Claudio Duarte pede perdão a católicos por tê-los “ofendido”

“Temos posicionamentos diferentes, mas isso não nos impede de caminhar próximos”, garantiu.
O pastor Claudio Duarte foi alvo de uma campanha de católicos na internet contra ele. Muitos deles acham que o líder evangélico estimulou o “falso ecumenismo” ao pregar “contra Maria” dentro da Paróquia Nossa Senhora Rainha, de Belo Horizonte.

Diferentes páginas católicas nas redes sociais reproduziram o vídeo e pedem que o pastor não seja mais convidado para falar em igrejas católicas, por “respeito a Maria”.

O site Fides Press reclama que “Existe uma profunda desorientação na Igreja. Os nossos pastores (padres e bispos) resolveram por fogo na sacristia e os fiéis? Ahh, esses que inalem as fumaças da confusão de Satanás enquanto riem das baboseiras dos “Omoristas” do evangelho.”

Devido à repercussão negativa, o pastor Cláudio decidiu gravar um vídeo pedindo desculpas aos católicos. No material, que tem cerca de um minuto, ele afirma ter feito “uma brincadeira que não devia” e ter criado “uma situação desagradável para a fé de pessoas que me respeitam”.

Mesmo deixando claro que tem os “seus valores” dos quais não abriria mão, eles não faziam dele “alguém mal-educado”. Reiterou que não devia “ter falado da maneira como falei”.

Lamentando o ocorrido, assegurou que foi “tolo” e que fez uma brincadeira que não devia. Reiterou seu respeito à comunidade católica. “Temos posicionamentos diferentes, mas isso não nos impedem de caminhar próximos”, garantiu. Encerrou pedindo perdão aos católicos.

Assista:


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Convertida, Suzane Richthofen quer ser missionária (e não é boato)

“O perdão vem de Deus”, afirma pastor da Quadrangular que a discípula
O caso de Suzane von Richthofen é um dos mais conhecidos do Brasil. Em 2002, a jovem foi parar atrás das grades por ter planejado o assassinato dos pais e ajudado na execução. Atualmente com 33 anos, ela está no presídio feminino de Tremembé, interior de São Paulo.

Seu noivo, o empresário Rogério Olberg, 38, e ela, pertencem à Igreja do Evangelho Quadrangular em Itapetininga. Os dois desejam casar até o fim do ano e estão sendo discipulados pelo pastor Euclides Vieira. Também revelarem recentemente o interesse em virarem missionários.

O projeto inclui pregar o Evangelho a pessoas como moradores de rua e usuários de drogas. “Perguntei a Suzane se ela está preparada para a possibilidade de as pessoas se levantarem e irem embora da igreja, para andar na rua e ouvir xingamentos”, relatou Vieira à reportagem de Veja São Paulo.

O líder religioso disse também: “Ela olhou firme nos meus olhos, afirmou que faria aquilo por Deus e enfrentaria o que viesse. Senti bastante firmeza.”

A primeira pregação pública de Suzane será em agosto, quando ela terá direito a saída provisória do Dia dos Pais. Se a Justiça lhe der o aval, ela contará seu testemunho aos dependentes químicos na Casa de Recuperação Jeová Rafá, mantida pelo pastor Vieira em São Miguel Arcanjo, também no interior paulista.

Naquela local Olberg fez sua primeira pregação no último dia 2. Aos usuários em reabilitação, admitiu que sua futura esposa “é a mais odiada do Brasil”. Ele possui uma pequena empresa de serviços de transporte, mas ficou sem trabalho desde que o romance com Suzane foi revelado.

Condenada a 39 anos de reclusão, dos quais já cumpriu 15, ela apresenta boa conduta e trabalha, tentando conseguir a transferência para o regime aberto até 2020, na hipótese mais otimista. O pastor conta que ela estuda a Bíblia e frequenta os cultos semanalmente. Para se tornar missionária, Suzane precisa fazer um curso básico no Instituto Teológico Quadrangular, com a duração de um ano.

Vieira sugeriu que ela fizesse por correspondência. As apostilas seriam encaminhadas à penitenciária. A aprovação dependeria de uma entrevista com uma liderança da igreja, onde mostraria sua capacitação.

“Nessa etapa, sentimos a espiritualidade e a verdade do candidato, então nenhum ator consegue nos enganar”, revela o pastor Davi Rodrigues, membro do Conselho Nacional de Diretores da Quadrangular. “Toda pessoa tem direito a uma segunda chance, se estiver mesmo arrependida”, insiste, numa referência a Suzane.
O perdão vem de Deus

O noivo dela, que frequenta a Quadrangular desde jovem, foi quem a evangelizou. Olberg pregava o Evangelho por meio de cartas enviadas à Suzane, que conheceu por intermédio da irmã Luciana, também presidiária de Tremembé. Vieira pastoreia o rapaz desde 2005.

À Veja, o pastor Vieira tem uma história pessoal de superação. Ele venceu o vício em cocaína que durou dezesseis anos. Com a abertura da casa de recuperação, já ajudou dezenas de famílias.

No início do namoro do casal, Vieira disse a Olberg: “Falei: ‘Se é amor verdadeiro, assuma a bronca e bola pra frente’ ”, lembra. “Alguns conhecidos comentaram ser inadmissível eu estar ao lado de Suzane, mas tenho exemplos de criminosos recuperados. O perdão vem de Deus”, finaliza.

GospelPrime

“Mataram meu pai só por que ele disse que era cristão”

O egípcio Mina Habib, de apenas 10 anos, raramente sai de casa nestes dias. Ele ainda está se recuperando após ter visto seu pai Adel ser assassinado por jihadistas do Estado Islâmico, em Minya. Em meados de maio, 29 cristãos coptas estavam indo para uma reunião de oração em um mosteiro quando foram atacados pelos extremistas muçulmanos.

Em entrevista à agencia Reuters, Habib contou que estava no ônibus que foi atacado e que seu pai foi obrigado a descer, junto com vários outros. Os homens mascarados perguntaram se eles queriam negar a Jesus e se converter ao Islã. Diante da negativa, começaram a executar um a um com tiros na cabeça.

“Nós vimos pessoas sendo mortas, simplesmente jogadas ao chão”, relata o menino, que hoje recebe apoio psicológico de uma igreja copta local. Seu irmão mais velho, Marco, conseguiu escapar com vida e visita regularmente o monastério para ler a Bíblia como forma de terapia.

“Eles pediram que meu pai se identificasse. Depois, mandaram que ele recitasse a profissão de fé muçulmana. Ele se recusou, dizendo que era cristão. Eles atiraram nele e em todos os outros que estavam no veículo”, relata Habib sobre os últimos minutos de vida de Adel.

Ainda segundo o jovem, eram 15 homens armados e mascarados, que mataram várias crianças, sempre perguntando antes da execução se elas eram cristãs. Acrescentou que toda vez que os jihadistas atiravam em alguém, gritavam “Allah é grande” e comemoravam.

Hanaa Youssef, a mãe de Mina e Marco, conta que tem orgulho de seus filhos, mas diz que ela e os demais coptas da região sentem-se indefesos diante de tanta violência. Ressalta que o governo egípcio não tem tomado providencias para protegê-los e por isso temem novos ataques. “Meu marido visitava regularmente o monastério há mais de 25 anos e esse tipo de coisa nunca tinha acontecido por aqui”, relata.

O Estado Islâmico vem promovendo uma guerra contra os coptas egípcios, que são cerca de 10% da população.

Desde o final do ano passado, promoveram numerosos atentados nos últimos meses, tanto contra grupos quanto contra indivíduos, tendo deixado claro em vídeo divulgado na internet que seu objetivo é exterminar o cristianismo do país.

GospelPrime

Diante do Trono grava novo CD e DVD, na Jordânia


O projeto visual têm direção e produção de Alex Passos, conhecido por assinar os projetos do DT desde o DVD Creio . (Foto: Reprodução).


