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Israel oferece ajuda ao Irã, enquanto a nação islâmica sofre pior seca em 50 anos

Sabendo da grande seca que o Irã está sofrendo atualmente, Israel criou um site em farsi (idioma iraniano), revelando suas técnicas de reaproveitamento de água.
Os líderes do Irã dizem que o país enfrenta sua pior seca em 50 anos. Isso significa que milhões enfrentarão escassez de água a menos que algo mude. Mas o Irã está recebendo uma oferta de ajuda de outra nação do Oriente Médio, e esta oferta está soando de forma um tanto "inusitada". Considerado um dos principais alvos dos ataques iranianos, Israel está oferecendo fornecimento de água ao país em crise.

Por outro lado, o Irã celebrou na última sexta-feira, 08, o que chama de Dia dos Al-Quds. É um ritual anual, realizado desde que o aiatolá Khomeini assumiu o controle em 1979.

Nos milhares de al-Quds do Irã - ou em Jerusalém - milhares de pessoas gritam "Morte a Israel" enquanto queimam bandeiras dos EUA e de Israel e desfilam efígies do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.

É apenas mais uma prova do objetivo do Irã de destruir o Estado judeu. Mas no meio de todo esse ódio, Netanyahu está se oferecendo para ajudar o povo iraniano.

Em um pequeno vídeo postado no YouTube, Netanyahu se senta a uma mesa. Ele serve um copo de água e toma um gole.

"Hoje, vou fazer uma oferta sem precedentes para o Irã. Isso está relacionado à água", disse Netanyahu. "O povo iraniano é vítima de um regime cruel e tirânico que lhes nega água vital. Israel está ao lado do povo iraniano e é por isso que eu quero ajudar a salvar incontáveis ​​vidas iranianas. Veja como".

Netanyahu explicou que teve acesso a dados de que a maior parte do território iraniano atualmente sofre com algum nível de seca.

“A organização meteorológica do Irã diz que quase 96% do Irã sofre com algum nível de seca. Issa Kalantari, um ex-ministro da Agricultura iraniano, disse que 50 milhões de iranianos podem ser expulsos de suas casas devido a danos ambientais; 50 milhões ”, Netanyahu exclamou.

Netanyahu apontou que Israel também enfrenta desafios relacionados à água e desenvolveu tecnologias de ponta para resolver esses desafios.

“Israel recicla quase 90% de suas águas residuais. Isso é muito mais do que qualquer outro país da Terra. Nós inventamos a irrigação por gotejamento. Nossa tecnologia visa plantas individuais com exatamente os nutrientes de que precisam para cada planta", explicou.

“Israel tem o conhecimento para evitar uma catástrofe ambiental no Irã. Eu quero compartilhar essa informação com o povo do Irã. Infelizmente, o Irã proíbe os israelenses de visitá-los, então teremos que ser criativos”, acrescentou.

Para alcançar o povo iraniano, Israel lançou um site na língua persa (farsi) do Irã, fornecendo planos detalhados sobre como os iranianos podem reciclar a água residual, economizar e alimentar suas famílias.

Enquanto os líderes do Irã previsivelmente rejeitaram o apelo de Netanyahu, Boaz Ganor, fundador e diretor executivo do Instituto Internacional de Contra-Terrorismo no Centro Interdisciplinar, Herzliya vê isso como um gesto significativo de um povo para outro.

“Eu acho que esta foi uma declaração muito importante vinda do primeiro-ministro israelense para o povo do Irã, que não estamos apenas prontos para renovar nossa amizade entre as nações, estamos prontos para ajudá-los em qualquer coisa que eles achem útil que Israel ajude. eles gostam de recursos hídricos ”, disse Ganor à CBN News.

“O regime iraniano grita a morte a Israel. Em resposta, Israel grita a vida para o povo iraniano”, disse Netanyahu.

Guiame

Apesar da doutrinação islâmica, cada vez mais jovens se entregam a Jesus no Irã

Jovem cristão iraniano ora em estudo bíblico. (Imagem: CBN.com)
Os jovens iranianos estão escolhendo seguir a Cristo em um número cada vez maior, apesar da forte doutrinação islâmica em suas famílias e escolas estaduais.

De acordo com a agência de notícias 'Mohabat News', que acompanha o avanço do cristianismo no Irã, onde os cristãos muitas vezes sofrem perseguição, o número de jovens convertidos ao Evangelho aumentou em uma "taxa exponencial" nas últimas duas décadas.

A notícia foi confirmada em tom de alerta pelo aiatolá Alavi Boroujerdi, um funcionário do seminário islâmico, que citou os "relatórios precisos que indicam que os jovens estão se tornando cristãos em e congregando em igrejas domésticas".

O relatório da 'Mohabat News' observou que "esta alta taxa de conversão da juventude iraniana ao cristianismo está ocorrendo de forma notável, apesar da forte doutrinação islâmica sobre juventude dentro de suas famílias e no sistema educacional".

"O governo islâmico do Irã dedica orçamentos maciços ao apoio de organizações muçulmanas que promovem o islamismo entre os jovens, dentro e fora das fronteiras do Irã. Esses esforços para atrair a juventude iraniana são muito mais visíveis nas cidades islâmicas, como Mashhad e Qom", afirmou o texto.

"Independentemente desses esforços, a juventude iraniana parece se tornar cada vez mais distante do Islã, o que é motivo de grande preocupação para o governo islâmico iraniano", acrescentou o relatório.

O governo iraniano respondeu a este alerta, gastando milhões na propaganda islâmica e promovendo fortes campanhas para fechar as igrejas em todo o país.

No entanto, de acordo com as estimativas do grupo missionário 'Elam Ministries', atualmente existem mais de 360.000 cristãos no Irã hoje, enquanto havia apenas 500 em 1979.

"Os líderes da Igreja acreditam que milhões de pessoas (jovens e adultos) ainda podem se entregar a Jesus nos próximos anos - tal é a fome espiritual que existe e a desilusão com o regime islâmico", informou o grupo Elam.

"Se permanecermos fiéis ao nosso chamado, nossa convicção é que é possível vermos ainda em nossos dias de vida a nossa nação sendo transformada. Porque o Irã é uma nação de passagem estratégica, a crescente igreja no Irã afetará as nações muçulmanas no mundo islâmico", explicou.

Guiame

Irã promove marcha para pedir “morte a Israel”

Destruição de Israel é a “prioridade do mundo islâmico”, afirmam líderes religiosos
Depois da chamada “Revolução de 1979”, que transformou o país numa ditadura islâmica, o Irã sempre defende a destruição de Israel com base na exortação do Alcorão: “Matai-os [os infiéis] onde quer que os encontreis e expulsai-os de onde vos expulsaram”. Uma das maneiras de manter vivo esse discurso é a promoção anual do Dia de Al Quds, palavra árabe que significa “A Santa”, a maneira como os muçulmanos chamam Jerusalém.

