Deus não existe


Refugiados na Síria. (Foto: AFP)



Cedo ou tarde, frente a persistência de cenários tão deformados, surge a pergunta: Onde está Deus? Não demora e a pergunta muda: Deus existe?

Olhe a sua volta. Dê uma rápida espiada nos portais de notícias na internet. Pesquise no google temas como estupro, sequestro, pedofilia, terrorismo, migração, racismo, infanticídio, suicídio, tráfico de mulheres, assédio, corrupção. Tente sentir o cheiro podre que a sociedade já se acostumou e nem nota mais. Injustiças inexplicáveis se multiplicam feito praga, parecem invencíveis e infinitas. São horizontes tétricos, deploráveis e deprimentes.

Cedo ou tarde, frente a persistência de cenários tão deformados, surge a pergunta: Onde está Deus?

Empolgado com o quadro atual, o inferno vai contabilizando suas conquistas, pois mais e mais pessoas vão abraçando a descrença e a desesperança. Afinal, se Deus existe como explicar as realidades que nos afrontam a cada dia? Como sentir ou perceber a presença de Deus quando tudo afirma exatamente o oposto, ou seja, sua ausência, sua distância e, para um número cada vez maior de pessoas, sua inexistência?

Crentes, inclusive, já vacilam entre crer ou não, entre testemunhar a certeza da sua divindade e poder ou a dúvida se Deus é tão poderoso como se pensava. Bem, se Deus não existe a situação atual não apenas desandou, ela literalmente acabou. Se Deus não existe para onde podemos correr? A quem devemos clamar? De onde devemos esperar que venha socorro? Quem poderá nos surpreender com milagres? O contexto definitivamente não é fácil, é complexo, desafiador e por vezes assustador, é nestas horas que por vezes a fé vacila.

Nada disso, no entanto, é novo. Antes de Cristo, questionamentos humanistas como os que são feitos hoje já testavam a crença do homem no seu Criador. Sem rodeio algum, no Salmo 53 e verso 1, o salmista já qualifica os que assim pensam, “Os tolos pensam assim: Deus não existe”. A afirmação “Deus não existe” é apenas uma resposta fácil para quadros difíceis. É como não querer reconhecer que somos parte do problema.

Se tudo está como está, e piorando, a sequência do verso 1 vai direto ao ponto: “Todos se tornaram imorais e fazem coisas horríveis; não há uma só pessoa que faça o bem.” Percebeu? Primeiro o salmista afirma que todos se tornaram imorais, depois vem a prática de uma multidão de coisas horríveis. Nota alguma semelhança com a sociedade atual em escala global? A imoralidade ataca inescrupulosamente tudo o que seja moral, e o resultado não poderia ser outro, uma sociedade imoral em gestos, palavras e atos.

Estamos enfrentando uma guerra filosófica e ideológica sem precedentes. Todos os valores da moral judaico-cristã, que formaram nações, povos e culturas nos últimos milênios, estão sendo atacados, destroçados e esmagados sem piedade. E toda vez que a moral deixou de ter valor ou respeito a anarquia se instalou, afinal, se não existe uma moral para nos guiar, qualquer tipo de moral serve, já não vivemos mais pelo “certo” ou “errado”, antes cada um vive por aquilo que define como o seu certo e o seu errado.

Não é tão difícil perceber que as coisas horríveis que temos assistido são consequências das imoralidades que se abraçou tão cegamente. Existe uma solução? Sim, em Deus. Ele existe e não nega bem algum aos seus filhos e, entre os benefícios que Ele nos assegura, está o livre arbítrio, que permite ao homem inclusive desprezar a moral, redefinir seus próprios caminhos, caminhar sem Ele e viver numa dura e sofrida realidade, chegando a duvidar se Ele existe e, ao duvidar, acabar se esquecendo que tudo chegou onde chegou como resultado do abandono da própria fé.

Neste exato momento milhares de pessoas ao redor do mundo estão testemunhando a realidade da existência de Deus através da pessoa de Cristo, pois Ele é toda revelação e a plenitude do amor de Deus. Jamais terei a pretensão de provar a existência dEle, mas sempre terei a coragem de te convidar para começar a caminhar em Cristo, só assim você saberá que Ele, o Pai, Deus, existe, pois como já disseram alguns poetas: “Nele vivemos, e nos movemos, e existimos”, Atos 17:28.

Guiame

Magno Malta desmente áudio sobre navios com muçulmanos; assista


O áudio contém informações falsas sobre o envio de "13 navios com 1,8 milhão de muçulmanos para o Brasil" e foi compartilhado como sendo a voz de Magno Malta.

Nos últimos dias acabou "viralizando" um áudio nas redes sociais (whatsapp, Facebook e até mesmo Youtube), com uma voz - que foi apontada como sendo do senador Magno Malta - que comentava uma suposta notícia sobre a ONU estar enviando 13 navios com 3 milhões de refugiados muçulmanos, que seriam "terroristas infiltrados" e destaca o perigo da Lei de Imigração.

A informação chegou a ser compartilhada como verdadeira e ganhou força na internet, porém foi desmentida pela assessoria do Senador e depois comentada por ele, pessoalmente, em um vídeo.

"Não é verdade a informação de que começarão a chegar em julho 13 navios vindos da Europa com 1,8 milhão de refugiados muçulmanos e que uma cidade está sendo construída para abrigá-los", informou a nota oficial, já compartilhada na página oficial do Facebook de Magno Malta.

O comunicado também destacou que a própria "Agência da ONU para refugiados, Ministério das Relações Exteriores e governo de Goiás garantiram que a informação é falsa".

Segundo a nota, Malta "já está tomando providências para apurar a responsabilidade da falsa produção e postagem de mensagem descabida da realidade".

No vídeo publicado em suas redes sociais, o senador também destacou que se alguém tentou se passar por ele no áudio, "fez muito mal".

"Quem gravou esse áudio, tentando imitar a minha voz fez muito mal, porque ele é absolutamente mentiroso", destacou.

Guiame

Missionário viaja sozinho para distribuir Bíblias em países de risco: “Ninguém vai me parar”


Thomas Faunce tem distribuído livros bíblicos em países marcados por conflitos. (Foto: Reprodução/Facebook)



Viajando sozinho por países afligidos por conflitos e violência, o missionário Thomas Faunce tem distribuído diversos livretos bíblicos e outros materiais com o objetivo de fazer as pessoas conhecerem a Deus.

Como fotógrafo, Faunce gosta de capturar a natureza e a vida diária das pessoas que ele entra em contato. “Tudo o que Deus toca se torna vivo. Ele não faz coisas mortas. Não existe um cristão morto. Há algo errado se não há nenhum fruto em nossas vidas”, disse ele ao site Mission Network News.

Faunce é um apoiado pelas organizações missionárias Frontline Outreach e World Missionary Press, que fornece todos os materiais distribuídos por ele. Para ele, o termo “missionário” simplesmente se refere a alguém que caminha com uma missão.

“Ser missionário não significa cruzar os mares, mas permanecer na cruz de Jesus Cristo e fazer a vontade de Deus. Ele chama cada um de nós individualmente. Ele não chama o pregador. Ele chama o pregador para pregar, mas ele não chama o pregador para te escolher. Ele é quem te chama”, Faunce afirma.

Faunce tem servido em muitos lugares marcados por muitas mazelas, como a Uganda — um país africano que sofre com a epidemia de HIV/Aids, um crescimento rápido e sem suporte da população e conflitos étnicos.

Thomas Faunce tem distribuído livros bíblicos em países marcados por conflitos. (Foto: Reprodução/Facebook)

Para levar assistência e esperança à população, Faunce estabeleceu um centro de apoio com um hospital. “Nos envolvemos com eles e começamos a ensinar a Palavra de Deus através do filme Jesus e folhetos da Bíblia. Também instalamos um poço de água na aldeia”, disse ele.

Outro projeto de Faunce auxilia os agricultores, que são muito pobres e precisam caminhar uma longa distância para moer os grãos colhidos. Para solucionar essa questão, Faunce instalou uma maquinaria na aldeia que resultou em uma fábrica local.