O novo projeto do grupo segue os passos de seu antecessor, o "Tetelestai", que por sua vez foi gravado em Israel.

O Ministério de Louvor e Adoração Diante do Trono encerrou as gravações do mais novo projeto musical do grupo. Seguindo os passos de Tetelestai, o primeiro a ser gravado fora do Brasil (Israel), a nova produção foi registrada na Jordânia. O DT18 promete canções inéditas e um visual encantador. Algumas imagens estão sendo publicadas pela vocalista do grupo, Ana Paula Valadão.

Para o registro do DVD, foram escolhidos alguns dos mais importantes locais do país, como as ruínas de Amman e Petra, além do deserto de Wadi. Tais lugares estão registrados nas Escrituras como espaço de grandes acontecimentos históricos.

Para abrilhantar ainda mais o projeto, Ana Paula convidou participações especiais. Um nome especial é Asaph Borba (Alto Preço e Jesus, em Tua Presença), ícone da adoração congregacional no Brasil que inclusive participou anteriormente do DVD “Sol da Justiça”, gravado em Natal (Rio Grande do Norte) cantando a música “Um” e sendo homenageado com um medley.

Além de Asaph, o cantor e compositor Fred Arrais (Meu Salvador e Eu Quero Mais) e sua esposa Flávia Arrais também fizeram parte do projeto. Fred já havia participado da gravação do disco “Imersão 2”, que ainda será lançado e foi gravado durante o Congresso de Louvor, Intercessão e Missão Diante do Trono 2017. Ele também é o autor da canção “Ele me Libertou”, regravada por Israel Salazar em seu disco de estreia, Jesus.


Ana Paula Valadão é registrada por Alex Passos e Felipe Barros, es vocalista do Ministério Fluir. (Foto: Reprodução)

Direção e nome do projeto
O projeto visual têm direção e produção de Alex Passos, conhecido por assinar os projetos do DT desde o DVD Creio (2012). Alex também já trabalhou com André Valadão, Fernandinho e Preto no Branco.

O novo CD e DVD do Diante do Trono ainda não tem nome, mas os seguidores podem ajudar a escolher. A líder Ana Paula Valadão deixou duas sugestões para votação. São elas “Águas Do Jordão” e “Deserto de Revelação”. Os internautas podem votar por meio das redes sociais usando as hashtags #ÁguasDoJordão ou #DesertoDeRevelação.

Guiame

Funcionários de hotel são curados após oração de judeu messiânico, em Israel

O judeu messiânico Ron Cantor testemunhou a cura de três funcionários muçulmanos, uma judia e um agnóstico enquanto estava hospedado em Jerusalém.

Inspirados pelos testemunhos de cura do evangelista Todd White, um grupo de cristãos saiu às ruas de Israel para orar pelos enfermos e levar o amor de Jesus Cristo na última semana.

Segundo o judeu messiânico Ron Cantor, os jovens cristãos tiveram a certeza que se Deus fazia milagres através de Todd, também poderia fazer através deles. “Eles saíram pelas ruas de Tel Aviv e perguntaram às pessoas se elas precisavam de cura. A maioria das das pessoas que recebiam orações eram curadas”, ele contou no blog Messiah’s Mandate.

Quando Ron soube que Todd estaria em Israel, ele pediu para que o evangelista impusesse suas mãos sobre ele e orasse para que ele também fosse capaz de se mover no sobrenatural ao pregar sobre Jesus para os israelenses.

Ron ficou hospedado durante uma semana em um hotel em Jerusalém, para fazer parte da conferência FIRM. Na manhã de segunda-feira (12), Mahmoud, um funcionário entrou em seu quarto para realizar a limpeza.

Ele aproveitou e perguntou se Mahmoud precisava ser curado. “Seu joelho estava com dor. Oramos e este homem muçulmano foi instantaneamente curado”, conta Ron. “Eu compartilhei com ele sobre Yeshua (Jesus). No dia seguinte, ele veio para o quarto e disse à Elana, minha esposa: ‘Por favor, agradeça a seu marido por orar por mim. Eu não sinto mais nenhuma dor no meu joelho. Eu não consigo acreditar’”.

No dia seguinte, Ron conheceu Achmad, um funcionário do hotel que sofria com dor nas costas. “Percebi que a maioria dos trabalhadores do hotel tem dor nas costas. Eu orei, a presença de Deus veio e ele também foi curado. Foi incrível ver o sorriso em seu rosto depois que Deus o curou”.

Na manhã seguinte, Rafa, um muçulmano que trabalha no restaurante do hotel, usava uma joelheira. “Eu orei por ele e senti o poder de Deus entrando nele. Ele foi imediatamente curado e ficou muito feliz”, conta Ron.

Ron Cantor no Muro das Lamentações, em Jerusalém. (Foto: Reprodução)

Um dia antes de deixar o hotel, Ron conheceu outro funcionário de limpeza, que era um refugiado sudanês. “Ele me disse que estava procurando um médico, porque suas costas estavam com uma dor muito intensa. Oramos e ele me disse que sentiu um calor e uma eletricidade entrando nele, e foi instantaneamente curado”, lembra o judeu.

Oração por uma judia
Até então, Ron tinha orado por três muçulmanos e um agnóstico, mas não abordou nenhum judeu israelense no hotel. No momento do check-out, uma jovem judia que atuava na recepção, Lital, disse a ele: “Ouvi dizer que você é um curandeiro”.

Ron explicou que era Yeshua quem curava, mas ele poderia orar por seu joelho. “Senti a presença de Deus curando o joelho da jovem completamente. Ela continuou dizendo que eu curei, mas eu continuei corrigindo ela, dizendo que era Yeshua”, conta Ron.

“Em hebraico, Yeshua e Joshua (Josué) são o mesmo nome. Ela não entendeu que eu não estava falando de Josué, filho de Nun, mas de Jesus, filho de Deus. No entanto, muito feliz com o que aconteceu, ela levou uma cópia do meu livro em hebraico e prometeu lê-lo”, o judeu continuou.

Ron reconhece que para os muçulmanos é muito difícil deixar o Islã, assim como é difícil para o povo judeu, que foram ensinados que Jesus não é o Messias. “Mas não dizemos para os judeus mudarem de religião, mas sim abraçar o seu Messias”, disse ele. “É sua vez de usar o poder que Deus te deu. É hora buscar a Deus e dar um passo de fé”.

Guiame

Ex-gay, pastor defende que é possível abandonar a homossexualidade

Darryl Foster diz que sua vida é um exemplo disso
Darryl Foster é o fundador e líder do ministério cristão Witness Freedom [Testemunho de Liberdade], voltado para alcançar homens e mulheres que lutam contra a atração por pessoas do mesmo sexo.

Vindo de uma família pentecostal, que vivia no interior do Texas, ele frequentava a igreja e conhecia a Palavra, mas desde muito novo acreditava que algo estava errado em sua vida.

“Eu tinha essa estranha atração por outros meninos”, relata em um vídeo postado no YouTube onde conta seu testemunho de vida. “Intrinsecamente, eu sabia que aquilo era errado, mas não sabia o que fazer”.

Aos 13 anos, Foster foi molestado sexualmente por um rapaz mais velho, que pertencia à sua igreja. A prática se arrastou por anos e aquilo fez com que ele ficasse ainda mais confuso sobre sua identidade sexual. Seguidamente, conta, ele buscava em Deus as respostas que precisava.

“Eu ia muito à igreja”, explica. “Eu jejuava, orava, ia até o altar do templo. Fiz quase tudo o que as pessoas da igreja diziam que iria me deixar bem com Deus”.

Mesmo assim, sentia-se sozinho. Até que um dia decidiu contar à liderança da igreja sobre o abuso sexual. Para sua surpresa, ao invés de receber ajuda, acabou sendo culpado por isso. “Aquilo me despedaçou por dentro”, desabafa Darryl.