Como todo ano, a parada realizada na capital Teerã, coincidiu com o encerramento do Ramadã, mês mais sagrado do ano para os islâmicos. Além dos tradicionais cantos de guerra, pedindo “Morte a Israel”, foi declarado que destruir o Estado judeu é “a principal prioridade do mundo muçulmano”.

Diversas bandeiras israelenses e americanas foram queimadas em sinal de protesto. Também havia muitas bandeiras da Palestina e palavras de ordem pedindo “Palestina Livre”.

Os líderes iranianos que participaram dos comícios também pediram a união entre grupos pró-palestinos contra o governo israelense, anunciou a Agência de Notícias Tasnim, do Irã.

As milhares de pessoas que foram às ruas viram desfiles da Guarda Revolucionária do Irã, que fez a exibição de três mísseis balísticos de superfície a superfície, incluindo o Zolfaghar, usado recentemente para bombardear a Síria, a mais de 600 quilômetros e distância.

Outro míssil presente foi o Ghadr, capaz de atingir um raio de 2.000 quilômetros, que poderia alcançar as bases do EUA na região e chegar até Israel.

Durante seu discurso, o presidente iraniano, Hassan Rouhani, disse que Israel apoia “terroristas na região”. Já o parlamentar Ali Larijani, chamou Israel de “mãe do terrorismo” e que em todo o século 20, “não houve nenhum evento mais ameaçador do que estabelecer o regime sionista”.

Chamou atenção a inauguração de um enorme cronômetro na Praça Palestina de Teerã. Em modo de contagem regressiva, o display digital indica que Israel deixará de existir em 8.411 dias. Ele parece refletir a promessa do líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, que até 2040 o Estado de Israel seria destruído.

Dia de Al Quds no Brasil
Embora com menor expressão, nos últimos dias ocorreram marchas em celebração ao Dia de Al Quds também em Londres, Berlim e Toronto, onde a maioria dos participantes era muçulmano, mas também havia pessoas ligadas a movimentos de esquerda, contrários a Israel.

No Brasil não ocorreram manifestações públicas, mas o Partido dos Trabalhadores promoveu uma audiência pública da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM), para marcar a data.

A reunião, presidida pela vice-presidente da CDHM, deputada Erika Kokay (PT-DF), contou com a presença do embaixador do Irã, além de entidades “defensoras da causa palestina”. 

Com informações de Times of Israel

Trump ora no Muro das Lamentações em visita à Israel: “Temos um vínculo inquebrável”


Donald Trump visita o Muro das Lamentações, na Cidade Velha de Jerusalém. (Foto: AFP/Mandel Ngan)



Trump é o primeiro presidente americano a visitar o Muro das Lamentações. Israel foi o destino escolhido em sua primeira viagem oficial.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, iniciou na manhã desta segunda-feira (22) uma visita a Israel, em sua primeira viagem internacional desde que assumiu o cargo.

O chefe de estado americano foi recebido no Aeroporto Internacional Ben Gurion, em Tel Aviv, pelo presidente Reuven Rivlin e o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu. Na ocasião, Trump convidou israelenses e palestinos a trabalharem juntos pela paz no Oriente Médio.

"Temos diante de nós uma rara oportunidade para trazer segurança e estabilidade e paz a esta região e seu povo, derrotar o terrorismo e criar um futuro de harmonia, prosperidade e paz, mas só podemos chegar lá a trabalhar em conjunto. Não há outra maneira, " ele disse.

"Temos diante de nós uma rara oportunidade de trazer segurança, estabilidade e paz a esta região, para derrotar o terrorismo e criar um futuro de harmonia. Mas só poderemos chegar lá trabalhando juntos. Não há outro caminho”, declarou Trump, segundo a France Presse.

O presidente americano aproveitou para reforçar o vínculo entre Israel e seu país. “Em minha primeira viagem ao exterior como presidente, eu vim a esta terra sagrada para reafirmar o vínculo inquebrável entre os Estados Unidos e o Estado de Israel”, disse ele.

“Nesta terra tão rica historicamente, Israel construiu uma das maiores civilizações do mundo. Uma nação forte, resistente, determinada e próspera. É também uma nação firmada no compromisso de nunca permitir que os horrores do século passado sejam repetidos”, acrescentou, ressaltando que os EUA ama e respeita Israel.

Donald Trump e a primeira-dama Melania são recebidos por Benjamin Netanyahu [à direita], sua esposa Sara e o presidente Reuven Rivlin [à esquerda]. (Foto: Reuters/Amir Cohen)

Netanyahu reafirmou o compromisso de Israel para estabelecer a paz na região e considerou a visita do presidente americano um marco histórico. “Nunca antes a primeira viagem internacional do presidente dos EUA incluiu uma visita a Israel”, disse ele. “Acredito que sob a liderança de Trump, a aliança entre Israel e os EUA vai se tornar cada vez mais forte”.

Dois dias antes de pousar em Israel, Trump fez uma visita à Arábia Saudita, onde foi recebido pelo rei Salman bin Abdulaziz no Palácio Al Yamama, em Riad. Na ocasião, os líderes discutiram sua relação bilateral e a luta contra o terrorismo.

“Chegamos a um acordo histórico para uma cooperação cada vez maior contra o terrorismo”, anunciou Trump em Israel.

Locais sagrados
Mais tarde, Trump e sua equipe foram até a Cidade Antiga de Jerusalém para visitar locais sagrados da cidade, começando pelo Santo Sepulcro, onde Jesus foi crucificado, sepultado e ressuscitado ao terceiro dia.

No local, o presidente americano foi recebido pelos patriarcas armênios e gregos ortodoxos de Jerusalém.

Trump e sua família em visita à Igreja do Santo Sepulcro, na Cidade Velha de Jerusalém. (Foto: The Washington Post)

Em seguida, Trump se dirigiu para o Muro das Lamentações e se tornou o primeiro presidente dos EUA a visitar o local mais sagrado do judaísmo. Ele fez uma oração e colocou um pedido nas fendas do Muro durante a ocasião. Sua filha, Ivanka e a primeira-dama, Melania oraram separadamente, na seção das mulheres.

A visita de Trump no local sagrado ocorre após uma controvérsia gerada pelo diplomata dos EUA, que se referiu ao Muro Ocidental como parte da Cisjordânia.

Mudança da embaixada americana
Uma das promessas da campanha presidencial de Trump foi mudar a embaixada americana de Tel Aviv para Jerusalém, um movimento que reforça o reconhecimento da cidade como capital de Israel.

Embora um alto funcionário do governo tenha anunciado que Trump continua comprometido com sua promessa, ele não irá abordar esse assunto na viagem.

Guiame

Irã faz desfile militar e ameaça: “Morte a Israel”

Discurso de presidente também mandou recado para Trump
O Irã mostrou seus mais recentes mísseis antiaéreos na parada anual do Dia do Exército. O desfile foi realizado na capital Teerã esta semana, com a participação de tropas de todos os ramos das forças armadas.

A cerimônia também incluiu tanques, veículos blindados, veículos aéreos não tripulados (drones), caças, sistemas de radar e sistemas de defesa aérea. Parte do aparato bélico foi desenvolvido localmente, mas a maioria era importada da Rússia, como os sistemas de defesa aérea S-300.

