O cristão pode possuir e portar arma de fogo?



O porte de armas de fogo é um assunto polêmico e divisor da cristandade, e não pretendemos escrever um texto sobre direito. O que vamos elucidar neste texto são alguns fundamentos bíblicos e algumas ideias que ajudam a responder à pergunta: O cristão pode possuir armas de fogo?

Em primeiro lugar, precisamos entender passagens bíblicas que abordam diretamente sobre o assunto. Passagens que deixam claro a idéia de que um filho de Deus tem direito de proteger sua vida e a sua família; Em segundo lugar, sim a arma de fogo é um instrumento que dever ser usado como última linha de defesa. Se um ladrão invadir sua casa a bíblia nos ensina que proteger sua família e a si mesmo é defesa, e, portanto o uso de arma ferir o invasor e este morrer, você não será culpado pelo sangue. Pessoas matam pessoas, armas são ferramentas assim como facas e todos os objetos que perfuram.

Mas existe um argumento “bíblico” que sempre é usado para negar a defesa da vida. Mateus 5.39, Jesus disse que não devemos resistir aos perversos e se este bater (Rhapizo = insulto) na sua face direita ofereça a outra face. Mas isso pode realmente ser interpretado para negar a defesa da vida? Não creio! Neste texto está claro que Jesus não usa esse argumento como critério absoluto em todos os casos, e, bater na face significa tapa no rosto com o dorso da mão. Tapa no rosto não vai ferir de morte alguém, mas vai insultar. Matar por causa de um insulto é força excessiva e também um ato banal e por conseqüência a quebra do sexto mandamento.

Segundo o Dr. Wayne Grudem, este argumento não pode ser válido nem para governos e nem para defesa da vida, caso contrário teríamos que validar como critério absoluto Mateus 5.42 que diz: “Dá a quem te pedir e não voltes as costas a quem te pedir emprestado”. Grudem continua: “Se este verso fosse um requisito absoluto, qualquer mendigo seria capaz de levar um cristão à falência ao que lhe pedir mais”.

Mas então, o que de fato diz o texto? O texto de Mateus 5 é o Sermão do Monte e especificamente Cristo está ensinando sobre ser paciente diante de uma injustiça, insulto. Cabe ao filho de Deus (vítima) não se vingar do insulto. A vingança pertence a Deus e ao Estado que é seu braço.

O reformador João Calvino foi lúcido quando interpretou este verso, ele disse: “Quando a injustiça lhes é feita (aqui ele fala dos crentes), ele (agora fala de Cristo) deseja que eles sejam treinados por esse exemplo à mansa submissão, para que pelo sofrimento eles possam aprender a ser pacientes” (John Calvin, “Harmony of Matthew, Mark and Luke” Calvin’s Commentaries. Baker. p. 299).

Observe, dar a outra face é anular o sentimento de vingança, conter o revide. Mas o que não podemos é cair em paradoxos: O mesmo Jesus que ensinou o exercício da paciência é o mesmo Jesus que tirou a cinta e golpeou os comerciantes frente ao templo. Portanto, existem situações em que a defesa é bíblica e justa! O que temos que compreender é a diferença entre vingança e autodefesa!

Defender a vida, a família, a nação e os inocentes!

Autodefesa implica defender sua vida, sua família, sua propriedade e sua nação. Isso significa que no âmbito civil você tem o direito de possuir armas como instrumentos de defesa e não para conclusão de vingança. Ter arma é um direito que preserva a liberdade. Concordo com o Dr. Wayne Grudem quando ele afirma: “Uma perda gradativa da liberdade humana é uma perda gradativa de nossa vida”.

Mas o cristão não é um pacificador? Sim, o cristão é um pacificador, mas não é um pacifista que acredita que se defender com uma arma é errado. Ele deve fazer tudo para promover a paz e evitar os caminhos da utilização de armas e das guerras. Mas sua última linha de defesa para preservar sua família e sua propriedade e manutenção desta paz para nação (ou até mesmo da própria nação que pode se tornar tirânica) são as armas e as guerras.

Não podemos ser ingênuos a ponto de crer que no mundo só existem pessoas boas, bem intencionadas e que vivemos na “era de aquários” paz e amor e flores ao som de “Imagine” de John Lennon. Não é esta a nossa realidade, principalmente com a crescente violência nas ruas e com a ascensão do islã e das ideologias socialistas mundo a fora.

E a quebra do sexto Mandamento?

