A esperança bíblica não está ligada ao velhinho de barbas brancas

Cristo Jesus, a nossa esperança (1Tm 1.1).
Estava caminhando num shopping center e ouvi músicas de Natal cantadas por um coro de crianças de uma escola local. Chamou minha atenção que, embora as melodias me fossem familiares - eram de hinos cantados nas igrejas para comemorar a vinda do Senhor Jesus ao mundo - as letras tinham sido mudadas para dar ênfase a Papai Noel. 

Neste tempo em que tudo deve ser politicamente correto, aquele coro expressava o pensamento de muitos de que não se deve falar apenas de Jesus no Natal. E, então, o personagem gordinho de vestes vermelhas e barbas brancas tornou-se a figura central. Confesso que me senti profundamente triste ao ouvir que aqueles cânticos lindos que falam de Jesus nascido em Belém da Judéia, a revelação de Deus na terra, tinham sido mudados e Jesus excluído em muitas celebrações do Natal. 

Qual é então o significado do Natal? Para nós cristãos não há duvida nenhuma de que no dia de Natal Deus veio ao mundo para nos dar esperança de vida eterna no céu para todos aqueles que crêem. Na língua grega em que foi escrito o Novo Testamento, a palavra esperança é diferente daquela em português. Em português, esperança sempre embute um elemento de dúvida. Ao dizermos que esperamos realizar um projeto, queremos também dizer que talvez ele não se realize. 

Na linguagem bíblica, entretanto, esperança é uma realidade que não admite nenhuma probabilidade de dúvida. O que Paulo expressou escrevendo ao seu companheiro Tito é a realidade na esperança da vida eterna, que não pode ser mentira pois está fundamentada na Palavra de Deus. 

A esperança bíblica é tão somente espiritual. Ela não está ligada a comidas e bebidas ou a presentes, e muito menos ao velhinho de barbas brancas. Essas coisas têm algum valor relativo nas celebrações do fim do ano, mas só há esperança verdadeira quando Cristo domina no coração das pessoas. - JG

Guiame

Em maio de 2014 todos os bebês nascidos na Europa terão implante de chip

Um chip é um circuito integrado usado em tecido subcutânea. Microchips são aproximadamente do tamanho de um grão de arroz e são baseados em uma tecnologia passiva, “Agora”. Microchips são particularmente úteis em caso de rapto ou crianças desaparecidas. Muitos países já utilizam e exigem o microchip com vacinação.

Em maio de 2014 entrará em vigor em toda a Europa, a obrigação de apresentar as crianças para instalar o microchip sob a pele, que deve ser aplicado em hospitais públicos no momento do nascimento.

O microchip em questão é fornecido, bem como uma folha de dados com informações relativas ao indivíduo, (nome, tipo sanguíneo, data de nascimento, etc) também é um poderoso detector GPS que vai funcionar com uma bateria de micro-substituível a cada 2 anos nos hospitais do estado. 

O chip de GPS está dentro da nova geração e, por conseguinte, permite uma margem de erro de detecção igual ou inferior a 5 metros.

Ele será conectado diretamente a um satélite, que irá gerenciar as conexões. Quem quiser, pode ser implantado gratuitamente (ou implantar seus filhos) microchip, embora nascido, já a partir de 1º de maio de 2014, o preenchimento de um formulário de pedido de adesão da ASL. 

O CCCP (Comitê Consultivo para o Controle da População) levou em conta a ” obrigatoriedade de instalação de cidadãos nascidos antes dessa data, mas que não se materializa antes de 2017. A instalação será totalmente indolor, graças ao facto de o chip ser implantado sob a pele no cotovelo esquerdo, livres terminações nervosas.

Finalmente uma boa notícia do mundo da tecnologia. Com este chip, finalmente, irá impedir todos os casos de desaparecimento ou seqüestro que chocou o mundo em todos estes anos.Também será possível, graças a essa tecnologia, no futuro, controlar facilmente todos os criminosos em geral.

'Não Haverá Cristãos em Belém Dentro de 20 anos’, Diz Líder Religioso em Israel

Com o aumento dos assentamentos judaicos na região de Belém, em Israel, a cidade tem se tornado cada vez mais impenetrável aos cristãos. é o que diz o padre Ibrahim Shomali, sacerdote de Beit Jala, uma paróquia em Belém.

Ele cita o aumento dos assentamentos judaicos entre Jerusalém e Belém como um obstáculo praticamente intransponível, que nem mesmo o próprio Jesus, se hoje fosse vivo, conseguiria transpor.

“Se Jesus viesse esse ano, Belém estaria fechada”, diz Shomali ao periódico Sydney Morning Herald. Segundo ele, Jesus teria que nascer em um posto de controle ou em um muro de separação. E Maria e José precisariam de permissão israelense ou entrar como turistas.

As comunidades judaicas impedem que os palestinos entrem em Jerusalém Oriental ou em Belém, sem a licença de turista. Segundo o líder religioso, a pergunta é: o que acontecerá quando os palestinos forem fechados do lado de fora?

Um dos assentamentos mais invasivos é Har Homa, uma comunidade de quase 20 mil pessoas. O assentamento foi construído na localidade os líderes cristãos acreditam que os anjos revelaram aos pastores a respeito do nascimento de Jesus.

