Rabinos ortodoxos reconhecem o cristianismo como parte do “plano de Deus”

Judeus e cristãos têm mais em comum do que aquilo que os divide. (Foto: Chabad)
A declaração intitulada foi assinada pelos 25 principais rabinos ortodoxos de Israel, Estados Unidos e Europa, que apelaram pela cooperação entre judeus e cristãos diante dos desafios morais e religiosos deste tempo.

Pela primeira vez, desde que o Concílio Vaticano II alterou os ensinamentos cristãos em relação ao povo judeu há 50 anos, um grupo de rabinos ortodoxos fizeram uma declaração pública em defesa do cristianismo.

Publicada no site do Centro de Entendimento e Cooperação Judaico-Cristão (CJCUC), a declaração intitulada como "Para fazer a vontade do nosso Pai Celestial: Rumo a uma parceria entre judeus e cristãos" foi assinada pelos 25 principais rabinos ortodoxos de Israel, Estados Unidos e Europa, que apelaram pela cooperação entre judeus e cristãos diante dos desafios morais e religiosos deste tempo.

"Reconhecemos que o cristianismo não é um acidente ou um erro, mas é resultado da divina vontade e um presente para as nações. Ao separar o judaísmo e o cristianismo, Deus quis a separação entre parceiros com diferenças teológicas significativas, e não uma separação entre inimigos", diz o texto da declaração, emitida na última quinta-feira, 3 de dezembro.

"Nós, judeus e cristãos, temos mais em comum do que aquilo que nos divide: o monoteísmo ético de Abraão; a relação com O Único Criador do Céu e da Terra, que ama e cuida de todos nós; as Sagradas Escrituras judaicas; a crença em uma tradição que nos liga; e os valores da vida, da família, da justiça, da liberdade, do amor universal e da paz mundial final", relata outro trecho do texto. 

Dentre os signatários estão figuras ortodoxas que fazem parte de uma ala liberal no ramo mais tradicional do judaísmo e já haviam iniciado esforços para um diálogo inter-religioso. "Nós entendemos que há espaço no judaísmo tradicional para enxergar o cristianismo como parte do plano da aliança feita por Deus com a humanidade, como um desenvolvimento do judaísmo que foi desejado por Deus", disse o rabino Irving Greenberg, um dos signatários da declaração.

Resistência

Ainda assim, Greenberg admitiu que a maioria dos rabinos ortodoxos não irá assinar a declaração por rejeitarem a ideia de que é da vontade de Deus chegar aos gentios através do cristianismo.

Segundo o rabino Mark Dratch, vice-presidente do Conselho Rabínico da América, a relutância em se envolver com essa teologia está enraizada no ensino do rabino Joseph Soloveitchik, um líderes ortodoxos mais estimados do século 20, que proibiu o envolvimento com outras religiões nessas questões.

"Soloveitchik disse muito claramente que cada comunidade de fé é única e tem direito à integridade de suas próprias posições, que não são nem negociáveis, nem capazes de serem plenamente compreendidas por pessoas de outras tradições de fé", disse Dratch, acrescentando que Soloveitchik entendia que os judeus eram um grupo pequeno e vulnerável.

Perdão

A declaração rabínica começa com uma referência ao Holocausto como "o clímax de séculos de desrespeito, opressão e rejeição aos judeus, que trouxe a consequente inimizade que se desenvolveu entre judeus e cristãos". Em seguida, elogiou Nostra Aetate, uma declaração de 50 anos onde o Vaticano repudiou a comum idéia que existia entre os cristãos de que os judeus mataram Cristo e foram merecedores dos séculos de perseguição que sofreram.

"Hoje, os judeus têm sincero amor e respeito a muitos cristãos que se expressam em muitas iniciativas de diálogo, em reuniões e conferências por todo o mundo", prossegue o texto. "Agora que a Igreja Católica reconheceu a aliança eterna entre Deus e Israel, os judeus podem reconhecer a validade construtiva em curso do cristianismo como nosso parceiro na redenção do mundo, sem qualquer medo de que isso seja explorado para fins missionários".