Um observador atento percebe que alguns dos caminhões que carregavam os armamentos eram decorados com bandeiras contendo slogans anti-israelenses. Em várias delas era possível ler a mensagem ‘Morte a Israel’ em persa, ilustrada por um punho que perfurava a estrela de Davi, imagem no centro de sua bandeira.

O presidente Hassan Rouhani afirmou durante seu discurso que os iranianos “devem sempre manter-se em estado de alerta contra as conspirações de outros. Devemos aumentar o nosso poder de fogo dia após dia”.

Insistiu ainda que as forças iranianas defendem toda a região “importante e sensível” do Oriente Médio, e prometeu uma resposta “vigorosa e determinada” aos potenciais agressores.

Sem citar nomes, também acusou “alguns dos exércitos do mundo” de liderar “a intervenção nos assuntos internos de outros países, o genocídio, o patrocínio do terrorismo, os golpes de Estado e a falta de respeito pela opinião e o direito do povo”.

Quem acompanha a geopolítica da região sabe que ele se referia à situação na Síria, onde há milhares de soldados iranianos combatendo ao lado do presidente Assad e contra as forças de coalizão lideradas pelos Estados Unidos.

Em março de 2016, o Irã mostrou ao mundo mísseis balísticos onde havia uma ameaça escrita em hebraico: “Israel deve ser varrido da Terra”. Segundo foi divulgado, os mísseis Qadr H são capazes de atingir alvos a cerca de 1.400 quilômetros, mais que o suficiente para chegar até Jerusalém ou Tel Aviv.

No último grande desfila militar no Irã, em fevereiro, mais uma vez foram feitas ameaças a Israel e aos EUA.
100 mil mísseis

As ameaças do Irã contra Israel têm uma longa trajetória histórica. O antigo Império Persa, reinou sobre a nação judaica por mais de 200 anos.

Na história recente, o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, denunciou várias vezes a ameaça nuclear representada pelo Irã, que comprovadamente patrocina grupos terroristas como o Hezbollah.

No ano passado, o vice comandante da Guarda Revolucionária, general Hossein Salami, fez uma conta assustadora: “Graças a Alá, nossa capacidade de destruir o regime sionista é maior do que nunca. Só no Líbano, há 100.000 mísseis prontos para serem disparados”. Listou ainda que existem dezenas de milhares de mísseis de longo alcance que poderiam ser lançados de territórios islâmicos contra o “território ocupado” de Israel. 

Com informações Daily Mail

Irã quer reforçar relações com o Brasil em “todos os setores”

Interesse maior é nos setores de energia e de transporte
Em meio a uma guerra diplomática com os Estados Unidos, após o presidente Donald Trump anunciar um pacote de sanções, o Irã procura se aproximar de outros países em busca de apoio. Classificado pelo governo americano como “estado terrorista número um”, o foco de Teerã nos últimos anos tem sido a busca de apoio da Rússia.

Agora, o presidente do Irã, Hassan Rouhani, afirmou que seu país está interessado em desenvolver as relações com o Brasil “em todos os setores”. Os focos principais são energia e de transporte. O Ministério das Relações Exteriores iraniano insiste que os laços bilaterais “avançaram notavelmente nos últimos anos e devem ser promovidos”.

Esta semana, os iranianos receberam as credenciais do novo embaixador brasileiro em Teerã, Rodrigo de Azeredo Santos. O Brasil afirmou na ocasião que o Irã é “um parceiro confiável” na região, de acordo com o Estadão.

O novo embaixador defende que Irã e Brasil sempre tiveram “relações amistosas” e anunciou que governo brasileiro deseja “desenvolver a cooperação”, o que inclui importar petróleo e outros produtos energéticos.

O chanceler iraniano, Mohamad Javad Zarif, reiterou que o Irã é “um parceiro adequado” para o Brasil na região. Durante o governo Lula, foi iniciada uma aproximação com o então presidente Mahmoud Ahmadinejad, um radical que pregava o fim do Estado de Israel e negava o Holocausto. Nos últimos anos, a Venezuela foi o grande parceiro do Irã na América do Sul.
Islamização da América do Sul

Documentos produzidos pelo Centro de Informação e Documentação de Israel para a América Latina (Cidipal) e distribuído pelas embaixadas israelenses nos países sul-americanos recentemente dão conta que existem evidências claras dos objetivos para o investimento iraniano na região.

O centro de informação é ligado ao Centro de Inteligência e Informação sobre Terrorismo Meir Amit, em Gilgal, a 11 km de Tel Aviv. O levantamento mostra que o principal foco das atividades em parceria com o grupo terrorista libanês Hezbollah seria na Tríplice Fronteira entre Argentina, Brasil e Paraguai.

Tanto o Irã quanto o Líbano são defensores da islamização das Américas e teriam visto na região sul do continente um “terreno fértil para uma ampla atividade criminosa e terrorista”.

Segundo os israelenses, “Isso se deve à penetração das comunidades xiitas libanesas que vivem na América Latina e seus laços profissionais estreitos com os cartéis de droga.

“O Irã incrementa sua presença política e econômica na América Latina, desafiando os Estados Unidos e tentando minar a hegemonia americana. Além disso, fomenta a islamização radical xiita e exporta a ideologia revolucionária do Irã, utilizando o Hezbollah para estabelecer redes de inteligência, terrorismo e crime para ser – provavelmente – exportadas contra EUA e Israel”, afirma o documento.

GospelPrime

Irã ameaça Trump e diz que destrói Israel em 7 minutos


República islâmica afirma que se sofrer ataque americano retaliará contra Estado Judeu
Um alto oficial do governo iraniano advertiu nesta final de semana que Teerã pode retaliar contra Israel, se os EUA lançaram um ataque militar contra o Irã.

Mojtaba Zonour, membro da Comissão de Segurança Nacional e Política Externa do Irã, além de ex-oficial da Guarda Revolucionária Islâmica, contou que já existem mísseis iranianos prontos para atingir Tel Aviv em menos de sete minutos.

Como Jerusalém é considerada sagrada no Islã, os muçulmanos visariam a cidade costeira israelense e a base militar dos EUA no Bahrein “se o inimigo cometer um erro”. “Apenas sete minutos são necessários para que nossos mísseis atinjam Israel”, ressaltou.


Os comentários de Zonour foram feitos durante um exercício militar da Guarda Revolucionária destinado a mostrar seus novos sistemas de mísseis e radares na província de Semnan, norte do Irã.

Os exercícios militares aconteceram um dia depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, impôs sanções ao Irã em resposta a um recente teste com mísseis. As sanções atingem dezenas de pessoas e empresas.

