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O que algumas religiões dizem sobre o destino dos animais após a morte?

Antes de tudo, devemos informar nesse artigo que a notícia de que o Papa Francisco teria consolado um garotinho que havia acabado de perder seu cão, dizendo que todos os animais vão para o céu, é falsa.

O que correu o mundo foi que ele teria dito “O paraíso está aberto a todas as criaturas de Deus”. Mas ele não disse nada disso.Grandes e sérios sites de notícias do mundo inteiro repassaram a informação sem se certificar se ela era mesmo verdadeira. O The New York Times, por exemplo, publicou a matéria com o dado falso, mas no dia seguinte atualizou a notícia reconhecendo o erro.

Na realidade, foi tudo um mal entendido, pois existe sim uma versão dessa citação que foi proferida por um Papa. Porém, isso aconteceu há décadas atrás, sendo dito por Paulo VI (que morreu em 1978) a um menino durante o seu papado. Não há nenhuma evidência de que Francisco repetiu as palavras durante a audiência pública em 26 de novembro, como tem sido amplamente relatado, nem mesmo estava lá um menino de luto por seu cãozinho morto. O que levou aos boatos foi que o tema da audiência naquele dia se centrava no Fim dos Tempos e na transformação de toda a criação em um novo céu e uma nova Terra.

Segundo o site Crux, o Papa Francisco citou São Paulo, do Novo Testamento, dizendo que não é “a aniquilação do cosmos e de tudo o que nos rodeia, mas a propositura de todas as coisas para a plenitude do ser".

O tema desencadeou uma extensão do assunto proposta pelo periódico italiano Quotidiano, supondo se uma criação renovada leva a questão de saber se os animais também vão para o céu.

A disseminação do boato
Então o periódico afirmou que o Papa teria falado “um dia vamos ver nossos animais de estimação na eternidade de Cristo", citando como frase de Paulo VI quando consolou um menino anos atrás e não de Francisco. O problema é que o título só constava como “Paraíso para os animais? O Papa não descarta isso”, sem especificar qual Papa era.

E daí para a história que o Papa Francisco teria dito sobre os animais no céu foi um pulo. No dia seguinte, 27 de novembro, o Corriere della Sera deu a manchete: “O Papa e os animais de estimação: ‘o paraíso está aberto a todas as criaturas’”. E então, a notícia se espalhou pelo mundo como se Papa Francisco tivesse falado sobre os animais no céu.

Na correção, o New York Times explica que o Papa apenas teria dito: “a Sagrada Escritura nos ensina que a realização deste projeto maravilhoso também afeta tudo ao nosso redor”. Por outro lado, em 1990, o Papa João Paulo II disse que os animais têm alma. Como se vê, não existe um acordo sobre essa questão na Igreja Católica. E como isso é tratado nas outras religiões?

O céu e os animais em outras crenças
De acordo com um artigo de Adam Epstein, do Quartz, os mórmons, por exemplo, têm uma posição esclarecida sobre o assunto, declarando que obviamente os animais podem ir para o céu. Já o islamismo não tem nenhuma resposta muito clara sobre o tema. Segundo o Islã, todas as almas são eternas, o que pode se incluir aí as dos animais.

A questão é que, para chegar ao paraíso (Jannah), todos os seres devem ser julgados por Deus (Allah) no dia do juízo final e alguns estudiosos muçulmanos dizem que os animais não são julgados da mesma forma como os seres humanos. Já outros dizem que eles são julgados, mas não há um conceito sobre o que exatamente acontece com eles depois.

E como será que é na religião de Buda? Bem, o budismo diz que entre os reinos um ser pode renascer, sendo que existem vários "céus", embora eles não sejam lugares permanentes. Eventualmente, o ciclo começa novamente e se renasce em outro lugar e isso continua até o Nirvana.

A religião budista também vê os animais como sencientes assim como os seres humanos, ou seja, são capazes de sofrer ou sentir prazer e felicidade. Dessa forma, o budismo diz que os seres humanos podem ainda renascer como animais e os bichos também podem renascer como humanos. Portanto, para eles, a questão se os animais vão ou não para o céu não se aplica, pois os bichos e os seres humanos já estão todos interligados de certa forma.

Hinduísmo e judaísmo
Ainda segundo o artigo do Quartz, o hinduísmo também descreve um tipo de reencarnação, em que a alma eterna de um ser renasce em um plano diferente após a morte, continuando esse processo até que a alma seja libertada. Para os hindus, os animais têm alma, mas a maioria dos estudiosos diz que elas evoluem para o plano humano durante o processo de reencarnação.

Então, assim como na religião budista, no hinduísmo os animais são uma parte do mesmo ciclo de “vida-morte-renascimento” que os seres humanos, mas em algum momento eles deixam de ser animais e suas almas entram em corpos humanos para que possam estar mais perto de Deus.

No judaísmo, não há um conceito claro sobre se o céu ou o inferno existem. Há vários lugares mencionados nos textos judaicos que parecem ter semelhança com eles, mas são difíceis de analisar. Por essa mesma razão, não há uma visão clara do judaísmo sobre se os animais vão ou não para alguns desses lugares. Alguns rabinos dizem que sim, outros dizem que não.

No entanto, o curioso é que o judaísmo afirma claramente que os animais têm alma. Os judeus mantêm a sua forma de alimentação chamada kosher, em que certos tipos de bichos não são autorizados para consumo como porco, coelho, caranguejo, camarão e também sangue de nenhum tipo, nem em carnes mal passadas. Eles acreditam que o sangue representa a essência do ser.

Por isso, nos animais que são permitidos, é necessário um ritual específico de abate para que ele possa ser consumido pelos judeus. No entanto, não há um consenso sobre o que é uma "alma" animal e se é tão importante ou tão divina quanto uma alma humana.

Fonte(s) Adam Epstein/Quartz/Crux/MEGACURIOSO

Pedra escrita pelo anjo Gabriel é exposta em Israel

O inscrito narra uma conversa entre o anjo e um profeta não identificado
O Museu de Israel está expondo peças sobre o anjo Gabriel e tem como objeto central da mostra uma pedra escrita no século 1º antes de Cristo supostamente assinada pelo próprio anjo que inicia sua fala se apresentando como “Eu sou Gabriel”.

A peça recebeu o nome de “Pedra da Revelação de Gabriel” que pela primeira vez está sendo exposta ao público. Encontrada próximo ao Mar Morto em 2007, o achado tem 87 linhas de texto escrito em hebraico, narrando uma conversa entre o anjo e algum profeta não identificado.

Os estudiosos traduziram que as últimas palavras escritas anunciavam que no terceiro dia aconteceria algo que não foi possível discernir porque a tinta se apagou.

Muitos teólogos que tiveram acesso ao objeto acreditam que Gabriel anunciava a ressurreição de Jesus Cristo.

O Anjo Gabriel tem muita importância para as três principais religiões monoteístas: ao judaísmo por ter revelado o sonho a Daniel, ao islamismo por ter ditado os escritos do Corão e ao cristianismo por ter revelado que Maria estava gerando o Filho de Deus.

E exposição do Museu de Israel foi noticiada pelo Jornal Nacional, assista:

Gospel Prime

Hoje é o Yom Kippur, o dia mais sagrado do ano no judaísmo

Israel parou para comemoração do Dia do Perdão
Yom Kippur é o dia mais importante do calendário judaico. É o Dia do Perdão ou Dia da Expiação, também conhecido como o Sábado dos Sábados. Mais pessoas vão ao templo durante Yom Kippur do que qualquer outro feriado. A data hebraica é 9 e 10 do mês de Tishrei, ano de 5773. No calendário ocidental é comemorado entre o pôr do sol de 25 de setembro e o ao anoitecer do dia 26.

A data marca o fim dos “dias de terror”, um período de 10 dias de teshuvá (literalmente “voltar”, sinônimo para arrependimento) que começou com o Rosh Hashaná, o Ano Novo.