A decepção com seus líderes e com a igreja fez com que o jovem decidisse “sair do armário”. “Decidi que não tentaria mais ser o que eu acreditava que Deus queria que eu fosse. Decidi me assumir homossexual”, lembra.

Após se formar no ensino médio, ele viveu intensamente a vida na comunidade gay. Foram 11 anos assim. “Eu só queria me divertir e deixei de lado todas aquelas restrições convencionais”, conta.

Aos poucos, percebeu que mesmo indo a muitas festas e tendo diversos parceiros sexuais, continuava lidando com um grande vazio no coração e convivia com depressão e pensamentos suicidas.

Certo dia, enquanto assistia a um filme sobre Jesus e via o sofrimento dele antes da crucificação, Darryl ouviu Deus falar com ele: “Eu fiz tudo isso só por você”.

Seus olhos encheram de lágrimas. Acreditando que estava ouvindo uma mensagem clara de Jesus, ele tomou uma decisão. “Pedi a Deus que me perdoasse. Eu caí de joelhos diante de Deus e comecei a perguntar como Ele podia continuar me amando mesmo sabendo de tudo o que eu fiz”.

Darryl relata que quando se levantou, após muito tempo em oração, era “um novo homem, uma nova criatura. Todas as coisas antigas passaram e minha vida se fez nova naquele dia”, comemora.

Após anos vivendo na prática da homossexualidade, desde 1992 dedica-se a ajudar outros a abandonar o “estilo de vida gay”. Ele acredita que isso é possível e mostra sua própria vida como exemplo. 

Com informações CBN

Marcelo Rezende agradece orações: “vou seguir o que Deus mandar”

“É Ele que sempre guiará a minha vida”, disse o apresentador
Depois de semanas sem novas publicações no Instagram, Marcelo Rezende voltou a se pronunciar por meio de suas mídias sociais. Em uma publicação, o apresentador esclareceu o sumiço em suas redes.

“Eu fiquei alguns dias sem dar notícia, mas é porque eu estava em pleno tratamento. É assim mesmo: uma hora eu trato um pouco, agora estou em casa, continuo o tratamento em casa”, disse Rezende.

O apresentador do Cidade Alerta, que estava em uma espécie de retiro o qual chamou de “farmácia de Deus”, posou em uma foto com a namorada, Luciana Lacerda, e ainda aproveitou para mandar alguns recados aos fãs.

“Mas eu quero dizer uma coisa, na verdade várias coisas. A primeira é o quanto eu sou grato a você, pode estar orando por mim. Segundo, que eu não duvido nem tenho medo. Eu vou seguir cada passo que Deus mandar. Foi Ele que sempre guiou a minha vida e é Ele que sempre guiará a minha vida”.

Marcelo está esperançoso na melhora do seu quadro. “Um novo momento vem aí, um momento de cura e de amor”, concluiu.

Tratamento
Marcelo Rezende desistiu do tratamento de quimioterapia, considerado o mais eficiente contra o câncer no pâncreas, para tentar um tratamento alternativo, conciliado à leitura bíblica.

“Não adianta você curar o físico sem ter à frente o espiritual. E eu cuido muito do lado espiritual, porque quem está fazendo essa travessia da cura é Deus, é Ele quem me conduz”, disse o apresentador, em um outro vídeo divulgado na internet.




GospelPrime

Deus não existe


Refugiados na Síria. (Foto: AFP)



Cedo ou tarde, frente a persistência de cenários tão deformados, surge a pergunta: Onde está Deus? Não demora e a pergunta muda: Deus existe?

Olhe a sua volta. Dê uma rápida espiada nos portais de notícias na internet. Pesquise no google temas como estupro, sequestro, pedofilia, terrorismo, migração, racismo, infanticídio, suicídio, tráfico de mulheres, assédio, corrupção. Tente sentir o cheiro podre que a sociedade já se acostumou e nem nota mais. Injustiças inexplicáveis se multiplicam feito praga, parecem invencíveis e infinitas. São horizontes tétricos, deploráveis e deprimentes.

Cedo ou tarde, frente a persistência de cenários tão deformados, surge a pergunta: Onde está Deus?

Empolgado com o quadro atual, o inferno vai contabilizando suas conquistas, pois mais e mais pessoas vão abraçando a descrença e a desesperança. Afinal, se Deus existe como explicar as realidades que nos afrontam a cada dia? Como sentir ou perceber a presença de Deus quando tudo afirma exatamente o oposto, ou seja, sua ausência, sua distância e, para um número cada vez maior de pessoas, sua inexistência?

Crentes, inclusive, já vacilam entre crer ou não, entre testemunhar a certeza da sua divindade e poder ou a dúvida se Deus é tão poderoso como se pensava. Bem, se Deus não existe a situação atual não apenas desandou, ela literalmente acabou. Se Deus não existe para onde podemos correr? A quem devemos clamar? De onde devemos esperar que venha socorro? Quem poderá nos surpreender com milagres? O contexto definitivamente não é fácil, é complexo, desafiador e por vezes assustador, é nestas horas que por vezes a fé vacila.

Nada disso, no entanto, é novo. Antes de Cristo, questionamentos humanistas como os que são feitos hoje já testavam a crença do homem no seu Criador. Sem rodeio algum, no Salmo 53 e verso 1, o salmista já qualifica os que assim pensam, “Os tolos pensam assim: Deus não existe”. A afirmação “Deus não existe” é apenas uma resposta fácil para quadros difíceis. É como não querer reconhecer que somos parte do problema.

Se tudo está como está, e piorando, a sequência do verso 1 vai direto ao ponto: “Todos se tornaram imorais e fazem coisas horríveis; não há uma só pessoa que faça o bem.” Percebeu? Primeiro o salmista afirma que todos se tornaram imorais, depois vem a prática de uma multidão de coisas horríveis. Nota alguma semelhança com a sociedade atual em escala global? A imoralidade ataca inescrupulosamente tudo o que seja moral, e o resultado não poderia ser outro, uma sociedade imoral em gestos, palavras e atos.

Estamos enfrentando uma guerra filosófica e ideológica sem precedentes. Todos os valores da moral judaico-cristã, que formaram nações, povos e culturas nos últimos milênios, estão sendo atacados, destroçados e esmagados sem piedade. E toda vez que a moral deixou de ter valor ou respeito a anarquia se instalou, afinal, se não existe uma moral para nos guiar, qualquer tipo de moral serve, já não vivemos mais pelo “certo” ou “errado”, antes cada um vive por aquilo que define como o seu certo e o seu errado.

Não é tão difícil perceber que as coisas horríveis que temos assistido são consequências das imoralidades que se abraçou tão cegamente. Existe uma solução? Sim, em Deus. Ele existe e não nega bem algum aos seus filhos e, entre os benefícios que Ele nos assegura, está o livre arbítrio, que permite ao homem inclusive desprezar a moral, redefinir seus próprios caminhos, caminhar sem Ele e viver numa dura e sofrida realidade, chegando a duvidar se Ele existe e, ao duvidar, acabar se esquecendo que tudo chegou onde chegou como resultado do abandono da própria fé.

Neste exato momento milhares de pessoas ao redor do mundo estão testemunhando a realidade da existência de Deus através da pessoa de Cristo, pois Ele é toda revelação e a plenitude do amor de Deus. Jamais terei a pretensão de provar a existência dEle, mas sempre terei a coragem de te convidar para começar a caminhar em Cristo, só assim você saberá que Ele, o Pai, Deus, existe, pois como já disseram alguns poetas: “Nele vivemos, e nos movemos, e existimos”, Atos 17:28.

Guiame

Magno Malta desmente áudio sobre navios com muçulmanos; assista


O áudio contém informações falsas sobre o envio de "13 navios com 1,8 milhão de muçulmanos para o Brasil" e foi compartilhado como sendo a voz de Magno Malta.