No sábado, outro alto funcionário do exército iraniano ameaçou os EUA. O general Amir Ali Hajizadeh, chefe da divisão de espaço aéreo, disse que as críticas de Washington aos recentes testes com mísseis iranianos eram “um pretexto para mostrar sua animosidade em relação a nós”. Enfatizou ainda que “fazemos esforços 24 horas por dia para defender a segurança do nosso país e se o inimigo cometer qualquer erro, nossos mísseis choverão sobre eles. ”

O Irã testou no domingo passado um míssil de médio alcance que, segundo a Casa Branca, violou uma resolução do Conselho de Segurança da ONU proibindo mísseis que poderiam transportar um dispositivo nuclear.

A República Islâmica vem fazendo testes com mísseis balísticos e recentemente comprou urânio o suficiente para construir 10 bombas atômicas. Mesmo assim, nega que esteja violando o acordo nuclear de 2015 feito com as potências mundiais e as resoluções da ONU.

Israel, por sua vez, instalou recentemente o mais poderoso sistema antimísseis do mundo, apelidado de Star Wars. O Arrow 3, co-produzido com a Boeing, pode abater inclusive mísseis vindos do espaço. 

Com informações de Times of Israel

Avivamento no Irã: número de cristãos beira 1 milhão

No final dos anos 1990, existiam apenas 2 mil cristãos conhecidos
O crescimento do cristianismo no Irã tem sido descrito como “espetacular”. O Ministério Elam, que trabalha com a evangelização de iranianos, relata que recentemente mais de 200 iranianos e afegãos foram batizados em um culto que reuniu oito igrejas diferentes.

Para os missionários, Deus está fazendo maravilhas, atraindo mais e mais pessoas para segui-Lo. De uma forma silenciosa, coisas sobrenaturais estão acontecendo na região, apesar do grande cenário de perseguição. Era um avivamento impensável há algumas décadas.

“Vinte anos atrás, todo mundo pensava que havia cerca de 2 mil crentes no Irã”, disse à CBN Mark Howard, que faz parte do Ministério Elam. Hoje em dia, ele calcula que possam chegar a 400 mil cristãos que abandonaram o Islã.

Segundo outros relatos, esse número pode ser bem maior, beirando um milhão. É difícil precisar, uma vez que as igrejas operam no “subterrâneo”.

Durante o batismo coletivo, no início de novembro, os novos convertidos compartilharam testemunhos de como Jesus mudou suas vidas. Um homem disse que ele tinha tentado suicídio, mas Jesus lhe trouxe uma nova esperança.
Outro novo cristão celebrou: “Nunca pensei que seria liberto do meu passado, mas Jesus me libertou”.

Apesar da constante perseguição, o crescimento do cristianismo da igreja iraniana surpreende. “O que mais temos ouvido em nossa equipe é que o Senhor está fazendo algo realmente inesperado”, disse Howard.

“Praticamente todos os dias vemos muitos vindo ao Senhor. Se você dá comida e bebida a uma pessoa faminta, eles vão querer contar isso para todo mundo. É isso que eles encontram em Jesus. Eles estão experimentando isso de uma maneira poderosa. Por isso estão querendo compartilhar o que encontraram com todos.

O missionário diz que a maioria está cansada do regime, que domina a população com mão de ferro. Também estão desiludidos com o islamismo e por isso estão buscando pela verdade.

“Os iranianos são pessoas espirituais. Enquanto muitos buscam pela verdade e têm fome dessa verdade, é natural procurar isso em Jesus. Quando alguém lhes fala sobre Jesus, eles ficam dispostos a segui-Lo”, enfatiza Howard.

GospelPrime

"Muitas igrejas vivem para o lucro e são destruídas por isso", diz Saeed Abedini

O pastor Saeed Abedini — que passou três anos e meio preso no
Irã por não negar a Cristo — alertou os cristãos, em uma postagem
recente, sobre o perigo de manter seu foco ministerial no lucro e fama.
O pastor Saeed Abedini alertou que alguns ministérios estão colocando o lucro, a fama e o amor ao dinheiro acima do amor a Deus, o que está levando-os ao fracasso.

"A Bíblia nos diz que alguns têm servido outros senhores em toda a sua vida. Estes [outros senhores] podem ser pais, o trabalho, a igreja, pastores ou ministérios. Pode até ser o seu país, como alguém que se compromete com alguns políticos", escreveu Abedini em sua página no Facebook, na última terça-feira (16).

"Eu vi muitas pessoas que têm seus 'senhores' em qualquer uma ou todas essas áreas da vida. Por quê? A Bíblia nos diz que isso acontece na busca pelo lucro", continuou ele.

"Mas este mesmo espírito ainda está trabalhando, especialmente entre os cristãos nos Estados Unidos, dos quais muitos estão em busca de lucro. Nós vemos as pessoas se tornando famosas e também perdendo tudo por causa disso. Muitos ministérios existem para isso e também são destruídos por isso. A competição é uma forma de negócio, lucro nas igrejas e ministérios em todos os lugares".

O pastor, que continuou seu ministério após a sua libertação da prisão iraniana em janeiro, onde foi mantido como refém e torturado por três anos e meio devido à sua fé cristã, usou exemplos bíblicos de Atos 16 e Tiago 4, em sua mensagem, alertando que os cristãos não devem focar sua atenção simplesmente no lucro.

Ele refletiu que muitas pessoas — de diversas igrejas, em muitos países — mudam rapidamente seus pontos de vista por causa do amor ao dinheiro.

"Eles dizem que certa pessoa é incrível e, no dia seguinte, eles dizem que a mesma pessoa é terrível. Então vemos brigas e conflitos e destruição por toda parte", escreveu ele.

Em abril, Abedini novamente criticou os pastores norte-americanos que, segundo ele, estão muito preocupados com o crescimento de suas igrejas, em vez de ajudar os cristãos a crescerem espiritualmente.

"Depois de estar longe dos EUA por quatro anos na prisão, gastando milhares de horas de oração, vejo que mais cristãos parecem prontos para entrar no avivamento, mas nem todos os pastores e líderes", escreveu Abedini no momento.

"Será que os pastores estejam tão ocupados com seus ministérios, suas igrejas, seus planos de crescimento financeiro e construção de muros em torno do templo, que estão perdendo o fator mais importante?", questionou Abedini.



Fonte: GuiaMe

Desfile na Palestina mostra “crianças terroristas”

Festival da Família na verdade é uma demonstração de
força militar anti-Israel
O braço militar da Jihad Islâmica, conhecido como Brigadas Al-Quds, realizaram uma espécie de parada militar no dia 28 de julho na cidade de Gaza.
O evento oficialmente homenageava os jihadistas mortos durante a guerra promovida pelo Hamas em 2014 contra Israel. Contudo, era clara sua estratégia de usar a data para desfilar os novos armamentos da facção terrorista palestina.

O nome do evento é “Festival da Família: Laços de Sangue”, onde desfilaram centenas de soldados fortemente armadas e com os rostos cobertos. As imagens mais chocantes são das crianças treinadas a odiar os judeus praticamente desde que nascem. Muitas delas estavam vestidas como terroristas, carregando armas de verdade e até gritando palavras de ordem.