A declaração ortodoxa não inclui qualquer referência ao islamismo que, assim como o judaísmo e o cristianismo, também tem origem no patriarca bíblico Abraão. Greenberg acredita que o Islã não está maduro para tal afirmação, porque muito da cultura islâmica atualmente é rica em anti-semitismo e uma "hostilidade quase genocida contra Israel."

Guiame

A Promessa da Presença de Deus


Respondeu o Senhor: “Eu mesmo o acompanharei e lhe darei descanso.”Êxodo 33:14
Ao dar os primeiros passos em 2019, não temos ideia de como vamos percorrer cada um dos seus dias. Começamos o ano novo querendo saber o que ele vai nos trazer. Temos planos, projetos... Mas, e a realização deles é certa?

Quantos colocaram em mente que 2019 será um ano diferente porque escolheram poucas resoluções com a determinação de que vão cumpri-las. O povo de Israel ia iniciar uma grande caminhada. Apesar de ser um caminho pelo qual nunca haviam passado, não deviam temer nenhuma experiência, por mais estranha que fosse. O pedido de Moisés não foi: “Senhor, mostra-nos o caminho.” Ele não pediu estradas abertas, caminhos aplainados, locais confortáveis de parada na rota do deserto. Não pediu milagres, nem sinais. Pediu a presença de Deus que seria vista numa nuvem de dia e numa coluna de fogo à noite.

Moisés reconheceu que em sua própria força não iria conseguir atravessar o deserto. Foi tão enfático que disse: “Se não fores conosco, não nos envies. [...] Que mais poderá distinguir a mim e a Teu povo de todos os demais povos da face da Terra?” (Êx 33:15, 16). “Melhor é morrermos aqui do que irmos a Canaã sem a Tua presença!”

Estamos iniciando um ano novo. Teremos oportunidades, desafios e lutas para enfrentar. Deus sabe por onde e como nos levar para a realização dos nossos sonhos e estará ao nosso lado.

Ele sabe o que temos que enfrentar e conhece nossas forças e limitações. Pode ser que nossa força e confiança não sejam suficientes. Ele não ignora cansaço, distância e imprevistos.

Ao encarar as realidades do novo ano, podemos ter certeza de que Deus está ao nosso lado, trazendo sentimento de paz e descanso.

Deus nos chama para o novo, mas o desconhecido só pode ser encarado com tranquilidade se Ele estiver ao nosso lado. Se temos certeza de que a presença de Deus está conosco, podemos, com confiança, enfrentar frio e calor, sol e chuva, vale ou montanha.

Há um Deus que não muda. Um Deus que conhece o caminho. Será que nosso pedido vai refletir o pedido de Moisés? A promessa é: “Estarei sempre com vocês. Minha presença os acompanhará.”


Extraído http://www.cpb.com.br/

O Ano-Novo pode vir a ser um novo ano

Não sejamos meros espectadores do virar do calendário do Ano-Novo, mas, em Cristo, construtores do novo ano

Toda a nossa vida se move no tempo. Há um passado com suas gratas memórias, que nos fazem bem à lembrança, cuja acumulação de experiências constrói o nosso ser e nos edifica; e memórias ingratas, que é melhor esquecer, especialmente as memórias das nossas falhas e das falhas dos outros em relação a nós. 

Quanto ao passado — aos "Anos Velhos" —, vivemos entre as memórias da graça e a memória das desgraças.

Nosso tempo de hoje é o resultado desse tempo de ontem, mas é também uma breve passagem em direção ao tempo do amanhã, com seus sonhos e seus temores, seus alvos e suas dúvidas, suas aspirações e suas inseguranças. 

Se não podemos fazer mais nada em relação ao passado, apesar do seu caráter de imponderável e da soberania de Deus, podemos fazer algo pelo futuro: pensar, planejar, decidir, comprometer. 

