Muçulmana sonha com Jesus após tentar suicídio e tem a vida transformada

Imagem ilustrativa. Hoje Asmath faz parte de uma igreja subterrânea, onde os cristãos se reúnem em secreto para não serem presos. (Foto: Reprodução).
Depois de pular da ponte, Asmath foi resgatada e evangelizada por cristãos que realizavam um batismo no mesmo rio.

Asmath foi criada em um país predominantemente muçulmano, na Ásia Central. Ela nunca conheceu seu pai biológico. Cinco meses antes de nascer, ele se divorciou da mãe e saiu da casa. Quando tinha apenas três anos, sua mãe se casou, mas seu padrasto se recusou a aceitá-la, então foi entregue a orfanato. Ela cresceu lá de acordo com os princípios do Islã, e aprendeu a praticar todos os rituais exigidos.

Quando chegou aos 20 anos, um homem muito mais velho perguntou ao orfanato se ele poderia se casar com a jovem. Ele tinha 60 anos, outras esposas e filhos mais velhos do que Asmath. Mesmo assim, os funcionários do orfanato disseram-lhe que ela tinha pouca escolha senão casar com ele. Após tantos anos de isolamento e solidão, ela decidiu aceitar a proposta.

Mas o homem teve um problema cardíaco e morreu dois meses depois do casamento. Após o funeral, seus filhos forçaram-na a deixar sua casa, dizendo que não era mais dela. Então, Asmath decidiu pôr um fim em sua vida. Ela encontrou o que parecia ser o caminho perfeito: pular de uma ponte alta em um rio profundo.

Em uma aldeia perto das margens do mesmo rio, muitas famílias muçulmanas tinham aceitado Jesus Cristo em suas vidas sob o ministério de uma igreja subterrânea. Os aldeões, incluindo o líder da igreja, o pastor Hamad e sua família, vivem em casas nada modernas. As margens do rio servem para a maioria de suas "necessidades primárias", e o pastor Hamad batiza novos crentes no mesmo rio.

Ele sempre realiza cultos de batismo de manhã cedo para evitar os olhos das autoridades e dos vizinhos muçulmanos radicais. No início de uma manhã, quando os membros da igreja se preparavam para outro desses cultos, eles notaram o corpo de uma jovem mulher deitada submersa perto da costa do rio. Correndo para arrastar o corpo para fora da água, descobriram que ela ainda estava respirando.

Enquanto alguns oravam, o pastor Hamad pressionou seu peito, até que a água começou a jorrar de sua boca. Ele então respirou dentro dela enquanto outros esfregavam os pés e as palmas das mãos para aquecê-la. Ela gradualmente começou a respirar melhor, abriu os olhos e começou a falar. Eles entenderam que ela havia saltado da ponta e disseram que só o Senhor poderia protegê-la. Com os crentes se juntando, o pastor orou por ela.

Ele então deu uma breve mensagem do Evangelho a todos reunidos, explicando a salvação que só é possível em Jesus Cristo e a importância do batismo. Ele então batizou cinco pessoas, com Asmath ouvindo atentamente e observando tudo o que aconteceu.

Quando o culto terminou, eles a trouxeram de volta para a igreja, onde participaram de uma alegre Ceia do Senhor. Ela continuava observando tudo. Naquela noite, Jesus veio a Asmath em um sonho. "Não temas. Eu sou seu Senhor e Deus ", ele disse para ela. "Eu sou o único que pode ser sua ajuda nos tempos de problemas. E eu sou a vida e a ressurreição".

Então ele mostrou suas mãos pregadas. "Veja, eu sofri isso por você", disse ele. "Porque eu coloquei você nas palmas das minhas mãos. Tenha fé em mim". Ela sabia que era o Senhor Jesus que a resgatou e agora ofereceu nova vida. No dia seguinte, ela compartilhou seu sonho - assim como sua história - para o pastor e aceitou Jesus como seu salvador pessoal e Senhor.

Asmath agora estuda a palavra de Deus e ajuda com os ministérios da igreja. Ela recentemente pediu para ser batizada, o que aconteceu na semana passada. Os crentes do país de Asmath frequentam igrejas subterrâneas e adoram a Deus de forma secreta devido à perseguição religiosa. Acusações de blasfêmia ocorrem regularmente e podem resultar em punição severa ou morte.

Guiame

Coincidência entre Lua Azul e Lua de Sangue cria fenômeno que pode ser um “sinal dos tempos”

Não é de hoje que fenômenos astronômicos despertam curiosidade em nós. Este é o caso da coincidência entre a Lua Azul e a Lua de Sangue, mais conhecido como o fenômeno da “Superlua”. Infelizmente ele não pode ser visto no Brasil, no último dia 31, mas a ocorrência da junção atípica entre as duas luas deu margem para interpretações diversas no campo teológico.