“Esta é uma oportunidade para eles moerem seu milho, seu trigo, e também vendê-los para outros. Eles estão muito animados. Isso causou um tremendo derramamento do amor de Deus”, conta o missionário.

“Estas são necessidades básicas, mas supri-las nos dá a oportunidade de espalhar a Palavra. Eles sempre pedem livretos bíblicos e querem assistir o filme Jesus. Saímos para diferentes aldeias e compartilhamos a Palavra”.

Guiame

Boato: Brasil não vai receber navios com refugiados muçulmanos

Informação falsa ainda dizia que uma nova cidade seria construída
Um boato está correndo as mídias sociais e as correntes de WhatsApp, que consiste em afirmar que a partir de julho navios estariam vindo do continente europeu com quase 2 milhões de refugiados em direção ao Brasil e que, no destino, construiriam uma cidade próxima à Região Metropolitana de Goiânia, em Goiás.

Mas, de acordo com notas do Ministério de Relações Exteriores, a Agência da Organização das Nações Unidas para Refugiados (Acnur) e o Governo do Estado de Goiás, a informação circulada é falsa e não possui fundamento.

A falsa notícia é compartilhada principalmente por opositores e grupos contrários à Lei de Migração, que é responsável por determinar diretrizes para a entrada e saída de estrangeiros no Brasil.

O governo de Goiás, por sua vez, emitiu uma nota. “Acerca da fantasiosa construção de cidade para ‘abrigar muçulmanos’, o governo de Goiás vem observar que, como é público e notório, existe um movimento emigratório, em diversas partes do mundo, com reflexos ao redor do planeta”.

“O Brasil acolhe esses cidadãos, segundo critérios definidos pelo Ministério da Justiça. Uma vez autorizados a entrar, esses cidadãos definem livremente onde se instalar. Da mesma forma, o governo de Goiás acolhe esses cidadãos, procurando proporcionar-lhes condições de vida e trabalho dignas”.

“Entretanto, é complemente falsa e fantasiosa a informação de que está em construção no estado, em Anápolis ou em qualquer outra localidade uma cidade para acolher ‘emigrantes muçulmanos’. O governo de Goiás lamenta a propagação deste boato, porque respeita e reconhece todos os povos e credos religiosos e condena veementemente a xenofobia, a discriminação e o preconceito”.

“De qualquer forma, o critério de acolhimento não é a orientação religiosa, mas a nacionalidade. Diante disso, o governo de Goiás reitera que é completamente falsa a informação de construção de bairro, colônia ou cidade destinada a abrigar refugiados”, concluem. 

Com informações G1

Sem beijo e sexo, jovens mantêm santidade para casar

“A gente sabe que a vontade de Deus é boa, perfeita e agradável pra gente”, afirma Gabrielly e Caique
Um casal no Amazonas chamou a atenção nas redes sociais nesta semana. Entrevistados pelo G1, Gabrielly Mendes, 20, estudante de Engenharia Civil e Arquitetura, e Caique Leon, 20, formado em Sistemas de Informação, são adeptos da ideia de evitar envolvimentos sexuais antes do casamento.


Eles, que se relacionam há mais de 4 anos, ficaram metade deste período sem beijos. A decisão partiu, a princípio de Gabrielly, que diz ter recebido uma revelação divina para que o relacionamento se mantivesse saudável.

“Depois de um ano que a gente começou a namorar estava ficando bem difícil de manter a santidade e não transar. Ela teve uma revelação com Deus e chegou comigo e falou que não queria mais me beijar”, afirmou Caique.

Ele também falou sobre seus envolvimentos anteriores. “Eu nunca tinha namorado, mas já tinha ficado com outras garotas. Para mim era normal beijar, eu tinha o meu limite. Mas, estava ficando difícil porque estávamos criando muita intimidade”.

O processo, segundo Caique, foi difícil. “Nos primeiros dias foi bem ralado. Mas, aí parei para pensar que a base do nosso relacionamento não é isso, é o companheirismo. Aceitei e ficamos dois anos sem nos beijar. Já teve dias que não fui pra casa dela, e falei que não ia porque se não ia agarrá-la. Já desmarcamos cinema. Eu foco em ler a bíblia, estudar”.

O casamento está previsto para 2018, e depois do matrimônio, o casal pretende desfrutar das relações sexuais sem restrições. “Não vai existir nenhuma regra para isso”, disse Gabrielly.

Mendes ainda diz os princípios do casal. “É aquilo que a gente acredita. A gente acredita muito na Bíblia, muito em Deus. A gente sabe que a vontade de Deus é boa, prefeita e agradável pra gente. A vontade original de Deus para todas as pessoas em geral. A Bíblia fala sobre isso, e fala que não mudou”.

E, por fim, Caique reitera as bases do relacionamento. “O segredo do nosso relacionamento é a comunicação. A gente fala tudo um pro outro, coisa que a gente sente de bom ou ruim. Eu me abro totalmente pra ela, assim como ela se abre totalmente pra mim”, concluiu.

GospelPrime

"Eles atiravam nos cristãos e gritavam 'Alá é grande", diz garoto sobre Estado Islâmico


Mina Habib (esquerda) mostra a foto de seu pai, ao lado de sua mãe (direita). (Foto: Reuters)



O garoto Mina Habib, de 10 anos, testemunhou a morte do próprio pai, assassinado pelo Estado Islâmico em um atentado que matou 29 cristãos, no Egito.

Um estudante egípcio de 10 anos, que testemunhou o assassinato brutal do próprio pai por militantes do Estado islâmico, em Minya, onde 29 cristãos foram mortos em maio deste ano (2017), relatou que os jihadistas gritaram "Alá é Grande" toda vez que eles atiravam contra aquelas vítimas.

Mina Habib disse à Reuters em uma matéria publicada nesta terça-feira (20), que seu pai, um dos 29 cristãos coptas massacrados em 26 de maio, quando o Estado Islâmico atacou três veículos em seu caminho para um mosteiro, foi morto especificamente por causa de sua fé cristã.

"Nós vimos pessoas mortas, simplesmente jogadas no chão", disse o menino sobre o ataque. Agora está recebendo apoio e tratamento terapêutico em uma igreja local.

"Eles pediram que meu pai se identificasse e mandaram que ele recitasse a profissão de fé islâmica. Ele recusou e disse que era cristão. Então eles atiraram nele e em todos os outros que estavam no carro", disse ele sobre seu pai, Adel.

Mina disse que os 15 homens armados também mataram crianças cristãs, mas ele e seu irmão mais velho, Marco, conseguiram escapar.

Três veículos foram atacados naquele dia, sendo um deles um ônibus, que transportava crianças e famílias - que se tornaram os primeiros alvos dos terroristas.

Os jihadistas teriam disparado pelas janelas e também pegaram as jóias das mulheres, além de perguntarem às vítimas se eram cristãs, antes de matá-las.

"Eles nos viram na parte de trás do ônibus. Eles nos fizeram descer e um homem de roupa camuflada apontou sua arma para nós. Toda vez que eles atiravam em alguém gritavam 'Alá é grande", acrescentou o garoto de 10 anos.

Ele também disse que os radicais tinham sotaque egípcio e a maioria deles estava usando máscaras.

O assassinato dos 29 cristãos foi o mais recente atentado contra a comunidade copta de minoria do Egito, que tem sido aterrorizada por radicais islâmicos há anos, enquanto os ataques aumentam com a ascensão do Estado Islâmico na região.

Após este ataque mais recente, os coptas afirmaram que "se orgulham" de morrer por sua fé, desafiando o IS.

"Nós nos orgulhamos de morrer, enquanto estamos defendendo a nossa fé", disse o bispo Makarios, o principal clérigo ortodoxo copta em Minya, no mês de maio.

Milhares de coptas choraram pelas vítimas do ataque contra o ônibus e expressaram seu sofrimento e raiva nos funerais.

"Com sangue e alma, nós te defendemos, oh cruz!", gritaram os coptas na Igreja da Sagrada Família, na aldeia de Dayr Jarnous. "Não há outro Deus senão o nosso Deus e o Messias é Deus!".

