culpado do assassinato de um policial foi perdoado pela família da vítima no momento de sua execução, quando o homem já estava pendurado na forca, informou nesta quinta-feira (9) a agência Mehr.

A família da vítima "gritou que o perdoava quando o assassino já estava pendurado há alguns segundos". As pessoas correram para dar apoio ao corpo do homem e tiraram a corda de seu pescoço, de acordo com as fotos divulgadas pela agência.

O assassino deveria ser enforcado publicamente em Machhad (nordeste do Irã). A lei iraniana indica que a família da vítima pode conceder seu perdão para evitar que um criminoso seja executado.

O assassino escapa da pena capital, mas deve pagar o preço pelo sangue derramado (diyeh), que equivale a cerca de US$ 36 mil, e passar mais algum tempo na prisão.

De acordo com a lei iraniana, assassinos e estupradores são condenados à forca.

Fonte: AFP
Fé em Jesus

Rogério Greco: Você é a favor da pena de morte?

Muitos se perguntam se a pena de morte seria a pena que reduziria a criminalidade. Você é a favor da pena de morte?

Rogério Greco, um procurador da justiça de Minas Gerais, cristão evangélico falou sobre a pena de morte no Brasil e como a Bíblia retrata isso, no programa evangélico Balaio – Direito nosso de cada dia, da Rede Super.

O Brasil não usa oficialmente a pena de morte desde 1889 e historicamente é o segundo país das Américas a abolir a pena de morte como forma de punição para crimes comuns.

Segundo Rogério, existe um artigo na constituição do Brasil que veda a possibilidade de pena de morte. “Salvo nos casos de guerra declarada, o Brasil não pode aplicar a pena de morte.”

Já na Bíblia ele aponta para o episódio da mulher adúltera, quando as pessoas trouxeram até Jesus a mulher que foi pega em adultério, e pela lei dos judeus ambos a mulher e o homem que cometeram o adultério, seriam executados. Entretanto, “Jesus disse, que atirem a primeira pedra aquele que não tivesse pecado. E as pessoas todas foram embora”, citou Rogério.

“Se Deus não aplicou a pena de morte, imagine nós. Nós estamos fazendo papel de Deus, tirando vidas, concedendo vidas.”

Ele afirma que já está confirmado nos Estados Unidos, em que alguns estados que aboliram e estados que criaram a pena de morte, que a pena de morte não constitui um fator de diminuição da criminalidade.

“Ter ou não ter a pena de morte não é um fator que vai diminuir a criminalidade. Os estados que não tinham a pena de morte e passaram a ter, não houve diminuição da pena de morte. Aqueles que tinham e não tem mais, também não houve redução da criminalidade.”

Muitos políticos usam a questão da pena de morte como argumento político, mas Rogério urge que as pessoas no período eleitoral não se deixem iludir com a bandeira da pena de morte trazida como argumentos pelos candidatos.

Christian Post

Silas Malafaia estreia novo programa de TV com tema sobre o aborto de anencéfalos

O novo programa do pastor Silas Malafaia, “Fala Malafaia”, estreou nesse domingo, 6, na TV Band. O tema do primeiro programa foi o aborto de anencéfalos.

Um médico e uma psicóloga convidados participaram dando esclarecimentos sobre o assunto. Eles discutiram com Silas o aborto de anencéfalos e a recente decisão do Supremo Tribunal Federal, que autorizou a mãe a optar pela interrupção da gravidez quando for diagnosticado que o feto não tinha cérebro.

Posicionando-se contra o aborto, eles alertaram sobre o impacto negativo que o aborto pode ter fisicamente e psicológicamente.

A proposta do programa é discutir os assuntos mostrando sempre o ponto de vista cristão. Ele é composto por debates, entrevistas, reportagens e por um quadro musical.

“Fala Malafaia” também oferece espaço para que o público interaja com perguntas, que podem ser enviadas através do Twitter no dia da gravação do programa. Algumas edições serão gravadas, como a primeira, e outras serão ao vivo.

A primeira atração musical do novo programa foi a cantora Jozyanne. Ela apresentou a música “Meu Milagre”, que dá título ao seu novo CD.

Caso a repercussão e a audiência sejam boas, o programa permanece no ar. Caso contrário, será substituído pelo programa “Vitória em Cristo”, que Silas já apresenta aos sábados e que passará a ser veiculado duas vezes por semana.

Apesar de os dois programas serem apresentados pelo pastor Silas Malafaia, eles possuem estruturas bastante diferentes. Enquanto “Vitória em Cristo”, que está no ar há quase três décadas, tem como xfoco pregar a Palavra de Deus, “Fala Malafaia” é mais "descontraído", uma espécie de bate-papo em que visa defender os princípios cristãos, mostrando um ponto de vista cristão evangélico, segundo a auto-descrição do programa.

“Fala Malafaia” é um programa semanal que vai ao ar na TV Band, aos domingos, a partir das 12h. Por enquanto, o novo programa não está fixo na grade da emissora. Inicialmente, ele ficará no ar por 90 dias, como teste.

