Entenda o conflito em Gaza em 50 palavras

"Os egípcios fecharam os túneis que rendiam ao Hamas meio bilhão de dólares por ano. Sem poder atacar o Egito, o Hamas atacou Israel. 

Se as TVs se enchessem de civis palestinos mortos, a revolta da opinião pública forçaria o Egito a levantar o bloqueio. Vítimas civis eram parte do plano."

(David Brooks - O Globo, 30/07/2014 -http://glo.bo/1pI9NVf)

‪#‎AtençãoCristão‬!!!! Saiba porque orar por Israel e como orar.

Orar para que fracasse o plano internacional, inclusive seguido pela ONU e pelos EUA, de impor sobre a Terra Prometida dois países: Israel e Palestina.

Deus definiu, na Bíblia, quem é o único dono dessa terra: os judeus. Qualquer nação ou grupo de nações que quiser estabelecer outro país na Terra Prometida estará em conflito com Deus.

As nações, inclusive a ONU e os EUA, não reconhecem oficialmente Jerusalém como capital de Israel. Aliás, nem mesmo reconhecem que Jerusalém pertence a Israel.

Minha opinião, como evangélico, é que esse comportamento é esperado da Igreja Católica (cuja maior nação católica do mundo é o Brasil) e da Igreja Ortoxoxa (cuja maior nação ortodoxa do mundo é a Rússia), pois ambas as igrejas creem que substituíram o Israel da Bíblia. Mas como evangélico eu espero mais dos EUA, que ainda têm a maior população evangélica do mundo.

Os políticos evangélicos dos EUA deveriam (mais ainda não conseguiram demonstrar) se opor firmemente à politica insana de dois estados da política externa americana, que obriga Israel a aceitar um Estado estranho — um país palestino — na Terra Prometida. Os políticos e líderes evangélicos americanos deveriam cobrar fortemente, de forma constante e regular, do governo americano o motivo por que nunca reconheceu Jerusalém como capital de Israel. Como orar então?

1. Orar para que judeus e árabes conheçam Yeshua (Jesus) como Senhor e Salvador.

2. Orar para que os políticos e líderes evangélicos americanos assumam um papel mais claro ao lado do que Deus prometeu a Israel, colocando os interesses de Deus, não do governo dos EUA, para Israel como prioridade.

3. Orar para que a Igreja Católica enxergue que a Igreja nunca substituiu Israel no que se refere às promessas de Deus para a Terra Prometida e para os judeus.

4. Orar para que a Igreja Ortodoxa enxergue que a Igreja nunca substituiu Israel no que se refere às promessas de Deus para a Terra Prometida e para os judeus.

5. Orar para que as igrejas calvinistas americanas e europeias, que têm basicamente a visão católica e ortodoxa sobre Israel, enxerguem que a Igreja nunca substituiu Israel no que se refere às promessas de Deus para a Terra Prometida e para os judeus.

6. Orar para que Deus levante no governo dos EUA líderes tradicionais, carismáticos, pentecostais e neo-pentecostais pró-Israel que sabotem a política americana que exige um país palestino na Terra Prometida e sabotem a resistência do governo dos EUA de reconhecer oficialmente Jerusalém como capital de Israel e como pertencente a Israel.

7. Orar para que os líderes e políticos evangélicos do Brasil sejam curados de sua timidez e mudez, pois enquanto o governo do PT está afrontando Israel, o silêncio deles é ensurdecedor.

 
Por Julio Severo 

MANIFESTO DOS CRISTÃOS BRASILEIROS À PRESIDENTA DILMA ROUSSEFF EM REPÚDIO à NOTA Nº 168, DE 23/07/2014 E PETIÇÃO DE PROVIDÊNCIAS

Excelentíssima Senhora Presidenta Dilma Rousseff, 
Nós, brasileiros, cristãos de diferentes comunidades e confissões, abaixo-assinados, viemos manifestar nossa insatisfação, perplexidade e repúdio pela atitude deste governo, expressada no último dia 23 de julho, através da Nota nº 168, que condena Israel pela ação militar adotada em resposta aos milhares de mísseis e morteiros disparados desde Gaza no último mês, endereçados à população civil israelense, sem que a mesma medida no rigor do julgamento por parte desta Chancelaria fosse adotada em relação ao Hamas, grupo terrorista que detém o controle político na Faixa de Gaza.