Ao mesmo tempo, no entanto, eles pediram ao presidente Abdel Fattah al-Sisi para cumprir sua promessa de protegê-los e aumentar o apoio às famílias das vítimas.

Guiame

Arqueólogos descobrem local onde João Batista foi preso e decapitado


Colunas do salão da fortaleza de Maquero, onde Salomé dançou e posteriormente, pediu a cabeça de João Batista como prêmio. (Foto: Haaretz)



Atualmente em ruinas, a fortaleza de Maquero foi reconstruída pelo rei Herodes, onde Salomé dançou e posteriormente pediu a cabeça de João Batista como "prêmio".

Arqueólogos descobriram um Mikvá ou Mikvé (tanque usado para batismos judaicos) nas ruínas de Maquero, uma fortaleza construída pelo vassalo do rei romano Herodes, na região da Jordânia, a 24 quilômetros ao sudeste da foz do rio Jordão, na costa leste do Mar morto. A fortaleza também teria sido o local onde Salomé dançou e João Batista foi decapitado.

A fortaleza de Maquero foi erguida em uma colina proeminente a cerca de 32 quilômetros a sudoeste de Madaba. O local de banho ritualístico do Mikvá, usado para purificação foi aparentemente construído para o uso pessoal da família real de Herodes.

O tanque é o maior de seu tipo já encontrado na Jordânia. Possui 12 degraus e uma piscina de reserva, contendo água para preencher a piscina quando sua água escorrer.

Além de suas dimensões, a arquitetura se parece muito com o Mikvá descoberto em Qumran, do outro lado do Mar Morto, em Israel, que anteriormente era considerado como único.

O Mikvá gigante foi encontrado a três metros abaixo do pátio real, onde permanceu escondido por 2.000 anos, soterrado por areia e poeira. Originalmente tinha sido equipado com um teto de pedra abobadado.

A investigação arqueológica de Maquero foi realizada pela primeira vez em 1968 pela Missão Americana Batista Arqueológica, liderada por E. Jerry Vardamann.

As escavações mais recentes, de uma equipe fortaleza ocidental, com cerca de 9,2 metros de altura. Pela primeira vez, desde o início, as dimensões extraordinárias da cidadela do deserto de Herodes foram reveladas.

As escavadeiras também encontraram uma vasta cisterna subterrânea com 18 metros de profundidade, que irrigava os jardins da fortaleza do deserto do Mar Morto e os banhos de estilo romano. A análise arqueológica mostrou que a cisterna permaneceu em uso durante todo o período herodiano.

As escavadeiras também descobriram dezenas de moedas hasmoneanas e romanas, bem como 47 fragmentos de cerâmica quebrados inscritos com letras aramaicas.

Onde Salomé dançou
Na verdade, Herodes - conhecido como o grande construtor da antiguidade - não foi o criador deste palácio real na Jordânia. Ele era de origem hasmoneana, e tinha sido erguido pelo rei Alexander Jannaeus em torno de 90 aC, em um planalto alto conhecido como Mukawir, que se eleva a 800 metros de altitude acima do Mar Morto árido. O que Herodes fez foi reformar e reconstruir a fortaleza que Jannaeus já havia construído.

Maquero teve uma importância estratégica para a defesa da Judeia, em parte, graças à visão de sua capital, Jerusalém. Os escritos rabínicos relatam que a fumaça dos sacrifícios poderia ser vista subindo dos altares do templo herodiano em Jerusalém, desde Maquero (Mishná 3, Tamid 3.8).

Qualquer exército que se aproximasse de Jerusalém do leste, primeiro teria que ocupar Maquero. Os sinais de fumaça poderiam ser vistos nas paredes da fortaleza, alertando as outras cidades sobre os inimigos.

Como Plínio, o ancião escreveu: "Maquero, depois de Jerusalém, a fortificação mais forte da Judeia" (Historia Naturalis, V. 15, 16). Evidentemente, os romanos consideraram o local mais fortificado do que a fortaleza de Masada (construída por Salomão). Mas então, Maquero era mais do que apenas um posto avançado militar.

Ao reformar Maquero, Herodes também construiu um palácio com um pátio, um tanque de estilo romano, um local para jantar extravagante e um pátio formal com um pequeno jardim real, rodeado de pórticos em quatro lados.

Foi ali que, de acordo com o historiador Flávio Josefo, Salomé dançou para Herodes Antipas.

Decapitação de João Batista
Pouco antes da Páscoa em 32 d.C, o rei Herodes realizou uma grande celebração por causa de seu aniversário em Maquero. Durante as festividades convidou sua enteada, a princesa Salomé para dançar diante de seus convidados.

O rei ficou tão satisfeito com a apresentação de Salomé que ele prometeu-lhe qualquer coisa que ela pedisse, até a metade do seu reino. Sobre o conselho de sua mãe cruel, de acordo com a história, a sobrinha de Herodes pediu a cabeça de João Batista como seu "prêmio".

Embora muito angustiado, Herodes, "E o rei entristeceu-se muito; todavia, por causa do juramento e dos que estavam com ele à mesa, não lha quis negar. E, enviando logo o rei o executor, mandou que lhe trouxessem ali a cabeça de João. E ele foi, e degolou-o na prisão; E trouxe a cabeça num prato, e deu-a à menina, e a menina a deu a sua mãe."(Marcos 6:26-28.)

De acordo com Josefo, João Batista foi levado à prisão de Maquero e decapitado naquela fortaleza ("Antiguidades Judaicas", livro 18, capítulo 5, par. 2 [Loeb 18.119]).

Os arqueólogos também reconstituíram duas antigas colunas herodianas da ordem dórica (3,8 metros de altura) que estavam no pátio real do peristletilo, onde Salomé teria dançado e outra da ordem iônica (4,7 metros de altura) que estava em pé O palácio da casa de banho.

GospelPrime

Líderes hindus juram que vão “eliminar” cristianismo da Índia em 5 anos

Questões políticas e religiosas geram onda de perseguição a quem aceita Jesus
Uma série de organizações hindus da Índia se reuniram para o sexto Adhivesha, reunião nacional onde debateram questões políticas e religiosas referentes ao seu país.

Eles decretaram sua intenção de tornar o país uma nação totalmente hindu até 2023. O líder do partido Vishwa Hindu Parishad (VHP), Sadhvi Saraswati, conclamou os hindus a pegarem em armas para proteger sua fé, enquanto vários outros líderes defenderam que as leis indianas precisavam ser alteradas.

Saraswati disse ainda que ninguém irá impedi-los de criar uma nação hindu e acrescentou que os cristãos e os muçulmanos serão forçados a se converter ou deveriam sair do país. Ele reclamou que os cidadãos indianos se esqueceram que a sua “constituição foi escrita [pelos deuses] Ram e Krishna”.

Os radicais hindus querem ainda um posicionamento mais claro do primeiro-ministro Narendra Modi sobre suas promessas de fortalecer a religião hindu no país.

Esse tipo de promessa de grupos radicais hindus de eliminar o cristianismo não são novas, mas é um movimento que vem crescendo. Eles querem transformar o país em uma “zona livre” de igrejas e templos de qualquer outra religião.

O Movimento Rashtriya Swayamsevak Sangh (RSS), desde 2014 vem promovendo práticas designadas como “purificação religiosa”, e “reconversão”, sobretudo na região norte.

Seus brutais ataques incluem o sequestro e tortura de hindus convertidos a Jesus, no processo que eles chamam de reconversão. Igrejas são invadidas e colocam-se imagens de deuses hindus, no altar, além de uma pira com o fogo sagrado hindu. Depois, declara-se que a igreja e seus seguidores precisam de purificação, pois “são imundos”. Conforme anunciado, eles tentam livrar primeiro o interior rural, onde as autoridades são complacentes. 

Com informações Times of India

Pastor diz na Parada Gay que Deus abençoa “toda forma de amor”

A parada gay de São Paulo, que aconteceu no último domingo (18) atraiu milhões de pessoas em defesa da agenda LGBT, como ocorre há mais de 20 anos.

Um dos maiores eventos do tipo no mundo, a Parada teve como tema a laicidade do Estado, enfatizando que a população LGBT não quer deputados religiosos aprovando leis conservadoras. A organizadora Claudia Regina afirmou à imprensa: “Nossos principais inimigos hoje são os fundamentalistas religiosos.”