Para o pastor Mark Blitz, “a Superlua Azul de Sangue do dia 31 de janeiro ocorre justamente no 15º dia do mês de Shevat”, disse ele. “Isto é fascinante profeticamente porque há uma seção da Bíblia Sagrada em que Zacarias recebe a revelação sobre um cavalo vermelho que tirará a paz da Terra. A Escritura diz que isto acontecerá no mês do Shevat”, explicou o ministro ao portal americano WND.

Por outro lado, o pastor brasileiro Luiz Sayão, batista e muito conceituado na área acadêmica de pesquisa, ensino e produção literária, enxerga o fenômeno por outra perspectiva e prefere ser cauteloso:

“De fato a Bíblia fala de sinais no céu antes que venha o grande e glorioso dia do Senhor. Mas é preciso tomar cuidado com uma associação direta e imediata com alguns fenômenos que nós temos, como se isso fosse determinante em relação à volta de Jesus ou a um elemento escatológico final e definitivo”, disse ele numa entrevista ao Pleno New.

Pastor Sayão destacou para o que diz o Novo Testamento e os ensinos de Jesus acerca dos sinais do fim dos tempos, mas no sentido de que devemos nos preocupar mais em nos consagrar e estar preparado. Para ele, a Superlua pode ser considerada um sinal genérico:

“São sinais genéricos e não determinantes em relação ao final dos tempos. Ainda que prestemos atenção a esses e a outros sinais, é preciso muito cautela para não ter uma atitude que vá além de uma atenção criteriosa e marcada pelo bom senso”, disse.

O termo “Superlua” foi utilizado pela primeira vez por Richard Nolle, em 1979. Ele se refere ao momento em que a lua está 90% próxima de seu perigeu (ponto na órbita de um astro em que fica mais próximo do planeta). Portanto, se trata de uma lua cheia, só que “maior” e mais próxima da Terra.

GospelMais

Pastor da Assembléia de Deus é encontrado morto por enforcamento e parentes suspeitam de suicídio

Infelizmente, mais uma tragédia se abateu no meio evangélico contra um líder pastoral. Se trata do pastor Gilson Genário Rodrigues, da Igreja Assembleia de Deus Ministério Rio Comprido, na cidade de Espera Feliz em Minas Gerais.

O ministro foi encontrado morto em sua própria marcenaria, com uma corda enrolada em seu pescoço, o que levantou a suspeita de suicídio por enforcamento.

Em dezembro do ano passado houveram quatro casos de suicídio entre líderes evangélicos. Foram eles, Pastora Lucimari Alves Barro, Pastor Júlio Cesar, Pastor Ricardo Moisés e o Presbítero João Luiz Tavares. O fato do pastor Rodrigues ser o quinto caso em menos de dois meses chamou atenção de outro pastor, Gilmar Fiuza.

Fiuza ministrou a Palavra na igreja evangélica Assembleia de Deus, Madureira no Brás, e um vídeo com trechos da sua pregação foi publicado no Youtube. Nele, o líder chama atenção para alguns fatos que podem influenciar uma pessoa cometer o suicídio, sendo um deles a “mente presa”.

“Quando você vê alguém chegar ao suicídio, é porque a mente dele tá presa, quando você vê alguém se alto flagelar, se auto defraudar é porque ele tá preso….”, disse ele.

Ainda segundo Fiuza, a estratégia de satanás é contar mentiras e induzir a pessoa para a autodestruição:

“Ele vai contando mentira dizendo que você é feio, você é fraco, você é frustrado, você é arrebentado, tua família está falida. E a mente presa vai aceitando, aceitando, aceitando, e depois as tragédias sai no noticiário”, alertou o ministro.

No caso do pastor Rodrigues, ao que parece, nem a família compreende o que pode ter motivado o suposto suicídio. Além de ministro do evangelho, o pastor Rodrigues também era dono de uma fábrica de móveis na cidade onde morava. Alguns levantaram a suspeita de que problemas financeiros e dívidas poderiam ter influenciado o pastor, mas a família não confirmou a informação.

GospelMais

“Deus falou comigo esta tarde”, declara esposa do pastor que tirou a própria vida

Maria das Graças Silva, esposa do pastor Gilson Genário Rodrigues, da Igreja Assembleia de Deus Ministério Rio Comprido, na cidade de Espera Feliz em Minas Gerais, gravou um vídeo em sua página no Facebook para comentar a morte do marido, que no último dia 29 foi encontrado sem vida com uma corda em seu pescoço. A suspeita da família é de suicídio.