Se a Bíblia diz no sexto mandamento que não podemos matar, então o cristão não pode possuir armas de fogo? Não tem nada a ver uma coisa com outra. O Sexto Mandamento diz respeito a crime premeditado, com a intenção de matar, planejar, arquitetar. É fazer de forma engenhosa um plano para tirar a vida do outro.

A quebra do sexto mandamento também se aplica em casos de morte por banalidade, vingança, insulto. Vamos deixar claro isto! Moisés que recebeu os Dez Mandamentos no Sinai teria depois entrado em contradição? Não! Moisés deixou claro que a legítima defesa é Bíblica e necessária, veja: “Se o ladrão for achado roubando, e for ferido, e morrer, o que o feriu não será culpado do sangue”; Êxodo 22,2.

É a premeditação, a intenção do coração que vai definir a quebra do sexto mandamento, como bem disse Jesus: “Vocês ouviram o que foi dito aos seus antepassados: ‘Não matarás’, e ‘quem matar estará sujeito a julgamento’. Mas eu lhes digo que qualquer que se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento” (Mateus 5: 22).

Concordo com o Pr. Philip Graham Ryken quando diz: “O sexto mandamento proíbe é tirar a vida de forma injusta e banal”. Sim, aplica-se ao assassino a sangue frio, homicídio com raiva passional e homicídio culposo resultante de imprudência ou negligência. Por isso o mandamento teria uma melhor tradução se fosse: ‘Não matarás ilegalmente’. Claro que a versão tradutória de Êxodo 20.13 é ‘Loratzach’ que é ‘Não mate’! O mais próximo da tradução que elucidaria com clareza, seria: Não assassinarás. Tirada premeditada da vida imaculada – ou de um inimigo pessoal.

A legítima defesa tem um objetivo, a preservação da vida humana. Na última linha da defesa às vezes será necessário tirar a vida para salvar outra. Por isso, muitas vezes Deus ordenou que homens lutassem para proteger o povo ou livrar os seus inocentes dos inimigos. Dr. Norman Geisler no seu maravilhoso livro sobre Ética Cristã, esclarece bem este ponto. Ele escreve:

“A espada que foi dada a Noé foi usada por Abraão, quando ele engajou em uma guerra contra os reis que haviam cometido uma agressão contra seu sobrinho Ló’ (GN 14). Essa passagem indica a aprovação de Deus para realização de guerras, cuja finalidade era proteger o inocente de seus agressores’’.

Portanto, a quebra do sexto mandamento se aplica na banalidade, na intenção, na premeditação, jamais na defesa pessoal da família, defesa da propriedade – ou em defesa de inocentes – ou mesmo da nação.

E a posição do Novo Testamento em relação às armas?

Não existem muitas informações do mestre Jesus, mas há boas pistas! Vamos analisar alguns textos. Nosso primeiro texto no Novo Testamento é João 18.

“Então Simão Pedro, que tinha espada, desembainhou-a, e feriu o servo do sumo sacerdote, cortando-lhe a orelha direita. E o nome do servo era Malco.
Mas Jesus disse a Pedro: Põe a tua espada na bainha; não beberei eu o cálice que o Pai me deu?” (João 18: 10,11).

Há algumas questões nestes versos que precisamos esclarecer:

Em primeiro lugar, Pedro andava armado, e sinceramente, não acho que Cristo não tenha percebido, já que a bainha ficava praticamente entre a cintura e o peitoral. Em segundo lugar, Pedro feriu de forma banal o servo do Sumo Sacerdote, já que Cristo estava sendo preso e não atacado. Em terceiro lugar, o Apóstolo Pedro andava armado, e o Senhor Jesus nunca pediu que ele jogasse a espada fora, quando Pedro atacou Malco, Jesus pediu que Pedro guardasse a espada. Em quarto lugar, Pedro cometeu um pecado tentando impedir o que Deus planejou para seu filho, a morte do cordeiro que aplacaria a ira divina contra os eleitos.

Portanto, se Jesus fosse um pacifista (diferente de ser pacificador) ele teria proibido o uso de armas desde o início da caminhada com os discípulos. Mas, mesmo Pedro ferindo um oponente, Jesus não pediu que ele jogasse fora a espada. É uma pista clara que o uso de espadas era comum entre os discípulos.