Durante esses dias, os judeus buscam o perdão dos amigos, família e colegas de trabalho, um processo que começa com o Tashlich, que simboliza o abandono dos pecados, mostrado tradicionalmente jogando pão em um copo de água. Durante o Yom Kippur, os judeus tentam consertar sua relação com Deus. Isto é feito, em parte, com a recitação do Vidui, uma confissão pública de pecados.

O feriado tem um longo programa de orações, além da abstinência de alimentação, bebidas e intimidade sexual. O Livro de Jonas é lido durante as orações da tarde do Yom Kippur. O feriado inclui uma reunião de oração chamada Ne’ilah, que é um apelo final de arrependimento antes que os portões do céu simbolicamente se fechem. O Ne’ilah precede o sopro do shofar e o final do jejum.

Apesar de ser caracterizado pelo jejum e orações de arrependimento, na verdade, é considerado o dia mais alegre do ano judaico, porque comemora o perdão de Deus do pecado de adoração do Bezerro de Ouro. É considerado um tempo para começar de novo espiritualmente.

Nesta terça-feira (25) Israel parou. O espaço aéreo foi fechado e o transporte público foi interrompido. Neste ano, a data é comemorada em meio à forte tensão e às especulações de um ataque contra as usinas nucleares do Irã em breve.

Shlomo Amar, rabino-chefe de Israel, disse à Rádio de Israel que os israelenses deveriam pedir no Yom Kippur para que os inimigos de seu país fiquem longe e sejam contidos.

Traduzido de Huffington Post
Gospel Prime

16 de Setembro - Dia do Ano Novo Judaico

Segundo o calendário judaico, a partir do anoitecer do dia 16 de setembro de 2012 inicia-se o ano 5773. Para os judeus, é tempo de refletir e se arrepender dos pecados. Ao invés de brindar com champanhe e pular sete ondas, eles preferem se focar na introspecção e na reflexão. O Ano Novo é chamado de Rosh Hashaná, dia em que Deus criou o mundo.

O Rosh Hashaná acontece, geralmente em setembro, pois a contagem dos anos no judaísmo é feita pelo calendário lunar. O ano lunar tem 354 dias, portanto faltam 11 para os 365 contados normalmente. Para ajustar, se convencionou que alguns anos têm um mês a mais no calendário judaico. O primeiro mês do ano é chamado de Tishrei, palavra que remonta ao período de 586 a.C. a 536 a.C., quando Jerusalém foi destruída pelos babilônios e os judeus foram forçadamente exilados para a região mesopotâmia. Ali eles desenvolveram o calendário de 12 meses – que às vezes ganha um mês extra para o ajuste com o calendário tradicional.

Um dos símbolos mais importantes do Rosh Hashaná é o shofar, instrumento feito de chifre de carneiro que é tocado na data e remonta à época em que os judeus eram nômades. Outra característica do shofar é que ele soa como um alarme, que chama à reflexão e à consciência adormecida.

Datas judaicas importantes nos próximos anos, iniciando sempre ao anoitecer do primeiro dia mencionado:


Pessach
2013: 25/03 a 02/04
2014: 14/04 a 22/04
2015: 03/04 a 11/04

Rosh Hashaná
2012: 16/09 a 18/09 – ano 5773
2013: 04/09 a 06/09 – ano 5774
2014: 24/09 a 26/09 – ano 5775
2015: 13/09 a 15/09 – ano 5776

Yom Kippur
2012: 25/09 a 26/09
2013: 13/09 a 14/09
2014: 03/10 a 04/10
2015: 22/09 a 23/09

Hanukkah
2012: 08/12 a 16/12
2013: 27/11 a 05/12
2014: 16/12 a 24/12
2015: 06/12 a 14/12

Costumes
Tradicionalmente, na noite do Rosh ha Shaná os judeus vão à sinagoga rezar.

Ao final das orações, as famílias se reúnem em volta de mesas de jantar com diversas comidas típicas da ocasião.
Vários alimentos simbólicos são ingeridos na refeição da primeira noite de Rosh ha Shaná, e um pedido é recitado para cada alimento. Este costume é baseado em um ensinamento talmúdico: "Presságios são significativos; por isso cada pessoa deveria comer no início do ano abóboras, beterrabas, tâmaras e alhos-poró."


Maçã
Mergulhamos uma fatia de maçã doce no mel, recitamos a bênção da fruta (Borê Peri Haêts) e falamos: "Yehi ratson milefanêcha shetechedêsh alênu shaná tová umetucá".
"Possa ser Tua vontade renovar para nós um ano bom e doce ".

Chalot
As chalot servidas em Rosh Hashaná são redondas, símbolo de continuidade e eternidade, como o círculo que não tem começo nem fim; sem ângulos, nem arestas, um pedido para um ano sem conflitos. Costuma-se mergulhar o pão no mel em vez do sal habitual, em todas as refeições desde Rosh Hashaná até o sétimo dia de Sucot.

Mel
O valor numérico da palavra "dvash" (mel) equivale ao valor de "Av Ha'Rachamim" (Pai Misericordioso): assim o mel representa a esperança de que a sentença decretada pelo Supremo Juiz seja amenizada pela Sua compaixão.

Frutas e alimentos especiais
É costume comer carne e vinho doce ou qualquer bebida doce nesta refeição, para ter um ano farto e doce. Na segunda noite de Rosh Hashaná, imediatamente após o kidush, costuma-se ingerir uma fruta nova, a primeira vez que comeríamos nesta estação, a fim de pronunciarmos a bênção de Shehecheyánu.

Há quem costume recitar uma prece especial (Yehi ratson) antes de ingerir qualquer um dos seguintes alimentos. Conforme o costume Chabad, Yehi ratson só é recitado ao ingerir a maçã com mel.

Os sefaradim colocam no centro da mesa uma cesta (Traskal) contendo diferentes espécies de frutas que contém muitas sementes, para que as boas ações sejam numerosas no ano vindouro além de alimentos especiais entre os quais maçã, alho poró, acelga, tâmara, abóbora ou moranga, feijão roxinho, romã, peixe e cabeça de carneiro (que pode ser substituída por língua de boi ou cabeça de peixe). Antes de ingerir cada um dos nove alimentos recita-se um "Yehi Ratson" especial.

Alho-Poró
"Yehi Ratson milefanêcha sheyicaretu oyvêcha vessoneêcha, vechol mevacshê raatênu". "Possa ser Tua vontade que sejam exterminados Teus inimigos e Teus oponentes e todos aqueles que querem nosso mal".

Acelga
"Yehi Ratson milefanêcha sheyistalecu oyvecha vessoneêcha, vechol mevacshê raatênu". "Possa ser Tua vontade que sejam removidos Teus inimigos e Teus oponentes e todos aqueles que querem nosso mal".
Tâmara
Costuma-se ingeri-la para que acabem nossos inimigos (em hebraico, yitámu, parecido com tamar). "Yehi Ratson milefanêcha sheyitámu oyvecha vessoneêcha, vechol mevacshê raatênu". "Possa ser Tua vontade que sejam consumidos Teus inimigos e Teus oponentes e todos aqueles que querem nosso mal".

Abóbora, moranga ou cenoura
A palavra "mern", em yidish, pode ser traduzida como "cenoura" e também como "se multipliquem". Por isto comemos cenoura - para que os méritos se multipliquem. "Yehi Ratson milefanêcha sheticrá rôa guezar dinênu, veyicareú lefanecha zechuyotênu". "Possa ser Tua vontade que o decreto ruim de nossa sentença seja rasgado em pedaços, e que nossos méritos sejam proclamados perante Ti".

Feijão roxinho
"Yehi Ratson milefanêcha sheyirbu zechuyotênu".
"Possa ser Tua vontade que nossos méritos se multipliquem".

Romã
Costuma-se ingerir em sinal para que aumentem nossos méritos como os caroços da romã. Há uma explicação que a romã possui 613 caroços - o número das mitsvot da Torá.
"Yehi Ratson milefanêcha sheyirbu zechuyotênu carimon".
"Possa ser Tua vontade que nossos méritos cresçam em número como [as sementes] da romã".