Essa tática é recorrente no Oriente Médio, onde a meninos e meninas são ensinadas táticas de guerra nas escolas. Dois meses atrás, um programa de televisão mostrou o “Festival Palestino para Crianças e pela Educação”, evento patrocinado por várias ONGs internacionais que dizem fazer investimentos na área educacional.

Ofir Gendelman, porta-voz do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu comparou a atitude aos vídeos de recrutamento do Estado islâmico. “Se eles fazem isso em peças da escola não é de admirar que seus filhos façam ataques reais quando forem mais velhos”, disparou.

Armamentos vindos do Irã

O site palestino de notícias Al Watan cobriu o desfile e mostrou que o grande destaque foi um novo foguete de longo alcance.

O míssil M-302, capaz de atingir alvos a até 150 quilômetros de distância, é o mesmo tipo que foi confiscado por Israel quando sua marinha interceptou o navio KLOS-C em 2014. De acordo com as autoridades israelenses, faziam parte de um carregamento de armas contrabandeadas do Irã para Gaza, através do Sudão.

Conforme relatado pelo site judeu Algemeiner não há muitos detalhes sobre as capacidades exatas do novo armamento dos palestinos, mas deixou claro que a Faixa de Gaza está em clima de guerra.

Mês passado, o embaixador de Israel nas Nações Unidas advertiu que a proliferação de mísseis apontados para Israel está fora de controle. Dez anos atrás, o Hezbollah tinha 7.000, hoje o total é de 120 mil.

O número é superior ao que possuem todos os aliados europeus da OTAN combinados. O vice-comandante da Guarda Revolucionária do Irã, general Hossein Salami, confirmou os números em discurso recente.

“Só no Líbano, há 100.000 mísseis prontos para serem disparados”, afirmou. Assegurou ainda que existem dezenas de milhares de mísseis de longo alcance que poderiam ser lançados de territórios islâmicos contra o “território ocupado” de Israel.

O fim das sanções econômicas contra o Irã, promovidas pelo acordo nuclear proposto pelo governo Obama possibilitou que bilhões fossem injetados na economia do país. Apesar de negarem, a multiplicação dos armamentos visto no desfile palestino e o financiamento de grupos terroristas como o Hezbollah mostra que Teerã está por trás dessas investidas contra Israel.

A ideia de um exército infantil também encontra inspiração na história iraniana, sobretudo durante a década de 1980 quando usaram dessa estratégia na guerra com o Iraque.


Fonte: GospelPrime

Yousef Nadarkhani é acusado novamente

Ele tem até o domingo para pagar fiança de 33 mil dólares
ou será preso novamente
No último dia 24 o pastor Yousef Nadarkhani foi convocado pelo Tribunal Revolucionário do Irã, na cidade de Rasht, para responder pelas acusações de atividades sionistas e por evangelizar muçulmanos.

Até o próximo domingo (31), Nadarkhani tem que pagar uma fiança de 33 mil dólares se não quiser ser preso.

Mas desde maio deste ano ele e sua esposa, Tina Pasandide Nadarkhani, estão sob acusações. Outros três cristãos também foram presos e liberados mediante o pagamento de fiança, mas Nadarkhani ainda precisa pagar a sua parte para não ser preso.

O pastor iraniano ficou preso por três anos, chegando a ser condenado à morte. Ele chegou a ser coagido a renunciar sua fé em Cristo, mas se negou dizendo que não poderia se arrepender de ter aceito Jesus.

Os juízes, por diversas vezes, tentaram fazer com que ele aceitasse a religião de seus antepassados, no caso, o Islã.

Foram anos de tentativas na Justiça para revogar a sentença de morte. Autoridades internacionais se pronunciaram sobre o caso e ONGs de direitos religiosos foram importantíssimas para trazer informações, assim como o ministério Portas Abertas que tem acompanhado esse novo caso.


Fonte: Gospel Prime

Irã prepara exército de adolescentes para “invadir e libertar Jerusalém”

Vídeo mostra que plano é vencer na Síria para depois tomar Israel 
O governo extremista do Irã transmitiu recentemente nas TVs do país um novo vídeo de recrutamento focado nos adolescentes. A esperança é que eles se alistem voluntariamente para a guerra na Síria e no Iraque.

Desde o início da guerra civil que se arrasta há mais de quatro anos na Síria e no Iraque, o Irã está apoiando o presidente Bashar Assad, seu aliado. Mais de 400.000 pessoas morreram nesta guerra que mudou a configuração do Oriente Médio e impulsionou a popularidade do Estado Islâmico, que procura dominar a região e também faz ameaças a Israel.

O clipe mostra adolescentes e crianças cantando uma canção chamada “Mártires que defendem o santuário sagrado.” Enquanto eles cantam, surgem imagens de jovens portando armas e sendo submetidos a treinamento militar. No final, fica claro que o objetivo após o final da guerra síria é “libertar Jerusalém”.

“Vamos nos levantar para salvar o santuário sagrado”, diz a letra. “Eu me juntei à divisão do exército de [Imã] Hossein. Tenho um mandado de [Imã] Ali para defender o santuário sagrado. Pelas ordens do meu líder [aiatolá] Khamenei estou pronto para dar minha vida. Meu objetivo não é apenas para libertar o Iraque e a Síria. Meu caminho é pelo santuário sagrado [na Síria], mas meu objetivo é chegar até Jerusalém”.

Este não é o primeiro vídeo dos radicais iranianos sobre os planos de invadir “Al Quds” – literalmente, “a santa”, nome dados pelos muçulmanos a Jerusalém. No ano passado, uma animação computadorizada defendia a união de todos os seguidores de Maomé para a “destruição inevitável” de Israel.


Com o fim do embargo e o apoio dos EUA, o Irã voltou a investir em armamentos e divulgou que possui mísseis Qadr H que trazem a inscrição: “Israel deve ser varrido da Terra”. Essa frase foi dita em outras ocasiões pelo aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do país.

Para melhor entender a letra desse “hino” cantado pelos adolescentes iranianos, é preciso lembrar que existem profecias islâmicas em um livro chamado Al-Jafr, atribuído ao Imã Ali ibn abi Taleb.

Segundo ele, após o governante da Síria ser morto numa guerra, um grande califa assumirá o poder. Ele comandará uma campanha militar que culminará na conquista de Jerusalém, marcando o início de uma nova era global.
Exército infantil

Embora não sejam citadas nessa profecia, a presença de adolescentes em batalhas muçulmanas não é novidade. Segundo a tradição do Oriente Médio, um menino com 13 anos já é considerado “homem” e está apto para lutar.

Na história do Irã, crianças e adolescentes participaram diretamente da guerra Irã-Iraque. Na década de 1980, as forças Basij eram formadas por crianças e adolescentes ou até por idosos (alguns com mais de 70 anos). Estima-se que 95.000 “crianças soldado” foram mortas ou feridas gravemente neste conflito.

O aiatolá Matthias Kuntzel, analista político alemão denunciou ao mundo que durante a guerra contra o Iraque, o aiatolá Khomeini comprou 500.000 chaves de plástico que tinham o significado simbólico de “abrir as portas do paraíso”.