Nosso segundo texto vai nos fornecer mais pistas:

“Disse-lhes pois: Mas agora, aquele que tiver bolsa, tome-a, como também o alforje; e, o que não tem espada, venda a sua capa e compre-a” (Lucas 22:36-38).

Este texto de Lucas tem duas interpretações:

Interpretação número 1: O texto pode ser uma analogia feita por Jesus para ensinar que os discípulos não teriam vida fácil depois de sua morte. O termo espada não é literal. E por isso no verso 38, Jesus ficou irritado por suas palavras não compreendidas e disse: Basta!

Interpretação número 2: O texto de Lucas 22.36-38 revela os instantes finais da jornada do Cristo com seus discípulos, nestes instantes finais Jesus está prestes a ser preso e por isso ele está preocupado não com ele, mas com os discípulos que não teriam vida fácil, seriam perseguidos de morte e, portanto, ele recomenda que compre espadas. Quando os discípulos mostraram as espadas, Jesus disse: Basta, no sentido de suficiência!

Eu creio que a interpretação de número 1 não se sustenta. É pouco provável! Em primeiro lugar, é fato que alguns dos discípulos andavam armados (Pedro sustenta essa tese) e este fato fortalece a ideia do texto de que Jesus estava realmente recomendando a compra de espadas para os outros que não usavam.

Em segundo Lugar, Jesus não recomendaria a venda da capa para compra de duas espadas se não fosse literalmente. O substantivo espada não é regido pelo verbo ter. Ele fica isolado na frase, O significado é: Aquele que não tem uma bolsa ou documento (e está, portanto, sem dinheiro) que venda a sua veste e compre uma espada.

Em terceiro lugar, a tensão do texto revela os instantes finais e os perigos que cercam os discípulos. A tensão exige autodefesa para os discípulos. A ideia de que Jesus recomenda a proteção aos seus é gritante neste texto.

Em quarto lugar, O termo “basta” no verso 38 tem algumas interpretações forçadas sobre este termo para sustentar a idéia de que Jesus disse aos discípulos, alguma coisa como: “Vocês não me entenderam, basta!” Esse é um argumento que não se sustenta, pois a palavra grega para basta é “ikanón”, que significa literalmente “é o bastante”, e se refere à quantia de dinheiro que tinha que ser paga para alguém que fosse solto da prisão – ou pagar uma quantidade de dinheiro exigida.

Está claro que Jesus está afirmando que a quantia paga pelas duas espadas era suficiente: Não precisa gastar mais dinheiro, pelo preço que foi pago as duas espadas já é suficiente.

O Cristão pode possuir e portar armas de fogo?

Antes de responder esta pergunta é necessário esclarecer que minha posição defende a ideia de que a arma seja obtida pelo rigor da lei. Mas neste país o governo não respeita a lei e muito menos a vontade do povo. Em 2005 foi realizado um referendo que pedia a posição do povo brasileiro sobre o tema comércio de armas. A pergunta era muito simples: “O comércio de armas de fogo e munição deve ser proibido no Brasil?” Os eleitores puderam optar pela resposta “sim” ou “não”, pelo voto em branco ou pelo voto nulo. O resultado final foi de 59.109.265 votos rejeitando a proposta (63,94%), enquanto 33.333.045 votaram pelo “sim” (36,06%). Foi uma vitória esmagadora do povo, que por sinal deseja seu direito de portar e possuir armas, respeitado.

A resposta da pergunta inicial é muito simples: Com ficha limpa e seguindo todos os critérios estabelecidos por nossa Constituição Federal, sim, o cristão pode e tem todo o direito de promover sua segurança pessoal, da sua família e da sua propriedade usando como última linha de defesa arma de fogo. O Estado não tem competência para garantir segurança de cada cidadão deste país, o Estado não é onipresente, não consegue lidar com a violência neste país. O livro “mentiram para mim sobre o desarmamento”’ do Flávio Quintela e Bene Barbosa apresenta um quadro real do fracasso do Estatuto do desarmamento, veja:

Número Total de Homicídios no Brasil


2003   51.043 (Gestão) presidente Lula
2004  48.374 (Estatuto entra em vigor)
2005  47.578 (Referendo de 2005)
2006  49.145
2007  47.707
2008  50.113
2009 51.424 
2010 52.257
2011  52.197
2012  56.337

O quadro revela que o estatuto entrou em vigor em 2004, que inicialmente diminuiu pouco a violência. Mas fracassou com o passar dos anos. Portanto, desarmar a população de bem não resolveu o problema, pelo contrário, aumentou a violência! Estima-se que em 2016 os índices de violência podem ter chegado a mais de 60 mil homicídios. E Bene Barbosa conclui:

“Na verdade esta é uma tarefa impossível, pois o estatuto não mudou o perfil criminal do Brasil, e não gerou resultados positivos nos índices de crimes violentos. Mas com certeza gerou incômodos a muitos cidadãos de bem que possuíam uma arma em casa”.