Peixe"
Yehi Ratson milefanêcha shenifrê venirbê cadaguim; vetishgach alan beená pekichá". "Possa ser Tua vontade que nós nos frutifiquemos e nos multipliquemos como peixes; e cuida de nós com olho aberto [atentamente]".

Cabeça de carneiro, língua ou peixe com cabeça
Costuma-se ingerir um destes alimentos para que sejamos cabeça e não cauda:
- de carneiro, para lembrar o mérito do sacrifício de Yitschac que foi substituído por um carneiro.
 
- de peixe, para que o ser humano se multiplique como os peixes.
"Yehi Ratson milefanêcha shenihyê lerosh velô lezanav".
"Possa ser Tua vontade que sejamos como a cabeça e não como a cauda".


Ingredientes que devem ser evitados
Não se come nada temperado com vinagre em Rosh Hashaná ou raiz forte para não ter um ano amargo. Nozes também não devem ser ingeridas nestes dias. Um dos motivos é porque as nozes provocam pigarro que pode atrapalhar as orações do dia; outro motivo é que o valor numérico da palavra egoz (noz) corresponde ao da palavra chet (pecado) sem o alef.

Fonte:Beit Chabad/portoweb

Recife tem Muro das Lamentações e recebe 1,5 mil pessoas por mês

O local já foi a Primeira Sinagoga das
Américas e hoje funciona como museu
As paredes da Primeira Sinagoga das Américas, a Kahal Zur Israel, localizada em Recife, Pernambuco, estão sendo usadas como Muro das Lamentações. Mensalmente cerca de 1,5 mil pessoas passam por ali e depositam seus bilhetes com pedidos de oração nas frestas das paredes que não foram rebocadas.

Desde de 2002 o local funciona como museu, mas muitos visitantes reconhecem a sacralidade do local que funcionou como sinagoga entre 1636 e 1654.

A história do local remete ao tempo em que a capital pernambucana era ocupada por holandeses. Kahal Xur Israel foi construída por judeus portugueses que se refugiaram na Holanda durante a Santa Inquisição e quando chegaram ao Brasil construíram a Kahal Kadosh Zur Israel, que significa Santa Congregação Rochedo de Israel.

Interior da sinagoga Kahal Zur Israel.

Quem visita o museu ciente de sua importância religiosa e histórica deixa ali uma mensagem que só é retirada pelos funcionários se vier a cair no chão. A gestora do local que abriga o Arquivo Histórico Judaico de Pernambuco, Tânia Kaufman, confirmou ao Estadão que ninguém lê esses bilhetes, garantindo a privacidade dos fiéis.

O costume de deixar pedidos de oração no muro faz com que o espaço seja comparado com o Muro das Lamentações de Israel onde milhares de pessoas fazem suas súplicas pedindo ou agradecendo por bênçãos alcançadas. O muro que é famoso mundialmente é na verdade o resquício da antiga muralha que cercava o Templo de Jerusalém e que foi destruída pelos romanos nos anos 70 d.C..

Gospel Prime

Número de judeus que seguem a Jesus passa de um milhão

Judeus messiânicos nunca foram
tão numerosos
Joel Chernoff é o CEO da “Messianic Jewish Alliance of America” [Aliança Judaica Messiânica da América]. Em entrevista recente ao The Jewish Journal, ele afirmou que existem hoje cerca de 800 congregações judaicas messiânicas no mundo. Considerando que em 1967 não existia nenhuma, sem dúvida é um impressionante crescimento.

“O judaísmo messiânico é a corrente judaica que cresce mais rapidamente desde 1967″, diz Joel. Ele calcula que existem mais de um milhão de judeus messiânicos: “Os judeus estão-se tornando crentes em Yeshua” - disse ele, referindo-se a Jesus. Ele baseia suas afirmações no censo realizado junto à população judaica.

Chernoff explicou que “a corrente principal dos líderes judeus contesta, dizendo que o judaísmo messiânico não é parte do judaísmo… Segundo o rabino presidente da União do Judaísmo Reformado, o judaísmo messiânico ”é construído sobre uma mentira”.

Mas o CEO ressaltou “Mesmo que essa linha divisória entre evangélicos e judeus messiânicos possa ser distinta em outros países, em Israel ela tem se enfraquecido à medida que o país se esforça por conseguir todo apoio político que puder… As congregações messiânicas são compostas na sua grande maioria por judeus vindos de todos os ramos do judaísmo tradicional, mas também há pessoas oriundas de diversas denominações evangélicas”.

Por isso, algumas congregações são formadas por judeus e gentios que cultuam conjuntamente, num misto de igreja e sinagoga. Essa aproximação e crescimento, segundo o movimento messiânico eram previstas “A conversão recente de tantos judeus ao Messias Jesus é mais um sinal evidente de que as promessas de Adonai para o Seu povo estão se cumprindo nestes últimos dias. O Senhor prometeu que muitos se iriam voltar para Ele, formando o “remanescente” para o qual o Messias muito em breve virá!”.

Chernoff explicou que as congregações messiânicas preocupam-se com Israel. Ao longo dos últimos 10 anos, a Aliança Judaica Messiânica calcula que eles já contribuíram com US$ 100 milhões para diferentes projetos. No entanto, ele observa, os judeus messiânicos não estão autorizados a compartilhar sua fé com os israelenses, embora o governo aprecie e estimule esse apoio.

No entendimento dos messiânicos, o mundo está enfrentando sua quarta guerra mundial, que ocorre sem alarde. Trata-se de um conflito religioso entre o mundo livre e o mundo islâmico fundamentalista que acredita na dominação do mundo pela jihad [guerra santa].

O líder da Aliança Judaica Messiânica acredita que a crescente aproximação atual entre o cristianismo e o judaísmo, depois de quase 2.000 anos de inimizade é “um dos sinais críticos dos tempos fatídico em que estamos vivendo e um raio de luz que atravessa a escuridão que emana do Irã, Al Quaeda, o Hezbollah e o Hamas… Os cristãos estão divulgando o chamado que Deus permanece fiel à Sua aliança inicial com Israel, e que a profecia bíblica continua sendo cumprida através do povo de Israel que estão vivendo na terra prometida”.

Mesmo assim, há uma grande resistência por parte dos ortodoxos, que temem que grupos cristãos tentem usar essa proximidade para converter os judeus ou forcem uma unificação teológica entre judaísmo e cristianismo. Porém, os líderes do movimento messiânico ressaltam que “nesses tempos proféticos fica cada vez mais evidenciada uma onda sem precedentes de amor cristão pelo povo judeu”.

Traduzido e adaptado de Jewish Journal
Via Gospel Prime

Israel celebra o “Dia de Jerusalém”

Milhares de pessoas foram comemorar nas ruas, mas palestinos fizeram tumulto protestando contra a ocupação da Cisjordânia
No último domingo (20) as ruas de Jerusalém foram tomadas por milhares de pessoas que comemoram os 45 anos da conquista da parte oriental da cidade. Chamado de o “Dia de Jerusalém” foi marcado pela “marcha das bandeiras” que percorreu várias ruas de Jerusalém Oriental em um ato que exalta o sionismo.

O início da manifestação aconteceu na zona de residência do primeiro-ministro, Benjamim Netanyahu, e cerca de 30 mil pessoas foram se juntado ao longo do percurso que acabou no Muro das Lamentações.

Em 1967 chegava ao fim a “Guerra dos Seis Dias” que fez com que a parte oriental da Terra Santa fosse anexada à parte ocidental depois de seis dias de guerra com países árabes, entre eles, Egito, Síria, Jordânia e os aliados Iraque, Kuwait, Arábia Saudita e outros países que nunca aceitaram o fato de Israel passar a ter controle sobre a Cisjordânia e o lado leste da cidade.

Sobre essa unificação, o Netanyahu discursou falando que seu país nunca vai aceitar dividir a cidade outra vez. “Aqui, há 45 anos, o coração unificado do nosso povo se pôs a pulsar com toda a sua força. E nosso coração nunca mais estará dividido”.

