Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento

Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado. Marcos 16:16

Faz parte de algumas viagens a Israel o batismo no rio Jordão, entre tantos locais turísticos, o Rio Jordão é um dos mais disputados entre outros locais em Israel pelos crentes. São centenas de milhares de pessoas que de vestes brancas e conduzidas por algum líder ou grupo religioso descem às águas daquele rio. Ir a Israel e não se batizar no Jordão não valeu a pena, quem sabe para alguns perdeu a graça.
Espiritualmente que sentido faz isso? Eu diria que nenhum! Se for apenas com motivação errada. Eu creio que o batismo é uma atitude de confissão pública de arrependimento e fé em Jesus Cristo. De fato, faz todo sentido se o batizado realmente creu e segue a JESUS, não só apenas de lábios, ou oba, oba ou para ser postado uma foto turística, nas redes sociais.

Embora JESUS declarou que quem crer e for batizado será salvo, isso não quer dizer que o Rio Jordão ou outra água garanta a você a salvação se não houve arrependimento, se isso não condiz com seus frutos. O Fruto digno de arrependimento parte de dentro para fora, não de fora para dentro. Veja o episódio do Eunuco e Felipe: após atuação direta do Espirito Santo, o Eunuco desce as águas do batismo.
“E, indo eles caminhando, chegaram ao pé de alguma água, e disse o eunuco: Eis aqui água; que impede que eu seja batizado?” Atos 8:36
Os frutos dignos de arrependimento se dão no momento da atuação do Espirito Santo, no interior daqueles que verdadeiramente se arrependeram para viverem a fé intensamente.
Mas, também, de contrapartida….

É de se estranhar alguém que se batiza no Jordão e não tem Jesus como Senhor de sua vida e não evidenciam os frutos dessa conversão.
O texto base dessa reflexão nos aponta um detalhe muito interessante, veja: "Quem crer..." O crer vem antes do ato do batismo, se alguém não creu, nem nunca mostrou arrependimento e logo não frutifica espiritualmente, será inútil descer ás águas do batismo, seja no Jordão ou em qualquer tanque batismal. Após crer, após batizar vem os frutos veja: “E estes sinais acompanharão aos que crerem” Marcos 16:17

Frutos antes do batismo? Que seria “Frutos dignos de arrependimento”?
Em Mateus 3:8 Lemos a história de um certo profeta chamado por João Batista. Ele era aquele que os profetas, no antigo testamento, profetizaram sua vinda antes do Messias. Muitos fluíram de todas as partes e vinham ao Rio Jordão para serem batizados por João Batista. O contexto que origina esta afirmação de João Batista tinha a presença dos fariseus e saduceus que "vinham ao seu batismo", conforme narrado no versículo 7, apenas para conhecer este novo profeta, porém, não estavam muito interessados em mudança de vida.

Os frutos dignos de arrependimento é mudança de vida, é o nascer de novo, deixar as velhas práticas do velho homem. Nascer de novo significa ter uma mudança de vida tão radical que é como se você voltasse a nascer, apagando sua vida antiga. Jesus disse que somente quem nasce de novo pode entrar no Céu. O novo nascimento acontece quando você crê em Jesus como seu Salvador. Em João 3:3, Jesus explicou como se dava o processo de nascer de novo.

Nascer de novo significa voltar a estar unido a Deus, a fonte de toda a vida. Assim nosso espírito volta a viver (Colossenses 2:13-15). Recebemos uma vida nova! Daí passamos a produzir frutos espirituais. Todos aqueles que nasceram de novo evidenciam os frutos espirituais.
O rito do batismo é importante como iniciação e confissão pública de nossa fé no Messias e junto a isso vem acompanhado o arrependimento.

Sabemos que o rito por si só do batismo nas águas não salva ninguém, mas a FÉ em Cristo. Mas muitos ignoram isso e afirmam que é preciso apenas crer...
É de se estranhar alguém que se declara cristão (crente) em JESUS e nunca optaram por ser batizar, confessar publicamente sua fé.
Que possamos refletir sobre isso: “Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento”. Mateus 3:8. 

Fiquem com Deus, Deus abençoe sua vida hoje e sempre.

