Marília Mendonça canta Diante do Trono em festa de São João

Cantora sertaneja interpretou "Te Agradeço", hit de 1998
A cantora Marília Mendonça, notória no recente cenário sertanejo, foi uma das atrações da festa de São João na cidade de Campina Grande, na Paraíba. Ao encerrar sua apresentação, a intérprete surpreendeu o público ao cantar uma música evangélica.

“Hoje a nossa conversa com Deus foi bem longa. Foi bem longa de verdade, e eu pedi pra Ele que me abençoasse nessa noite especial, e que eu pudesse fazer o melhor show de todos, da minha vida”, disse a cantora, sobre a emoção de ter se apresentado no local.

Em seguida, Mendonça cantou a música “Te Agradeço”, um dos primeiros sucessos da banda mineira Diante do Trono, gravada originalmente para o álbum Diante do Trono, de 1998. “Se eu passar dessa noite, meu coração tá bom demais”, disse a artista. Ao terminar a canção, Marília chorou.

Nos últimos tempos, a intérprete envolveu-se em uma polêmica com a cantora Elba Ramalho, que criticou o fato de intérpretes sertanejos ganharem espaço que, em sua visão, é de direito dos músicos de forró em festas de São João. Marília chegou a responder, e a situação gerou um mal estar coletivo. No show realizado em PB, a artista doou parte de seu cachê para uma instituição de caridade.

Assista:

GospelPrime

Estado Islâmico no Brasil: MPF denuncia seis pessoas

Operação Hashtag prendeu brasileiros pretendiam realizar atos terroristas no país
A Operação Hashtag, da Polícia Federal, foi deflagrada em 2016, revelando que brasileiros estariam planejando ataques terroristas no país. Em setembro do ano passado, foi apresentada à Justiça a primeira denúncia, envolvendo 10 pessoas.

Nesta segunda-feira (26), o Ministério Público Federal (MPF) formalizou a segunda denúncia, acusando cinco dos suspeitos originais. Um sexto já tinha sido condenado no primeiro processo, mas seguiu cometendo crimes.

As novas investigações fortaleceram as denúncias dos crimes de promoção ao terrorismo e associação criminosa. Caso sejam condenados, as penas podem chegar a 11 anos de prisão.

Os denunciados são Danilo Francini dos Santos, Sara Martins Ribeiro, Fernando Pinheiro Cabral, Leandro França de Oliveira, Gilberto Gonçalves Ribeiro Filho e Mohamad Mounir Zakaria.

O MPF identificou que todos eles usavam perfis em redes sociais e aplicativos de mensagens para disseminar os ideais do Estado Islâmico e planejavam possíveis ataques, que incluíam a possibilidade de um ataque durante a Olimpíada do Rio de Janeiro.

Ainda segundo o MPF, Sara Ribeiro recrutava outras mulheres para se juntarem ao grupo de terroristas no Brasil.

As prisões da Hashtag foram as primeiras feitas com base na lei antiterrorismo de 2016 e também as primeiras detenções por suspeita de ligação com o grupo terrorista Estado Islâmico em solo brasileiro. 

Com informações G1

Ativistas LGBT comemoram criação de “faixas de segurança inclusivas”

Várias cidades dos EUA aprovaram ideia, para promover diversidade
Várias cidades dos EUA aprovaram recentemente a criação de faixas de segurança com as cores de arco-íris para comemorar o “orgulho LGBTQ”. Agora, grupos de ativistas homossexuais estão fazendo petições públicas para solicitar que mais cidades troquem o tradicional branco pelas listas multicoloridas, que promovam “diversidade”.

Houston, no Texas, Atlanta, na Geórgia e a capital Washington foram as primeiras a oficializar essas faixas com arco-íris para coincidir com os eventos do “mês do orgulho gay”, comemorado em junho.

Por enquanto, Atlanta foi a única a anunciar que elas serão permanentes. “Acredito que os símbolos da unidade são importantes”, disse o prefeito Kasim Reed em um comunicado.

“Em reconhecimento às contribuições contínuas da comunidade LGBT de Atlanta para nossa cidade, tenho o prazer de anunciar que a cidade manterá a faixa com o arco-íris na intersecção da Avenida Piedmont e da Rua 10 durante todo o ano. Nunca devemos esquecer que o amor derrota o ódio e a luz derrota a escuridão”, assegurou.

Em Houston, amigos de um homem gay que foi atropelado no cruzamento da Westheimer Road com a Taft Street pediram permissão para pintar a rua com as listras do arco-íris. “A ideia por trás da faixa de segurança também é homenagear o apoio e a amizade encontrados na comunidade LGBT de Houston”, disse Matthew Brollier, um dos líderes da iniciativa.

Ele disse ainda que “Nossa esperança é que ela sirva como encorajamento para todos os cidadãos e visitantes reconhecerem esta cidade como um lugar acolhedor, aberto a todas as pessoas, e que comemora sua diversidade”.

Em Washington, D.C., o Departamento de Transportes aprovou um pedido dos organizadores da marcha Gay que ocorrerá este mês na cidade para pintarem as faixas de um cruzamento com as cores do arco-íris.