Em memória das vítimas que morreram no combate que aconteceu no Monte Herzl uma cerimônia foi realizada, mas um dos principais negociadores palestino, Saeb Erakt, chegou a se colocar contra a passeata denunciado que o evento colocava nas ruas extremistas israelenses.

“O governo israelense permite a milhares de extremistas marchar pela Cidade Ocupada e ameaçar civis palestinos, proibindo que palestinos tenham acesso a hospitais, escolas, comércio, igrejas e mesquitas de Jerusalém”, criticou.

Ao longo do percurso a polícia, que estava preparada para evitar qualquer tumulto, precisou prender 15 pessoas, entre elas dez palestinos que tentaram atacar os manifestantes e cinco israelenses que gritaram frases racistas.

Com informações Veja
Via Gospel Prime

Universidade oferece curso de hebraico on-line

É possível fazer cinco módulos que vão ensinar a língua de Jesus e de Davi através de estudos bíblicos
A Universidade Hebraica de Jerusalém, em colaboração com a eTeacher está disponibilizando um curso de hebraico antigo, língua falada por Jesus e Davi, através de um curso on-line. Quem tem o desejo de estudar os textos do Antigo Testamento nessa língua e assim aprofundar seus conhecimentos poderá contar com essa ferramenta.

O curso está disponível no site eTeacher Group e tem cinco níveis, começando do básico para quem não tem nenhum conhecimento de hebraico até turmas com estudantes mais avançados nessa linguagem.

As aulas do
eTeacherBiblical.com são ministradas ao vivo, através da internet, sempre juntando turmas pequenas com sete ou oito estudantes. O curso é voltado para a leitura da Bíblia na língua hebraica por meio de um processo educacional onde o aluno aprende não só a linguagem como também a história.

No final do curso, os estudantes terão conhecimento profundo do hebraicoantigo, aprendendo a gramática, a sintaxe, o vocabulários e até mesmo a interpretação de textos que serão abordadas no cursos de níveis superiores.

A Universidade Hebraica de Jerusalém oferece esse curso on-line de hebraico desde janeiro de 2010 incluindo essa disciplina entre as oficiais ministradas pela instituição. A eTeacher é a única empresa de aprendizado on-line proporcionado pela Universidade Hebraica, uma instituição renomada (uma das 70 melhores do mundo) com mais de 91 anos de existência.

O idioma hebraico é um dos mais antigos e fascinantes e seu significado vai além da tradução de qualquer outro idioma, por isso é importante conhecê-lo para estudar a Bíblia em sua língua original.

Para saber mais sobre o curso acesse o site:
eTeacherbiblical.com

Fonte Gospel Prime

Semana Mundial pela Paz na Palestina e Israel conta com apoio de lideranças evangélicas

Serão sete dias de oração e ações para conscientizar
 que é necessário implantar projetos que promovam
a paz e a justiça naquela região
Durante uma semana instituições evangélicas se uniram com outras congregações para orar pela paz na Palestina e em Israel. O evento é internacional e no Brasil recebe apoio de líderes proeminentes como Ariovaldo Ramos.

Esse ano a Semana Mundial pela Paz na Palestina e Israel vai acontecer entre os dias 28 de maio e 3 de junho. Nesse período as igrejas no mundo enviarão um sinal claro aos políticos dizendo que o acordo de paz é uma necessidade urgente para aquela região.

Para enviar esse recado serão organizados três eixos de atividades: O primeiro é orar e reunir os membros para se ocuparem em oração em favor da paz na Palestina.

Já o segundo passo será educar sobre as ações que contribuem para que a paz seja uma realidade na região que vive em conflitos políticos e religiosos. E em terceiro lugar será sensibilizar os políticos para que tomem medidas que promovam a paz efetiva e a justiça.

Esse evento é promovido pelo Fórum Ecumênico Palestina/Israel e do Conselho Mundial de Igrejas. No Brasil, há diversas organizações que apoiam esse projeto como a Aliança de Batistas do Brasil, Koinonia e Evangélicos pela Justiça.

Mas não são apenas organizações religiosas que se envolvem nesse projeto, empresas e ONGs também estão participando como a CLAI Brasil, Editora Novos Diálogos, Rede FALE, Rede Ecumênica de Juventude-REJU, Aliança de Negras e Negros do Brasil-ANNEB, Eu Tenho uma Missão e outras.

Para saber mais sobre a Semana Mundial pela Paz na Palestina e Israel entre em contato através do site oficial do evento que é o
www.pazjustapalestinaisrael.org.


Fonte Gospel Prime

Encontrado em Israel selo do período do Templo de Salomão

Peça rara tem mais de 2.700 anos de idade
A Autoridade Israelense de Antiguidades anunciou a descoberta de um “selo” de mais de 2.000 anos de idade. O selo tem o nome Matanias, que em sua forma original é extremamente semelhante ao do primeiro-ministro de Israel, Netanyahu.

O selo foi achado durante escavações perto do Muro das Lamentações, edificação construída para contenção do Templo de Herodes, que foi construída sobre as ruínas do famoso Templo de Salomão.

Sua importância arqueológica é grande dada a importância do local. Especialmente em um período que estudiosos judeus são questionados publicamente por muçulmanos que afirmam que o primeiro templo nunca existiu.

A descoberta foi feita perto das ruínas de um edifício que data do final do período do Primeiro Templo. Estava abaixo da base de um antigo canal de drenagem que recentemente ficou exposto nas escavações no Jardim Arqueológico de Jerusalém.

Eli Shukron, diretor das escavações da Autoridade Israelense de Antiguidades, disse à imprensa: “O nome Matanias, assim como o nome Natanias, significa “presente para Deus”. Estes nomes são mencionados várias vezes na Bíblia. Tratam-se de nomes típicos no Reino de Judá, durante o final do período do Primeiro Templo – século VIII A.C. até a destruição do Templo, em 586 antes de Cristo”.

O nome aparece duas vezes em 1 Crônicas 25, em uma seção com a listagem de nomes hebreus a quem o rei Davi tinha designado para cantar louvores e desempenhar outras funções no Tabernáculo.

O selo de cerca de 2 centímetros de cumprimento foi descoberto no chão do antigo edifício. Um padrão de cerâmica comum naquele período também foi encontrado no local.

A gravação foi feita em uma pedra semi-preciosa e traz em hebraico o nome de seu proprietário: “Lematanyahu Ben Ho…”, que significa: “Pertence a Matanyahu filho de Ho…”). O resto da inscrição está ilegível.

As pessoas importantes daquele período usavam selos dentro de anéis para assinar cartas como uma marca de identificação pessoal.

Encontrar um selo do período do Primeiro Templo, ao pé das paredes no Monte do Templo é algo raro e muito emocionante. Esta é uma identificação indubitável de um homem chamado Matanyahu, que viveu aqui mais de 2.700 anos atrás”, comentou Eli Shukrun.

Os arqueólogos haviam decidido que toda a terra desta escavação seria bem peneirada, através de uma técnica conhecida como “peneira molhada” que permite uma identificação mais meticulosa dos materiais restantes. O curioso é que o processo foi realizado com a ajuda de milhares de crianças em idade escolar de todo Israel, no Tzurim Emek National Park. Cerca de 4.500 alunos participaram do trabalho nos últimos meses, bem como outros voluntários.
Fonte: Israel National News e Inquisitr / Gospel Prime
Via Cpad News

Pesquisa comprova que judeus têm “marca no DNA”

Autor estabelece conceito de raça
distinta dos descendentes de Abraão
Em seu novo livro, “Legacy: A Genetic History of the Jewish People” [Legado: Uma História da Genética do Povo Judeu], Harry Ostrer, médico geneticista e professor da Escola de Medicina da Faculdade Albert Einstein, em Nova York, afirma que os judeus são mais diferentes que se imaginava.

As diferenças que os judeus possuem, é uma espécie de “assinatura genética distinta”. Quando os nazistas tentaram exterminar os judeus com base em uma suposta distinção racial, muitos alegavam que isso não fazia sentido, pois os judeus não seriam uma raça e sim uma etnia.