Josiel Dias
IEC em Alcântara
São Gonçalo, RJ

Cristãos coptas perseguidos são indicados ao Prêmio Nobel da Paz


Centenas se reúnem em igreja e lamentam a decapitação de quatro cristãos no Egito. (Foto: Reprodução)



A minoria cristã copta perseguida do Egito foi nomeada para o Prêmio Nobel da Paz de 2018, sendo considerado o primeiro grupo etno-religioso a receber a premiação.

Embora o comitê norueguês do Nobel ainda não tenha divulgado os nomes dos indicados, a organização Coptic Orphans anunciou a indicação em sua página do Facebook na terça-feira (25), observando que eles foram nomeados devido à sua recusa em reagir com violência ou guerra aos recentes ataques terroristas que cristãos coptas sofreram.

Há 331 indicados para o Prêmio Nobel da Paz deste ano, que incluem 216 indivíduos e 115 grupos, tornando-se o segundo maior número de candidatos desde 2016, quando havia 376.

O ganhador do Prêmio Nobel da Paz será anunciado na sexta-feira, 5 de outubro, com a cerimônia oficial de aceitação do prêmio sendo realizada em dezembro.

Em um comunicado divulgado em resposta à notícia, Coptic Orphans observou a perseguição que a Igreja tem sofrido no Egito desde 2011, quando os protestos da "Primavera Árabe" levaram à derrubada do ditador Hosni Mubarak.

"De acordo com um relatório de 2018 da instituição de caridade cristã Portas Abertas (EUA), os cristãos no Egito enfrentam 'níveis sem precedentes de perseguição'. No ano passado, de acordo com o relatório, 128 cristãos egípcios foram mortos e mais de 200 foram expulsos de suas casas, por causa de sua fé", disse a organização.

"Apesar disso, os cristãos coptas sempre se recusaram a retaliar e continuaram a praticar a coexistência pacífica", acrescentou.

Nos últimos anos, os cristãos coptas foram submetidos a numerosos ataques brutais e atentados a bomba cometidos por extremistas islâmicos.

Em maio de 2017, por exemplo, extremistas islâmicos atacaram um grupo de cristãos coptas a caminho de um mosteiro ao sul do Cairo, matando cerca de 30 pessoas.

Em outubro de 2011, mais de 20 coptas foram mortos e cerca de 200 feridos em confrontos violentos após a minoria cristã estar protestando contra a crescente perseguição às igrejas.

No início deste ano, uma jornalista copta chamada Engy Magdy escreveu um editorial publicado pelo site de notícias católicas baseado no Brooklyn 'The Tablet', documentando como a vida das mulheres cristãs no Egito era um "inferno".

"Ser uma mulher em um país onde a maioria das pessoas vê as mulheres como uma desgraça e, na melhor das hipóteses, olham para elas de um ponto de vista sexual, é um fardo pesado, mas ainda pior quando você é uma mulher cristã", escreveu Magdy. "A maioria das mulheres muçulmanas no Egito usa um hijab e, portanto, as outras que não usam são coptas. Isso significa que o egípcio acha que tem o direito de assediá-la, simplesmente porque a vê como uma prostituta e descrente".

Guiame

Marina segue perdendo apoio entre evangélicos, apontam pesquisas

Feliciano diz que candidata "traiu a questão evangélica" e Caio Fábio a defende
A candidata a presidente pela Rede, Marina Silva só perdeu apoio eleitorado evangélico desde 2014. Segundo a pesquisa mais recente do Ibope/Estado, hoje ela tem entre os
apenas 12% das intenções de voto no segmento. Trata-se do mesmo porcentual que alcança entre os católicos ou seguidores de outras religiões.

Quatro anos atrás, o quadro que se desenhava para a candidata evangélica era bem diferente. Quando concorreu pelo PSB, em substituição a Eduardo Campos, após sua morte em um acidente aéreo, Marina tinha apoio acima da média entre evangélicos: 43%. Ou seja, 12 pontos porcentuais a mais do que a intenção registrada entre os católicos.