Na mera troca de calendário, se vai o “Ano Velho” e chega o Ano-Novo, em seu ciclo periódico, até a nossa morte. 

Porém, o Ano-Novo pode vir a ser um novo ano, um ano qualitativamente diferente, abençoado e abençoador, em nossas respostas à voz de Deus em nossa vida e nos relacionamentos e empreendimentos de que participarmos, como novos objetivos, novos valores, novas prioridades. 

Para os servos do Senhor as coisas velhas podem sempre se tornar em coisas novas. 

Como cidadãos do reino do céu, nossa presença no reino da terra pode contribuir para um mundo novo, menos violento, menos injusto, menos desonesto, menos mentiroso, menos hipócrita, menos opressor, menos discriminador. Podemos ser mais “sal” e mais “luz” para o mundo em 2011? 

Entre a avaliação do “Ano Velho” e a construção do novo ano, passamos pela consciência da finitude e do pecado, pela necessidade do arrependimento, pela busca da santificação. 

Mas como construir o novo em uma Igreja tão marcada pelo velho: o divisionismo, o isolacionismo, o caciquismo, o sectarismo, o moralismo, o legalismo, os cismas, as heresias? Um mundo novo e sadio a partir de uma Igreja enferma? 

Entre a pessoa nova e o mundo novo, há a Igreja nova, a família nova, a comunidade nova, o trabalho novo, o país novo, os hábitos novos e, tantas vezes, pessoas novas ou relacionamentos renovados (feitos novos outra vez!). 

Não sejamos meros espectadores do virar do calendário do Ano-Novo, mas, em Cristo, construtores do novo ano. 

Por- Robinson Cavalcanti

Seja bem-vindo ao Brasil, Benjamin Netanyahu


O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu. (Foto: Reuters)


Primeiro-ministro israelense confirmou visita ao Brasil para reunião com Bolsonaro.
“E far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei e engrandecerei o teu nome; e tu serás uma bênção. E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra.” (Gênesis 12.2,3)

A confirmação de que o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, virá ao Brasil é de fundamental importância. A visita do premiê de Israel é um fato histórico, pois trata-se da primeira vez que uma autoridade desta importância vem ao Brasil desde o renascimento do país em 1948, com a declaração de independência do país do Oriente Médio.

Este momento histórico não marca o início, mas sim a retomada de fortes laços entre as duas nações. Em um capítulo importante de sua história, Israel teve como um dos protagonistas um brasileiro. Oswaldo Aranha, presidente da Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), foi quem deu o voto decisivo um ano antes (1947) para a criação do Estado-nação israelense. Hoje o Brasil se reaproxima de Israel, o que traz um significado profético.

Porém a ligação entre o Brasil e os judeus é ainda mais antiga. Segundo revista inglesa “Notes and Queries” divulgou em suas páginas em janeiro de 1862, o próprio nome “Brasil” tem suas origens no hebraico, língua utilizada pelos judeus, a partir da palavra barzel, que significa ferro. E para reforçar a teoria, a revista apresentava dois argumentos bastante relevantes: primeiro que o pau-brasil também era conhecido como pau-ferro e também que a expressão “tão duro como o brasil” era corrente na época.

Já escrevi aqui mesmo, em minha coluna, sobre qual a importância desta reaproximação entre Brasil e Israel. Mas devo enfatizar que o Brasil já foi muito beneficiado por sua influência naquela decisão que devolveu aos judeus o direito a ter um lar, a ser um povo soberano. Conforme a promessa de Deus em Gênesis 12.3, que diz: “E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem”.

Com a visita de Benjamin Netanyahu, reacende uma esperança aos nossos corações. Almejamos ver aquilo que “nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou o coração humano, o que Deus tem preparado para aqueles que o amam” (1 Coríntios 2:9).