“Quem é judeu?” tem sido uma questão fundamental para os judeus ao longo da história. O que provaria a identidade judaica? Suas diferentes crenças religiosas, práticas culturais e laços de sangue?

Os geneticistas têm consciência de que certas doenças, como câncer de mama, afetam mais os judeus. Ostrer, que também é diretor de testes genéticos no Centro Médico de Montefiore, vai mais além, afirmando que os judeus são um grupo homogêneo, podendo sim ser caracterizado como o que podemos chamar de “raça”.

Na maior parte dos 3.000 anos de história do povo judeu, o que veio a ser conhecido como “excepcionalismo judeu” não era controversa. Devido a uma tradição de isolamento cultural, e defesa do casamento apenas entre judeus garantiram a preservação de alguns traços linguísticos e culturais.

Agora, com a ciência moderna, eles não poderão mais ser vistos apenas como “tribos”.
Ostrer explica que no século 20 a genética emergiu como uma ciência fundamental. Desde os tempos de Maurice Fishberg, um médico judeu de Nova York que viveu no século passado, havia uma tentativa da medicina de se provar essa distinção.

Fishberg media o tamanho do crânio de seus pacientes e tentava explicar por que os judeus pareciam ser atingidos por algumas doenças mais do que outros grupos. Embora o mero formato do crânio forneça informações limitadas sobre as diferenças humanas, seus estudos conduziram a mais pesquisas ligando judeus à genética.

Ostrer divide seu livro em seis capítulos, que representam os vários aspectos do judaísmo: Olhando os judeus, patriarcas, genealogias, tribos, traços genéticos e identidade. Cada capítulo apresenta um importante cientista ou figura histórica que avançaram consideravelmente na compreensão do judaísmo.

“Legacy” pode causar algum desconforto a seus leitores. Para alguns judeus, a noção de um povo geneticamente relacionado é um remanescente embaraçoso do sionismo que se popularizou no final do século 19. Obviamente, sociólogos e antropólogos culturais, ainda ridicularizam o conceito de “raça”, afirmando que não existem diferenças significativas entre grupos étnicos.

Para os judeus, a palavra ainda carrega a associação especialmente odiosa com o nazismo. Eles argumentam que o judaísmo se transformou de um culto tribal em uma religião mundial reforçada por milhares de anos de tradições culturais.

Com o primeiro mapeamento de DNA da história, cerca de 10 anos atrás, os geneticistas acreditam que a diferença entre os diferentes “tipos” de seres humanos não passariam de 0,1%. Mas é bom lembrar que esse 0,1% apresenta cerca de 3 milhões de pares de nucleotídeos no genoma humano. Eles determinam, por exemplo, cor da pele ou do cabelo e suscetibilidade a determinadas doenças. Seriam como um mapa inquestionável de nossas árvores genealógicas.

Tanto o projeto do genoma humano quanto a pesquisa de doenças descartam o termo “raça”, preferindo conceitos mais neutros, como “população”. Resumia a sua essência, raça seria o equivalente a “região de origem ancestral”. Isso nunca foi objeto de disputa entre os judeus, que traçam sua origem a Abraão, que viveu a maior parte de sua vida na terra chamada hoje de Israel.

As conclusões de Ostrer demoraram décadas de sua carreira e ajudam a explicar hoje a base genética de doenças comuns e raras. Segundo ele, os judeus podem ser identificados pelas 40 ou mais doenças que os afligem desproporcionalmente, uma conseqüência inevitável da endogamia.

Ele traça inclusive a história de numerosas doenças tipicamente “judias”, incluindo três mutações genéticas do câncer de mama e de ovário que marcam os que são indelevelmente “filhos de Abraão.” Sua conclusão é simples, ser judeu não é algo determinado pela religião ou local de nascimento é uma marca genética carregada por todos que compartilham esse título.

Traduzido e adaptado de Forward
Via Gospel Prime

Judeus estão cada vez mais próximos de Jesus, afirma evangelista

Percepção atual é diferente da tendência histórica de ignorar quem Jesus foi
O colunista do site da rede CNN relatou que um número crescente de judeus estão reivindicando Jesus como um personagem importante da história de seu país.

O jornalista Richard Allen Greene escreveu em seu blog na CNN.com : “No ano passado, uma série de autores judeus, incluindo populares, acadêmico e rabínicos, enfatizaram que os judeus deveriam pensar mais sobre em Jesus. Surpreendentemente, apresentaram opiniões positivas, incentivando seus compatriotas judeus a aprenderem sobre Jesus, entendê-lo e proclamá-lo como um igual”.

O evangelista Sid Roth, que apresenta o programa de
TV com visão messiânica “É Sobrenatural!”, é um judeu messiânico. Ou seja, que acredita em Jesus como o Messias. Ele diz que o diálogo com os demais judeus sobre o assunto já mudou muito e estão longe os dias em que a comunidade não queria nem falar sobre Jesus.

A conclusão é que “eles o veem, na melhor das hipóteses, como um grande profeta ou um grande rabino”, diz Roth. “Eles negam sua divindade. Negam que ele é o Messias. Negam que ele morreu e ressuscitou dos mortos. Eles ainda não entendem as coisas direito. Entretanto, com certeza está muito melhor do que costumava ser”.

O evangelista afirma que, ao longo da história, “os judeus que não aceitaram Jesus como Messias encontraram-se na posição desconfortável e muitas vezes perigosa, de serem responsabilizados por sua morte. Em parte, a culpa é da teologia cristã padrão, a qual defende que o judaísmo foi substituído pelo cristianismo e, por isso, a aliança judaica com o divino não é mais válida desde a encarnação de Deus como Jesus e seu posterior sacrifício na cruz. Os judeus, por sua vez, sempre tentaram ignorar Jesus. Mas isso está mudando agora”.

Em seu livro “They Thought For Themselves” [Eles pensaram por si mesmos], Roth diz que Jesus é o Messias judeu e a única maneira como um judeu pode estar correto diante de Deus. Ele também recorda aos cristãos que existe um mandato para que todos compartilhem essa mensagem.

Ele lamenta “o cristão que abraça um amigo judeu, porque eles têm um laço comum de amor à nação de Israel, mas não ama esse pessoa o suficiente para arriscar falar-lhe sobre Jesus e possibilite que esse judeu possa ir para o mesmo céu que o cristão está indo”.

“Quando o templo judeu foi destruído, no ano 70, nós, os judeus, só tínhamos duas possibilidades para sermos justos diante de Deus: Ou acreditamos que Jesus é o nosso Messias, ou inventamos uma nova religião”, conclui Roth.

Roth iniciou seu programa de televisão em 1996, mostrando pessoas que experimentaram curas e milagres extraordinários, e tiveram um encontro pessoal com Deus. No final de cada programa, ele diz aos telespectadores como podem ter de fato um relacionamento íntimo com o Deus vivo, pela fé em Jesus.

Traduzido e adaptado de One New Snow
Via Gospel Prime

Israelenses relembram as vítimas do holocausto com cerimônias e atos públicos

Na oportunidade o primeiro-ministro falou sobre as ameaças do presidente iraniano de exterminar os judeus
A população israelense rememorou durante esta quinta-feira (19) o Dia do Holocausto lembrando dos 6 milhões de judeus que foram mortos por nazistas durante a Segunda Guerra Mundial.

Ao longo do dia, uma série de atos foi realizada nas instituições públicas para marcar uma das datas mais solenes do calendário judeu. Às 10h da manhã (horário local) uma potente sirene tocou sendo ouvida em todas as cidades do país. Com o aviso sonoro, todos prestaram uma homenagem em sinal de respeito, os motoristas saíram de seus carros e junto com os pedestres lembram dessa data de luto.

O Dia do Holocausto serve tanto para comemorar a criação do Estado judeu, como para lembrar que o povo não foi aniquilado como desejavam os nazistas que iniciaram a perseguição na Alemanha tirando os direitos civis dos judeus que lá viviam e completando o genocídio nos campos de concentração.