Como Vossa Excelência bem sabe, o Brasil tem um sólido relacionamento com Israel, tanto pelos princípios bíblicos compartilhados entre judeus e cristãos, quanto pelos laços tecidos nas últimas décadas entre o Brasil e o Estado de Israel nas áreas da cultura, ciência e tecnologia, turismo, política e diplomacia.

Entendemos que o mandato que nós, o povo brasileiro, outorgamos a V. Exa. para que nos represente na condução do País está em grande maneira mediado pelos princípios constitucionais fundacionais da nação brasileira. Desta maneira, a referida procuração não representa um “cheque em branco” assinado, que lhe permite tomar atitudes como a que nos mobiliza nesta ocasião, que são contrárias aos nossos valores mais caros.

Embora tenhamos graves problemas internos ainda por sanar com relação a violações de direitos humanos, consideramos que seja nobre a preocupação com essas mesmas violações em âmbito internacional. Sendo esta a atual decisão da condução da política externa do Brasil, nos causa estranheza que essa mesma preocupação não tenha sido ainda demonstrada, de forma veemente e contundente, em relação aos milhares dos nossos irmãos cristãos covardemente assassinados na Síria; ou a matança indiscriminada de cristãos pelo grupo terrorista Boko Haram, na Nigéria; ou crimes de lesa-humanidade no Irã, Caxemira, e tantos outros.

Nossa petição é para:
1. Que o Brasil reconsidere a sua posição em relação à convocação do seu embaixador em Israel, para que os 20 mil brasileiros que lá vivem possam contar com o amparo da nossa embaixada no país;

2. Que sejam adotadas medidas diplomáticas equânimes e proporcionais entre os diferentes países com os quais o Brasil mantém relações;

3. Que haja uma condenação explícita do governo brasileiro em relação ao terrorismo do Hamas e ao uso de civis, especialmente mulheres e crianças, como escudos humanos;

4. Que o Brasil volte a adotar uma postura moderada e mediadora em relação aos conflitos internacionais, em especial, ao atual conflito entre Israel e o Hamas.

Universal inaugura megatemplo com clima de Jerusalém e excesso de segurança

Na tarde da quarta-feira (30), uma muçulmana de burca passa pela calçada, e os seguranças contratados pela IURD (Igreja Universal do Reino de Deus) logo se mobilizam para saber o que ela está fazendo no entorno do Templo de Salomão.

A construção, que é a réplica do local sagrado do judaísmo, foi erguida no bairro do Brás (região central de São Paulo) nos últimos quatro anos.

Sua inauguração oficial será feita na noite desta quinta-feira (31) com a presença confirmada da presidente Dilma Rousseff (PT), do governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) e do prefeito da capital paulista Fernando Haddad (PT), entre outras autoridades.

"Essa construção é magnífica. Salomão é um profeta para os muçulmanos também e merece isso", explica a tunisiana Rabia Azouzia, que mora no Brasil há um ano e admirava a construção da calçada --foi ela quem motivou a curiosidade dos seguranças da IURD--, em frente ao prédio revestido com pedras trazidas de Hebron, cidade localizada na Cisjordânia.

Rabia frequenta a mesquita xiita do bairro, mas em sua caminhada passou por uma igreja católica e outra da Assembleia de Deus para chegar até o megatemplo, construído por decisão do bispo Edir Macedo para ser a santa sede da denominação neopentecostal que fundou em 1977.
Brás passa a ser quase um pedaço de Jerusalém na zona leste

O Brás, bairro de ocupação comercial na zona leste paulistana, vive um clima de Jerusalém nestes dias. E não é só pela megalomaníaca reprodução do monumento bíblico erigido no meio do bairro já tão cheio de locais religiosos.