Experiência Pessoal
A última vez que estive em Israel, para uma série de compromissos, tive a oportunidade de me encontrar com o Ministro das Comunicações de Israel, Ayoub Kara, momento em que enfatizei que a posição dos antigos governos não refletiam a opinião da sociedade brasileira, que sempre teve amor e respeito por Israel.

Naquela ocasião, já tinha o desejo de trazer uma autoridade israelense ao país, com o objetivo de estreitar relações, promovendo a reaproximação e quebrar todas as maldições que os recentes posicionamentos do país em sua política externa haviam trazido. Isso por conta de uma série de resoluções impostas pela Organização das Nações Unidas (ONU) contra Israel com apoio do Brasil.

Mas Deus fez infinitamente mais, levantando em nossa nação um presidente que ama Israel e trazendo o primeiro-ministro ao nosso país, o que nos garante uma nova oportunidade de abençoar aquela nação. E, portanto, é isso o que nós queremos fazer, declarar bênçãos sobre Israel e enfatizar o nosso amor pela Terra Santa.

Sabemos que a partir deste momento, os laços entre Brasil e Israel serão fortalecidos, o que trará bênçãos em todos os níveis. Creio que ao desembarcar no Rio de Janeiro, nesta sexta-feira (28), o primeiro-ministro de Israel estará abrindo janelas de restauração, prosperidade, crescimento e conquistas para o nosso país.

Creio que no momento em que a ex-presidente Dilma Rousseff rejeitou o embaixador de Israel para o Brasil, e então Deus nos levou a decretar o fim daquele governo perverso, algo novo começou a acontecer. O Eterno estava direcionando uma nova oportunidade para nós, na qual poderemos desfrutar dos privilégios de sermos uma nação ovelha, aliançada com Israel.

Considerados a maior economia do mundo, os Estados Unidos, são o país que mais abençoou Israel, e os resultados disso são evidentes. Agora nós, a partir deste momento, veremos um novo tempo em nossa nação, de paz e prosperidade em todos os sentidos. Conforme está escrito: “Porque eu bem sei os pensamentos que tenho a vosso respeito, diz o Senhor; pensamentos de paz, e não de mal, para vos dar o fim que esperais” (Jeremias 29.11).

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, já confirmou o encontro com Netanyahu a partir de sua conta no Twitter. A embaixada de Israel também confirmou a reunião, que será no início da tarde, no Forte de Copacabana, no Rio de Janeiro. Um momento que acredito que deveria ser transmitido ao vivo em todas as emissoras de televisão.

Creio que um dos assuntos a ser tratado, que tem gerado grande expectativa, será a promessa de campanha de Bolsonaro, de que promoverá a transferência da embaixada brasileira em Israel, de Tel Aviv, para Jerusalém.

A Palavra de Deus nos diz que Jerusalém “é uma terra da qual o Senhor, o seu Deus, cuida; os olhos do Senhor, do seu Deus, estão continuamente sobre ela, do início ao fim do ano” (Deuteronômio 11.12). Por isso, à medida que nos reaproximamos daquele povo, tomando uma posição de justiça e verdade, também estamos sendo observados pelo Eterno.

Por Joel Engel, pastor, líder do Ministério Engel, em Santa Maria (RS) e fundador do Projeto Daniel, que ajuda crianças órfãs em países da África.

Guiame

Grupo terrorista ameaça realizar atentado na posse de Bolsonaro

Equipe de segurança faz ensaio para posse do presidente eleito Jair Bolsonaro na Esplanada dos Ministérios. (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

Um grupo que se define como terrorista emitiu uma ameaça terrorista na posse do presidente eleito, Jair Bolsonaro, marcada para 1º de janeiro. O caso está sendo investigado em um inquérito pela Polícia Federal.

O grupo autointitulado “Maldição Ancestral”, autodenominado antipolítico e terrorista, publicou em seu site um texto considerado pela Polícia Civil como ameaça a Bolsonaro.