Fonte Christian Post

Fala Malafaia estreia domingo discutindo sobre o aborto de anencéfalos

Um médico e uma psicóloga debaterão sobre o
tema e o pastor ainda vai mostrar o ponto de
vista cristão sobre o tema
O novo programa do pastor Silas Malafaia estreia neste domingo, 6 de maio, na TV Bandeirantes a partir das 12h. Com o nome de “Fala Malafaia” o primeiro programa vai tratar sobre o aborto de anencéfalos.

Para discutir esse assunto polêmico que foi debatido pelo Supremo Tribunal Federal nas últimas semanas, autorizando a mãe a optar pela interrupção da gravidez quando for diagnosticado que o feto não tem cérebro, o pastor vai conversar com um médico e uma psicóloga.

A proposta do programa é discutir assuntos diversos mostrando o ponto de vista cristão através de debates, entrevistas, reportagens e ainda um espaço musical. Em falar em música a cantora
Jozyanne será a primeira a se apresentar no programa cantando a música “Meu Milagre” que dá título ao seu mais novo CD.

Algumas edições do programa “Fala Malafaia” serão gravadas e outras ao vivo. Por enquanto o pastor fará um teste para ver a repercussão que esse novo programa fará, caso dê bons resultados o programa continuará sendo exibido na Band. Do contrário o horário será ocupado pelo programa “Vitória em Cristo” que vai continuar sendo exibido aos sábados.

STF julga nesta quarta a proposta de liberação de aborto para anencéfalos

CNBB e líderes religiosos são contra a proposta que tem como objetivo liberar o aborto em caso de feto formado sem cérebro
O Supremo Tribunal Federal (STF) vai decidir nesta quarta-feira (11) sobre o aborto de fetos anencefálicos, essa proposta feita pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde tramita há oito anos e recebe muitas críticas da Igreja Católica e líderes evangélicos.

Os ministros do STF vão votar se as mulheres grávidas de bebês anencéfalos poderão interromper a gravidez ou não. Esse tipo de gravidez é diagnosticada logo no início e os pais ficam cientes que o bebê não tem cérebro, esse tipo de gestação é prejudicial para a própria mulher e o feto pode morrer durante a gravidez ou logo após nascer.

Em 2004 o processo foi julgado sendo que o ministro Marco Aurélio de Mello foi favorável ao aborto de bebês anencefálicos sem autorização judicial, mas logo a liminar foi cassada.

A mãe que opta em abortar nesse caso precisa entrar com processo na justiça pedindo a liberação do aborto, uma vez que o procedimento não é legalizado no Brasil. Se for votado favoravelmente à essa proposta os casos de gravidez desse tipo poderão ser interrompidos sem precisar passar pela Justiça.

Mas o projeto da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde enfrenta a oposição da Igreja Católica e de pastores evangélicos que são contra qualquer tipo de aborto, independente dos motivos.

A CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) critica esse projeto alegando que o feto, mesmo não tendo cérebro, é um ser humano vivo e deve ser protegido pelo Estado. Mesmo sabendo dos riscos que a mãe pode sofrer, o cardeal Odilo Pedro Sherer, arcebispo de São Paulo, diz que esse motivo não deve ser justificativa para liberar o aborto.

“Tal argumentação pode suscitar ou aprofundar um preconceito cultural contra mulheres que geram um filho com alguma anomalia ou deficiência. Isso sim seria uma verdadeira agressão à dignidade da mulher”, diz o arcebispo que acredita que o sofrimento gerado nesta gestação pode dignificar a vida da mulher.

No texto divulgado nessa semana pela CNBB diz que o fim de bebês sem cérebros não pode ser decidida pelas mãos de pessoas saudáveis. “Não é belo, não é digno, não é ético, diante da vida humana frágil, fazer recurso à violência, ou valer-se do poder dos fortes e saudáveis para dar-lhe o fim, negando-lhe aquele pouco de vida que a natureza lhe concedeu”.

Para Odilo Pedro Scherer a morte desse bebê vai acontecer na hora certa, sem precisar de métodos para forçá-la. “Digno da condição humana, nesses casos, é desdobrar-se em cuidados e dar largas à solidariedade e à compaixão, para acolhê-la e tratá-la com cuidado, até que seu fim natural aconteça”.

Com informações Folha de São Paulo e Estadão
Gospel Prime

Será que vale a pena Eutanásia?

Britânico paralisado ganha direito de
pedir à Justiça para morrer

O britânico Tony Nicklinson, que está completamente paralisado e se comunica apenas através de movimentos dos olhos, ganhou nesta segunda-feira (12) o direito de pedir à Justiça o suicídio assistido.

Um derrame em 2005 deixou Nicklinson, de 58 anos, com a chamada "síndrome de encarceramento", incapaz de realizar qualquer movimento à exceção dos olhos --e incapaz de se suicidar sem ajuda. Ele quer que a Justiça britânica dê proteção legal a algum médico que o ajude a encerrar sua vida.