Elas eram penduradas nos pescoços de crianças a partir de doze anos de idade. Os meninos eram envolvidos em lençóis e iriam rolando pelo chão em campos minados. Ao explodindo os próprios corpos e deixando a passagem livre para os soldados iranianos. 

Com informações de Jerusalém Post

Vice-presidente dos EUA declara apoio a Israel, após ameaças do Irã


Mulher segura placa em protesto contra o acordo nuclear entre as potências mundias e o Irã. (Foto: Mike Segar / Reuters)


Joe Biden, que está visitando Israel e se encontrou com o primeiro-ministro israelense esta semana, disse na última quarta-feira, que se o Irã descumprir a sua parte no acordo nuclear, os EUA não terão outra escolha, senão tomar medidas.

O vice-presidente Joe Biden reafirmou o apoio do governo Obama a Israel na última quarta-feira (9), um dia depois que o Irã lançou dois mísseis balísticos em um local de testes e ameaçou usá-los contra o "regime sionista".

A Agência 'Fars News' informou na última terça-feira que o regime iraniano lançou dois mísseis 'Qadr H' na montanha de Alborz (uma das 31 províncias iranianas), que percorreu mais de 1.000 quilômetros de distância e pousou no Mar de Omã. O meio de comunicação diz que tem fotos dos mísseis que incluem a mensagem anti-semita ameaçadora: "Israel deve ser apagado".

Segundo a Reuters, a organização iraniana 'Islamic Revolutionary Guards Corps' disse que os mísseis têm a capacidade de atingir Israel - já que foram testados, percorrendo uma distância de 1.400 quilômetros (869 milhas) e Jerusalém fica a 1.000 quilômetros (621 milhas) de Tel Aviv.

"A razão pela qual nós projetamos nossos mísseis com um alcance de 2.000 Km é para que sejam capazes de atingir o nosso inimigo do regime sionista de uma distância segura", disse o brigadeiro-general Amir Ali Hajizadeh, em um comunicado.

"Nós não vamos ser os únicos que começam uma guerra, mas não vamos ser pegos de surpresa, então colocamos nossas instalações em algum lugar que os nossos inimigos não podem destruir, para que pudéssemos continuar a longa guerra", Hajizadeh afirmou.

O teste recente com o míssil iraniano tem atraído a condenação dos Estados Unidos, que ameaçou impor novas sanções ao país do Oriente Médio se continuar com essas experiências.

No início deste ano, o Irã e os EUA, juntamente com outras potências mundiais, chegaram a um acordo que envolveu a suspensão das sanções econômicas contra a República Islâmica, desde que esta concordasse em reduzir seu programa de armas nucleares. A decisão gerou duras críticas do primeiro-ministro de Israel Benjamin Netanyahu.

Biden, que está visitando Israel e se encontrou com o primeiro-ministro israelense esta semana, disse na última quarta-feira, de acordo com a CNN, que se o Irã descumprir a sua parte no acordo nuclear, os EUA não terão outra escolha, senão tomar medidas.

"Um Irã com armas nucleares é uma ameaça absolutamente inaceitável para Israel, para a região e para os Estados Unidos. E quero reiterar que eu sei que as pessoas ainda têm dúvidas aqui. Mas se de fato eles quebrarem o acordo, nós vamos agir", disse Biden.

Autoridades norte-americanas confirmaram esta semana que, embora o recente teste não viole o acordo de armas nucleares, é provável que viole as resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas, que proíbem o regime de lançar ou testar mísseis balísticos.

Abbas Araqchi, vice-chanceler do Irã, disse em um comunicado às autoridades iranianas no Teerã, terça-feira, que o país irá quebrar o acordo nuclear se este não servir aos "interesses nacionais" do Irã.

"Se os nossos interesses não forem correspondidos sob o acordo nuclear, não haverá razão para continuar", disse Araqchi.

Enquanto o Irã realizava seus testes de mísseis, Biden se reunia com Netanyahu em Jerusalém, onde o vice-presidente prometeu apoio contínuo do EUA a Israel, após uma série de ataques terroristas realizados por palestinos nesta semana.

"Não pode haver nenhuma justificativa para esta violência odiosa e os Estados Unidos estão firmemente apoiando o direito que Israel tem de se defender", disse Biden na quarta-feira, segundo relatórios da NBC News.

Guiame

Irã testa mísseis para “varrer Israel da Terra”

Inscrição nos projeteis em hebraico têm mensagem clara “Israel deve ser varrido da Terra”
Nesta terça (8) e quarta (9), o Irã fez testes de lançamento de dois mísseis balísticos. Segundo a agência de notícias Associated Press, neles havia uma ameaça escrita em hebraico. Isso deixa claro que o governo de Teerã está ignorando as ameaças de sanções feitas pelos Estados Unidos.

Os dois mísseis Qadr H atingiram seus alvos, a uma distância de 1.400 quilômetros no sudeste do país. A inscrição era: “Israel deve ser varrido da Terra”. Para efeitos de comparação, tanto Jerusalém quanto Tel Aviv ficam a cerca de mil quilômetros do local do lançamento. Além disso, essa frase foi dita em outras ocasiões pelo aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do país.

Oficialmente, os testes foram realizados como parte de manobras militares. Teerã divulgou que eles visam demonstrar “a disposição permanente das forças armadas do Irã para repelir qualquer ameaça à segurança nacional”.

A Guarda Revolucionária Islâmica, responsável pelos mísseis balísticos, anunciou que seu objetivo era mostrar o “poder de dissuasão” da República Islâmica do Irã.

O vice-presidente dos EUA Joe Biden, que está em visita oficial a Israel, disse que: “Se o Irã romper os termos do acordo nuclear do ano passado, nós vamos agir.”

O porta-voz do Departamento de Estado, Mark Toner, alegou que Washington irá analisar os testes relatados e levá-los ao Conselho de Segurança da ONU para buscar uma “resposta adequada”.

O governo de Israel não comentou oficialmente os testes iranianos, mas Benjamin Natanyahu sempre disse que o Irã era o maior inimigo do Estado judeu. Acostumado às ameaças iranianas e de grupos terroristas, Israel começou a testar na semana passada o mais sofisticado sistema de defesa antimísseis do mundo.

O projeto contou com o financiamento dos Estados Unidos, a um custo de US$ 3,3 bilhões. Batizado como “Funda de Davi”, o sistema é capaz de abater diversos tipos de mísseis e até satélites espaciais. Sua tecnologia é a mais avançada do mundo no ramo da defesa militar. 

Assista:



Com informações de USA Today e Telegraph

Presidente do Irã vai ao Vaticano e pede ao Papa Francisco que "ore por ele"

Rouhani teve uma reunião privada com o Papa durante sua viagem de quatro dias à Europa, o que analistas dizem que se destina a restabelecer laços com potências ocidentais depois que sanções econômicas contra a República Islâmica foram suspensas.

O presidente iraniano, Hassan Rohani reuniu-se com o Papa Francisco no Vaticano na última terça-feira (26), e pediu orações ao pontífice, enquanto seu país no Oriente Médio tenta melhorar sua relação com a comunidade internacional.