“Se a facada não foi suficiente para matar Bolsonaro, talvez ele venha a ter mais surpresas em algum outro momento, já que não somos os únicos a querer a sua cabeça”, diz o trecho do texto.

“Dia 01 de Janeiro de 2019 haverá aqui em Brasília a posse presidencial, e estamos em Brasília e temos armas e mais explosivos estocados...”, acrescentou o grupo, que afirma estar “em tocaia terrorística contra o progresso humano”.

O grupo ainda reivindicou ter colocado uma bomba ao lado da Igreja Santuário Menino Jesus, no centro de Brazlândia, região administrativa do Distrito Federal, na madrugada de Natal, 25 de dezembro. O artefato explosivo foi desarmado pela Polícia Militar, segundo o site Metrópoles.

A organização também afirma ter ligações com duas das maiores facções criminosas do país. “Nos alinhamos com o PCC [Primeiro Comando da Capital] no que diz respeito aos planos de ataques terroristas com explosivos C-4 que seriam perpetrados pela facção paulista durante as eleições. Isso não é uma aliança, é um alinhamento criminal que se refere a objetivos, logo a polícia pode também ser um alvo nosso, é parte de nosso posicionamento antipolítico”, diz texto do grupo.

Uma fonte na Polícia Federal disse ao Estadão que o protocolo de segurança da PF no dia da posse não será alterado por causa dessa ameaça. A Polícia Federal, no entanto, faz apenas a segurança mais próxima do presidente eleito.

Outros órgãos também atuarão no dia 1º de janeiro, como o GSI, o Exército, a Força Nacional e a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal. A PF não tem como afirmar se outros órgãos mudarão algo no esquema de segurança.

Guiame

Mudança da embaixada do Brasil para Jerusalém é uma questão de tempo

Uma fonte do governo israelense garantiu ao jornal Times of Israel neste sábado (29) que a embaixada do Brasil de Tel Aviv para Jerusalém era “uma questão de tempo”, e que o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e o presidente eleito brasileiro Jair Bolsonaro haviam discutido o assunto durante a reunião de sexta-feira.

“A situação é semelhante à declaração do [presidente dos EUA], Donald Trump”, que planejava transferir a embaixada dos Estados Unidos em dezembro de 2017, disse a fonte. “Ele declarou isso, mas acabou fazendo isso mais tarde.” A mudança da embaixada dos EUA ocorreu em maio de 2018, seis meses depois do primeiro anúncio oficial de Trump sobre o tema após ser eleito.

Netanyahu chegou ao Brasil na sexta-feira, acompanhado por sua esposa Sarah e o filho Yair. A família participará junto com outros líderes estrangeiros da posse de Bolsonaro, em Brasília, dia 1º.

“Vamos começar um governo difícil a partir de janeiro, mas o Brasil tem potencial”, disse Bolsonaro no encontro com o premiê, anunciando que deve fazer uma visita a Israel em breve. “Mais do que parcerias, sermos irmãos no futuro, na economia, em tecnologia, em tudo aquilo que possa trazer benefícios para os dois países”, disse o presidente eleito, elogiando Netanyahu, o primeiro mandatário israelense a visitar o Brasil.

Após o encontro, Netanyahu classificou sua visita de “histórica”, e também falou de “irmandade” e “aliança” com o Brasil. “Através de nossa cooperação mútua, enormes benefícios serão criados para nossos dois povos”, disse. “É difícil acreditar que não tivemos tais contatos antes”, acrescentou.

Antes de sair de Israel rumo ao Rio de Janeiro, Netanyahu disse à imprensa de seus país que “com certeza falarei sobre a embaixada em nosso primeiro encontro”. Contudo, nenhuma declaração sobre o tema foi divulgada até o momento.

A fala do oficial israel ecoa o que havia garantido o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL/SP) em novembro. Durante uma visita aos EUA, comentando sobre a mudança da embaixada, ele garantiu: ““A questão não é perguntar se vai [ocorrer], a questão é perguntar quando será”.

GospelPrime


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