O Estatuto do Desarmamento não somente deixou o cidadão de bem inseguro, como ajudou aumentar a violência no país. O Bene Barbosa que tem lutado pelo fim deste estatuto é inclusive Presidente do Conselho de Administração na empresa Movimento Viva Brasil, uma empresa que luta pelo brasileiro de bem ter seu direito respeitado. Claro, o cidadão também tem sua escolha de não querer e inclusive discordar. Mas não pode contribuir com o governo para negar o direito do outro que deseja ter seu porte e posse de arma.

E os pastores? Estes devem respeitar a Constituição Federal, mas antes de tudo devem obedecer à lei de Deus: “Porém, respondendo Pedro e os apóstolos, disseram: Mais importa obedecer a Deus do que aos homens” (Atos 5.29).

Não podemos desejar nossa segurança e restringir para o próximo, pois isso é hipocrisia! Amar o próximo como a si mesmo é também desejar que ele não seja atingido por essa violência descontrolada. O especialista em violência e escritor Norte americano John Lott Jr., no seu livro “Preconceito Contras as Armas”, nos aconselha sobre a questão: “Ao desarmar os cidadãos obedientes à lei, os controles sobre armas têm colocado o povo em perigo”.

Uma das “grandes vozes” do mundo evangélico se chama Pr. Silas Malafaia. Silas se posicionou de forma contraditória sobre o tema Estatuto do Desarmamento. Silas é contra o cidadão de bem, ficha limpa ter seu direito respeitado pela decisão do referendo de 2005. Mas o mesmo pastor defende (inclusive usando a Bíblia e a história de Neemias e seus seguranças) a ideia de ter seguranças armados o protegendo. E ainda manda um recado para quem quiser tentar contra vida dele. Veja o primeiro vídeo:
Agora vem a contradição! Ele é contra ao cidadão ter o direito de ter uma arma segundo as leis do país e ainda se revela ignorante a respeito da PL 3722/12. A PL 3722/12 é um Projeto de Lei que tem como objetivo estabelecer uma nova regulamentação para a aquisição, a posse, a circulação e o porte de armas no Brasil. Silas deseja segurança para ele e tem muitos recursos para isso. Mas nem todo cidadão tem o poder financeiro e o prestigio do Silas Malafaia. Veja a contradição:


A quem interessa o desarmamento?

Em primeiro lugar, o estatuto interessa ao Estado. O Estado não confia no seu povo e tem cada pessoa potencialmente como um futuro criminoso. O Estado quer agigantar-se e controlar seu povo. Concordo com Benjamin Franklin quando disse: “Quando todas as armas forem de propriedade do governo, este decidirá de que são as outras propriedades”.

Em segundo lugar, interessa aos partidos políticos de ideologia socialista. Estes gostam de desarmar o povo! Hitler, Mao, Fidel, Lênin e Stalin, Mussolini, todos estes ditadores socialistas desarmaram a população e estabeleceram regimes totalitários! E com o povo desarmado o resultado sempre é genocídio, holocausto, barbárie!

Greg Foste professor americano que é especialista em história da teoria dos governos, afirma: “Governos tiranos não são, na verdade, governos verdadeiros, mas gangues criminosas que se fazem passar por governos e, portanto, não tem o direito à obediência”.

Pense comigo: Na sua última linha de defesa, como a população enfrentaria um governo tirano e genocida? Com vassouras? Cantando em coral a musica Imagine de John Lennon e pedindo paz e amor?

Sim, o cristão defende a liberdade do cidadão. Um dos motivos do cristianismo ser tão odiado é sua defesa a liberdade, insistir durante séculos nos direitos universais do ser humano – tanto de cristãos como de todos. A liberdade de pensamento e o espaço de cada um deve ser respeitado, e cabe à Igreja o papel de influenciar a sociedade com o evangelho e também de conscientizar a população sobre seus direitos.

Por Heuring Felix Motta
Redação Consciência Cristã News

O Que faria Jesus nos dias de hoje?