Rouhani teve uma reunião privada com o Papa durante sua viagem de quatro dias à Europa, o que analistas dizem que se destina a restabelecer laços com potências ocidentais depois que sanções econômicas contra a República Islâmica foram suspensas.

Durante sua visita, Rouhani teria pedido ao papa que orasse por ele, acrescentando que visitar o local sagrado católico era um "verdadeiro prazer".

"Peço-lhe que ore por mim", disse Rouhani ao papa após a sua reunião privada, segundo o Washington Post.

Segundo relatos da CNN, a conversa de 40 minutos entre o papa e Rouhani provavelmente centrou-se nas conturbadas relações do Oriente Médio com os Direitos Humanos - como por exemplo as constantes violações da liberdade religiosa.

"As partes salientaram a importância do diálogo inter-religioso e da responsabilidade das comunidades religiosas para promoverem a reconciliação, a tolerância e a paz", disse o Vaticano em um comunicado após a reunião.

O Vaticano acrescentou em sua declaração de que "durante os cordiais colóquios, valores espirituais comuns surgiram e fez-se referência ao bom estado das relações entre a Santa Sé ea República Islâmica do Irã, a vida da Igreja no país e a ação da Santa Sé para favorecer a promoção da dignidade da pessoa humana e da liberdade religiosa".

A declaração da Santa Sé acrescentou que o papa e o líder iraniano também discutiram a importância global do Irã, reduzindo seu programa nuclear.

"Passou-se então à conclusão e aplicação do Acordo Nuclear e do importante papel que o Irã é chamado a desempenhar, juntamente com outros países da região, promovendo soluções políticas adequadas para os problemas que afligem o Oriente Médio, para lutar contra a propagação do terrorismo e do tráfico de armas", disse o Vaticano.

A reunião com o presidente do Irã vem depois de as Nações Unidas e a União Europeia determinarem que as sanções econômicas impostas à nação poderiam ser suspensas depois de cumpridos os regulamentos para seu programa nuclear.

O Ministro dos Negócios Estrangeiros da Itália, Paolo Gentiloni disse à CNN que ele acredita que a recente visita do líder iraniano a Roma é indicativo da tentativa do Irã em restaurar as relações com as potências mundiais.

"Eu acho que a reunião do presidente Rouhani com o papa é um dos sinais do fato de que, após o acordo nuclear, temos a possibilidade de uma participação relevante do Irã em um quadro regional e global", disse Gentiloni.

Na sequência do recente acordo nuclear, Rouhani disse em um comunicado que o acordo foi uma "página de ouro" na história da nação.

"O acordo nuclear é uma oportunidade que devemos usar para desenvolver o país, melhorar o bem-estar da nação, e criar estabilidade e segurança na região", disse Rouhani ao parlamento, após a assinatura do acordo.

Segundo a NBC News, Israel ainda permanece desacreditado de que o acordo nuclear venha a promover alguma mudança eficiente na atitude do Irã com relação ao respeito aos Direitos Humanos e também com os países vizinhos.

Saeed Abedini

Recentemente, o Irã esteve no foco das críticas de ativistas do combate à perseguição religiosa. A "gota d'água" foi a prisão do pastor Saeed Abedini, que passou mais de 3 anos e meio detido no país e sofrendo com sessões de tortura e espancamento, que visavam forçá-lo a negar sua fé cristã.

A libertação de Saeed não chegou a ser um colocado na negociação deste novo acordo nuclear.

Guiame

"Eu tive de presenciar execuções", diz pastor Saeed Abedini em entrevista

Saeed foi entrevistado por Greta van Susteren da Fox News e revelou detalhes sobre sua prisão
O pastor Saeed Abedini falou na última segunda-feira, 25, com a Fox News. Em uma entrevista exclusiva com Greta van Susteren ele falou sobre a sua libertação da prisão iraniana. Ele disse que um dos momentos mais memoráveis que ele teve foi quando ficou diante de um juiz iraniano para ouvir suas acusações.

"Ele me perguntou: você sabe por que você está aqui? Eu respondi: sim, eu estou aqui por causa da minha fé cristã. Ele disse: você está aqui porque você quer usar o cristianismo para remover governo e eu respondi que não queria fazer isso: eu só vim aqui para iniciar um orfanato, amar as pessoas e compartilhar o evangelho, apenas isso", comentou na entrevista. O juiz gritou para Abedini quando ele disse que iria orar pelo juiz. “Depois de dez minutos me levaram de volta para a prisão”, disse.

"Uma vez, eles me bateram muito porque queriam que eu escrevesse algo que eu não queria", disse à Fox News. Ele também foi ameaçado de morte e teve de presenciar várias execuções. "A pior coisa que vi foi quando eles tomaram alguns sunitas para execução, ele estava na frente de nossos olhos, e tomaram uns dez deles para pendurar toda quarta-feira. Foi muito difícil pra mim”, relatou.

O pastor também foi questionado sobre o que ele fazia na prisão. “Eram momentos bem ruins, principalmente quando eu estava em uma solitária, porque não se tem nada para fazer. Então eu passava a maioria do tempo orando”, disse. “Dia após dia por horas e horas eu orava. Foi um tempo maravilhoso com o Senhor. Era só eu, Ele e a cela”.

Guiame

Associação Billy Graham recepciona pastor Saeed Abedini em volta para casa

Após quase três anos em prisão no Irã, pastor é libertado
O pastor Saeed Abedini recentemente foi libertado da prisão no Irã, como parte de um acordo dos governos do Irã e dos Estados Unidos. Ele passou pela Alemanha, onde teve acompanhamento em um hospital militar dos EUA e encontrou-se com Naghmeh, sua esposa. Agora voltou para casa.

Durante a maior parte do tempo em que esteve na prisão,Abedini ficou na solitária. Por várias vezes ele conseguiu enviar mensagens para a família, relatando que sofria tortura e uma grande pressão para negar Jesus. Ele nunca cedeu e ainda dava testemunho de fé aos demais presos.

Sua chegada aos Estados Unidos está envolvida em polêmica após sua esposa ter revelado, em novembro de 2015, que o casal tinha sérios problemas conjugais.

Quando seu avião pousou na América, Saeed foi calorosamente recebido por sua família e também por Franklin Graham, um dos líderes cristãos que mais lutou pela sua libertação.

O site Gospel Herald revela que o pastor só foi liberto após quase um ano de negociações secretas. Ele e outros cidadãos americanos presos no Irã fazem parte de acordos que aproximaram as duas nações após a assinatura do acordo nuclear.

“Por favor, orem por nós. Vamos passar semanas ou possivelmente meses buscando restauração como família e recebendo aconselhamento”, escreveu Naghmeh Abedini em um post no Facebook.

Franklin Graham, atual presidente da Associação Evangelística Billy Graham revelou que o pastor iraniano-americano irá passar algum tempo com a esposa e os dois filhos no Centro de Treinamento Billy Graham, na Carolina do Sul. O local é utilizado para retiro de pastores.

