Para especialistas, lei de SP que abate pena de preso pela leitura da Bíblia fere Constituição...

Para bancada evangélica, leitura e resenha da Bíblia deve servir para abater pena de presos em SP Especialistas em direito classificaram como inconstitucional o projeto de lei aprovado na Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo

Esta semana que estabeleceu a possibilidade de diminuição da pena para presos pela leitura da Bíblia..Hoje, por uma resolução de 2012 do Depen (Departamento Penitenciário Nacional), os presos podem abater até 48 dias da pena por ano a partir da leitura e da resenha de livros

A leitura de um livro e a produção de uma resenha sobre a obra equivalem a quatro dias de remição da pena. É possível fazer isso uma vez por mês. Segundo o documento, a participação do preso é voluntária, e a obra precisa ser do tipo:"literária, clássica, científica ou filosófica, dentre outras". Porém, a escolha do livro varia de acordo com disponibilidade na unidade prisional.

O que os deputados fizeram agora foi derrubar o veto do ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) a um projeto de lei que, aprovado na Alesp no fim de 2017, especificava a Bíblia, livro sagrado do cristianismo, como uma das leituras possíveis para a remição dos apenados. Na avaliação jurídica do governo, legislar sobre execução de pena só cabe em instância federal, não estadual.

O projeto é de autoria de quatro deputados da bancada evangélica na Casa ligados ao PRB, partido vinculado à Igreja Universal do Reino de Deus, que atua na evangelização também em presídios. Para os autores da matéria, o fato de ela ter passado pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) e pelo plenário justifica a derrubada do veto, ainda que, admitam, há a possibilidade de o governo apresentar uma Adin (Ação Direta de Inconstitucionalidade) sobre a lei no TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo)

Da forma como aprovado pela Alesp, a Bíblia passa a ser incorporada entre as possibilidades de leitura nos presídios equivalendo a 66 livros: 39 referentes ao Antigo, e 27 ao Novo Testamento.

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Conheça a história de John Wesley, o homem que provocou avivamento na Europa

O Guiame foi até Londres, na casa de John Wesley, para conhecer mais a fundo a história deste pastor que marcou o século 18.
Antes de ter marcado um período de avivamento no Reino Unido, a relação de John Wesley com a religião era um pouco mais retraída. Em 1703, ele nasceu em um lar fortemente anglicano: seu pai, Samuel, era padre e sua mãe, Susanna, ensinava os valores religiosos aos 19 filhos.

Quando iniciou seus estudos na Universidade de Oxford, na Inglaterra, Wesley foi ordenado para o ministério anglicano e se juntou ao “Clube Santo”. Fundado por seu irmão, Charles, o grupo incentivava seus membros a passar todas as tardes estudando a Bíblia, comungar uma vez por semana, orar diariamente e visitar as prisões regularmente.

Sua visão religiosa começou a mudar a partir de 1735, quando Wesley partiu em um navio rumo à América com colonos ingleses e cristãos morávios (vindos da República Tcheca). Na viagem missionária, ele foi profundamente tocado pela devoção dos protestantes morávios e passou a reavaliar sua fé.

“Eu fui a América para converter os índios, mas, óh! Quem me converterá?”, escreveu ele mais tarde.

À convite de alguns morávios que conheceu na viagem, Wesley participou de uma reunião religiosa em Londres, em maio de 1738, e ouviu alguém ler o comentário de Martinho Lutero sobre o livro de Romanos. Naquele dia, ele teve uma profunda experiência espiritual. “Senti meu coração estranhamente aquecido. Senti que confiava em Cristo, somente em Cristo, para a salvação; e me foi dada uma garantia de que Ele havia perdoado os meus pecados”, escreveu.

Estátua de John Wesley com a frase "O mundo é minha paróquia". (Foto: Guiame/Marcos Paulo Corrêa)

Pregação nas ruas
Enquanto isso, na cidade industrial de Bristol, um ex-membro do Clube Santo, George Whitefield, estava pregando nas ruas para centenas de pobres da classe trabalhadora, oprimidos pela industrialização da Inglaterra e negligenciados pela igreja.