Com esta pergunta começamos fazer uma reflexão dos dias de hoje como estamos vivendo e agindo a luz da Bíblia Sagrada.


Voltemos a dois mil anos e vejamos a igreja de Cristo como servia, como adorava, como ajudavam uns aos outros, observe: E Perseveravam na doutrinas dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações. 



E em toda alma havia temor, e muitas maravilhas e sinais se faziam pelos apóstolos, e todos que criam estavam juntos, e tinha tudo em comum, e vendiam suas propriedades e bens, e repartiam com todos, segundo cada um havia de mister.Atos 2:42-45.

Assim a igreja de Cristo começou a caminhar dando seus primeiros passos aqui na terra, estes versículos acima já dizem tudo, não havendo nenhuma necessidade de explicação. E hoje como vivemos? Vivemos como deveria viver segundo a Bíblia? Fazemos o que diz a palavra de Deus? Em nosso meio há necessitados? Em nosso meio há o repartir do pão? Crescemos como no principio?

Não precisamos responder nenhuma destas perguntas, pois o fato por si mesmo responde. O que faria Jesus nos dias de hoje? Com certeza reprovaria todas as comunidades que primeiro pensam em si, e pregam o evangelho da prosperidade do dinheiro da barganha. 

Observem amados, na Palavra de Deus em nenhuma parte, Jesus promete riquezas, vida fácil, prosperidade, mas ao contrario, vemos Jesus pregando vida eterna, tesouros nos céus e aflições. O que faria Jesus, ao visitar uma destas igrejas e ver em suas contas milhares de reais, prata, ouro e, em seus meios, membros passando fome, necessidades? 

O que faria Jesus, ao ver, pastores, lideres cobrando cachês para fazer uso da palavra de Deus, onde a própria palavra diz: daí de graça o que recebeste de graça? O que faria Jesus, ao ver homens levitas cobrando cachês altíssimo para fazer os seus shows em vez de louvar a Deus? 

O que faria Jesus, ao ver igrejas fazendo aliança com o mundo, onde tudo pode se fazer, onde não há doutrinas, onde seus cultos são práticas pagãs e rituais, usando versículos isolados para justificarem suas práticas? Hoje o nosso Mestre seria morto, não pelos os Judeus, nem pelos Romanos, mas por estes que se diz discípulos, e pregam sua palavra enganando as suas ovelhas, usando a fé para justificarem os seus erros. 

Quanto custa uma alma? Diz a palavra de Deus que não tem valor, nem toda prata e nem todo ouro pagaria uma alma arrependida ao Senhor. A dois mil anos disse Pedro: Não tenho prata nem ouro; mas o que tenho isto eu te dou. Em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, levanta-te e anda. Atos 3:6.

Hoje, está invertida a situação, dir-se-ia: Eu tenho prata e ouro, mas não posso te dar, pois é da casa do Senhor. Nem poderia dizer: levanta-te e anda, pois não tem autoridade para faze-lo.

O próprio Jesus nos alertou das falsas doutrinas, dos falsos pastores, que vem com pele de ovelhas, mas por dentro são lobos devoradores. Nós louvamos a Deus pela a sua infinita misericórdia que hoje, Jesus encontra-se como advogado e intercede por nós, mas virá um dia, que todos compareceram junto ao tribunal de Deus e Jesus não intercederá mais. Mas julgará a todos sem distinção de raça de credo, segundo o que praticarem e estes lobos serão tirados arrancados como o joio do nosso meio para sempre.

Oramos a Deus que a igreja de Cristo continue crescendo em graça e em ações como convém aos Santos. Amém

Pb Josiel Dias
 

Estado Islâmico sequestra 197 crianças para usar como 'escudos humanos', no Iraque


O uso de crianças e adultos civis como escudos humanos tem se tornado uma prática comum do Estado Islâmico em seus combates. (Foto: Islam Media Analysis)


O rapto das crianças foi confirmado pelo Observatório Iraquiano para os Direitos Humanos e um jornal local informou que o Estado Islâmico pode usá-las como 'escudos humanos'.

O grupo terrorista Estado islâmico sequestrou quase 200 crianças e, segundo notícias, planeja usá-las como escudos humanos em sua batalha contra as forças da coalizão lideradas pelo Iraque em Mossul.

De acordo com a organização de vigilância 'Observatório Iraquiano para os Direitos Humanos' (IOHR), O Estado Islâmico (também conhecido como ISIS, ISIL ou Daesh) capturou recentemente 197 crianças no oeste de Mossul.