Nos últimos dias acabou "viralizando" um áudio nas redes sociais (whatsapp, Facebook e até mesmo Youtube), com uma voz - que foi apontada como sendo do senador Magno Malta - que comentava uma suposta notícia sobre a ONU estar enviando 13 navios com 3 milhões de refugiados muçulmanos, que seriam "terroristas infiltrados" e destaca o perigo da Lei de Imigração.

A informação chegou a ser compartilhada como verdadeira e ganhou força na internet, porém foi desmentida pela assessoria do Senador e depois comentada por ele, pessoalmente, em um vídeo.

"Não é verdade a informação de que começarão a chegar em julho 13 navios vindos da Europa com 1,8 milhão de refugiados muçulmanos e que uma cidade está sendo construída para abrigá-los", informou a nota oficial, já compartilhada na página oficial do Facebook de Magno Malta.

O comunicado também destacou que a própria "Agência da ONU para refugiados, Ministério das Relações Exteriores e governo de Goiás garantiram que a informação é falsa".

Segundo a nota, Malta "já está tomando providências para apurar a responsabilidade da falsa produção e postagem de mensagem descabida da realidade".

No vídeo publicado em suas redes sociais, o senador também destacou que se alguém tentou se passar por ele no áudio, "fez muito mal".

"Quem gravou esse áudio, tentando imitar a minha voz fez muito mal, porque ele é absolutamente mentiroso", destacou.

Guiame

Missionário viaja sozinho para distribuir Bíblias em países de risco: “Ninguém vai me parar”


Thomas Faunce tem distribuído livros bíblicos em países marcados por conflitos. (Foto: Reprodução/Facebook)



Viajando sozinho por países afligidos por conflitos e violência, o missionário Thomas Faunce tem distribuído diversos livretos bíblicos e outros materiais com o objetivo de fazer as pessoas conhecerem a Deus.

Como fotógrafo, Faunce gosta de capturar a natureza e a vida diária das pessoas que ele entra em contato. “Tudo o que Deus toca se torna vivo. Ele não faz coisas mortas. Não existe um cristão morto. Há algo errado se não há nenhum fruto em nossas vidas”, disse ele ao site Mission Network News.

Faunce é um apoiado pelas organizações missionárias Frontline Outreach e World Missionary Press, que fornece todos os materiais distribuídos por ele. Para ele, o termo “missionário” simplesmente se refere a alguém que caminha com uma missão.

“Ser missionário não significa cruzar os mares, mas permanecer na cruz de Jesus Cristo e fazer a vontade de Deus. Ele chama cada um de nós individualmente. Ele não chama o pregador. Ele chama o pregador para pregar, mas ele não chama o pregador para te escolher. Ele é quem te chama”, Faunce afirma.

Faunce tem servido em muitos lugares marcados por muitas mazelas, como a Uganda — um país africano que sofre com a epidemia de HIV/Aids, um crescimento rápido e sem suporte da população e conflitos étnicos.

Thomas Faunce tem distribuído livros bíblicos em países marcados por conflitos. (Foto: Reprodução/Facebook)

Para levar assistência e esperança à população, Faunce estabeleceu um centro de apoio com um hospital. “Nos envolvemos com eles e começamos a ensinar a Palavra de Deus através do filme Jesus e folhetos da Bíblia. Também instalamos um poço de água na aldeia”, disse ele.

Outro projeto de Faunce auxilia os agricultores, que são muito pobres e precisam caminhar uma longa distância para moer os grãos colhidos. Para solucionar essa questão, Faunce instalou uma maquinaria na aldeia que resultou em uma fábrica local.

“Esta é uma oportunidade para eles moerem seu milho, seu trigo, e também vendê-los para outros. Eles estão muito animados. Isso causou um tremendo derramamento do amor de Deus”, conta o missionário.

“Estas são necessidades básicas, mas supri-las nos dá a oportunidade de espalhar a Palavra. Eles sempre pedem livretos bíblicos e querem assistir o filme Jesus. Saímos para diferentes aldeias e compartilhamos a Palavra”.

Guiame

Boato: Brasil não vai receber navios com refugiados muçulmanos

Informação falsa ainda dizia que uma nova cidade seria construída
Um boato está correndo as mídias sociais e as correntes de WhatsApp, que consiste em afirmar que a partir de julho navios estariam vindo do continente europeu com quase 2 milhões de refugiados em direção ao Brasil e que, no destino, construiriam uma cidade próxima à Região Metropolitana de Goiânia, em Goiás.

Mas, de acordo com notas do Ministério de Relações Exteriores, a Agência da Organização das Nações Unidas para Refugiados (Acnur) e o Governo do Estado de Goiás, a informação circulada é falsa e não possui fundamento.

A falsa notícia é compartilhada principalmente por opositores e grupos contrários à Lei de Migração, que é responsável por determinar diretrizes para a entrada e saída de estrangeiros no Brasil.

O governo de Goiás, por sua vez, emitiu uma nota. “Acerca da fantasiosa construção de cidade para ‘abrigar muçulmanos’, o governo de Goiás vem observar que, como é público e notório, existe um movimento emigratório, em diversas partes do mundo, com reflexos ao redor do planeta”.

“O Brasil acolhe esses cidadãos, segundo critérios definidos pelo Ministério da Justiça. Uma vez autorizados a entrar, esses cidadãos definem livremente onde se instalar. Da mesma forma, o governo de Goiás acolhe esses cidadãos, procurando proporcionar-lhes condições de vida e trabalho dignas”.

“Entretanto, é complemente falsa e fantasiosa a informação de que está em construção no estado, em Anápolis ou em qualquer outra localidade uma cidade para acolher ‘emigrantes muçulmanos’. O governo de Goiás lamenta a propagação deste boato, porque respeita e reconhece todos os povos e credos religiosos e condena veementemente a xenofobia, a discriminação e o preconceito”.

“De qualquer forma, o critério de acolhimento não é a orientação religiosa, mas a nacionalidade. Diante disso, o governo de Goiás reitera que é completamente falsa a informação de construção de bairro, colônia ou cidade destinada a abrigar refugiados”, concluem. 

Com informações G1

Sem beijo e sexo, jovens mantêm santidade para casar

“A gente sabe que a vontade de Deus é boa, perfeita e agradável pra gente”, afirma Gabrielly e Caique
Um casal no Amazonas chamou a atenção nas redes sociais nesta semana. Entrevistados pelo G1, Gabrielly Mendes, 20, estudante de Engenharia Civil e Arquitetura, e Caique Leon, 20, formado em Sistemas de Informação, são adeptos da ideia de evitar envolvimentos sexuais antes do casamento.


Eles, que se relacionam há mais de 4 anos, ficaram metade deste período sem beijos. A decisão partiu, a princípio de Gabrielly, que diz ter recebido uma revelação divina para que o relacionamento se mantivesse saudável.

“Depois de um ano que a gente começou a namorar estava ficando bem difícil de manter a santidade e não transar. Ela teve uma revelação com Deus e chegou comigo e falou que não queria mais me beijar”, afirmou Caique.

Ele também falou sobre seus envolvimentos anteriores. “Eu nunca tinha namorado, mas já tinha ficado com outras garotas. Para mim era normal beijar, eu tinha o meu limite. Mas, estava ficando difícil porque estávamos criando muita intimidade”.

O processo, segundo Caique, foi difícil. “Nos primeiros dias foi bem ralado. Mas, aí parei para pensar que a base do nosso relacionamento não é isso, é o companheirismo. Aceitei e ficamos dois anos sem nos beijar. Já teve dias que não fui pra casa dela, e falei que não ia porque se não ia agarrá-la. Já desmarcamos cinema. Eu foco em ler a bíblia, estudar”.

O casamento está previsto para 2018, e depois do matrimônio, o casal pretende desfrutar das relações sexuais sem restrições. “Não vai existir nenhuma regra para isso”, disse Gabrielly.

Mendes ainda diz os princípios do casal. “É aquilo que a gente acredita. A gente acredita muito na Bíblia, muito em Deus. A gente sabe que a vontade de Deus é boa, prefeita e agradável pra gente. A vontade original de Deus para todas as pessoas em geral. A Bíblia fala sobre isso, e fala que não mudou”.