O pastor foi José Barbosa Júnior, que se identifica como batista, fez um breve discurso na abertura da Parada, afirmando representar o movimento “Jesus cura a homofobia”. Ele pediu perdão à comunidade LGBT pelas “mazelas” que os evangélicos causaram durante anos.

“Eu quero dizer, para deixar bem claro aqui, que Malafaia, Feliciano e tantos outros não representam todos os evangélicos do Brasil. Os evangélicos amam, sim. A gente tá aqui para falar que toda forma de amor é abençoada por Deus”, enfatizou o líder religioso, que ostentava uma camiseta pedindo a união de todas as religiões, cujas letras eram das cores do arco-íris.

Ele também usava um adesivo “Amar sem Temer”, slogan de movimentos gays de esquerda que pedem a saída do presidente Michel Temer.

Ele defendeu ainda que “Vocês podem sim se divertir e se amar, porque Deus está com vocês. Barbosa Júnior bancada evangélica é uma vergonha para o Evangelho e para todas as igrejas”.


No final, ressaltou ainda defender “um Estado totalmente laico”.


Assista:


GospelPrime

Hernandes Dias Lopes: "O deserto não é um acidente de percurso e sim a escola de Deus"

Hernandes Dias Lopes. (Foto: MC Apologético)
O pastor e escritor Hernandes Dias Lopes destacou que os cristãos devem ver o tempo de provações como uma oportunidade de crescimento espiritual.
Geralmente os períodos de dificuldades - comumente chamados por cristãos como "deserto" - podem ser acompanhados de questionamentos e até mesmo muitas reclamações a Deus. Porém o pastor Hernandes Dias Lopes lembrou em uma breve publicação recente de sua página do Facebook, que este período deve ser enxergado como um precioso tempo de crescimento.

Em sua breve reflexão, o pastor destacou que o deserto é uma verdadeira escola, na qual grandes líderes da Bíblia foram formados e até mesmo o próprio Jesus passou por momentos marcantes no local tão difamado por muitos.

"Deus treina seus líderes mais importantes na escola do deserto. Moisés, Elias e Paulo foram treinados por Deus no deserto. O próprio Jesus antes de iniciar o seu ministério passou quarenta dias no deserto", destacou.

Rev. Hernandes lembrou que o deserto não deve ser visto como o resultado de um desvio na caminhada cristã, mas sim algo que já estava nos planos de Deus para cada um.

"O deserto não é um acidente de percurso, mas uma agenda de Deus, a escola de Deus. No deserto, Deus trabalha em nós antes de trabalhar através de nós, provando que ele está mais interessado em nossa vida do que em nosso trabalho. Nossa maior prioridade não é fazer a obra de Deus, mas ter intimidade com o Deus da obra", lembrou.

O teólogo também explicou que o tempo que vem após o difícil período do deserto é recompensador e gratificante na vida do cristão.

"Quando Deus nos leva para o deserto é para nos equipar e depois nos usar com graça e poder em sua obra. Ele os treina na escola do deserto e depois os usa com grande poder na sua obra", escreveu.

"Não precisamos ter medo do deserto, se aquele que nos leva para essa escola está no comando desse treinamento. O programa do deserto é intenso. O curso é muito puxado. Mas, aqueles que se graduam nessa escola são instrumentalizados e grandemente usados por Deus!", finalizou.

Guiame

Principais líderes religiosos pedem “união” entre pessoas de diferentes crenças


Líderes religiosos incentivam a união entre pessoas de diferentes religiões. (Foto: The Elijah Interfaith Institute)



Os principais líderes religiosos do mundo se reuniram em um vídeo publicado na última quarta-feira (14) para incentivar as pessoas a fazerem amizades com seguidores de diferentes credos, a fim de diminuírem seus conflitos e promoverem a compreensão mútua.

Em parceria com o Twitter, representantes das principais religiões do mundo como o líder católico Papa Francisco, o líder budista Dalai Lama, o Grande Mufti do Egito, Amin al-Husayni, o Arcebispo da Cantuária, Justin Welby e os rabinos chefes de Israel, David Lau e Jonathan Sacks, disseminaram sua mensagem em 16 idiomas diferentes.

A iniciativa organizada pelo Instituto Inter-religioso Elijah, baseado no slogan “Make Friends” (Faça Amigos), procura “reduzir a tensão social em todo o mundo, estimulando o contato interpessoal entre pessoas de diferentes credos”, segundo um comunicado do instituto.

“Nosso conselho é que você faça amigos entre seguidores de todas as religiões”, disse o clérigo muçulmano aiatolá Sayyid Fadhel Al-Milani, enquanto o papa Francisco e o rabino Abraham Skorka reforçam que suas experiências inter-religiosas têm sido enriquecedoras.

O Arcebispo da Cantuária, que é líder espiritual da Igreja Anglicana, argumenta que as amizades através da fé são a chave para lidar com as diferenças. “Nós não lidamos com as diferenças quando fingimos que ela não existe. Nós lidamos com as diferenças construindo relacionamentos”, afirmou Justin Welby.

Já o líder budista, Dalai Lama, diz que “podemos entrar em um nível mais profundo dessa experiência” por meio de contatos pessoais e amizades.

“Quando líderes mais importantes do mundo fazem um apelo à amizade, eles estão, de fato, mostrando uma maneira de praticar a religião sem rejeitar a outra”, avaliou o rabino Dr. Alon Goshen-Gottstein, diretor do Instituto Elijah.

O engano do ecumenismo
Embora muitos líderes religiosos sejam entusiastas do ecumenismo, a Bíblia mostra que não defende a unidade entre diferentes crenças ou religiões, mas ensina sobre a unidade que existe entre os que têm o mesmo fundamento de fé.

O pastor Bruno dos Santos explica que o movimento ecumênico acontece paralelamente à mudança geral de valores da sociedade e tem pontos de contato com as palavras mágicas do “Ocidente cristão”: tolerância, paz, humanidade, justiça e preservação da natureza.

“No ecumenismo, Jesus Cristo perde a sua posição de Cabeça da Igreja”, explica o pastor. “O ecumenismo depõe da posição de Cristo como única fonte de salvação. Se uma igreja que crê e prega que só a Fé em Cristo é que salva, misturar-se a outra que crê e prega que algo mais é necessário para ‘completar, assegurar ou garantir’ a salvação, como poderão conciliar posições tão distintas?”.

Confira a declaração dos líderes religiosos (com legenda em português):



Guiame

Claudio Duarte prega contra idolatria dentro de igreja católica

Vídeo gerou irritação em grupos católicos
O pastor Cláudio Duarte ficou bastante conhecido no país devido ao seu estilo bem-humorado. Muitos de seus vídeos fazem sucesso na internet e ele constantemente está com a agenda lotada, fazendo palestras em todo o país.

Sua fama já gerou, inclusive, convites para falar em igrejas católicas. Contudo, nos últimos dias há uma verdadeira campanha contra ele nas redes sociais. Iniciada por grupos católicos descontentes com a maneira como ele se referiu à idolatria, mais especificamente sobre a maneira como os católicos veem Maria, a mãe de Jesus.

Trechos de uma pregação recente, onde ele conta que pregou sobre o tema dentro de uma igreja católica. Ainda que tenha lembrado a todos que Maria foi uma mulher diferente, por ter sido escolhida para gerar Jesus, Duarte reiterou o relato bíblico de que ela não é uma “santa” merecedora de adoração e não poderia ser chamada de “mãe de Deus”.

O pastor reiterou que ela não morreu virgem e que esse é apenas um dogma católico. As igrejas evangélicas, apesar de respeitarem o papel de Maria na concepção de Cristo, defendem a doutrina bíblica de que ela teve outros filhos e que não possui esse status divino atribuído a ela pela tradição católica.

Ainda que no vídeo em questão, ele não especifique onde fez tais afirmações, a campanha de protesto contra o pastor, onde católicos o acusam de “falso ecumenismo” apontam que teria sido na Paróquia Nossa Senhora Rainha, de Belo Horizonte.