A organização humanitária publicou por meio de seu perfil oficial do Twitter no último sábado (25), um alerta sobre o rapto das crianças, afirmando que elas foram levadas para perto da grande mesquita de al-Nouri, no oeste de Mossul.

De acordo com o site 'BasNews.com' - que tem sua base principal em Erbil - uma fonte disse que os terroristas pretendem usar as crianças sequestradas como escudos humanos para impedir o avanço das tropas da coalizão formada pelo exército iraquiano e de outras nações.
Além do genocídio contra os cristãos e outras minorias religiosas - já reconhecido por autoridades de diversas outras nações ocidentais - a prática de usar civis como escudos humanos tem sido frequentemente usada pelo Estado Islâmico com objetivo de atrasar o avanço dos militares.

Vítimas da guerra
A notícia surgiu quando as forças da coalizão ainda permanecem em uma ofensiva lançada ao final do ano passado para expulsar o Estado Islâmico da cidade iraquiana de Mossul - atualmente uma das principais bases do grupo terrorista. Enquanto a coalizão liberou boa parte do leste de Mossul e áreas circundantes, uma campanha foi lançada em fevereiro para derrotar os militantes que estão na chamada 'cidade velha' de Mossul e em distritos do oeste.

Mas como o número de civis que foram mortos durante a ofensiva de Mosul continua a subir, foi anunciado no último sábado que as forças de segurança iraquianas suspenderam temporariamente as operações para poupar as vidas de civis.

Quase 4.000 civis foram mortos em áreas densamente povoadas, desde o início da campanha para libertar o oeste de Mossul.

O general Thaer al-Mosawi, da brigada iraquiana, disse à agência turca 'Anadolu' na semana passada, que cerca de 3.846 de civis morreram, desde que a batalha no oeste de Mosul começou, em meados de fevereiro. O Observatório Iraquiano para os Direitos Humanos citou o mesmo número em um gráfico postado no Twitter.

"Aqueles que fugiram das áreas de combate estão relatando que há muitos civis entre as vítimas", explicou al-Mosawi.

Além disso, al-Mosawi disse que mais de 22.000 moradores de Mosul foram feridos no conflito, enquanto mais de 10.000 tiveram suas casas foram destruídas.

Foi relatado durante o fim de semana que um ataque aéreo liderado pelos Estados Unidos contra um caminhão do Estado Islâmico, cheio de explosivos, causou a morte de dezenas de civis em Mossul, no dia 17 de março.

Os militares norte-americanos reconheceram no sábado que realizaram o ataque aéreo registrado em 17 de março, em al-Jadida, subúrbio de Mossul.

Embora os relatórios sugiram que o ataque aéreo liderado pelos EUA poderia ter matado até 200 pessoas, o coronel Muntathar Al-Shamari, chefe da Unidade Anti-Terrorismo do Iraque em Mossul, disse à CNN que tal estimativa seja provavelmente um exagero.

"Quando o veículo foi atingido, ele explodiu, destruindo uma ou duas casas ao lado de onde as famílias estavam se escondendo", disse Shamari.

Independentemente disso, os EUA estão investigando os relatórios, já que o número de mortos resultantes do ataque ainda precisa ser confirmado.

Guiame

Há uma grande diferença entre Alá e Jesus, diz extremista islâmico após conversão


Bashir Mohammad defendia a milícia islâmica Frente Al-Nusra, na Síria. (Foto: Patrick Kingsley/The New York Times)


Bashir Mohammad defendia a milícia islâmica Frente Al-Nusra, na Síria. Hoje, ele se define como um "jihadista que se voltou para Jesus".

Há menos de quatro anos, Bashir Mohammad, de 25 anos, defendia a milícia islâmica Frente Al-Nusra na guerra civil da Síria. Hoje, ele se define como um "jihadista que se voltou para Jesus".

Mohammad cresceu em uma família muçulmana na região curda de Afrin, no norte da Síria. Na adolescência, ele foi encorajado por seu primo a se aprofundar um pouco mais nas mensagens proferidas por pregadores jihadistas e passou a seguir as interpretações radicais do Islã.

Mais tarde, ele se juntou às forças curdas que atuavam na guerra civil da Síria e ficou impressionado com as mortes que testemunhou. "Quando vi todos aqueles cadáveres, passei a acreditar em todas as coisas que eles me ensinaram nas palestras. Isso me fez buscar a grandeza da religião”, ele contou ao site The New York Times.