E, por fim, Caique reitera as bases do relacionamento. “O segredo do nosso relacionamento é a comunicação. A gente fala tudo um pro outro, coisa que a gente sente de bom ou ruim. Eu me abro totalmente pra ela, assim como ela se abre totalmente pra mim”, concluiu.

GospelPrime

"Eles atiravam nos cristãos e gritavam 'Alá é grande", diz garoto sobre Estado Islâmico


Mina Habib (esquerda) mostra a foto de seu pai, ao lado de sua mãe (direita). (Foto: Reuters)



O garoto Mina Habib, de 10 anos, testemunhou a morte do próprio pai, assassinado pelo Estado Islâmico em um atentado que matou 29 cristãos, no Egito.

Um estudante egípcio de 10 anos, que testemunhou o assassinato brutal do próprio pai por militantes do Estado islâmico, em Minya, onde 29 cristãos foram mortos em maio deste ano (2017), relatou que os jihadistas gritaram "Alá é Grande" toda vez que eles atiravam contra aquelas vítimas.

Mina Habib disse à Reuters em uma matéria publicada nesta terça-feira (20), que seu pai, um dos 29 cristãos coptas massacrados em 26 de maio, quando o Estado Islâmico atacou três veículos em seu caminho para um mosteiro, foi morto especificamente por causa de sua fé cristã.

"Nós vimos pessoas mortas, simplesmente jogadas no chão", disse o menino sobre o ataque. Agora está recebendo apoio e tratamento terapêutico em uma igreja local.

"Eles pediram que meu pai se identificasse e mandaram que ele recitasse a profissão de fé islâmica. Ele recusou e disse que era cristão. Então eles atiraram nele e em todos os outros que estavam no carro", disse ele sobre seu pai, Adel.

Mina disse que os 15 homens armados também mataram crianças cristãs, mas ele e seu irmão mais velho, Marco, conseguiram escapar.

Três veículos foram atacados naquele dia, sendo um deles um ônibus, que transportava crianças e famílias - que se tornaram os primeiros alvos dos terroristas.

Os jihadistas teriam disparado pelas janelas e também pegaram as jóias das mulheres, além de perguntarem às vítimas se eram cristãs, antes de matá-las.

"Eles nos viram na parte de trás do ônibus. Eles nos fizeram descer e um homem de roupa camuflada apontou sua arma para nós. Toda vez que eles atiravam em alguém gritavam 'Alá é grande", acrescentou o garoto de 10 anos.

Ele também disse que os radicais tinham sotaque egípcio e a maioria deles estava usando máscaras.

O assassinato dos 29 cristãos foi o mais recente atentado contra a comunidade copta de minoria do Egito, que tem sido aterrorizada por radicais islâmicos há anos, enquanto os ataques aumentam com a ascensão do Estado Islâmico na região.

Após este ataque mais recente, os coptas afirmaram que "se orgulham" de morrer por sua fé, desafiando o IS.

"Nós nos orgulhamos de morrer, enquanto estamos defendendo a nossa fé", disse o bispo Makarios, o principal clérigo ortodoxo copta em Minya, no mês de maio.

Milhares de coptas choraram pelas vítimas do ataque contra o ônibus e expressaram seu sofrimento e raiva nos funerais.

"Com sangue e alma, nós te defendemos, oh cruz!", gritaram os coptas na Igreja da Sagrada Família, na aldeia de Dayr Jarnous. "Não há outro Deus senão o nosso Deus e o Messias é Deus!".

Ao mesmo tempo, no entanto, eles pediram ao presidente Abdel Fattah al-Sisi para cumprir sua promessa de protegê-los e aumentar o apoio às famílias das vítimas.

Guiame

Arqueólogos descobrem local onde João Batista foi preso e decapitado


Colunas do salão da fortaleza de Maquero, onde Salomé dançou e posteriormente, pediu a cabeça de João Batista como prêmio. (Foto: Haaretz)



Atualmente em ruinas, a fortaleza de Maquero foi reconstruída pelo rei Herodes, onde Salomé dançou e posteriormente pediu a cabeça de João Batista como "prêmio".

Arqueólogos descobriram um Mikvá ou Mikvé (tanque usado para batismos judaicos) nas ruínas de Maquero, uma fortaleza construída pelo vassalo do rei romano Herodes, na região da Jordânia, a 24 quilômetros ao sudeste da foz do rio Jordão, na costa leste do Mar morto. A fortaleza também teria sido o local onde Salomé dançou e João Batista foi decapitado.

A fortaleza de Maquero foi erguida em uma colina proeminente a cerca de 32 quilômetros a sudoeste de Madaba. O local de banho ritualístico do Mikvá, usado para purificação foi aparentemente construído para o uso pessoal da família real de Herodes.

O tanque é o maior de seu tipo já encontrado na Jordânia. Possui 12 degraus e uma piscina de reserva, contendo água para preencher a piscina quando sua água escorrer.

Além de suas dimensões, a arquitetura se parece muito com o Mikvá descoberto em Qumran, do outro lado do Mar Morto, em Israel, que anteriormente era considerado como único.

O Mikvá gigante foi encontrado a três metros abaixo do pátio real, onde permanceu escondido por 2.000 anos, soterrado por areia e poeira. Originalmente tinha sido equipado com um teto de pedra abobadado.

A investigação arqueológica de Maquero foi realizada pela primeira vez em 1968 pela Missão Americana Batista Arqueológica, liderada por E. Jerry Vardamann.

As escavações mais recentes, de uma equipe fortaleza ocidental, com cerca de 9,2 metros de altura. Pela primeira vez, desde o início, as dimensões extraordinárias da cidadela do deserto de Herodes foram reveladas.

As escavadeiras também encontraram uma vasta cisterna subterrânea com 18 metros de profundidade, que irrigava os jardins da fortaleza do deserto do Mar Morto e os banhos de estilo romano. A análise arqueológica mostrou que a cisterna permaneceu em uso durante todo o período herodiano.

As escavadeiras também descobriram dezenas de moedas hasmoneanas e romanas, bem como 47 fragmentos de cerâmica quebrados inscritos com letras aramaicas.

Onde Salomé dançou
Na verdade, Herodes - conhecido como o grande construtor da antiguidade - não foi o criador deste palácio real na Jordânia. Ele era de origem hasmoneana, e tinha sido erguido pelo rei Alexander Jannaeus em torno de 90 aC, em um planalto alto conhecido como Mukawir, que se eleva a 800 metros de altitude acima do Mar Morto árido. O que Herodes fez foi reformar e reconstruir a fortaleza que Jannaeus já havia construído.

Maquero teve uma importância estratégica para a defesa da Judeia, em parte, graças à visão de sua capital, Jerusalém. Os escritos rabínicos relatam que a fumaça dos sacrifícios poderia ser vista subindo dos altares do templo herodiano em Jerusalém, desde Maquero (Mishná 3, Tamid 3.8).

Qualquer exército que se aproximasse de Jerusalém do leste, primeiro teria que ocupar Maquero. Os sinais de fumaça poderiam ser vistos nas paredes da fortaleza, alertando as outras cidades sobre os inimigos.

Como Plínio, o ancião escreveu: "Maquero, depois de Jerusalém, a fortificação mais forte da Judeia" (Historia Naturalis, V. 15, 16). Evidentemente, os romanos consideraram o local mais fortificado do que a fortaleza de Masada (construída por Salomão). Mas então, Maquero era mais do que apenas um posto avançado militar.

Ao reformar Maquero, Herodes também construiu um palácio com um pátio, um tanque de estilo romano, um local para jantar extravagante e um pátio formal com um pequeno jardim real, rodeado de pórticos em quatro lados.

Foi ali que, de acordo com o historiador Flávio Josefo, Salomé dançou para Herodes Antipas.