“Nossos inimigos tentaram enterrar o futuro judeu, mas acabamos renascendo na terra de nossos antepassados. Aqui, construímos nossa base e um novo começo de liberdade e esperança”, disse o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu em evento realizado na noite de quarta-feira no Museu do Holocausto.

Nesta manhã outro evento aconteceu no Museu que mantém viva a lembrança das 6 milhões de vítimas e a identidade da metade delas. Netanyahu aproveitou a oportunidade para citar as constantes ameaças de exterminar os judeus, partidas do presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad.

“Não falo do povo iraniano. Falo especificamente de Ahamdinejad. O fato do presidente do Irã ameaçar aniquilar o povo judeu e negar o Holocausto é, certamente, interpretado como uma ameaça”, disse.

Com informações Terra
Gospel Prime

Páscoa une judeus e cristãos em comemorações na Terra Santa

Católicos e protestantes na Terra Santa celebraram no último fim de semana a Páscoa, evento que relembra a ressurreição de Jesus, enquanto que judeus comemoraram desde sexta-feira(6) o Pessach, a Páscoa judaica.

Os cristãos católicos e protestantes relembram os últimos acontecimentos da vida de Jesus e em particular a ressurreição.
 
O evento da páscoa, que é originalmente uma festa judaica, marca o tempo em que Jesus morreu, foi crucificado e ressucitado ao terceiro dia, segundo os evangelhos.
 
Os fiéis da igreja ortodoxa, que seguem o calendário Juliano, marcam também a páscoa em comemorações durante uma semana.
 
Esta época também é marcada pelas peregrinações cristãs, principalmente católicas, na Terra Santa vindos de todo mundo. Muitos participam de procissão rumo à Cidade velha de Jerusalém, no setor oriental de maioria árabe. O local é ocupado por Israel desde junho de 1967.
 
Já os judeus festejam o a Pessach, uma das principais festas da comunidade judaica. A festividade recorda a saída do povo hebreu do Egito e dura sete dias a partir do pôr do sol da sexta-feira (6).
 
Acesso restrito
As festas de cristãos e judeus fizeram com que Israel anunciasse o fechamento no último fim de semana dos pontos de acesso a seu território a partir da Cisjordânia ocupada, limitando o acesso apenas aos casos humanitários.

Tradicionalmente o governo israelense autoriza, todos os anos, a entrada de até 500 cristãos da Faixa de Gaza para que possam ir até seu território e à Cisjordânia.

Além disso, mais de 20 mil cristãos receberam uma permissão especial para visitar Jerusalém durante a semana, de acordo com um comunicado militar.
 
Segundo a AFP, durante a criação do Estado de Israel, em 1948, os cristãos representavam mais de 18% da população em seu território. Atualmente, esse percentual reduziu-se para apenas 2 %.

Qual o significado da páscoa?

Qual é a origem e significado da Páscoa? Como surgiu a idéia do coelho e ovos de chocolate? E por que na sexta-feira dizem que não se deve comer carne mas sim peixe?
A páscoa pode cair em qualquer domingo entre 22 de março e 25 de abril. Tem sido modernamente celebrada com ovos e coelhos de chocolate com muita alegria. O moderno ovo de páscoa apareceu por volta de 1828, quando a indústria de chocolate começou a desenvolver-se. Ovos gigantescos, super decorados, era a moda das décadas de 1920 e 1930.

Porém, o maior ovo e o mais pesado que a história regista, ficou pronto no dia 9 de abril de 1992. É da Cidade de Vitória na Austrália. Tinha 7 metros e dez centímetros de altura e pesava 4 toneladas e 760 quilos. Mas o que é que tem a ver ovos e coelhos com a morte e ressurreição de Cristo?

A origem dos ovos e coelhos é antiga e cheia de lendas. Segundo alguns autores, os anglo-saxões teriam sido os primeiros a usar o coelho como símbolo da Páscoa. Outras fontes porém, o relacionam ao culto da fertilidade celebrado pelos babilônicos e depois transportado para o Egito. A partir do século VIII, foi introduzido nas festividades da páscoa um deus teuto-saxão, isto é, originário dos germanos e ingleses.

Era um deus para representar a fertilidade e a luz. À figura do coelho juntou-se o ovo que é símbolo da própria vida. Embora aparentemente morto, o ovo contém uma vida que surge repentinamente; e este é o sentido para a Páscoa, após a morte, vem a ressurreição e a vida. A Igreja no século XVIII, adotou oficialmente o ovo como símbolo da ressurreição de Cristo. Assim foi santificado um uso originalmente pagão, e pilhas de ovos coloridos começaram a ser benzidos antes de sua distribuição aos fiéis.
Em 1215 na Alsácia, França, surgiu a lenda de que um dos coelhinhos da floresta foi o animal escolhido para levar um ninho cheio de ovos ao principezinho que esta doente. E ainda hoje se tem o hábito de presentear os amigos com ovos, na Páscoa. Não mais ovos de galinha, mas de chocolate. A idéia principal ressurreição, renovação da vida foi perdida de vista, mas os chocolates não, ele continuam sendo supostamente trazidos por um coelhinho…
O Peixe, foi símbolo adotado pelos primeiros cristãos.

Em grego, a palavra peixe era um símbolo da confissão da fé, e significava: “Jesus Cristo, filho de Deus e Salvador.” O costume de comer peixe na sexta-feira santa, está associado ao fato de Jesus ter repartido este alimento entre o povo faminto. Assim a tradição de não se comer carne com sangue derramado por Cristo em nosso favor.

Mas vejamos agora, qual é a verdadeira origem da Páscoa?
Não tem nada a ver com ovos nem coelhos. Sua origem remonta os tempos do Velho Testamento, por ocasião do êxodo do povo de Israel da terra do Egito. A Bíblia relata o acontecimento no capítulo 12 do livro do Êxodo. Faraó, o rei do Egito, não queria deixar o povo de Israel sair, então muitas pragas vieram sobre ele e seu povo. A décima praga porém, foi fatal : a matança dos primogênitos – o filho mais velho seria morto. Segundo as instruções Divinas, cada família hebréia, no dia 14 de Nisã, deveria sacrificar um cordeiro e espargir o seu sangue nos umbrais das portas de sua casa.

Este era o sinal, para que o mensageiro de Deus, não atingisse esta casa com a décima praga. A carne do cordeiro, deveria ser comida juntamente com pão não fermentado e ervas amargas, preparando o povo para a saída do Egito. Segundo a narrativa Bíblica, à meia-noite todos os primogênitos egípcios, inclusive o primogênito do Faraó foram mortos. Então Faraó, permitiu que o povo de Israel fosse embora, com medo de que todos os egípcios fossem mortos.

Em comemoração a este livramento extraordinário, cada família hebréia deveria observar anualmente a festa da Páscoa, palavra hebraica que significa “passagem” “passar por cima”. Esta festa, deveria lembrar não só a libertação da escravidão egípcia, mas também a libertação da escravidão do pecado, pois o sangue do cordeiro, apontava para o sacrifício de Cristo, o Cordeiro que tira o pecado do mundo.

A chamada páscoa cristã, foi estabelecida no Concílio de Nicéia, no ano de 325 de nossa era. Ao adotar a Páscoa como uma de suas festas, a Igreja Católica, inspirou-se primeiramente em motivos judaicos: a passagem pelo mar Vermelho, a viagem pelo deserto rumo a terra prometida, retirando a peregrinação ao Céu, o maná que exemplifica a Eucaristia, e muitos outros ritos, que aos poucos vão desaparecendo.

A maior parte das igreja evangélicas porém, comemora a morte e a ressurreição de Cristo através da Cerimônia da Santa Ceia. Na antiga Páscoa judaica, as famílias removiam de suas casas, todo o fermento e todo o pecado, antes da festa dos pães asmos.