Informações Uol

A única solução pra crise em Gaza é a destruição de Israel, afirma aiatolá

“Nós iremos caçar israelenses de casa em casa”, diz general iraniano
O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, afirmou que a única solução para a região é a destruição de Israel. Disse ainda que o confronto armado deve se expandir para além de Gaza e que o exército iraniano poderia destruir o sistema de defesa antimísseis de Israel, chamado de Cúpula de Ferro.

A guerra em Israel já matou mais de mil palestinos e dezenas de israelenses. A ONU exigiu um cessar-fogo, mas o Hamas, que controla Gaza tem violado todas as tentativas nesse sentido nas últimas semanas.

“Estes crimes estão além da imaginação e mostram a verdadeira natureza do regime de lobos e assassinos de crianças, (cuja) única solução é a sua destruição”, afirmou o aiatolá, a Agência de Notícias Fars. O vice comandante da Guarda Revolucionária do Irã prometeu iniciar uma vingança contra Israel.

“Vocês [povo de Israel] são árvores sem raízes, que foram plantadas em terras islâmicas pelos britânicos”, disparou o general Hossein Salami. Esta afirmação se refere à Declaração de Balfour, que iniciou o desmantelamento do Império Otomano depois a Primeira Guerra Mundial e resultou posteriormente na criação do Estado de Israel, em 1948.

“Vamos persegui-los de casa em casa e vingar cada gota de sangue derramado de nossos mártires da Palestina”, prosseguiu Salami. Lembrou ainda uma declaração do aiatolá Ruhollah Khomeini, fundador do regime islâmico iraniano. “Imã [Khomeini] afirmava que Israel deve ser varrido da face da Terra, assim deu uma verdadeira mensagem para o mundo. Esta mensagem iluminou os muçulmanos e torna-se um conceito nas ruas da Síria, do Líbano e da Palestina”.

Além disso, ameaçou: “O fim do regime sionista chegou. Os movimentos islâmicos estão armados, os mísseis estão posicionados… Estamos confiantes de que as promessas de Alá se tornarão realidade e, no fim do mundo o islã será o cemitério dos Estados Unidos e as políticas do regime sionista, juntamente com seus aliados na região. A bandeira do Islã será levantada”.

O Irã passa por um delicado processo de negociação com os EUA e recebeu 2,8 bilhões de dólares pelo alívio das sanções impostas pela ONU e a administração Obama. Em troca ofereceria em Genebra a busca de uma solução pacífica para o seu programa nuclear irregular.

O governo iraniano não se manifestava tão fortemente contra Israel desde março do ano passado, quando Khamenei ordenou que todas as forças armadas do regime islâmico se preparassem para uma guerra iminente. Afirmava que Israel estava prestes a atacá-los e por isso convocou todos os muçulmanos para se unirem a eles na “última guerra”.

Alirezza Forghani, chefe-estrategista de Khamenei, divulgou em 2012 um relatório onde mostrava que poderiam “varrer Israel do mapa” em apenas 9 minutos. A manobra militar atacaria os distritos com elevada taxa de população. Os mísseis Shahab 3 seriam responsáveis por matar 60% da população judaica na primeira investida.

Posteriormente, seriam disparados todos os mísseis Sejil a partir de Teerã, tendo como alvo as usinas nucleares em Dimona e Nahal Sorek. Mais tarde, os mísseis iranianos seriam lançados sobre a infraestrutura básica do Estado judeu: aeroportos, usinas de força e instalações de tratamento de água. Por fim, mísseis Ghadar seriam usados para destruir os assentamentos humanos. 

Com informações de Agência Fars e Daily Caller.
GospelPrime
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