Wesley chegou a questionar a pregação ao ar livre de Whitefield, mas logo se entusiasmou com o novo método de ministério e passou a liderar o movimento. Ele não pretendia fundar uma nova denominação, mas as circunstâncias foram contra seu desejo de permanecer na Igreja da Inglaterra.

Wesley fazia suas pregações itinerantes em horários alternativos, para não interromper os cultos anglicanos. Uma das frases que marcou seu ministério nas ruas é: “O mundo é minha paróquia”.

Sala de oração onde John Wesley passava horas orando e lendo a Bíblia. (Foto: Guiame/Marcos Paulo Corrêa)

Os seguidores de Wesley passaram a se reunir em grupos menores semanalmente, onde oravam, estudavam a Bíblia e coletavam ofertas que eram destinadas à caridade. O movimento cresceu rapidamente, assim como seus críticos, que chamavam Wesley e seus seguidores de “metodistas” — um rótulo que usavam com orgulho. Muitos eram frequentemente recebidos com violência, enquanto homens pagos rompiam reuniões e ameaçavam a vida de Wesley.

Todos os anos, de carruagem ou a cavalo, Wesley percorria mais de 6 mil quilômetros pela Europa para pregar. Em toda a sua vida, ele pregou cerca de 40 mil sermões. Até a sua morte, em 1791, ele continuou fazendo campanhas sobre questões sociais, como a reforma das prisões e a educação universal.

Fachada da capela de John Wesley e Museu do Metodismo, em Londres. (Foto: Guiame/Marcos Paulo Corrêa)

Imagens do interior da casa de John Wesley, em Londres, na Inglaterra. (Foto: Guiame/Marcos Paulo Corrêa)




Guiame

Pastor morre abraçado ao púlpito durante erupção vulcânica na Guatemala

Vulcão de Fogo lançou uma mistura de gás quente com cinzas e fragmentos de rocha. Dezenas acabaram morrendo.

As histórias sobre as vítimas do Vulcão de Fogo, na Guatemala, estão gerando manchetes no mundo todo, ao passo que o número de mortos só cresce. O caso do pastor Camilo Pamal, da Igreja Missionária da aldeia El Rodeo Los Lotes foi uma delas.

Uma igreja foi atingida e o corpo do pastor foi encontrado morto, agarrado ao púlpito. Apenas duas pessoas de sua família sobreviveram aos danos causados pela erupção vulcânica, explicou ao site Mundo Cristiano Marly De Armas, porta-voz do ministério Casa de Deus.

Além da lava, os gases tóxicos emitidos pelo vulcão estão gerando mortes. Essa é a provável causa da morte do pastor.

Após o desastre, o ministério Casa de Deus, do pastor Cash Luna, está dado apoio aos habitantes das áreas atingidas. Eles estão buscando equipes de resgate e psicólogos dispostos a atender os abrigos onde as pessoas estão, a maioria em estado de choque. 

Com informações CBN

Relíquia de 2.800 anos revela como era rosto de rei bíblico

Cabeça de minúscula escultura foi achada em Abel Beth
Uma minúscula escultura de 2.800 anos encontrada na antiga cidade de Abel Beth Maacah, no norte de Israel, pode revelar a aparência de um rei bíblico. As Escrituras não fornecem detalhes sobre a fisionomia dos monarcas, mas a cabeça retrata um homem com longos cabelos negros, barba e com uma faixa amarela e preta, que seria a coroa. Seus olhos amendoados escuros e a expressão no rosto é séria.

Esculpida em uma cerâmica que lembra o vidro, a cabeça mede cerca 5 centímetros. O corpo ainda não foi encontrado, mas pela proporção devia medir de 20 a 25 cm de altura, acreditam os arqueólogos.

“Apesar do tamanho pequeno da cabeça da estatueta, ela nos oferece uma oportunidade única de olhar nos olhos de uma pessoa famosa do passado, com o registro nas Escrituras hebraicas”, destaca Robert Mullins, professor do Departamento de Estudos Bíblicos e Religiosos da Universidade Azusa Pacific, na Califórnia, co-diretor das escavações.Miniatura de 2.800 anos foi encontrada na antiga cidade de Abel Beth Maacah no norte de Israel. (Foto: Gabi Laron)

A peça foi encontrada no alto do que sobrou de um prédio administrativo da cidade, indicando que representa uma pessoa de elite, explica Mullins. “Acreditamos que provavelmente é de um rei, mas não temos como provar qual”, acrescenta.

