Ideologia de gênero: o governo não pode intervir na moral da minha família


A constituição brasileira, atual, permite que a decisão de apoiar ou não a ideologia do gênero seja feita por cada cidadão. (Foto: Escola Sem Partido)



Apoiar ou não a ideologia do gênero é algo a ser decidido pela família e não pelo governo. Jamais permiti que o governo se metesse nas escolhas morais de minha família, nem que exercesse influência sobre os chamados dogmas da fé Cristã.

Meus filhos cresceram emocionalmente saudáveis, são pessoas profissionalmente realizados, bem casados e têm toda a liberdade para escolher a fé que ensinam aos seus próprios filhos. Escolheram a mesma fé que professo e decidiram transmití-la aos seus filhos.

A constituição brasileira, atual, permite que a decisão de apoiar ou não a ideologia do gênero seja feita por cada cidadão. Impor uma moral coletiva equivale a formar uma raça de robôs programados e condicionados para seguir instruções únicas, que servem apenas para polarizar a população e criar revoltas sociais agudas.

Já o cristianismo não permite que seus seguidores discriminem seus concidadãos por causa de suas escolhas morais, mas deixa claro, que a prática do homossexualismo não é compatível com a fé cristã. Aceita isso quem quer e se não aceitar, também não pode ser discriminado por causa disso.

Por qual motivo o governo tenta destruir a moral que eu ensino dentro da minha casa? Acredito, que deveria incentivar a tolerância mútua de ambos os lados (homo e heterossexuais). Creio que a religião não deve interferir no Estado nem o Estado deve interferir na religião.

Por qual motivo devemos polarizar as massas e dividi-las em classes? É isto que o governo faz ao impor suas supostas razões. Vamos criar leis que incentivam a tolerância e não que incentivem a intolerância.

Guiame

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