Diferentes páginas católicas nas redes sociais reproduziram o vídeo e pedem que o pastor não seja mais convidado para falar em igrejas católicas, por “respeito a Maria”. Uma delas é a do conhecido padre Rodrigo Maria, um dos primeiros a se manifestar contra a pregação de Claudio Duarte.

O site Fides Press reclama que “Existe uma profunda desorientação na Igreja. Os nossos pastores (padres e bispos) resolveram por fogo na sacristia e os fiéis? Ahh, esses que inalem as fumaças da confusão de Satanás enquanto riem das babozeiras dos “Omoristas” do evangelho.”

Assista ao vídeo:


GospelPrime

Pastor é expulso de programa de TV após pisar em bandeira gay

Javier Soto disse que apresentador gay precisava ser "curado"
No programa El Interruptor, da rede de TV Via X, do Chile, que foi ao ar nesta segunda-feira (19), o convidado era o pastor Javier Soto. Conhecido por sua postura de enfrentamento da agenda LGBT, ele seria entrevistado pelo apresentador José Miguel Villouta.

Desde o início, Soto deixou claro que estava ali para “defender o que diz a Palavra de Deus”. Para surpresa de Villouta, logo após ser apresentado, o líder religioso começou a fazer uma oração, onde pedia que Deus “curasse quem ele tinha de curar”.

Assumidamente homossexual, o apresentador se disse ofendido pelo gesto do pastor, a quem acusou de tentar “impor” suas crenças e ser mal-educado, uma vez que muitos que estavam assistindo o programa podiam não concordar com suas crenças.

Em tom de desafio, Javier Soto sacou do bolso uma bandeira com as cores do arco-íris, conhecido símbolo do movimento gay no mundo todo. O pastor a colocou como um tapete e disse que costumava usar aquele “trapo de imundícia” para limpar os pés e fazia o gesto para deixar “o programa mais divertido”.

A bandeira trazia a inscrição “candidatos presidenciais que são a favor da agenda diversidade sexual”. O pastor fez questão de dizer “Hoje estamos em uma forte campanha denunciando, como igreja evangélica, os candidatos que estão apoiando esta agenda”.

Isso deixou Villouta ainda mais irritado, fazendo um desabafo: “Eu sou gay, este é o meu programa e isso me parece ser uma falta de respeito”. O líder evangélico insistiu que não estava ofendendo o apresentador, mas insistiu que ele precisava “ser curado, fortalecido e bem aconselhado”.

Ao ouvir os protestos do dono do programa, a diretora de conteúdo do canal, entrou no estúdio e exigiu que o pastor recolhesse a bandeira ou a entrevista não seria feita.

Apesar do visível constrangimento, o pastor Javier Soto disse que não voltaria atrás em sua postura. Ele acabou sendo convidado a se retirar do estúdio e o programa foi interrompido.

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GospelPrime

“A música sem o sopro do Espírito Santo não é nada”, diz Chris Durán

Em entrevista, cantor também falou sobre o álbum Eloim
O cantor e compositor francês Chris Durán, radicado no Brasil há mais de uma década, cedeu entrevista à revista Comunhão neste mês de junho. O músico falou sobre o disco mais recente de sua carreira, Eloim, lançado na segunda metade de 2016 pela gravadora MK Music, além de reflexões sobre a vida cristã.

De acordo com o cantor, seu desejo é que o público que consome suas músicas tenham uma espiritualidade sólida. “A música sem o sopro do Espírito Santo não é nada! Com o sopro que é a presença do Espírito, me sinto completo, pois sei que estou apresentando uma adoração genuína que agrada ao Pai, em Espírito e em verdade”, afirmou.

O artista ainda destacou duas canções da sua carreira musical que lhe são especiais. A primeira é o hit “Sonhos”, gravada para o álbum Reverência, de 2004, regravada em outras ocasiões pelo músico e por outros nomes da música cristã, como a dupla Ma-Lu.

A outra, destacada por Durán, é “Eloim“, que dá título ao seu disco mais recente, produzido pelo tecladista Hananiel Eduardo, com quem divide a autoria de várias faixas. Atualmente, Chris segue divulgando o trabalho por meio de agenda de shows e entrevistas a veículos de imprensa.

Outra ênfase dada pelo cantor foi ao videoclipe da canção “Te Amei“, que recebeu elogios do público. “Nessa produção, que é um curta-metragem ambientado nos anos 20, ‘contraceno’ com esses atores. Interpreto um homem rico financeiramente, mas que é pobre de Deus. A intenção da música é mostrar às pessoas que tudo na vida passa, menos a presença de Jesus”, disse o músico, que já se destacou internacionalmente como intérprete não-religioso.

GospelPrime

Parada Gay levanta bandeira contra evangélicos na política: “Nenhuma religião é lei”


Bandeira do orgulho LGBT é carregada pela Avenida Paulista durante a Parada Gay. (Foto: Miguel Schincariol/AFP)



Sob o tema “Independente de nossas crenças, nenhuma religião é lei. Todos e todas por um Estado laico”, o evento criticou a atuação da bancada evangélica no Congresso.
Com críticas à atuação da bancada evangélica no Congresso, a 21ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo aconteceu neste domingo (18) em São Paulo. A organização estimou um público de 3 milhões de pessoas. A Polícia Militar não divulgou números.

Sob o tema “Independente de nossas crenças, nenhuma religião é lei. Todos e todas por um Estado laico”, 19 trios elétricos realizaram um trajeto que começou na Avenida Paulista e desceu a Rua da Consolação, chegando ao Vale do Anhangabaú.

Nelson Matias, sócio-fundador da Associação da Parada do Orgulho LGBT, organizadora do evento, disse que a Parada Gay quis abranger não só a causa LGBT, mas também os direitos das religiões de matrizes africanas que, segundo ele, são ameaçadas pelo “fundamentalismo” que provém da atuação da bancada evangélica no Congresso. 

“A religião não pode ocupar o espaço do Estado. Não podemos deixar que uma teocracia se instale no país”, alegou Matias em entrevista ao UOL. 

Matias considera um retrocesso provocado pelos parlamentares evangélicos em Brasília o Estatuto da Família e a retirada da discussão de gênero no Plano Nacional de Educação. “Os direitos foram conquistados através do Judiciário, mas o Legislativo quer criar leis para anular essas conquistas”, argumenta.

A atriz e modelo Viviany Beleboni, de 28 anos, que em 2015 apareceu “crucificada” e em 2016 representou a Bíblia, apareceu neste ano com uma roupa militar. Ela afirma que sua atuação visava criticar o fundamentalismo religioso, o conservadorismo mundial e a falta de espaço para pessoas transexuais no Exército.

A transexual Viviany Beleboni causou polêmica há 2 anos ao sair crucificada. (Foto: Luis Cleber/Estadão Conteúdo)

As bandeiras “Fora Temer” e “Diretas Já” também estavam presentes em discursos realizados nos trios elétricos. “Nossos direitos estão sob ameaça com este governo golpista”, afirmou Matias.

Para ele, a retirada pelo MEC (Ministério da Educação) da homofobia da lista de preconceitos a serem combatidos na educação mostra a força da bancada evangélica junto ao governo Temer.

Com a ausência de João Dória (PSDB) no evento, a Prefeitura de São Paulo investiu aproximadamente R$ 1,5 milhão em sua infraestrutura. A quantia é a mesma disponibilizada para a edição do ano passado, segundo a gestão.

O Estado laico não se opõe à religião
No Brasil, pouco mais de 85% da população se declara cristã — cerca de 166 milhões de pessoas se declaram católicas ou evangélicas, representando a grande maioria dos brasileiros.

Mesmo com suas diferenças, os parlamentares de bancadas católica e evangélica atuam juntos no Congresso em defesa de suas bandeiras, como propostas que vão contra a união civil entre homossexuais, criminalização da homofobia, abortos legais, entre dezenas de outros.

Embora o discurso da Parada Gay seja em favor de um Estado laico, onde as leis não são regidas pela religião, foi ignorado o real conceito da laicidade, onde o poder do Estado não apoia e nem se opõe a nenhuma crença.