Decapitação de João Batista
Pouco antes da Páscoa em 32 d.C, o rei Herodes realizou uma grande celebração por causa de seu aniversário em Maquero. Durante as festividades convidou sua enteada, a princesa Salomé para dançar diante de seus convidados.

O rei ficou tão satisfeito com a apresentação de Salomé que ele prometeu-lhe qualquer coisa que ela pedisse, até a metade do seu reino. Sobre o conselho de sua mãe cruel, de acordo com a história, a sobrinha de Herodes pediu a cabeça de João Batista como seu "prêmio".

Embora muito angustiado, Herodes, "E o rei entristeceu-se muito; todavia, por causa do juramento e dos que estavam com ele à mesa, não lha quis negar. E, enviando logo o rei o executor, mandou que lhe trouxessem ali a cabeça de João. E ele foi, e degolou-o na prisão; E trouxe a cabeça num prato, e deu-a à menina, e a menina a deu a sua mãe."(Marcos 6:26-28.)

De acordo com Josefo, João Batista foi levado à prisão de Maquero e decapitado naquela fortaleza ("Antiguidades Judaicas", livro 18, capítulo 5, par. 2 [Loeb 18.119]).

Os arqueólogos também reconstituíram duas antigas colunas herodianas da ordem dórica (3,8 metros de altura) que estavam no pátio real do peristletilo, onde Salomé teria dançado e outra da ordem iônica (4,7 metros de altura) que estava em pé O palácio da casa de banho.

GospelPrime

Líderes hindus juram que vão “eliminar” cristianismo da Índia em 5 anos

Questões políticas e religiosas geram onda de perseguição a quem aceita Jesus
Uma série de organizações hindus da Índia se reuniram para o sexto Adhivesha, reunião nacional onde debateram questões políticas e religiosas referentes ao seu país.

Eles decretaram sua intenção de tornar o país uma nação totalmente hindu até 2023. O líder do partido Vishwa Hindu Parishad (VHP), Sadhvi Saraswati, conclamou os hindus a pegarem em armas para proteger sua fé, enquanto vários outros líderes defenderam que as leis indianas precisavam ser alteradas.

Saraswati disse ainda que ninguém irá impedi-los de criar uma nação hindu e acrescentou que os cristãos e os muçulmanos serão forçados a se converter ou deveriam sair do país. Ele reclamou que os cidadãos indianos se esqueceram que a sua “constituição foi escrita [pelos deuses] Ram e Krishna”.

Os radicais hindus querem ainda um posicionamento mais claro do primeiro-ministro Narendra Modi sobre suas promessas de fortalecer a religião hindu no país.

Esse tipo de promessa de grupos radicais hindus de eliminar o cristianismo não são novas, mas é um movimento que vem crescendo. Eles querem transformar o país em uma “zona livre” de igrejas e templos de qualquer outra religião.

O Movimento Rashtriya Swayamsevak Sangh (RSS), desde 2014 vem promovendo práticas designadas como “purificação religiosa”, e “reconversão”, sobretudo na região norte.

Seus brutais ataques incluem o sequestro e tortura de hindus convertidos a Jesus, no processo que eles chamam de reconversão. Igrejas são invadidas e colocam-se imagens de deuses hindus, no altar, além de uma pira com o fogo sagrado hindu. Depois, declara-se que a igreja e seus seguidores precisam de purificação, pois “são imundos”. Conforme anunciado, eles tentam livrar primeiro o interior rural, onde as autoridades são complacentes. 

Com informações Times of India

Pastor diz na Parada Gay que Deus abençoa “toda forma de amor”

A parada gay de São Paulo, que aconteceu no último domingo (18) atraiu milhões de pessoas em defesa da agenda LGBT, como ocorre há mais de 20 anos.

Um dos maiores eventos do tipo no mundo, a Parada teve como tema a laicidade do Estado, enfatizando que a população LGBT não quer deputados religiosos aprovando leis conservadoras. A organizadora Claudia Regina afirmou à imprensa: “Nossos principais inimigos hoje são os fundamentalistas religiosos.”

O pastor foi José Barbosa Júnior, que se identifica como batista, fez um breve discurso na abertura da Parada, afirmando representar o movimento “Jesus cura a homofobia”. Ele pediu perdão à comunidade LGBT pelas “mazelas” que os evangélicos causaram durante anos.

“Eu quero dizer, para deixar bem claro aqui, que Malafaia, Feliciano e tantos outros não representam todos os evangélicos do Brasil. Os evangélicos amam, sim. A gente tá aqui para falar que toda forma de amor é abençoada por Deus”, enfatizou o líder religioso, que ostentava uma camiseta pedindo a união de todas as religiões, cujas letras eram das cores do arco-íris.

Ele também usava um adesivo “Amar sem Temer”, slogan de movimentos gays de esquerda que pedem a saída do presidente Michel Temer.

Ele defendeu ainda que “Vocês podem sim se divertir e se amar, porque Deus está com vocês. Barbosa Júnior bancada evangélica é uma vergonha para o Evangelho e para todas as igrejas”.


No final, ressaltou ainda defender “um Estado totalmente laico”.


Assista:


GospelPrime

Hernandes Dias Lopes: "O deserto não é um acidente de percurso e sim a escola de Deus"

Hernandes Dias Lopes. (Foto: MC Apologético)
O pastor e escritor Hernandes Dias Lopes destacou que os cristãos devem ver o tempo de provações como uma oportunidade de crescimento espiritual.
Geralmente os períodos de dificuldades - comumente chamados por cristãos como "deserto" - podem ser acompanhados de questionamentos e até mesmo muitas reclamações a Deus. Porém o pastor Hernandes Dias Lopes lembrou em uma breve publicação recente de sua página do Facebook, que este período deve ser enxergado como um precioso tempo de crescimento.

Em sua breve reflexão, o pastor destacou que o deserto é uma verdadeira escola, na qual grandes líderes da Bíblia foram formados e até mesmo o próprio Jesus passou por momentos marcantes no local tão difamado por muitos.

"Deus treina seus líderes mais importantes na escola do deserto. Moisés, Elias e Paulo foram treinados por Deus no deserto. O próprio Jesus antes de iniciar o seu ministério passou quarenta dias no deserto", destacou.

Rev. Hernandes lembrou que o deserto não deve ser visto como o resultado de um desvio na caminhada cristã, mas sim algo que já estava nos planos de Deus para cada um.

"O deserto não é um acidente de percurso, mas uma agenda de Deus, a escola de Deus. No deserto, Deus trabalha em nós antes de trabalhar através de nós, provando que ele está mais interessado em nossa vida do que em nosso trabalho. Nossa maior prioridade não é fazer a obra de Deus, mas ter intimidade com o Deus da obra", lembrou.

O teólogo também explicou que o tempo que vem após o difícil período do deserto é recompensador e gratificante na vida do cristão.

"Quando Deus nos leva para o deserto é para nos equipar e depois nos usar com graça e poder em sua obra. Ele os treina na escola do deserto e depois os usa com grande poder na sua obra", escreveu.

"Não precisamos ter medo do deserto, se aquele que nos leva para essa escola está no comando desse treinamento. O programa do deserto é intenso. O curso é muito puxado. Mas, aqueles que se graduam nessa escola são instrumentalizados e grandemente usados por Deus!", finalizou.

Guiame

Principais líderes religiosos pedem “união” entre pessoas de diferentes crenças


Líderes religiosos incentivam a união entre pessoas de diferentes religiões. (Foto: The Elijah Interfaith Institute)



Os principais líderes religiosos do mundo se reuniram em um vídeo publicado na última quarta-feira (14) para incentivar as pessoas a fazerem amizades com seguidores de diferentes credos, a fim de diminuírem seus conflitos e promoverem a compreensão mútua.

Em parceria com o Twitter, representantes das principais religiões do mundo como o líder católico Papa Francisco, o líder budista Dalai Lama, o Grande Mufti do Egito, Amin al-Husayni, o Arcebispo da Cantuária, Justin Welby e os rabinos chefes de Israel, David Lau e Jonathan Sacks, disseminaram sua mensagem em 16 idiomas diferentes.