“Nenhum de nós sequer imagina ou pode compreender o que Saeed sofreu após ser preso no Irã por causa de sua fé cristã”, afirmou Franklin, em um comunicado à imprensa.

O caso de Abedini ajudou a mostrar ao ocidente a realidade da perseguição aos cristãos, especialmente no Oriente Médio. Sua família emitiu uma nota dizendo “Nós queríamos dizer muito obrigado a todos vocês por terem orado e ter chorado com a gente, assinado petições e pressionaram o governo. Obrigado por ter apoiado a nossa família durante esta jornada difícil”.

No Brasil, a campanha pela libertação de Saeed foi muito divulgada pelo deputado federal Marco Feliciano (PSC/SP). Em seu Facebook, Feliciano comemorou a libertação de Saeed que nasceu no Irã, mas se converteu nos EUA e acabou recendo cidadania americana.

Ele viajava constantemente para sua terra natal para pregar o evangelho. Especulava-se que ele seria condenado a morte, por ter cometido o crime de apostasia (abandono do Islã).

GospelPrime

Liberdade é como 'nascer de novo', diz pastor preso no Irã em 2012

Reprodução

O pastor de origem iraniana que se converteu do Islã para o Cristianismo foi condenado a oito anos de prisão no Irã, em 2012. Ele foi libertado em 16 de janeiro deste ano como parte de uma troca de prisioneiros.

"Hoje foi como o meu primeiro dia de vida, então... Eu nasci de novo", disse o pastor a Jay Sekulow, seu advogado, que já trabalhou em sua libertação, em nome do Centro Americano de Lei e Justiça.

Liberdade é como "nascer de novo, novamente", disse ele em um telefonema.

Abedini esteve na Alemanha desde a sua libertação, mas é esperado para retornar aos Estados Unidos nesta quinta-feira, 21. Sua família foi avisada que, embora ele esteja fisicamente em boa saúde, seu bem-estar mental e emocional sofreu bastante.

"Foi uma longa jornada para levá-lo de uma prisão iraniana à liberdade", disse Robert Pittenger, um congressista norte-americano que fez campanha pela liberdade de Abedini. "Mas, como é o caso de todos os ex-reféns, é uma longa viagem de volta a uma vida. Aqui, ele está dando o primeiro passo de um longo caminho. É uma recuperação muito desafiadora", disse.

"Seus filhos querem seu pai de volta", disse Pittenger. "Mas seu pai é um homem diferente do que ele era quando ele entrou naquela prisão", ressaltou.

Embora aqueles considerados "cristãos étnicos", como armênios ou assírios, estão autorizados a praticar a sua fé no Irã, o governo é especialmente intolerante com aqueles que se convertem ao cristianismo. Eles são proibidos de orar em igrejas públicas. Isto é uma das razões por que Abedini, um ex-muçulmano, foi tratado com severidade.


Confira o vídeo onde Abedini fala com Sekulow clicando no vídeo abaixo:



Guiame

Irã guarda um dos mais antigos manuscritos da Bíblia

Vaticano ofereceu cheque em branco pelo documento
Quanto vale o manuscrito do livro Atos dos Apóstolos? O Vaticano já ofereceu um cheque em branco pelo exemplar que pertence à Biblioteca Central de Tabriz, localizada no Irã.

O livro foi escrito em siríaco, língua falada no século 1 d.C. que deu origem a língua árabe. O exemplar é uma verdadeira relíquia feita em pele de peixe.

Por isso a Igreja Católica está disposta a pagar o que for para ter este livro, segundo informou aos jornais locais, Manuchehr Jafari, responsável pela organização das bibliotecas públicas da província do Azerbaijão Oriental.

“Representantes do Vaticano propuseram, em diversas ocasiões, comprar o manuscrito à Biblioteca Central de Tabriz e estavam prontos para oferecer um cheque em branco”, disse.

Mas o Irã tem se recusado a vender por conta do valor material e espiritual do livro que, segundo o jornal espanhol El Mundo, chegou a servir de garantia à moeda iraniana em tempos muito antigos.

O dono do manuscrito chegou a tentar vendê-lo, isso há 80 anos, mas o governo iraniano não permitiu que o livro deixasse o país. Foi então que o manuscrito de Atos dos Apóstolos foi guardado na Biblioteca Central de Tabriz.

Apesar das centenas de anos desde sua escrita, o estado de conservação do livro é impressionante, mantendo a tinta preservada da forma como foi estampada no texto.

Especialistas asseguram que o manuscrito foi restaurado pela última vez há 800 anos, porém ninguém sabe quando ele foi redigido e nem como foi levado ao Irã.

Por muito tempo se acreditou que era um conjunto de livros sagrados, os muçulmanos acreditaram que eram livros inspirados por Deus antes do Corão, mas peritos europeus conseguiram desvendar que se tratava de uma parte do Novo Testamento.

Só não é possível dizer que temos um livro fiel ao que lemos na Bíblia, pois há poucos especialistas no mundo com conhecimento na língua siríaca que possam dizer se o livro está ou não em conformidade com o livro de Atos, que foi redigido em grego koiné, ou helênico. 

Com informações Público

Iraniano conta como aceitou a Cristo e como suporta a perseguição

Ele afirma que ficar desempregado por causa da fé é um tipo de perseguição religiosa que teve que enfrentar
Ali é mais um dos iranianos que teve a vida transformada através de uma evangelização individual. Ele conheceu um cristão nas ruas, enquanto ‘aproveitava’ a vida em baladas, bebedeiras e curtições. Embora sua conversão tenha sido um pouco diferente de tantas outras que se costuma ver normalmente, dentro de igrejas ou cultos secretos em lares, a transformação de Ali começou em frente à TV, durante um programa cristão, exibido via satélite.

O programa foi uma indicação do cristão que Ali conheceu. Durante o tempo em que ele acompanhou o programa, conseguiu compreender a Bíblia e sua história de redenção. Durante uma oração e um apelo feito pelo líder cristão, apresentador do programa, Ali aceitou a Cristo como Salvador.

"Falei desse evangelho para os meus amigos e testemunhei da transformação que experimentei em minha vida. Alguns deles aceitaram e hoje são meus irmãos em Cristo. Mas como eu evangelizei dentro do meu ambiente de trabalho, contaram para o meu chefe e eu fui despedido", diz ele.

Ele afirma que ficar desempregado por causa da fé é um tipo de perseguição religiosa que teve que enfrentar. "Fiquei chocado, porque meu chefe sempre gostou muito de mim, mas decidiu me despedir sem nenhuma explicação. 

Ele preferiu manter viciados em drogas, que eram alguns amigos que eu estava evangelizando, do que ter um cristão dentro da empresa. Mas foi isso o que aconteceu quando o povo preferiu libertar Barrabás e não a Jesus, e essa passagem da Bíblia me sustenta. O povo rejeitou meu Salvador, e quem sou eu para ser bem tratado em meio aos ímpios?", finaliza o novo cristão.

Fonte Portas Abertas
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