Da mesma forma, devem os cristãos confessar os seus pecados e deles arrepender-se, tirando o orgulho, a vaidade, inveja, rivalidades, ressentimentos, com a cerimônia do lava-pés, assim como Jesus fez com os discípulos. Jesus instituiu uma cerimônia memorial, a ceia, em substituição à comemoração festiva da páscoa. I Coríntios 11:24 a 26 relata o seguinte:
Jesus tomou o pão, “e tendo dado graças o partiu e disse: Isto é o meu corpo que á dado por vós; fazei isto em memória de mim.

Por semelhante modo, depois de haver ceado, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é a nova aliança no Meu sangue, fazei isto todas as vezes que o beberdes, em memória de mim. Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do senhor, até que ele venha.”

Vários símbolos nesta ceia merecem nossa atenção. O ato de partir o pão, indicava os sofrimentos pelos quais Cristo havia de passar em nosso favor. Alguns pensam, que a expressão “isso é o meu corpo” signifique o pão e o vinho se transformassem realmente no corpo e no sangue de Cristo. Lembremo-nos portanto, que muitas vezes Cristo se referiu a si próprio dizendo “Eu Sou a porta” (João 10:7), “Eu sou o caminho” (João 14:6) e outros exemplos mais que a Bíblia apresenta.

Isto esclarece, que o pão e o vinho não fermentado, são símbolos e representam o sacrifício de Cristo. Ao cristão participar da cerimônia da ceia, ele está proclamando ao mundo sua fé no sacrifício expiatório de Cristo e em sua segunda vinda. Jesus declarou: “Não beberei deste fruto da videira, até aquele dia em que o hei de beber convosco no reino de Meu Pai.” ( Mateus 26:29)

Portanto, a cerimônia da Santa-Ceia, que Jesus instituiu, que veio a substituir a cerimônia da Páscoa, traz muitos significados:

1 – O Lava-Pés, significa a humilhação de Cristo. Mostra a necessidade de purificar a nossa vida. Não é a purificação dos pés, mas de todo o ser, todo o nosso coração. Reconciliação com deus, com o nosso próximo e conosco mesmo – união – não somos mais do que ninguém. O maior é aquele que serve…

2 – A Ceia significa a libertação do Pecado através do sacrifício de Cristo. Significa também estar em comunhão com ele. E sobretudo, é um antegozo dos salvos, pois Jesus disse: “Não beberei deste fruto da videira, até aquele dia em que o hei de beber convosco no reino do meu Pai. (Mateus 26:29)

Conclusão:
Advertindo a cada cristão, que tome cuidado com os costumes pagãos que tentam sempre driblar os princípios bíblicos. Não é de hoje, que se nota como os princípios bíblicos são alterados por costumes e filosofias humanas. Adoração a ídolos, a mudança do sábado para o domingo, o coelho e o chocolate, são apenas alguns exemplos das astúcias do inimigo.

A Bíblia, e a Bíblia somente, deve ser única regra de nossa fé, para nos orientar, esclarecer e mostrar qual o caminho certo que nos leva a Deus e que nos apresenta os fundamentos de nossa esperança maior que é viver com Cristo e os remidos, num novo céu e numa nova terra.

Devemos tomar cuidado com as crendices, tradições, fábulas, e mudanças humanas disfarçadas. Minha sugestão é examinar com oração, cuidado e com tempo as Sagradas Escrituras, para saber o que hoje é crendice ou tradição, estando atento, para saber o que realmente deus espera de cada um de nós.

Jesus foi claro “Fazei isto em memória de mim.” Ele exemplificou tudo o que deve ser feito. E se queremos ser salvos, precisamos seguir o que Jesus ensina e não outras tradições ou ensinamentos. Mateus 15:9 adverte: “Em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos dos homens.”

Equipe Novo Tempo /
Jesus Voltara

Páscoa de Chocolate ou de Cordeiro?

O Cordeiro sem Defeito
“Mas pelo precioso sangue, como de cordeiro sem 
defeito
e sem mácula, o sangue de Cristo.”

1Pe 1.19
O cordeiro morto na páscoa precisava ser um cordeiro sem defeito. Isso porque esse cordeiro tipificava Jesus. Todo o ritual apontava para o sacrifício perfeito e cabal realizado por Cristo na cruz. Não há remissão de pecados sem derramamento de sangue.

Mas o sangue de cordeiros não pode expiar pecados. Na noite da Páscoa, quando o cordeiro foi sacrificado e seu sangue aspergido nos batentes das portas, aquele sangue apontava para o Cordeiro de Deus, o Cordeiro imaculado, que na cruz morreu pelos nossos pecados e verteu o sangue para que fôssemos remidos da escravidão e purificados de toda impureza.

O cordeiro do sacrifício não podia ser doente nem aleijado. Tinha de ser perfeito. Esse cordeiro apontava para Jesus Cristo, aquele que não conheceu pecado, mas foi feito pecado por nós. Jesus não morreu pelos seus próprios pecados.

Morreu pelos nossos pecados. O Justo pelos injustos. Sua morte foi vicária e substitutiva. Ele sofreu o golpe da lei que deveríamos sofrer. Bebeu o cálice da ira que deveríamos beber. Ele morreu a nossa morte para nos dar a sua vida.
"Ore"
Ó Deus, exaltado seja o teu grandioso nome pela misericórdia a mim demonstrada. Eu era merecedor de todo castigo. Mas Cristo o assumiu em meu lugar. Louvado sejas. Em nome de Jesus.

Fonte. Encontro Jovem Cada dia.

Maior coleção particular de manuscritos bíblicos é aberta ao público

Mostra atualmente está no Vaticano e quer
mostrar a história da Bíblia
Cerca de 152 objetos relacionados ao texto que compõe a Bíblia, a maioria deles antigos manuscritos ou tábuas de pedra, estão reunidos na exposição “Verbum Domini”. Montada nas imediações da Praça de São Pedro e a poucos metros da Basílica Vaticana, a mostra inclui reproduções das cavernas de Qumran (onde foram encontrados os “Rolos do Mar Morto”), o scriptorium de um monastério, uma réplica da primeira prensa de Guttemberg e também um sítio arqueológico de uma cidade romana.
 
O objetivo é oferecer aos visitantes uma compreensão maior da história do livro mais lido do mundo. É possível admirar o Codex Climaci Rescriptus, um dos mais antigos manuscritos contendo longos textos na língua materna de Jesus, o aramaico palestino.
 
Há também uma laje de pedra, com cerca de três metros, descoberta na Jordânia, que contém 87 linhas de texto em hebraico datada do primeiro século.
 
Através desta iniciativa será socializada a Green Collection, maior coleção particular do mundo de textos bíblicos e documentos raros. Conforme explica Scott Carroll, curador da exposição, um terço dos objetos pertence à Green Collection, enquanto o restante foi emprestado por colecionadores particulares católicos, ortodoxos, muçulmanos, judeus e ateus.
 
Carroll é mestre em história da igreja pela universidade Trinity Evangelical Divinity, em Illinois, Estados Unidos. Ele já foi chamado de “o Indiana Jones da arqueologia bíblica”, pois inspecionou, estudou e comprou pessoalmente quase 50.000 papiros antigos, textos e artefatos bíblicos desde novembro de 2009, quando foi contratado para ser o curador da coleção.
 
Os destaques da coleção incluem, além de parte dos Manuscritos do Mar Morto, 4.000 torás judaicas, raros manuscritos iluminados, folhetos antigos, Bíblias que pertenceram a Martinho Lutero e a maior coleção Ocidental de tabuinhas cuneiformes, uma forma primitiva de escrita.
 
A Green Collection está atualmente no Vaticano e ainda este ano será levada para outros lugares do mundo para ser exposta em diferentes museus da Bíblia.
 
“Algumas pessoas, quando pensam na Bíblia, pensam em um livro diversionista. Mas, na verdade ela é como uma base que pode unificar judeus, católicos, ortodoxos e protestantes em um terreno comum”, disse Carroll. “Parece-me que ter uma exposição que celebra esses elementos que eles têm em comum, ao invés do que os dividem, seria extremamente positivo.”
 