A iniciativa organizada pelo Instituto Inter-religioso Elijah, baseado no slogan “Make Friends” (Faça Amigos), procura “reduzir a tensão social em todo o mundo, estimulando o contato interpessoal entre pessoas de diferentes credos”, segundo um comunicado do instituto.

“Nosso conselho é que você faça amigos entre seguidores de todas as religiões”, disse o clérigo muçulmano aiatolá Sayyid Fadhel Al-Milani, enquanto o papa Francisco e o rabino Abraham Skorka reforçam que suas experiências inter-religiosas têm sido enriquecedoras.

O Arcebispo da Cantuária, que é líder espiritual da Igreja Anglicana, argumenta que as amizades através da fé são a chave para lidar com as diferenças. “Nós não lidamos com as diferenças quando fingimos que ela não existe. Nós lidamos com as diferenças construindo relacionamentos”, afirmou Justin Welby.

Já o líder budista, Dalai Lama, diz que “podemos entrar em um nível mais profundo dessa experiência” por meio de contatos pessoais e amizades.

“Quando líderes mais importantes do mundo fazem um apelo à amizade, eles estão, de fato, mostrando uma maneira de praticar a religião sem rejeitar a outra”, avaliou o rabino Dr. Alon Goshen-Gottstein, diretor do Instituto Elijah.

O engano do ecumenismo
Embora muitos líderes religiosos sejam entusiastas do ecumenismo, a Bíblia mostra que não defende a unidade entre diferentes crenças ou religiões, mas ensina sobre a unidade que existe entre os que têm o mesmo fundamento de fé.

O pastor Bruno dos Santos explica que o movimento ecumênico acontece paralelamente à mudança geral de valores da sociedade e tem pontos de contato com as palavras mágicas do “Ocidente cristão”: tolerância, paz, humanidade, justiça e preservação da natureza.

“No ecumenismo, Jesus Cristo perde a sua posição de Cabeça da Igreja”, explica o pastor. “O ecumenismo depõe da posição de Cristo como única fonte de salvação. Se uma igreja que crê e prega que só a Fé em Cristo é que salva, misturar-se a outra que crê e prega que algo mais é necessário para ‘completar, assegurar ou garantir’ a salvação, como poderão conciliar posições tão distintas?”.

Confira a declaração dos líderes religiosos (com legenda em português):



Guiame

Claudio Duarte prega contra idolatria dentro de igreja católica

Vídeo gerou irritação em grupos católicos
O pastor Cláudio Duarte ficou bastante conhecido no país devido ao seu estilo bem-humorado. Muitos de seus vídeos fazem sucesso na internet e ele constantemente está com a agenda lotada, fazendo palestras em todo o país.

Sua fama já gerou, inclusive, convites para falar em igrejas católicas. Contudo, nos últimos dias há uma verdadeira campanha contra ele nas redes sociais. Iniciada por grupos católicos descontentes com a maneira como ele se referiu à idolatria, mais especificamente sobre a maneira como os católicos veem Maria, a mãe de Jesus.

Trechos de uma pregação recente, onde ele conta que pregou sobre o tema dentro de uma igreja católica. Ainda que tenha lembrado a todos que Maria foi uma mulher diferente, por ter sido escolhida para gerar Jesus, Duarte reiterou o relato bíblico de que ela não é uma “santa” merecedora de adoração e não poderia ser chamada de “mãe de Deus”.

O pastor reiterou que ela não morreu virgem e que esse é apenas um dogma católico. As igrejas evangélicas, apesar de respeitarem o papel de Maria na concepção de Cristo, defendem a doutrina bíblica de que ela teve outros filhos e que não possui esse status divino atribuído a ela pela tradição católica.

Ainda que no vídeo em questão, ele não especifique onde fez tais afirmações, a campanha de protesto contra o pastor, onde católicos o acusam de “falso ecumenismo” apontam que teria sido na Paróquia Nossa Senhora Rainha, de Belo Horizonte.

Diferentes páginas católicas nas redes sociais reproduziram o vídeo e pedem que o pastor não seja mais convidado para falar em igrejas católicas, por “respeito a Maria”. Uma delas é a do conhecido padre Rodrigo Maria, um dos primeiros a se manifestar contra a pregação de Claudio Duarte.

O site Fides Press reclama que “Existe uma profunda desorientação na Igreja. Os nossos pastores (padres e bispos) resolveram por fogo na sacristia e os fiéis? Ahh, esses que inalem as fumaças da confusão de Satanás enquanto riem das babozeiras dos “Omoristas” do evangelho.”

Assista ao vídeo:


GospelPrime

Pastor é expulso de programa de TV após pisar em bandeira gay

Javier Soto disse que apresentador gay precisava ser "curado"
No programa El Interruptor, da rede de TV Via X, do Chile, que foi ao ar nesta segunda-feira (19), o convidado era o pastor Javier Soto. Conhecido por sua postura de enfrentamento da agenda LGBT, ele seria entrevistado pelo apresentador José Miguel Villouta.

Desde o início, Soto deixou claro que estava ali para “defender o que diz a Palavra de Deus”. Para surpresa de Villouta, logo após ser apresentado, o líder religioso começou a fazer uma oração, onde pedia que Deus “curasse quem ele tinha de curar”.

Assumidamente homossexual, o apresentador se disse ofendido pelo gesto do pastor, a quem acusou de tentar “impor” suas crenças e ser mal-educado, uma vez que muitos que estavam assistindo o programa podiam não concordar com suas crenças.

Em tom de desafio, Javier Soto sacou do bolso uma bandeira com as cores do arco-íris, conhecido símbolo do movimento gay no mundo todo. O pastor a colocou como um tapete e disse que costumava usar aquele “trapo de imundícia” para limpar os pés e fazia o gesto para deixar “o programa mais divertido”.

A bandeira trazia a inscrição “candidatos presidenciais que são a favor da agenda diversidade sexual”. O pastor fez questão de dizer “Hoje estamos em uma forte campanha denunciando, como igreja evangélica, os candidatos que estão apoiando esta agenda”.

Isso deixou Villouta ainda mais irritado, fazendo um desabafo: “Eu sou gay, este é o meu programa e isso me parece ser uma falta de respeito”. O líder evangélico insistiu que não estava ofendendo o apresentador, mas insistiu que ele precisava “ser curado, fortalecido e bem aconselhado”.

Ao ouvir os protestos do dono do programa, a diretora de conteúdo do canal, entrou no estúdio e exigiu que o pastor recolhesse a bandeira ou a entrevista não seria feita.

Apesar do visível constrangimento, o pastor Javier Soto disse que não voltaria atrás em sua postura. Ele acabou sendo convidado a se retirar do estúdio e o programa foi interrompido.

Assista



GospelPrime

“A música sem o sopro do Espírito Santo não é nada”, diz Chris Durán

Em entrevista, cantor também falou sobre o álbum Eloim
O cantor e compositor francês Chris Durán, radicado no Brasil há mais de uma década, cedeu entrevista à revista Comunhão neste mês de junho. O músico falou sobre o disco mais recente de sua carreira, Eloim, lançado na segunda metade de 2016 pela gravadora MK Music, além de reflexões sobre a vida cristã.

De acordo com o cantor, seu desejo é que o público que consome suas músicas tenham uma espiritualidade sólida. “A música sem o sopro do Espírito Santo não é nada! Com o sopro que é a presença do Espírito, me sinto completo, pois sei que estou apresentando uma adoração genuína que agrada ao Pai, em Espírito e em verdade”, afirmou.

O artista ainda destacou duas canções da sua carreira musical que lhe são especiais. A primeira é o hit “Sonhos”, gravada para o álbum Reverência, de 2004, regravada em outras ocasiões pelo músico e por outros nomes da música cristã, como a dupla Ma-Lu.