Mohammad foi convidado por um amigo para se juntar a Frente Al-Nusra, grupo extremista ligado à al-Qaeda. No extremismo islâmico, ele testemunhou torturas e viu prisioneiros sendo esmagados por seus colegas com uma escavadeira.

“Eles costumavam nos dizer que essas pessoas eram inimigas de Deus e, então, passei a olhar positivamente sobre essas execuções”, disse Mohammad.

Por um tempo, Mohammad foi doutrinado na filosofia do grupo e presenciou o genocídio em ambos os lados da guerra. “Fui a Nusra em busca do meu deus. Mas depois que vi muçulmanos matarem muçulmanos, percebi que havia algo errado”, confessa.

O primo que incentivou Mohammad a se aprofundar nos ensinamentos jihadistas se tornou um cristão convertido e voltou a influenciar o jovem sírio. Quando a esposa de Mohammad, Hevin Rashid, ficou gravemente doente em 2015, o casal recebeu ajuda de seu primo através de um grupo de oração

Intrigado, Mohammad procurou um missionário evangélico chamado Eimad Brim, que o evangelizou e acompanhou seu processo de conversão. Ele e sua esposa se sentiram amados dentro da igreja e tiveram experiências profundas com Deus.

Sua saída do grupo jihadista tornou Mohammad um novo inimigo dos ex-colegas fundamentalistas. Ele teme não estar seguro, mas deposita sua confiança em Deus. "Há uma grande diferença entre o deus que eu costumava adorar e Aquele a quem eu adoro agora", disse Mohammad. "Antes eu adorava com medo. Agora tudo mudou”.

Guiame

Ronaldo Ésper conta como Deus o livrou do suicídio: "Meu passado foi perdoado"

Ronaldo Ésper falou mais sobre como a Bíblia o ajudou a abandonar a homossexualidade e disse que o acolhimento de sua igreja foi essencial para livrá-lo do suicídio. Assista ao vídeo, clicando abaixo.
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  • No último domingo (26), foi ao ar pela Rede TV! uma entrevista com o estilista Ronaldo Ésper, que acabou gerando muita expectativa, após ser anunciada aqui no Guiame e em diversos outros veículos de comunicação.
    O estilista, que agora é evangélico, disse em uma entrevista à apresentadora Daniela Albuquerque que decidiu mudar o rumo de sua vida, após uma grande crise pessoal. A fé e o abandono da homossexualidade estão fazendo parte dessa nova fase de sua vida.
    "Depois de um período de grande crise, eu parti para outra direção na minha vida. Hoje em dia, eu não sou mais homossexual. Não sou mais, por força da minha vontade, porque ninguém se cura disso", afirmou.
    "Pelo o que estou seguindo de fé e a palavra que eu tenho ouvido, isso [homossexualidade] pode ser um monte de coisa... até um encosto, uma maldição, tudo isso", acrescentou.
    O estilista também apontou a homossexualidade como uma parte de sua vida que o leva a pedir perdão.

    "Eu quero pedir perdão pelo meu passado. Vai ser um negócio difícil... vc vai ver... vai criar uma polêmica, porque eu acho que é uma infelicidade. Eu não queria ter um filho homossexual", afirmou.
    Quando questionado se ele sofreu preconceito, Ronaldo foi enfático em dizer que nunca foi alvo de discriminação por ser homossexual.

    "Eu nunca sofri nada [de preconceito]. Mas eu vejo, agora na minha idade, o que eu sou? Um homem solitário e mais nada", confessou.
    Quando questionado se virou evangélico, Ronaldo Ésper afirmou que está de fato frequentando a Igreja Universal e explicou que sua fé vai além da religião.
    "Não é religião, é uma fé e a nossa fé é o que está escrito na Bíblia. Ali está o certo e o errado", destacou.

    "Estou muito feliz de estar lá. Há alguns anos eu estava à beira do suicídio, se não tivesse sido acolhido da forma que fui, teria me matado", acrescentou.
    Finalizando a questão de sua transformação de vida, Ésper sintetizou o que gostaria de deixar claro.
    "Eu só gostaria de esclarecer isso: continuo muito feliz agora, me encontrei, o meu passado foi perdoado. Deus perdoa sempre, mas [o meu passado] não serve de exemplo pra ninguém", disse.

    Guiame
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