O Ministério da Justiça argumenta que uma decisão favorável a Nicklinson significaria mudar as leis em relação aos assassinatos.

A decisão da Suprema Corte significa que Nicklinson poderá levar seu caso adiante e que a Justiça poderá analisar em audiência as evidências médicas em relação ao seu caso.

A "síndrome do encarceramento" deixa as pessoas com corpos paralisados, mas mantém o funcionamento do cérebro e a capacidade de raciocínio intactos.

Atitudes do século 20

Após a decisão da Justiça nesta segunda-feira, a mulher de Nicklinson, Jane, leu à BBC um comunicado de seu marido.

"Estou satisfeito com o fato de que as questões relacionadas à morte assistida possam ser discutidas no tribunal. Os políticos e outros não podem reclamar de os tribunais serem fóruns de debate se os políticos continuarem a ignorar uma das mais importantes questões que a nossa sociedade enfrenta hoje", afirmou.

"Não é mais aceitável que a medicina do século 21 seja governada pelas atitudes do século 20 em relação à morte", completou.

Nicklinson, que se comunica por meio do movimento dos olhos, com a ajuda de um quadro eletrônico ou de um computador especial, afirmou anteriormente que sua vida era "sombria, miserável, humilhante, indigna e intolerável".

Sua mulher afirmou que o marido "somente quer saber que, quando o momento chegar, ele tem uma saída". "Se vocês soubessem o tipo de pessoa que ele era antes, saberiam que a vida assim é insuportável para ele", disse.

Ela afirmou ainda não saber quando o marido quer realmente morrer. "Suponho que seja quando ele não suportar mais", comentou.

Informações Uol.com

46% dos brasileiros concordam com a pena de morte.

Biblicamente a pena de morte e a prisão perpétua são aceitas, inclusive o vingador seria o ministro de Deus na Terra para combater o mal
De acordo com dados da pesquisa ”Retratos da Sociedade Brasileira: segurança pública” 46% da população brasileira defende a pena de morte, mas o que será que a Bíblia fala sobre a pena capital?

A pesquisa divulgada pela revista IstoÉ foi realizada pela CNI/Ibope e divulgada na última quarta-feira, 19, mostrando que 31% dos entrevistados defendem totalmente a pena de morte e 15% defende em parte.

A prisão perpétua foi aceita por 69% dos entrevistados.

Em uma postagem em seu blog o pastor Marcello Oliveira fez um estudo mostrando os pontos bíblicos que falam sobre a pena de morte. Principalmente nos livros de Gênesis, Números e Deuteronômio onde encontramos trechos que apóiam a pena capital.

“Esta é uma obrigação, não uma opção. Três vezes Deus diz: “pedirei contas” (Gn 9.5). O sangue derramado pelo homicida deve ser tratado da mesma forma. Investe o culpado com sua poluição (Nm 35.33; Sl 106.38) e assegura sua expiação pela morte do homicida (cf. Gn 9.6; 1Rs 2.32) ou pela expiação (cf. Dt 21.7-9)”, cita o pastor em seu texto.

O pastor lembra que esse assunto também é tratado em Romanos 12 e 13. ”No Novo Testamento, os cristãos não devem vingar-se por qualquer malfeito recebido, mas devem dar lugar à ira de Deus para vingá-lo (Rm 12.19). Deus, por sua vez, designa o governo civil como seu ministro, um vingador para executar a ira sobre quem pratica o mal (Rm 13.4)”.

Quem também tem uma opinião sobre o tema é o pastor Zwinglio Rodrigues da Igreja Batista Vida que concorda com a pena de morte dizendo também que os cristãos que não concordam firmam suas opiniões em questões emocionais e não bíblicas.
“Do ponto de vista bíblico a pena de morte é legítima [Gn 9:5 e Rm 13:1-5]. Existem cristãos que opõem-se à essa afirmação, mas isso se deve, a meu ver, mais a um ‘problema emocional’ do que a um sólido argumento bíblico,” diz o pastor.
Rodrigues manifesta sua preocupação com o tema lembrando que no Brasil a impunidade acaba liberando muitos criminosos da prisão, principalmente os bem sucedidos. “Agora, uma coisa precisa ser dita quanto a um possível estabelecimento da pena de morte no Brasil: nosso país é famoso por ter muitas leis que não são observadas e, quando acontece de uma delas ser aplicada, (quase) nunca é para punir os poderosos, bandidos de “colarinho branco” e sim os menos favorecidos.”

Ele acredita que o Brasil ainda não está pronto para uma lei sobre a pena de morte. “O Brasil não é um país sério e maduro para ter em seu rol de leis a pena de morte. Antes de darmos um passo como esse, precisamos de Instituições (refiro-me aos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário) fortes e profundamente comprometidas com a justiça, coisas que ainda estão muito distantes de tais Instituições”.

Deixe sua opinião sobre o tema!

Fonte: Gospel Prime
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