A outra, destacada por Durán, é “Eloim“, que dá título ao seu disco mais recente, produzido pelo tecladista Hananiel Eduardo, com quem divide a autoria de várias faixas. Atualmente, Chris segue divulgando o trabalho por meio de agenda de shows e entrevistas a veículos de imprensa.

Outra ênfase dada pelo cantor foi ao videoclipe da canção “Te Amei“, que recebeu elogios do público. “Nessa produção, que é um curta-metragem ambientado nos anos 20, ‘contraceno’ com esses atores. Interpreto um homem rico financeiramente, mas que é pobre de Deus. A intenção da música é mostrar às pessoas que tudo na vida passa, menos a presença de Jesus”, disse o músico, que já se destacou internacionalmente como intérprete não-religioso.

GospelPrime

Parada Gay levanta bandeira contra evangélicos na política: “Nenhuma religião é lei”


Bandeira do orgulho LGBT é carregada pela Avenida Paulista durante a Parada Gay. (Foto: Miguel Schincariol/AFP)



Sob o tema “Independente de nossas crenças, nenhuma religião é lei. Todos e todas por um Estado laico”, o evento criticou a atuação da bancada evangélica no Congresso.
Com críticas à atuação da bancada evangélica no Congresso, a 21ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo aconteceu neste domingo (18) em São Paulo. A organização estimou um público de 3 milhões de pessoas. A Polícia Militar não divulgou números.

Sob o tema “Independente de nossas crenças, nenhuma religião é lei. Todos e todas por um Estado laico”, 19 trios elétricos realizaram um trajeto que começou na Avenida Paulista e desceu a Rua da Consolação, chegando ao Vale do Anhangabaú.

Nelson Matias, sócio-fundador da Associação da Parada do Orgulho LGBT, organizadora do evento, disse que a Parada Gay quis abranger não só a causa LGBT, mas também os direitos das religiões de matrizes africanas que, segundo ele, são ameaçadas pelo “fundamentalismo” que provém da atuação da bancada evangélica no Congresso. 

“A religião não pode ocupar o espaço do Estado. Não podemos deixar que uma teocracia se instale no país”, alegou Matias em entrevista ao UOL. 

Matias considera um retrocesso provocado pelos parlamentares evangélicos em Brasília o Estatuto da Família e a retirada da discussão de gênero no Plano Nacional de Educação. “Os direitos foram conquistados através do Judiciário, mas o Legislativo quer criar leis para anular essas conquistas”, argumenta.

A atriz e modelo Viviany Beleboni, de 28 anos, que em 2015 apareceu “crucificada” e em 2016 representou a Bíblia, apareceu neste ano com uma roupa militar. Ela afirma que sua atuação visava criticar o fundamentalismo religioso, o conservadorismo mundial e a falta de espaço para pessoas transexuais no Exército.

A transexual Viviany Beleboni causou polêmica há 2 anos ao sair crucificada. (Foto: Luis Cleber/Estadão Conteúdo)

As bandeiras “Fora Temer” e “Diretas Já” também estavam presentes em discursos realizados nos trios elétricos. “Nossos direitos estão sob ameaça com este governo golpista”, afirmou Matias.

Para ele, a retirada pelo MEC (Ministério da Educação) da homofobia da lista de preconceitos a serem combatidos na educação mostra a força da bancada evangélica junto ao governo Temer.

Com a ausência de João Dória (PSDB) no evento, a Prefeitura de São Paulo investiu aproximadamente R$ 1,5 milhão em sua infraestrutura. A quantia é a mesma disponibilizada para a edição do ano passado, segundo a gestão.

O Estado laico não se opõe à religião
No Brasil, pouco mais de 85% da população se declara cristã — cerca de 166 milhões de pessoas se declaram católicas ou evangélicas, representando a grande maioria dos brasileiros.

Mesmo com suas diferenças, os parlamentares de bancadas católica e evangélica atuam juntos no Congresso em defesa de suas bandeiras, como propostas que vão contra a união civil entre homossexuais, criminalização da homofobia, abortos legais, entre dezenas de outros.

Embora o discurso da Parada Gay seja em favor de um Estado laico, onde as leis não são regidas pela religião, foi ignorado o real conceito da laicidade, onde o poder do Estado não apoia e nem se opõe a nenhuma crença.

Participante da Parada Gay critica a atuação de evangélicos no Congresso. (Foto: Kevin David/A7 Press/Estadão Conteúdo)

“Laicidade não significa ateísmo”, esclarece o pastor Magno Paganelli. “Estado laico é aquele que não advoga em favor de uma religião, mas não pode impedir a coexistência de todas as religiões. A democracia pressupõe a pluralidade e a boa convivência na diversidade”.

Além disso, o pastor defende que laico é o Estado, não as instituições e os indivíduos. “Assim, uma Universidade, uma igreja, um partido político etc., podem defender suas ideologias e princípios dentro de um espaço democrático, protegidos e amparados por força da Lei. Não é crime uma instituição defender seus princípios; aliás, nenhuma instituição existe sem que haja princípios a nortear suas ações. Criticar a confissão de uma ideologia ou crença é totalitarismo, não democracia”, ele avalia.

Guiame

Feminista lança “versão inclusiva” da Bíblia, que usa “termos neutros” para Deus

Ativista defende nova versão, alegando ser “acessível a todos”
A questão de como melhor traduzir termos bíblicos do original em hebraico e grego divide especialistas há séculos. Contudo, versões das Escrituras que mudam substancialmente seus ensinamentos são geralmente tratadas como “heréticas”, como é o caso da Tradução do Novo Mundo, usada pelas Testemunhas de Jeová.

Agora, uma ativista lésbica anunciou o lançamento de um aplicativo da Bíblia que se refere a Deus somente em “termos neutros”, num esforço para torna-la “acessível” para aqueles que se sentem “marginalizados” pelos cristãos, particularmente a comunidade LGBT.

Este é o discurso de Crystal Cheatham, idealizadora do aplicativo Our Bible [Nossa Bíblia]. Ela foi criada em uma Igreja Adventista do Sétimo Dia, mas entrou em “crise de fé” quando ouviu de seus líderes que o cristianismo e a homossexualidade não eram compatíveis.

Na página de financiamento coletivo onde explica suas propostas, ela justifica que deseja fazer com que a Bíblia seja “acessível a todos”.

“No seu núcleo, o texto sagrado foi escrito para incluir toda a criação de Deus, especialmente aqueles que são marginalizados. O nosso aplicativo incluirá traduções que se referem a Deus em termos neutros de gênero e oferece uma biblioteca de devocionais progressivos, além de outros recursos”.

Cheatham, que afirma ser uma ativista gay e feminista, reclama: “Eu não conseguia encontrar nenhum livro de devocionais que me representasse. Criei o nosso aplicativo da Bíblia porque todos merecem ser nutridos espiritualmente”.

Segundo ela, além da versão bíblica “inclusiva”, há mais de 300 devocionais e também artigos especiais, podcasts e textos de meditação para usuários. A previsão de lançamento nos EUA é para o final de junho, mas o preço do aplicativo não foi divulgado.

“Há tantos cristãos lá fora que querem aceitar as pessoas LGBT, mas não sabem como e por que se não receberam as informações”, disse Cheatham no vídeo que gravou para divulgação de seu projeto.

Esta não é a primeira vez que a Bíblia foi modificada de alguma maneira para “incluir” a comunidade gay.

Conforme amplamente divulgado, desde a década de 1970 existem movimentos que procuram criar igrejas onde a homossexualidade é vista como normal, as chamadas inclusivas.

Já existem algumas versões que preferem trocar o nome de Deus por “divindade”, que seria “neutro”. Nelas, termos como “Senhor”, “Pai”, “Filho” e termos masculinos para se referir a Deus são evitados ou substituídos por outros como “Força divina”, “Pai/Mãe”.

Algumas delas também reescrevem os trechos bíblicos onde a prática homossexual é condenada.

GospelPrime

500 Anos


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