Como de lá para cá o número de evangélicos aumentou, se não tivesse perdido apoio entre os fiéis de sua religião, Marina poderia estar muito melhor posicionada na corrida presidencial. Marina tem apenas 6% das preferências no eleitorado total. Sua “taxa de rejeição” entre os evangélicos é de 25%.

Uma comparação do “peso” do voto no segmento, feito pelo jornal Estado de São Paulo, mostra que em 2014, os evangélicos eram aproximadamente um em cada cinco eleitores. Atualmente são um em cada quatro.

A própria Marina por diversas vezes rejeitou associar sua imagem ao eleitorado evangélico, ao passo que o líder das pesquisas Jair Bolsonaro (PSL) embora católico, tenha buscado isso, aparecendo constantemente ao lado de pastores. Paradoxalmente, Cabo Daciolo (Patriota) – o outro candidato declaradamente evangélico – sequer pontuou nessa estratificação, mostrando também o enfraquecimento da ideia de que “irmão [na fé] vota em irmão”.

O desgaste de Marina com algumas lideranças começou em 2010, quando concorreu pela primeira vez. Na época, ela perdeu a “bênção” de algumas lideranças evangélicas importantes por sua recusa em se posicionar claramente sobre questões como a legalização do aborto e das drogas, optando em propor um “plebiscito”. Nos últimos 8 anos ela não mudou seu posicionamento. Além disso, seu atual plano de governo tem uma sessão específica sobre a “agenda LGBTI”.

Em 2014 e na campanha atual, Marina se envolveu em polêmicas relacionadas a aborto e casamento entre pessoas do mesmo sexo. Diz ser pessoalmente contra o primeiro tema, mas insiste no plebiscito. Já sobre o segundo, logo após a Rede publicar seu programa de governo, acabaram trocando “casamento gay” por “união civil” no capítulo que discutia direitos dos homossexuais. Essa alteração foi vista como tentativa de evitar reações negativas no eleitorado mais religioso.

Missionária da Assembleia de Deus, a presidenciável não recebeu apoio de sua própria denominação. Ao avaliar a visível perda de votos entre os evangélicos, minimizou: “Não uso o palanque como púlpito, nem o púlpito como palanque”.
‘Traiu a causa evangélica’

Entre seus críticos está o deputado Marco Feliciano (Podemos/SP), um dos principais nomes da bancada evangélica. “Com a história do plebiscito, ela traiu a questão evangélica”, explica.

De acordo com a avaliação do Estado de São Paulo, “Com um programa mais à esquerda que o de 2014 – elaborado em conjunto com o PSB – o atual partido de Marina busca seduzir eleitores que podem ficar “órfãos”, após a declaração de inelegibilidade de Lula – condenado em 2ª instância e preso desde abril”.

Apesar disso, Marina tem apoio de pastores que se contrapõem a bandeiras de Bolsonaro. Um deles é Caio Fábio, seu cabo eleitoral declarado. Em um programa em seu canal de Youtube, avaliou que a queda de apoio a ela entre evangélicos tem a ver com uma mudança na perspectiva dos próprios. “Isso tem a ver com o embrutecimento religioso”, resumiu.

Por sua vez, Marina declarou que “a comunidade evangélica é grande e relevante no
Brasil” e que continuará buscando “dialogar com todos os brasileiros, independentemente do credo, cor e condição social”. 

Com informações de O Estado de São Paulo

Malafaia ora com Bolsonaro no hospital e critica mídia

Pastor pediu que candidato mostrasse a barriga para dispersar rumores de fraude
Silas Malafaia publicou nesta quarta-feira (27), um vídeo em suas redes sociais mostrando a visita que fez a Jair Bolsonaro, candidato do PSL à Presidência. Num quarto do Hospital Abert Einstein em São Paulo, o pastor orou pela saúde do político e voltou a dar seu apoio a ele.

Também acusou a grande mídia de fazer uma campanha de difamação. “O que a imprensa brasileira está fazendo é uma covardia, uma safadeza, uma bandidagem como eu nunca vi”, reclamou. Em seguida, insistiu que os veículos de comunicação “protegem esse vagabundo que lá de Curitiba está comandando esse fantoche”, numa referência a Lula e Haddad, candidato do PT.