Participante da Parada Gay critica a atuação de evangélicos no Congresso. (Foto: Kevin David/A7 Press/Estadão Conteúdo)

“Laicidade não significa ateísmo”, esclarece o pastor Magno Paganelli. “Estado laico é aquele que não advoga em favor de uma religião, mas não pode impedir a coexistência de todas as religiões. A democracia pressupõe a pluralidade e a boa convivência na diversidade”.

Além disso, o pastor defende que laico é o Estado, não as instituições e os indivíduos. “Assim, uma Universidade, uma igreja, um partido político etc., podem defender suas ideologias e princípios dentro de um espaço democrático, protegidos e amparados por força da Lei. Não é crime uma instituição defender seus princípios; aliás, nenhuma instituição existe sem que haja princípios a nortear suas ações. Criticar a confissão de uma ideologia ou crença é totalitarismo, não democracia”, ele avalia.

Guiame

Feminista lança “versão inclusiva” da Bíblia, que usa “termos neutros” para Deus

Ativista defende nova versão, alegando ser “acessível a todos”
A questão de como melhor traduzir termos bíblicos do original em hebraico e grego divide especialistas há séculos. Contudo, versões das Escrituras que mudam substancialmente seus ensinamentos são geralmente tratadas como “heréticas”, como é o caso da Tradução do Novo Mundo, usada pelas Testemunhas de Jeová.

Agora, uma ativista lésbica anunciou o lançamento de um aplicativo da Bíblia que se refere a Deus somente em “termos neutros”, num esforço para torna-la “acessível” para aqueles que se sentem “marginalizados” pelos cristãos, particularmente a comunidade LGBT.

Este é o discurso de Crystal Cheatham, idealizadora do aplicativo Our Bible [Nossa Bíblia]. Ela foi criada em uma Igreja Adventista do Sétimo Dia, mas entrou em “crise de fé” quando ouviu de seus líderes que o cristianismo e a homossexualidade não eram compatíveis.

Na página de financiamento coletivo onde explica suas propostas, ela justifica que deseja fazer com que a Bíblia seja “acessível a todos”.

“No seu núcleo, o texto sagrado foi escrito para incluir toda a criação de Deus, especialmente aqueles que são marginalizados. O nosso aplicativo incluirá traduções que se referem a Deus em termos neutros de gênero e oferece uma biblioteca de devocionais progressivos, além de outros recursos”.

Cheatham, que afirma ser uma ativista gay e feminista, reclama: “Eu não conseguia encontrar nenhum livro de devocionais que me representasse. Criei o nosso aplicativo da Bíblia porque todos merecem ser nutridos espiritualmente”.

Segundo ela, além da versão bíblica “inclusiva”, há mais de 300 devocionais e também artigos especiais, podcasts e textos de meditação para usuários. A previsão de lançamento nos EUA é para o final de junho, mas o preço do aplicativo não foi divulgado.

“Há tantos cristãos lá fora que querem aceitar as pessoas LGBT, mas não sabem como e por que se não receberam as informações”, disse Cheatham no vídeo que gravou para divulgação de seu projeto.

Esta não é a primeira vez que a Bíblia foi modificada de alguma maneira para “incluir” a comunidade gay.

Conforme amplamente divulgado, desde a década de 1970 existem movimentos que procuram criar igrejas onde a homossexualidade é vista como normal, as chamadas inclusivas.

Já existem algumas versões que preferem trocar o nome de Deus por “divindade”, que seria “neutro”. Nelas, termos como “Senhor”, “Pai”, “Filho” e termos masculinos para se referir a Deus são evitados ou substituídos por outros como “Força divina”, “Pai/Mãe”.

Algumas delas também reescrevem os trechos bíblicos onde a prática homossexual é condenada.

GospelPrime

Garoto de 8 anos atua como 'drag queen': "Se seus pais não deixam, busque novos pais"


Nemis Quinn Mélançon-Golden falando ao programa 'LGBT in the City'. (Imagem: Youtube)


O vídeo de um garoto norte-americano de oito anos que já atua como 'drag queen' (transformista), tem chocado muitos internautas e gerado polêmica sobre a questão da erotização infantil e o contato precoce com a exploração de outras identidades de gênero.

No pequeno trecho de cerca de pouco mais de 3 minutos de vídeo, o garoto Nemis Quinn Mélançon-Golden - que usa o nome artístico "Lactatia" - manda um recado a outras crianças, dizendo que se os pais delas permitirem que elas sejam 'drag queens', elas "precisam de novos pais".

O pequeno Nemis Quinn Mélançon-Golden, que usa o nome artístico "Lactatia" e atua como transformista desde os dois anos de idade, contou que foi icentivado por sua irmã adolescente. No mês passado, o menino apareceu no programa de TV "Werq the World Tour", de Montreal (Canadá), onde a 'drag queen' Bianca Del Rio disse à criança que ele era "adorável" e usou diversos palavrões em sua conversa com o garoto.

A mãe de Mélançon-Golden ajuda com a maquiagem antes dos shows, pois muitas vezes o garoto usa batom, delineador e sombra, além de uma longa peruca.

"Obviamente, não somos como a maioria das mães e pais", disseram os pais do menino, Jessica Mélançon e Coriander Golden, ao jornal 'Best Kept Montreal'.

"Em vez de jogar futebol no sábado de manhã, temos aulas da 'Vogue' [revista de moda]. Quando vamos comprar roupas, são peças iguais de jeans e caveiras, com lantejoulas e tule. Ele é muito dedicado ao seu skate, tanto quanto com contornos de maquiagem".

Um vídeo lançado pelo programa "LGBT in the City" em 4 de junho, que já tem mais de um milhão de visualizações no Facebook e mais de 200.000 visualizações no YouTube, apresenta Mélançon-Golden opinando que, se as crianças querem ser drag queens e seus pais ganhou não permitem, eles precisam de novos pais.

"Qualquer um pode fazer o que quer na vida", afirmou. "Não importa o que alguém pensa. Se você quer ser uma drag queen e seus pais não o deixam, você precisa de novos pais. Se você quer ser uma drag queen e seus amigos não concordam com isso, você precisa de novos amigos".

O vídeo viral e os relatórios subsequentes geraram uma variedade de reações, com sites pró-LGBT apoiando o menino como e grupos cristãos, expressando preocupação com o bem-estar da criança.

"Estamos testemunhando que a comunidade LGBTQ permite e promove o abuso infantil ao cultivar distúrbios psíquicos, promovendo a cultura transformista em uma criança. Não é preciso ser um grande cientista para saber que isso acabará levando a um jogo sexual", disse Stephen Black, um ex-homossexual que agora lidera o Ministério cristão 'First Stone'.

"Hoje estamos vendo - verdadeiramente, mesmo diante de nossos olhos - um declínio moral como nunca tínhamos testemunhado, uma mentalidade demente que chama o mal de bem e bem de mal. A Bíblia já havia previsto que estes dias viriam e certamente nós estamos vivendo neles", acrescentou ele.

Guiame

Estado Islâmico estuprou cerca de 200 meninas e mulheres dentro de igreja, no Iraque

O Estado Islâmico transformou uma igreja de Mossul em um local que servia como mesquita, mas também para abusar de suas escravas sexuais.

Os terroristas do Estado Islâmico usaram um dos maiores templos cristãos do norte do Iraque para prender e abusar sexualmente de até 200 meninas e mulheres Yazidi como escravas sexuais, segundo informou um oficial militar iraquiano.

Segundo a comentarista da Fox News Holly McKay informou, os terroristas do Estado Islâmico (também conhecido como ISIS, ISIL ou Daesh) usaram a Igreja Ortodoxa Síria de São Efraim no leste de Mossul para não apenas armazenar documentos dos diferentes departamentos dentro da organização extremista, mas também prender e abusar sexualmente de mulheres e crianças inocentes de Yazidi.

McKay, que visitou o que antes foi uma das maiores igrejas de Mossul, explicou que, apesar de o local já ter sido retomado há meses por forças de coalizão lideradas pelo Iraque no seu esforço para retomar a segunda maior cidade do Iraque, o templo apresenta evidências de que meninas Yazidi foram mantidas em cativeiro e abusadas dentro do edifício0.