Noticiamos o caso na tarde de ontem, quando a família ainda não havia se pronunciado sobre o que possivelmente teria motivado o pastor Rodrigues, supostamente, a cometer o ato de suicídio.

Em um vídeo gravado pela esposa do pastor, ela comentou o que parece terem sido comentários maldosos acerca da maneira como o marido faleceu.

“Essas questões todas não importa, o que importa é o Deus que fala e que me conforta e Deus falou comigo esta tarde”, disse ela. Apesar de engajado no ministério, dona Maria explicou que seu marido estava muito debilitado, ao que parece, devido um tratamento contra diabetes. Em seguida, ela conta que pediu resposta a Deus sobre o acontecimento.

“Eu pedi para Deus falar comigo e Ele me respondeu”, disse ela. Ainda segundo ela, Deus teria lhe respondido dizendo que “assim como a forca é vergonhosa, a cruz também é e hoje a cruz está estampada em camisetas, pingentes… e ninguém tem coragem de fazer isso com uma forca”.

Em dezembro do ano passado houveram quatro casos de suicídio entre líderes evangélicos. Com a morte do pastor Rodrigues, somam cinco casos em menos de dois meses.

Apesar de muitos cristãos darem ênfase ao que deve acontecer após a morte nesses casos, precisamos lembrar que há famílias, entes queridos e amigos que perderam tais pessoas, de forma que é importante o cristão saber diferenciar a conveniência de algumas entendimentos, tendo em vista que o sofrimento do luto já é, por demais, doloroso.

Para assistir o vídeo gravado por dona Maria, clique aqui.



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Silas Malafaia defende Bolsonaro e critica pesquisa do Datafolha: “Um atentado à inteligência”

O pastor Silas Malafaia, da igreja Assembléia de Deus Vitória em Cristo, publicou um vídeo no último dia 31 de janeiro, onde aparece criticando a última pesquisa eleitoral feita pelo Datafolha para Presidente do Brasil. A ênfase da sua crítica está na maneira como o instituto de pesquisa, que é do Grupo Folha, tratou o pré-candidato Jair Messias Bolsonaro.

“Uma vergonha! Um atentado a inteligência a pesquisa do Datafolha que saiu agora para Presidente da República”, disse o pastor, que fez questão de pontuar algumas discordâncias entre ele e Jair Bolsonaro:

“Antes de mais nada, eu quero dizer pra você que eu não concordo com tudo o que o Bolsonaro fala, nem das suas ideias. Eu tenho discordâncias com ele. Sou livre pra isso, mas não gosto de ver safadeza”, disse ele, se referindo a forma como a pesquisa do Grupo Folha fez a pesquisa eleitoral.

“Olha a armação que esses caras fizeram…”, disse o pastor, ao afirmar que o Jornal Folha de São Paulo, antes de fazer a última pesquisa eleitoral pelo Instituto Datafolha, lançou “uma matéria caluniosa e mentirosa” sobre o patrimônio de Jair Bolsonaro, para induzir o leitor à ideia de que a valorização dos bens adquiridos pelo pré-candidato é ilícita.

“Pra poder dar a ideia de grandeza, a coisa covarde, suja, juntou o patrimônio do Bolsonaro e dos seus três filhos, porque só o do Bolsonaro não ia causar impressão”, criticou o pastor.


Em seguida, Silas Malafaia destacou uma das perguntas feitas pelo Datafolha na hora de fazer a pesquisa com os eleitores. Nela, o Instituto insinua que Bolsonaro está sendo acusado de enriquecimento ilícito, na intenção de influenciar a opinião do leitor na hora de afirmar seu voto.

“Agora na pesquisa eleitoral, olha a bandidagem da indução. Eles introduzem uma pergunta pra quem (…) tá participando da pesquisa: ‘você sabia que o Deputado Bolsonaro (…) foi denunciado por aumento do seu patrimônio e da sua família, desde o início da sua carreira política?'”, disse o pastor, reproduzindo a pergunta do Datafolha.

A denúncia citada pelo Datafolha na pesquisa, no entanto, foi arquivada pelo então Procurador da República Rodrigo Janot, não tendo qualquer validade jurídica. O pastor Silas então comenta a condenação do ex-Presidente Lula e faz um desafio ao Grupo Folha:

“Fica aqui o meu desafio à Folha. Continua de pé: que tal vocês mostrarem o patrimônio da família Lula antes e depois que ele foi Presidente?”.

Assista o vídeo completo abaixo:

Gospel Mais
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