Os cristãos árabes, que representam somente 2% da população israelense, podem se tornar uma “raridade” no país nos próximos anos. 

As celebrações de Natal estão em vias de extinção em muitas cidades israelenses. Comunidades cristãs, como é o caso de trabalhadores filipinos e peregrinos africanos estão comemorando o feriado natalino em espaços públicos em bairros de Tel Aviv e Nazaré.

“Quando olho para os registros dos nomes de famílias tradicionais da igreja, vejo que muitas delas já se foram”, conta Shomali. Ele acredita que “em 20 anos não haverão mais cristãos em Belém”.

Apesar da situação descrita pelo líder religioso, o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu fez um discurso para os cristãos exortando que os peregrinos e turistas visitem Israel durante a época de Natal e celebrem abertamente o Natal.

Segundo Netanyahu, “em uma região onde há pouca tolerância com a fé dos outros, Israel quer garantir os lugares sagrados das grandes religiões e a liberdade de culto para todos”, concluiu

Christian Post

Natal deveria mudar para fevereiro, de acordo com jornalista americano

Jornalista aponta dez benefícios que a mudança de data do Natal traria
Através de sua coluna em um famoso portal de notícias norte-americano, um jornalista especializado em religião trouxe a tese de que o Natal deveria mudar de data, traçando uma série de dez razões para uma troca do mês de dezembro para o mês de fevereiro.

Segundo o colunista Clay Farris Naff, do The Huffington Post, a questão é tão clara que consegue fazer com que teólogos e estudiosos seculares concordem, sobretudo diante de inúmeras evidências que constatam que o nascimento de Jesus Cristo não ocorreu em 25 de dezembro.

O Natal no fim de dezembro foi determinado pelo imperador romano Constantino Magno (conhecido por adotar o cristianismo em Roma), no ano de 336 d.C., para excluir uma festa pagã celebrada na mesma época. No entanto, para Farris Naff não é necessário dar sequência aos "ditames fascistas" de um imperador de quinze séculos atrás.

De maneira bem-humorada, o jornalista enumera os dez fatores mais convenientes que a mudança de data poderia provocar se fosse levada a sério. Em ordem decrescente, confira no que o estudioso acredita que a transformação do calendário pode ajudar:

10. Gula de Ação de Graças: a princípio, Farris Naff dá um alerta aos gulosos. Ele ressalta que em fevereiro, o Natal teria um período mais distante das festas americanas de Ação de Graças, dando um descanso maior ao estômago daqueles que só esperam os feriados para comer o tradicional peru assado.

9. Economia e a Black Friday: na sequência, ele indica que a mudança do calendário também pode gerar uma economia no bolso, já que muita gente tem gastado com as promoções na famosa Black Friday, em novembro, ficando sem dinheiro um mês depois, para os presentes de Natal, em dezembro.

8. Fim de inverno alegre nos EUA: ao apontar os últimos meses do inverno americano como "os mais deprimentes do ano", ele avalia que o Natal em fevereiro serviria para dar boas vindas à primavera, que começa em março no Hemisfério Norte.

7. Dia dos Namorados e Dia do Presidente: para quem não gosta do Dia doa Namorados e do Dia do Presidente, ambos em fevereiro nos EUA, o jornalista diz que o Natal de fevereiro ofuscaria as duas datas, deixando livres quem não se habitua com os costumes de namorados ou de honraria aos antigos líderes americanos.

6. Um dia a mais: Farris Naff também sugere para que o Natal seja comemorado perto do dia 28 de fevereiro, pois assim o Natal ganharia um dia a mais de celebração nos anos bissextos, com o dia 29 de fevereiro.

5. Revisionistas: para o jornalista, a alteração no calendário também serviria para dar um basta em debates promovidos por revisionistas, que tendem a insistir na discussão do que deve mudar ou não na cultura dos EUA por conta do cristianismo. Segundo ele, uma mudança brusca evita que conceitos revisionistas se espalhem.

4. Futebol Americano: como os atletas de futebol americano normalmente estão em atividade em dezembro, o Natal em fevereiro daria a chance dos jogadores comemorarem a data de férias, e o melhor: com suas famílias.

3. Ano Novo: a troca da data também ajudaria nas resoluções de fim de ano. Afinal, segundo o estudioso, fica difícil cumprir uma promessa de "ficar mais magro" no começo durante o réveillon, após comer tanto no Natal.

2. Preocupações com tradições: Farris Naff revela também a quebra da tradição de dezembro acabaria com as preocupações com a manutenção de costumes, como a polêmica recente que levou uma jornalista do Fox News apontar que Papai Noel "só pode ser branco", conforme explica o jornalista.

1. Guerra contra o Natal: mais uma vez dando ênfase aos debates culturais entre ateus e secularistas contra cristão, Farris Naff cita outro episódio recente onde Bill O'Reilly, jornalista da Fox News, apontou que "ficará de olho" nos esforços de quem ataca o Natal. O colunista do Huffington Post indica que a mudança de data controla os críticos, ao mostrar que os cristãos sabem se renovar e apreende discussões e "guerras desnecessárias".

Christian Post
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