McKay escreveu que encontrou no chão da igreja, peças de roupas íntimas rosa e amarela, além de fitas de flores, que pertenciam às meninas Yazidi.

Como foi amplamente relatado que os militantes do grupo terrorista levaram milhares de meninas de minorias étnicas ou religiosas como reféns e as venderam ou trocaram como escravas sexuais, autoridades iraquianas disseram a McKay que até 200 meninas e jovens mulheres Yazidi estavam alojadas na Igreja de St. Efraim em algum momento.

"Encontramos documentos que mostravam que elas foram questionadas sobre suas idades, se eram casadas ou solteiras, virgens ou não, e sobre seu ciclo menstrual", disse o 1º tenente do Exército Iraquiano, Waseem Nenwaya, à Fox News.

Embora McKay tenha relatado que a Igreja de São Efraim já retomada das mãos do Estado Islâmico há meses, quando ainda estava sob domínio dos terroristas, eles transformaram a igreja em uma "mesquita dos mujahides". "Mujahideen" é a palavra árabe que é a versão plural para "jihadi" ("lutadores da guerra santa").

O Estado Islâmico assumiu o domínio sobre Mossul e áreas nas Planícies de Nínive no verão de 2014 e manteve o controle da cidade até que a coalizão liderada pelo Iraque tenha começado os esforços de libertação de Mossul em outubro passado. Depois de expulsar os terroristas do leste de Mossul, a coalizão apoiada pelos EUA iniciou seus esforços para expulsar o grupo também do oeste de Mossul, em fevereiro.

No início desta semana, as forças iraquianas anunciaram que eles expulsaram o Estado Islâmico do distrito, ao norte do centro histórico de Mossul. Agora, o grupo terrorista só tem domínio sobre dois distritos de Mossul ao longo dos bancos ocidentais do rio Tigris, segundo relatórios da Reuters.

Mas no aniversário de um ano da invasão terrorista em Mossul, em junho de 2015, o Estado Islâmico publicou avisos nas ruas da cidade, anunciando que estava transformando a igreja St. Efraim na "mesquita dos mujahideen". De acordo com a Newsweek, o templo cristão acabou se tornando o lugar onde os adeptos da jihad paraticavam a versão do islã sunita, adotada pelo grupo terrorista.

Os militantes arrancaram a cruz da cúpula da igreja e retiraram outros símbolos e móveis do templo. Os militantes substituíram a cruz com o logotipo preto e branco do Estado Islâmico.

Atrocidades
McKay também relatou que foram encontradas fotos de terroristas queimando bebês até a morte em uma laje de chapa metálica. Outras fotos mostravam cadáveres lado a lado, quando estavam sendo consumidos pelas chamas.

Na semana passada, foi relatado que 19 meninas Yazidi foram queimadas vivas pelo Estado Islâmico, dentro de uma gaiola de ferro, simplesmente porque se recusaram a ter relações sexuais com os terroristas.

"As 19 garotas foram queimadas até a morte, enquanto centenas de pessoas assistiam a tudo", disse uma testemunha à ARA News. "Ninguém poderia fazer nada para salvá-las deste castigo brutal".

Guiame

O que fazer para sair de pecados repetitivos

O angolano Abraão Jorge Epalanga, do canal “Relevante”, diz que é necessário deixar o Espírito Santo agir.

Muitas vezes, nos encontramos presos em algum pecado e não conseguimos nos livrar ou deixar de ter prazer nele. Fotografias de mulheres nuas, vontade de contar uma fofoca, gula, todas essas coisas parecem ser tão chamativas que acabamos hipnotizados.

O angolano Abraão Jorge Epalanga, do canal “Relevante”, conta que o pecado está tão impregnado em nós que nem mesmo as dicas em vídeos são de grande ajuda, porque nossos olhos e pensamentos se deleitam em cometê-lo.

“Quando você está nesse estágio do pecado, você precisa orar e pedir para que Deus te dê ouvidos sensíveis para ouvir a música que o Espírito Santo está tocando”, afirma Epalanga.

“A melhor forma de se combater um vício é encontrar algo que te dê mais prazer”, ele acrescenta. “Deus está tocando a música da graça, uma melodia mais linda e mais envolvente que o seu pecado”.

Confira o vídeo completo:


Guiame

Magno Malta critica deputada que usou Bíblia para defender guerra civil: "Distorceu"

Magno Malta respondeu a Benedita da Silva (PT - RJ), que afirmou: "a Bíblia diz que sem derramamento de sangue não haverá redenção", para justificar guerra civil.
A deputada Benedita da Silva (PT - RJ) acabou ganhando destaque recentemente nas manchetes - sobretudo de páginas e sites gospel - após causar polêmica por usar um trecho bíblico para justificar a "luta armada" entre classes e o "derramamento de sangue" que poderia ocorrer como consequência destas batalhas.

A declaração polêmica da deputada foi dada durante um seminário realizado pelo Partido dos Trabalhadores e pela Fundação Perseu Abramo, no início deste mês de junho. O evento teve como tema “Estado de Direito ou Estado de Exceção?” e reuniu ainda o governador do Maranhão Flávio Dino (PCdoB) e outros parlamentares de esquerda.

"Se pedermos esta indignação, se não formos para a rua com esta indignação, com esta certeza e não apenas uma convicção, certamente vamos esfriar diante do aparato midiático, mandado diante dessa entrega total", disse.

"Quem sabe faz a hora e faz a luta, a gente sabe disso. Na minha Bíblia está escrito que sem derramamento de sangue não haverá redenção. Vou à luta, vamos à luta com qualquer que sejam as nossas armas", acrescentou a parlamentar, se referindo à passagem de Hebreus 9, versículo 22.

Fato é que o trecho citado por Benedita não se refere ao derramamento de sangue de qualquer pessoa, mas sim o sangue de Cristo - ponto que tem sido ressaltado pelo senador Magno Malta em um vídeo recentemente publicado por ele em sua página do Facebook, como resposta às declarações da deputada.

"Isso é uma piada de mau gosto e ela falou assim: 'Está escrito na minha Bíblia'... Só se for na bíblia do diabo, porque a Bíblia, a Palavra de Deus, aquela que tem 66 livros, Novo e Velho Testamento não tem nada disso. Ali é se referindo ao próprio sangue de Jesus, à redenção do homem de seus pecados pelo sangue de Jesus. Não é derramar sangue de pessoas nas ruas, não", explicou o senador, ao lado de Jair Bolsonaro.

"A conversa começou esclarecendo uma distorção que gente do PT faz do livro sagrado [Bíblia]", afirmou Magno Malta ao descrever o vídeo na legenda de sua postagem.

Guiame

Cristãos fazem evangelismo nas ruas de Israel e pessoas são curadas após orações


Os evangelistas oraram por doenças, dores e as pessoas receberam a cura instantaneamente. (Foto: Reprodução).



A organização cristã “The Last Reformation” realizou um seminário em Tel-Aviv, a capital de Israel, onde foi ministrado sobre o evangelismo do poder. Além de aprender a abordar melhor as pessoas, os participantes aprenderam que é possível orar e ver o milagre acontecer na rua mesmo. E foi exatamente isso que aconteceu quando eles partiram para a prática.

A jovem Yehudit, uma das participantes do evangelismo, contou sobre as incríveis experiências que viveu ao colocar em prática o que aprendeu. “Provavelmente o maior medo no evangelismo de rua está em se aproximar de um estranho. Aprendi no seminário sobre como abordar as pessoas de forma muito natural, perguntando se eles sofrem de alguma dor e, em caso afirmativo, eu poderia orar por elas”, iniciou.

Ela conta que o começo foi difícil e que não achava ninguém que estava sofrendo de dores ou de qualquer outra coisa. E se estivessem, não estavam dispostas a receber a oração ou mesmo um cartão com um site de testemunhos que a equipe estava entregando.

“O que aprendemos no seminário causou um sucesso incrível. Vimos o sobrenatural de Deus nas ruas da Europa. Sentimos oposição, então paramos e oramos contra o espírito que se opôs ao nosso trabalho. Imediatamente as coisas começaram a acontecer”, ressaltou Yehudit.