A coleção continua crescendo, mas ainda não encontrou um lar permanente. Está nos planos a construção de um museu, onde será exibida gratuitamente para o público e ajudar as pessoas a aprender sobre a história da Bíblia e serem inspiradas por ela.
 
Traduzido e adaptado de Acontecer Cristiano e Christian Post
Gospel Prime

Militares israelenses recebem lições bíblicas por telefone

Soldados recebem atenção espiritual mesmo em combate
Dezenas de oficiais das Forças de Defesa de Israel, entre eles pilotos da força aérea e tropas de elite estão frequentemente recebendo um “impulso espiritual” através de mensagens com porções da Torá.

O projeto começou sete anos atrás, quando um cadete bastante religioso da Força Aérea estava preocupado em não perder sua ligação com o judaísmo, algo que ele havia percebido na vida de alguns dos seus amigos no Exército.

A fim de manter viva sua devoção religiosa, o jovem fez contato com um parente seu que é rabino e toda noite, às 7 horas, o cadete recebia uma orientação e uma lição da Torá. Além disso, o rabino também respondia qualquer pergunta ou problema existencial que o soldado pudesse ter.

As notícias sobre as lições da Torá por telefone se espalharam e não apenas na Força Aérea. Os soldados e oficiais religiosos que ouviram falar do projeto conseguiram o número de telefone do misterioso rabino e também passaram a receber lições diárias.

O número de participantes cresceu rapidamente e, de acordo com dos participantes, a lista já inclui 130 pessoas, entre soldados e oficiais.

De acordo com um jornal israelense, entre os participantes estão: um comandante das Brigadas Golani, pilotos da força aérea, um coronel do exército e membros das tropas de elite. Nos últimos anos, as aulas se tornaram uma rotina para os soldados.

O projeto é conhecido como Mirs Yeshiva. Cada aula começa às 19 horas e vai até a meia-noite. São cerca de cinco minutos para cada ligação.

“Isso me dá energia para enfrentar o dia. Somos como uma tropa de elite espiritual”, disse Aviad, 24, um oficial das Brigadas Golani que aderiram ao projeto no ano passado.

Os soldados dizem que o rabino segue uma espécie de chamada, para lembrar de todos que precisam receber a lição diária pelo telefone.

As “aulas” acontecem até mesmo em situações de combate. Os soldados disseram que o rabino continuou ligando durante a “Operação Chumbo Fundido” (a mais recente ofensiva israelense na Faixa de Gaza) e a Segunda Guerra do Líbano.

Recentemente, alguns militares tiveram a chance de conhecer ao vivo o seu “telerabino”, pois vários deles foram convidados para o casamento da filha do rabino no Bnei Brak.

Traduzido
e adaptado de Ynet News
Gospel Prime

Cristãos representam quase a metade dos emigrantes do mundo

Tanto na União Europeia quanto nos Estados Unidos quase metade dos emigrantes são cristãos
De acordo com uma pesquisa realizada pelo Fórum Pew para Religião e Vida Pública os cristãos representam quase metade dos emigrantes do mundo. A pesquisa mostra que das 214 milhões de pessoas que vivem fora do seu país, cerca de 106 milhões são cristãs.

O estudo foi divulgado nesta quinta-feira (8) e mostra que os cristãos superam amplamente os muçulmanos nesse aspecto, pois enquanto 49% dos emigrantes são cristãos, apenas 27% (cerca de 60 milhões) são mulçumanos.

A pesquisa também revela que apenas 3,6 milhões de judeus saíram dos seus países natais, mas apesar de ser um grupo pequeno, comparado aos outros, esses emigrantes representam 25% da população judaica mundial o que torna esse a maior proporção entre todos os credos.

Segundo Jonathan Sarna, professor de História do Judaísmo na Universidade de Brandeis, a grande maioria dos judeus do mundo vive em dois países. Dos 13,3 milhões de judeus do mundo, 43% vivem em Israel e 39% vivem nos Estados Unidos.

Um grande impulsionador da migração judaica foi o estabelecimento de Israel em 1948 e continuou a migração para esse país. O professor Sarna também observou o êxodo de centenas de milhares de judeus da antiga União Soviética para lugares como Israel, EUA e outros países do leste europeu.

Para a pesquisa conta como emigrantes todas as pessoas que em 2010 estavam vivendo a há mais de um ano fora de seus países. Nessas cifras contam também os imigrantes ilegais e refugiados permanentes, como os palestinos e seus descendentes.

“Talvez contrariamente à percepção popular…, os imigrantes cristãos superam os imigrantes muçulmanos na União Europeia como um todo”, disse o relatório, referindo-se indiretamente a partidos ultradireitistas que se queixam de uma “invasão” muçulmana. Enquanto os debates falam sobre o aumento do número de islâmicos chegando à Europa, o estudo do Fórum Pew mostra o contrário.

Dentro da União Europeia o número de emigrantes cristãos também é alto. São 47 milhões de migrantes, destes 26 milhões se declaram cristãos e 13 milhões muçulmanos.

O estudo mostra também que a maioria dos cristãos escolhe os Estados Unidos como destino, sendo que 74% dos emigrantes naquele país (total de 43 milhões de estrangeiros) são cristãos, a maioria vinda da América Latina.

Já o país que mais atrai os muçulmanos é a Arábia Saudita, escolha dada pela quantidade de trabalhos braçais que emprega pessoas vindas de outros países como Filipinas e Índia.

Com informações Terra
Gospel Prime

Carteiros israelenses se recusam a entregar cópias do Novo Testamento

Envio de folhetos e livretos cristãos em
hebraico podem contrariar a lei
Os funcionários dos correios de Tel Aviv se recusam a entregar milhares de cópias do Novo Testamento e de outros materiais cristãos em hebraico. O sindicato dos carteiros informou seus supervisores que a divulgação desse tipo de material vai contra a lei.
 
Os trabalhadores alegam que entregar esse material para os moradores seria equivalente a fazer proselitismo e, portanto, é uma violação da lei judaica (halachá). Isso poderia fazer da prática algo ilegal.

O proselitismo é uma questão sensível entre os judeus israelenses, que alegam terem sido forçados a mudar sua fé durante a Inquisição Espanhola, o Holocausto e em outras situações onde houve perseguição aos judeus.
 
Há uma lei “anti-missionário” no país que proíbe oferecer às pessoas incentivos monetários ou algum outro benefício para convencê-las a adotar outra fé. Também proíbe o proselitismo de menores. Mas não há nada que impeça a divulgação de material escrito.

Um porta-voz disse que a Companhia Postal de Israel é ”uma empresa governamental. Portanto, em conformidade com a Lei Postal, somos obrigados a distribuir qualquer correspondência recebida e não temos o direito ou a capacidade de escolher o que pode ou não pode ser distribuído. Portanto, toda correspondência será entregue de acordo com a lei”.
 
Mas os funcionários do Correio levaram o assunto ao conhecimento do membro do Parlamento Zevulun Orlev, que falou com o ministro das Comunicações Moshe Kahlon. Ficou determinado que a distribuição será interrompida até que o assunto seja legalmente esclarecido.
 
“Nós sempre distribuímos panfletos e propagandas. Não temos problema com isso, quer concordemos com eles ou não”, disse um funcionário dos correios. ”Mas desta vez é diferente. Este material é missionário. Em nosso entendimento há uma lei contra isso. Não é apenas uma questão religiosa”.

No entanto, um carteiro ortodoxo explicou que a distribuição do Novo Testamento vai contra sua fé. ”A halachá me proíbe de distribuir material com tal idolatria.
 
Quando há uma contradição entre a minha crença religiosa e o que meu trabalho exige de mim, não tenho dúvida sobre o que é mais importante”, disse ele. ”É como se o meu gerente pedisse para eu trabalhar no Shabat (sábado).”

Segundo ele, esta não é a primeira vez que os carteiros se recusam a distribuir os folhetos cristãos. Não foi divulgado quem colocou esse material no correio. Até o momento ninguém se manifestou sobre pedir o material de volta.
 
Traduzido e adaptado de Religion News e Ynet News
Gospel Prime
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