Citando o espaço dado esta semana para um processo “de mais de 10 anos atrás” envolvendo Rogéria, ex-mulher do capitão e que nega boa parte do que foi divulgado sobre o caso. A reportagem da revista Veja, repercutida por todos os grandes jornais do país, estaria cheia de acusações que não podem ser provadas. Em um vídeo anterior, Malafaia já havia questionado a tentativa de manipulação. “A própria ex-mulher já disse que nunca falou isso. Que moral Folha, Globo e Veja têm para falar de fake news? São os maiores produtores de notícias falsas para denegrir e arrebentar com quem eles não suportam”, assegurou.

Durante a visita desta sexta, o líder do ministério Vitória em Cristo assegurou: “Vocês estão desesperados porque o Bolsonaro vai ser o próximo presidente do Brasil”. Explicou ainda que está orando para que Deus dê ao candidato “a sabedoria de Salomão, a força de Sansão, o amor ao povo que teve Davi, a fé de Abração, a paciência de Jó e a determinação de Daniel”.

Pedindo que Bolsonaro levantasse a camisa para mostrar a marca da cirurgia, para dispersar rumores de fraude, sentenciou: “Ele só não morreu porque Deus não quis”.



Evangélicos e católicos se unem em manifestação contra o aborto, em Curitiba

Manifestantes se reuniram em frente ao Palácio Iguaçu, no Centro Cívico de Curitiba. (Foto: Fernando Zequinão/Gazeta do Povo)
Idealizada por líderes católicos e evangélicos, a manifestação reuniu milhares em frente à sede do governo do Paraná
Mesmo sob forte chuva, uma manifestação contra a legalização do aborto uniu evangélicos e católicos na tarde de sábado (15) em Curitiba, em frente à sede do governo do Paraná.

A “Manifestação pela Vida” foi idealizada pela liderança das Igrejas Católicas e Evangélicas de Curitiba para mandar uma mensagem aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), que discutem a descriminalização do aborto até a 12ª semana.

“Onze pessoas não eleitas pelo povo não podem decidir pela vida ou morte das crianças em gestação, sem passar o projeto de lei pelo poder legislativo”, disse na ocasião o bispo Robson Rodovalho, presidente da Comunidade Evangélica Sara Nossa Terra.

Segurando cartazes e faixas, os manifestantes lembraram que a maior parte da população brasileira é contra o aborto e defende a vida desde a concepção.

O evento contou com momentos de música e discurso de lideranças religiosas. O testemunho de uma jovem mãe que desistiu de um aborto e estava ali presente com o filho emocionou o público presente.

A manifestação acontece pouco mais de um mês depois de um projeto de lei pró-aborto ter sido derrubado no Senado da Argentina após pressão popular. O sucesso do movimento pró-vida argentino tem inspirado manifestações em outros países da América do Sul.

Manifestantes se reuniram em frente ao Palácio Iguaçu, no Centro Cívico de Curitiba. (Foto: Fernando Zequinão/Gazeta do Povo)

Segundo o bispo Cirino Ferro, do Conselho de Ministros Evangélicos do Paraná, Curitiba é uma das primeiras cidades a realizar uma manifestação como esta. A ideia é que o movimento seja replicado em outras capitais.

Pouco antes do fim da manifestação, o Arcebispo da Igreja Católica de Curitiba, Dom José Antônio Peruzzo, levou o microfone ao aparelho que ampliou o som do útero de uma mulher grávida, fazendo-se ouvir o som do coração do embrião.

Aborto no Brasil
No Brasil, o aborto é permitido somente nos casos de anencefalia do feto, gravidez resultante de estupro e quando a gestação representa um risco para a vida da mulher, nos termos do Código Penal.

Nos dias 3 e 6 de agosto, o STF promoveu uma audiência pública para discutir a descriminalização do aborto até a 12ª semana. A relatora da ação, ministra Rosa Weber, disse que a decisão passa por um período de amadurecimento e não deu prazos para o julgamento.

A APDF (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental) de descriminalização do aborto foi apresentada no dia 8 de março de 2017 pelo PSOL em conjunto com o Instituto Anis.

Guiame
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