Cura nas ruas
“Nos aproximamos de dois casais de meia idade. Camilla, minha instrutora, perguntou às mulheres se elas sofriam de qualquer dor no corpo e, em caso afirmativo, se poderia orar por sua cura. A mulher respondeu que tinha dor nas costas. Perguntei se eu poderia colocar minha mão no local e orar. Ela concordou. Neste momento, eu vi Deus me usando. Coloquei minha mão na parte superior das costas e mandei a dor sair”, contou.

“Ela saltou e gritou: ‘O que você fez ?!’ Parecia totalmente surpresa e Camilla perguntou se a dor havia desaparecido. ‘Quase’, ela respondeu. Então eu coloquei minha mão em suas costas novamente e comandei toda a dor para sair e foi isso o que aconteceu. Ela nos disse que também tinha dor na parte inferior das costas. Mais uma vez, coloquei minha mão na parte inferior das costas e ela foi curada instantaneamente”, relatou.

“Ela começou a perguntar: ‘Quem é você, e como você faz isso?’. Eu disse a ela: ‘Somos seguidores de Yeshua. Ele curou pessoas e nos disse para fazer o mesmo, então nós fazemos’. Foi então que seu marido esticou o braço em nossa direção e pediu oração. Outro membro da equipe masculina orou por ele, e ele também foi curado”, disse.

Poder de Deus
Yehudit conta que continuou a caminhar pelas ruas até que avistou um local onde cães estavam sendo oferecidos para adoção, amarrados a uma cerca. “Primeiro, eu cumprimentei os cachorros enquanto Camilla conversava com uma das jovens que trabalhavam lá, descobrindo que ela sofria de dores nas costas. Ela me chamou e novamente eu coloquei minha mão sobre a parte superior de suas costas e mandei o problema sair. A dor saiu imediatamente. Como os outros, ela queria saber mais sobre nós. Ela anotou o endereço da nossa congregação e prometeu nos visitar”, disse.

“Quando voltamos, sua amiga correu atrás de nós e perguntou: ‘O que você fez com minha amiga?’ Eu disse a ela que Deus a curou e perguntou se ela precisava de uma oração por alguma dor. Ela também teve dor nas costas, e ela também foi curada”, pontuou a jovem.

“Atravessamos a estrada, e um dos membros da nossa equipe parou um israelense muito alto, perguntando se ele tinha dor em algum lugar. O homem esticou o braço esquerdo e recebeu o pedido do membro da nossa equipe masculina. Não aconteceu a primeira vez, mas persistimos, e ele foi curado após a segunda oração”, contou.

“Outra mulher nos disse que não acreditava em Deus. Ainda assim, ela confessou que tinha dor nas costas. Perguntei se eu poderia colocar minha mão nas costas. Eu mandei a dor sair e ela pulou, perguntando: ‘O que aconteceu ?!’ A dor havia saído! Ela disse que se ela não tivesse visto isso acontecer, ela não teria acreditado”, relatou Yehudit.

“Muitas coisas incríveis aconteceram naquele dia. Depois ouvimos um surpreendente testemunho de Miri. Após o serviço, sua amiga, Gilad, que tinha vindo com ela, ouviu os testemunhos de curas. Ele perguntou se eu poderia orar por sua mão, que tinha sofrido um acidente. Coloquei minha mão em sua mão e mandei a dor ir embora. Imediatamente ela ficou melhor”, finalizou.

Guiame

Judeu se rende a Jesus após milagre em acidente de carro: “Tudo mudou em minha vida”

Logo depois de fazer sua primeira oração sincera, o judeu sofreu um acidente que deu início a uma transformação em sua vida.

Manter a cultura judaica era muito importante para Ron Cantor, que apesar de não conhecer a Deus de uma maneira íntima, era protetor de sua religião.

“O propósito da minha vida era me divertir o máximo possível antes de morrer. Eram festas, drogas e álcool”, ele contou ao Ministério One For Israel. Ele pensava assim até que seu melhor amigo, Brian McRae, deixou de ser católico para render intensamente a Jesus Cristo.

“O que aconteceu com o Brian? Por que ele parou de beber? Por que uma pessoa religiosa não pode sair e se divertir?”, Ron pensava. “Sinceramente, eu fiquei um pouco bravo com o Brian. Ele era meu melhor amigo e, de repente, ele não podia mais fazer comigo as coisas divertidas que fazíamos, por causa de sua nova fé”.

Embora Brian tivesse apresentado um trecho do Novo Testamento a Ron, o judeu permaneceu resistente em relação à nova fé de seu amigo. Oito meses depois, durante a celebração do Yom Kippur, o Dia da Expiação, Ron decidiu jejuar. “Nunca tinha jejuado no Yom Kippur e depois de 24 horas em jejum, esperando ter um cisco de relacionamento com Deus... Não senti nada”.

Tempos depois, Ron encontrou Brian na faculdade em que cursava, nos Estados Unidos, e foi novamente evangelizado pelo amigo. Mas dessa vez, ele se surpreendeu após fazer uma pergunta.

“‘Sua vida é melhor agora que se tornou crente em Jesus?’ Eu pensei que ele fosse me dizer: ‘Ron, não é melhor. A gente se divertia, bebia, festejava e agora eu vivo uma vida religiosa chata, mas quando eu morrer eu vou para o céu’. Mas não foi o que Brian me disse”, lembra Ron. “Ele olhou para mim, seu rosto se iluminou de alegria, e ele disse: ‘Ron, eu conheço a Deus’. Quando ele disse isso, eu sabia que estava me dizendo a verdade”.

Mudança
Percebendo os conflitos de Ron em relação à fé, Dean, outro amigo da faculdade, o levou para assistir o filme Jesus. “No final do filme, eu estava chorando”, confessa o judeu.

Depois da sessão, os dois entraram no carro para voltar em direção à Lewisburg, na Pensilvânia e Ron começou a orar em silêncio. “Por mais que eu tenha frequentado sinagogas em toda a minha vida, eu nunca tinha orado com meu coração. Eu nunca falei com Deus como se ele fosse uma pessoa. E eu disse: ‘Deus, eu acredito que você é real. Se você me disser como eu posso te servir, eu irei te servir’”, lembra.

“Quando terminei de orar, eu notei que o Dean estava perdendo o controle do carro. O veículo começou a se desviar de um lado para o outro e capotou várias vezes. Acabamos dentro de uma vala”, acrescentou.

Naquele instante, a mente de Ron foi rodeada por questionamentos sobre Jesus. “Se ele fosse real, como eu sofreria um acidente de carro enquanto eu estava orando?”. Mas logo depois ele percebeu que ele e seu amigo estavam bem, mesmo que o carro estivesse em estado de perda total.

Eram mais de 22 horas e a estrada estava vazia, quando eles receberam ajuda de uma família que vivia numa casa próxima ao local do acidente. Depois de ser recebido, Ron percebeu que havia uma Bíblia e resolveu perguntar à esposa: “Vocês são cristãos?”

“Ela disse sim e começou a falar teologicamente sobre Jesus”, conta Ron. “Eu vou ser sincero, não entendi quase nada, mas uma presença e um poder que eu não consigo explicar vieram sobre mim. Quanto mais eu resistia, mais forte isso ficava”.

Impacto
Depois daquele dia, a vida de Ron foi transformada pela revelação de Jesus. “Eu não podia negar isso, eu não tinha mais desculpas. Isso é real. Eu tive fé e tudo mudou em minha vida”, afirma.

Lendo o Novo Testamento, Ron percebeu que não teria que abrir mão de suas raízes por causa de sua fé em Jesus, pois tudo estava vinculado. “Todos são judeus! Há um cara chamado João Batista no Novo Testamento e ele era judeu. Há um cara chamado Apóstolo Paulo, que realmente foi um rabino judeu”.

Hoje, Ron incentiva aqueles que acham que não podem crer em Jesus por serem judeus. “Me deixe desafiar você: Leia o Novo Testamento. Você vai encontrar histórias de pessoas judias encontrando o Messias Judeu”.

Guiame

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