Os testes de datação por radiocarbono do material orgânico encontrada no mesmo ambiente onde a escultura foi escavada sugere que o objeto data entre 902-806 a.C. A cidade estava na fronteira de três reinos diferentes: Israel, Tiro e Aram-Damasco.

As maiores possibilidades é que seja a imagem do rei Acabe (de Israel; 1 reis 16), o rei Hazael (de Aram-Damasco; 1 Reis 19:15) e o rei Etbaal (de Tiro 1 Reis 16:31). Como o processo de escavação continua, nos próximos meses os arqueólogos esperam encontrar mais informações que possam determinar quem esta escultura representa.

Os pesquisadores publicarão um artigo sobre a descoberta deste mês na revista Near Eastern Archaeology. Por enquanto, a peça ficará em exposição no Museu de Israel, em Jerusalém. 

Com informações de Live Science

Pesquisa revela que 90% dos animais surgiram “ao mesmo tempo”

Criacionista afirma: "isso só reafirma o que sempre falamos na cosmovisão bíblica"
Um novo estudo genético abrangente aponta que 90% dos animais da terra surgiram “ao mesmo tempo” e na mesma época dos primeiros seres humanos.

O relatório, publicado na revista científica Human Evolution, examinou milhões de “códigos de barra de DNA”, coletados de 100.000 espécies de animais e descobriu que “9 em cada 10 espécies de animais no planeta surgiram ao mesmo tempo que os humanos, cerca de 100.000 a 200.000 anos atrás”.

A conclusão do estudo vai contra as bases da Teoria da Evolução, de Charles Darwin.

Segundo geneticista David Thaler da Universidade de Basel (Suíça): “Essa conclusão é muito surpreendente e eu lutei contra ela o máximo que pude”.

Especialistas acreditam que essa descoberta tem o potencial de forçar uma ampla revisão na ideia sedimentada na comunidade científica sobre a “evolução das espécies”. Outro dado levantado é a possibilidade de que um evento catastrófico tenha eliminado a maior parte da vida na terra entre 100 e 200.000 anos atrás.
Código de barra de DNA

Ao longo da última década, centenas de cientistas coletaram cerca de 5 milhões de códigos de barra de DNA de 100.000 espécies de animais em diferentes partes do globo.

Na verdade, existem dois tipos de DNA. O mais conhecido é o DNA nuclear, que contém o ‘esquema genético’ de cada indivíduo único, sendo passado dos pais para os filhos.

Já o outro tipo de DNA, encontrado na mitocôndria das células. Trata-se da mitocôndria que gera energia para a célula e contém 37 genes. Um desses é chamado de “gene COI”, usado para criar os códigos de barra de DNA. Embora todas as espécies tenham um DNA mitocondrial bastante similar, seu DNA é também suficientemente diferente para distinguir entre as espécies.

Ao analisar o COI de 100.000 espécies, os pesquisadores chegaram à conclusão de que a maioria dos animais apareceu ‘simultaneamente’. Isso pôde ser verificado porque a mutação neutra entre espécies não era tão variada quanto se esperava. Essa mutação revela pequenas mudanças no DNA que ocorrem ao longo das gerações. Seria algo similar aos anéis das árvores, que servem para estabelecer qual a sua idade.
Criação e dilúvio

O apologeta Ken Ham, do ministério Respostas em Gênesis, conhecido pela defesa científica do Criacionismo, disse que essa pesquisa apenas reafirma o que as Escrituras dizem sobre as origens da vida. Esse ‘evento catastrófico’ que alterou a vida no planeta foi o dilúvio.

“A [teoria da] evolução não estabelece que a grande maioria das espécies tenha surgido ao mesmo tempo, nem espera que elas tenham esses limites genéticos claros”, explica. “Mas isso é o que sempre falamos na cosmovisão bíblica. Na verdade, é o que os criacionistas têm dito o tempo todo, embora essa estimativa de 100.000 a 200.000 anos ainda seja exagerada, devido as arraigadas suposições evolucionárias”. 

Com informações Christian Headlines
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