Grupos que defendem os direitos dos homossexuais querem autorização para a criação de “faixas inclusivas” em cidades como Nova York, Chicago e Fort Lauderdale como uma “demonstração de solidariedade com os moradores homossexuais”.

Obviamente, nem todos pensam que essas faixas de segurança são uma boa ideia. Há quem reclame que esta é uma maneira de “celebrar abertamente e desavergonhadamente o pecado”.

“É isso o que seus impostos pagam? Quando o Senhor vier, não há arco-íris no inferno”, afirmou um comentarista em uma das petições. 

Com informações Christian News

DNA de múmias apoia a narrativa bíblica de descendentes de Noé

Pesquisadores obtiveram "resultados inesperados" ao decodificar o genoma de antigos egípcios.
A pesquisa recente do DNA retirado de dezenas de múmias egípcias com milhares de anos de idade comprova que os habitantes originais daquela terra possuem parentesco mais próximo com habitantes do Oriente Médio que com os povos negros da África ao sul do Saara.

Pesquisadores da Universidade de Tuebingen e do Instituto Max Planck para a Ciência da História Humana em Jena – ambos na Alemanha – obtiveram “resultados inesperados” ao decodificar o genoma desses antigos egípcios.

Os corpos mumificados submetidos aos testes abrangem quase 2.000 anos de história egípcia, do chamado Novo Império (cerca de 1.400 a.C.) até o final da presença do Império Romano na região (cerca de 400 d.C.). Logo, foi possível comparar o DNA dos moradores antigos com o dos egípcios modernos e ver como outros povos da Antiguidade tiveram impacto sobre sua composição genética.

A pesquisa baseia-se em 166 amostras de 151 indivíduos mumificados encontrados em Abusir el-Meleq. A extensiva análise, publicada na revista especializada Nature Communications, concluiu que “eles se diferem dos egípcios modernos e estão mais próximas das amostras de moradores do Oriente Próximo”, observaram os pesquisadores. “Em contraste, os egípcios modernos são mais influenciados pelas populações da África subsaariana”.

Para o estudioso judeu Adam Eliyahu Berkowitz, isso comprova a narrativa bíblica sobre a primeira dinastia egípcia, descendente de Cão (ou Cam), filho de Noé, apresentada no primeiro livro da Bíblia.

Gênesis 10: 5-6 afirma: “Por estes foram repartidas as ilhas dos gentios nas suas terras, cada qual segundo a sua língua, segundo as suas famílias, entre as suas nações. E os filhos de Cão são: Cuxe, Mizraim, Pute e Canaã”.

Berkowitz lembra que, “De acordo com a Bíblia, Mizraim estabeleceu-se no Egito, enquanto Cuxe foi para a África subsaariana, estabelecendo duas nações distintas e separadas que não compartilhavam um patrimônio comum. A teoria científica implica que as origens do povo africano e do Egito eram a mesma”.

O professor Johannes Krause, do Instituto Max Planck, explicou que análises de DNA das múmias feitas no passado já davam alguns indícios disso, mas eram tratadas com ceticismo.

“Apenas nos últimos cinco ou seis anos, tornou-se possível estudar o DNA dos humanos antigos, porque agora podemos mostrar se o DNA é antigo ou não pelas suas propriedades químicas”, ressalta. Ele acrescentou que nos próximos anos “haverá uma grande quantidade de genomas da múmia egípcia antiga [mapeados]. Estamos apenas começando”. 

Com informações de Christian Poste Folha de SP

Igreja católica desmente Claudio Duarte sobre pregação contra Maria

Paróquia Nossa Senhora Rainha, em Belo Horizonte, emitiu comunicado
Desde que começou a circular pela internet um vídeo de uma pregação do conhecido pastor Cláudio Duarte sobre uma palestra dele em uma igreja católica – há cerca de uma semana – o assunto vem gerando polêmicas.

Ele conta que falou sobre o perigo da idolatria para os fiéis católicos, de maneira específica, referindo-se à Maria. Embora ele não diga textualmente onde foi essa pregação, fiéis católicos apontavam para a paróquia Nossa Senhora Rainha, em Belo Horizonte.

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Com a quase onipresença dos smartphones com câmaras, de fato surgiu um vídeo, gravado nesse local, mostrando que Duarte fez ali uma palestra em agosto de 2016.

Contudo, a paróquia veio a público agora para esclarecer que, nessa ocasião, o pastor não abordou os dogmas marianos. Em um comunicado divulgado pela paróquia nas redes sociais e assinado por Flávio Campos, da equipe de Comunicação da Arquidiocese de Belo Horizonte.

O texto afirma que o pastor esteve ali, mas mostrou “cordialidade e respeito aos católicos” e que “não houve qualquer menção aos dogmas marianos”.

Após as primeiras reações contrárias, numa campanha que pedia que igrejas católicas não convidar mais pastor Claudio para pregar, ele gravou um vídeo onde pedia perdão por ter causado polêmica e ter “ofendido” os católicos. Entretanto, não diz claramente em que igreja católica pregou contra a idolatria a Maria nem quando isso ocorreu.

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